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	<title>Beethoven 250 - Clássicos dos Clássicos</title>
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	<description>Por Carlos Siffert</description>
	<lastBuildDate>Mon, 14 Dec 2020 23:44:10 +0000</lastBuildDate>
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		<title>Clássicos Indica: Osesp lança Temporada 2021 e transmite concerto digital</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Clássicos dos Clássicos]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 10 Dec 2020 20:16:31 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Beethoven]]></category>
		<category><![CDATA[Beethoven 250]]></category>
		<category><![CDATA[Beethoven Hoje]]></category>
		<category><![CDATA[Clássicos Indica]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Orquestra Sinfônica do Estado de São Paulo (Osesp) anunciou hoje, 10/12/2020, sua nova temporada de concertos. O tema continua sendo Beethoven 250, o mesmo da Temporada 2020, e reunirá os programas que não foram realizados esse ano por conta da pandemia de Covid-19, além da programação inédita da Temporada 2021. As duas temporadas juntas [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A Orquestra Sinfônica do Estado de São Paulo (Osesp) anunciou hoje, 10/12/2020, sua nova temporada de concertos. O tema continua sendo <strong>Beethoven 250</strong>, o mesmo da Temporada 2020, e reunirá os programas que não foram realizados esse ano por conta da pandemia de Covid-19, além da programação inédita da Temporada 2021.</p>
<p>As duas temporadas juntas darão continuidade à celebração dos 250 anos de nascimento de <a href="https://classicosdosclassicos.mus.br/compositores/ludwig-van-beethoven/">Ludwig van Beethoven</a>. Entre os destaques estão o ciclo de <em>Sinfonias </em>do compositor com Thierry Fischer (Diretor Musical e Regente Titular da Osesp) à frente de 12 concertos, entre janeiro e fevereiro, e o posterior lançamento de um álbum com o ciclo completo pelo Selo Digital Osesp.</p>
<p>Em julho, o pianista inglês Paul Lewis faz dois recitais tocando as <a href="https://classicosdosclassicos.mus.br/multimidia/playlist-beethoven-variacoes-diabelli-op-120-paul-lewis/"><em>Variações Diabelli</em></a>, obra-prima da última fase de Beethoven. Já as <em>Sonatas para Piano</em> do compositor serão apresentadas no início do ano pelos pianistas brasileiros Aleyson Scopel, Pablo Rossi, Ronaldo Rolim, Sonia Rubinsky, Eduardo Monteiro, Leonardo Hilsdorf e Lucas Thomazinho. E a integral das cinco <em>Sonatas para Piano e Violoncelo</em> serão interpretadas por Antonio Meneses e Ricardo Castro em dois recitais, em outubro.</p>
<p>Entre as novidades da Temporada 2021 estão as séries <em>Piazzolla 100 </em>(celebrando o centenário de nascimento do compositor argentino); <em>Escolha do Maestro:</em> <em>Saint-Saëns – 100 anos de morte</em> (tema especialmente escolhido por Thierry Fischer); e <em>Stravinsky – 50 anos de morte</em>, com Thierry Fischer regendo nove concertos com a música dos três grandes balés de 1910, <em>O Pássaro de Fogo</em>, <em>Petrouchka</em> e <em>A Sagração da Primavera, </em>entre outras obras do compositor russo.</p>
<p>A Artista em Residência será a pianista venezuelana Gabriela Montero, com concertos em março e em novembro. Entre os regentes internacionais convidados estão o francês Louis Langrée, o britânico Martyn Brabbins, o costarriquenho Giancarlo Guerrero e o venezuelano Diego Matheuz.</p>
<p>Entre os recitais, destaque para os pianistas Víkingur Ólafsson, Sergei Babayan, Nelson Goerner, Sergio Tiempo e Hércules Gomes. E, entre os solistas que tocarão com a Orquestra estão os violinistas Renaud Capuçon e Isabelle Faust, o flautista Emmanuel Pahud, o percussionista Colin Currie e o violonista Fábio Zanon.</p>
<p>Além dos concertos presenciais, continuam as transmissões digitais ao vivo pelas redes sociais da Osesp, ao longo de toda a programação de 2021.</p>
<p><strong>Veja a temporada completa aqui:</strong></p>
<p><a href="http://www.salasaopaulo.art.br/upload/2021-cadernos-livretos/2021-temporada-livreto.pdf">http://www.salasaopaulo.art.br/upload/2021-cadernos-livretos/2021-temporada-livreto.pdf</a></p>
<p><strong>OSESP TRANSMITE CONCERTO DIGITAL HOJE (10/12), ÀS 20H15, COM AS SINFONIAS Nº 4 E Nº 8 DE BEETHOVEN</strong></p>
<p>Thierry Fischer rege a Osesp hoje em um programa que será transmitido on-line e ao vivo, diretamente da Sala São Paulo, nessa quinta (10/12), a partir das 20h15, apresentando a <em>Quarta</em> e a <em>Oitava</em> Sinfonias de <a href="https://classicosdosclassicos.mus.br/compositores/ludwig-van-beethoven/">Beethoven</a>.</p>
<p>A <em>Sinfonia n° 4</em> foi escrita em 1806 e estreou em 1807, em Viena, sob regência do próprio Beethoven. Chama a atenção sua introdução densa e misteriosa, que difere do restante da obra. Schumann a chamava de &#8220;uma esbelta donzela grega entre os gigantes nórdicos&#8221;.</p>
<p>Já a <em>Sinfonia n° 8</em> foi concluída em 1812, mas só estreou em 1814, também regida por Beethoven. É a mais curta das peças sinfônicas do compositor e possui um caráter vivaz e bem-humorado.</p>
<p>O concerto será transmitido pelos canais digitais da Osesp:</p>
<p><strong>You</strong>t<strong>ube</strong> (<a href="http://youtube.com/videososesp">youtube.com/videososesp</a>)</p>
<p><strong>F</strong><strong>a</strong><strong>cebook </strong>(<a href="http://facebook.com/osesp/">facebook.com/osesp/</a>)</p>
<p><strong>I</strong><strong>ns</strong><strong>tagram</strong> (<a href="http://instagram.com/osesp_/">instagram.com/osesp_/</a>)</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>O Quarteto de Cordas</title>
		<link>https://classicosdosclassicos.mus.br/o-quarteto-de-cordas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Clássicos dos Clássicos]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 09 Mar 2020 07:00:47 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Beethoven]]></category>
		<category><![CDATA[Beethoven 250]]></category>
		<category><![CDATA[Quartetos de Cordas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Quarteto de Cordas Um conjunto musical com dois violinos, uma viola e um violoncelo forma o quarteto de cordas, gênero que tem sido predominante na música de câmara desde 1750. Haydn estabeleceu o gênero e sua estrutura de quatro movimentos: Allegro; Andante ou Adagio; Minueto e Trio (Allegro); e Rondó (Allegro). O compositor escreveu [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h5><strong>O Quarteto de Cordas</strong></h5>
<p>Um conjunto musical com dois violinos, uma viola e um violoncelo forma o quarteto de cordas, gênero que tem sido predominante na música de câmara desde 1750.</p>
<p><a href="https://classicosdosclassicos.mus.br/compositores/joseph-haydn/">Haydn</a> estabeleceu o gênero e sua estrutura de quatro movimentos: <em>Allegro</em>; <em>Andante</em> ou <em>Adagio</em>; Minueto e Trio (<em>Allegro</em>); e Rondó (<em>Allegro</em>). O compositor escreveu 68 quartetos; já <a href="https://classicosdosclassicos.mus.br/compositores/wolfgang-amadeus-mozart/">Mozart</a>, <a href="https://classicosdosclassicos.mus.br/compositores/ludwig-van-beethoven/">Beethoven</a> e <a href="https://classicosdosclassicos.mus.br/compositores/franz-schubert/">Schubert</a> escreveram, respectivamente, 23, 16 e 15 composições do gênero.</p>
<p>Na era <a href="https://classicosdosclassicos.mus.br/periodos/romantismo/">romântica</a>, <a href="https://classicosdosclassicos.mus.br/compositores/felix-mendelssohn">Mendelssohn</a>, <a href="https://classicosdosclassicos.mus.br/compositores/robert-schumann/">Schumann</a>, <a href="https://classicosdosclassicos.mus.br/compositores/johannes-brahms/">Brahms</a> e Dvorák escreveram quartetos. Já no século XX, o gênero se destacou nas obras de Bartók e <a href="https://classicosdosclassicos.mus.br/compositores/dmitri-shostakovich/">Shostakovich</a>.</p>
<h5><strong>Quartetos de Beethoven</strong></h5>
<p>O quarteto de cordas tem um lugar especial na produção de <a href="https://classicosdosclassicos.mus.br/compositores/ludwig-van-beethoven/">Beethoven</a>, sendo considerado o gênero mais importante em sua obra e um marco na composição para esse gênero. Beethoven escreveu 16 quartetos de cordas ao longo de sua vida.</p>
<p>Enquanto seus seis primeiros quartetos (Op. 18) evidenciam uma herança clássica, sobretudo de Haydn e Mozart, os da fase intermediária (Op. 59) revelam maior complexidade musical e intensidade dramática.</p>
<p>Já nos quartetos da última fase (Op. 131, 132, 133 e 135), o compositor passa da maturidade para a exploração de novos caminhos. Estes últimos, aliás, provocaram reações que iam da perplexidade até a recusa e a repulsa.</p>
<p>Assista a trechos de alguns quartetos de Beethoven interpretados pelo <a href="https://www.belceaquartet.com/">Belcea Quartet</a>:</p>
<p><a href="https://classicosdosclassicos.mus.br/belcea-quartet-no-middle-temple-hall-londres/">https://classicosdosclassicos.mus.br/belcea-quartet-no-middle-temple-hall-londres/</a></p>
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		<title>Beethoven 250 – Missa Solemnis de Beethoven em Concerto Digital</title>
		<link>https://classicosdosclassicos.mus.br/beethoven-250-missa-solemnis-de-beethoven-em-concerto-digital/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Clássicos dos Clássicos]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 04 Mar 2020 02:11:34 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Beethoven]]></category>
		<category><![CDATA[Beethoven 250]]></category>
		<category><![CDATA[Clássicos Indica]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>No dia 05 de março de 2020 (quinta), a partir das 20h15, a Orquestra Sinfônica do Estado de São Paulo – Osesp transmitirá ao vivo pela internet o Concerto de Abertura da Temporada 2020. O grupo apresenta a Missa Solemnis em Ré Maior, de Ludwig van Beethoven. Sob o comando de Thierry Fischer, que faz [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>No dia 05 de março de 2020 (quinta), a partir das 20h15, a Orquestra Sinfônica do Estado de São Paulo – Osesp transmitirá ao vivo pela internet o Concerto de Abertura da Temporada 2020. O grupo apresenta a <em>Missa Solemnis em Ré Maior</em>, de <a href="https://classicosdosclassicos.mus.br/compositores/ludwig-van-beethoven/">Ludwig van Beethoven</a>.</p>
<p>Sob o comando de Thierry Fischer, que faz a sua estreia como regente titular da Osesp, e com as participações do Coro da Osesp, Coro Acadêmico da Osesp e dos solistas Susanne Bernhard (soprano), Kismara Pezzati (mezzo soprano), Atalla Ayan (tenor) e Michael Nagy (barítono), a obra será apresentada também nos dias 06/03 (sexta), às 20h30, e 07/03 (sábado), às 16h30, na Sala São Paulo (sem transmissão digital).</p>
<p>A monumental <em>Missa Solemnis</em>, considerada uma das mais importantes composições de Beethoven, foi escrita entre 1819-1823. Estreou em abril de 1824, em São Petersburgo. Com características da fase tardia do compositor, como em seus últimos quartetos e na <em>Nona Sinfonia</em>, a obra reúne a tradição a novos caminhos.</p>
<p>Um testemunho da fé de Beethoven na humanidade, a <em>Missa</em> é uma imensa reflexão sobre o sagrado, sendo uma expressão da forma que o compositor via a relação com Deus e com o mundo.</p>
<p>É também uma síntese de sua essência, em que se fundem o pessoal e o universal, o humano e o divino, o passado e o futuro. “De corações – ainda uma vez! – aos corações”, escreveu Beethoven na dedicatória da obra.</p>
<p>Para assistir o concerto pela internet, é só acessar o canal da Osesp no <a href="http://d-click.osesp.art.br/u/108220/380/128861/519_0/a45fd/?url=https%3A%2F%2Fwww.youtube.com%2Fuser%2Fvideososesp"><strong>YouTube</strong></a>, ou o <strong><a href="http://d-click.osesp.art.br/u/108220/380/128861/520_0/a45fd/?url=https%3A%2F%2Fwww.facebook.com%2Fosesp%2F">Facebook da Osesp</a></strong>,  ou sintonizar a TV no canal Arte 1 (Net HD: canal 553; Sky: canal 81; Claro TV HD: canal 553; GVT: canal 84; Vivo TV:  Cabo 102; Satélite 555; Fibra 627).</p>
<p><strong>Informações:</strong></p>
<p><a href="http://www.osesp.art.br/concertoseingressos/concerto.aspx?IDApresentacao=7900">http://www.osesp.art.br/concertoseingressos/concerto.aspx?IDApresentacao=7900</a></p>
<p><strong>Veja também outros concertos que celebram os 250 anos de Beethoven nas Temporadas 2020:</strong></p>
<p><a href="https://classicosdosclassicos.mus.br/beethoven-250-temporadas-2020-brasil/">https://classicosdosclassicos.mus.br/beethoven-250-temporadas-2020-brasil/</a></p>
<h5><strong>PODCAST: A IMPORTÂNCIA DE SE OUVIR BEETHOVEN </strong></h5>
<p>Ouça no podcast “O Assunto”, publicado no G1 em 02/03/2020, a entrevista da jornalista Renata Lo Prete com Arthur Nestrovski, diretor-artístico da Orquestra Sinfônica de São Paulo. Na conversa, ele explica quem foi o personagem histórico, dimensiona o impacto de sua música e dá um passo a passo de como e porquê devemos ouvi-lo.</p>
<p><a href="https://g1.globo.com/podcast/o-assunto/noticia/2020/03/02/o-assunto-133-beethoven-250-anos-por-que-ouvi-lo.ghtml">https://g1.globo.com/podcast/o-assunto/noticia/2020/03/02/o-assunto-133-beethoven-250-anos-por-que-ouvi-lo.ghtml</a></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Beethoven 250 &#124; Todos Juntos &#8211; Uma ode global à alegria</title>
		<link>https://classicosdosclassicos.mus.br/beethoven-250-todos-juntos-uma-ode-global-a-alegria/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Clássicos dos Clássicos]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 09 Dec 2019 13:37:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Beethoven 250]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Osesp abre projeto internacional com o Carneggie Hall &#124; Concerto Digital &#8211; 12/dez, 20h30 De 12 a 15 de dezembro de 2019, a Orquestra Sinfônica do Estado de São Paulo – Osesp, sob a regência de Marin Alsop, apresenta seu programa especial de encerramento da Temporada 2019, que antecipa o tema da Temporada 2020: a [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Osesp abre projeto internacional com o Carneggie Hall | Concerto Digital &#8211; 12/dez, 20h30</strong></p>
<p>De 12 a 15 de dezembro de 2019, a Orquestra Sinfônica do Estado de São Paulo – Osesp, sob a regência de Marin Alsop, apresenta seu programa especial de encerramento da Temporada 2019, que antecipa o tema da Temporada 2020: a celebração dos 250 anos de nascimento de Ludwig van Beethoven.</p>
<p>O concerto do dia 12/12 (quinta) será transmitido ao vivo pela internet, gratuitamente, pelo link: <a href="http://www.osesp.art.br/paginadinamica.aspx?pagina=concertodigitalosesp">http://www.osesp.art.br/paginadinamica.aspx?pagina=concertodigitalosesp</a></p>
<p>As apresentações inauguram o projeto internacional <strong>Todos juntos: Uma Ode Global à Alegria</strong> (<em>All Together – A Global Ode to Joy</em>), idealizado por Marin Alsop em conjunto com o Weill Music Institute do Carnegie Hall (NY).</p>
<p>Além da Osesp, participam oito outras orquestras de vários lugares do mundo: a National Youth Orchestra da Grã-Bretanha (Londres), a Orquestra Sinfônica de Baltimore, a Sinfônica da Nova Zelândia, a Sinfônica de Sydney, a Sinfônica da Rádio de Viena, a Filarmônica de KwaZulu-Natal e a Filarmônica de Joanesburgo (ambas da África do Sul), e uma orquestra jovem reunida pelo próprio Carnegie Hall, em Nova York.</p>
<p>Todos os grupos serão regidos por Marin Alsop e cantarão o último movimento da<em> Nona Sinfonia </em>de Beethoven – a “Ode à Alegria” –, na língua de seu país de origem.</p>
<p>O programa da Osesp tem a <em>Nona </em>como fio condutor do repertório, alternando os seus quatro movimentos com obras de compositores brasileiros, incluindo a estreia mundial de uma peça encomendada à compositora Clarice Assad:</p>
<ul>
<li><em>Sinfonia nº 9 em Ré Menor</em>, Op. 125 – Coral, de Beethoven: 1º Movimento;</li>
<li><em>Transição</em>, de Clarice Assad;</li>
<li><em>Cabinda: Nós Somos Pretos</em>, de Paulo Costa Lima – Abertura Sinfônica, Op. 104: Ô Zaziê;</li>
<li><em>Sinfonia nº 9 em Ré Menor</em>, Op. 125 – Coral, de Beethoven: 2º Movimento;</li>
<li><em>Transição: Alegria, Alegria</em>, de Clarice Assad;</li>
<li><em>Sinfonia nº 9 em Ré Menor</em>, Op. 125 – Coral, de Beethoven: 3º e 4º Movimentos.</li>
</ul>
<p>Os concertos, que também marcam a despedida de Marin Alsop como regente titular da Osesp, têm como solistas os cantores Camila Titinger (soprano), Luisa Francesconi (mezzo soprano), Paulo Mandarino (tenor) e Paulo Szot (barítono), além da participação do Coral Jovem do Estado de São Paulo, do Coro da Osesp e do Coro Acadêmico da Osesp, que entoarão a <em>Ode à Alegria</em>, de Friedrich Schiller, traduzida para o português por Arthur Nestrovski.</p>
<p>Reproduzimos aqui a tradução feita especialmente para o projeto <strong>Todos Juntos – Uma Ode Global à Alegria</strong>:</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong><em>Ode à Alegria</em></strong></p>
<p>Friedrich Schiller [1759-1805] | Versão: Arthur Nestrovski</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>Oh, Glória!, me diz que nos move. </em></p>
<p><em>Outro tom, outro segredo </em></p>
<p><em>Glorioso caminho além!</em> [L. van Beethoven]</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Glória! Glória!</p>
<p>Alegria, alegria</p>
<p>Filha do divino em nós</p>
<p>Abre as portas do destino</p>
<p>E entre a humanidade, após!</p>
<p>Teu apelo vê reunido</p>
<p>O que era dividido em vão,</p>
<p>Homens e mulheres, todos</p>
<p>São agora irmã e irmão.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Quem já foi amigo de um amigo</p>
<p>Sabe o bem que faz,</p>
<p>Quem já foi o amor de um ser amado</p>
<p>Encontr’uma outra paz.</p>
<p>Quem já teve um’alma no mundo,</p>
<p>A calma no fundo do esplendor;</p>
<p>Quem não teve, chora agora</p>
<p>A dor da vida sem amor.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Num abraço, multidões!</p>
<p>Mundo inteiro, um beijo só!</p>
<p>Amigos! Muito além do céu</p>
<p>Vive sempre um Pai de todos.</p>
<p>Não te ajoelhas, multidão?</p>
<p>Mundo: vês teu Criador?</p>
<p>Busca muito além do céu!</p>
<p>Sobre o Sol, p’ra sempre, vive.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Informações:</strong></p>
<p><a href="http://www.osesp.org.br/ensaios.aspx?Ensaio=93&amp;Cultura=pt-BR">http://www.osesp.org.br/ensaios.aspx?Ensaio=93&amp;Cultura=pt-BR</a></p>
<p><a href="https://www.carnegiehall.org/en/Education/Young-Musicians/All-Together-A-Global-Ode-to-Joy">https://www.carnegiehall.org/en/Education/Young-Musicians/All-Together-A-Global-Ode-to-Joy</a></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Mais Beethoven 250: gravações e concertos</title>
		<link>https://classicosdosclassicos.mus.br/mais-beethoven-250-gravacoes-e-concertos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Clássicos dos Clássicos]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 09 Dec 2019 13:36:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Beethoven 250]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Clássicos dos Clássicos continua a indicar lançamentos fonográficos e concertos que comemoram os 250 anos de nascimento de Ludwig van Beethoven. Essa celebração, na verdade, compreende um ciclo de sete anos, que começa em 2020, e só vai terminar nem 2027, ano em que serão homenageados os 200 anos de morte do grande compositor alemão. [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Clássicos dos Clássicos continua a indicar lançamentos fonográficos e concertos que comemoram os 250 anos de nascimento de Ludwig van Beethoven. Essa celebração, na verdade, compreende um ciclo de sete anos, que começa em 2020, e só vai terminar nem 2027, ano em que serão homenageados os 200 anos de morte do grande compositor alemão.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>BEETHOVEN: OBRA COMPLETA EM CAIXA ESPECIAL</strong></p>
<p>A Deutsche Grammophon lançou no dia 1º de novembro de 2019 a caixa <em>Beethoven – The New Complete Edition</em>, composta por 123 discos (118 CDs + 2 DVDs + 3 Blue-Ray Audios), que totalizam 180 horas de música, além de um livro ilustrado, em capa dura, sobre a vida e obra do compositor.</p>
<p>Com gravações provenientes dos catálogos da DG, Decca e de dez outros selos, a coleção reúne cerca de 250 de registros dos maiores intérpretes de Beethoven, entre eles, Karl Böhm, Claudio Arrau, Dietrich Fischer-Dieskau, Herbert von Karajan e Murray Perahia.</p>
<p><strong>Informações:</strong> <a href="https://www.beethoven-playon.com/#complete-edition">https://www.beethoven-playon.com/#complete-edition</a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>FILARMÔNICA DE MINAS GERAIS E PIANISTA ARNALDO COHEN | TEMPORADA 2020</strong></p>
<p>A Orquestra Filarmônica de Minas Gerais realiza em sua Temporada 2020 um Festival Beethoven, em comemoração aos 250 anos de nascimento do compositor alemão. Destaque para a integral dos concertos para piano, com apresentações em julho e agosto, sob a regência de Fabio Mechetti, tendo o pianista brasileiro Arnaldo Cohen como solista:</p>
<p><strong>31/jul (sexta) 2020 </strong></p>
<p><em>Egmont: Abertura<br />
Concerto para Piano nº 2 em Si bemol maior, Op. 19<br />
Concerto para Piano nº 1 em Dó maior, Op. 15</em></p>
<p><strong>Informações: </strong><a href="https://filarmonica.art.br/concertos/agenda-de-concertos/os-primeiros-cavalos-de-batalha/">https://filarmonica.art.br/concertos/agenda-de-concertos/os-primeiros-cavalos-de-batalha/</a></p>
<p><strong>06 e 07/ago (quinta e sexta) 2020 </strong></p>
<p><em>Fidelio: Abertura, Op. 72c<br />
Concerto para Piano nº 3 em dó menor, Op. 37<br />
Concerto para Piano nº 4 em Sol maior, Op. 58</em></p>
<p><strong>Informações: </strong><a href="https://filarmonica.art.br/concertos/agenda-de-concertos/entre-o-individual-e-o-coletivo/">https://filarmonica.art.br/concertos/agenda-de-concertos/entre-o-individual-e-o-coletivo/</a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>SALA CECÍLIA MEIRELES, RIO DE JANEIRO | TEMPORADA 2020</strong></p>
<p>Entre os destaques da programação de 2020 da Sala Cecília Meireles está o Festival Beethoven 250, apresentando vários ciclos da obra camerística do compositor alemão ao longo do ano.</p>
<p>No mês de maio, será realizada a integral das sonatas para piano, na interpretação de Vera Astrachan, Eduardo Monteiro, Sérgio Monteiro, Juliana Steinbach, Aleyson Scopel, Leonardo Hilsdorf e Jean Louis Steuerman.</p>
<p>Em setembro, a integral das sonatas para violino e piano, tocada pelo Trio Porto Alegre e pelo Trio Aquarius, além da apresentação dos seis últimos quartetos de cordas interpretados pelo Quarteto Carlos Gomes.</p>
<p>E em outubro, o duo formado pelo violoncelista norte-americano Jed Barahal e pela pianista brasileira Christina Margotto executam toda obra para violoncelo e piano de Beethoven.</p>
<p><strong>Informações: </strong><a href="http://salaceciliameireles.rj.gov.br/programacao/">http://salaceciliameireles.rj.gov.br/programacao/</a></p>
<p><a href="http://www.funarj.rj.gov.br/sala-cecilia-meireles-anuncia-sua-temporada-para-2020/">http://www.funarj.rj.gov.br/sala-cecilia-meireles-anuncia-sua-temporada-para-2020/</a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Veja outras indicações aqui:</strong></p>
<blockquote class="wp-embedded-content" data-secret="YmmgaVIX4U"><p><a href="https://classicosdosclassicos.mus.br/beethoven-250-temporadas-2020-brasil/">Beethoven 250 | Temporadas 2020 &#8211; Brasil</a></p></blockquote>
<p><iframe title="&#8220;Beethoven 250 | Temporadas 2020 &#8211; Brasil&#8221; &#8212; Clássicos dos Clássicos" class="wp-embedded-content" sandbox="allow-scripts" security="restricted" style="position: absolute; clip: rect(1px, 1px, 1px, 1px);" src="https://classicosdosclassicos.mus.br/beethoven-250-temporadas-2020-brasil/embed/#?secret=YmmgaVIX4U" data-secret="YmmgaVIX4U" width="500" height="282" frameborder="0" marginwidth="0" marginheight="0" scrolling="no"></iframe></p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Beethoven 250 &#124; Temporadas 2020 &#8211; Brasil</title>
		<link>https://classicosdosclassicos.mus.br/beethoven-250-temporadas-2020-brasil/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Clássicos dos Clássicos]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 14 Oct 2019 12:18:53 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Beethoven]]></category>
		<category><![CDATA[Beethoven 250]]></category>
		<category><![CDATA[Variedades]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Assim como muitas temporadas internacionais, as temporadas brasileiras para 2020 também celebram os 250 anos de nascimento do compositor alemão Ludwig van Beethoven. Destacamos, aqui, alguns programas a serem apresentados no primeiro semestre desse ano: &#160; Osesp: Recitais do Pianista Paul Lewis &#124; 19, 20 e 21 de março &#124; Sala São Paulo O pianista [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Assim como muitas temporadas internacionais, as temporadas brasileiras para 2020 também celebram os 250 anos de nascimento do compositor alemão Ludwig van Beethoven. Destacamos, aqui, alguns programas a serem apresentados no primeiro semestre desse ano:</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Osesp: Recitais do Pianista Paul Lewis | 19, 20 e 21 de março | Sala São Paulo</strong></p>
<p style="text-align: left;"><img decoding="async" loading="lazy" class="size-full wp-image-4168 alignnone" src="https://classicosdosclassicos.mus.br/wp-content/uploads/2019/10/Paul-Lewis-New-Yorker_menor.jpg" alt="" width="500" height="367" /></p>
<p>O pianista britânico Paul Lewis faz três recitais na Sala São Paulo, sendo o do dia 19/03 totalmente dedicado a Beethoven, com a <em>Sonata nº 13 em Mi Bemol Maior</em>, Op. 27 nº 1 – “Quase uma Fantasia”, a <em>Sonata nº 14 em Dó Sustenido Menor</em>, Op. 27 nº 2 – “Ao Luar”, e as <em>Variações Diabelli</em>, Op. 120.</p>
<p>Nos dois outros programas, Lewis toca composições de Beethoven e Schubert: dia 20/03, as <em>Sonatas nºs 13 e 14,</em> de Beethoven, e a <em>Sonata nº 18,</em> de Schubert; e dia 21/03, a <em>Sonata nº 18,</em> de Schubert, e as <em>Variações Diabelli,</em> de Beethoven.</p>
<p>Informações:</p>
<p>&#8211; 19/03: <a href="http://www.osesp.art.br/concertoseingressos/concerto.aspx?IDApresentacao=7907">http://www.osesp.art.br/concertoseingressos/concerto.aspx?IDApresentacao=7907</a></p>
<p>&#8211; 20/03: <a href="http://www.osesp.art.br/concertoseingressos/concerto.aspx?IDApresentacao=7908">http://www.osesp.art.br/concertoseingressos/concerto.aspx?IDApresentacao=7908</a></p>
<p>&#8211; 21/03: <a href="http://www.osesp.art.br/concertoseingressos/concerto.aspx?IDApresentacao=7909">http://www.osesp.art.br/concertoseingressos/concerto.aspx?IDApresentacao=7909</a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Cultura Artística: </strong><strong>Trio Wanderer | 24 e 25 de março | Sala São Paulo</strong></p>
<p><img decoding="async" loading="lazy" class="size-full wp-image-4169 alignnone" src="https://classicosdosclassicos.mus.br/wp-content/uploads/2019/10/Trio-Wanderer.jpg" alt="" width="568" height="380" /></p>
<p>O trio francês, formado por Jean-Marc Phillips-Varjabedian (violino), Raphael Pidoux (violoncelo) e Vincent Coq (piano), apresenta dois programas com composições de Beethoven dedicadas a esse gênero camerístico. No dia 24/03, o <em>T</em><em>rio em Si Bemol Maior</em>, Op. 11<em> – </em>“Gassenhauer”, o <em>Trio em Dó menor, </em>Op. 1 nº 3, e o<em> Trio em Ré Maior, </em>Op. 70 nº 1<em> –  </em>“Fantasma”. E no dia 25/03, o <em>Trio em sol maior, </em>Op. 121ª<em> – </em>“Variacoes Kakadu”, o <em>Trio em Mi bemol maior, </em>Op. 70 nº 2<em>, e o Trio em Si Bemol Maior </em>Op. 97<em> – </em>“Arquiduque”.</p>
<p>Informações: <a href="http://www.culturaartistica.org/">http://www.culturaartistica.org/</a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Quarteto Osesp | 26 de março | Sala São Paulo</strong></p>
<p style="text-align: left;"><img decoding="async" loading="lazy" class="size-full wp-image-4170 alignnone" src="https://classicosdosclassicos.mus.br/wp-content/uploads/2019/10/Quarteto-Osesp_menor.jpg" alt="" width="419" height="400" /></p>
<p>Formado por Emmanuele Badini e Davi Graton (violinos), Peter Pas (viola) e Heloísa Meirelles (violoncelo), o Quarteto Osesp interpreta duas peças de Beethoven: o <em>Quarteto nº 13 em Si Bemol Maior</em>, Op. 130, e a <em>Grande Fuga em Si Bemol Maior</em>, Op. 133.</p>
<p>Informações: <a href="http://www.osesp.art.br/concertoseingressos/concerto.aspx?IDApresentacao=7923">http://www.osesp.art.br/concertoseingressos/concerto.aspx?IDApresentacao=7923</a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Cultura Artística: Quarteto Hagen | 29 de abril | Sala São Paulo</strong></p>
<p style="text-align: left;"><img decoding="async" loading="lazy" class="size-full wp-image-4171 alignnone" src="https://classicosdosclassicos.mus.br/wp-content/uploads/2019/10/Hagen-Quartet.jpg" alt="" width="600" height="353" /></p>
<p>Um dos mais destacados quartetos de cordas da atualidade, o grupo austríaco, formado pelos irmãos Lukas, Veronika e Clemens Hagen, e pelo violinista alemão Rainer Schmidt, toca, de Beethoven, o <em>Quarteto nº 3 em Ré Maior,  </em>Op. 18<em>, </em>o<em> Quarteto nº 2 em Sol Maior, </em>Op. 18<em>, </em>e o<em> Quarteto nº 14 em Dó Sustenido Menor, </em>Op. 131<em>.</em></p>
<p>Informações: <a href="http://www.culturaartistica.org/">http://www.culturaartistica.org/</a></p>
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		<title>Belcea Quartet no Middle Temple Hall, Londres</title>
		<link>https://classicosdosclassicos.mus.br/belcea-quartet-no-middle-temple-hall-londres/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Clássicos dos Clássicos]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 14 Oct 2019 12:17:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ao redor do mundo]]></category>
		<category><![CDATA[Beethoven 250]]></category>
		<category><![CDATA[Quartetos de Cordas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Clássicos dos Clássicos assistiu, em Londres (11/10/2019), um recital do Belcea Quartet no Middle Temple Hall, edifício histórico de estilo elizabetano, construído entre 1562 e 1573. O programa comemorativo dos 250 anos de Beethoven foi inteiramente dedicado aos quartetos de cordas provenientes das três fases do compositor alemão: Quarteto nº 3 em Ré Maior, Op. [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Clássicos dos Clássicos assistiu, em Londres (11/10/2019), um recital do Belcea Quartet no Middle Temple Hall, edifício histórico de estilo elizabetano, construído entre 1562 e 1573.</p>
<p>O programa comemorativo dos 250 anos de Beethoven foi inteiramente dedicado aos quartetos de cordas provenientes das três fases do compositor alemão: <em>Quarteto nº 3 em Ré Maior</em>, Op. 18; <em>Quarteto nº 16 em Fá Maior</em>, Op. 135; e <em>Quarteto nº 8 em Mi Menor</em>, Op. 59 nº 2, “Razumovsky”.</p>
<p>A recepção do público foi entusiástica: o Belcea foi aplaudido de pé, longamente, no final.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Os quartetos de Beethoven</strong></p>
<p>Beethoven compôs 16 quartetos de cordas ao longo de sua vida. Considerados um marco na composição para esse gênero, enquanto os seis primeiros (Op. 18) evidenciam uma herança clássica, sobretudo de Haydn e Mozart, os da fase intermediária (Op. 59) já revelam uma maior complexidade musical e intensidade dramática, culminando nos quartetos da última fase (Opp. 131, 132, 133 e 135), em que o compositor passa da maturidade para a exploração de novos caminhos.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Belcea Quartet</strong></p>
<p>Um dos mais aclamados quartetos de cordas da atualidade, o grupo sediado em Londres celebra 25 anos de atividades em 2019. Com uma impressionante discografia, o Belcea já gravou as integrais dos quartetos de Britten, Bartók e Beethoven (Gramophone Awards 2011), além de obras de outros compositores.</p>
<p>“A música de Beethoven tem sido central em nossa trajetória, desde o primeiro ensaio. Os 16 quartetos, escritos há mais de 200 anos, são uma das mais completas e poderosas realizações musicais jamais criadas. Sua perfeição se revela em uma intensidade sem precedentes e na surpreendente evolução transcorrida entre sua produção inicial e final: foram os trinta anos que revolucionaram para sempre a experiência com a música.”</p>
<p>A recepção da crítica para a gravação foi extremamente favorável. A <em>BBC Music Magazine</em>, por exemplo, destaca a intensa interpretação do grupo: “(Essa integral) é uma grande realização e, mesmo que o quarteto volte a gravar essas obras, permanecerá sempre uma coleção memorável”.<strong> </strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Assista ao Belcea Quartet tocando trechos de alguns dos quartetos de Beethoven:</strong></p>
<p><iframe loading="lazy" title="Belcea Quartet - Opus 59/3 - Beethoven String Quartets" width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/hozSbiqJTas?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen></iframe></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><iframe loading="lazy" title="Belcea Quartet - Opus 131 - Beethoven String Quartets" width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/twRGjzxFmpQ?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen></iframe></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><iframe loading="lazy" title="Belcea Quartet - Opus 18/3 - Beethoven String Quartets" width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/33LDoRF8m9Y?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen></iframe></p>
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		<title>Paul Lewis no Southbank Centre, Londres</title>
		<link>https://classicosdosclassicos.mus.br/paul-lewis-no-southbank-centre-londres/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Clássicos dos Clássicos]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 14 Oct 2019 12:15:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ao redor do mundo]]></category>
		<category><![CDATA[Beethoven 250]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Reconhecido internacionalmente como um dos principais pianistas de sua geração, o britânico Paul Lewis já ganhou três Gramophone Awards e um Diapason D’or, entre muitos outros prêmios. De Beethoven, gravou a integral das Sonatas e dos Concertos do compositor alemão, além das Variações Diabelli, obra monumental, destaque de seu recital que acontece no próximo dia [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Reconhecido internacionalmente como um dos principais pianistas de sua geração, o britânico Paul Lewis já ganhou três <em>Gramophone Aw</em>ards e um <em>Diapason D’or</em>, entre muitos outros prêmios.</p>
<p>De Beethoven, gravou a integral das <em>Sonatas</em> e dos <em>Concertos</em> do compositor alemão, além das <em>Variações Diabelli</em>, obra monumental, destaque de seu recital que acontece no próximo dia 15 de outubro, no Royal Festival Hall, Southbank Centre, em Londres. No programa estão ainda a <em>Sonata para Piano em Mi Menor</em>, Hob. XVI/34, de Haydn, e os <em>Três Intermezzos, </em>Op. 117, de Brahms.</p>
<p>Em março de 2020, Lewis virá ao Brasil para três recitais e um programa sinfônico com a Osesp, na Sala São Paulo, tocando obras de Beethoven, em celebração aos 250 anos de seu nascimento.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Beethoven – <em>Variações Diabelli</em></strong></p>
<p>Conjunto de 33 variações sobre um tema de Anton Diabelli.</p>
<p>No terceiro período, a variação se torna, junto com a fuga, a principal preocupação técnica de Beethoven. Ele explora temas e motivos ao máximo de suas potencialidades. É muito significativo, aliás, o título que dá às <em>Diabelli:</em> não o de <em>Variationen</em> (Variações), mas sim de <em>Veränderungen</em> (termo que pode ser traduzido como Transformações).</p>
<p>O tema é transformado, explorado nos seus fundamentos, desconstruído, e não meramente variado: é uma evolução que vem de dentro. Cada variação é construída sobre motivos derivados de alguma parte do tema, mas alterada em ritmo, andamento, dinâmica ou contexto, de maneira a produzir algo novo, diferente.</p>
<p>As variações são também usadas em duas de suas sonatas (Opus 109 e 111), na <em>Nona Sinfonia</em> e nos movimentos lentos de três quartetos (Opus 127, 131 e 135).</p>
<p>Outro aspecto central das <em>Diabelli</em> é a sua progressão, que é comum a várias obras de Beethoven. Na <em>Sonata </em>Op. 111 e na <em>Nona Sinfonia</em>, há uma progressão <em>das trevas para a luz, do conflito à vitória</em>. Nas <em>Diabelli</em>, temos uma progressão que podemos chamar <em>da paródia à transfiguração</em>. Beethoven começa zombando do rústico tema de Diabelli.</p>
<p>Nas últimas variações, porém, o clima vai se tornando cada vez mais rarefeito. Na última delas, diz o crítico David Cairns: “Diabelli reaparece canonizado, sua pobre valsa camponesa transfigurada em um minueto da mais perfeita simplicidade. Ele floresce em uma celestial coda em que tudo parece se dissolver e retornar aos elementos puros dos quais a obra foi criada.”</p>
<p>(Trecho do livro <em>Beethoven através de um prisma</em>, de Carlos Siffert, Dash Editora, 2016)</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Paul Lewis, <em>Diabelli Variations</em>, Op. 120:</strong></p>
<p><iframe loading="lazy" title="Spotify Embed: Beethoven: Diabelli Variations" width="300" height="380" allowtransparency="true" frameborder="0" allow="encrypted-media" src="https://open.spotify.com/embed/album/0us4zAnvnsqwFpcjsAefAK?replay=1"></iframe></p>
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		<item>
		<title>Beethoven 250</title>
		<link>https://classicosdosclassicos.mus.br/fugiat-labore-nostrud-et-cillum/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Clássicos dos Clássicos]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 26 Aug 2019 17:11:01 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Beethoven]]></category>
		<category><![CDATA[Beethoven 250]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Ludwig van Beethoven, gênio da música e personagem de uma vida conturbada, tem os seus 250 anos de nascimento celebrados em 2020. Desde a segunda metade de 2019, o site Clássicos dos Clássicos tem abordado a vida e obra do compositor alemão, comentando sobre sua produção por meio de textos, podcasts, vídeos e playlists, além [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Ludwig van Beethoven, gênio da música e personagem de uma vida conturbada, tem os seus 250 anos de nascimento celebrados em 2020.</p>
<p>Desde a segunda metade de 2019, o site Clássicos dos Clássicos tem abordado a vida e obra do compositor alemão, comentando sobre sua produção por meio de textos, podcasts, vídeos e playlists, além de indicar a programação que acontece em torno das comemorações ao redor do mundo.</p>
<p>Acompanhe e conheça melhor esse ícone da música clássica.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Uma obra com possibilidades inesgotáveis</strong></p>
<p>Para muitos especialistas, Beethoven foi o compositor que criou as obras mais complexas na história na música ocidental. Mesmo assim, ele continua sendo um dos mais populares e ouvidos do mundo!</p>
<p>A verdade é que Beethoven é <em>sui generis</em>. Ampliou os limites do estilo clássico, sem mudar sua estrutura formal, transformando a tradição clássica. Expandiu seu alcance emocional, criando também uma música transcendental, especialmente em seus últimos trabalhos.</p>
<p>Considerada pelo filósofo Theodoro W. Adorno como um dos pontos altos da humanidade, sua obra oferece aos apreciadores da música uma infinidade de possibilidades de interpretação, podendo ser vista e revista por meio da teoria musical, da história da arte, da mitologia grega, da filosofia e da psicanálise. Sem esgotar as possibilidades.</p>
<p>Em sua última fase, que compreende os anos de 1815 a 1826, o compositor alemão escreveu obras complexas, profundas e com intensa expressão pessoal, entre essas, a <em>Nona Sinfonia</em>, a <em>Missa Solene</em>, as <em>Variações Diabelli</em>, as cinco últimas sonatas para piano e os cinco últimos quartetos. Esse período é marcado por uma diversidade das criações, com obras mais meditativas e espirituais, e uma linguagem mais abstrata e mais concentrada.</p>
<p>Devido a isso, a complexidade de visões sobre sua produção e a dialética da interpretação sobre a mesma fizeram com que alguns autores considerassem sua música como problemática e decadente, enquanto que outros, como um momento de brilhantismo e ousadia.</p>
<p>A influência de fatores psicológicos e psiquiátricos na vida e na obra de Beethoven também pode ser uma chave para entender a transformação para seu último estilo, tão radical e, ao mesmo tempo, sublime.</p>
<p>Estudiosos acreditam que ele sofria do que hoje é chamado de transtorno maníaco-depressivo ou bipolar. Mentalmente confuso, teria tentado suicídio algumas vezes. Além disso, os problemas de saúde, como a surdez, o tornaram cada vez mais introspectivo, podendo ter afetado suas composições e criatividade.</p>
<p>Obsessivo, escreveu e reescreveu muitas vezes diversos trechos de suas obras. Compunha, por exemplo, pequenas peças (as <em>Bagatelas</em>) quando podia e as guardava. Depois voltava a elas, de tempos em tempos, polindo, burilando, às vezes durante anos, até que as considerasse prontas.</p>
<p>Vários aspectos do estilo final de Beethoven são introspectivos, sutis, técnicos e até mesmo esotéricos. Algumas vezes, podem causar uma barreira para o ouvinte comum, porém, em outras, criam um apelo emocional incrivelmente direto, uma determinação de tocar a humanidade da maneira mais íntima possível&#8230;</p>
<p>Um grande exemplo é a <em>Nona Sinfonia</em>. O compositor Richard Wagner não se cansava de repetir: “a <em>Nona</em> traz para a orquestra as palavras, a poesia e a voz humana”. Mesmo antes de seu último movimento, há uma nota popular imediata nas melodias iniciais. É um verdadeiro “aperto de mão” de Beethoven.</p>
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