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	<title>Beethoven: Segunda Fase - Clássicos dos Clássicos</title>
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	<description>Por Carlos Siffert</description>
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		<title>Beethoven &#8211; Sonata nº 27 em Mi Menor, Op. 90</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Clássicos dos Clássicos]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 31 Jan 2022 16:32:12 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Beethoven escreveu a Sonata nº 27 em Mi Menor, Op 90, no verão de 1814. Foi a primeira em cinco anos. Seu estilo está próximo do último grupo de obras-primas que ele iria compor nos anos seguintes (as Opp. 101, 106, 109, 110 e 111). A obra foi dedicada ao Conde Moritz Lichnowsky, irmão do [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><a href="https://classicosdosclassicos.mus.br/compositores/ludwig-van-beethoven/">Beethoven</a> escreveu a <em>Sonata nº 27 em Mi Menor, Op 90</em>, no verão de 1814. Foi a primeira em cinco anos. Seu estilo está próximo do último grupo de obras-primas que ele iria compor nos anos seguintes (as Opp. 101, 106, 109, 110 e 111). A obra foi dedicada ao Conde Moritz Lichnowsky, irmão do príncipe <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Karl_Lichnowsky">Karl</a>, patrono de Beethoven.</p>
<p>Uma anedota da época nos dá uma interpretação da <em>Sonata, Op. 90</em>: o Conde Moritz, que tinha se casado recentemente com uma jovem dançarina vienense, perguntou a Beethoven qual era o significado da obra. Beethoven deu uma gargalhada e respondeu que o primeiro movimento representava a luta entre o coração e a razão (ou seja, o debate interior do Conde sobre se deveria ou não se casar com alguém abaixo de sua posição social), e, o segundo, uma conversa com a amada, celebrando a feliz união dos dois.</p>
<p>A obra só tem dois movimentos: um primeiro enérgico, em Mi menor, e um final lírico, em Mi maior. Beethoven passou a usar, durante algum tempo, nomes em alemão para os movimentos de suas obras. Eram instruções longas que falavam mais de sentimentos do que andamentos.</p>
<p>O primeiro é descrito assim: “Com vivacidade e sempre com sentimento e expressão”. Como sugere a descrição de Beethoven ao Conde Moritz, ele é cheio de contrastes, um extraordinário diálogo entre a ira e a ternura, entre o masculino e o feminino.</p>
<p>Já o Rondó Final, marcado como “não muito depressa e muito cantábile”, é o mais schubertiano de todos os movimentos de Beethoven: lírico, sem pressa, espaçoso. Neste Rondó, diz o musicólogo William Kinderman: “Beethoven se aproxima muito do estilo romântico que está emergindo”.</p>
<p>“Uma característica que coloca a sonata mais perto de Schubert e dos primeiros Românticos do que do próprio Beethoven da última fase”, segundo o musicólogo Barry Cooper, “é a ausência quase completa de contraponto. Quase todo o material temático está na mão direita; mesmo quando a esquerda assume a exposição temporariamente, no primeiro movimento, a textura é uma melodia no registro tenor com figurações na mão direita”.</p>
<p>Beethoven – <em>Sonata nº 27 em Mi Menor, Op. 90 </em>| Wilhelm Kempff</p>
<p><iframe loading="lazy" title="Beethoven – Sonata nº 27 em Mi Menor, Op. 90 | Wilhelm Kempff" width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/EdhHZhiiN88?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
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		<title>Beethoven – Quarteto nº 9 em Dó Maior, Op. 59 nº 3, “Razumovsky nº 3”</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Clássicos dos Clássicos]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 31 Jan 2022 16:25:45 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O Quarteto nº 9 em Dó Maior, Op 59 nº 3, é o último e o mais popular dos três quartetos que Beethoven escreveu para o Conde Razumovsky, embaixador russo em Viena, cujo nome deu origem ao apelido da obra, “Razumovsky nº 3”. Depois de composições ambiciosas e revolucionárias, Beethoven criava, por vezes, obras mais [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O <em>Quarteto nº 9 em Dó Maior, Op 59 nº 3,</em> é o último e o mais popular dos três quartetos que Beethoven escreveu para o Conde Razumovsky, embaixador russo em Viena, cujo nome deu origem ao apelido da obra, “Razumovsky nº 3”.</p>
<p>Depois de composições ambiciosas e revolucionárias, <a href="https://classicosdosclassicos.mus.br/compositores/ludwig-van-beethoven/">Beethoven</a> criava, por vezes, obras mais melodiosas e relaxadas. Tomando como exemplo as Sinfonias, este é o caso da <em>Quarta Sinfonia</em>, depois da <em>Terceira</em>, a “Eroica”; da <em>Sexta</em>, a “Pastoral”, depois da <em>Quinta</em>; e da <em>Oitava</em>, depois da <em>Sétima</em>.</p>
<p>Assim também é o <em>Quarteto Razumovsky nº 3</em>. Enquanto os dois primeiros duram cerca de 40 minutos cada um, este dura pouco mais de meia hora. Enquanto os dois primeiros falam uma linguagem nova e difícil de entender, este, embora moderno e ousado, volta em certa medida a <a href="https://classicosdosclassicos.mus.br/compositores/joseph-haydn/">Haydn</a> e <a href="https://classicosdosclassicos.mus.br/compositores/wolfgang-amadeus-mozart/">Mozart</a>.</p>
<p>O quarteto começa com uma introdução lenta, sem tonalidade definida, que lembra a introdução do <em>Quarteto K. 465, “Dissonâncias”</em>, de Mozart, compositor que Beethoven admirava muito; mas, se a introdução lembra o passado, o <em>Allegro vivace</em> que se segue é avançado, ousado mesmo. Há grandes saltos na melodia e passagens escritas para o registro mais agudo do violino.</p>
<p>O segundo movimento, <em>Andante con moto, quasi allegretto</em>, é muito original, diferente de tudo que Beethoven produziu em sua música de câmara. Seu tema é vagamente russo, talvez um complemento aos dois outros temas russos dos quartetos anteriores. Seu clima é melancólico, comovente, quase schubertiano. O uso do violoncelo em <em>pizzicato</em>, primeiro como acompanhante e depois em passagens solo, é original e extremamente importante.</p>
<p>O terceiro movimento funciona como uma pausa relaxante entre a carga emocional do <em>Andante</em> e a efervescência do Final. É na forma de <em>Minueto Grazioso</em> e não de um <em>Scherzo</em>, lembrando os quartetos de Haydn.</p>
<p>O Final é um <em>perpetuum mobile</em>, uma combinação de fugato com forma sonata, um verdadeiro <em>tour-de-force</em> técnico, cheio de energia e de exaltação.</p>
<p>Beethoven – <em>Quarteto nº 9 em Dó Maior, Op 59 nº 3, “Razumovsky nº 3”</em> | <a href="https://www.warnerclassics.com/br/artist/alban-berg-quartett">Quarteto Alban Berg</a></p>
<p><iframe loading="lazy" title="Beethoven String Quartet No 9 Op 59 No 3 in C major Alban Berg Quartet" width="500" height="375" src="https://www.youtube.com/embed/kB4m2Qan4eM?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen></iframe></p>
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		<title>Beethoven – Fantasia em Sol Menor, Op.77</title>
		<link>https://classicosdosclassicos.mus.br/obras/beethoven-fantasia-em-sol-menor-op-77/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Clássicos dos Clássicos]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 31 Jan 2022 16:19:21 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A Fantasia em Sol Menor, Op 77, juntamente com as Sonatas Op. 78, “Para Therese”, e Op. 79, formavam um pacote de novos trabalhos encomendados a Beethoven em 1807 pelo editor, pianista e compositor Muzio Clementi, estabelecido em Londres. Carl Czerny, discípulo de Beethoven, descreve seus modos de improvisação como podendo ser em forma sonata [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A <em>Fantasia em Sol Menor, Op 77</em>, juntamente com as Sonatas Op. 78, “Para Therese”, e Op. 79, formavam um pacote de novos trabalhos encomendados a <a href="https://classicosdosclassicos.mus.br/compositores/ludwig-van-beethoven/">Beethoven</a> em 1807 pelo editor, pianista e compositor Muzio Clementi, estabelecido em Londres.</p>
<p><a href="https://en.wikipedia.org/wiki/Carl_Czerny">Carl Czerny</a>, discípulo de Beethoven, descreve seus modos de improvisação como podendo ser em forma sonata ou de rondó, ou ainda um <em>potpourri</em>.</p>
<p>De fato, aqui temos improvisação em estilo e forma. <a href="https://classicosdosclassicos.mus.br/compositores/ludwig-van-beethoven/">Beethoven</a> explora seus temas de maneira rapsódica, e as mudanças bruscas de uma ideia para outra dão uma impressão de liberdade e espontaneidade.</p>
<p>Beethoven – <em>Fantasia em </em><em>S</em><em>ol </em><em>M</em><em>enor</em><em>, O</em><em>p</em> <em>77</em> | Elisabeth Leonskaja (piano)</p>
<p><iframe loading="lazy" title="Beethoven: Fantasie (für Klavier) g-moll op.77 - Elisabeth Leonskaja" width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/G0htfHRAeNE?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" allowfullscreen></iframe></p>
<p>The post <a rel="nofollow" href="https://classicosdosclassicos.mus.br/obras/beethoven-fantasia-em-sol-menor-op-77/">Beethoven – Fantasia em Sol Menor, Op.77</a> appeared first on <a rel="nofollow" href="https://classicosdosclassicos.mus.br">Clássicos dos Clássicos</a>.</p>
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