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	<title>Monteverdi - Clássicos dos Clássicos</title>
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	<description>Por Carlos Siffert</description>
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		<title>Monteverdi &#8211; Orfeo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Clássicos dos Clássicos]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 06 Aug 2019 00:42:43 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Chamada às vezes La Favola d’Orfeo (A Fábula de Orfeu) é uma Fabula em Música, ou ópera de Claudio Monteverdi, que data do período de transição entre a Renascença e o Barroco. Baseada na lenda grega de Orfeu que desce ao Hades, o reino dos mortos, na tentativa infrutífera de trazer sua bem amada Eurídice [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Chamada às vezes <em>La Favola d’Orfeo </em>(A Fábula de Orfeu) é uma <em>Fabula em Música, </em>ou ópera de Claudio Monteverdi, que data do período de transição entre a Renascença e o Barroco.</p>
<p>Baseada na lenda grega de Orfeu que desce ao Hades, o reino dos mortos, na tentativa infrutífera de trazer sua bem amada Eurídice de volta à vida.</p>
<p>Foi escrita em 1607 para uma encenação no carnaval da corte de Mantua.</p>
<p>Embora não tenha sido a primeira ópera a ser composta, esta honra é de Jacopo Petri, <em>Orfeo </em>tem a distinção de ser a mais antiga ópera ainda regularmente executada hoje em dia.</p>
<p>De <em>Orfeo </em>vamos ouvir a <em>Toccata </em>de abertura e o <em>Prólogo.</em></p>
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		<title>Monteverdi &#8211; L’Incoronazione di Poppea: Pur ti miro, pur ti godo</title>
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		<pubDate>Tue, 06 Aug 2019 00:42:43 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O dueto Pur ti miro, pur ti godo, um dos mais belos e emocionantes momentos da história da ópera, é a cena final de L&#8217;Incoronazione di Poppea (A Coroação de Popeia), última obra de Monteverdi, escrita em 1642, poucos meses antes de sua morte aos 76 anos. O que é estranho, chocante talvez, é que [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O dueto <em>Pur ti miro, pur ti</em> godo, um dos mais belos e emocionantes momentos da história da ópera, é a cena final de <em>L&#8217;Incoronazione di Poppea</em> (A Coroação de Popeia), última obra de Monteverdi, escrita em 1642, poucos meses antes de sua morte aos 76 anos.</p>
<p>O que é estranho, chocante talvez, é que seus dois protagonistas, o imperador Nero e sua recém coroada imperatriz, Popeia, são dos mais perversos e corruptos personagens da história de Roma. Na verdade, Popeia será executada pouco depois, por ordem de Nero.</p>
<p>Sabendo disso, Monteverdi dá à peça um tom sombrio, dissonante. Assim, por exemplo, quando Nero e Popeia cantam um outro trecho da ópera, <em>Più non peno, più no moro </em>(Não sofro mais, não morro), suas vozes se chocam.</p>
<p>Isto, porém, não torna o dueto menos bonito – pelo contrário, adiciona-lhe uma dimensão trágica.</p>
<p>(O papel de Nero, que era originalmente cantado por um <em>castrato, </em>atualmente é cantado por uma contralto ou um contratenor, enquanto que o de Popeia, é cantado por uma soprano.)</p>
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		<title>Monteverdi &#8211; Zefiro torna</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Clássicos dos Clássicos]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 06 Aug 2019 00:42:43 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Zefiro torna é um madrigal escrito para dois tenores e baixo contínuo. Em sua maior parte, possui a forma de uma chacona, em que a linha do baixo é constantemente repetida. Esse é o primeiro exemplo de dueto vocal acompanhado por uma chacona. O poema é uma ode pastoral rapsódica dedicada a Zéfiro, o vento do [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Zefiro torna</em> é um madrigal escrito para dois tenores e baixo contínuo. Em sua maior parte, possui a forma de uma chacona, em que a linha do baixo é constantemente repetida.</p>
<p>Esse é o primeiro exemplo de dueto vocal acompanhado por uma chacona.</p>
<p>O poema é uma ode pastoral rapsódica dedicada a Zéfiro, o vento do Oeste, que traz a primavera e, com ela, as oportunidades de um novo amor.</p>
<p>Diz um comentarista:</p>
<p>&#8220;A figura cativante e repetida da chacona, os ritmos marcados e as linhas vocais graciosas e floridas dão à peça uma exuberância contagiante.&#8221;</p>
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