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	<title>Ópera - Clássicos dos Clássicos</title>
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	<description>Por Carlos Siffert</description>
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		<title>A ópera através dos tempos: Renascença–Barroco  </title>
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		<dc:creator><![CDATA[Clássicos dos Clássicos]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 22 Jun 2026 20:32:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Monteverdi]]></category>
		<category><![CDATA[Ópera]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A ópera nasceu na Itália durante o final do Renascimento com a intenção de recriar a narrativa musical dramática da Grécia antiga ao fundir poesia, drama e música vocal em uma experiência teatral unificada. O gênero evoluiu diretamente de formas mais antigas de entretenimento renascentistas, como os interlúdios musicais apresentados entre os atos de peças [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;">A <a href="https://classicosdosclassicos.mus.br/formas-musicais/formas-musicais-opera/">ópera</a> nasceu na Itália durante o final do Renascimento com a intenção de recriar a narrativa musical dramática da Grécia antiga ao fundir poesia, drama e música vocal em uma experiência teatral unificada.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O gênero evoluiu diretamente de formas mais antigas de entretenimento renascentistas, como os interlúdios musicais apresentados entre os atos de peças teatrais, com seus cenários suntuosos, danças e temas mitológicos, e os madrigais, composições vocais seculares apresentadas em grupo para contar histórias com forte teor emocional ou narrativo.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Sua gênese está diretamente ligada à Camerata Florentina, um grupo de poetas, músicos e intelectuais apoiado pelo Conde Giovanni de&#8217; Bardi, que defendeu um novo estilo vocal chamado monodia – uma única linha vocal com acompanhamento instrumental simples que espelhava a fala natural – em oposição à complexa polifonia renascentista, com suas múltiplas linhas vocais entrelaçadas que muitas vezes dificultavam a compreensão do texto.</span></p>
<p><b>Jacopo Peri</b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A <a href="https://classicosdosclassicos.mus.br/formas-musicais/formas-musicais-opera/">ópera</a> mais antiga de que se tem conhecimento é </span><i><span style="font-weight: 400;">Dafne</span></i><span style="font-weight: 400;">, de Jacopo Peri (1561-1633), com libreto de Ottavio Rinuccini (1563-1621), composta por volta de 1597 em Florença. Porém a maior parte de sua partitura foi perdida. Assista a seguir a um fragmento:</span></p>
<p><i><span style="font-weight: 400;">Dafne</span></i><span style="font-weight: 400;"> (fragmento) | Scoala Consmusic Acamedy</span></p>
<p><iframe loading="lazy" title="Opera “Dafne” de Jacoppo Peri (fragment)" width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/b58eUcdAK78?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="font-weight: 400;">Peri é também o autor da primeira ópera cuja partitura sobreviveu na íntegra até aos dias de hoje, </span><i><span style="font-weight: 400;">Euridice </span></i><span style="font-weight: 400;">(1600), com libreto de Rinuccini. Composta para o casamento de Maria de Médici com o rei Henrique IV da França, teve sua estreia com Peri cantando o papel de Orfeu. Assista a um trecho:</span></p>
<p><i><span style="font-weight: 400;">Euridice: &#8220;La Tragedia&#8221; </span></i><span style="font-weight: 400;">e</span><i><span style="font-weight: 400;"> &#8220;Se de&#8217; boschi&#8221; </span></i><span style="font-weight: 400;">| Accademia degli Imperfetti</span></p>
<p><iframe loading="lazy" title="Peri, L&#039;Euridice, Prologo &quot;La Tragedia&quot; e Coro &quot;Se de&#039; boschi&quot;" width="500" height="375" src="https://www.youtube.com/embed/WHMJgGE5Doc?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><b>Claudio Monteverdi</b><span style="font-weight: 400;"> </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A <a href="https://classicosdosclassicos.mus.br/formas-musicais/formas-musicais-opera/">ópera</a> floresceu e assumiu sua grandiosidade como espetáculo durante o início do período Barroco. Claudio Monteverdi (1567-1643) é considerado seu principal compositor na transição entre a Renascença e o Barroco. Destacamos aqui algumas de suas óperas mais representativas.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A primeira grande ópera escrita por <a href="https://classicosdosclassicos.mus.br/compositores/claudio-monteverdi/">Monteverdi</a>, </span><i><span style="font-weight: 400;">Orfeo </span></i><span style="font-weight: 400;">(1607) – e a mais antiga ainda encenada regularmente nos dias de hoje –, é baseada no mito grego de Orfeu e Eurídice. A obra revolucionou a maneira de composição e apresentação do gênero. Saiba mais:</span></p>
<blockquote class="wp-embedded-content" data-secret="whE2ioMgH3"><p><a href="https://classicosdosclassicos.mus.br/obras/monteverdi-orfeo/">Monteverdi &#8211; Orfeo</a></p></blockquote>
<p><iframe class="wp-embedded-content" sandbox="allow-scripts" security="restricted" title="&#8220;Monteverdi &#8211; Orfeo&#8221; &#8212; Clássicos dos Clássicos" src="https://classicosdosclassicos.mus.br/obras/monteverdi-orfeo/embed/#?secret=yyUFDRhEkC#?secret=whE2ioMgH3" data-secret="whE2ioMgH3" width="500" height="282" frameborder="0" marginwidth="0" marginheight="0" scrolling="no"></iframe></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="font-weight: 400;">Já a <a href="https://classicosdosclassicos.mus.br/formas-musicais/formas-musicais-opera/">ópera </a></span><i><span style="font-weight: 400;">Il ritorno d&#8217;Ulisse in patria </span></i><span style="font-weight: 400;">(O retorno de Ulisses à Pátria, 1640)</span> <span style="font-weight: 400;">é baseada na </span><i><span style="font-weight: 400;">Odisseia</span></i><span style="font-weight: 400;"> de Homero, narrando o retorno do protagonista à sua terra natal, Ítaca, e sua luta para derrotar os pretendentes que disputavam o trono e a mão de sua esposa, Penélope. Assista a uma compilação de trechos:</span></p>
<p><i><span style="font-weight: 400;">Il ritorno d&#8217;Ulisse in patria </span></i><span style="font-weight: 400;">| Les Arts Florissants, sob a direção de William Christie</span></p>
<p><iframe loading="lazy" title="Il ritorno d&#039;Ulisse in patria - Monteverdi - W.Christie- Dynamic" width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/thcrEcXae2E?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><i><span style="font-weight: 400;">L’Incoronazione di Poppea</span></i><span style="font-weight: 400;"> (A Coroação de Popeia, 1642) é a última obra de Monteverdi, escrita poucos meses antes de sua morte, aos 76 anos. Seus protagonistas são o imperador Nero e sua recém coroada imperatriz Popeia, dois dos mais perversos e corruptos personagens da história de Roma. Saiba mais:=</span></p>
<blockquote class="wp-embedded-content" data-secret="v1kZRLeAsK"><p><a href="https://classicosdosclassicos.mus.br/obras/monteverdi-pur-ti-miro-pur-ti-godo-dueto-da-opera-lincoronazione-di-poppea/">Monteverdi &#8211; L’Incoronazione di Poppea: Pur ti miro, pur ti godo</a></p></blockquote>
<p><iframe class="wp-embedded-content" sandbox="allow-scripts" security="restricted" title="&#8220;Monteverdi &#8211; L’Incoronazione di Poppea: Pur ti miro, pur ti godo&#8221; &#8212; Clássicos dos Clássicos" src="https://classicosdosclassicos.mus.br/obras/monteverdi-pur-ti-miro-pur-ti-godo-dueto-da-opera-lincoronazione-di-poppea/embed/#?secret=fnVvxsgLfH#?secret=v1kZRLeAsK" data-secret="v1kZRLeAsK" width="500" height="282" frameborder="0" marginwidth="0" marginheight="0" scrolling="no"></iframe></p>
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		<title>CLÁSSICOS INDICA &#124; TETRALOGIA COMPLETA DE O ANEL DO NIBELUNGO, DE WAGNER, ONLINE PELA OPERA NORTH</title>
		<link>https://classicosdosclassicos.mus.br/classicos-indica-tetralogia-completa-de-o-anel-do-nibelungo-de-wagner-online-pela-opera-north/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Clássicos dos Clássicos]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 22 May 2020 13:44:16 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Clássicos Indica]]></category>
		<category><![CDATA[Ópera]]></category>
		<category><![CDATA[Wagner]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A quarentena devido à crise do coronavírus pode ser uma ótima oportunidade para assistir a tetralogia completa de O Anel de Nibelungo, composta pelo alemão Richard Wagner, com duração total de 15 horas!  A companhia inglesa Opera North disponibilizou em seu site o conjunto das quatro óperas – O Ouro do Reno, A Valquíria, Siegfried e O Crepúsculo dos Deuses – gravadas em vídeo, em versão [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A quarentena devido à crise do coronavírus pode ser uma ótima oportunidade para assistir a tetralogia completa de <em>O Anel de Nibelungo</em>, composta pelo alemão<a href="https://classicosdosclassicos.mus.br/compositores/richard-wagner/"> Richard Wagne</a>r, com duração total de 15 horas!  A companhia inglesa Opera North disponibilizou em seu site o conjunto das quatro óperas – <em>O Ouro do Reno, A Valquíria, Siegfried e O Crepúsculo dos Deuses –</em> gravadas em vídeo, em versão de concerto e divididas em atos.</p>
<p><em>O </em>ciclo das quatro óperas épicas são adaptações dos personagens mitológicos de sagas nórdicas e do <em>Nibelungenlied</em> (<em>A Canção dos Nibelungos</em>), uma das mais importantes obras da literatura alemã do período medieval, escrita por volta de 1200, de autor desconhecido.</p>
<p>Wagner escreveu o libreto e a música de toda a tetralogia ao longo de cerca de 26 anos, de 1848 a 1874.</p>
<p>A estreia da primeira ópera, <em>O Ouro do Reno</em>, aconteceu em 13 de agosto de 1876, no Festival de Bayreuth, na Alemanha, e contou com a presença do Imperador da Alemanha, Guilherme I; do Imperador do Brasil, Pedro II; do Rei da Baviera, Luís II; do filósofo Friedrich Nietzsche; e dos compositores Franz Liszt, Camille Saint-Saëns, Anton Bruckner, Edvard Grieg e Piotr Ilitch Tchaikovsky.</p>
<p>Assista ao ciclo aqui:</p>
<p><a href="https://www.operanorth.co.uk/the-ring-cycle/">https://www.operanorth.co.uk/the-ring-cycle/</a></p>
<p>(fonte: Revista Concerto)</p>
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		<item>
		<title>Mozart – Árias de Óperas</title>
		<link>https://classicosdosclassicos.mus.br/mozart-arias-de-operas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Clássicos dos Clássicos]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 18 May 2020 13:30:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mozart]]></category>
		<category><![CDATA[Ópera]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Cosi fan Tutte: “Soave sia il Vento” Cosi fan Tutte (Todas as mulheres fazem assim) é uma ópera-bufa muito querida pelos admiradores de Mozart. O enredo é extremamente complexo, mas, em resumo, discorre sobre a fidelidade de Fiordiligi e Dorabella a seus namorados Ferrando e Guglielmo. Don Alfonso, uma espécie de mentor dos rapazes, propõe [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h5><strong><em>Cosi fan Tutte</em></strong><strong>: “Soave sia il Vento”</strong></h5>
<p><em>Cosi fan Tutte</em> (Todas as mulheres fazem assim) é uma ópera-bufa muito querida pelos admiradores de <a href="https://classicosdosclassicos.mus.br/compositores/wolfgang-amadeus-mozart/">Mozart</a>.</p>
<p>O enredo é extremamente complexo, mas, em resumo, discorre sobre a fidelidade de Fiordiligi e Dorabella a seus namorados Ferrando e Guglielmo.</p>
<p>Don Alfonso, uma espécie de mentor dos rapazes, propõe que eles se disfarcem e tentem seduzir suas namoradas com suas novas roupagens. Para isto, os rapazes têm de fazer uma viagem em “missão militar”.</p>
<p>Na despedida, as moças e Don Alfonso lhes desejam boa viagem: “<em>Soave sia il vento</em>” (Suave seja o vento), uma das mais belas melodias de Mozart.</p>
<p><em>S</em><em>oave sia il vento</em> | Gundula Janowitz (soprano), Christa Ludwig (contralto), Walter Berry (barítono)</p>
<p><iframe loading="lazy" title="Mozart. Così fan tutte. Soave sia il vento" width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/Ol8sHqZLUOE?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen></iframe></p>
<p>&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;-</p>
<h5><strong><em>Zaide</em></strong><strong>: “Ruhe sanft, mein holdes Leben”</strong></h5>
<p>Esta ária pertence a <em>Zaide, </em>uma ópera inacabada de <a href="https://classicosdosclassicos.mus.br/compositores/wolfgang-amadeus-mozart/">Mozart</a>.</p>
<p>O enredo, um pouco estranho, narra a trajetória de Zaide, que encontra Gompertz dormindo embaixo de uma árvore. Ela admira sua beleza e lhe deixa joias, dinheiro e uma carta pedindo que ele a encontre mais tarde, neste mesmo lugar. Ela canta, então, dizendo que ele deve dormir em paz e acordar feliz.</p>
<p>Mozart cria a partir desta história ridícula uma de suas mais belas árias: “Ruhe sanft, mein holdes Leben“ (Dorme tranquilo, meu amor querido).</p>
<p>Ruhe sanft, mein holdes Leben | Mojca Erdmann (soprano)</p>
<p><iframe loading="lazy" title="Mozart - Ruhe  Sanft - Sleep Safely- Zaida - Mojca Erdmann  2006.flv" width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/c5Fk4ZjPNfw?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen></iframe></p>
<p>&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;</p>
<h5><em>A Flauta Mágica</em>: “O Isis und Osiris”</h5>
<p><em>A Flauta Mágica</em> foi a última e mais bem-sucedida ópera de <a href="https://classicosdosclassicos.mus.br/compositores/wolfgang-amadeus-mozart/">Mozart</a>. Engloba múltiplos gêneros: <em>ópera</em>&#8211;<em>bufa</em> (cômica), dramático, sério e místico. <em>Um de seus personagens é </em>Sarastro, o chefe dos Sacerdotes da Ordem de Ísis, simbolizando o homem racional que vence por sua sabedoria, e não pela força.</p>
<p>Na cena a que vamos assistir a seguir, Sarastro invoca Ísis e Osiris pedindo-lhes proteção para o casal protagonista do enredo, Tamino e Pamina.</p>
<p>Mozart – <em>A Flauta Mágica: “O Isis und Osiris”</em> | Kurt Moll (baixo)</p>
<p><iframe loading="lazy" title="O isis und Osiris- Kurt Moll" width="500" height="375" src="https://www.youtube.com/embed/2eQkgZ-pz1A?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen></iframe></p>
<p>Saiba mais sobre <em>A Flauta Mágica</em>:</p>
<p><a href="https://classicosdosclassicos.mus.br/obras/mozart-a-flauta-magica/">https://classicosdosclassicos.mus.br/obras/mozart-a-flauta-magica/</a></p>
<p><a href="https://classicosdosclassicos.mus.br/obras/mozart-a-flauta-magica-ato-i-trechos/">https://classicosdosclassicos.mus.br/obras/mozart-a-flauta-magica-ato-i-trechos/</a></p>
<p><a href="https://classicosdosclassicos.mus.br/obras/mozart-a-flauta-magica-ato-ii-trechos/">https://classicosdosclassicos.mus.br/obras/mozart-a-flauta-magica-ato-ii-trechos/</a></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Händel – Árias de Óperas</title>
		<link>https://classicosdosclassicos.mus.br/handel-arias-de-operas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Clássicos dos Clássicos]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 18 May 2020 13:26:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Händel]]></category>
		<category><![CDATA[Ópera]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>George Frideric Händel nasceu no mesmo ano em que Bach – 1685. Mas, enquanto Bach permaneceu sempre na região central da Alemanha, Händel teve uma carreira internacional. Começou na Alemanha, depois foi para a Itália (de 1706 a 1710). Finalmente, estabeleceu-se na Inglaterra, onde produziu óperas e oratórios, ficando lá até a morte em 1759. [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><a href="https://classicosdosclassicos.mus.br/compositores/georg-friedrich-handel/">George Frideric Händel</a> nasceu no mesmo ano em que Bach – 1685. Mas, enquanto Bach permaneceu sempre na região central da Alemanha, Händel teve uma carreira internacional. Começou na Alemanha, depois foi para a Itália (de 1706 a 1710). Finalmente, estabeleceu-se na Inglaterra, onde produziu óperas e oratórios, ficando lá até a morte em 1759. Extremamente prolífico, compôs 42 óperas, 29 oratórios, 120 cantatas e muita música instrumental e de câmera. Aqui, comentamos algumas árias de óperas de Händel.</p>
<h5><strong><em>Rinaldo</em></strong><strong>: “Lascia ch’io pianga”</strong></h5>
<p><em>Rinaldo </em>(HWV 7), de 1711, foi a primeira ópera em italiano escrita por <a href="https://classicosdosclassicos.mus.br/compositores/georg-friedrich-handel/">Händel</a> para o público de Londres. É uma história intrincada baseada no poema <em>Jerusalém Libertada</em>,<em> </em>de Torquato Tasso. Como era seu costume, Händel reutilizou, em várias partes da ópera, música composta anteriormente durante sua estada na Itália.</p>
<p><em>Lascia ch’io pianga / Mia cruda sorte </em>(Deixe-me chorar / Por meu destino cruel), por sinal também adaptada, é uma das árias favoritas da ópera e é também executada como peça de concerto.</p>
<p>Lascia ch&#8217;io pianga | Cena do filme <em>Farinelli</em> (a voz é uma síntese feita com as vozes de uma soprano e um de um contratenor).</p>
<p><iframe loading="lazy" title="Handel - Lascia ch&#039;io pianga [BEST VERSION EVER]" width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/TqdFoRjL1Bk?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen></iframe></p>
<p>&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;</p>
<h5><em>Giulio Cesare in Egitto</em>: “Son nata a lagrimar”</h5>
<p>Júlio César vai ao Egito em perseguição a Pompeu. Cornelia, esposa de Pompeu, pede a César que poupe seu marido. César está inclinado a ceder, mas os egípcios se apressam e lhe trazem a cabeça de Pompeu.</p>
<p><em>U</em><em>ma das mais belas páginas de Händel, <a href="https://classicosdosclassicos.mus.br/obras/handel-son-nata-a-lagrimar/">“Son nata a lagrimar” </a></em>expressa com intensa emoção a dor de Cornelia e de Sesto, filho de Pompeu, diante da horrenda visão.</p>
<p>Vamos assistir a esse dueto interpretado por Anne Sofie Von Otter e Philippe Jaroussky. A emoção contida de Anne Sofie é sublime. A explosão do público, ao final, faz justiça aos intérpretes.</p>
<p><em>Son nata a lagrimar </em><strong>| Anne Sofie von Otter (mezzo soprano) e Philippe Jaroussky (contratenor)</strong></p>
<p><iframe loading="lazy" title="Son nata a lagrimar" width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/5tQVenxJwgE?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen></iframe></p>
<p>&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;-</p>
<h5><em>L’Allegro, il Penseroso ed il</em> <em>Moderato</em>: “As steals the morn”</h5>
<p>A ode pastoral <em>L’Allegro, il Penseroso ed il</em> <em>Moderato</em> foi composta por <a href="https://classicosdosclassicos.mus.br/compositores/georg-friedrich-handel/">Händel</a> em apenas três semanas, no início de 1740.</p>
<p>O libreto das duas primeiras partes – <em>L’Allegro</em> (o homem alegre, impulsivo) e <em>Il Penseroso</em> (o homem pensativo, introspectivo) – foi adaptado de poemas de<a href="https://www.infoescola.com/biografias/john-milton/"> John Milton</a>. Händel, no entanto, achou que faltava uma terceira parte que desse à obra um “fecho moral”. Encomendou-a, então, a seu libretista Charles Jennens: <em>Il Moderato</em> (o homem moderado, equilibrado), uma síntese dos dois primeiros temperamentos.</p>
<p>A letra do dueto que encerra a obra, <a href="https://classicosdosclassicos.mus.br/obras/handel-as-steals-the-morn/">“<em>As Steals the Morn”</em> </a>(Assim como chega a luz da manhã), é proveniente da peça <em>A Tempestade</em>, de William Shakespeare:</p>
<p><em>As steals the morn upon the night,</em></p>
<p><em>And melts the shades away:</em></p>
<p><em>So Truth does Fancy’s charm dissolve,</em></p>
<p><em>And rising Reason puts to flight</em></p>
<p><em>The fumes that did the mind involve,</em></p>
<p><em>Restoring intellectual day.</em></p>
<p>Em tradução livre:</p>
<p>Assim como a luz da manhã dissipa as sombras da noite,</p>
<p>Assim também a Verdade dissolve o encanto da Fantasia,</p>
<p>E a Razão expulsa as brumas que envolviam a mente,</p>
<p>Restaurando o dia do intelecto.</p>
<p>Nesse dueto final para soprano e tenor (e também para oboé e fagote), de beleza fascinante, hipnótica, Händel não <em>musica</em> a luz do intelecto do poema, mas se deixa levar pela sensualidade inebriante da melodia.</p>
<p><em>As Steals the Morn </em>| Kate Royal (soprano) e Ian Bostridge (tenor) | Freiburg Baroque Orchestra &amp; Orchestra <em>of </em>the Age of Enlightenment | Stephen Devine (regência e cravo)</p>
<p><iframe loading="lazy" title="Royal, Bostridge - Handel - As Steals the Morn" width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/nCLpffzuBJs?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen></iframe></p>
<p>&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;</p>
<h5><em>Il trionfo del Tempo e del Disinganno</em>: “Tu del ciel ministro eletto”</h5>
<p><em>Il trionfo del Tempo e del Disinganno </em>(O triunfo do tempo e da desilusão) é o primeiro oratório composto por Händel, em 1707. Ele tinha então 22 anos de idade e estava na Itália, onde ficaria por cerca de quatro anos, obtendo enorme sucesso, especialmente entre a nobreza e o clero.</p>
<p>Seu libreto é do Cardeal Pamphili: uma alegoria moral-religiosa, gênero que estava em moda na época.</p>
<p>São quatro os seus personagens: <em>Bellezza, </em>uma linda moça; <em>Piacere </em>(Prazer), um encantador jovem de 16 anos (papel para soprano); <em>Disinganno </em>(Desilusão)<em>, </em>experiente e realista, também chamado de Conselheiro; e <em>Tempo, </em>o “Pai Tempo”. Os três personagens masculinos tentam convencer <em>Bellezza </em>a seguir as convicções de cada um deles. <em>Tempo </em>e <em>Disinganno </em>lutam contra <em>Piacere.</em></p>
<p>A obra trata, então, da conversão de <em>Bellezza</em>: de uma jovem fútil, que quer “aproveitar a vida”, para uma pessoa com valores e aspirações mais elevados.</p>
<p>Na ária final, <a href="https://classicosdosclassicos.mus.br/obras/handel-tu-del-ciel-ministro-eletto/">“</a><em><a href="https://classicosdosclassicos.mus.br/obras/handel-tu-del-ciel-ministro-eletto/">Tu del ciel ministro eletto”</a> </em>(Tu do céu ministro eleito), uma das mais belas já escritas por Händel,<em> Bellezza </em>se dirige aos anjos pedindo-lhes que ouçam seu apelo de iluminação espiritual e intelectual. Destaque para o violino <em>obbligato</em>: é quase um dueto entre voz e violino.</p>
<p>A ária termina o oratório em uma nota surpreendentemente tranquila, luminosa e comovente.</p>
<p>Tu del ciel ministro eletto | Rebecca Bottone (soprano) | Gabrieli Consort &amp; Players | Paul McCreesh (regente)</p>
<p><iframe loading="lazy" title="Rebecca Bottone - Tu del Ciel ministro eletto" width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/m9EeAw5znhs?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen></iframe></p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Monteverdi – Duas óperas</title>
		<link>https://classicosdosclassicos.mus.br/monteverdi-duas-operas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Clássicos dos Clássicos]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 18 May 2020 13:23:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Monteverdi]]></category>
		<category><![CDATA[Ópera]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Orfeo: Abertura e Prólogo Chamada às vezes La Favola d’Orfeo (A Fábula de Orfeu), esta é uma Fabula em Música, ou ópera, de Claudio Monteverdi, que data do período de transição entre a Renascença e o Barroco. Embora não tenha sido a primeira ópera a ser composta (esta honra é de Jacopo Petri), Orfeo tem a distinção de ser a mais [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h5><strong><em>Orfeo</em></strong><strong>: Abertura e Prólogo</strong></h5>
<p>Chamada às vezes <em>La Favola d’Orfeo </em>(A Fábula de Orfeu), esta é uma <em>Fabula em Música, </em>ou ópera, de <a href="https://classicosdosclassicos.mus.br/compositores/claudio-monteverdi/">Claudio Monteverdi</a>, que data do período de transição entre a Renascença e o Barroco.</p>
<p>Embora não tenha sido a primeira ópera a ser composta (esta honra é de Jacopo Petri), <em><a href="https://classicosdosclassicos.mus.br/obras/monteverdi-orfeo/">Orfeo</a> </em>tem a distinção de ser a mais antiga ópera ainda regularmente executada nos dias atuais.</p>
<p>Baseada na lenda grega de Orfeu que desce ao Hades, o reino dos mortos, na tentativa infrutífera de trazer sua bem amada Eurídice de volta à vida, a obra foi escrita em 1607 para uma encenação no carnaval da corte de Mantua.</p>
<p><em>Orfeo: Toccata </em>de abertura e <em>Prólogo </em>| Nikolaus Harnoncourt (direção), Jean-Pierre Ponnelle (direção) | <a href="https://www.opernhaus.ch/en/">Ballet e Coral da Ópera de Zurique</a></p>
<p><iframe loading="lazy" title="MONTEVERDI L&#039;Orfeo (1/12)" width="500" height="375" src="https://www.youtube.com/embed/uJ_mjTTDM5A?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen></iframe></p>
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<h5><em>L’Incoronazione di Poppea</em>: “Pur ti miro, pur ti godo”</h5>
<p>O dueto “<em>Pur ti miro, pur ti</em><em> </em>godo”, um dos mais belos e emocionantes momentos da história da ópera, é a cena final de<a href="https://classicosdosclassicos.mus.br/obras/monteverdi-pur-ti-miro-pur-ti-godo-dueto-da-opera-lincoronazione-di-poppea/"> <em>L’Incoronazione di Poppea</em></a> (A Coroação de Popeia), última obra de Monteverdi, escrita em 1642, poucos meses antes de sua morte aos 76 anos.</p>
<p>Seus dois protagonistas, o imperador Nero e sua recém coroada imperatriz Popeia, são dos mais perversos e corruptos personagens da história de Roma. Na verdade, Popeia será executada pouco depois, por ordem de Nero.</p>
<p>Sabendo disso, Monteverdi dá à peça um tom sombrio, dissonante. Assim, por exemplo, quando Nero e Popeia cantam um outro trecho, <em>Più non peno, più no moro </em>(Não sofro mais, não morro), suas vozes se chocam.</p>
<p>Isso, porém, não torna o dueto menos bonito – pelo contrário, adiciona-lhe uma dimensão trágica.</p>
<p><em>Più ti miro, pur ti godo </em><em>| </em>Patricia Schumann (mezzo soprano) e Richard Croft (tenor)</p>
<p><iframe loading="lazy" title="Pur ti miro -  Monteverdi -  L&#039;Incoronazione di Poppea" width="500" height="375" src="https://www.youtube.com/embed/uDyB_x0Tmuw?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen></iframe></p>
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		<title>A Ópera</title>
		<link>https://classicosdosclassicos.mus.br/a-opera-musica-classica/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Clássicos dos Clássicos]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 16 Mar 2020 03:40:26 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mozart]]></category>
		<category><![CDATA[Ópera]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Ópera é um gênero das artes cênicas. Nele, o texto é todo cantado com acompanhamento musical, seja de câmara ou sinfônico. Conta com a participação de cantores solistas e em coro, além de, em alguns casos, bailarinos e figurantes. A palavra “ópera” surgiu do termo “opus”, de origem latina, e significa &#8220;obra&#8221;. A ópera [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A Ópera é um gênero das artes cênicas. Nele, o texto é todo cantado com acompanhamento musical, seja de câmara ou sinfônico. Conta com a participação de cantores solistas e em coro, além de, em alguns casos, bailarinos e figurantes.</p>
<p>A palavra “ópera” surgiu do termo “opus”, de origem latina, e significa &#8220;obra&#8221;. A ópera é uma das formas de expressão artística mais completas. Isto se dá pois ela reúne a música vocal e a instrumental com a arte dramática e as artes visuais.</p>
<p>O gênero surgiu no início do século XVII, na Itália. A primeira peça a ser considerada como uma ópera (hoje desaparecida) chamava-se <em>Dafne</em>, escrita pelos compositores Jacopo Peri e Ottavio Rinuccini, por volta de 1594, em Florença. Posteriormente, em 1600, a ópera <em>Eurídice</em>, também composta pela dupla Peri-Rinuccini, foi a primeira que sobreviveu até os dias atuais.</p>
<p>Geralmente é constituída por atos, possuindo uma abertura, diversas árias e recitativos, sendo suas partes cantadas em solo, duetos, trios, quartetos e coros. Inclui também interlúdios instrumentais entre as seções cantadas.</p>
<p>Ao longo de sua evolução, foram criados dois estilos distintos e com convenções próprias: a chamada ópera séria, com temas históricos e personagens heroicos, e a ópera cômica ou bufa, com situações mais próximas do cotidiano e personagens com características específicas, que funcionam como uma crítica à vida social.</p>
<p>Diversos compositores, de várias nacionalidades, escreveram óperas, mas podemos destacar entre os seus principais os italianos Claudio Monteverdi (1567–1643), <strong>Gioachino Rossini</strong> (1792–1868) e <strong>Giuseppe Verdi</strong> (1813–1901), e os alemães  <a href="https://classicosdosclassicos.mus.br/compositores/wolfgang-amadeus-mozart/"><strong>Wolfgang Amadeus Mozart</strong></a> (1756–1791) e <a href="https://classicosdosclassicos.mus.br/compositores/richard-wagner/"><strong>Richard Wagner</strong> </a>(1813–1883), isso só para citar alguns nomes.</p>
<p>Para saber um pouco mais sobre o assunto e escutar trechos de óperas famosas, ouça essa edição do programa Caderno de Música, da Rádio MEC-RJ:</p>
<p><a href="http://radios.ebc.com.br/caderno-de-musica/2019/07/conheca-principais-caracteristicas-da-opera-no-caderno-de-musica">http://radios.ebc.com.br/caderno-de-musica/2019/07/conheca-principais-caracteristicas-da-opera-no-caderno-de-musica</a></p>
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		<title>Henry Purcell &#8211; A Rainha das Fadas</title>
		<link>https://classicosdosclassicos.mus.br/henry-purcell-a-rainha-das-fadas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Clássicos dos Clássicos]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 07 Oct 2019 12:25:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ópera]]></category>
		<category><![CDATA[Purcell]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Considerado um dos mais importantes compositores britânicos, não somente do período barroco, mas de todos os tempos, Henry Purcell (1659-1695) nasceu em Londres e teve uma produção musical prolífica, embora tenha falecido muito cedo, com apenas 36 anos de idade. Aos 18 anos, Purcell já era o compositor da banda particular do Rei; aos 20, [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Considerado um dos mais importantes compositores britânicos, não somente do período barroco, mas de todos os tempos, Henry Purcell (1659-1695) nasceu em Londres e teve uma produção musical prolífica, embora tenha falecido muito cedo, com apenas 36 anos de idade.</p>
<p>Aos 18 anos, Purcell já era o compositor da banda particular do Rei; aos 20, era o organista da Abadia de Westminster. Escreveu peças em diversos formatos, como sonatas, fantasias, lições para cravo, música incidental para teatro, óperas e música sacra.</p>
<p>Entre suas principais composições destacam-se a ópera <em>Dido e Eneias</em> e as semi-óperas <em>A Rainha das Fadas</em> e <em>Rei Arthur</em>.</p>
<p><strong><em>A Rainha das Fadas</em></strong></p>
<p>Inspirada na peça <em>Sonho de uma Noite de Verão</em>, de William Shakespeare, a semi-ópera em um prólogo e cinco atos conta uma história bem-humorada sobre o amor e o casamento.</p>
<p>Apresentada pela primeira vez em 2 de maio de 1692 no Dorset Garden Theatre, em Londres, essa obra ficou por anos esquecida, e sua partitura foi recuperada apenas em 1903.</p>
<p>Purcell intercalou trechos musicais com diálogos falados, tornando o texto de Shakespeare mais leve e próximo do gosto popular.</p>
<p>Seguem alguns trechos da obra apresentada na Glyndebourne Opera House, em 2009:</p>
<p><iframe loading="lazy" title="Purcell: The Fairy Queen (Glyndebourne)" width="500" height="375" src="https://www.youtube.com/embed/dA0QLdM4XOM?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
<p><iframe loading="lazy" title="The Fairy Queen: &#039;Now the night is chas&#039;d away&#039; – Glyndebourne" width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/qFwYBt4gsNg?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
<p><iframe loading="lazy" title="The Fairy Queen: &#039;They shall be as happy as they&#039;re fair&#039; – Glyndebourne" width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/R8bgeqKXISA?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
<p><iframe loading="lazy" title="The Fairy Queen: &#039;O let me weep&#039; - Glyndebourne" width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/O-McDItFgrc?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
<p>&nbsp;</p>
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