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	<title>Poulenc - Clássicos dos Clássicos</title>
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	<description>Por Carlos Siffert</description>
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		<title>Terças Ilustres &#8211; #1 Jorge de Almeida</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Clássicos dos Clássicos]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 21 Jul 2020 18:05:24 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Dando início à série “Terças Ilustres”, convidamos Jorge de Almeida, professor de Literatura Comparada e Teoria Literária da USP e autor do livro Crítica Dialética em Theodor Adorno: música e verdade nos anos vinte (Ateliê, 2007), para montar uma playlist para Clássicos dos Clássicos: o tema escolhido foram os &#8220;anos vinte&#8221;. Leia o seu texto [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Dando início à <a href="https://classicosdosclassicos.mus.br/classicos-apresenta-tercas-ilustres/">série “Terças Ilustres”</a>, convidamos Jorge de Almeida, professor de Literatura Comparada e Teoria Literária da USP e autor do livro <a href="https://www.atelie.com.br/livro/critica-dialetica-theodor-adorno/"><em>Crítica Dialética em Theodor Adorno: música e verdade nos anos vinte</em> (Ateliê, 2007)</a>, para montar uma playlist para Clássicos dos Clássicos: o tema escolhido foram os &#8220;anos vinte&#8221;.</p>
<p>Leia o seu texto de apresentação a seguir e ouça a playlist, abaixo:</p>
<p>“Cem anos atrás, outros “anos vinte” traziam para o mundo ares de esperança e renovação, após a catástrofe da Grande Guerra. O adjetivo “novo&#8221; marcava as novidades do Modernismo: uma “nova poesia”, uma “nova arquitetura”, uma “nova objetividade”, e uma “nova música” para esse “novo homem”. A marca desses anos (chamados de “loucos&#8221; pelos franceses, “dourados” pelos alemães, e “crepitantes&#8221; pelos ingleses e americanos) era a diversidade. Progresso e reação coexistiam numa elaborada confusão, enquanto as tentativas de romper com formas antigas se contravam com o anseio pelo estabelecimento de uma “nova ordem”, tanto musical quanto social.</p>
<p>Nossa lista inclui belas obras camerísticas e orquestrais dos anos 1920: começando com a <em>Primeira Kammermusik</em> (1922) de Paul Hindemith, na qual ecoam os anos conturbados da República de Weimar; o <em>Octeto</em> (1923) de <a href="https://classicosdosclassicos.mus.br/compositores/igor-stravinsky/">Igor Stravinsky</a>, compositor radical em busca de um novo classicismo; O <em>Terceiro Quarteto de Cordas</em> (1927) de Arnold Schoenberg, consolidação do dodecafonismo; a injustamente esquecida <em>Pequena Suite</em> (1928) de Franz Schreker; o modernismo com melodias populares de Bela Bartók, em sua <em>Suite de Danças</em> (1923); o <em>Terceiro Concerto para Piano</em> (1921) de Sergei Prokofiev, expoente contraditório de uma Rússia revolucionária; o ballet <em>A criação do Mundo </em>(1923), de Darius Milhaud, símbolo de uma Paris enlouquecida; o <em>Concerto Campestre para cravo e orquestra</em> (1927-1929), de Francis Poulenc, que busca juntar o passado e o futuro; um mundo novo que se encontra com o jazz, na conhecida <em>Rapsódia em Blue</em> (1924) de George Gershwin; e, finalmente, a melancólica beleza tropical de nossa música modernista, no <em>Choro 6</em> (1926) de Heitor Villa-Lobos.</p>
<p>Boas audições!&#8221;</p>
<p><iframe loading="lazy" src="https://open.spotify.com/embed/playlist/6hOZQBFExsdI5kyobsXa6I" width="300" height="380" frameborder="0"></iframe></p>
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