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	<title>Beethoven 250 - Clássicos dos Clássicos</title>
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	<description>Por Carlos Siffert</description>
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		<title>Beethoven – Nona Sinfonia &#124; Uma celebração muito especial</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Clássicos dos Clássicos]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 17 Dec 2020 13:45:50 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Hoje, dia 17 de dezembro de 2020, comemoramos os 250 anos de nascimento de Ludwig van Beethoven, compositor que criou algumas das obras mais icônicas na história da música ocidental, entre elas, a Nona Sinfonia. No dia de Natal de 1989, em Berlim, acontecia uma celebração da reunificação das duas Alemanhas, após a queda do [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Hoje, dia 17 de dezembro de 2020, comemoramos os 250 anos de nascimento de Ludwig van Beethoven, compositor que criou algumas das obras mais icônicas na história da música ocidental, entre elas, a <em>Nona Sinfonia.</em></p>
<p><span style="font-weight: 400;">No dia de Natal de 1989, em Berlim, acontecia uma celebração da reunificação das duas Alemanhas, após a queda do Muro de Berlim. </span><span style="font-weight: 400;">Um evento especial apresentou a </span><i><span style="font-weight: 400;">Nona Sinfonia</span></i><span style="font-weight: 400;"> de <a href="https://classicosdosclassicos.mus.br/compositores/ludwig-van-beethoven/">Beethoven</a>, com o coro final cantado com a substituição de uma única palavra: em vez de Ode à “Alegria” (Freude)</span><i><span style="font-weight: 400;">, </span></i><span style="font-weight: 400;">Ode à “Liberdade”</span> <span style="font-weight: 400;">(Freiheit). Aliás, muitos comentaristas ao longo dos anos afirmavam que Schiller havia usado “Freude” em lugar de “Freiheit”</span> <span style="font-weight: 400;">para não criar problemas com os censores. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O local escolhido foi muito emblemático: o Gendarmenmarkt, com o memorial a Schiller, em frente aos degraus que levam ao Königliches Schauspielhaus</span> <span style="font-weight: 400;">(Teatro Real), reconstruído depois da guerra e rebatizado de Konzerthaus</span> <span style="font-weight: 400;">(Sala de Concerto).</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">À <a href="https://www.br-so.com/">Orquestra Sinfônica da Rádio da Bavária</a> somaram-se músicos de importantes orquestras de Dresden, São Petersburgo, Londres, Nova Iorque e Paris.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Três coros se uniram: o Coro da Rádio da Bavária, o Coro da Rádio do que tinha sido a cidade de Berlim Oriental e o Coro de Meninos da Filarmônica de Dresden.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O quarteto de solistas foi formado por June Anderson (soprano), Sarah Walker (mezzo soprano), Klaus König (tenor) e Jan-Hendrik Rootering (baixo).</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Leonard Bernstein foi o inspirador e regente deste conjunto:</span></p>
<p><a href="https://classicosdosclassicos.mus.br/compositores/ludwig-van-beethoven/">Beethoven</a> &#8211; <em>Nona Sinfonia</em> &#8211; Leonard Bernstein:</p>
<p><iframe loading="lazy" title="Beethoven simphony 9   Bernstein   Berlin" width="500" height="375" src="https://www.youtube.com/embed/T9LCwlfWD_8?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen></iframe></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="font-weight: 400;">  </span></p>
<p>&nbsp;</p>
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		<item>
		<title>Beethoven &#8211; Sonata nº 29 em Si Bemol Maior, Op.106 – “Hammerklavier”</title>
		<link>https://classicosdosclassicos.mus.br/obras/beethoven-sonata-no-29-em-si-bemol-maior-op-106-hammerklavier/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Clássicos dos Clássicos]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 07 Dec 2020 14:57:50 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Durante algum tempo, Beethoven resolveu usar termos em alemão para os títulos de suas obras. Assim, chamou as Sonatas Op. 101 e Op. 106 de Sonaten für das Hammerklavier, ao invés da denominação usual, pianoforte. Mas este imponente nome só “colou” para a grande Sonata nº 29, Op. 106.  A Sonata Hammerklavier marca o início [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;">Durante algum tempo, <a href="https://classicosdosclassicos.mus.br/compositores/ludwig-van-beethoven/">Beethoven</a> resolveu usar termos em alemão para os títulos de suas obras. Assim, chamou as Sonatas Op. 101 e Op. 106 de </span><i><span style="font-weight: 400;">Sonaten für das Hammerklavier</span></i><span style="font-weight: 400;">, ao invés da denominação usual, </span><i><span style="font-weight: 400;">pianoforte</span></i><span style="font-weight: 400;">. Mas este imponente nome só “colou” para a grande </span><i><span style="font-weight: 400;">Sonata nº 29, </span></i><span style="font-weight: 400;">Op. 106. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A </span><i><span style="font-weight: 400;">Sonata Hammerklavier</span></i><span style="font-weight: 400;"> marca o início das obras monumentais da última fase de Beethoven. Virão em seguida as </span><i><span style="font-weight: 400;">Variações Diabelli</span></i><span style="font-weight: 400;">, a </span><i><span style="font-weight: 400;">Missa Solene</span></i><span style="font-weight: 400;">, a </span><i><span style="font-weight: 400;">Nona Sinfonia</span></i><span style="font-weight: 400;"> e os últimos quartetos. O próprio <a href="https://classicosdosclassicos.mus.br/compositores/ludwig-van-beethoven/">Beethoven</a> afirmou: </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">“Estou escrevendo aquela que será a maior de minhas sonatas. Ela vai dar trabalho aos pianistas&#8230; É para ser tocada daqui a 50 anos.”</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;"><a href="https://classicosdosclassicos.mus.br/compositores/ludwig-van-beethoven/">Beethoven</a> tinha razão. Com exceção de Liszt, de<a href="https://classicosdosclassicos.mus.br/clara-schumann-200-anos/"> Clara Schumann</a> e de Hans von Bülow, poucos pianistas se arriscaram a enfrentar os imensos desafios da </span><i><span style="font-weight: 400;">Hammerklavier</span></i><span style="font-weight: 400;"> antes das últimas décadas do século XIX.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O comentarista Paul Griffiths faz uma apreciação da importância da obra:</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">“Foi no Op. 106 que Beethoven desenvolveu uma linguagem harmônica mais complexa, na qual inclusive os antigos modos (como o frígio e o lídio) são trazidos de volta. As cores harmônicas são ricas, os climas e gestos são intensificados como que por uma dimensão extra. Longas digressões e súbitas mudanças de curso criam movimentos de proporções sem precedentes. Outra marca deste último estilo é a fuga, introduzida como uma volta ao passado, mas também olhando para o futuro, porque o contraponto estrito leva muitas vezes a música à beira do atonal. Beethoven, em vários pontos desta sonata, e em toda a fuga final, parece estar percorrendo toda a distância entre Bach e Schoenberg.”</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Não é só para os pianistas que a </span><i><span style="font-weight: 400;">Sonata Hammerklavier</span></i><span style="font-weight: 400;"> apresenta desafios. Foi esta obra que provocou uma crise na aceitação pelo público da música de Beethoven. A ideia de que sua música é inacessível, até mesmo incompreensível, surgiu como reação às fugas do Op. 106 e do Quarteto Op. 130 na sua versão original – a “Grande Fuga”.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A </span><i><span style="font-weight: 400;">Hammerklavier</span></i><span style="font-weight: 400;"> foi mais uma das obras dedicadas por Beethoven ao Arquiduque Rodolfo. Na verdade, Beethoven estava em 1817 compondo simultaneamente uma obra coral para a festa de São Rodolfo, homônimo do Arquiduque. O texto começava com as palavras “</span><i><span style="font-weight: 400;">Vivat, vivat Rudolphus</span></i><span style="font-weight: 400;">”.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O poder da sonata se afirma logo na fanfarra inicial do primeiro movimento, </span><i><span style="font-weight: 400;">Allegro</span></i><span style="font-weight: 400;">. O tema é curto, mas, tal como na </span><i><span style="font-weight: 400;">Quinta Sinfonia</span></i><span style="font-weight: 400;">, os compassos iniciais dão o impulso para todo o movimento. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O breve </span><i><span style="font-weight: 400;">Scherzo – Assai vivace</span></i><span style="font-weight: 400;"> que se segue é, segundo o estudioso do compositor William Kinderman, é uma paródia de humor negro do primeiro movimento.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O grande </span><i><span style="font-weight: 400;">Adagio sostenuto</span></i><span style="font-weight: 400;"> que vem depois – o mais longo movimento lento em Beethoven – foi descrito pelo autor <a href="https://www.britannica.com/biography/Wilhelm-von-Lenz">Wilhelm Lenz</a> como “o mausoléu do sofrimento coletivo da humanidade”. Marcado “</span><i><span style="font-weight: 400;">Appassionato e con molto sentimento</span></i><span style="font-weight: 400;">”, seu lirismo angustiado, segundo o musicólogo Barry Cooper, vem do mesmo mundo da “Cavatina” do </span><i><span style="font-weight: 400;">Quarteto Op.130</span></i><span style="font-weight: 400;">.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O compositor <a href="https://classicosdosclassicos.mus.br/compositores/igor-stravinsky/">Igor Stravinsky</a> chamou a fuga final de inexaurível e exaustiva. Os críticos a relacionam, junto com a “Grande Fuga” do </span><i><span style="font-weight: 400;">Quarteto Op. 130</span></i><span style="font-weight: 400;"> e a fuga “</span><i><span style="font-weight: 400;">Et Vitam Venturi</span></i><span style="font-weight: 400;">” da </span><i><span style="font-weight: 400;">Missa Solene</span></i><span style="font-weight: 400;">, às mais extensas e ousadas explorações de Beethoven na arte do contraponto. O movimento se inicia com uma introdução lenta. Logo se segue o que Beethoven chamou de uma fuga em três partes, “</span><i><span style="font-weight: 400;">con alcune licenze</span></i><span style="font-weight: 400;">” (com algumas liberdades), embora a peça obedeça às convenções da fuga, tais como aumentar o tema, virá-lo de cabeça para baixo e de trás para frente.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;"> </span><span style="font-weight: 400;">Kinderman faz o seguinte comentário final sobre a </span><i><span style="font-weight: 400;">Sonata Hammerklavier</span></i><span style="font-weight: 400;">:</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">“Tal como na </span><i><span style="font-weight: 400;">Sinfonia Heroica</span></i><span style="font-weight: 400;">, mas mais profundamente, a </span><i><span style="font-weight: 400;">Sonata Hammerklavier</span></i><span style="font-weight: 400;"> implica uma progressão narrativa análoga de luta heroica e de sofrimento, levando a um renascer de possibilidades criativas. Depois do purgatório do </span><i><span style="font-weight: 400;">Adagio sostenuto</span></i><span style="font-weight: 400;">, o retorno das forças da vida na introdução lenta do final, e o próprio desafio ardente de expressão da fuga em si, reúnem uma das afirmações artísticas mais radicais de Beethoven, uma obra de ‘música nova’, sem compromissos, nem concessões.”</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Beethoven – </span><i><span style="font-weight: 400;">Sonata nº 29 em Si Bemol Maior</span></i><span style="font-weight: 400;">, Op.106</span><i><span style="font-weight: 400;"> – “Hammerklavier”</span></i><span style="font-weight: 400;"> | Igor Levit (piano)</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><iframe loading="lazy" title="Beethoven - Sonata for piano No. 29 in B flat major, Op. 106 &quot;Hammerklavier&quot;" width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/6JhWhxR7eyI?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen></iframe></p>
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		<item>
		<title>Beethoven &#8211; Sonata nº 30 em Mi Maior, Op. 109</title>
		<link>https://classicosdosclassicos.mus.br/obras/beethoven-sonata-no-30-em-mi-maior-op-109/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Clássicos dos Clássicos]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 30 Nov 2020 14:34:03 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A Sonata nº 30 em Mi Maior, Opus 109, é a primeira das três últimas sonatas de Beethoven. Escrita após um período de crise e de baixa produção, essa peça marca a volta do compositor às obras-primas de seus últimos anos, época em que produziu trabalhos de grande porte, como a Missa Solene e a [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;">A </span><i><span style="font-weight: 400;">Sonata nº 30 em Mi Maior, Opus 109</span></i><span style="font-weight: 400;">, é a primeira das três últimas sonatas de <a href="https://classicosdosclassicos.mus.br/compositores/ludwig-van-beethoven/">Beethoven</a>.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Escrita após um período de crise e de baixa produção, essa peça marca a volta do compositor às obras-primas de seus últimos anos, época em que produziu trabalhos de grande porte, como a </span><i><span style="font-weight: 400;">Missa Solene</span></i><span style="font-weight: 400;"> e a </span><a href="https://classicosdosclassicos.mus.br/multimidia/podcast-beethoven-nona-sinfonia/"><i><span style="font-weight: 400;">Nona Sinfonia</span></i></a><span style="font-weight: 400;">.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Em maio de 1820, <a href="https://classicosdosclassicos.mus.br/compositores/ludwig-van-beethoven/">Beethoven</a> prometeu ao editor <a href="https://en.wikipedia.org/wiki/Adolf_Martin_Schlesinger">Adolph Schlesinger</a> três novas sonatas – que  seriam suas últimas. Ele concluiu a Op. 109 imediatamente, mas uma piora em sua saúde adiou as outras duas. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O contraste desta com a sonata precedente, a </span><a href="https://classicosdosclassicos.mus.br/multimidia/podcast-beethoven-sonata-no-29-op-106-hammerklavier/"><i><span style="font-weight: 400;">Hammerklavier, </span></i></a><span style="font-weight: 400;">heroica e longa, não podia ser maior. A Op. 109 é suave e breve, 20 minutos, comparados com os 45 da anterior.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O primeiro movimento, </span><i><span style="font-weight: 400;">Vivace ma non troppo, </span></i><span style="font-weight: 400;">abre com um tema que flui suavemente, mas é interrompido depois de nove compassos por um </span><i><span style="font-weight: 400;">Adagio expressivo. </span></i><span style="font-weight: 400;">O tema de abertura retorna depois de oito compassos. O movimento é breve, durando menos de quatro minutos. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;"> </span><span style="font-weight: 400;">O </span><i><span style="font-weight: 400;">Prestissimo </span></i><span style="font-weight: 400;">que se segue é mais tradicional – um </span><i><span style="font-weight: 400;">Scherzo </span></i><span style="font-weight: 400;">em forma sonata, enérgico e explosivo; todavia, novamente o que surpreende é sua duração: dois minutos.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Nas últimas obras de Beethoven – a chamada terceira fase –, o peso emocional está frequentemente no último movimento. Este é o caso aqui: os dois primeiros movimentos somam seis minutos, menos da metade da duração do movimento final, que é o centro emocional da sonata.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O </span><i><span style="font-weight: 400;">Andante molto cantabile ed expressivo</span></i><span style="font-weight: 400;"> é um tema com seis variações seguidas da repetição do tema inicial. O tema é da maior dignidade: à anotação </span><i><span style="font-weight: 400;">molto cantabile ed espressivo, </span></i><span style="font-weight: 400;">Beethoven acrescenta em alemão</span><i><span style="font-weight: 400;"> Gesangvoll mit innigster Empfindung</span></i><span style="font-weight: 400;"> (</span><i><span style="font-weight: 400;">Cantabile com intimíssimo sentimento</span></i><span style="font-weight: 400;">). Apesar da riqueza de invenção e dos contrastes entre as diferentes variações, o clima é sempre de exaltação, de êxtase.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Beethoven &#8211; </span><i><span style="font-weight: 400;">Sonata nº 30 em Mi Maior, Op. 109 </span></i><span style="font-weight: 400;">| <a href="https://classicosdosclassicos.mus.br/igor-levit/">Igor Levit</a> (piano)</span></p>
<p><iframe loading="lazy" src="https://open.spotify.com/embed/playlist/78Fb18gEtThpAc6ICfFiXe" width="300" height="380" frameborder="0"></iframe></p>
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		<item>
		<title>Beethoven – Sonata nº 25 em Sol Maior, Op. 79</title>
		<link>https://classicosdosclassicos.mus.br/obras/beethoven-sonata-no-25-em-sol-maior-op-79/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Clássicos dos Clássicos]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 23 Nov 2020 15:11:44 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A Sonata nº 25 em Sol Maior, Op. 79, foi publicada como uma Sonatina ou “Sonata Fácil”, embora haja sofisticação por trás de sua aparente simplicidade. O primeiro movimento é um Presto alla tedesca, baseado em uma dança folclórica alemã popular na época – na verdade, uma precursora da valsa.  Em seguida, surge um Andante [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;">A </span><i><span style="font-weight: 400;">Sonata nº 25 em Sol Maior</span></i><b>,</b><span style="font-weight: 400;"> Op. 79, foi publicada como uma Sonatina ou “Sonata Fácil”, embora haja sofisticação por trás de sua aparente simplicidade.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O primeiro movimento é um </span><i><span style="font-weight: 400;">Presto alla tedesca</span></i><span style="font-weight: 400;">, baseado em uma dança folclórica alemã popular na época – na verdade, uma precursora da valsa. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Em seguida, surge um </span><i><span style="font-weight: 400;">Andante</span></i><span style="font-weight: 400;"> em tom menor, uma suave barcarola. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O Rondó final, </span><i><span style="font-weight: 400;">Vivace</span></i><span style="font-weight: 400;">, lembra Haydn, com suas pausas e repetições inesperadas e sua textura pianística simples. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;"><a href="https://classicosdosclassicos.mus.br/compositores/ludwig-van-beethoven/">Beethoven</a> – </span><i><span style="font-weight: 400;">Sonata nº 25 em Sol Maior, Op. 79</span></i><span style="font-weight: 400;"> | Daniel Barenboim (piano)</span></p>
<p><iframe loading="lazy" title="Beethoven | Piano Sonata No. 25 in G major | Daniel Barenboim" width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/IYmA7_AgB8E?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Beethoven – Sonata nº 15 em Ré Maior, Op. 28, “Pastoral”</title>
		<link>https://classicosdosclassicos.mus.br/obras/beethoven-sonata-no-15-em-re-maior-op-28-pastoral/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Clássicos dos Clássicos]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 16 Nov 2020 15:23:13 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A Sonata nº 15 em Ré Maior, Opus 28, “Pastoral” data de 1801 e foi composta imediatamente após as experiências com novas formas que Beethoven tinha feito com a Sonata Quase uma Fantasia, Op. 27 nº 1, e a Sonata ao Luar, Op. 27 nº 2, ambas já apresentadas em nosso site. A Pastoral é [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A <em>Sonata nº 15 em Ré Maior, Opus 28, “Pastoral”</em> data de 1801 e foi composta imediatamente após as experiências com novas formas que <a href="https://classicosdosclassicos.mus.br/compositores/ludwig-van-beethoven/">Beethoven</a> tinha feito com a <em><a href="https://classicosdosclassicos.mus.br/obras/beethoven-sonata-quasi-una-fantasia-opus-27-no-1/">Sonata Quase uma Fantasia, Op. 27 nº 1</a>,</em> e a <a href="https://classicosdosclassicos.mus.br/obras/sonata-em-do-sustenido-menor-no-14-quasi-una-fantasia-sonata-ao-luar-opus-27-no-2/"><em>Sonata ao Luar, Op. 27 nº 2</em></a>, ambas já apresentadas em nosso site.</p>
<p>A <em>Pastoral</em> é seu último trabalho no formato em quatro movimentos tradicionais e sua despedida ao estilo <a href="https://classicosdosclassicos.mus.br/periodos/classicismo/">clássico</a> de seu primeiro período. A obra recebeu o apelido de seu editor de <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Hamburgo">Hamburgo</a>. O termo “Pastoral” combina com a música tranquila de seu primeiro movimento e com a graça rústica de seu <em>Final</em>.</p>
<p>No primeiro movimento, <em>Allegro</em>, reparem nas notas repetidas no baixo do piano – elas dão uma certa urgência ao tema gracioso apresentado na mão direita.</p>
<p>O segundo movimento, <em>Andante</em>, era um dos preferidos de Beethoven, que o tocava para seus amigos. Ele é composto por três partes A-B-A. As partes externas, A, têm o clima de um hino solene e sombrio de uma procissão. Já a parte central, B, é leve e clara, com seus arabescos delicados.</p>
<p>O breve terceiro movimento, <em>Scherzo – Allegro Vivace</em>, se baseia inteiramente em dois motivos de quatro compassos, um de oitavas descendentes e o outro de arpejos também descendentes. Um Trio agitado faz o contraste.</p>
<p>O quarto movimento, <em>Final</em>, marcado Rondó – <em>Allegro ma non troppo, </em>começa com uma imitação do baixo de uma gaita de fole, o que dá um tom bucólico, pastoral à música. Os episódios intermediários são bem inspirados, variados e divertidos.</p>
<p>Beethoven – <em>Sonata nº 15 em Ré Maior, Op. 28, “Pastoral”</em> | András Schiff (piano)</p>
<p><iframe loading="lazy" title="András Schiff Beethoven Piano Sonata No.15 &#039;Pastorale&#039; Op.28" width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/v5JOE60kQBQ?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" allowfullscreen></iframe></p>
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		<title>Beethoven &#8211; Sonata nº 7 em Ré Maior, Op. 10 nº 3</title>
		<link>https://classicosdosclassicos.mus.br/obras/beethoven-sonata-no-7-em-re-maior-op-10-no-3/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Clássicos dos Clássicos]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 16 Nov 2020 15:21:03 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>As três sonatas do Opus 10 foram escritas por Beethoven entre 1796 e 1798. A Sonata nº 7 em Ré Maior, considerada a primeira obra-prima do ciclo de sonatas de Beethoven, é a maior e a mais importante das três. “Acordei em Ré maior”, dizia Beethoven desta sonata. A obra é dividida em quatro movimentos [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>As três sonatas do Opus 10 foram escritas por <a href="https://classicosdosclassicos.mus.br/compositores/ludwig-van-beethoven/">Beethoven</a> entre 1796 e 1798. A <em>Sonata nº 7 em Ré Maior, </em>considerada a primeira obra-prima do ciclo de sonatas de Beethoven, é a maior e a mais importante das três.</p>
<p>“Acordei em Ré maior”, dizia Beethoven desta sonata.</p>
<p>A obra é dividida em quatro movimentos – 1. <em>Presto</em>; 2. <em>Largo e mesto</em>; 3. <em>Minueto – Allegro</em>; e 4. <em>Rondó – Allegro </em>–, mas com exceção de seu maravilhoso Minueto, é duvidoso que ela fosse considerada aceitável para os ouvidos de 1798.</p>
<p>O segundo movimento, <em>Largo e mesto </em>(Lento e triste), é de uma intensidade que revela, nas próprias palavras de Beethoven, um estado melancólico. Este <a href="https://www.youtube.com/watch?v=9Xt30_H7c2I&amp;ab_channel=IgorLevit-Topic"><em>Largo</em></a> é famoso por sua beleza e também como prenúncio de outros movimentos lentos igualmente trágicos. Beethoven o interpretava frequentemente como uma peça isolada.</p>
<p>Do desespero do <em>Largo</em> em Ré menor emerge um Minueto que nos leva de volta ao Ré maior, como o sol entre as nuvens.</p>
<p>O Rondó final se baseia em motivos simples de três notas ascendentes. Sua inventividade, suas mudanças constantes de humor, suas pausas expressivas e, especialmente seu final caprichoso, que se dissolve no ar, fazem dele um desafio ao intérprete.</p>
<p>Beethoven – <em>Sonata nº 7 em Ré maior, Op. 10 nº 3</em> | <a href="https://classicosdosclassicos.mus.br/igor-levit/">Igor Levit</a> (piano)</p>
<p><iframe loading="lazy" title="Spotify Embed: Beethoven - Sonata No. 7 in D Major, Op. 10, No. 3: I. Presto" style="border-radius: 12px" width="100%" height="380" frameborder="0" allowfullscreen allow="autoplay; clipboard-write; encrypted-media; fullscreen; picture-in-picture" src="https://open.spotify.com/embed/playlist/3a1uIJSV9PlJHjtcg3jnZ6?si=966cb6ce8a3e4b07&#038;utm_source=oembed"></iframe></p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Beethoven &#8211; Sonata para Piano nº 26 em Mi Bemol Maior, Op. 81a – “Les Adieux”</title>
		<link>https://classicosdosclassicos.mus.br/obras/beethoven-sonata-para-piano-no-26-em-mi-bemol-maior-op-81a-les-adieux/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Clássicos dos Clássicos]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 09 Nov 2020 15:55:17 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Em 1809, Viena foi invadida pelas tropas de Napoleão. A família real, incluindo o Arquiduque Rodolfo, discípulo, patrono e amigo de Beethoven, teve de deixar a cidade e buscar abrigo em Budapeste. A Sonata Op. 81a comemora a partida do Arquiduque no dia 4 de maio, sua ausência e seu retorno em 30 de janeiro [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Em 1809, Viena foi invadida pelas tropas de Napoleão. A família real, incluindo o <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Rodolfo_da_%C3%81ustria_(1788%E2%80%931831)">Arquiduque Rodolfo</a>, discípulo, patrono e amigo de <a href="https://classicosdosclassicos.mus.br/compositores/ludwig-van-beethoven/">Beethoven</a>, teve de deixar a cidade e buscar abrigo em Budapeste.</p>
<p>A <em>Sonata Op. 81a </em>comemora a partida do Arquiduque no dia 4 de maio, sua ausência e seu retorno em 30 de janeiro de 1810.</p>
<p>A obra é dividida em três partes, assim denominadas por Beethoven:</p>
<ul>
<li>Das Lebewohl – “A Despedida”</li>
<li>Abwesenheit – “Ausência”</li>
<li>Das Wiedersehen – “O Retorno”</li>
</ul>
<p>Beethoven começa a sonata com uma chamada de trompa. Sobre os três primeiros acordes ele escreveu na partitura as três sílabas: Le-be-wohl. Deste <em>Lebewohl</em> emerge um lamento, que junto com a chamada da trompa fornece o material para a introdução. Com sua característica habilidade de criar suspense, Beethoven prepara o <em>Allegro</em>, um movimento cheio de paixão, em que esperança e tristeza se misturam.</p>
<p>A “Ausência”, marcada como <em>Andante espressivo</em>, é lenta. Lembra uma procissão, tal como a <em>Introduzione</em> da <em>Sonata Aurora</em>. Assim como esta, conduz diretamente ao final.</p>
<p>A música se torna subitamente luminosa e, sem interrupção, irrompe o final. Beethoven o chama de <em>Wiedersehen</em> – Retorno, ou melhor, Reunião. Marcada como “<em>vivacissimamente”</em>, é uma peça virtuosística, muito brilhante.</p>
<p>Beethoven – <em>Sonata para Piano nº 26 em Mi Bemol Maior, Op. 81a – “Les Adieux” </em>| <a href="https://classicosdosclassicos.mus.br/igor-levit/">Igor Levit</a> (piano)</p>
<p><iframe loading="lazy" title="Beethoven - Sonata for piano No. 26 in E flat major, Op. 81A -  &quot;Les Adieux&quot; - Igor Levit" width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/EEY2fG8KSsg?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen></iframe></p>
<p>&nbsp;</p>
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		<item>
		<title>Beethoven &#8211; Sonata para Piano nº 24 em Fá Sustenido, Op. 78 – “Para Therese”</title>
		<link>https://classicosdosclassicos.mus.br/obras/beethoven-sonata-para-piano-no-24-em-fa-sustenido-op-78-para-therese/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Clássicos dos Clássicos]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 09 Nov 2020 15:38:10 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A Sonata para Piano, Op. 78, &#8220;Para Therese&#8221; foi, ao lado da Appassionata, a predileta de Beethoven até ele compor a Op. 106, a Sonata Hammerklavier. A Op.78, aliás, é a sonata que se segue à Appassionata, porém com um intervalo de vários anos. Ela é íntima, lírica e concisa: tem apenas dois movimentos e dura [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A <em>Sonata para Piano, Op. 78, &#8220;Para Therese&#8221;</em> foi, ao lado da <em>Appassionata</em>, a predileta de <a href="https://classicosdosclassicos.mus.br/compositores/ludwig-van-beethoven/">Beethoven</a> até ele compor a <em>Op. 106</em>, a <em>Sonata</em> <em>Hammerklavier</em>. A Op.78, aliás, é a sonata que se segue à <em>Appassionata</em>, porém com um intervalo de vários anos.</p>
<p>Ela é íntima, lírica e concisa: tem apenas dois movimentos e dura menos de 8 minutos.</p>
<p>Vale destacar a beleza e a importância do <em>Adagio cantabile</em> inicial, de apenas quatro compassos. Começar o movimento sem ele, diz um comentarista, tira metade de sua mágica.</p>
<p>A sonata é dedicada à Condessa Therese von Brunsvik, que teria sido durante algum tempo a namorada do compositor.</p>
<p>Beethoven – <em>Sonata para Piano nº 24 em Fá Sustenido, Op. 78 – “Para Therese”</em> | <a href="https://classicosdosclassicos.mus.br/igor-levit/">Igor Levit</a> (piano)</p>
<p><iframe loading="lazy" title="Beethoven - Sonata for Piano No. 24 in F sharp major, Op. 78, &quot;For Therese&quot; - Igor Levit" width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/RswU079wqwo?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen></iframe></p>
<p>Saiba mais sobre a Sonata “Para Therese” e ouça sua interpretação pelo pianista <a href="https://www.paullewispiano.co.uk/">Paul Lewis</a> no <a href="https://classicosdosclassicos.mus.br/multimidia/podcast-beethoven-sonata-no-24-em-fa-maior-op-78-para-therese/">podcast</a>:</p>
<blockquote class="wp-embedded-content" data-secret="cQpYeVLE4A"><p><a href="https://classicosdosclassicos.mus.br/multimidia/podcast-beethoven-sonata-no-24-em-fa-maior-op-78-para-therese/">PODCAST | Beethoven, Sonata nº 24 Em Fá Maior, Op. 78 – “Para Thérèse”</a></p></blockquote>
<p><iframe class="wp-embedded-content" sandbox="allow-scripts" security="restricted" title="&#8220;PODCAST | Beethoven, Sonata nº 24 Em Fá Maior, Op. 78 – “Para Thérèse”&#8221; &#8212; Clássicos dos Clássicos" src="https://classicosdosclassicos.mus.br/multimidia/podcast-beethoven-sonata-no-24-em-fa-maior-op-78-para-therese/embed/#?secret=cQpYeVLE4A" data-secret="cQpYeVLE4A" width="500" height="282" frameborder="0" marginwidth="0" marginheight="0" scrolling="no"></iframe></p>
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		<item>
		<title>Beethoven – Sonata Op. 31 nº 3 – “A Caça”</title>
		<link>https://classicosdosclassicos.mus.br/obras/beethoven-sonata-op-31-no-3-a-caca/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Clássicos dos Clássicos]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 02 Nov 2020 18:40:25 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Beethoven vinha explorando conscientemente novos rumos. Seu aluno Carl Czerny (1791-1857) relata que, entre a composição da Sonata Pastoral e as Sonatas do Opus 31, Beethoven dissera: “Não estou satisfeito com o trabalho que fiz até agora. De hoje em diante, vou tomar um novo caminho”. A Sonata Op. 31 nº 3 foi escrita por Beethoven [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><a href="https://classicosdosclassicos.mus.br/compositores/ludwig-van-beethoven/">Beethoven</a> vinha explorando conscientemente novos rumos. Seu aluno Carl Czerny (1791-1857) relata que, entre a composição da <em>Sonata Pastoral</em> e as Sonatas do Opus 31, Beethoven dissera: “Não estou satisfeito com o trabalho que fiz até agora. De hoje em diante, vou tomar um novo caminho”.</p>
<p>A <em>Sonata Op. 31 nº 3</em> foi escrita por Beethoven em Heiligenstadt, em 1802, pouco antes do famoso Testamento de Heiligenstadt (que já comentamos no post da <em>Quinta Sinfonia</em>). No Testamento, o compositor revela seu desespero pela surdez que está cada vez pior e fala até em suicídio. Mas essa sonata nada tem de trágico, pelo contrário.</p>
<p>A este propósito, o pianista <a href="https://en.wikipedia.org/wiki/Anton_Kuerti">Anton Kuerti</a> faz uma advertência: “Beethoven está brincando conosco, está querendo nos pregar uma peça aqui. Se levarmos isso em conta e não perdermos tempo procurando alguma mensagem profunda, podemos relaxar e&#8230; apreciar a obra. A Sonata tem um <em>Scherzo</em> e um <em>Minueto</em>, mas não tem movimento lento – isto já é uma pista que Beethoven nos dá de que não se trata de uma obra ‘séria’”.</p>
<p>Não é uma obra séria no sentido convencional, mas é uma obra original. Beethoven está fazendo experiências. A Sonata deve seu apelido “A Caça” ao seu final – este título não se aplica ao resto da obra (da mesma forma como o título “Ao Luar” só se aplica a um dos movimentos da <em>Sonata Op. 27 nº 2</em>).</p>
<p>A impressão inicial que a <em>Sonata Op. 31 nº 3</em> nos causa é a de que Beethoven está guardando alguma coisa para si, está hesitante. Mas quando o tema de abertura termina, um movimento rítmico constante em colcheias é iniciado. Mais adiante, no segundo tema, este ritmo se acelera, passando a semicolcheias. A atmosfera cômica destas passagens é acentuada, quando um motivo derivado do tema principal é repetido insistentemente no baixo.</p>
<p>Segue-se um <em>Allegretto vivace </em>que Beethoven chamou de <em>Scherzo.</em> Mas este não é um <em>Scherzo</em> típico: é em compasso 2/4 em vez de 3/4 e não tem Trio. O nome <em>Scherzo</em> (brincadeira) fica por conta de seu humor e de sua vivacidade rítmica. É interessante notar que, tal como no primeiro movimento, o início do <em>Scherzo </em>é também hesitante.</p>
<p>O terceiro movimento é um Minueto com Trio. O Minueto é sereno e lírico, mas o Trio contrasta bastante com este clima: é composto quase que só de acordes que se alternam entre o registro grave e o agudo do piano. Saint-Saëns usou este Trio nas suas <em>Variações sobre um Tema de Beethoven</em>, de 1784.</p>
<p>No Final, Beethoven retoma o tom cômico, quase grotesco do primeiro movimento. Este <em>Presto con fuoco </em>em rimo de tarantela é um <em>moto perpetuo </em>de incessante energia rítmica.</p>
<p>Beethoven – <em>Sonata nº 18 em Mi Bemol Maior, Opus 31 nº 3 – “A Caça”</em> | <a href="https://classicosdosclassicos.mus.br/igor-levit/">Igor Levit</a> (piano)</p>
<p><iframe loading="lazy" title="Beethoven - Sonata for piano No. 18 in E flat major, Op. 31/3 &quot;The Hunt&quot; - Igor Levit" width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/6rYm7NTv-kU?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen></iframe></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>The post <a rel="nofollow" href="https://classicosdosclassicos.mus.br/obras/beethoven-sonata-op-31-no-3-a-caca/">Beethoven – Sonata Op. 31 nº 3 – “A Caça”</a> appeared first on <a rel="nofollow" href="https://classicosdosclassicos.mus.br">Clássicos dos Clássicos</a>.</p>
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		<item>
		<title>Beethoven &#8211; Sonata nº 8 em Dó Menor, Op. 13 &#8211; Patética</title>
		<link>https://classicosdosclassicos.mus.br/obras/beethoven-sonata-no-8-em-do-menor-op-13-patetica/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Clássicos dos Clássicos]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 25 Oct 2020 23:49:01 +0000</pubDate>
				<guid isPermaLink="false">https://classicosdosclassicos.mus.br/?post_type=obras&#038;p=5920</guid>

					<description><![CDATA[<p>A Sonata nº 8 em Dó Menor, Op.13 &#8211; Patética foi um sucesso imediato, quando foi publicada em 1799, ano em que Beethoven completou 29 anos de idade. A obra possui três movimentos e começa com uma introdução lenta, intensa e comovente, seguida de um Allegro molto e con brio em forma sonata muito vivo [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A <em>Sonata nº 8 em Dó Menor, Op.13</em> &#8211; <em>Patética</em> foi um sucesso imediato, quando foi publicada em 1799, ano em que <a href="https://classicosdosclassicos.mus.br/compositores/ludwig-van-beethoven/">Beethoven</a> completou 29 anos de idade.</p>
<p>A obra possui três movimentos e começa com uma introdução lenta, intensa e comovente, seguida de um <em>Allegro molto e con brio </em>em forma sonata muito vivo e brilhante. O material da introdução retorna e serve como ponte à cadência final.</p>
<p>Os dois movimentos que se seguem, o belo e conhecido <em>Adagio cantabile </em>e o empolgante <em>Allegro </em>final, são ambos em forma de rondó, embora apresentem clima e andamento diferentes.</p>
<p>Vamos ouvir a interpretação do pianista <a href="https://www.igor-levit.com/">Igor Levit</a>:</p>
<p><iframe title="Spotify Embed: Beethoven - Sonata No. 8 in C minor, Op. 13, &quot;Pathétique&quot;:" style="border-radius: 12px" width="100%" height="352" frameborder="0" allowfullscreen allow="autoplay; clipboard-write; encrypted-media; fullscreen; picture-in-picture" loading="lazy" src="https://open.spotify.com/embed/playlist/1K0gAU3qjhWczhOr6CKp5b?si=0d1f8882425d40e7&#038;utm_source=oembed"></iframe></p>
<p>Assista à interpretação do Adagio, segundo movimento da Sonata Patética, pelo pianista <a href="https://classicosdosclassicos.mus.br/igor-levit/">Igor Levit</a>:</p>
<p><iframe loading="lazy" title="Igor Levit - Beethoven, Pathétique Op. 13 - Adagio cantabile" width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/9MWgWcCCwEE?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" allowfullscreen></iframe></p>
<p>Saiba mais sobre a obra de Beethoven:</p>
<blockquote class="wp-embedded-content" data-secret="ww53JmBsPh"><p><a href="https://classicosdosclassicos.mus.br/obras/beethoven-sonata-no-8-em-do-menor-opus-13-patetica/">Beethoven &#8211; Sonata nº 8 em Dó Menor, Op. 13, &#8220;Patética&#8221;</a></p></blockquote>
<p><iframe class="wp-embedded-content" sandbox="allow-scripts" security="restricted" title="&#8220;Beethoven &#8211; Sonata nº 8 em Dó Menor, Op. 13, &#8220;Patética&#8221;&#8221; &#8212; Clássicos dos Clássicos" src="https://classicosdosclassicos.mus.br/obras/beethoven-sonata-no-8-em-do-menor-opus-13-patetica/embed/#?secret=6EsjzmYNdm#?secret=ww53JmBsPh" data-secret="ww53JmBsPh" width="500" height="282" frameborder="0" marginwidth="0" marginheight="0" scrolling="no"></iframe></p>
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		<title>Beethoven &#8211; Sonatas Op. 14</title>
		<link>https://classicosdosclassicos.mus.br/obras/beethoven-sonatas-op-14/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Clássicos dos Clássicos]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 25 Oct 2020 23:27:27 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Beethoven – Sonatas, Op. 14, n.º 1 e 2 As Sonatas, Op. 14, de Beethoven, foram publicadas em 1799, um ano após a Sonata, Op. 13, Patética. Elas formam um par e fazem um contraponto lírico ao clima trágico de sua antecessora. Foram ambas dedicadas à Baronesa Josefa von Braun. Sonata n.º 9, Op. 14 n.º [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Beethoven – Sonatas, Op. 14, n.º 1 e 2</strong></p>
<p>As Sonatas, Op. 14, de <a href="https://classicosdosclassicos.mus.br/compositores/ludwig-van-beethoven/">Beethoven</a>, foram publicadas em 1799, um ano após a <em>Sonata, Op. 13, Patética</em>. Elas formam um par e fazem um contraponto lírico ao clima trágico de sua antecessora.</p>
<p>Foram ambas dedicadas à Baronesa Josefa von Braun.</p>
<p><strong>Sonata n.º 9, Op. 14 n.º 1</strong></p>
<p>A <em>Sonata n.º 9, Op. 14 n.º 1,</em> data de 1798. Embora seja aparentemente simples e incluída entre as obras iniciais de Beethoven, tem novas técnicas de composição que seriam mais tarde desenvolvidas no estilo maduro do compositor.</p>
<p>A obra se inicia com um tema amplo que se estende uma oitava acima e contrasta com o passo a passo cromático do segundo tema.</p>
<p>Embora não seja assinalado como tal, o segundo movimento tem a forma de um minueto com trio.</p>
<p>O final é um rondó <em>comodo </em>durante o qual Beethoven brinca com súbitas mudanças dinâmicas.</p>
<p>Mais tarde, em 1801, a obra seria arranjada para quarteto de cordas.</p>
<p>Beethoven – <em>Sonata para Piano n.º 9 em Mi Maior</em>, Op. 14 n.º 1 | Igor Levit (piano)</p>
<p><iframe loading="lazy" title="Beethoven - Sonata for Piano Nº 9 in E major, Op 14/1 - Igor Levit" width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/Ht9o0esXEPs?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen></iframe></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Sonata n.º 10, Op. 14 n.º 2</strong></p>
<p>Na <em>Sonata n.º 10, Op. 14 n.º 2</em>, encontramos um <a href="https://classicosdosclassicos.mus.br/compositores/ludwig-van-beethoven/">Beethoven</a> bem-humorado brincando com truques de métrica e de ritmo.</p>
<p>O <em>Allegro </em>de abertura tem uma das mais elaboradas seções de desenvolvimento. Após o retorno do material inicial, o movimento chega alegremente ao final.</p>
<p>O segundo movimento, <em>Andante</em>, é um conjunto de variações sobre um tema simples <em>staccato.</em> Sobre ele, o musicólogo William Kinderman comenta:</p>
<p>“A simplicidade da melodia do <em>Andante</em> é sublinhada por repetições de sua frase de abertura, o que provocou um eminente crítico a descrever o movimento como estúpido. No entanto, o coração expressivo da peça reside na tensão entre a aparente ingenuidade do tema e a sua reinterpretação através da adição de síncopes e dissonâncias nas variações. A tensão é mantida até o fim, quando a intenção humorística de Beethoven é confirmada, de uma vez por todas, pela surpreendente explosão <em>fortissimo </em>do último acorde.”</p>
<p>O final é em estilo pastoral e tem a designação pouco usual de <em>Scherzo</em>, embora seja em forma de rondó, com dois episódios. Continua o clima de bom humor.</p>
<p>Beethoven<strong> – </strong><em>Sonata para Piano n.º 10 em Sol Maior</em>, Op. 14 n.º 2 | Daniel Barenboim (piano)</p>
<p><iframe loading="lazy" title="Barenboim: Beethoven - Sonata No. 10 in G major, Op. 14 No. 2" width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/ZmIYyB3ip_E?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen></iframe></p>
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		<item>
		<title>Beethoven – Sonata nº 12 em Lá Bemol Maior, Op. 26 – “Marcha Fúnebre”</title>
		<link>https://classicosdosclassicos.mus.br/obras/beethoven-sonata-no-12-em-la-bemol-maior-op-26-marcha-funebre/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Clássicos dos Clássicos]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 19 Oct 2020 05:15:45 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Conhecida como a “Sonata da Marcha Fúnebre”, essa peça foi composta por Beethoven aos 30 anos de idade, entre 1800-1801. Integrando um grupo de sonatas de caráter experimental, a obra é um prenúncio do que seria a segunda fase da produção do compositor. Seu movimento mais original é o terceiro, intitulado por Beethoven de “Marcia [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Conhecida como a “Sonata da Marcha Fúnebre”, essa peça foi composta por Beethoven aos 30 anos de idade, entre 1800-1801.</p>
<p>Integrando um grupo de sonatas de caráter experimental, a obra é um prenúncio do que seria a segunda fase da produção do compositor.</p>
<p>Seu movimento mais original é o terceiro, intitulado por Beethoven de “<em>Marcia funebre sulla morte d’um eroe</em>” (“Marcha fúnebre sobre a morte de um herói”).</p>
<p>Posteriormente, a obra foi tocada no cortejo fúnebre do próprio <a href="https://classicosdosclassicos.mus.br/compositores/ludwig-van-beethoven/">Beethoven</a>.</p>
<p>Vamos ouvi-la na interpretação de<a href="https://classicosdosclassicos.mus.br/igor-levit/"> Igor Levit</a>:</p>
<p><iframe loading="lazy" title="Beethoven - Sonata for Piano Nº 12 in A flat major, Op  26 - Igor Levit" width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/9z27bw6zElY?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen></iframe></p>
<p>Já comentamos sobre essa obra no podcast:</p>
<blockquote class="wp-embedded-content" data-secret="d8usu9bk3N"><p><a href="https://classicosdosclassicos.mus.br/multimidia/podcast-beethoven-sonata-no-12-em-la-bemol-maior-op-26/">PODCAST | Beethoven – Sonata nº 12 em Lá Bemol Maior, Op. 26</a></p></blockquote>
<p><iframe class="wp-embedded-content" sandbox="allow-scripts" security="restricted" title="&#8220;PODCAST | Beethoven – Sonata nº 12 em Lá Bemol Maior, Op. 26&#8221; &#8212; Clássicos dos Clássicos" src="https://classicosdosclassicos.mus.br/multimidia/podcast-beethoven-sonata-no-12-em-la-bemol-maior-op-26/embed/#?secret=d8usu9bk3N" data-secret="d8usu9bk3N" width="500" height="282" frameborder="0" marginwidth="0" marginheight="0" scrolling="no"></iframe></p>
<p>&nbsp;</p>
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		<item>
		<title>Beethoven – Abertura Leonore nº 3, Op.72a</title>
		<link>https://classicosdosclassicos.mus.br/obras/beethoven-abertura-leonore-no-3-op-72a/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Clássicos dos Clássicos]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 16 Sep 2020 15:12:04 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Nenhum compositor estava mais disposto a revisar constantemente suas composições do que Beethoven. Um exemplo disto são as quatro aberturas que escreveu para sua única ópera, Fidelio (anteriormente chamada Leonore), que já comentamos aqui no site. A Leonore nº 3 é uma revisão enxuta da nº 2 e foi apresentada na versão da ópera de [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Nenhum compositor estava mais disposto a revisar constantemente suas composições do que <a href="https://classicosdosclassicos.mus.br/compositores/ludwig-van-beethoven/">Beethoven</a>. Um exemplo disto são as quatro aberturas que escreveu para sua única ópera, <em>Fidelio</em> (anteriormente chamada <em>Leonore</em>), que já comentamos aqui no site.</p>
<p>A <em>Leonore nº 3</em> é uma revisão enxuta da nº 2 e foi apresentada na versão da ópera de 1806. A apresentação foi um fracasso e Beethoven colocou a obra na prateleira até 1814. Reapresentada então com muitas mudanças, inclusive com uma nova abertura, a ópera finalmente teve sucesso.</p>
<p>Quanto a <em>Leonore nº 3</em>, uma obra de primeira qualidade, ela foi incorporada ao repertório sinfônico como uma peça independente, sendo frequentemente executada.</p>
<p>Beethoven – <em>Abertura Leonore nº 3</em>, Op.72a |<a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Orquestra_Sinf%C3%B4nica_da_R%C3%A1dio_B%C3%A1vara"> Orquestra Sinfônica da Rádio da Bavária</a>, Leonard Bernstein (regente)</p>
<p><iframe loading="lazy" title="Bernstein Beethoven Leonore Overture Nº3" width="500" height="375" src="https://www.youtube.com/embed/dRhwyzJABvI?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen></iframe></p>
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		<title>Beethoven &#8211; Trio para Piano e Cordas em Dó Menor, Op.1 nº 3</title>
		<link>https://classicosdosclassicos.mus.br/obras/beethoven-trio-para-piano-e-cordas-em-do-menor-op-1-no-3/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Clássicos dos Clássicos]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 29 Jul 2020 06:25:38 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O Trio para Piano e Cordas, Opus 1 é um marco importante na vida de Beethoven. O compositor tinha se mudado de Bonn para Viena em 1792. Em pouco tempo criou uma reputação como pianista e improvisador. Agora queria mostrar-se como compositor. Para tanto, compôs os três trios que integram o Op.1. Vale lembrar que [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O Trio para Piano e Cordas, Opus 1 é um marco importante na vida de <a href="https://classicosdosclassicos.mus.br/compositores/ludwig-van-beethoven/">Beethoven</a>. O compositor tinha se mudado de Bonn para Viena em 1792. Em pouco tempo criou uma reputação como pianista e improvisador. Agora queria mostrar-se como compositor.</p>
<p>Para tanto, compôs os três trios que integram o Op.1. Vale lembrar que esses trios não eram suas primeiras composições. Ele já havia escrito muitas peças anteriormente. É possível até que um ou dois dos trios tenham sido escritos antes de sua chegada a Viena. Mas não o nº 3, que vamos ouvir hoje.</p>
<p>Ferdinand Ries, aluno de Beethoven, relembra a estreia dos trios:</p>
<p>“Tinha sido planejado apresentar os três primeiros trios numa <em>soirée</em> na mansão do Príncipe Lichnowski (grande patrono de Beethoven). Quase todos os artistas e amantes da música foram convidados, em particular Haydn, cuja opinião todos estavam ansiosos de conhecer.</p>
<p>Os trios foram tocados imediatamente e acompanhados pelo público com extraordinária atenção. Haydn fez muitos elogios às obras, mas aconselhou Beethoven a não publicar imediatamente o nº 3. Beethoven ficou muito surpreso, porque considerava o terceiro o melhor dos três.</p>
<p>A observação de Haydn causou má impressão a Beethoven e o levou a pensar que Haydn estava com inveja e má vontade em relação a ele. Resolvi falar com Haydn e ele me disse que não acreditava que o <em>Trio nº 3</em> fosse entendido pelo público e, portanto, pudesse ser recebido favoravelmente.”</p>
<p>É interessante notar que essa apresentação ocorreu em fins de 1793 ou início de 1794. A despeito de sua irritação com as observações de Haydn, Beethoven fez uma extensa revisão nas obras e só as publicou em 1795.</p>
<p>Enquanto os trios de Haydn são obras suaves e gentis, o Op.1 nº 3 é grande, audacioso, enérgico e assertivo.</p>
<h5></h5>
<p>O primeiro movimento, <em>Allegro con brio</em>, é cheio de propulsão rítmica e de fogo. Já se reconhece Beethoven.</p>
<p>O segundo movimento é um belo conjunto de variações sobre um tema simples, mas gracioso, que mostra toda a habilidade de Beethoven em variações, muito relacionada, aliás, a seu talento de improvisador.</p>
<p>Segue-se um Minueto cheio de vivacidade, elegância e espírito.</p>
<p>O <em>Finale</em>, furioso e avassalador, marcado como <em>prestíssimo,</em> retoma o clima intenso do primeiro movimento. Permite também a Beethoven exibir seu virtuosismo.</p>
<p><a href="https://classicosdosclassicos.mus.br/compositores/ludwig-van-beethoven/">Beethoven</a> – <em>Trio para Piano e Cordas em Dó Menor</em>, Op. 1 nº 3 | <a href="https://www.steinway.com/artists/wilhelm-kempff">Wilhelm Kempff</a> (piano), Henryk Szeryng (violino) e Ludwig Hoelscher (violoncelo).</p>
<p><iframe loading="lazy" title="Beethoven  Trio N°3 Op 1 Pour Violon, Violoncelle Et Piano" width="500" height="375" src="https://www.youtube.com/embed/EC-dWccKjSU?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen></iframe></p>
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		<item>
		<title>Beethoven &#8211; Sonata em Fá Menor, Op. 57, “Appassionata”</title>
		<link>https://classicosdosclassicos.mus.br/obras/beethoven-sonata-em-fa-menor-op-57-appassionata/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Clássicos dos Clássicos]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 15 Jul 2020 00:29:45 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A Sonata em Fá Menor, Op. 57, &#8220;Appassionata&#8221;, começou a ser escrita por Beethoven em 1803, mas só foi terminada em 1806. O trabalho foi interrompido pela ópera Fidelio. Até escrever a Sonata Op. 106, a Hammerklavier, Beethoven considerava a Appassionata sua melhor Sonata. Seu apelido lhe foi dado por um editor em 1838, anos depois [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A <em>Sonata em Fá Menor, </em>Op. 57<em>, &#8220;</em>Appassionata&#8221;<em>,</em> começou a ser escrita por <a href="https://classicosdosclassicos.mus.br/compositores/ludwig-van-beethoven/">Beethoven</a> em 1803, mas só foi terminada em 1806. O trabalho foi interrompido pela ópera <em><a href="https://classicosdosclassicos.mus.br/obras/beethoven-fidelio/">Fidelio</a>. </em></p>
<p>Até escrever a <em>Sonata Op. 106</em>, a <em>Hammerklavier, </em>Beethoven considerava a <em>Appassionata </em>sua melhor Sonata. Seu apelido lhe foi dado por um editor em 1838, anos depois da morte de Beethoven, portanto. Sobre a abertura, diz o autor de notas de programa Eric Bromberger:</p>
<p>“O <em>Allegro assai </em>abre em <em>pianíssimo</em>, com um sinistro primeiro tema, em um compasso 12/8. À medida que este tema se desenvolve, ouve-se, em um registro bem grave, o motivo de quatro notas que, mais tarde, vai abrir a <em>Quinta Sinfonia</em>. Deste motivo, subitamente irrompe uma grande erupção de som. A extraordinária unidade do movimento se torna clara com a chegada do segundo tema, que é uma variação do tema de abertura. O movimento se desenvolve em forma sonata, seu ritmo inicial está estampado na coda, que termina com a repetição quase inaudível do primeiro tema.”</p>
<p>O segundo e o terceiro movimentos estão interligados. O segundo, <em>Andante con moto</em>, é um tema com variações sobre uma melodia lenta, tranquila, em forma de hino. Beethoven lembra o intérprete várias vezes com a indicação <em>dolce </em>e mesmo os volteios rápidos no fim do movimento continuam serenos.</p>
<p>O terceiro movimento, <em>Allegro ma non troppo &#8211; Presto,</em> se segue sem interrupção e seu tema principal é quase um <em>perpetuum móbile</em>. A energia incandescente do primeiro movimento ressurge aqui.</p>
<p>O musicólogo inglês Donald Tovey faz a seguinte apreciação do extraordinário poder da Sonata e de seu inexorável final: “Todos os seus outros <em>Finales</em> patéticos mostram um epílogo num mundo lendário ou futuro, longe da cena trágica. Mas, na <em>Appassionata</em>, não há um momento de dúvida de que a trágica paixão se precipita em direção à morte.”</p>
<p>Beethoven &#8211; <em>Sonata nº 23 em Fá menor</em>, Op. 57, &#8220;Appassionata&#8221; | Igor Levit (piano)</p>
<p><iframe title="Spotify Embed: Beethoven - Sonata No. 23 in F Minor, Op. 57, &quot;Appassionata&quot;" style="border-radius: 12px" width="100%" height="352" frameborder="0" allowfullscreen allow="autoplay; clipboard-write; encrypted-media; fullscreen; picture-in-picture" loading="lazy" src="https://open.spotify.com/embed/playlist/3vZDbkV3bx0TT8R93c09yG?si=78f5db60041642f0&#038;utm_source=oembed"></iframe></p>
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		<title>Beethoven – Sonata nº 4 para Violoncelo e Piano em Dó Maior, Op. 102 nº 1</title>
		<link>https://classicosdosclassicos.mus.br/obras/beethoven-sonata-no-4-para-violoncelo-e-piano-em-do-maior-op-102-no-1/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Clássicos dos Clássicos]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 01 Jul 2020 17:51:20 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A Sonata nº 4 para Violoncelo e Piano em Dó Maior, Op. 102 nº 1 ocupa um lugar extremamente importante na obra de Beethoven: é a primeira de sua terceira e última fase. Data de 1815 e surge depois de um longo período de silêncio. O crítico e musicólogo norte-americano Joseph Kerman comenta a respeito [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Sonata nº 4 para Violoncelo e Piano em Dó Maior, Op. 102 nº 1 ocupa um lugar extremamente importante na obra de <a href="https://classicosdosclassicos.mus.br/compositores/ludwig-van-beethoven/">Beethoven</a>: é a primeira de sua terceira e última fase. Data de 1815 e surge depois de um longo período de silêncio. O crítico e musicólogo norte-americano Joseph Kerman comenta a respeito da composição:</p>
<p>“As poucas obras terminadas entre 1814 e 1816 – o ciclo de canções e as Sonatas Opus 102 nºs 1 e 2, e a Opus 101 – estão mais próximas da música romântica da década de 1830 do que qualquer outra obra de Beethoven&#8230; Os retornos dos temas do primeiro movimento da Sonata Op. 102 nº 1 (marcados <em>con intimissimo sentimento </em>e<em> teneramente</em>) não parecem recapitulações beethovenianas. Parecem mais lembranças nostálgicas que sugerem Schumann e sua geração.”</p>
<p>A <em>Sonata Op. 102 nº 1</em> tem dois movimentos rápidos com introduções lentas. Esta estrutura é única em Beethoven. Além disso, não só a Sonata parece começar no meio, novamente lembrando <a href="https://classicosdosclassicos.mus.br/compositores/robert-schumann/">Schumann</a>, como também o material da primeira introdução volta antes do <em>Allegro</em> final, enfatizando a unidade da obra como um todo.</p>
<p>A anotação de Beethoven no topo da partitura – “uma sonata livre” – é inteiramente pertinente. Esta é uma composição que quebra preceitos tradicionais, rompe barreiras da convenção musical. É uma porta de entrada digna e profética para a música da última fase do compositor.</p>
<p>Beethoven – <em>Sonata nº 4 para violoncelo e Piano em Dó Maior</em>, Op 102 nº 1 | <a href="http://stevenisserlis.com/">Steven Isserlis</a> (violoncelo) e Peter Evans (piano)</p>
<p><iframe loading="lazy" title="Beethoven Sonata No.4 in C for cello and piano Op.102 no.1 Steven Isserlis cello Peter Evans piano" width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/iRLz5un3H24?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen></iframe></p>
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		<title>Beethoven &#8211; Fidelio</title>
		<link>https://classicosdosclassicos.mus.br/obras/beethoven-fidelio/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Clássicos dos Clássicos]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 20 May 2020 18:25:54 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Fidelio é a única ópera de Beethoven. Conta a história de Leonore, personagem que, disfarçada de homem (Fidelio – fiel), consegue um emprego em uma prisão com o propósito de libertar seu marido, injustamente condenado. A ópera teve uma trajetória tumultuada, sendo revista diversas vezes. Estreada em 1805, somente nove anos depois chegou à sua [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Fidelio </em>é a única ópera de <a href="https://classicosdosclassicos.mus.br/compositores/ludwig-van-beethoven/">Beethoven</a>. Conta a história de Leonore, personagem que, disfarçada de homem (<em>Fidelio – </em>fiel), consegue um emprego em uma prisão com o propósito de libertar seu marido, injustamente condenado.</p>
<p>A ópera teve uma trajetória tumultuada, sendo revista diversas vezes. Estreada em 1805, somente nove anos depois chegou à sua versão final, em 1814.</p>
<p><a href="https://classicosdosclassicos.mus.br/compositores/ludwig-van-beethoven/">Beethoven</a> não era um compositor vocal como <a href="https://classicosdosclassicos.mus.br/compositores/wolfgang-amadeus-mozart/">Mozart</a> ou <a href="https://classicosdosclassicos.mus.br/compositores/franz-schubert/">Schubert</a>. “Não gosto de compor canções”, disse certa vez, e, sobre <em>Fidelio</em>, afirmou<em>: </em>“Esta ópera vai me valer uma coroa de mártir”.</p>
<p><a href="https://classicosdosclassicos.mus.br/compositores/ludwig-van-beethoven/">Bethoven</a> teve dificuldades em conseguir uma abertura adequada para a ópera: escreveu quatro! Para a estreia, em 1805, a abertura tocada foi a que é hoje conhecida como <em>Leonore nº 2. </em>Duas outras “<em>Leonores” </em>foram escritas<em>: </em>a que atualmente é chamada de <em>nº 3 </em>(1806) e a <em>nº 1</em> (1808). Finalmente, em 1814, veio a <em>Abertura </em><em>Fidelio</em>, que é geralmente usada hoje em dia.</p>
<p><a href="https://classicosdosclassicos.mus.br/compositores/ludwig-van-beethoven/">Beethoven</a> – <em>Fidelio: Abertura</em> | Chamber Orchestra of Europe, Nikolaus Harnoncourt (regente).</p>
<p><iframe loading="lazy" src="https://open.spotify.com/embed/track/15TP89kCG4dCi4yxaPcMTH" width="300" height="380" frameborder="0"></iframe></p>
<p>E, aqui, podemos assistir à ópera completa, em versão de concerto, apresentada pela <a href="https://theatromunicipal.org.br/pt-br/grupoartistico/orquestra-sinfonica-municipal/">Orquestra Sinfônica Municipal de São Paulo</a>, sob a regência de Roberto Minczuk:</p>
<p><iframe loading="lazy" title="Clássicos | Orquestra Sinfônica Municipal: Beethoven, Fidelio - Ópera em concerto | 5/08/2017" width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/d_WOnfRnWkk?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen></iframe></p>
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		<title>Beethoven &#8211; Sonata para Piano nº 17 em Ré Menor, Op. 31 nº 2 &#8211; &#8220;A tempestade”</title>
		<link>https://classicosdosclassicos.mus.br/obras/sonata-para-piano-no-17-em-re-menor-tempestade/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Clássicos dos Clássicos]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 06 Aug 2019 00:42:37 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Como costuma acontecer nas sonatas de Beethoven, o nome “A Tempestade” não foi dado pelo compositor. Ele teria respondido a uma pergunta sobre o significado da Sonata para Piano nº 17 (e também da Sonata “Appassionata”) dizendo: “Leia A Tempestade, de Shakespeare”. A sonata “A Tempestade” foi composta no verão de 1802 em Heiligenstadt e [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Como costuma acontecer nas sonatas de <a href="https://classicosdosclassicos.mus.br/compositores/ludwig-van-beethoven/">Beethoven</a>, o nome “A Tempestade” não foi dado pelo compositor. Ele teria respondido a uma pergunta sobre o significado da <em>Sonata para Piano nº 17</em> (e também da <em>Sonata “Appassionata”</em>) dizendo: “Leia <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/A_Tempestade"><em>A Tempestade</em>, de Shakespeare</a>”.</p>
<p>A sonata “A Tempestade” foi composta no verão de 1802 em Heiligenstadt e está no limiar da nova linguagem musical que vai caracterizar o segundo estilo de Beethoven. É uma das obras mais pessoais desse período crucial.</p>
<p>Um experimento ousado marca a abertura da sonata. O primeiro tema apresenta um arpejo lento, improvisatório, e um motivo rápido, agitado. Essas duas ideias reaparecem nos outros movimentos da sonata.</p>
<p>Outra passagem de caráter experimental e de grande efeito dramático é o recitativo que aparece no fim da recapitulação.</p>
<p>O <em>Adagio</em> que se segue é introspectivo, quase parece um hino. Tem um clima sombrio, com suas linhas melódicas interrompidas por um <em>ostinato</em> que é como um rufar de tambores abafado, no baixo do piano.</p>
<p>O <em>Allegretto</em> final é uma das peças maiores de Beethoven. É um <em>moto perpetuo</em>, obcecado pela figuração ondulante que abre o movimento. Sobre este, o pianista e compositor britânico Harold Truscott escreveu: &#8220;O movimento está congelado em sua própria dor, e essa dor é incapaz de pensar, ou então é um pensamento que gira em torno de si mesmo.&#8221;<strong> </strong></p>
<p><strong>Vamos ouvir a seguir duas interpretações da <em>Sonata “A Tempestade”</em>. Primeiramente, com o pianista Igor Levit:</strong></p>
<p><iframe loading="lazy" title="Spotify Embed: Beethoven - Sonata No. 17 in D Minor, Op. 31, No. 2, &quot;Tempest&quot;" style="border-radius: 12px" width="100%" height="380" frameborder="0" allowfullscreen allow="autoplay; clipboard-write; encrypted-media; fullscreen; picture-in-picture" src="https://open.spotify.com/embed/playlist/4X0Z7fdMJpHTpwXoJzQbmg?si=12f4f234e7154f44&#038;utm_source=oembed"></iframe></p>
<p><strong>E, aqui, com o pianista Sviatoslav Richter, em gravação histórica de 1961, considerada a melhor dessa Sonata:</strong></p>
<p><iframe loading="lazy" title="Spotify Embed: Beethoven - Sonata nº 17, Op. 31 nº 2 - &quot;A Tempestade&quot;" style="border-radius: 12px" width="100%" height="380" frameborder="0" allowfullscreen allow="autoplay; clipboard-write; encrypted-media; fullscreen; picture-in-picture" src="https://open.spotify.com/embed/playlist/0bcXvJaJatjdKBkNO1sHBf?utm_source=oembed"></iframe></p>
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