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	<title>Beethoven - Clássicos dos Clássicos</title>
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	<description>Por Carlos Siffert</description>
	<lastBuildDate>Fri, 15 Aug 2025 13:08:20 +0000</lastBuildDate>
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		<title>A vida de Beethoven: Segunda Fase</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Clássicos dos Clássicos]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 21 Jul 2025 18:12:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Beethoven]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Em 1830, aos trinta anos, Beethoven começa a perder a audição. A situação vai se agravando e, dois anos depois, seu médico lhe aconselha o isolamento no campo. Ele vai então a Heiligenstadt, uma pequena vila perto de Viena. Porém, sua estadia de quase seis meses no campo não traz nenhuma melhora. Desesperado, Beethoven escreve a [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;">Em 1830, aos trinta anos, <a href="https://classicosdosclassicos.mus.br/compositores/ludwig-van-beethoven/">Beethoven</a> começa a perder a audição. A situação vai se agravando e, dois anos depois, seu médico lhe aconselha o isolamento no campo. Ele vai então a Heiligenstadt, uma pequena vila perto de Viena. Porém, sua estadia de quase seis meses no campo não traz nenhuma melhora.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Desesperado, <a href="https://classicosdosclassicos.mus.br/compositores/ludwig-van-beethoven/">Beethoven</a> escreve a seus irmãos uma carta que nunca chegou a ser enviada, conhecida como o </span><i><span style="font-weight: 400;">Testamento de Heiligenstadt</span></i><span style="font-weight: 400;">. Nela o compositor afirma: </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">“Mas que humilhação para mim, quando alguém ao meu lado ouvia uma flauta ao longe e eu não ouvia nada, ou alguém ouvia um pastor cantando e eu novamente nada ouvia. Estes incidentes levaram-me a beira do desespero e, por pouco, não pus fim à minha vida – foi só a arte que me salvou.”</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Superada a crise, <a href="https://classicosdosclassicos.mus.br/compositores/ludwig-van-beethoven/">Beethoven</a> se recuperou e isto o levou a uma segunda fase artística, que ficou conhecida como a “Fase Heroica”, indo de 1803 a 1812. Seus trabalhos nesse período são de grande escala e falam de luta e de heroísmo: do conflito à vitória, das trevas para a luz.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">As peças desse período estão agrupadas do Op. 51 ao Op. 100. Destacamos a seguir algumas de suas composições notáveis da segunda fase: </span></p>
<p><b><i>Sinfonia nº. 3, Op. 55 – “Eroica”</i></b><b>  </b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A </span><i><span style="font-weight: 400;">Sinfonia Eroica </span></i><span style="font-weight: 400;">representa um divisor de águas, não somente na carreira de <a href="https://classicosdosclassicos.mus.br/compositores/ludwig-van-beethoven/">Beethoven</a>, mas também na história da música. Esta é a obra mais importante do início de sua segunda fase. Seus primeiros esboços foram feitos em Heiligenstadt, talvez antes mesmo do famoso </span><i><span style="font-weight: 400;">Testamento</span></i><span style="font-weight: 400;">, que ele endereçou a seus irmãos.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O que <a href="https://classicosdosclassicos.mus.br/compositores/ludwig-van-beethoven/">Beethoven</a> explora na </span><i><span style="font-weight: 400;">Eroica</span></i><span style="font-weight: 400;"> são aspectos universais do heroísmo, centrados na ideia de um confronto com a adversidade que leva finalmente a uma renovação de possibilidades criativas.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;"><a href="https://classicosdosclassicos.mus.br/compositores/ludwig-van-beethoven/">Beethoven</a> tinha inicialmente dedicado a sinfonia a Napoleão, que considerava como a encarnação dos ideais democráticos da Revolução Francesa. Ele inscreveu na folha de rosto da partitura: “</span><i><span style="font-weight: 400;">Sinfonia grande intitolata Buonaparte del Signore Louis van Beethoven</span></i><span style="font-weight: 400;">” (Grande Sinfonia intitulada Bonaparte&#8230;). </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Em maio de 1804, porém, quando Napoleão se fez proclamar imperador, <a href="https://classicosdosclassicos.mus.br/compositores/ludwig-van-beethoven/">Beethoven</a> ficou furioso. Ele apagou o nome Bonaparte da partitura com tanta força que fez um buraco no papel. A inscrição na primeira página passou a ser então: “</span><i><span style="font-weight: 400;">Sinfonia Eroica…</span></i><span style="font-weight: 400;"> per festeggiare il sovvenire di un grand’ Uomo” (Sinfonia Heróica… composta para celebrar a memória de um grande homem).</span></p>
<blockquote class="wp-embedded-content" data-secret="LA3nBuSNAZ"><p><a href="https://classicosdosclassicos.mus.br/obras/beethoven-sinfonia-no-3-op-55-eroica/">Beethoven &#8211; Sinfonia nº 3, Op. 55 &#8211; Eroica</a></p></blockquote>
<p><iframe class="wp-embedded-content" sandbox="allow-scripts" security="restricted" title="&#8220;Beethoven &#8211; Sinfonia nº 3, Op. 55 &#8211; Eroica&#8221; &#8212; Clássicos dos Clássicos" src="https://classicosdosclassicos.mus.br/obras/beethoven-sinfonia-no-3-op-55-eroica/embed/#?secret=LbVbClgyC1#?secret=LA3nBuSNAZ" data-secret="LA3nBuSNAZ" width="500" height="282" frameborder="0" marginwidth="0" marginheight="0" scrolling="no"></iframe></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><b><i>Sonata nº. 23 em Fá Menor, Op. 57, “Appassionata”</i></b><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;">A </span><i><span style="font-weight: 400;">Sonata “Appassionata</span></i><span style="font-weight: 400;">” começou a ser escrita por <a href="https://classicosdosclassicos.mus.br/compositores/ludwig-van-beethoven/">Beethoven</a> em 1803, mas foi interrompida pela ópera </span><i><span style="font-weight: 400;">Fidelio, </span></i><span style="font-weight: 400;">sendo terminada somente em 1806. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Até escrever a </span><i><span style="font-weight: 400;">Hammerklavier, </span></i><span style="font-weight: 400;"><a href="https://classicosdosclassicos.mus.br/compositores/ludwig-van-beethoven/">Beethoven</a> considerava a </span><i><span style="font-weight: 400;">Appassionata </span></i><span style="font-weight: 400;">sua melhor Sonata. Nela, não há um momento de dúvida de que a trágica paixão se precipita em direção à morte.</span></p>
<blockquote class="wp-embedded-content" data-secret="1hj3qNOkfx"><p><a href="https://classicosdosclassicos.mus.br/obras/beethoven-sonata-em-fa-menor-op-57-appassionata/">Beethoven &#8211; Sonata em Fá Menor, Op. 57, “Appassionata”</a></p></blockquote>
<p><iframe class="wp-embedded-content" sandbox="allow-scripts" security="restricted" title="&#8220;Beethoven &#8211; Sonata em Fá Menor, Op. 57, “Appassionata”&#8221; &#8212; Clássicos dos Clássicos" src="https://classicosdosclassicos.mus.br/obras/beethoven-sonata-em-fa-menor-op-57-appassionata/embed/#?secret=MgvdCItqJt#?secret=1hj3qNOkfx" data-secret="1hj3qNOkfx" width="500" height="282" frameborder="0" marginwidth="0" marginheight="0" scrolling="no"></iframe></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><b><i>Quarteto nº. 7 em Fá Maior, Op. 59 nº. 1, “Razumovsky nº. 1”</i></b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O </span><i><span style="font-weight: 400;">Quarteto Razumovsky n.º 1</span></i><span style="font-weight: 400;"> era considerado um enigma por seus primeiros intérpretes e ouvintes. <a href="https://classicosdosclassicos.mus.br/compositores/ludwig-van-beethoven/">Beethoven</a> teria dito sobre a obra: “Isso é para uma geração futura”. A peça foi dedicada ao Conde Razumovsky, patrono das artes que encomendou três quartetos ao compositor.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Comparável à </span><i><span style="font-weight: 400;">Sinfonia Eroica</span></i><span style="font-weight: 400;">, esse quarteto excede, como ela, todos os limites anteriormente estabelecidos em seu gênero, explorados aqui ao extremo no tamanho, na forma, na expressão e na exigência de sua interpretação.</span></p>
<blockquote class="wp-embedded-content" data-secret="fpJhK0gx6b"><p><a href="https://classicosdosclassicos.mus.br/multimidia/podcast-beethoven-quarteto-no-7-em-fa-maior-op-59-no-1-razumovsky-n-1/">PODCAST | Beethoven – Quarteto nº 7 em Fá Maior, Op. 59 nº 1 – “Razumovsky n° 1”</a></p></blockquote>
<p><iframe class="wp-embedded-content" sandbox="allow-scripts" security="restricted" title="&#8220;PODCAST | Beethoven – Quarteto nº 7 em Fá Maior, Op. 59 nº 1 – “Razumovsky n° 1”&#8221; &#8212; Clássicos dos Clássicos" src="https://classicosdosclassicos.mus.br/multimidia/podcast-beethoven-quarteto-no-7-em-fa-maior-op-59-no-1-razumovsky-n-1/embed/#?secret=ZdeVu4DcEC#?secret=fpJhK0gx6b" data-secret="fpJhK0gx6b" width="500" height="282" frameborder="0" marginwidth="0" marginheight="0" scrolling="no"></iframe></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><b><i>Sinfonia nº. 5, </i></b><b>Op. 67</b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A </span><i><span style="font-weight: 400;">Sinfonia nº. 5</span></i><span style="font-weight: 400;"> se tornou a mais famosa sinfonia já escrita, seja como expressão da luta pessoal de Beethoven, seja como um divisor de águas da música ocidental.</span></p>
<p><i><span style="font-weight: 400;">A luta do indivíduo por sua autorrealização</span></i><span style="font-weight: 400;"> – ideia que ela representa com uma força sem precedentes – se tornaria o ideal definidor de todo o movimento romântico do século XIX, estando também na raiz da democracia moderna.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Extremamente forte e solidamente estruturada, a música abrange toda a gama das emoções humanas, da tristeza mais profunda à alegria mais exuberante.</span></p>
<blockquote class="wp-embedded-content" data-secret="3ZkA35WBJS"><p><a href="https://classicosdosclassicos.mus.br/obras/beethoven-sinfonia-no-5-em-do-menor-opus-67/">Beethoven &#8211; Sinfonia nº 5 em Dó Menor, Op. 67</a></p></blockquote>
<p><iframe class="wp-embedded-content" sandbox="allow-scripts" security="restricted" title="&#8220;Beethoven &#8211; Sinfonia nº 5 em Dó Menor, Op. 67&#8221; &#8212; Clássicos dos Clássicos" src="https://classicosdosclassicos.mus.br/obras/beethoven-sinfonia-no-5-em-do-menor-opus-67/embed/#?secret=Jf15LCAiZq#?secret=3ZkA35WBJS" data-secret="3ZkA35WBJS" width="500" height="282" frameborder="0" marginwidth="0" marginheight="0" scrolling="no"></iframe></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><b><i>Fidelio</i></b><b>, Op. 72</b></p>
<p><i><span style="font-weight: 400;">Fidelio,</span></i><span style="font-weight: 400;"> a única ópera de Beethoven, conta a história de Leonore, personagem que, disfarçada de homem (</span><i><span style="font-weight: 400;">Fidelio – </span></i><span style="font-weight: 400;">fiel), consegue um emprego em uma prisão com o propósito de libertar seu marido, injustamente condenado. A ópera teve uma trajetória tumultuada, sendo revista diversas vezes. Estreada em 1805, somente nove anos depois chegou à sua versão final, em 1814.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Beethoven não era um compositor vocal como Mozart ou Schubert. “Não gosto de compor canções”, disse certa vez, e, sobre </span><i><span style="font-weight: 400;">Fidelio</span></i><span style="font-weight: 400;">, afirmou</span><i><span style="font-weight: 400;">: </span></i><span style="font-weight: 400;">“Esta ópera vai me valer uma coroa de mártir”.</span></p>
<blockquote class="wp-embedded-content" data-secret="rnUO5zcNQX"><p><a href="https://classicosdosclassicos.mus.br/obras/beethoven-fidelio/">Beethoven &#8211; Fidelio</a></p></blockquote>
<p><iframe class="wp-embedded-content" sandbox="allow-scripts" security="restricted" title="&#8220;Beethoven &#8211; Fidelio&#8221; &#8212; Clássicos dos Clássicos" src="https://classicosdosclassicos.mus.br/obras/beethoven-fidelio/embed/#?secret=AStkFSd7gy#?secret=rnUO5zcNQX" data-secret="rnUO5zcNQX" width="500" height="282" frameborder="0" marginwidth="0" marginheight="0" scrolling="no"></iframe></p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>A vida de Beethoven: primeira fase</title>
		<link>https://classicosdosclassicos.mus.br/a-vida-de-beethoven-primeira-fase/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Clássicos dos Clássicos]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 19 May 2025 18:09:34 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Beethoven]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Ludwig van Beethoven nasceu em 17 de dezembro de 1770, em Bonn, Alemanha, em uma família de músicos. O pai, tenor na orquestra da corte de Bonn, reconheceu seu talento e sonhava em transformá-lo em um novo Mozart. Porém sua abordagem de ensino era severa e, muitas vezes, abusiva. Em 1787, aos 17 anos, Beethoven [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;"><a href="https://classicosdosclassicos.mus.br/compositores/ludwig-van-beethoven/">Ludwig van Beethoven</a> nasceu em 17 de dezembro de 1770, em Bonn, Alemanha, em uma família de músicos. O pai, tenor na orquestra da corte de Bonn, reconheceu seu talento e sonhava em transformá-lo em um novo Mozart. Porém sua abordagem de ensino era severa e, muitas vezes, abusiva.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Em 1787, aos 17 anos, <a href="https://classicosdosclassicos.mus.br/compositores/ludwig-van-beethoven/">Beethoven</a> viajou para Viena pela primeira vez na intenção de estudar com <a href="https://classicosdosclassicos.mus.br/compositores/wolfgang-amadeus-mozart/">Mozart</a>. No entanto, pouco depois de sua chegada, teve que voltar a Bonn, pois soube do agravamento da saúde de sua mãe, que faleceu em julho do mesmo ano, o que causou um grande impacto emocional no compositor.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Finalmente, em 1792, aos 22 anos, ele se mudou para Viena, onde estudou com <a href="https://classicosdosclassicos.mus.br/compositores/joseph-haydn/">Haydn</a>, entre outros professores. Em pouco tempo, tornou-se conhecido como virtuose do piano, professor e compositor.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A produção de <a href="https://classicosdosclassicos.mus.br/compositores/ludwig-van-beethoven/">Beethoven</a> é geralmente dividida em três fases, ou três estilos. Na primeira fase, que vai até 1802 (Op. 1 a 50), ele emula seus grandes antecessores, <a href="https://classicosdosclassicos.mus.br/compositores/joseph-haydn/">Haydn</a> e <a href="https://classicosdosclassicos.mus.br/compositores/wolfgang-amadeus-mozart/">Mozart</a>. No entanto, também já começava a experimentar contrastes dramáticos, harmonias inovadoras e estruturas expansivas, mostrando sua crescente originalidade e ousadia como compositor.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A seguir, mostraremos algumas das obras escritas por <a href="https://classicosdosclassicos.mus.br/compositores/ludwig-van-beethoven/">Beethoven</a> durante sua primeira fase.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><b><i>Trio para Piano e Cordas em Dó menor, Op. 1 nº 3</i></b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Depois de se mudar para Viena, em pouco tempo <a href="https://classicosdosclassicos.mus.br/compositores/ludwig-van-beethoven/">Beethoven</a> criou uma reputação como pianista e improvisador. Seus três </span><i><span style="font-weight: 400;">Trios para Piano e Cordas, Op. 1</span></i><span style="font-weight: 400;">, são um marco importante em sua carreira. Com eles, <a href="https://classicosdosclassicos.mus.br/compositores/ludwig-van-beethoven/">Beethoven</a> se mostrava como compositor. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Ferdinand Ries, aluno de <a href="https://classicosdosclassicos.mus.br/compositores/ludwig-van-beethoven/">Beethoven</a>, relembra a estreia dos trios, numa </span><i><span style="font-weight: 400;">soirée</span></i><span style="font-weight: 400;"> na mansão do Príncipe Lichnowski (grande patrono de Beethoven):</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">“Quase todos os artistas e amantes da música foram convidados, em particular <a href="https://classicosdosclassicos.mus.br/compositores/joseph-haydn/">Haydn</a>, cuja opinião todos estavam ansiosos de conhecer. (&#8230;) Haydn fez muitos elogios às obras, mas aconselhou Beethoven a não publicar imediatamente o nº 3. Beethoven ficou muito surpreso, porque considerava o terceiro o melhor dos três”.</span></p>
<blockquote class="wp-embedded-content" data-secret="FVPMhiBk0b"><p><a href="https://classicosdosclassicos.mus.br/obras/beethoven-trio-para-piano-e-cordas-em-do-menor-op-1-no-3/">Beethoven &#8211; Trio para Piano e Cordas em Dó Menor, Op.1 nº 3</a></p></blockquote>
<p><iframe class="wp-embedded-content" sandbox="allow-scripts" security="restricted" title="&#8220;Beethoven &#8211; Trio para Piano e Cordas em Dó Menor, Op.1 nº 3&#8221; &#8212; Clássicos dos Clássicos" src="https://classicosdosclassicos.mus.br/obras/beethoven-trio-para-piano-e-cordas-em-do-menor-op-1-no-3/embed/#?secret=MzQWBy3Lnm#?secret=FVPMhiBk0b" data-secret="FVPMhiBk0b" width="500" height="282" frameborder="0" marginwidth="0" marginheight="0" scrolling="no"></iframe></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><b><i>Sonata nº 1 em Fá Menor, Op. 2 nº 1</i></b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Haydn certa vez falou ao jovem <a href="https://classicosdosclassicos.mus.br/compositores/ludwig-van-beethoven/">Beethoven</a>: “Você vai realizar coisas que ninguém jamais realizou (&#8230;). Você me parece ser um homem de muitas cabeças e muitos corações. Sempre vai haver alguma coisa irregular em suas composições, coisas belas, mas algo estranhas e sombrias”.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O compositor queria que <a href="https://classicosdosclassicos.mus.br/compositores/ludwig-van-beethoven/">Beethoven</a> se autointitulasse “discípulo de <a href="https://classicosdosclassicos.mus.br/compositores/joseph-haydn/">Haydn</a>”. Ele, porém, se recusou dizendo que pouco ou nada tinha aprendido com o professor. No entanto, talvez como um gesto conciliatório, ele dedicou suas três sonatas do Op. 2 a <a href="https://classicosdosclassicos.mus.br/compositores/joseph-haydn/">Haydn</a>. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Estas sonatas são o cartão de visitas de <a href="https://classicosdosclassicos.mus.br/compositores/ludwig-van-beethoven/">Beethoven</a> ao público de Viena. Ele escreveu a </span><i><span style="font-weight: 400;">Sonata nº 1 em Fá Menor</span></i><span style="font-weight: 400;"> em 1795, ano de seu primeiro recital na cidade.</span></p>
<blockquote class="wp-embedded-content" data-secret="yjPLpfwXYe"><p><a href="https://classicosdosclassicos.mus.br/obras/beethoven-sonata-no-1-em-fa-menor-op-2-no-1/">Beethoven &#8211; Sonata nº 1 em Fá Menor, Op 2 nº 1</a></p></blockquote>
<p><iframe class="wp-embedded-content" sandbox="allow-scripts" security="restricted" title="&#8220;Beethoven &#8211; Sonata nº 1 em Fá Menor, Op 2 nº 1&#8221; &#8212; Clássicos dos Clássicos" src="https://classicosdosclassicos.mus.br/obras/beethoven-sonata-no-1-em-fa-menor-op-2-no-1/embed/#?secret=lKJHPEq7Vx#?secret=yjPLpfwXYe" data-secret="yjPLpfwXYe" width="500" height="282" frameborder="0" marginwidth="0" marginheight="0" scrolling="no"></iframe></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><b><i>Sonata nº. 1 para Violoncelo e Piano, Op.5 nº. 1</i></b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Em 1796, <a href="https://classicosdosclassicos.mus.br/compositores/ludwig-van-beethoven/">Beethoven</a> estava fazendo uma turnê de concertos, passando por Praga, Dresden, Leipzig e Berlim, sede da corte prussiana. Lá ele se encontrou com o rei Frederico Guilherme II, um talentoso violoncelista amador, e com o diretor de música da corte, Jean-Pierre Duport, um famoso virtuose do violoncelo e professor de Frederico. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Suas duas </span><i><span style="font-weight: 400;">Sonatas para Violoncelo e Piano, Op.5</span></i><span style="font-weight: 400;">, foram compostas durante a estadia em Berlim. Beethoven as dedicou ao rei e as executou para ele com Duport. O enorme desafio técnico que elas apresentam nos diz da qualidade de seus primeiros intérpretes. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Frederico deu a Beethoven uma caixa de rapé dourada cheia de luíses de ouro. “Um presente digno de um embaixador”, foi o comentário de Beethoven.</span></p>
<blockquote class="wp-embedded-content" data-secret="U9XzKDtLcM"><p><a href="https://classicosdosclassicos.mus.br/obras/beethoven-sonata-para-piano-e-violoncelo-no-1-op-5-no-1/">Beethoven &#8211; Sonata para Piano e Violoncelo nº 1, Op. 5 nº 1</a></p></blockquote>
<p><iframe class="wp-embedded-content" sandbox="allow-scripts" security="restricted" title="&#8220;Beethoven &#8211; Sonata para Piano e Violoncelo nº 1, Op. 5 nº 1&#8221; &#8212; Clássicos dos Clássicos" src="https://classicosdosclassicos.mus.br/obras/beethoven-sonata-para-piano-e-violoncelo-no-1-op-5-no-1/embed/#?secret=TNlHunl4iR#?secret=U9XzKDtLcM" data-secret="U9XzKDtLcM" width="500" height="282" frameborder="0" marginwidth="0" marginheight="0" scrolling="no"></iframe></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><b><i>Sonatas para piano, Op 26 e 27</i></b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A época em que as Sonatas Op. 26 e 27 foram compostas, entre 1800 e 1801, foi muito boa para <a href="https://classicosdosclassicos.mus.br/compositores/ludwig-van-beethoven/">Beethoven</a>. Ele fazia grande sucesso como pianista e compositor e não tinha mãos para medir a quantidade de encomendas que recebia. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">No entanto, foi nesse período que seus primeiros sinais de surdez começaram a aparecer. Com o agravamento da condição, seu médico lhe recomendou o isolamento no campo, mas não houve melhora. Desesperado, Beethoven escreveu uma trágica carta a seus irmãos, conhecida como o Testamento de Heiligenstadt, em que falava sobre pensamentos de suicídio. “Foi só a arte que me salvou”, afirmou então.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A </span><i><span style="font-weight: 400;">Sonata Op.27 nº. 2</span></i><span style="font-weight: 400;">, ou melhor seu movimento inicial, é uma das obras mais conhecidas de Beethoven, em boa parte por causa de seu apelido, “Sonata ao Luar”, dado pelo poeta e crítico musical Ludwig Rellstab, que a descrevia como “uma visão de um barco no Lago Lucerna, à luz da lua”.</span></p>
<blockquote class="wp-embedded-content" data-secret="uc20D7rs7A"><p><a href="https://classicosdosclassicos.mus.br/multimidia/podcast-beethoven-sonata-no-12-em-la-bemol-maior-op-26/">PODCAST | Beethoven – Sonata nº 12 em Lá Bemol Maior, Op. 26</a></p></blockquote>
<p><iframe class="wp-embedded-content" sandbox="allow-scripts" security="restricted" title="&#8220;PODCAST | Beethoven – Sonata nº 12 em Lá Bemol Maior, Op. 26&#8221; &#8212; Clássicos dos Clássicos" src="https://classicosdosclassicos.mus.br/multimidia/podcast-beethoven-sonata-no-12-em-la-bemol-maior-op-26/embed/#?secret=3XEpiUuELX#?secret=uc20D7rs7A" data-secret="uc20D7rs7A" width="500" height="282" frameborder="0" marginwidth="0" marginheight="0" scrolling="no"></iframe></p>
<blockquote class="wp-embedded-content" data-secret="0Awd6jhFm1"><p><a href="https://classicosdosclassicos.mus.br/obras/sonata-em-do-sustenido-menor-no-14-quasi-una-fantasia-sonata-ao-luar-opus-27-no-2/">Beethoven &#8211; Sonata para Piano nº 14, Opus 27 nº 2 &#8211; “Sonata ao Luar”</a></p></blockquote>
<p><iframe class="wp-embedded-content" sandbox="allow-scripts" security="restricted" title="&#8220;Beethoven &#8211; Sonata para Piano nº 14, Opus 27 nº 2 &#8211; “Sonata ao Luar”&#8221; &#8212; Clássicos dos Clássicos" src="https://classicosdosclassicos.mus.br/obras/sonata-em-do-sustenido-menor-no-14-quasi-una-fantasia-sonata-ao-luar-opus-27-no-2/embed/#?secret=Tfd2d1i1lO#?secret=0Awd6jhFm1" data-secret="0Awd6jhFm1" width="500" height="282" frameborder="0" marginwidth="0" marginheight="0" scrolling="no"></iframe></p>
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<p><b><i>Concerto para Piano e Orquestra n° 3 em Dó Menor, Op. 37</i></b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Este concerto</span> <span style="font-weight: 400;">é o primeiro considerado verdadeiramente </span><i><span style="font-weight: 400;">beethoveniano</span></i><span style="font-weight: 400;">, já que nele o compositor supera as influências de Haydn e Mozart. Estreado em 1803, teve o próprio Beethoven como solista ao piano. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Beethoven ainda não havia terminado de escrever o </span><i><span style="font-weight: 400;">Concerto</span></i><span style="font-weight: 400;"> e pediu ao compositor Ignaz von Seyfried que virasse as páginas da partitura para ele durante a apresentação. Von Seyfried relata sua experiência: </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">“Eu não via quase nada, muitas folhas estavam em branco; em uma página ou outra, uns poucos hieróglifos, totalmente incompreensíveis para mim. Serviam de pistas para ele, pois estava tocando o solo de memória. Ele não tinha tido tempo de passar por escrito a partitura. Me dava um olhar secreto sempre que chegava ao fim de uma das passagens invisíveis; eu mal conseguia esconder minha ansiedade para não errar o momento decisivo e isto o divertia muito. Ele deu muitas gargalhadas no jantar comemorativo, logo após o concerto.”</span></p>
<blockquote class="wp-embedded-content" data-secret="EUhGLBUlW5"><p><a href="https://classicosdosclassicos.mus.br/obras/beethoven-concerto-para-piano-e-orquestra-no-3-em-do-menor-op-37/">Beethoven – Concerto para Piano e Orquestra nº 3 em Dó Menor, Op. 37</a></p></blockquote>
<p><iframe class="wp-embedded-content" sandbox="allow-scripts" security="restricted" title="&#8220;Beethoven – Concerto para Piano e Orquestra nº 3 em Dó Menor, Op. 37&#8221; &#8212; Clássicos dos Clássicos" src="https://classicosdosclassicos.mus.br/obras/beethoven-concerto-para-piano-e-orquestra-no-3-em-do-menor-op-37/embed/#?secret=yn0nC8zUYC#?secret=EUhGLBUlW5" data-secret="EUhGLBUlW5" width="500" height="282" frameborder="0" marginwidth="0" marginheight="0" scrolling="no"></iframe></p>
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		<title>Sonatas para piano de Beethoven: uma antologia</title>
		<link>https://classicosdosclassicos.mus.br/sonatas-para-piano-de-beethoven-uma-antologia/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Clássicos dos Clássicos]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 06 Nov 2023 15:14:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Beethoven]]></category>
		<category><![CDATA[Sonatas para Piano]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>As 32 Sonatas para Piano de Beethoven, compostas entre 1795 e 1822, formam um dos mais importantes conjuntos para o repertório pianístico da história da música. Consideradas como o “Novo Testamento” do teclado (o “Velho Testamento” seria o Cravo bem temperado de Bach), o ciclo inclui desde peças mais experimentais até peças que alcançaram grande popularidade. Beethoven foi [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>As 32 <em>Sonatas para Piano</em> de <a href="https://classicosdosclassicos.mus.br/compositores/ludwig-van-beethoven/">Beethoven</a>, compostas entre 1795 e 1822, formam um dos mais importantes conjuntos para o repertório pianístico da história da música.</p>
<p>Consideradas como o “Novo Testamento” do teclado (o “Velho Testamento” seria o <em>Cravo bem temperado</em> de <a href="https://classicosdosclassicos.mus.br/compositores/johann-sebastian-bach-2">Bach</a>), o ciclo inclui desde peças mais experimentais até peças que alcançaram grande popularidade.</p>
<p>Beethoven foi um grande pianista e fez de suas <em>Sonatas</em> um veículo para mostrar seu virtuosismo, além de um meio para trabalhar a estrutura formal, melódica e harmônica deste gênero com grande expressividade.</p>
<p>Ao longo dos próximos meses, apresentaremos uma seleção representativa destas peças abrangendo as três fases de Beethoven: das primeiras, dedicadas a Haydn, às últimas, transcendentais, da produção final do compositor.</p>
<blockquote class="wp-embedded-content" data-secret="HI81rxZcJs"><p><a href="https://classicosdosclassicos.mus.br/sonatas-para-piano/">Sonatas para Piano</a></p></blockquote>
<p><iframe class="wp-embedded-content" sandbox="allow-scripts" security="restricted" title="&#8220;Sonatas para Piano&#8221; &#8212; Clássicos dos Clássicos" src="https://classicosdosclassicos.mus.br/sonatas-para-piano/embed/#?secret=Feei4bEjDU#?secret=HI81rxZcJs" data-secret="HI81rxZcJs" width="500" height="282" frameborder="0" marginwidth="0" marginheight="0" scrolling="no"></iframe></p>
<blockquote class="wp-embedded-content" data-secret="e5jaNPiZC9"><p><a href="https://classicosdosclassicos.mus.br/igor-levit/">Igor Levit</a></p></blockquote>
<p><iframe class="wp-embedded-content" sandbox="allow-scripts" security="restricted" title="&#8220;Igor Levit&#8221; &#8212; Clássicos dos Clássicos" src="https://classicosdosclassicos.mus.br/igor-levit/embed/#?secret=eIhMS1TvSI#?secret=e5jaNPiZC9" data-secret="e5jaNPiZC9" width="500" height="282" frameborder="0" marginwidth="0" marginheight="0" scrolling="no"></iframe></p>
<blockquote class="wp-embedded-content" data-secret="e9CH8GtPj1"><p><a href="https://classicosdosclassicos.mus.br/obras/beethoven-concertos-para-piano/">Beethoven – Concertos para Piano</a></p></blockquote>
<p><iframe class="wp-embedded-content" sandbox="allow-scripts" security="restricted" title="&#8220;Beethoven – Concertos para Piano&#8221; &#8212; Clássicos dos Clássicos" src="https://classicosdosclassicos.mus.br/obras/beethoven-concertos-para-piano/embed/#?secret=bYvTJV0FQv#?secret=e9CH8GtPj1" data-secret="e9CH8GtPj1" width="500" height="282" frameborder="0" marginwidth="0" marginheight="0" scrolling="no"></iframe></p>
<blockquote class="wp-embedded-content" data-secret="OIIpJc65dS"><p><a href="https://classicosdosclassicos.mus.br/as-tres-fases-de-beethoven-primeira-fase/">As três fases de Beethoven: Primeira Fase</a></p></blockquote>
<p><iframe class="wp-embedded-content" sandbox="allow-scripts" security="restricted" title="&#8220;As três fases de Beethoven: Primeira Fase&#8221; &#8212; Clássicos dos Clássicos" src="https://classicosdosclassicos.mus.br/as-tres-fases-de-beethoven-primeira-fase/embed/#?secret=14JGsblwmM#?secret=OIIpJc65dS" data-secret="OIIpJc65dS" width="500" height="282" frameborder="0" marginwidth="0" marginheight="0" scrolling="no"></iframe></p>
<blockquote class="wp-embedded-content" data-secret="RkdMDISA8q"><p><a href="https://classicosdosclassicos.mus.br/as-tres-fases-de-beethoven-segunda-fase/">As três fases de Beethoven: segunda fase</a></p></blockquote>
<p><iframe class="wp-embedded-content" sandbox="allow-scripts" security="restricted" title="&#8220;As três fases de Beethoven: segunda fase&#8221; &#8212; Clássicos dos Clássicos" src="https://classicosdosclassicos.mus.br/as-tres-fases-de-beethoven-segunda-fase/embed/#?secret=d6Ms3lBO6b#?secret=RkdMDISA8q" data-secret="RkdMDISA8q" width="500" height="282" frameborder="0" marginwidth="0" marginheight="0" scrolling="no"></iframe></p>
<blockquote class="wp-embedded-content" data-secret="HVonfhCU0H"><p><a href="https://classicosdosclassicos.mus.br/as-tres-fases-de-beethoven-terceira-fase/">As três fases de Beethoven: Terceira Fase</a></p></blockquote>
<p><iframe class="wp-embedded-content" sandbox="allow-scripts" security="restricted" title="&#8220;As três fases de Beethoven: Terceira Fase&#8221; &#8212; Clássicos dos Clássicos" src="https://classicosdosclassicos.mus.br/as-tres-fases-de-beethoven-terceira-fase/embed/#?secret=qXqjz20F2k#?secret=HVonfhCU0H" data-secret="HVonfhCU0H" width="500" height="282" frameborder="0" marginwidth="0" marginheight="0" scrolling="no"></iframe></p>
<blockquote class="wp-embedded-content" data-secret="sfFkypDnKU"><p><a href="https://classicosdosclassicos.mus.br/fugiat-labore-nostrud-et-cillum/">Beethoven 250</a></p></blockquote>
<p><iframe class="wp-embedded-content" sandbox="allow-scripts" security="restricted" title="&#8220;Beethoven 250&#8221; &#8212; Clássicos dos Clássicos" src="https://classicosdosclassicos.mus.br/fugiat-labore-nostrud-et-cillum/embed/#?secret=sygxMcF3QD#?secret=sfFkypDnKU" data-secret="sfFkypDnKU" width="500" height="282" frameborder="0" marginwidth="0" marginheight="0" scrolling="no"></iframe></p>
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		<title>Clássicos 4 Anos – Peças Favoritas</title>
		<link>https://classicosdosclassicos.mus.br/classicos-4-anos-pecas-favoritas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Clássicos dos Clássicos]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 18 Sep 2023 14:44:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Bach]]></category>
		<category><![CDATA[Beethoven]]></category>
		<category><![CDATA[Clássicos 4 anos]]></category>
		<category><![CDATA[Schubert]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Estamos celebramos mais um aniversário do Clássicos dos Clássicos. Em quatro anos de trajetória já chegamos em cerca de meio milhão de acessos na página e mais de 50 mil seguidores no Instagram, com quase 1.400 postagens sobre música clássica.  Para comemorar, queremos partilhar com vocês três peças favoritas dentre todas as que foram publicadas [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;">Estamos celebramos mais um aniversário do Clássicos dos Clássicos. Em quatro anos de trajetória já chegamos em cerca de meio milhão de acessos na página e mais de 50 mil seguidores no Instagram, com quase 1.400 postagens sobre música clássica. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Para comemorar, queremos partilhar com vocês três peças favoritas dentre todas as que foram publicadas até hoje: </span><i><span style="font-weight: 400;">Jesus, alegria do desejo humano</span></i><span style="font-weight: 400;">, de <a href="https://classicosdosclassicos.mus.br/compositores/johann-sebastian-bach-2">Bach</a>; </span><i><span style="font-weight: 400;">Bagatelas Op. 119 nº. 10 e nº. 11</span></i><span style="font-weight: 400;">, de <a href="https://classicosdosclassicos.mus.br/compositores/ludwig-van-beethoven/">Beethoven</a>; e </span><i><span style="font-weight: 400;">Peça para Piano D. 946 nº. 2 – Episódio C, </span></i><span style="font-weight: 400;">de <a href="https://classicosdosclassicos.mus.br/compositores/franz-schubert/">Schubert</a>.</span></p>
<p><b>Bach – Jesus, alegria do desejo humano</b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Vamos ouvir a transcrição para piano do coral </span><i><span style="font-weight: 400;">Jesus, alegria do desejo humano</span></i><span style="font-weight: 400;"> (também conhecido como </span><i><span style="font-weight: 400;">Jesus, alegria dos homens</span></i><span style="font-weight: 400;">), da </span><i><span style="font-weight: 400;">Cantata BWV 147</span></i><span style="font-weight: 400;"> de Bach, em uma gravação de Dinu Lipatti ao piano. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O pianista romeno, que faleceu prematuramente de leucemia aos 33 anos, é considerado um artista excepcional pela pureza e espiritualidade de suas interpretações, combinadas a uma técnica impecável.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O crítico Karl Schumann comenta: “Esta interpretação de Lipatti é sublime além de palavras. Ela mostra sua serenidade – a melodia se eleva sem nenhuma ênfase especial. Três minutos de paraíso musical.”</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Já o maestro Seiji Ozawa afirmou em uma entrevista que a gravação de Lipatti era a única que ele recomendaria a alguém que quisesse conhecer mais sobre música clássica: “É tão bonita e tão calorosamente humana que quem a ouvisse ficaria seduzido para sempre.”</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Bach – </span><i><span style="font-weight: 400;">Jesus, alegria do desejo humano</span></i> <span style="font-weight: 400;">|</span> <span style="font-weight: 400;">Dinu Lipatti (piano)</span></p>
<p><iframe loading="lazy" title="Jesu, Joy of Man&#039;s Desiring" width="500" height="375" src="https://www.youtube.com/embed/GJ-D7eSxALE?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" allowfullscreen></iframe></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><b>Beethoven – Bagatelas Op. 119, nº. 10 e nº. 11</b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Quando podia, Beethoven escrevia pequenas peças e as guardava. Depois, ficava alterando, polindo, burilando, às vezes durante anos, até que considerasse que a obra estava “certa”. Ele compôs estas miniaturas ao longo de 25 anos e reuniu 24 delas em três números de opus: 33, 119 e 126.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">As onze </span><i><span style="font-weight: 400;">Bagatelas</span></i><span style="font-weight: 400;"> do Op. 119 são as menores criaturas de Beethoven. A </span><i><span style="font-weight: 400;">Bagatela nº 10</span></i><span style="font-weight: 400;"> é a peça mais breve que o compositor escreveu – ela acaba quase antes de começar. O ciclo fecha com chave de ouro com o maravilhoso </span><i><span style="font-weight: 400;">Andante ma non tropo</span></i><span style="font-weight: 400;"> da </span><i><span style="font-weight: 400;">Bagatela nº 11</span></i><span style="font-weight: 400;">, que Beethoven anotou para ser tocado “</span><i><span style="font-weight: 400;">innocentemente e cantábile</span></i><span style="font-weight: 400;">”</span><i><span style="font-weight: 400;">.</span></i></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Beethoven – </span><i><span style="font-weight: 400;">Bagatelas, Op. 119, nº. 10 e nº. 11</span></i><span style="font-weight: 400;"> | Rudolf Serkin (piano) </span></p>
<p><iframe loading="lazy" title="Beethoven – Bagatelas, Op. 119, nº. 10 e nº. 11 | Rudolf Serkin (piano)" width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/foIMVQb1j44?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" allowfullscreen></iframe></p>
<p><b>Schubert – </b><b><i>Peça para piano D. 946 nº. 2</i></b><b> – episódio C</b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Muitas das obras de Schubert não foram publicadas em vida. Posteriormente, elas foram descobertas e divulgadas por Mendelssohn, Schumann, Liszt e Brahms, entre outros. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Foi Brahms que publicou as peças </span><i><span style="font-weight: 400;">D. 946</span></i><span style="font-weight: 400;">. Ele lhes deu o título simples de </span><i><span style="font-weight: 400;">Peças para Piano</span></i><span style="font-weight: 400;">. Elas poderiam, na verdade, ser chamadas de </span><i><span style="font-weight: 400;">Impromptus </span></i><span style="font-weight: 400;">(Improvisos), como dois outros conjuntos, os Op. 90 e Op. 142, e assim seriam mais conhecidas.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A </span><i><span style="font-weight: 400;">Peça para Piano D. 946 nº. 2</span></i><span style="font-weight: 400;"> tem a forma de rondó A-B-A-C-A. O episódio C dura menos de três minutos, mas é um arroubo de uma intensidade emocionante.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Schubert – </span><i><span style="font-weight: 400;">Peça para Piano D. 946 nº. 2</span></i><span style="font-weight: 400;"> – episódio C | Paul Lewis (piano)</span></p>
<p><iframe loading="lazy" title="Schubert – Peça para Piano D. 946 nº. 2 – episódio C | Paul Lewis (piano)" width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/8ijyrKNbY1M?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" allowfullscreen></iframe></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Saiba mais sobre as obras escolhidas:</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">&#8211; Bach – </span><i><span style="font-weight: 400;">Cantata BWV 147</span></i></p>
<blockquote class="wp-embedded-content" data-secret="lLGjk7df82"><p><a href="https://classicosdosclassicos.mus.br/obras/bach-cantata-bwv-147/">Bach &#8211; Cantata BWV 147</a></p></blockquote>
<p><iframe class="wp-embedded-content" sandbox="allow-scripts" security="restricted" title="&#8220;Bach &#8211; Cantata BWV 147&#8221; &#8212; Clássicos dos Clássicos" src="https://classicosdosclassicos.mus.br/obras/bach-cantata-bwv-147/embed/#?secret=z70fhCM3CF#?secret=lLGjk7df82" data-secret="lLGjk7df82" width="500" height="282" frameborder="0" marginwidth="0" marginheight="0" scrolling="no"></iframe></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="font-weight: 400;">&#8211; Beethoven – </span><i><span style="font-weight: 400;">Bagatelas Op. 119</span></i></p>
<blockquote class="wp-embedded-content" data-secret="y41qz93XPO"><p><a href="https://classicosdosclassicos.mus.br/obras/beethoven-bagatelas-op-119/">Beethoven – Bagatelas, Op. 119</a></p></blockquote>
<p><iframe class="wp-embedded-content" sandbox="allow-scripts" security="restricted" title="&#8220;Beethoven – Bagatelas, Op. 119&#8221; &#8212; Clássicos dos Clássicos" src="https://classicosdosclassicos.mus.br/obras/beethoven-bagatelas-op-119/embed/#?secret=Uws0h7wUu3#?secret=y41qz93XPO" data-secret="y41qz93XPO" width="500" height="282" frameborder="0" marginwidth="0" marginheight="0" scrolling="no"></iframe></p>
<p><span style="font-weight: 400;">&#8211; Schubert – </span><i><span style="font-weight: 400;">Improviso D. 946 nº. 2</span></i></p>
<blockquote class="wp-embedded-content" data-secret="lv00EC2rvr"><p><a href="https://classicosdosclassicos.mus.br/obras/schubert-improviso-d-946-no-2/">Schubert &#8211; Improviso D. 946 nº 2</a></p></blockquote>
<p><iframe class="wp-embedded-content" sandbox="allow-scripts" security="restricted" title="&#8220;Schubert &#8211; Improviso D. 946 nº 2&#8221; &#8212; Clássicos dos Clássicos" src="https://classicosdosclassicos.mus.br/obras/schubert-improviso-d-946-no-2/embed/#?secret=CitrW7D8Az#?secret=lv00EC2rvr" data-secret="lv00EC2rvr" width="500" height="282" frameborder="0" marginwidth="0" marginheight="0" scrolling="no"></iframe></p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Dia do Amigo: Música e Amizade </title>
		<link>https://classicosdosclassicos.mus.br/dia-do-amigo-musica-e-amizade/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Clássicos dos Clássicos]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 17 Jul 2023 14:59:01 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Beethoven]]></category>
		<category><![CDATA[Dia do Amigo]]></category>
		<category><![CDATA[Francis Poulenc]]></category>
		<category><![CDATA[Mendelssohn]]></category>
		<category><![CDATA[Mozart]]></category>
		<category><![CDATA[Satie]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Dia do Amigo é comemorado no Brasil em 20 de julho. Além do nosso país, o Chile e a Argentina também celebram a efeméride na mesma data, que foi criada pelo argentino Enrique Ernesto Febbraro, inspirado pela chegada do homem à lua em 20 de julho de 1969. Já para a ONU (Organização das [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;">O Dia do Amigo é comemorado no Brasil em 20 de julho. Além do nosso país, o Chile e a Argentina também celebram a efeméride na mesma data, que foi criada pelo argentino Enrique Ernesto Febbraro, inspirado pela chegada do homem à lua em 20 de julho de 1969.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Já para a ONU (Organização das Nações Unidas),</span> <span style="font-weight: 400;">o Dia Internacional da Amizade é celebrado no dia 30 de julho. A data foi proclamada durante a 65ª sessão da Assembleia Geral da organização em 2011, com o intuito de divulgar uma cultura de paz e não violência entre os povos, países e culturas.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Embora em outros países haja outras datas, o importante é que a amizade seja cultivada e celebrada todos os dias.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Na música clássica, não é diferente: vários compositores escreveram obras dedicadas a seus amigos ou inspiradas por eles. Vamos destacar algumas dessas composições ao longo da semana.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Mozart, por exemplo, escreveu seus concertos para trompa para um amigo de infância, o virtuose Joseph Leitgeb:</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;"><a href="https://classicosdosclassicos.mus.br/compositores/wolfgang-amadeus-mozart/">Mozart</a> – </span><i><span style="font-weight: 400;">Concerto nº 3 para Trompa e Orquestra em Mi Bemol Maior</span></i><span style="font-weight: 400;">, K. 447</span></p>
<blockquote class="wp-embedded-content" data-secret="sfshztT05y"><p><a href="https://classicosdosclassicos.mus.br/obras/mozart-concerto-no-3-para-trompa-e-orquestra-k-447/">Mozart – Concerto nº 3 para Trompa e Orquestra, K. 447</a></p></blockquote>
<p><iframe class="wp-embedded-content" sandbox="allow-scripts" security="restricted" title="&#8220;Mozart – Concerto nº 3 para Trompa e Orquestra, K. 447&#8221; &#8212; Clássicos dos Clássicos" src="https://classicosdosclassicos.mus.br/obras/mozart-concerto-no-3-para-trompa-e-orquestra-k-447/embed/#?secret=YnqqsbyGGt#?secret=sfshztT05y" data-secret="sfshztT05y" width="500" height="282" frameborder="0" marginwidth="0" marginheight="0" scrolling="no"></iframe></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="font-weight: 400;">Já <a href="https://classicosdosclassicos.mus.br/compositores/ludwig-van-beethoven/">Beethoven</a> dedicou seu </span><i><span style="font-weight: 400;">Trio para Piano e Cordas em Si Bemol Maior</span></i><span style="font-weight: 400;">, Op. 97, ao </span><span style="font-weight: 400;">arquiduque Rodolfo, príncipe imperial da Áustria, discípulo, patrono e um dos amigos mais fiéis do compositor:</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Beethoven – </span><i><span style="font-weight: 400;">Trio para Piano e Cordas em Si Bemol Maior</span></i><span style="font-weight: 400;">, Op. 97 – “Arquiduque” </span></p>
<blockquote class="wp-embedded-content" data-secret="0jAFod9e05"><p><a href="https://classicosdosclassicos.mus.br/obras/beethoven-trio-para-piano-e-cordas-em-si-bemol-maior-arquiduque-opus-97/">Beethoven – Trio para Piano e Cordas em Si Bemol Maior, “Arquiduque”, Opus 97</a></p></blockquote>
<p><iframe class="wp-embedded-content" sandbox="allow-scripts" security="restricted" title="&#8220;Beethoven – Trio para Piano e Cordas em Si Bemol Maior, “Arquiduque”, Opus 97&#8221; &#8212; Clássicos dos Clássicos" src="https://classicosdosclassicos.mus.br/obras/beethoven-trio-para-piano-e-cordas-em-si-bemol-maior-arquiduque-opus-97/embed/#?secret=pKCYEEzwel#?secret=0jAFod9e05" data-secret="0jAFod9e05" width="500" height="282" frameborder="0" marginwidth="0" marginheight="0" scrolling="no"></iframe></p>
<p><span style="font-weight: 400;"><a href="https://classicosdosclassicos.mus.br/compositores/felix-mendelssohn">Mendelssohn</a>, aos 16 anos, conheceu o violinista Ferdinand David, então com 15. Os dois se tornaram grandes amigos. Foi para ele que ele compôs o </span><i><span style="font-weight: 400;">Concerto para Violino e Orquestra em Mi menor</span></i><span style="font-weight: 400;">, Op. 64:</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Mendelssohn – </span><i><span style="font-weight: 400;">Concerto para Violino e Orquestra em Mi menor</span></i><span style="font-weight: 400;">, Op. 64</span></p>
<blockquote class="wp-embedded-content" data-secret="DvFGFFAGDG"><p><a href="https://classicosdosclassicos.mus.br/obras/mendelssohn-concerto-para-violino-e-orquestra-opus-64/">Mendelssohn &#8211; Concerto para Violino e Orquestra, Op. 64</a></p></blockquote>
<p><iframe class="wp-embedded-content" sandbox="allow-scripts" security="restricted" title="&#8220;Mendelssohn &#8211; Concerto para Violino e Orquestra, Op. 64&#8221; &#8212; Clássicos dos Clássicos" src="https://classicosdosclassicos.mus.br/obras/mendelssohn-concerto-para-violino-e-orquestra-opus-64/embed/#?secret=6g9Km6ff1g#?secret=DvFGFFAGDG" data-secret="DvFGFFAGDG" width="500" height="282" frameborder="0" marginwidth="0" marginheight="0" scrolling="no"></iframe></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Dos cinco </span><i><span style="font-weight: 400;">Noturnos</span></i><span style="font-weight: 400;"> de Erik Satie, o terceiro é dedicado à sua amiga Valentine Hugo, artista e escritora: </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Satie – </span><i><span style="font-weight: 400;">Noturnos</span></i></p>
<blockquote class="wp-embedded-content" data-secret="7h5So5hpPJ"><p><a href="https://classicosdosclassicos.mus.br/obras/erik-satie-noturnos/">Erik Satie – Noturnos</a></p></blockquote>
<p><iframe class="wp-embedded-content" sandbox="allow-scripts" security="restricted" title="&#8220;Erik Satie – Noturnos&#8221; &#8212; Clássicos dos Clássicos" src="https://classicosdosclassicos.mus.br/obras/erik-satie-noturnos/embed/#?secret=VxzJduiHR7#?secret=7h5So5hpPJ" data-secret="7h5So5hpPJ" width="500" height="282" frameborder="0" marginwidth="0" marginheight="0" scrolling="no"></iframe></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Escrita em homenagem a Prokofiev, </span><span style="font-weight: 400;">morto em 1953, </span><span style="font-weight: 400;">a </span><i><span style="font-weight: 400;">Sonata para Oboé e Piano</span></i><span style="font-weight: 400;"> de Poulenc tem em seu </span><span style="font-weight: 400;">último movimento um canto fúnebre em memória de seu amigo:</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Poulenc – </span><i><span style="font-weight: 400;">Sonata para Oboé e Piano</span></i></p>
<blockquote class="wp-embedded-content" data-secret="z7Ngky1yI7"><p><a href="https://classicosdosclassicos.mus.br/obras/poulenc-sonata-para-oboe-e-piano/">Poulenc – Sonata para Oboé e Piano</a></p></blockquote>
<p><iframe class="wp-embedded-content" sandbox="allow-scripts" security="restricted" title="&#8220;Poulenc – Sonata para Oboé e Piano&#8221; &#8212; Clássicos dos Clássicos" src="https://classicosdosclassicos.mus.br/obras/poulenc-sonata-para-oboe-e-piano/embed/#?secret=CFekhoUgfs#?secret=z7Ngky1yI7" data-secret="z7Ngky1yI7" width="500" height="282" frameborder="0" marginwidth="0" marginheight="0" scrolling="no"></iframe></p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Música e Pintura: Parte 3 – Van Gogh</title>
		<link>https://classicosdosclassicos.mus.br/musica-e-pintura-parte-3-van-gogh/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Clássicos dos Clássicos]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 27 Mar 2023 17:05:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Beethoven]]></category>
		<category><![CDATA[Chopin]]></category>
		<category><![CDATA[Claude Debussy]]></category>
		<category><![CDATA[Música e Pintura]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Na terceira parte da série “Música e Pintura” (confira aqui a parte 1 e a parte 2), apresentaremos as telas de Van Gogh acompanhadas pela música de diversos compositores. Figura emblemática da arte moderna, o pintor Vincent van Gogh (1853-1890) é hoje um dos mais conhecidos pintores pós-impressionistas. É considerado, depois de Rembrandt, o maior [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;">Na terceira parte da série “Música e Pintura” (confira aqui <a href="https://classicosdosclassicos.mus.br/musica-e-pintura-monet/">a parte 1</a> e a <a href="https://classicosdosclassicos.mus.br/musica-e-pintura-parte-2/">parte 2)</a>, apresentaremos as telas de Van Gogh acompanhadas pela música de diversos compositores.</span></p>
<p>Figura emblemática da arte moderna, o pintor <strong>Vincent van Gogh</strong> (1853-1890) é hoje um dos mais conhecidos pintores pós-impressionistas. É considerado, depois de Rembrandt, o maior pintor holandês. Não foi, porém, apreciado durante sua vida.</p>
<p>Nascido em Zundert, Van Gogh era filho de um pastor. Em 1869, consegue seu primeiro emprego na agência de uma galeria de arte internacional. Porém ele não se interessou pelo trabalho e foi demitido em 1876.</p>
<p>Tornou-se professor em Londres, mas por pouco tempo. Depois, profundamente interessado pela religião cristã, foi pastor em uma cidade mineira no sul da Bélgica.</p>
<p>Em 1880, resolveu ser artista. Depois de perambular por várias cidades, em 1886 juntou-se a seu irmão Theo em Paris. Conheceu vários artistas de quem se tornou amigo, incluindo Degas, Toulouse-Lautrec, Pissarro e Gauguin.</p>
<p>Seu estilo mudou bastante e, influenciado pelo impressionismo, tornou-se mais leve e mais vivo. Nesta época, pintou uma série de autorretratos.</p>
<p>De personalidade difícil, teve uma existência trágica e intensa, com relacionamentos amorosos malsucedidos e episódios de depressão.</p>
<p>Em 1888, mudou-se para Provença, sul da França, onde pintou sua famosa série de girassóis. Convidou Gauguin para juntar-se a ele, mas eles logo começaram a brigar. Van Gogh ameaçou Gauguin com uma navalha. Arrependido, cortou parte de uma orelha sua.</p>
<p>Este foi o primeiro sinal sério dos problemas mentais que iriam atormentá-lo pelo resto de sua vida. Passou períodos em hospitais psiquiátricos e oscilava entre fases de depressão e de concentrada atividade artística, refletindo as cores intensas e a luz forte dos campos a sua volta.</p>
<p>Em julho de 1890, sofrendo novamente de depressão, suicidou-se com um tiro.</p>
<p>Produziu mais de duas mil obras em seus 37 anos de vida. Por meio da cor, Van Gogh procurou captar a essência dos seres e das coisas e traduzir emoções e intuições sem o compromisso com a verossimilhança que dominava a arte acadêmica de seu tempo. Seus temas preferidos foram as paisagens, os elementos da natureza, retratos, autorretratos e flores – como o girassol, que adorava.</p>
<p>Foi considerado o maior expoente do pós-impressionismo, embora algumas de suas pinturas já mostrassem os primeiros sinais do expressionismo.</p>
<p>Em sua extensa obra, não reconhecida em vida, destacam-se mais de 800 pinturas a óleo produzidas nos dois últimos anos antes de sua morte.</p>
<p>Vamos apreciar, a seguir, seu trabalho ao som de obras de diferentes compositores.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><b>Van Gogh &amp; Debussy – </b><b><i>Clair de Lune</i></b><b> </b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Neste vídeo podemos ver os detalhes da tela </span><i><span style="font-weight: 400;">A Noite Estrelada</span></i><span style="font-weight: 400;"> (1889), de Van Gogh, embalados por </span><i><span style="font-weight: 400;">Clair de Lune</span></i><span style="font-weight: 400;">, terceiro movimento da </span><i><span style="font-weight: 400;">Suíte Bergamasque,</span></i><span style="font-weight: 400;"> de Debussy</span></p>
<p><iframe loading="lazy" title="Debussy - Clair De Lune (Painting by Vincent Van Gogh)" width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/5hiJJFpV9R4?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" allowfullscreen></iframe></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><b>Van Gogh &amp; Beethoven – </b><b><i>Sonata ao Luar</i></b><b>, Op. 27 nº 2: </b><b><i>Adagio</i></b><b> </b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O sombrio e introspectivo </span><i><span style="font-weight: 400;">Adagio</span></i><span style="font-weight: 400;"> inicial em tom menor da </span><i><span style="font-weight: 400;">Sonata ao Luar</span></i><span style="font-weight: 400;">, de Beethoven, nos convida a admirar as pinturas de natureza e paisagens de Van Gogh.</span></p>
<p><iframe loading="lazy" title="27 cuadros de Van Gogh con música de Beethoven HD" width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/wgjsiehIe30?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" allowfullscreen></iframe></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><b>Van Gogh &amp; Saraste – </b><b><i>Capricho Basco</i></b><b>, Op. 24</b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A série de telas com pinturas de girassóis são uma marca registrada de Van Gogh, aqui mostradas em detalhes com trilha sonora do vibrante </span><i><span style="font-weight: 400;">Capricho Basco</span></i><span style="font-weight: 400;">, de Saraste.</span></p>
<p><iframe loading="lazy" title="Van Gogh y su mundo de girasoles  Música Paganini  Consuelo Albert Más" width="500" height="375" src="https://www.youtube.com/embed/gnKvsCIfFk4?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" allowfullscreen></iframe></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><b>Van Gogh &amp; Kurosawa – </b><b><i>Sonhos</i></b><b> | Chopin – </b><b><i>Prelúdio</i></b><b>, Op. 28 nº 15</b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O cineasta japonês Akira Kurosawa, em seu filme </span><i><span style="font-weight: 400;">Sonhos</span></i><span style="font-weight: 400;">, deu vida às telas de Van Gogh, incluindo </span><i><span style="font-weight: 400;">Campo de Trigo e Corvos</span></i><span style="font-weight: 400;">, último quadro pintado pelo artista, pouco antes de sua morte. A escolha do </span><i><span style="font-weight: 400;">Prelúdio, Op. 28 nº 15</span></i><span style="font-weight: 400;">, de Chopin, reforça a associação com a ideia de morte.</span></p>
<blockquote class="wp-embedded-content" data-secret="Zppc3VRQPp"><p><a href="https://classicosdosclassicos.mus.br/sonhos-corvos-chopin-preludio/">Sonhos &#8211; Corvos | Chopin &#8211; Prelúdio</a></p></blockquote>
<p><iframe class="wp-embedded-content" sandbox="allow-scripts" security="restricted" title="&#8220;Sonhos &#8211; Corvos | Chopin &#8211; Prelúdio&#8221; &#8212; Clássicos dos Clássicos" src="https://classicosdosclassicos.mus.br/sonhos-corvos-chopin-preludio/embed/#?secret=htvRbgwfdR#?secret=Zppc3VRQPp" data-secret="Zppc3VRQPp" width="500" height="282" frameborder="0" marginwidth="0" marginheight="0" scrolling="no"></iframe></p>
<p>&nbsp;</p>
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		<item>
		<title>Yunchan Lim interpreta o Concerto n.º 3 de Beethoven</title>
		<link>https://classicosdosclassicos.mus.br/yunchan-lim-interpreta-o-concerto-n-o-3-de-beethoven/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Clássicos dos Clássicos]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 15 Aug 2022 12:43:56 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Beethoven]]></category>
		<category><![CDATA[Yunchan Lim]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Em seus comentários sobre as performances de Yunchan Lim no 16º Concurso Van Cliburn, Jed Distler, da revista Gramophone, afirmou que “revelaram o extraordinário controle técnico, a percepção musical e o estilo em construção” do jovem pianista. Disse ainda que Lim “forjou milagres semelhantes por todo o Concerto n.º 3 para Piano de Beethoven, construindo [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Em seus comentários sobre as performances de Yunchan Lim no 16º Concurso Van Cliburn, Jed Distler, da revista <em>Gramophone</em>, afirmou que “revelaram o extraordinário controle técnico, a percepção musical e o estilo em construção” do jovem pianista.</p>
<p>Disse ainda que Lim “forjou milagres semelhantes por todo o <em>Concerto n.º 3 para Piano</em> de Beethoven, construindo pontos expressivos por meio das mínimas inflexões, em projeções precisas, na atenção às meticulosas mas nunca rígidas dinâmicas propostas por Beethoven e nas variações de articulações e fraseados.”</p>
<p>Vamos apreciar aqui a sua interpretação da peça:</p>
<p>Beethoven – <em>Concerto n.º 3 para Piano e Orquestra</em> | <a href="https://classicosdosclassicos.mus.br/yunchan-lim-o-mais-novo-prodigio-do-piano/">Yunchan Lim</a> (piano) e <a href="https://www.google.com/url?sa=t&amp;rct=j&amp;q=&amp;esrc=s&amp;source=web&amp;cd=&amp;cad=rja&amp;uact=8&amp;ved=2ahUKEwi4ipif78j5AhXyjJUCHTrGBdAQFnoECAsQAQ&amp;url=http%3A%2F%2Ffwsymphony.org%2F&amp;usg=AOvVaw3WrvEDs9PJitkxjuRnwWHo">Fort Worth Symphony Orchestra</a> regida por Marin Alsop</p>
<p><iframe loading="lazy" title="Yunchan Lim 임윤찬 – BEETHOVEN Piano Concerto No. 3 in C Minor, op. 37 – 2022 Cliburn Competition" width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/eLDc3KRZBfM?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen></iframe></p>
<p>Saiba mais sobre o <em>Concerto n.º 3</em> de Beethoven:</p>
<blockquote class="wp-embedded-content" data-secret="r3y6UfHeSx"><p><a href="https://classicosdosclassicos.mus.br/obras/beethoven-concerto-para-piano-e-orquestra-no-3-em-do-menor-op-37/">Beethoven – Concerto para Piano e Orquestra nº 3 em Dó Menor, Op. 37</a></p></blockquote>
<p><iframe class="wp-embedded-content" sandbox="allow-scripts" security="restricted" title="&#8220;Beethoven – Concerto para Piano e Orquestra nº 3 em Dó Menor, Op. 37&#8221; &#8212; Clássicos dos Clássicos" src="https://classicosdosclassicos.mus.br/obras/beethoven-concerto-para-piano-e-orquestra-no-3-em-do-menor-op-37/embed/#?secret=LHn5gOT15V#?secret=r3y6UfHeSx" data-secret="r3y6UfHeSx" width="500" height="282" frameborder="0" marginwidth="0" marginheight="0" scrolling="no"></iframe></p>
<p>&nbsp;</p>
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			</item>
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		<title>Beethoven – Bagatelas para piano</title>
		<link>https://classicosdosclassicos.mus.br/beethoven-bagatelas-para-piano/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Clássicos dos Clássicos]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 08 Aug 2022 12:43:37 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Beethoven]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Entre as muitas realizações pioneiras de Beethoven está a de ter sido o primeiro compositor a usar peças curtas de piano para expressar seus estados de espírito e seus sentimentos. Depois viriam, por exemplo, os Intermezzos de Brahms e os Estudos de Chopin, Debussy e Scriabin, entre tantos outros. O musicólogo Eric Blom escreve a [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Entre as muitas realizações pioneiras de <a href="https://classicosdosclassicos.mus.br/compositores/ludwig-van-beethoven/">Beethoven</a> está a de ter sido o primeiro compositor a usar peças curtas de piano para expressar seus estados de espírito e seus sentimentos. Depois viriam, por exemplo, os <em>Intermezzos</em> de <a href="https://classicosdosclassicos.mus.br/compositores/johannes-brahms/">Brahms</a> e os <em>Estudos</em> de <a href="https://classicosdosclassicos.mus.br/compositores/frederic-chopin/">Chopin</a>, <a href="https://classicosdosclassicos.mus.br/compositores/claude-debussy/">Debussy</a> e Scriabin, entre tantos outros.</p>
<p>O <a href="https://en.wikipedia.org/wiki/Eric_Blom">musicólogo Eric Blom</a> escreve a respeito destas peças:</p>
<p>“Sabemos que <a href="https://classicosdosclassicos.mus.br/compositores/ludwig-van-beethoven/">Beethoven</a> estava sujeito a mudanças rápidas e às vezes violentas de humor. As <em>Bagatelas</em> capturam vividamente estes <em>moods</em>, estes humores fugazes. Na verdade, pode-se dizer que, neste aspecto, elas refletem seu caráter mais intimamente do que qualquer outra coisa que tenha escrito.”</p>
<p>Beethoven escrevia pequenas peças e as guardava. Depois, ficava polindo e burilando as composições – às vezes durante anos – até que considerasse que a peça estava finalizada. Ele compôs estas miniaturas ao longo de 25 anos e reuniu 24 delas em três números de opus: 33, 119 e 126.</p>
<p>Há também bagatelas que foram mantidas por Beethoven separadas, a mais conhecida das quais é a WoO 59, <em>Für Elise</em>.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>As três fases de Beethoven: Terceira Fase</title>
		<link>https://classicosdosclassicos.mus.br/as-tres-fases-de-beethoven-terceira-fase/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Clássicos dos Clássicos]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 07 Feb 2022 14:17:53 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Beethoven]]></category>
		<category><![CDATA[Beethoven: Terceira Fase]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://classicosdosclassicos.mus.br/?p=7233</guid>

					<description><![CDATA[<p>A terceira fase de Beethoven começa em 1815 e vai até ele parar de compor, em 1826. Suas últimas obras são admiradas pela profundidade, complexidade e intensa expressão pessoal. Entre elas estão a Nona Sinfonia, as Variações Diabelli, as cinco últimas sonatas para piano e os cinco últimos quartetos. Essa é de longe a fase [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A terceira fase de <a href="https://classicosdosclassicos.mus.br/compositores/ludwig-van-beethoven/">Beethoven</a> começa em 1815 e vai até ele parar de compor, em 1826. Suas últimas obras são admiradas pela profundidade, complexidade e intensa expressão pessoal. Entre elas estão a <em>Nona Sinfonia, </em>as <em>Variações Diabelli, </em>as cinco últimas sonatas para piano e os cinco últimos quartetos.</p>
<p>Essa é de longe a fase mais complexa do compositor. Depois das grandes realizações da segunda fase, segue-se um período de aridez. Os anos de 1812 a 1818 são marcados por crises e calamidades em sua vida pessoal. Sua produção cai drasticamente (se não contarmos as peças de ocasião). As poucas obras deste período anunciam um novo estilo: são mais introspectivas, mais íntimas.</p>
<p>O ano de 1815 é ainda um ano muito difícil para <a href="https://classicosdosclassicos.mus.br/compositores/ludwig-van-beethoven/">Beethoven</a>, mas marca o começo desse novo estilo, com as duas sonatas para violoncelo e piano do opus 102. Mas a produção do compositor só voltará plenamente em 1820, com a solução da disputa sobre a guarda de seu sobrinho Karl.</p>
<p><strong>O Caso Karl</strong></p>
<p>Em 1815, morre <a href="https://en.wikipedia.org/wiki/Kaspar_Anton_Karl_van_Beethoven">Carl</a>, irmão de <a href="https://classicosdosclassicos.mus.br/compositores/ludwig-van-beethoven/">Beethoven</a>. A custódia de seu filho Karl foi partilhada entre sua mãe, Johanna, e o compositor, que entrou na justiça pleiteando a guarda exclusiva do sobrinho. Beethoven tinha a pior impressão de Johanna (justificada, diga-se de passagem).</p>
<p>O processo se arrastou durante um bom tempo, com idas e vindas. Beethoven se empenhou em conquistar a confiança e afeto de Karl. Desajeitado e sonhador, pensou até em fazer dele um músico. Confuso e desesperado, Karl comprou duas pistolas e tentou o suicídio, porém sobreviveu.</p>
<p>Beethoven conseguiu, enfim, a guarda de Karl, obtendo inclusive uma colocação para o sobrinho. Mas a disputa, que tinha se arrastado por cinco anos, consumiu muito a energia do compositor e abalou seu equilíbrio.</p>
<p><strong><u>Terceira Fase de Beethoven</u></strong></p>
<p>As obras desse período estão agrupadas entre os Op. 101 a 135.</p>
<p>Destacaremos as seguintes peças:</p>
<ul>
<li><em>Sonata para Piano nº 28 em Lá Maior, Op. 101 </em></li>
</ul>
<blockquote class="wp-embedded-content" data-secret="UKVcf9Tdam"><p><a href="https://classicosdosclassicos.mus.br/obras/beethoven-sonata-no-28-em-la-maior-opus-101/">Beethoven – Sonata para Piano nº 28 em Lá Maior, Op. 101</a></p></blockquote>
<p><iframe class="wp-embedded-content" sandbox="allow-scripts" security="restricted" title="&#8220;Beethoven – Sonata para Piano nº 28 em Lá Maior, Op. 101&#8221; &#8212; Clássicos dos Clássicos" src="https://classicosdosclassicos.mus.br/obras/beethoven-sonata-no-28-em-la-maior-opus-101/embed/#?secret=fBT3medjgp#?secret=UKVcf9Tdam" data-secret="UKVcf9Tdam" width="500" height="282" frameborder="0" marginwidth="0" marginheight="0" scrolling="no"></iframe></p>
<ul>
<li><em>Variações Diabelli, </em>Op. 120</li>
</ul>
<blockquote class="wp-embedded-content" data-secret="Y5Z4y6D2Ul"><p><a href="https://classicosdosclassicos.mus.br/obras/beethoven-variacoes-diabelli-op-120/">Beethoven – Variações Diabelli, Op. 120</a></p></blockquote>
<p><iframe class="wp-embedded-content" sandbox="allow-scripts" security="restricted" title="&#8220;Beethoven – Variações Diabelli, Op. 120&#8221; &#8212; Clássicos dos Clássicos" src="https://classicosdosclassicos.mus.br/obras/beethoven-variacoes-diabelli-op-120/embed/#?secret=j9DbYizvCg#?secret=Y5Z4y6D2Ul" data-secret="Y5Z4y6D2Ul" width="500" height="282" frameborder="0" marginwidth="0" marginheight="0" scrolling="no"></iframe></p>
<ul>
<li><em>Quarteto nº 13 em Si Bemol Maior, Op. 130 </em>e <em>Grande Fuga em Si bemol,</em> Op. 133</li>
</ul>
<blockquote class="wp-embedded-content" data-secret="rqOOL2Q8Er"><p><a href="https://classicosdosclassicos.mus.br/obras/beethoven-quarteto-no-13-em-si-bemol-maior-op-130-e-grande-fuga-op-133/">Beethoven &#8211; Quarteto nº 13 em Si Bemol Maior, Op. 130, e Grande Fuga, Op. 133</a></p></blockquote>
<p><iframe class="wp-embedded-content" sandbox="allow-scripts" security="restricted" title="&#8220;Beethoven &#8211; Quarteto nº 13 em Si Bemol Maior, Op. 130, e Grande Fuga, Op. 133&#8221; &#8212; Clássicos dos Clássicos" src="https://classicosdosclassicos.mus.br/obras/beethoven-quarteto-no-13-em-si-bemol-maior-op-130-e-grande-fuga-op-133/embed/#?secret=hYUi7OpbCw#?secret=rqOOL2Q8Er" data-secret="rqOOL2Q8Er" width="500" height="282" frameborder="0" marginwidth="0" marginheight="0" scrolling="no"></iframe></p>
<ul>
<li><em>Quarteto nº 15 em Lá Menor, Op. 132</em></li>
</ul>
<blockquote class="wp-embedded-content" data-secret="Y5YOOOf85C"><p><a href="https://classicosdosclassicos.mus.br/obras/beethoven-quarteto-no-15-em-la-menor-op-132/">Beethoven – Quarteto nº 15 em Lá Menor, Op. 132</a></p></blockquote>
<p><iframe class="wp-embedded-content" sandbox="allow-scripts" security="restricted" title="&#8220;Beethoven – Quarteto nº 15 em Lá Menor, Op. 132&#8221; &#8212; Clássicos dos Clássicos" src="https://classicosdosclassicos.mus.br/obras/beethoven-quarteto-no-15-em-la-menor-op-132/embed/#?secret=VyBU6IR0kI#?secret=Y5YOOOf85C" data-secret="Y5YOOOf85C" width="500" height="282" frameborder="0" marginwidth="0" marginheight="0" scrolling="no"></iframe></p>
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			</item>
		<item>
		<title>As três fases de Beethoven: segunda fase</title>
		<link>https://classicosdosclassicos.mus.br/as-tres-fases-de-beethoven-segunda-fase/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Clássicos dos Clássicos]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 31 Jan 2022 16:15:34 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Beethoven]]></category>
		<category><![CDATA[Beethoven: segunda fase]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>As três fases de Beethoven: Segunda Fase Em 1830, aos trinta anos, Beethoven começa a perder a audição. A situação vai se agravando e, dois anos depois, seu médico lhe aconselha o isolamento no campo, mas a sua estadia de quase seis meses não traz nenhuma melhora. Desesperado, Beethoven escreve uma carta a seus irmãos [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>As três fases de Beethoven: Segunda Fase</strong></p>
<p>Em 1830, aos trinta anos, Beethoven começa a perder a audição. A situação vai se agravando e, dois anos depois, seu médico lhe aconselha o isolamento no campo, mas a sua estadia de quase seis meses não traz nenhuma melhora.</p>
<p>Desesperado, Beethoven escreve <a href="https://en.wikipedia.org/wiki/Heiligenstadt_Testament">uma carta</a> a seus irmãos (nunca enviada) em que fala até em suicídio: “Por pouco não pus fim à minha vida – foi só a arte que me salvou.”</p>
<p>Beethoven se recuperou e isto o levou a uma segunda fase em sua produção, que ficou conhecida como a “Fase Heroica”. Seus trabalhos falam de luta e de heroísmo – do conflito à vitória, das trevas para a luz.</p>
<p>As peças desse período estão agrupadas do Op. 51 ao Op. 100.</p>
<p>Destacaremos, nos próximos posts, as seguintes obras:</p>
<ul>
<li><strong><em>Sonata nº 21 em Dó Maior, Op. 53, “Aurora”</em></strong><br />
<a href="https://classicosdosclassicos.mus.br/multimidia/podcast-beethoven-sonata-para-piano-n-21-em-do-maior-op-53-aurora/">https://classicosdosclassicos.mus.br/multimidia/podcast-beethoven-sonata-para-piano-n-21-em-do-maior-op-53-aurora/</a><br />
<a href="https://classicosdosclassicos.mus.br/igor-levit-no-castelo-bellevue-beethoven-sonata-no-21-op-53/">https://classicosdosclassicos.mus.br/igor-levit-no-castelo-bellevue-beethoven-sonata-no-21-op-53/</a></li>
<li><strong><em>Sonata nº 23 em Fá Menor, Op. 57, “Appassionata”</em></strong><br />
<a href="https://classicosdosclassicos.mus.br/obras/beethoven-sonata-em-fa-menor-op-57-appassionata/">https://classicosdosclassicos.mus.br/obras/beethoven-sonata-em-fa-menor-op-57-appassionata/</a></li>
<li><strong><em>Fantasia em Sol Menor, Op. 77<br />
</em></strong><a href="https://classicosdosclassicos.mus.br/obras/beethoven-fantasia-em-sol-menor-op-77/">https://classicosdosclassicos.mus.br/obras/beethoven-fantasia-em-sol-menor-op-77/</a></li>
<li><strong><em>Sonata nº 24 em Fá Menor Sustenido, Op. 78, “Para Therese” </em></strong><br />
<a href="https://classicosdosclassicos.mus.br/obras/beethoven-sonata-para-piano-no-24-em-fa-sustenido-op-78-para-therese/">https://classicosdosclassicos.mus.br/obras/beethoven-sonata-para-piano-no-24-em-fa-sustenido-op-78-para-therese/</a></li>
<li><strong><em>Sonata nº 25 em Sol Maior, Op. 79</em></strong><br />
<a href="https://classicosdosclassicos.mus.br/obras/beethoven-sonata-no-25-em-sol-maior-op-79/">https://classicosdosclassicos.mus.br/obras/beethoven-sonata-no-25-em-sol-maior-op-79/</a></li>
<li><strong><strong><em>Sonata nº 27 em Mi Menor, Op. 90<br />
</em></strong></strong><a href="https://classicosdosclassicos.mus.br/obras/beethoven-sonata-no-27-em-mi-menor-op-90/">https://classicosdosclassicos.mus.br/obras/beethoven-sonata-no-27-em-mi-menor-op-90/</a></li>
<li><strong><em>Quarteto nº 9 em Dó Maior, Op. 59 nº 3, “Razumovsky nº 3”<br />
</em></strong><a href="https://classicosdosclassicos.mus.br/obras/beethoven-quarteto-no-9-em-do-maior-op-59-no-3-razumovsky-no-3/">https://classicosdosclassicos.mus.br/obras/beethoven-quarteto-no-9-em-do-maior-op-59-no-3-razumovsky-no-3/</a></li>
</ul>
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			</item>
		<item>
		<title>As três fases de Beethoven: Primeira Fase</title>
		<link>https://classicosdosclassicos.mus.br/as-tres-fases-de-beethoven-primeira-fase/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Clássicos dos Clássicos]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 24 Jan 2022 15:01:56 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Beethoven]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Em 1792, aos 22 anos, Beethoven se muda para Viena. Capital do Império Austro-Húngaro, Viena era também a cidade da música. Lá residiam alguns dos principais compositores da época, com destaque para os dois maiores do Classicismo: Haydn e Mozart. Em pouco tempo, Beethoven se torna conhecido como virtuose do piano e, aos poucos, também [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Em 1792, aos 22 anos, Beethoven se muda para Viena. Capital do Império Austro-Húngaro, <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Viena">Viena</a> era também a cidade da música. Lá residiam alguns dos principais compositores da época, com destaque para os dois maiores do <a href="https://classicosdosclassicos.mus.br/periodos/classicismo/">Classicismo</a>: <a href="https://classicosdosclassicos.mus.br/compositores/joseph-haydn/">Haydn</a> e <a href="https://classicosdosclassicos.mus.br/compositores/wolfgang-amadeus-mozart/">Mozart</a>.</p>
<p>Em pouco tempo, <a href="https://classicosdosclassicos.mus.br/compositores/ludwig-van-beethoven/">Beethoven</a> se torna conhecido como virtuose do piano e, aos poucos, também como compositor.</p>
<p>Sua produção é geralmente dividida em três fases, ou três estilos. Na primeira fase, que vai até 1802, Beethoven emula seus grandes antecessores, Haydn e Mozart, explorando ao mesmo tempo o escopo e a ambição de seu trabalho.</p>
<p>Algumas composições dessa fase são as suas duas primeiras sinfonias, os seis primeiros quartetos e uma dúzia de sonatas para piano. As peças desse período estão agrupadas do Op. 1 ao Op. 50.</p>
<h5>PRIMEIRA FASE DE BEETHOVEN</h5>
<p>Destacaremos, nos próximos posts, as seguintes obras:</p>
<p><a href="https://classicosdosclassicos.mus.br/obras/beethoven-sonata-no-1-em-fa-menor-op-2-no-1/"><em>Sonata nº 1 em Fá Menor, Op. 2 nº 1 </em></a></p>
<p><a href="https://classicosdosclassicos.mus.br/obras/beethoven-sonata-no-9-em-mi-maior-opus-14-no-1/"><em>Sonata nº 9 em Sol Maior, Op. 14 nº 1</em></a></p>
<p><a href="https://classicosdosclassicos.mus.br/obras/beethoven-sonata-no-10-em-sol-maior-opus-14-no-2/"><em>Sonata nº 10 em Sol Maior, Op. 14 nº 2</em></a></p>
<p><a href="https://classicosdosclassicos.mus.br/obras/beethoven-sonata-no-15-em-re-maior-op-28-pastoral/"><em> </em><em>Sonata nº 15 em Ré Maior, Op. 28, “Pastoral”</em></a></p>
<p><a href="https://classicosdosclassicos.mus.br/obras/beethoven-trio-para-piano-e-cordas-em-do-menor-op-1-no-3/"><em>Trio para Piano e Cordas, Op. 1 nº 3</em></a></p>
<p><a href="https://classicosdosclassicos.mus.br/obras/beethoven-quarteto-no-6-em-si-bemol-maior-op-18-la-malinconia/"><em>Quarteto nº 6 em Si Bemol Maior, Op. 18, “La Malinconia”</em></a></p>
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]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>O UNIVERSO MUSICAL DE PROUST</title>
		<link>https://classicosdosclassicos.mus.br/o-universo-musical-de-proust/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Clássicos dos Clássicos]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 10 Jan 2022 21:40:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Beethoven]]></category>
		<category><![CDATA[O Universo Musical de Proust]]></category>
		<category><![CDATA[Wagner]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Marcel Proust (1871–1922), escritor francês, é o autor do ciclo de romances À la Recherche du Temps Perdu (Em Busca do Tempo Perdido), considerada uma das maiores obras literárias do século XX. Escrito entre 1908 e 1922, foi publicado em sete volumes: No Caminho de Swann (1913), À Sombra das Raparigas em Flor (1919), O [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><a href="https://en.wikipedia.org/wiki/Marcel_Proust">Marcel Proust</a> (1871–1922), escritor francês, é o autor do ciclo de romances <em>À la Recherche du Temps Perdu </em>(Em Busca do Tempo Perdido), considerada uma das maiores obras literárias do século XX.</p>
<p>Escrito entre 1908 e 1922, foi publicado em sete volumes: <em>No Caminho de Swann</em> (1913), <em>À Sombra das Raparigas em Flor</em> (1919), <em>O Caminho de Guermantes</em> (1921), <em>Sodoma e Gomorra</em> (1922), <em>A Prisioneira</em> (1923), <em>A Fugitiva</em> (1925) e <em>O Tempo Redescoberto</em> (1927). Os três últimos livros foram publicados postumamente.</p>
<p>De estrutura complexa e pouco tradicional, <em>Em busca do tempo perdido</em> é uma ficção memorialística que apresenta alguns personagens inspirados em pessoas que o escritor realmente conheceu.</p>
<p>A música está presente ao longo de toda a obra de Marcel Proust, seja em referências a compositores como <a href="https://classicosdosclassicos.mus.br/compositores/ludwig-van-beethoven/">Beethoven</a>, <a href="https://classicosdosclassicos.mus.br/compositores/richard-wagner/">Wagner</a>, Chopin e Fauré, só para citar alguns, como também na imaginária <em>Sonata para Piano e Violino</em> de Vinteuil, um compositor fictício muito cultuado pelos personagens que frequentam os salões parisienses.</p>
<p>Qual é o papel da música na literatura de Proust? Quais seriam as obras musicais que o inspiraram a imaginar a <em>Sonata de Vinteuil</em>?</p>
<p>Falaremos sobre algumas possibilidades nos próximos posts.</p>
<p>&nbsp;</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Notas sobre Carlos Kleiber</title>
		<link>https://classicosdosclassicos.mus.br/notas-sobre-carlos-kleiber/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Clássicos dos Clássicos]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 10 May 2021 18:18:56 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Beethoven]]></category>
		<category><![CDATA[Brahms]]></category>
		<category><![CDATA[Carlos Kleiber]]></category>
		<category><![CDATA[Mozart]]></category>
		<category><![CDATA[Strauss II]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://classicosdosclassicos.mus.br/?p=6608</guid>

					<description><![CDATA[<p>Carlos Kleiber (1930-2004) foi escolhido como o maior regente de todos os tempos pela BBC Music Magazine, em 2011, concorrendo com cerca de 100 nomes, entre estes, Gustavo Dudamel, Mariss Janssen, Colin Davis e Valery Gergiev. Suas gravações da Quinta e da Sétima Sinfonias de Beethoven e da Quarta de Brahms encabeçam as listas de melhores gravações de todos os tempos [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Carlos Kleiber (1930-2004) foi escolhido como o maior regente de todos os tempos pela <em>BBC Music Magazine</em>, em 2011, concorrendo com cerca de 100 nomes, entre estes, Gustavo Dudamel, Mariss Janssen, Colin Davis e Valery Gergiev.</p>
<p>Suas gravações da <em>Quinta</em> e da <em>Sétima Sinfonias</em> de Beethoven e da <em>Quarta</em> de Brahms encabeçam as listas de melhores gravações de todos os tempos (juntamente com as <em>Suítes e as Variações Goldberg</em>, de Bach, por, respectivamente, Pablo Casals e Glenn Gould).</p>
<p>Acompanhe, essa semana, em Clássicos dos Clássicos, uma seleção de obras regidas por Kleiber:</p>
<ul>
<li><a href="https://classicosdosclassicos.mus.br/obras/mozart-sinfonia-no-33-em-si-bemol-maior-k-319/">Mozart – <em>Sinfonia nº 33</em></a></li>
<li><a href="https://classicosdosclassicos.mus.br/obras/mozart-sinfonia-no-36-em-do-maior-k-425-linz/">Mozart – <em>Sinfonia nº 36, Linz</em></a></li>
<li><a href="https://classicosdosclassicos.mus.br/obras/beethoven-sinfonia-no-4-em-si-bemol-maior-op-60/">Beethoven – <em>Sinfonia nº 4</em></a></li>
<li><a href="https://classicosdosclassicos.mus.br/obras/beethoven-sinfonia-no-7-em-la-maior-op-92/">Beethoven – <em>Sinfonia nº 7</em></a></li>
<li><a href="https://classicosdosclassicos.mus.br/obras/brahms-sinfonia-no-2-op-73/">Brahms – <em>Sinfonia nº 2</em></a></li>
<li><a href="https://classicosdosclassicos.mus.br/obras/j-strauss-i-marcha-radetsky/">Strauss I – <em>Marcha Radetsky</em></a></li>
</ul>
<p>Ouça também outras obras regidas por Kleiber já postadas aqui no site:</p>
<ul>
<li><a href="https://classicosdosclassicos.mus.br/obras/beethoven-sinfonia-no-5-em-do-menor-opus-67/">Beethoven – <em>Sinfonia nº 5</em></a></li>
<li><a href="https://classicosdosclassicos.mus.br/multimidia/podcast-beethoven-sinfonia-no-7/">Beethoven – <em>Sinfonia nº 7</em></a> (podcast)</li>
<li><a href="https://classicosdosclassicos.mus.br/obras/beethoven-abertura-coriolano/">Beethoven – <em>Abertura Coriolano</em></a></li>
<li><a href="https://classicosdosclassicos.mus.br/obras/brahms-sinfonia-no-4/">Brahms – <em>Sinfonia nº 4</em></a></li>
<li><a href="https://classicosdosclassicos.mus.br/carlos-kleiber-concerto-de-ano-novo/">Strauss II – Abertura de <em>O Morcego</em> e íntegra do Concerto de Ano Novo da Filarmônica de Viena, 1992</a></li>
</ul>
<p><strong>Excertos do programa <em>Quem foi Carlos Kleiber</em>, veiculado na <a href="https://www.bbc.co.uk/sounds/play/live:bbc_radio_three">Rádio BBC 3</a>, em 2009 (*):</strong></p>
<p>“Carlos foi o maior maestro, o maior músico que conheci.” (Plácido Domingo)</p>
<p>“Em cinquenta anos de carreira, Kleiber regeu 96 concertos e 400 récitas de ópera. Toscanini fazia isto em um ano!”</p>
<p>“Ele era mesmo o ‘regente fantasma’. Suas poucas performances ganharam uma reputação de lenda, baseada tanto na ausência como na presença.”</p>
<p>“Então, parece que Carlos Kleiber tinha tudo: incrível talento, liberdade total e um público que o adorava. E, no entanto, nem tudo estava perfeito em sua vida.”</p>
<p>“Carlos só vai reger quando a geladeira está vazia, mas é um gênio.” (Herbert Karajan)</p>
<p>“Kleiber era um perfeccionista. Só permitiu que o mundo o visse reger umas poucas obras que realmente o satisfaziam. Entrava em pânico total antes de um concerto, embora tivesse se preparado escrupulosamente e ensaiado à exaustão. Chegava ao camarim três horas antes de um ensaio e por volta de três ou quatro horas antes de um concerto, entrando num frenesi de medo, pânico e paranoia.”</p>
<p>(*) Ouça aqui a íntegra do programa:</p>
<p><iframe loading="lazy" title="Who was Carlos Kleiber? - BBC" width="500" height="375" src="https://www.youtube.com/embed/G2EUsV2UJ7M?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen></iframe></p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Os dez maiores compositores &#124; Ludwig van Beethoven (1770–1827)</title>
		<link>https://classicosdosclassicos.mus.br/os-dez-maiores-compositores-ludwig-van-beethoven-1770-1827/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Clássicos dos Clássicos]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 01 Mar 2021 03:34:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Beethoven]]></category>
		<category><![CDATA[OS 10 MAIORES COMPOSITORES]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Os Dez Maiores Compositores &#124; Ludwig van Beethoven (1770–1827) Beethoven foi um compositor revolucionário. Sua obra representa o fim do classicismo e o início do romantismo, e é geralmente dividida em três fases. Na primeira, que vai até 1802, Beethoven emula seus grandes antecessores, explorando, ao mesmo tempo, novos caminhos. A segunda, conhecida como fase [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Os Dez Maiores Compositores | Ludwig van Beethoven (1770–1827)</strong></p>
<p><a href="https://classicosdosclassicos.mus.br/compositores/ludwig-van-beethoven/">Beethoven</a> foi um compositor revolucionário. Sua obra representa o fim do <a href="https://classicosdosclassicos.mus.br/periodos/classicismo/">classicismo</a> e o início do <a href="https://classicosdosclassicos.mus.br/periodos/romantismo/">romantismo</a>, e é geralmente dividida em três fases.</p>
<p>Na primeira, que vai até 1802, <a href="https://classicosdosclassicos.mus.br/compositores/ludwig-van-beethoven/">Beethoven</a> emula seus grandes antecessores, explorando, ao mesmo tempo, novos caminhos.</p>
<p>A segunda, conhecida como fase heroica, vai de 1802 a 1812, com trabalhos de grande escala que falam de luta e heroísmo: “das trevas para a luz”, “do conflito à vitória”.</p>
<p>Depois de um período de crise, começa, em 1818, a terceira fase, com obras revolucionárias, admiradas por sua complexidade, transcendência e profunda expressão pessoal.</p>
<p><strong>Beethoven – <em>Sonata para Piano nº 28, em Lá Maior</em>, Op. 101</strong></p>
<p>A <em>Sonata Op. 101</em> marca, junto às <em>Sonatas para Violoncelo</em>, Op. 102, o início da terceira fase de Beethoven.</p>
<p>Sua doçura e seu caráter íntimo e lírico falam de um aspecto pouco ressaltado da terceira fase: o desejo de Beethoven de comunicação, de contato com o ouvinte.</p>
<p>“Um aperto de mão”, diz um crítico – nós diríamos: “um abraço”.</p>
<p>Beethoven – <em>Sonata para Piano nº 28, em Lá Maior</em>, Op. 101: Primeiro Movimento | <a href="https://g.co/kgs/ySHrL7">Emil Gilels</a> (piano)</p>
<p><iframe loading="lazy" title="Beethoven – Sonata para Piano nº 28, em Lá Maior, Op. 101: 1º movimento | Emil Gilels" width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/SXgKCQ7bNa4?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen></iframe></p>
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		<title>Clássicos Indica: Osesp lança Temporada 2021 e transmite concerto digital</title>
		<link>https://classicosdosclassicos.mus.br/classicos-indica-osesp-lanca-temporada-2021-e-transmite-concerto-digital/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Clássicos dos Clássicos]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 10 Dec 2020 20:16:31 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Beethoven]]></category>
		<category><![CDATA[Beethoven 250]]></category>
		<category><![CDATA[Beethoven Hoje]]></category>
		<category><![CDATA[Clássicos Indica]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Orquestra Sinfônica do Estado de São Paulo (Osesp) anunciou hoje, 10/12/2020, sua nova temporada de concertos. O tema continua sendo Beethoven 250, o mesmo da Temporada 2020, e reunirá os programas que não foram realizados esse ano por conta da pandemia de Covid-19, além da programação inédita da Temporada 2021. As duas temporadas juntas [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A Orquestra Sinfônica do Estado de São Paulo (Osesp) anunciou hoje, 10/12/2020, sua nova temporada de concertos. O tema continua sendo <strong>Beethoven 250</strong>, o mesmo da Temporada 2020, e reunirá os programas que não foram realizados esse ano por conta da pandemia de Covid-19, além da programação inédita da Temporada 2021.</p>
<p>As duas temporadas juntas darão continuidade à celebração dos 250 anos de nascimento de <a href="https://classicosdosclassicos.mus.br/compositores/ludwig-van-beethoven/">Ludwig van Beethoven</a>. Entre os destaques estão o ciclo de <em>Sinfonias </em>do compositor com Thierry Fischer (Diretor Musical e Regente Titular da Osesp) à frente de 12 concertos, entre janeiro e fevereiro, e o posterior lançamento de um álbum com o ciclo completo pelo Selo Digital Osesp.</p>
<p>Em julho, o pianista inglês Paul Lewis faz dois recitais tocando as <a href="https://classicosdosclassicos.mus.br/multimidia/playlist-beethoven-variacoes-diabelli-op-120-paul-lewis/"><em>Variações Diabelli</em></a>, obra-prima da última fase de Beethoven. Já as <em>Sonatas para Piano</em> do compositor serão apresentadas no início do ano pelos pianistas brasileiros Aleyson Scopel, Pablo Rossi, Ronaldo Rolim, Sonia Rubinsky, Eduardo Monteiro, Leonardo Hilsdorf e Lucas Thomazinho. E a integral das cinco <em>Sonatas para Piano e Violoncelo</em> serão interpretadas por Antonio Meneses e Ricardo Castro em dois recitais, em outubro.</p>
<p>Entre as novidades da Temporada 2021 estão as séries <em>Piazzolla 100 </em>(celebrando o centenário de nascimento do compositor argentino); <em>Escolha do Maestro:</em> <em>Saint-Saëns – 100 anos de morte</em> (tema especialmente escolhido por Thierry Fischer); e <em>Stravinsky – 50 anos de morte</em>, com Thierry Fischer regendo nove concertos com a música dos três grandes balés de 1910, <em>O Pássaro de Fogo</em>, <em>Petrouchka</em> e <em>A Sagração da Primavera, </em>entre outras obras do compositor russo.</p>
<p>A Artista em Residência será a pianista venezuelana Gabriela Montero, com concertos em março e em novembro. Entre os regentes internacionais convidados estão o francês Louis Langrée, o britânico Martyn Brabbins, o costarriquenho Giancarlo Guerrero e o venezuelano Diego Matheuz.</p>
<p>Entre os recitais, destaque para os pianistas Víkingur Ólafsson, Sergei Babayan, Nelson Goerner, Sergio Tiempo e Hércules Gomes. E, entre os solistas que tocarão com a Orquestra estão os violinistas Renaud Capuçon e Isabelle Faust, o flautista Emmanuel Pahud, o percussionista Colin Currie e o violonista Fábio Zanon.</p>
<p>Além dos concertos presenciais, continuam as transmissões digitais ao vivo pelas redes sociais da Osesp, ao longo de toda a programação de 2021.</p>
<p><strong>Veja a temporada completa aqui:</strong></p>
<p><a href="http://www.salasaopaulo.art.br/upload/2021-cadernos-livretos/2021-temporada-livreto.pdf">http://www.salasaopaulo.art.br/upload/2021-cadernos-livretos/2021-temporada-livreto.pdf</a></p>
<p><strong>OSESP TRANSMITE CONCERTO DIGITAL HOJE (10/12), ÀS 20H15, COM AS SINFONIAS Nº 4 E Nº 8 DE BEETHOVEN</strong></p>
<p>Thierry Fischer rege a Osesp hoje em um programa que será transmitido on-line e ao vivo, diretamente da Sala São Paulo, nessa quinta (10/12), a partir das 20h15, apresentando a <em>Quarta</em> e a <em>Oitava</em> Sinfonias de <a href="https://classicosdosclassicos.mus.br/compositores/ludwig-van-beethoven/">Beethoven</a>.</p>
<p>A <em>Sinfonia n° 4</em> foi escrita em 1806 e estreou em 1807, em Viena, sob regência do próprio Beethoven. Chama a atenção sua introdução densa e misteriosa, que difere do restante da obra. Schumann a chamava de &#8220;uma esbelta donzela grega entre os gigantes nórdicos&#8221;.</p>
<p>Já a <em>Sinfonia n° 8</em> foi concluída em 1812, mas só estreou em 1814, também regida por Beethoven. É a mais curta das peças sinfônicas do compositor e possui um caráter vivaz e bem-humorado.</p>
<p>O concerto será transmitido pelos canais digitais da Osesp:</p>
<p><strong>You</strong>t<strong>ube</strong> (<a href="http://youtube.com/videososesp">youtube.com/videososesp</a>)</p>
<p><strong>F</strong><strong>a</strong><strong>cebook </strong>(<a href="http://facebook.com/osesp/">facebook.com/osesp/</a>)</p>
<p><strong>I</strong><strong>ns</strong><strong>tagram</strong> (<a href="http://instagram.com/osesp_/">instagram.com/osesp_/</a>)</p>
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		<title>Igor Levit no Castelo Bellevue &#124; Beethoven &#8211; Sonata nº 21, Op. 53</title>
		<link>https://classicosdosclassicos.mus.br/igor-levit-no-castelo-bellevue-beethoven-sonata-no-21-op-53/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Clássicos dos Clássicos]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 12 Oct 2020 14:13:54 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Beethoven]]></category>
		<category><![CDATA[Igor Levit]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Desde o início da pandemia de Covid-19, nos primeiros meses de 2020, o pianista Igor Levit tem feito uma série de “Concertos de Casa”, vários dos quais diretamente de seu apartamento em Berlim. Recentemente, Igor Levit foi convidado pelo presidente da Alemanha, Frank-Walter Steinmeier, para se apresentar na residência presidencial, o Schloss Bellevue (Castelo Bellevue). [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Desde o início da pandemia de Covid-19, nos primeiros meses de 2020, o pianista <a href="https://classicosdosclassicos.mus.br/igor-levit/">Igor Levit</a> tem feito uma série de “Concertos de Casa”, vários dos quais diretamente de seu apartamento em Berlim.</p>
<p>Recentemente, Igor Levit foi convidado pelo presidente da Alemanha, Frank-Walter Steinmeier, para se apresentar na residência presidencial, o Schloss Bellevue (Castelo Bellevue).</p>
<p>O próprio presidente faz uma introdução à apresentação. O pianista agradece à honra que lhe foi concedida e executa a <em>Sonata nº 21, Op. 53</em> a partir dos 4’10 minutos:</p>
<p><a href="https://classicosdosclassicos.mus.br/compositores/ludwig-van-beethoven/">Beethoven</a> &#8211; <em>Sonata nº 21, Op. 53</em> | Igor Levit (piano)</p>
<p><iframe loading="lazy" title="Igor Levit. Hauskonzert, live at Schloss Bellevue Berlin.," width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/lC8DBTfJI90?start=233&#038;feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen></iframe></p>
<p>Já falamos da <em>Sonata nº 21, Op. 53</em> aqui no site, mostrando a interpretação do pianista <a href="https://en.wikipedia.org/wiki/Claudio_Arrau">Claudio Arrau</a> em vídeo e comentários em um podcast. Alternando trechos de grande energia a outros em <em>pianíssimo</em>, a <em>Sonata Aurora</em> (como é mais conhecida na França, em Portugal e no Brasil) evoca uma sensação de energia latente que, ao final, explodirá em um virtuosístico <em>prestíssimo</em>.</p>
<blockquote class="wp-embedded-content" data-secret="BMk8kJx2Vj"><p><a href="https://classicosdosclassicos.mus.br/multimidia/podcast-beethoven-sonata-para-piano-n-21-em-do-maior-op-53-aurora/">PODCAST | Beethoven – Sonata para Piano n° 21 em Dó Maior, Op. 53 – “Aurora”</a></p></blockquote>
<p><iframe class="wp-embedded-content" sandbox="allow-scripts" security="restricted" title="&#8220;PODCAST | Beethoven – Sonata para Piano n° 21 em Dó Maior, Op. 53 – “Aurora”&#8221; &#8212; Clássicos dos Clássicos" src="https://classicosdosclassicos.mus.br/multimidia/podcast-beethoven-sonata-para-piano-n-21-em-do-maior-op-53-aurora/embed/#?secret=BMk8kJx2Vj" data-secret="BMk8kJx2Vj" width="500" height="282" frameborder="0" marginwidth="0" marginheight="0" scrolling="no"></iframe></p>
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<p>&nbsp;</p>
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		<item>
		<title>Igor Levit</title>
		<link>https://classicosdosclassicos.mus.br/igor-levit/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Clássicos dos Clássicos]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 12 Oct 2020 14:07:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Bach]]></category>
		<category><![CDATA[Beethoven]]></category>
		<category><![CDATA[Igor Levit]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Igor Levit nasceu em Nijni Novgorod, Rússia, em 1987. Sua família se mudou para Hanover, Alemanha, quando ele tinha 8 anos – hoje ele se considera um pianista russo-alemão. Já falamos sobre ele no post “Uma Nova Era de Ouro do Piano”. Aos 33 anos, Levit encabeça hoje a lista dos melhores jovens pianistas do [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Igor Levit nasceu em Nijni Novgorod, Rússia, em 1987. Sua família se mudou para Hanover, Alemanha, quando ele tinha 8 anos – hoje ele se considera um pianista russo-alemão. Já falamos sobre ele no post “<a href="https://classicosdosclassicos.mus.br/uma-nova-era-de-ouro-do-piano/">Uma Nova Era de Ouro do Piano</a>”.</p>
<p>Aos 33 anos, Levit encabeça hoje a lista dos melhores jovens pianistas do mundo. O crítico norte-americano Alex Ross, em artigo recentemente publicado na revista <em>The New Yorker</em>, afirma: “Um pianista como nenhum outro”. E acrescenta: “Outros pianistas da geração de Levit podem ter alcançado mais fama mercadológica – como Lang Lang e Yuja Wang –, mas nenhum deles possui uma estatura cultural, ou mesmo política, comparável à dele”.</p>
<p>Entre os compositores que Igor Levit tem executado mais frequentemente estão <a href="https://classicosdosclassicos.mus.br/compositores/johann-sebastian-bach-2">Bach</a> e <a href="https://classicosdosclassicos.mus.br/compositores/ludwig-van-beethoven/">Beethoven</a>. De Bach, ele gravou as <a href="https://classicosdosclassicos.mus.br/multimidia/podcast-bach-variacoes-goldberg-bwv-988/"><em>Variações Goldberg</em></a> e, de Beethoven, as <em>Variações Diabelli</em> (2016) e a integral das sonatas, duas vezes – em áudio e em vídeo.</p>
<p>Sobre o monumental projeto de gravação das 32 Sonatas de Beethoven (nove CDs que correspondem a 10 horas e 5 minutos de música), Levit afirma: “Para mim é a conclusão de um trabalho de quinze anos. (&#8230;) O encontro transformador que tive com as <em>Variações Diabelli</em>, aos 17 anos, o envolvimento diário com as sonatas, com o próprio Beethoven como pessoa, comigo mesmo e com o mundo em que vivo, tudo isso me direcionou para essa gravação”.</p>
<p>A crítica tem sido extremamente positiva sobre a gravação:</p>
<p>“Aqueles que buscam a perfeição podem parar aqui.” <em>BBC Music Magazine</em></p>
<p>“Embora não faltem outras conceituadas gravações integrais das 32 sonatas de Beethoven, as de Levit se destacam de maneira impressionante. Ele é um artista tão profundo e sensível que é possível não se dar conta de quão brilhante é sua técnica ao tocar.” <em>The New York Times</em></p>
<p>“Como pode se esperar de um artista que combina uma inteligência aguda e talento técnico, [sua interpretação] é completamente cativante. É também um ciclo que não tem favoritos – Levit está comprometido com cada uma das peças&#8230; Acima de tudo, há uma sensação de comunhão com o próprio Beethoven. E, afinal, isso é o que faz desta uma magnífica conquista.” <em><a href="https://en.wikipedia.org/wiki/Gramophone_Classical_Music_Awards">Gramophone Awards</a> Issue</em></p>
<p>Levit ganhou vários prêmios da revista inglesa <em>Gramophone</em>, uma das principais publicações internacionais sobre música clássica:</p>
<p>2016 &#8211;  Prêmio da Categoria “Instrumental” e “Disco do Ano”: <em>Bach – Variações Goldberg</em>; <em>Beethoven – Variações Diabelli</em>; e<em> Rzewski – Variações sobre O Povo Unido Jamais Será Vencido</em></p>
<p>2020</p>
<p>&#8211; “Instrumental”: <em>Beethoven &#8211; Integral das Sonatas</em></p>
<p>&#8211; “Artista do Ano”</p>
<p>Também recebeu prestigiados prêmios como pianista:</p>
<p>2017 &#8211; Beethoven Ring (prêmio anual concedido pela cidade natal de Beethoven, Bonn, na Alemanha);</p>
<p>2018 &#8211; Gilmore Artist Award (concedido a cada quatro anos a um pianista de destaque);</p>
<p>2018 &#8211; “Instrumentista do Ano” pela Royal Philharmonic Society;</p>
<p>2020 &#8211; Ordem do Mérito da República Federal da Alemanha.</p>
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		<title>O Quarteto de Cordas</title>
		<link>https://classicosdosclassicos.mus.br/o-quarteto-de-cordas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Clássicos dos Clássicos]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 09 Mar 2020 07:00:47 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Beethoven]]></category>
		<category><![CDATA[Beethoven 250]]></category>
		<category><![CDATA[Quartetos de Cordas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Quarteto de Cordas Um conjunto musical com dois violinos, uma viola e um violoncelo forma o quarteto de cordas, gênero que tem sido predominante na música de câmara desde 1750. Haydn estabeleceu o gênero e sua estrutura de quatro movimentos: Allegro; Andante ou Adagio; Minueto e Trio (Allegro); e Rondó (Allegro). O compositor escreveu [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h5><strong>O Quarteto de Cordas</strong></h5>
<p>Um conjunto musical com dois violinos, uma viola e um violoncelo forma o quarteto de cordas, gênero que tem sido predominante na música de câmara desde 1750.</p>
<p><a href="https://classicosdosclassicos.mus.br/compositores/joseph-haydn/">Haydn</a> estabeleceu o gênero e sua estrutura de quatro movimentos: <em>Allegro</em>; <em>Andante</em> ou <em>Adagio</em>; Minueto e Trio (<em>Allegro</em>); e Rondó (<em>Allegro</em>). O compositor escreveu 68 quartetos; já <a href="https://classicosdosclassicos.mus.br/compositores/wolfgang-amadeus-mozart/">Mozart</a>, <a href="https://classicosdosclassicos.mus.br/compositores/ludwig-van-beethoven/">Beethoven</a> e <a href="https://classicosdosclassicos.mus.br/compositores/franz-schubert/">Schubert</a> escreveram, respectivamente, 23, 16 e 15 composições do gênero.</p>
<p>Na era <a href="https://classicosdosclassicos.mus.br/periodos/romantismo/">romântica</a>, <a href="https://classicosdosclassicos.mus.br/compositores/felix-mendelssohn">Mendelssohn</a>, <a href="https://classicosdosclassicos.mus.br/compositores/robert-schumann/">Schumann</a>, <a href="https://classicosdosclassicos.mus.br/compositores/johannes-brahms/">Brahms</a> e Dvorák escreveram quartetos. Já no século XX, o gênero se destacou nas obras de Bartók e <a href="https://classicosdosclassicos.mus.br/compositores/dmitri-shostakovich/">Shostakovich</a>.</p>
<h5><strong>Quartetos de Beethoven</strong></h5>
<p>O quarteto de cordas tem um lugar especial na produção de <a href="https://classicosdosclassicos.mus.br/compositores/ludwig-van-beethoven/">Beethoven</a>, sendo considerado o gênero mais importante em sua obra e um marco na composição para esse gênero. Beethoven escreveu 16 quartetos de cordas ao longo de sua vida.</p>
<p>Enquanto seus seis primeiros quartetos (Op. 18) evidenciam uma herança clássica, sobretudo de Haydn e Mozart, os da fase intermediária (Op. 59) revelam maior complexidade musical e intensidade dramática.</p>
<p>Já nos quartetos da última fase (Op. 131, 132, 133 e 135), o compositor passa da maturidade para a exploração de novos caminhos. Estes últimos, aliás, provocaram reações que iam da perplexidade até a recusa e a repulsa.</p>
<p>Assista a trechos de alguns quartetos de Beethoven interpretados pelo <a href="https://www.belceaquartet.com/">Belcea Quartet</a>:</p>
<p><a href="https://classicosdosclassicos.mus.br/belcea-quartet-no-middle-temple-hall-londres/">https://classicosdosclassicos.mus.br/belcea-quartet-no-middle-temple-hall-londres/</a></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Beethoven 250 – Missa Solemnis de Beethoven em Concerto Digital</title>
		<link>https://classicosdosclassicos.mus.br/beethoven-250-missa-solemnis-de-beethoven-em-concerto-digital/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Clássicos dos Clássicos]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 04 Mar 2020 02:11:34 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Beethoven]]></category>
		<category><![CDATA[Beethoven 250]]></category>
		<category><![CDATA[Clássicos Indica]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://classicosdosclassicos.mus.br/?p=4981</guid>

					<description><![CDATA[<p>No dia 05 de março de 2020 (quinta), a partir das 20h15, a Orquestra Sinfônica do Estado de São Paulo – Osesp transmitirá ao vivo pela internet o Concerto de Abertura da Temporada 2020. O grupo apresenta a Missa Solemnis em Ré Maior, de Ludwig van Beethoven. Sob o comando de Thierry Fischer, que faz [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>No dia 05 de março de 2020 (quinta), a partir das 20h15, a Orquestra Sinfônica do Estado de São Paulo – Osesp transmitirá ao vivo pela internet o Concerto de Abertura da Temporada 2020. O grupo apresenta a <em>Missa Solemnis em Ré Maior</em>, de <a href="https://classicosdosclassicos.mus.br/compositores/ludwig-van-beethoven/">Ludwig van Beethoven</a>.</p>
<p>Sob o comando de Thierry Fischer, que faz a sua estreia como regente titular da Osesp, e com as participações do Coro da Osesp, Coro Acadêmico da Osesp e dos solistas Susanne Bernhard (soprano), Kismara Pezzati (mezzo soprano), Atalla Ayan (tenor) e Michael Nagy (barítono), a obra será apresentada também nos dias 06/03 (sexta), às 20h30, e 07/03 (sábado), às 16h30, na Sala São Paulo (sem transmissão digital).</p>
<p>A monumental <em>Missa Solemnis</em>, considerada uma das mais importantes composições de Beethoven, foi escrita entre 1819-1823. Estreou em abril de 1824, em São Petersburgo. Com características da fase tardia do compositor, como em seus últimos quartetos e na <em>Nona Sinfonia</em>, a obra reúne a tradição a novos caminhos.</p>
<p>Um testemunho da fé de Beethoven na humanidade, a <em>Missa</em> é uma imensa reflexão sobre o sagrado, sendo uma expressão da forma que o compositor via a relação com Deus e com o mundo.</p>
<p>É também uma síntese de sua essência, em que se fundem o pessoal e o universal, o humano e o divino, o passado e o futuro. “De corações – ainda uma vez! – aos corações”, escreveu Beethoven na dedicatória da obra.</p>
<p>Para assistir o concerto pela internet, é só acessar o canal da Osesp no <a href="http://d-click.osesp.art.br/u/108220/380/128861/519_0/a45fd/?url=https%3A%2F%2Fwww.youtube.com%2Fuser%2Fvideososesp"><strong>YouTube</strong></a>, ou o <strong><a href="http://d-click.osesp.art.br/u/108220/380/128861/520_0/a45fd/?url=https%3A%2F%2Fwww.facebook.com%2Fosesp%2F">Facebook da Osesp</a></strong>,  ou sintonizar a TV no canal Arte 1 (Net HD: canal 553; Sky: canal 81; Claro TV HD: canal 553; GVT: canal 84; Vivo TV:  Cabo 102; Satélite 555; Fibra 627).</p>
<p><strong>Informações:</strong></p>
<p><a href="http://www.osesp.art.br/concertoseingressos/concerto.aspx?IDApresentacao=7900">http://www.osesp.art.br/concertoseingressos/concerto.aspx?IDApresentacao=7900</a></p>
<p><strong>Veja também outros concertos que celebram os 250 anos de Beethoven nas Temporadas 2020:</strong></p>
<p><a href="https://classicosdosclassicos.mus.br/beethoven-250-temporadas-2020-brasil/">https://classicosdosclassicos.mus.br/beethoven-250-temporadas-2020-brasil/</a></p>
<h5><strong>PODCAST: A IMPORTÂNCIA DE SE OUVIR BEETHOVEN </strong></h5>
<p>Ouça no podcast “O Assunto”, publicado no G1 em 02/03/2020, a entrevista da jornalista Renata Lo Prete com Arthur Nestrovski, diretor-artístico da Orquestra Sinfônica de São Paulo. Na conversa, ele explica quem foi o personagem histórico, dimensiona o impacto de sua música e dá um passo a passo de como e porquê devemos ouvi-lo.</p>
<p><a href="https://g1.globo.com/podcast/o-assunto/noticia/2020/03/02/o-assunto-133-beethoven-250-anos-por-que-ouvi-lo.ghtml">https://g1.globo.com/podcast/o-assunto/noticia/2020/03/02/o-assunto-133-beethoven-250-anos-por-que-ouvi-lo.ghtml</a></p>
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		<title>Beethoven 250 &#124; Temporadas 2020 &#8211; Brasil</title>
		<link>https://classicosdosclassicos.mus.br/beethoven-250-temporadas-2020-brasil/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Clássicos dos Clássicos]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 14 Oct 2019 12:18:53 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Beethoven]]></category>
		<category><![CDATA[Beethoven 250]]></category>
		<category><![CDATA[Variedades]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Assim como muitas temporadas internacionais, as temporadas brasileiras para 2020 também celebram os 250 anos de nascimento do compositor alemão Ludwig van Beethoven. Destacamos, aqui, alguns programas a serem apresentados no primeiro semestre desse ano: &#160; Osesp: Recitais do Pianista Paul Lewis &#124; 19, 20 e 21 de março &#124; Sala São Paulo O pianista [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Assim como muitas temporadas internacionais, as temporadas brasileiras para 2020 também celebram os 250 anos de nascimento do compositor alemão Ludwig van Beethoven. Destacamos, aqui, alguns programas a serem apresentados no primeiro semestre desse ano:</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Osesp: Recitais do Pianista Paul Lewis | 19, 20 e 21 de março | Sala São Paulo</strong></p>
<p style="text-align: left;"><img decoding="async" loading="lazy" class="size-full wp-image-4168 alignnone" src="https://classicosdosclassicos.mus.br/wp-content/uploads/2019/10/Paul-Lewis-New-Yorker_menor.jpg" alt="" width="500" height="367" /></p>
<p>O pianista britânico Paul Lewis faz três recitais na Sala São Paulo, sendo o do dia 19/03 totalmente dedicado a Beethoven, com a <em>Sonata nº 13 em Mi Bemol Maior</em>, Op. 27 nº 1 – “Quase uma Fantasia”, a <em>Sonata nº 14 em Dó Sustenido Menor</em>, Op. 27 nº 2 – “Ao Luar”, e as <em>Variações Diabelli</em>, Op. 120.</p>
<p>Nos dois outros programas, Lewis toca composições de Beethoven e Schubert: dia 20/03, as <em>Sonatas nºs 13 e 14,</em> de Beethoven, e a <em>Sonata nº 18,</em> de Schubert; e dia 21/03, a <em>Sonata nº 18,</em> de Schubert, e as <em>Variações Diabelli,</em> de Beethoven.</p>
<p>Informações:</p>
<p>&#8211; 19/03: <a href="http://www.osesp.art.br/concertoseingressos/concerto.aspx?IDApresentacao=7907">http://www.osesp.art.br/concertoseingressos/concerto.aspx?IDApresentacao=7907</a></p>
<p>&#8211; 20/03: <a href="http://www.osesp.art.br/concertoseingressos/concerto.aspx?IDApresentacao=7908">http://www.osesp.art.br/concertoseingressos/concerto.aspx?IDApresentacao=7908</a></p>
<p>&#8211; 21/03: <a href="http://www.osesp.art.br/concertoseingressos/concerto.aspx?IDApresentacao=7909">http://www.osesp.art.br/concertoseingressos/concerto.aspx?IDApresentacao=7909</a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Cultura Artística: </strong><strong>Trio Wanderer | 24 e 25 de março | Sala São Paulo</strong></p>
<p><img decoding="async" loading="lazy" class="size-full wp-image-4169 alignnone" src="https://classicosdosclassicos.mus.br/wp-content/uploads/2019/10/Trio-Wanderer.jpg" alt="" width="568" height="380" /></p>
<p>O trio francês, formado por Jean-Marc Phillips-Varjabedian (violino), Raphael Pidoux (violoncelo) e Vincent Coq (piano), apresenta dois programas com composições de Beethoven dedicadas a esse gênero camerístico. No dia 24/03, o <em>T</em><em>rio em Si Bemol Maior</em>, Op. 11<em> – </em>“Gassenhauer”, o <em>Trio em Dó menor, </em>Op. 1 nº 3, e o<em> Trio em Ré Maior, </em>Op. 70 nº 1<em> –  </em>“Fantasma”. E no dia 25/03, o <em>Trio em sol maior, </em>Op. 121ª<em> – </em>“Variacoes Kakadu”, o <em>Trio em Mi bemol maior, </em>Op. 70 nº 2<em>, e o Trio em Si Bemol Maior </em>Op. 97<em> – </em>“Arquiduque”.</p>
<p>Informações: <a href="http://www.culturaartistica.org/">http://www.culturaartistica.org/</a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Quarteto Osesp | 26 de março | Sala São Paulo</strong></p>
<p style="text-align: left;"><img decoding="async" loading="lazy" class="size-full wp-image-4170 alignnone" src="https://classicosdosclassicos.mus.br/wp-content/uploads/2019/10/Quarteto-Osesp_menor.jpg" alt="" width="419" height="400" /></p>
<p>Formado por Emmanuele Badini e Davi Graton (violinos), Peter Pas (viola) e Heloísa Meirelles (violoncelo), o Quarteto Osesp interpreta duas peças de Beethoven: o <em>Quarteto nº 13 em Si Bemol Maior</em>, Op. 130, e a <em>Grande Fuga em Si Bemol Maior</em>, Op. 133.</p>
<p>Informações: <a href="http://www.osesp.art.br/concertoseingressos/concerto.aspx?IDApresentacao=7923">http://www.osesp.art.br/concertoseingressos/concerto.aspx?IDApresentacao=7923</a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Cultura Artística: Quarteto Hagen | 29 de abril | Sala São Paulo</strong></p>
<p style="text-align: left;"><img decoding="async" loading="lazy" class="size-full wp-image-4171 alignnone" src="https://classicosdosclassicos.mus.br/wp-content/uploads/2019/10/Hagen-Quartet.jpg" alt="" width="600" height="353" /></p>
<p>Um dos mais destacados quartetos de cordas da atualidade, o grupo austríaco, formado pelos irmãos Lukas, Veronika e Clemens Hagen, e pelo violinista alemão Rainer Schmidt, toca, de Beethoven, o <em>Quarteto nº 3 em Ré Maior,  </em>Op. 18<em>, </em>o<em> Quarteto nº 2 em Sol Maior, </em>Op. 18<em>, </em>e o<em> Quarteto nº 14 em Dó Sustenido Menor, </em>Op. 131<em>.</em></p>
<p>Informações: <a href="http://www.culturaartistica.org/">http://www.culturaartistica.org/</a></p>
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		<title>Beethoven 250</title>
		<link>https://classicosdosclassicos.mus.br/fugiat-labore-nostrud-et-cillum/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Clássicos dos Clássicos]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 26 Aug 2019 17:11:01 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Beethoven]]></category>
		<category><![CDATA[Beethoven 250]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Ludwig van Beethoven, gênio da música e personagem de uma vida conturbada, tem os seus 250 anos de nascimento celebrados em 2020. Desde a segunda metade de 2019, o site Clássicos dos Clássicos tem abordado a vida e obra do compositor alemão, comentando sobre sua produção por meio de textos, podcasts, vídeos e playlists, além [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Ludwig van Beethoven, gênio da música e personagem de uma vida conturbada, tem os seus 250 anos de nascimento celebrados em 2020.</p>
<p>Desde a segunda metade de 2019, o site Clássicos dos Clássicos tem abordado a vida e obra do compositor alemão, comentando sobre sua produção por meio de textos, podcasts, vídeos e playlists, além de indicar a programação que acontece em torno das comemorações ao redor do mundo.</p>
<p>Acompanhe e conheça melhor esse ícone da música clássica.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Uma obra com possibilidades inesgotáveis</strong></p>
<p>Para muitos especialistas, Beethoven foi o compositor que criou as obras mais complexas na história na música ocidental. Mesmo assim, ele continua sendo um dos mais populares e ouvidos do mundo!</p>
<p>A verdade é que Beethoven é <em>sui generis</em>. Ampliou os limites do estilo clássico, sem mudar sua estrutura formal, transformando a tradição clássica. Expandiu seu alcance emocional, criando também uma música transcendental, especialmente em seus últimos trabalhos.</p>
<p>Considerada pelo filósofo Theodoro W. Adorno como um dos pontos altos da humanidade, sua obra oferece aos apreciadores da música uma infinidade de possibilidades de interpretação, podendo ser vista e revista por meio da teoria musical, da história da arte, da mitologia grega, da filosofia e da psicanálise. Sem esgotar as possibilidades.</p>
<p>Em sua última fase, que compreende os anos de 1815 a 1826, o compositor alemão escreveu obras complexas, profundas e com intensa expressão pessoal, entre essas, a <em>Nona Sinfonia</em>, a <em>Missa Solene</em>, as <em>Variações Diabelli</em>, as cinco últimas sonatas para piano e os cinco últimos quartetos. Esse período é marcado por uma diversidade das criações, com obras mais meditativas e espirituais, e uma linguagem mais abstrata e mais concentrada.</p>
<p>Devido a isso, a complexidade de visões sobre sua produção e a dialética da interpretação sobre a mesma fizeram com que alguns autores considerassem sua música como problemática e decadente, enquanto que outros, como um momento de brilhantismo e ousadia.</p>
<p>A influência de fatores psicológicos e psiquiátricos na vida e na obra de Beethoven também pode ser uma chave para entender a transformação para seu último estilo, tão radical e, ao mesmo tempo, sublime.</p>
<p>Estudiosos acreditam que ele sofria do que hoje é chamado de transtorno maníaco-depressivo ou bipolar. Mentalmente confuso, teria tentado suicídio algumas vezes. Além disso, os problemas de saúde, como a surdez, o tornaram cada vez mais introspectivo, podendo ter afetado suas composições e criatividade.</p>
<p>Obsessivo, escreveu e reescreveu muitas vezes diversos trechos de suas obras. Compunha, por exemplo, pequenas peças (as <em>Bagatelas</em>) quando podia e as guardava. Depois voltava a elas, de tempos em tempos, polindo, burilando, às vezes durante anos, até que as considerasse prontas.</p>
<p>Vários aspectos do estilo final de Beethoven são introspectivos, sutis, técnicos e até mesmo esotéricos. Algumas vezes, podem causar uma barreira para o ouvinte comum, porém, em outras, criam um apelo emocional incrivelmente direto, uma determinação de tocar a humanidade da maneira mais íntima possível&#8230;</p>
<p>Um grande exemplo é a <em>Nona Sinfonia</em>. O compositor Richard Wagner não se cansava de repetir: “a <em>Nona</em> traz para a orquestra as palavras, a poesia e a voz humana”. Mesmo antes de seu último movimento, há uma nota popular imediata nas melodias iniciais. É um verdadeiro “aperto de mão” de Beethoven.</p>
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