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	<title>Mozart - Clássicos dos Clássicos</title>
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	<description>Por Carlos Siffert</description>
	<lastBuildDate>Mon, 10 Feb 2025 18:22:27 +0000</lastBuildDate>
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	<item>
		<title>Mozart – Sonata em Fá Maior, K.533/494</title>
		<link>https://classicosdosclassicos.mus.br/obras/mozart-sonata-em-fa-maior-k-533-494/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Clássicos dos Clássicos]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 10 Feb 2025 18:22:11 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Mozart escreveu o Allegro e o Andante para piano K.533 em janeiro de 1788, mas faltava um finale para a obra. Por ocasião da publicação da sonata, ele acrescentou o Rondó K.494, composto anteriormente. O Allegro inicial possui uma estrutura contrapontística muito marcada. O Andante, em Si bemol, de transcendental beleza, é uma das maiores [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;"><a href="https://classicosdosclassicos.mus.br/compositores/wolfgang-amadeus-mozart/">Mozart</a> escreveu o </span><i><span style="font-weight: 400;">Allegro</span></i><span style="font-weight: 400;"> e o </span><i><span style="font-weight: 400;">Andante</span></i><span style="font-weight: 400;"> para piano K.533 em janeiro de 1788, mas faltava um </span><i><span style="font-weight: 400;">finale</span></i><span style="font-weight: 400;"> para a obra. Por ocasião da publicação da sonata, ele acrescentou o </span><i><span style="font-weight: 400;">Rondó K.494</span></i><span style="font-weight: 400;">, composto anteriormente.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O </span><i><span style="font-weight: 400;">Allegro</span></i><span style="font-weight: 400;"> inicial possui uma estrutura contrapontística muito marcada.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O </span><i><span style="font-weight: 400;">Andante</span></i><span style="font-weight: 400;">, em Si bemol, de transcendental beleza, é uma das maiores obras de Mozart para o piano.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Para integrar o </span><i><span style="font-weight: 400;">Rondó K.494</span></i><span style="font-weight: 400;"> ao final da sonata, <a href="https://classicosdosclassicos.mus.br/compositores/wolfgang-amadeus-mozart/">Mozart</a> acrescentou à peça uma poderosa </span><i><span style="font-weight: 400;">cadenza</span></i><span style="font-weight: 400;"> contrapontística, o que lhe dá uma nova dimensão mais próxima da dos movimentos anteriores.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Mozart – </span><i><span style="font-weight: 400;">Sonata em Fá Maior</span></i><span style="font-weight: 400;">, K.533/494: </span><i><span style="font-weight: 400;">Allegro</span></i><span style="font-weight: 400;">; </span><i><span style="font-weight: 400;">Andante</span></i><span style="font-weight: 400;">; Rondó – </span><i><span style="font-weight: 400;">Allegretto</span></i><span style="font-weight: 400;">, K.494 | Richard Goode (piano)</span></p>
<p><iframe loading="lazy" title="Mozart: Sonata in F, K 533 494 - Richard Goode" width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/JkRISAwawXM?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Mozart – Sonata para Piano em Lá Maior, K 331, “Marcha Turca”</title>
		<link>https://classicosdosclassicos.mus.br/obras/mozart-sonata-para-piano-em-la-maior-k-331-marcha-turca/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Clássicos dos Clássicos]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 29 Aug 2022 17:44:17 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A Sonata K 331 é uma das melhores e mais conhecidas de Mozart. Com uma construção original, em vez do Allegro – Adagio – Allegro usuais, começa com um Andante seguido de um Minueto e de um Allegretto final. O primeiro movimento, Andante Grazioso, é um tema com variações, certamente suas maiores para piano solo. [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A <em>Sonata K 331</em> é uma das melhores e mais conhecidas de <a href="https://classicosdosclassicos.mus.br/compositores/wolfgang-amadeus-mozart/">Mozart</a>.</p>
<p>Com uma construção original, em vez do <em>Allegro</em> – <em>Adagio</em> – <em>Allegro</em> usuais, começa com um <em>Andante</em> seguido de um Minueto e de um <em>Allegretto</em> final.</p>
<p>O primeiro movimento, <em>Andante Grazioso</em>, é um tema com variações, certamente suas maiores para piano solo.</p>
<p>O <em>Allegretto </em>final é um Rondó <em>alla Turca</em>.</p>
<p>As coisas orientais estavam em moda na época: o próprio Mozart compôs <em>O Rapto do Serralho</em>, cujo enredo era ambientado na Turquia. De Beethoven, temos a <em>Marcha Turca das Ruínas de Atenas</em> e o uso de música de janízaros(*) na <em>Nona Sinfonia</em>.</p>
<p><a href="https://classicosdosclassicos.mus.br/compositores/wolfgang-amadeus-mozart/">Mozart</a> – <em>Sonata para Piano em Lá Maior, K 331, “Marcha Turca” </em>| Nelson Freire (piano)</p>
<p><iframe loading="lazy" title="Mozart - Sonata No.11 (K.331) (Nelson Freire, piano)" width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/cdDDpZ7JXOQ?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen></iframe></p>
<p>(*) Os janízaros eram um corpo de elite das tropas turcas, a guarda do Sultão. À frente de seu regimento marchava uma banda, cuja música ficou identificada na época como música turca.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Mozart – Quarteto nº 15 em Ré Menor, K. 421</title>
		<link>https://classicosdosclassicos.mus.br/obras/mozart-quarteto-no-15-em-re-menor-k-421/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Clássicos dos Clássicos]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 01 Aug 2022 16:16:28 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O Quarteto em Ré Menor, K. 421, é o segundo dos seis dedicados por Mozart a Haydn e o único em tom menor. Se, por um lado, o quarteto soa mais sombrio do que seus companheiros, sua expressão tem uma qualidade objetiva, longe dos transbordamentos confessionais de alguns românticos tardios. O primeiro movimento, Allegro, começa [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O <em>Quarteto em Ré Menor</em>, K. 421, é o segundo dos seis dedicados por <a href="https://classicosdosclassicos.mus.br/compositores/wolfgang-amadeus-mozart/">Mozart</a> a <a href="https://classicosdosclassicos.mus.br/compositores/joseph-haydn/">Haydn</a> e o único em tom menor. Se, por um lado, o quarteto soa mais sombrio do que seus companheiros, sua expressão tem uma qualidade objetiva, longe dos transbordamentos confessionais de alguns românticos tardios.</p>
<p>O primeiro movimento, <em>Allegro</em>, começa sombrio, mas logo acha seu caminho em um positivo Fá maior. Embora não seja complexo em textura, é de estrutura assimétrica.</p>
<p>No lírico segundo movimento, em Fá maior, o violino predomina sem que os demais instrumentos sejam meros acompanhantes.</p>
<p>O terceiro movimento marca o retorno ao Ré menor e assume um tom sinistro. O gracioso trio traz equilíbrio à peça.</p>
<p>O final, um <em>Siciliano </em>cadenciado, é um tema com cinco variações.</p>
<p><a href="https://classicosdosclassicos.mus.br/compositores/wolfgang-amadeus-mozart/">Mozart</a> – <em>Quarteto nº 15 em Ré Menor</em>, K. 421 | <a href="https://en.wikipedia.org/wiki/Emerson_String_Quartet">Quarteto Emerson</a></p>
<p><iframe loading="lazy" title="Mozart　String Quartet No.15 in  D minor, K 421　Emerson String Quartet" width="500" height="375" src="https://www.youtube.com/embed/Ayr48wNyH60?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen></iframe></p>
<p>&nbsp;</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Mozart – Fantasia em Fá Menor, K. 608</title>
		<link>https://classicosdosclassicos.mus.br/obras/mozart-fantasia-em-fa-menor-k-608/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Clássicos dos Clássicos]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 11 Jul 2022 14:23:02 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A extraordinária Fantasia em Fá Menor data de março de 1791, último ano de vida de Mozart, e foi escrita originalmente para relógio musical, ou um órgão mecânico. A composição teve várias transcrições e se tornou famosa como a epítome do estilo tardio de Mozart. Beethoven fez uma cópia da obra, cujo caráter de luto [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A extraordinária <em>Fantasia em Fá Menor</em> data de março de 1791, último ano de vida de <a href="https://classicosdosclassicos.mus.br/compositores/wolfgang-amadeus-mozart/">Mozart</a>, e foi escrita originalmente para relógio musical, ou um órgão mecânico.</p>
<p>A composição teve várias transcrições e se tornou famosa como a epítome do estilo tardio de <a href="https://classicosdosclassicos.mus.br/compositores/wolfgang-amadeus-mozart/">Mozart</a>.</p>
<p><a href="https://classicosdosclassicos.mus.br/compositores/ludwig-van-beethoven/">Beethoven</a> fez uma cópia da obra, cujo caráter de luto tem pontos de contato com a “Marcha Fúnebre” da <em>Sinfonia Eroica.</em></p>
<p>Mozart – <em>Fantasia em Fá Menor, K. 608</em> | Órgão Mecânico (rolo), <a href="https://www.myswitzerland.com/pt/interesses/museu-de-automatos-musicais/">Museu de Autômatos Musicais, Suíça</a></p>
<p><iframe loading="lazy" title="W.A.Mozart - Fantasia for Mechanical Organ KV 608" width="500" height="375" src="https://www.youtube.com/embed/fJVisln4ghM?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" allowfullscreen></iframe></p>
<p>E aqui ouvimos a peça tocada em um órgão tradicional por Richard Brasier:</p>
<p><iframe loading="lazy" title="Wolfgang Amadeus Mozart: Fantasie f moll KV 608" width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/MeNt2M_X0Xc?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" allowfullscreen></iframe></p>
<p>&nbsp;</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Mozart – Adagio e Rondó para Harmônica de Vidro e Quarteto, K. 617</title>
		<link>https://classicosdosclassicos.mus.br/obras/mozart-adagio-e-rondo-para-harmonica-de-vidro-e-quarteto-k-617/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Clássicos dos Clássicos]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 04 Jul 2022 16:26:13 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A harmônica de vidro foi criada por Benjamin Franklin em 1761 e aperfeiçoada por Joseph Aloys Schmittbaur. Performances em vários países da Europa pela aluna de Schmittbaur, Marianne Kirchgässner, que era cega, tornaram o instrumento muito popular. O Adagio e Rondó para Harmônica de Vidro e Quarteto, K. 617, foi a última obra de câmara [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A harmônica de vidro foi criada por Benjamin Franklin em 1761 e aperfeiçoada por Joseph Aloys Schmittbaur. Performances em vários países da Europa pela aluna de Schmittbaur, Marianne Kirchgässner, que era cega, tornaram o instrumento muito popular.</p>
<p>O <em>Adagio e Rondó para Harmônica de Vidro e Quarteto</em>, K. 617, foi a última obra de câmara composta por Mozart, em maio de 1791.</p>
<p>Acordes dramáticos se alternam com passagens delicadas no <em>Adagio</em> em Dó menor. Estes contrastes lembram a <em>Flauta Mágica, </em>que Mozart estava compondo na mesma época.</p>
<p>O tema aparentemente simples do Rondó leva a encantadoras variações.</p>
<p><a href="https://classicosdosclassicos.mus.br/compositores/wolfgang-amadeus-mozart/">Mozart</a> – <em>Adagio e Rondó para Harmônica de Vidro e Quarteto</em>, K. 617 | GlassDuo (harmônica de vidro), Agnieszka Respondek (flauta), Jarosław Wyrzykowski (oboé), Michał Markowski (viola) e Błażej Goliński (violoncelo), da <a href="https://stringfixer.com/pt/Polish_Baltic_Philharmonic">Filarmônica Polonesa Báltica Frédéric Chopin</a></p>
<p><iframe loading="lazy" title="Mozart &quot;Adagio and Rondo&quot; K.617 for Glass Harmonica and Quartet (glasharfe)" width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/zcZdqAF-hM8?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen title="Mozart "Adagio and Rondo" K.617 for Glass Harmonica and Quartet (glasharfe)"></iframe></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Mozart – Sinfonia Concertante para Sopros, K. 297b</title>
		<link>https://classicosdosclassicos.mus.br/obras/mozart-sinfonia-concertante-para-sopros-k-297b/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Clássicos dos Clássicos]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 06 Jun 2022 15:33:27 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Em 1778, Mozart afirmou que tinha composto uma obra para quatro amigos: um flautista, um oboísta, um trompista e um fagotista. O manuscrito se perdeu. Em 1870, surge em Berlim uma cópia manuscrita, não de Mozart, de uma peça com solos para oboé, clarineta, trompa e fagote. Este fato deu origem a uma celeuma com [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Em 1778, Mozart afirmou que tinha composto uma obra para quatro amigos: um flautista, um oboísta, um trompista e um fagotista. O manuscrito se perdeu.</p>
<p>Em 1870, surge em Berlim uma cópia manuscrita, não de <a href="https://classicosdosclassicos.mus.br/compositores/wolfgang-amadeus-mozart/">Mozart</a>, de uma peça com solos para oboé, clarineta, trompa e fagote.</p>
<p>Este fato deu origem a uma celeuma com inúmeras opiniões divergentes. O pianista e musicólogo Robert Levin, por exemplo, escreveu um livro de 500 páginas sobre o assunto, sem chegar a uma conclusão.</p>
<p>Podemos definir dois grupos nesta questão: os exegetas, procurando uma solução para o caso, e os apreciadores da música. Vamos com estes.</p>
<p>A peça é composta no estilo de Mozart em Paris, como no <em>Concerto para Flauta e Harpa</em>, K. 299, também de 1778. Não há mistério sobre seu charme, suas suaves melodias e o entrelaçado balanceado e lúcido dos solistas – são de Mozart.</p>
<p>Mozart é o maior compositor para instrumentos de sopro. Aqui, um exemplo é justamente a clarineta, de escrita maravilhosamente idiomática – não se pode imaginar a flauta em seu lugar.</p>
<p>São três os movimentos da obra:</p>
<p><em>&#8211; Allegro</em>: com três exposições, uma tocada pela orquestra e as outras duas pelos solistas. Há uma <em>cadenza</em> escrita antes da coda;</p>
<p>&#8211; <em>Adagio</em>: com suaves interações de material temático;</p>
<p>&#8211; <em>Andante con variazioni</em>: são dez as variações e uma coda; cada variação é separada por ritornelos idênticos, decorativos.</p>
<p><strong>Mozart – <em>Sinfonia Concertante para Sopros</em>, K. 297b | <a href="https://www.hr-sinfonieorchester.de/orchester/profil/frankfurt-radio-symphony,frankfurt-radio-symphonie-profile100.html">Orquestra Sinfônica da Rádio de Frankfurt,</a> com </strong>Tomaž Močilnik (clarineta), Nicolas Cock-Vassiliou (oboé), Theo Plath (fagote) e Marc Gruber (trompa). Regência: Andrés Orozco-Estrada.</p>
<p><iframe loading="lazy" title="Mozart: Sinfonia concertante Es-Dur KV 297b ∙ hr-Sinfonieorchester ∙ Andrés Orozco-Estrada" width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/ZlGEKYYxLm4?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen></iframe></p>
<p>Um aspecto interessante nessa execução é que os músicos estão se divertindo – eles passam o solo de um para outro, com humor. E no final, como não há plateia, eles resolvem se aplaudir uns aos outros.</p>
<p>Saiba mais também sobre o <em>Concerto para Flauta e Harpa</em>, K. 299:</p>
<blockquote class="wp-embedded-content" data-secret="Uo1n17FhEU"><p><a href="https://classicosdosclassicos.mus.br/obras/mozart-concerto-para-flauta-harpa-e-orquestra/">Mozart – Concerto para Flauta, Harpa e Orquestra</a></p></blockquote>
<p><iframe class="wp-embedded-content" sandbox="allow-scripts" security="restricted" title="&#8220;Mozart – Concerto para Flauta, Harpa e Orquestra&#8221; &#8212; Clássicos dos Clássicos" src="https://classicosdosclassicos.mus.br/obras/mozart-concerto-para-flauta-harpa-e-orquestra/embed/#?secret=5M8A7Hu4q7#?secret=Uo1n17FhEU" data-secret="Uo1n17FhEU" width="500" height="282" frameborder="0" marginwidth="0" marginheight="0" scrolling="no"></iframe></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>The post <a rel="nofollow" href="https://classicosdosclassicos.mus.br/obras/mozart-sinfonia-concertante-para-sopros-k-297b/">Mozart – Sinfonia Concertante para Sopros, K. 297b</a> appeared first on <a rel="nofollow" href="https://classicosdosclassicos.mus.br">Clássicos dos Clássicos</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Mozart – Trio para Piano e Cordas em Si Bemol, K. 502</title>
		<link>https://classicosdosclassicos.mus.br/obras/mozart-trio-para-piano-e-cordas-em-si-bemol-k-502/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Clássicos dos Clássicos]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 09 May 2022 13:51:13 +0000</pubDate>
				<guid isPermaLink="false">https://classicosdosclassicos.mus.br/?post_type=obras&#038;p=7479</guid>

					<description><![CDATA[<p>Os cinco trios para piano e cordas compostos por Mozart entre 1786 e 1788 são todos como seus concertos: apresentam três movimentos nos quais o piano tem o papel principal. O primeiro destes, Trio K. 502, de 1786, é particularmente semelhante a um concerto na escrita brilhante do piano. Demonstra também a nova independência do [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;">Os cinco trios para piano e cordas compostos por <a href="https://classicosdosclassicos.mus.br/compositores/wolfgang-amadeus-mozart/">Mozart</a> entre 1786 e 1788 são todos como seus concertos: apresentam três movimentos nos quais o piano tem o papel principal.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O primeiro destes, </span><i><span style="font-weight: 400;">Trio K. 502</span></i><span style="font-weight: 400;">, de 1786, é particularmente semelhante a um concerto na escrita brilhante do piano. Demonstra também a nova independência do violino e do violoncelo – antes meros acompanhantes.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O </span><i><span style="font-weight: 400;">Allegro </span></i><span style="font-weight: 400;">inicial é marcado por uma extrema economia de meios. O movimento inteiro deriva do diálogo inicial entre o piano e as cordas. O tema de abertura serve também – o que é pouco usual – como segundo tema, orquestrado de maneira diferente e em um registro mais alto.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O segundo movimento, </span><i><span style="font-weight: 400;">Larghetto</span></i><span style="font-weight: 400;">, é um derramamento lírico de uma melodia muito decorada, estruturada como um diálogo entre piano e violino. A parte central é mais simples, pois, embora parta do mesmo gesto, apresenta uma construção mais ingênua.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O </span><i><span style="font-weight: 400;">Allegretto</span></i><span style="font-weight: 400;"> é um rondó gentil e jocoso. O clima é sempre de alto astral e o piano tem de trabalhar bastante para manter a textura brilhante e colorida.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Mozart – </span><i><span style="font-weight: 400;">Trio para Piano e Cordas em Si Bemol</span></i><span style="font-weight: 400;">, K. 502 | <a href="https://en.wikipedia.org/wiki/Trio_Fontenay">Trio Fontenay</a></span></p>
<p><iframe loading="lazy" title="Mozart - Piano Trio in B flat major, KV 502 (Fontenay Trio, 1988)" width="500" height="375" src="https://www.youtube.com/embed/eOcbPSl4NJI?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen></iframe></p>
<p>&nbsp;</p>
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]]></content:encoded>
					
		
		
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		<item>
		<title>Mozart – Rondó para Piano em Ré Maior, K. 485</title>
		<link>https://classicosdosclassicos.mus.br/obras/mozart-rondo-para-piano-em-re-maior-k-485/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Clássicos dos Clássicos]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 09 May 2022 13:48:04 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Escrito em janeiro de 1786, quando Mozart estava empenhado na composição d’As Bodas de Figaro, o assim chamado Rondó K. 485 não é um rondó e sim um alegre movimento de sonata sobre um único tema (essa era uma técnica muito mais utilizada por Haydn do que Mozart).  O tema em questão começa com uma [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;">Escrito em janeiro de 1786, quando <a href="https://classicosdosclassicos.mus.br/compositores/wolfgang-amadeus-mozart/">Mozart</a> estava empenhado na composição d’</span><i><span style="font-weight: 400;">As Bodas de Figaro, </span></i><span style="font-weight: 400;">o assim chamado </span><i><span style="font-weight: 400;">Rondó K. 485</span></i><span style="font-weight: 400;"> não é um rondó e sim um alegre movimento de sonata sobre um único tema (essa era uma técnica muito mais utilizada por Haydn do que Mozart). </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O tema em questão começa com uma descida em degraus da dominante (Lá) até a tônica (Ré), um procedimento que aparece em muitas obras de Mozart. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O tema é apresentado em diferentes tonalidades e texturas, surgindo de forma mais colorida na recapitulação, onde alterna entre Ré maior e Ré menor, e na provocante coda.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">(Referência: Richard Wigmore)</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Mozart – </span><i><span style="font-weight: 400;">Rondó para Piano em Ré Maior</span></i><span style="font-weight: 400;">, K. 485 |</span> <span style="font-weight: 400;"><a href="https://en.wikipedia.org/wiki/Vladimir_Horowitz">Vladimir Horowitz</a> (piano), 1986</span></p>
<p><iframe loading="lazy" title="Mozart - Rondo in D major, K. 485 (Horowitz, 1986 studio version)" width="500" height="375" src="https://www.youtube.com/embed/Y2LPNu-7DIA?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" allowfullscreen></iframe></p>
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		<item>
		<title>Mozart – Quarteto para Piano e Cordas em Mi Bemol Maior, K. 493</title>
		<link>https://classicosdosclassicos.mus.br/obras/mozart-quarteto-para-piano-e-cordas-em-mi-bemol-maior-k-493/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Clássicos dos Clássicos]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 09 May 2022 13:45:39 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O Quarteto para Piano e Cordas em Mi Bemol Maior foi escrito em junho de 1786. Composição alegre e de execução fácil, é, também, uma obra-prima.  “Quando se ouve uma peça perfeita como esta”, afirma o biógrafo de Mozart, Alfred Einstein, “só se pode lembrar da observação de Haydn: ‘O gosto mais refinado e, melhor [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;">O </span><i><span style="font-weight: 400;">Quarteto para Piano e Cordas em Mi Bemol Maior</span></i><span style="font-weight: 400;"> foi escrito em junho de 1786. Composição alegre e de execução fácil, é, também, uma obra-prima. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">“Quando se ouve uma peça perfeita como esta”, afirma o biógrafo de <a href="https://classicosdosclassicos.mus.br/compositores/wolfgang-amadeus-mozart/">Mozart</a>, Alfred Einstein, “só se pode lembrar da observação de <a href="https://classicosdosclassicos.mus.br/compositores/joseph-haydn/">Haydn</a>: ‘O gosto mais refinado e, melhor ainda, o mais profundo conhecimento de composição’&#8221;.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Depois de compor o </span><i><span style="font-weight: 400;">Quarteto K. 493</span></i><span style="font-weight: 400;">, Mozart não voltou mais a este gênero. Só bem mais tarde, com <a href="https://classicosdosclassicos.mus.br/compositores/felix-mendelssohn">Mendelssohn</a>, <a href="https://classicosdosclassicos.mus.br/compositores/robert-schumann/">Schumann</a> e <a href="https://classicosdosclassicos.mus.br/compositores/johannes-brahms/">Brahms</a>, surgiriam novas contribuições para esta forma musical.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Mozart – </span><i><span style="font-weight: 400;">Quarteto para Piano e Cordas em Mi Bemol Maior</span></i><span style="font-weight: 400;">, K.493 | </span><span style="font-weight: 400;"><a href="https://en.wikipedia.org/wiki/Andr%C3%A9_Previn">André Previn</a> (piano), Masafumi Hori (violino), Ryo Sasaki (viola) e Ryoichi Fujimori (violoncelo)</span></p>
<p><iframe loading="lazy" title="Mozart Quartet in E flat, K.493" width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/nDPbNojjHvY?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen></iframe></p>
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		<item>
		<title>Mozart – Sonata para Violino e Piano em Mi Maior, K. 380</title>
		<link>https://classicosdosclassicos.mus.br/obras/mozart-sonata-para-violino-e-piano-em-mi-maior-k-380/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Clássicos dos Clássicos]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 01 May 2022 21:05:52 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A Sonata para Violino e Piano em Mi Maior foi terminada por Mozart no verão de 1781.  Dividida em três movimentos, a sonata abre com um Allegro vivo e animado, certamente uma das mais amplas e mais desenvolvidas passagens que Mozart escreveu antes de sua trilogia de sonatas K. 454, K. 481 e K. 526. [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;">A </span><i><span style="font-weight: 400;">Sonata para Violino e Piano em Mi Maior</span></i><span style="font-weight: 400;"> foi terminada por <a href="https://classicosdosclassicos.mus.br/compositores/wolfgang-amadeus-mozart/">Mozart</a> no verão de 1781. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Dividida em três movimentos, a sonata abre com um </span><i><span style="font-weight: 400;">Allegro </span></i><span style="font-weight: 400;">vivo e animado, certamente uma das mais amplas e mais desenvolvidas passagens que Mozart escreveu antes de sua trilogia de sonatas K. 454, K. 481 e K. 526.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O </span><i><span style="font-weight: 400;">Andante </span></i><span style="font-weight: 400;">em Sol menor é uma destas páginas cheias de melancolia e expressividade outonal, onde a fluida invenção melódica combina com uma harmonia que pode ser considerada arrojada.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O </span><i><span style="font-weight: 400;">Rondó</span></i><span style="font-weight: 400;"> tem caráter vivo e concertante. Seu tema principal, como diz o biógrafo de Mozart, Alfred Einstein, “poderia ter sido usado como </span><i><span style="font-weight: 400;">Finale </span></i><span style="font-weight: 400;">de um concerto para piano”.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Mozart – </span><i><span style="font-weight: 400;">Sonata para Violino e Piano em Mi Maior</span></i><span style="font-weight: 400;">, K. 380 | Gottfried Schneider (violino) e Gerhard Oppitz (piano)</span></p>
<p><iframe loading="lazy" title="Mozart - Violin Sonata No. 28 E-flat Major, K. 380 (Gottfried Schneider, Gerhard Oppitz)" width="500" height="375" src="https://www.youtube.com/embed/83tmY0tA5VQ?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen></iframe></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Mozart &#8211; Sonata para Piano e Violino em Mi Menor, K.304</title>
		<link>https://classicosdosclassicos.mus.br/obras/mozart-sonata-para-piano-e-violino-em-mi-menor-k-304/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Clássicos dos Clássicos]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 21 Mar 2022 16:58:26 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A Sonata para Piano e Violino em Mi Menor, K.304, foi composta em Paris, em 1778, pouco antes da Sonata para Piano em Lá menor, K.310, com a qual guarda afinidades no clima e na emoção. A estadia em Paris foi uma longa série de decepções para Mozart, culminando com a morte de sua mãe. [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;">A </span><i><span style="font-weight: 400;">Sonata para Piano e Violino em Mi Menor, </span></i><span style="font-weight: 400;">K.304, foi composta em Paris, em 1778, pouco antes da </span><i><span style="font-weight: 400;">Sonata para Piano em Lá menor, </span></i><span style="font-weight: 400;">K.310, com a qual guarda afinidades no clima e na emoção.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A estadia em Paris foi uma longa série de decepções para Mozart, culminando com a morte de sua mãe. Entretanto, aventar sobre quais circunstâncias da vida do compositor originaram uma de suas obras pode ser improdutivo, já que algumas, de caráter mais feliz, foram escritas em períodos de grande crise.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Apesar da brevidade dos dois movimentos – a obra toda dura pouco mais de dez minutos –, a </span><i><span style="font-weight: 400;">Sonata K.304</span></i><span style="font-weight: 400;"> é uma destas misteriosas obras-primas em tom menor, uma destas efusões a que Mozart se permite de tempos em tempos.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O tom geral é de profunda emoção, de tristeza contida, ainda mais marcante no segundo movimento, o miraculoso </span><i><span style="font-weight: 400;">Tempo de Minueto</span></i><span style="font-weight: 400;">.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;"><a href="https://classicosdosclassicos.mus.br/compositores/wolfgang-amadeus-mozart/">Mozart</a> – </span><i><span style="font-weight: 400;">Sonata para Piano e Violino em Mi Menor</span></i><span style="font-weight: 400;">, K.304 | Clara Haskil (piano) e Arthur Grumiaux (violino). Gravação histórica de 1958.</span></p>
<p><iframe loading="lazy" title="Mozart Violin Sonata No.28 in E minor,K.304(Grumiaux,Haskil 1958)" width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/F2iERrnuhOY?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen></iframe></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Mozart – Laudate Dominum</title>
		<link>https://classicosdosclassicos.mus.br/obras/mozart-laudate-dominum/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Clássicos dos Clássicos]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 19 Dec 2021 18:42:29 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Embora frequentemente apresentado separadamente, o hino Laudate Dominum integra as Vesperae Solennes de Confessore, K. 339, de Mozart. De simplicidade e beleza transcendentes, sua melodia entoa as palavras do Salmo 117: “Louvai ao Senhor, vós todos os gentios, louvai-o, todos os povos. Porque mui grande é a sua misericórdia para conosco, e a fidelidade do [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Embora frequentemente apresentado separadamente, o hino <em>Laudate Dominum</em> integra as <em>Vesperae Solennes de Confessore</em>, K. 339, de <a href="https://classicosdosclassicos.mus.br/compositores/wolfgang-amadeus-mozart/">Mozart</a>.</p>
<p>De simplicidade e beleza transcendentes, sua melodia entoa as palavras do Salmo 117:</p>
<p>“Louvai ao Senhor, vós todos os gentios, louvai-o, todos os povos.</p>
<p>Porque mui grande é a sua misericórdia para conosco, e a fidelidade do Senhor subsiste para sempre. Aleluia!”</p>
<p>Mozart – “Laudate Dominum omnes gentes”, da <em>Vesperae Solennes de Confessore</em>, K. 339 | Rachel Harnisch (soprano) e <a href="https://www.berliner-philharmoniker.de/">Filarmônica de Berlim</a> regida por Claudio Abbado</p>
<p><iframe loading="lazy" title="Mozart: Laudate Dominum / Harnisch · Abbado · Berliner Philharmoniker" width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/X60OGd4co-Y?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen></iframe></p>
<p>The post <a rel="nofollow" href="https://classicosdosclassicos.mus.br/obras/mozart-laudate-dominum/">Mozart – Laudate Dominum</a> appeared first on <a rel="nofollow" href="https://classicosdosclassicos.mus.br">Clássicos dos Clássicos</a>.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Mozart &#8211; Sonata para Violino e Piano em Fá Maior, K. 377</title>
		<link>https://classicosdosclassicos.mus.br/obras/mozart-sonata-para-violino-e-piano-em-fa-maior-k-377/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Clássicos dos Clássicos]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 08 Nov 2021 18:23:04 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Em 1781, Mozart, finalmente livre do Arcebispo Colloredo, seu patrão em Salzburgo, chega a Viena cheio de novos projetos. Publica, então, entre outras obras, um conjunto de seis sonatas para violino e piano, ou como ele preferia, para piano e violino. Destas, a terceira, a Sonata em Fá Maior, K. 377, é uma obra vigorosa [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Em 1781, <a href="https://classicosdosclassicos.mus.br/compositores/wolfgang-amadeus-mozart/">Mozart</a>, finalmente livre do Arcebispo Colloredo, seu patrão em Salzburgo, chega a Viena cheio de novos projetos.</p>
<p>Publica, então, entre outras obras, um conjunto de seis sonatas para violino e piano, ou como ele preferia, para piano e violino. Destas, a terceira, a <em>Sonata em Fá Maior</em>, K. 377, é uma obra vigorosa e dramática, cheia de surpresas.</p>
<p>O primeiro movimento, <em>Allegro</em>, é impulsionado pela energia das tercinas trocadas entre os dois instrumentos, que alternam melodia e acompanhamento.</p>
<p>O segundo é um maravilhoso conjunto de variações em Dó menor, cujo tema se aproxima de um <em>siciliano.</em> É um dos trágicos Adágios e Andantes de que fala C. Girdlestone em seu livro sobre os concertos para piano de Mozart.</p>
<p>O final, um Minueto com Trio, é o movimento em que o violino tem menos destaque: é um acompanhante do piano.</p>
<p>Mozart &#8211; <em>Sonata para Violino e Piano em Fá Maior</em>, K. 377 | Anne-Sophie Mutter (violino) e <a href="https://en.wikipedia.org/wiki/Lambert_Orkis">Lambert Orkis</a> (piano)</p>
<p><iframe loading="lazy" title="Mozart, Violinsonate F Dur KV 377   Anne Sophie Mutter Violine), Lambert Orkis (Klavier)" width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/TxvKtAnBs0I?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen></iframe></p>
<p>&nbsp;</p>
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]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Mozart – Te Deum, K. 141</title>
		<link>https://classicosdosclassicos.mus.br/obras/mozart-te-deum-k-141/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Clássicos dos Clássicos]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 11 Oct 2021 04:22:47 +0000</pubDate>
				<guid isPermaLink="false">https://classicosdosclassicos.mus.br/?post_type=obras&#038;p=6991</guid>

					<description><![CDATA[<p>Este é o único Te Deum composto por Mozart, aos 13 anos, em Salzburg, no ano de 1769. Embora seja uma peça curta, tem quatro partes distintas: a abertura; um vigoroso Allegro de louvor a Deus; um solene Adagio que suplica ajuda e conforto; um Allegro em ritmo ternário com novos pleitos e louvores; e, [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Este é o único Te Deum composto por <a href="https://classicosdosclassicos.mus.br/compositores/wolfgang-amadeus-mozart/">Mozart</a>, aos 13 anos, em <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Salzburgo">Salzburg</a>, no ano de 1769.</p>
<p>Embora seja uma peça curta, tem quatro partes distintas: a abertura; um vigoroso Allegro de louvor a Deus; um solene Adagio que suplica ajuda e conforto; um Allegro em ritmo ternário com novos pleitos e louvores; e, no final, uma dupla fuga sobre as palavras:</p>
<p>In te Domine, speravi: non confundar in æternum<br />
(Senhor em ti confiei; que eu nunca seja condenado)</p>
<p>Alfred Einstein, biógrafo de <a href="https://classicosdosclassicos.mus.br/compositores/wolfgang-amadeus-mozart/">Mozart</a>, disse sobre o <a href="https://classicosdosclassicos.mus.br/te-deum/">Te Deum</a>:</p>
<p>“Sua construção é segura e sua declamação coral é encantadora; tem também certa grandeza rústica do sul da Alemanha, mesmo na dupla fuga final. Marca um bom fim das atividades de Mozart como compositor de música sacra, antes de deixar sua Salzburg natal para suas extensas e instrutivas jornadas italianas.”</p>
<p>Mozart – Te Deum, K. 141 | JW Festival Chorale 2018, Dr. JW Park (diretor)</p>
<p><iframe loading="lazy" title="Te Deum -W. A. Mozart" width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/IcpCbZCr12Q?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen></iframe></p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Mozart – Fantasia em Dó Menor, K. 475</title>
		<link>https://classicosdosclassicos.mus.br/obras/mozart-fantasia-em-do-menor-k-475/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Clássicos dos Clássicos]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 30 Aug 2021 00:46:03 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A Fantasia em Dó Menor, K. 475, foi composta por Mozart em maio de 1785 como prelúdio para a Sonata K. 547, de mesma tonalidade, que tinha sido terminada alguns meses antes, em outubro de 1784. Ela tem em comum com a Sonata o brilho e os contrastes dramáticos. A obra se move da invocação [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;">A </span><i><span style="font-weight: 400;">Fantasia em Dó Menor</span></i><span style="font-weight: 400;">, K. 475, foi composta por <a href="https://classicosdosclassicos.mus.br/compositores/wolfgang-amadeus-mozart/">Mozart</a> em maio de 1785 como prelúdio para a </span><i><span style="font-weight: 400;">Sonata K. 547</span></i><span style="font-weight: 400;">, de mesma tonalidade, que tinha sido terminada alguns meses antes, em outubro de 1784.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Ela tem em comum com a </span><i><span style="font-weight: 400;">Sonata</span></i><span style="font-weight: 400;"> o brilho e os contrastes dramáticos. A obra se move da invocação misteriosa a um impetuoso drama ao longo de seis seções, sendo que cada uma parece preparar a próxima.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">&#8220;Seu início é no mesmo tom e no mesmo estilo que o primeiro quadro da ópera </span><i><span style="font-weight: 400;">Don Giovanni</span></i><span style="font-weight: 400;"> – a mesma angústia pesa sobre os temas, os mesmos relâmpagos brilham na noite&#8221;, diz o compositor Olivier Messiaen sobre a obra.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A </span><i><span style="font-weight: 400;">Fantasia</span></i><span style="font-weight: 400;"> é um exemplo do poder de improvisação de Mozart. Sua série de episódios exibem uma grande variedade de elementos líricos e virtuosísticos, preservando, porém, uma estrutura lógica. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O pianista </span><a href="http://leifoveandsnes.com/"><span style="font-weight: 400;">Leif Ove Andsnes</span></a><span style="font-weight: 400;"> afirma: “Quando estudei a partitura, fiquei surpreso o quanto ela tinha de </span><a href="https://classicosdosclassicos.mus.br/compositores/ludwig-van-beethoven/"><span style="font-weight: 400;">Beethoven</span></a><span style="font-weight: 400;">”, com os profundos suspiros, os </span><i><span style="font-weight: 400;">sforzandi, </span></i><span style="font-weight: 400;">que aparecem três vezes, aumentando assim a intensidade”.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Mozart – </span><i><span style="font-weight: 400;">Fantasia em Dó Menor</span></i><span style="font-weight: 400;">, K. 475 | <a href="https://en.wikipedia.org/wiki/Andr%C3%A1s_Schiff">András Schiff</a> (piano)</span></p>
<p><iframe loading="lazy" title="Mozart Fantasia in C minor K.475 András Schiff" width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/S7B3fiamJcE?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" allowfullscreen></iframe></p>
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		<title>Mozart – Concertos para Piano e Orquestra: nº 20 em Ré Menor, K.466, e nº 21 em Dó Maior, K.467</title>
		<link>https://classicosdosclassicos.mus.br/obras/mozart-concertos-para-piano-e-orquestra-no-20-em-re-menor-k-466-e-no-21-em-do-maior-k-467/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Clássicos dos Clássicos]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 30 Aug 2021 00:42:44 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Os dois concertos para piano e orquestra de Mozart do início de 1785 podem ser considerados como um par: o primeiro, Concerto nº 20, caracterizado pela turbulência do tom menor, precede o outro, Concerto nº 21, que flutua na serenidade do tom maior. Mas a situação não é tão simples assim: &#8211; antes do Concerto [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Os dois concertos para piano e orquestra de <a href="https://classicosdosclassicos.mus.br/compositores/wolfgang-amadeus-mozart/">Mozart</a> do início de 1785 podem ser considerados como um par: o primeiro, <em>Concerto nº 20</em>, caracterizado pela turbulência do tom menor, precede o outro, <em>Concerto nº 21</em>, que flutua na serenidade do tom maior.</p>
<p>Mas a situação não é tão simples assim:</p>
<p>&#8211; antes do <em>Concerto em Ré Menor </em>mergulhar no júbilo do tom maior do final, o romance central vive uma crise de identidade;</p>
<p>&#8211; o movimento equivalente no <em>Concerto em Dó Maior</em> não é menos ambíguo: seu <em>Andante</em> começa com as cordas altas em surdina e as cordas graves em <em>pizzicato, </em>para subitamente mudar. A música fica em suspense até o piano quebrar o silêncio com um tema familiar, mas em uma tonalidade estranha;</p>
<p>O pianista <a href="http://leifoveandsnes.com/">Leif Ove Andsnes</a> comenta sobre os dois concertos para piano e orquestra de Mozart: “Aqui temos teatro, na verdade: há histórias estranhas e lágrimas de crocodilo. O universo emocional é sempre ambíguo. As coisas que nos contam são sempre diferentes.”</p>
<p>Mozart – <em>Concerto nº 20 em Ré Menor, K. 466</em> | Martha Argerich (piano), New Japan Philharmonic, com Christian Arming (regente)</p>
<p><iframe loading="lazy" title="Mozart: Piano Concerto No.20, in D minor,  K. 466 (Martha Argerich)" width="500" height="375" src="https://www.youtube.com/embed/J8mnhSoDwHc?start=185&#038;feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen></iframe></p>
<p>Mozart – <em>Concerto nº 21 em Dó Maior, K. 467 </em>| Maurizio Pollini (piano), Orchestra Filarmonica della Scala, com Riccardo Muti (regente)</p>
<p><iframe loading="lazy" title="Mozart: Piano concerto n. No. 21 in C major, K.467 Pollini-Muti" width="500" height="375" src="https://www.youtube.com/embed/i2uYb6bMKyI?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen></iframe></p>
<p>Saiba mais sobre os <em>Concertos nº 20</em> e <em>nº 21</em> de Mozart:</p>
<blockquote class="wp-embedded-content" data-secret="6SO1QsPRaw"><p><a href="https://classicosdosclassicos.mus.br/obras/mozart-concerto-no-20-para-piano-e-orquestra-em-re-menor-k-466/">Mozart &#8211; Concerto nº 20 para Piano e Orquestra em Ré Menor, K.466</a></p></blockquote>
<p><iframe class="wp-embedded-content" sandbox="allow-scripts" security="restricted" title="&#8220;Mozart &#8211; Concerto nº 20 para Piano e Orquestra em Ré Menor, K.466&#8221; &#8212; Clássicos dos Clássicos" src="https://classicosdosclassicos.mus.br/obras/mozart-concerto-no-20-para-piano-e-orquestra-em-re-menor-k-466/embed/#?secret=6SO1QsPRaw" data-secret="6SO1QsPRaw" width="500" height="282" frameborder="0" marginwidth="0" marginheight="0" scrolling="no"></iframe></p>
<blockquote class="wp-embedded-content" data-secret="tVPK2teMkv"><p><a href="https://classicosdosclassicos.mus.br/obras/mozart-concerto-no-21-para-piano-e-orquestra/">Mozart &#8211; Concerto nº 21 para Piano e Orquestra, K. 467</a></p></blockquote>
<p><iframe class="wp-embedded-content" sandbox="allow-scripts" security="restricted" title="&#8220;Mozart &#8211; Concerto nº 21 para Piano e Orquestra, K. 467&#8221; &#8212; Clássicos dos Clássicos" src="https://classicosdosclassicos.mus.br/obras/mozart-concerto-no-21-para-piano-e-orquestra/embed/#?secret=tVPK2teMkv" data-secret="tVPK2teMkv" width="500" height="282" frameborder="0" marginwidth="0" marginheight="0" scrolling="no"></iframe></p>
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		<title>Mozart – Concerto para Piano e Orquestra nº 22 em Mi Bemol Maior, K.482</title>
		<link>https://classicosdosclassicos.mus.br/obras/mozart-concerto-para-piano-e-orquestra-no-22-em-mi-bemol-maior-k-482/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Clássicos dos Clássicos]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 30 Aug 2021 00:36:16 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>“Este concerto é fascinante em sua teia de vozes”, diz Leif Ove Andsnes sobre o Concerto para Piano e Orquestra nº 22 em Mi Bemol Maior, K 482, “não fica muito claro, no primeiro movimento, qual é a voz principal e qual é a secundária, com os sopros e as cordas formando esta teia – [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>“Este concerto é fascinante em sua teia de vozes”, diz <a href="http://leifoveandsnes.com/">Leif Ove Andsnes</a> sobre o <em>Concerto para Piano e Orquestra nº 22 em Mi Bemol Maior, K 482</em>, “não fica muito claro, no primeiro movimento, qual é a voz principal e qual é a secundária, com os sopros e as cordas formando esta teia – um exemplo de que a beleza em Mozart é raramente unidimensional”.</p>
<p>Andsnes continua: “O gosto de <a href="https://classicosdosclassicos.mus.br/compositores/wolfgang-amadeus-mozart/">Mozart</a> pelos sons escuros dos metais e das madeiras é manifesto desde o início. Após a fanfarra em uníssono, ouvimos as trompas entrelaçadas com os fagotes; depois da segunda, vem um par de clarinetas aveludadas. Com os demais instrumentos do quinteto de sopros, as clarinetas criam a magia da peça, às vezes fazendo o fundo para o piano, ou usando a clarineta como acompanhante no encantador tema com variações do segundo movimento”.</p>
<p><a href="https://classicosdosclassicos.mus.br/compositores/wolfgang-amadeus-mozart/">Mozart</a> – <em>Concerto para Piano e Orquestra nº 22 em Mi Bemol Maior, K.482</em> | David Fray (piano) e Orquestra Sinfônica do Estado de São Paulo, com Marin Alsop (regente)</p>
<p>1º Movimento – <em>Allegro</em>:</p>
<p><iframe loading="lazy" title="Mozart: Piano Concerto No.22 in E flat major, 1st mov - David Fray, Marin Alsop (Full HD 1080p)" width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/zgndHmURVyQ?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen></iframe></p>
<p>2º Movimento – <em>Andante</em>:</p>
<p><iframe loading="lazy" title="Mozart: Piano Concerto No.22 in E flat major, 2nd mov - David Fray, Marin Alsop (Full HD 1080p)" width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/cfsBB1u3NpY?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen></iframe></p>
<p>3º Movimento – Allegro:</p>
<p><iframe loading="lazy" title="Mozart: Piano Concerto No.22 in E flat major, 3rd mov - David Fray, Marin Alsop (Full HD 1080p)" width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/OkBW1qh4JXY?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen></iframe></p>
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		<title>Mozart – As Bodas de Fígaro, K. 492</title>
		<link>https://classicosdosclassicos.mus.br/obras/mozart-as-bodas-de-figaro-k-492/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Clássicos dos Clássicos]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 30 Aug 2021 00:31:09 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O ano de 1786 é também, e principalmente, o ano d’As Bodas de Fígaro. Mozart estava empolgado com a ópera, a primeira de três colaborações com o libretista Lorenzo da Ponte, que iria trazer fluidez, realismo e profundidade ao gênero. A intensidade da energia criativa gerada pelas Bodas de Fígaro iria transbordar nos concertos que [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O ano de 1786 é também, e principalmente, o ano d’<em>As Bodas de Fígaro.</em> Mozart estava empolgado com a ópera, a primeira de três colaborações com o libretista Lorenzo da Ponte, que iria trazer fluidez, realismo e profundidade ao gênero.</p>
<p>A intensidade da energia criativa gerada pelas <em>Bodas de Fígaro</em> iria transbordar nos concertos que Mozart escreveria em seguida. Cada um deles estava imbuído num diálogo mais fluido entre solista e orquestra. O primeiro, com o estilo rápido e mutável de uma conversa. O outro, escrito pouco depois, de clima mais sombrio e concentrado.</p>
<p><strong>A ópera</strong></p>
<p><em>As Bodas de Fígaro, </em>K 492, é uma <em>ópera buffa </em>(ópera cômica), considerada o apogeu do gênero.</p>
<p><a href="https://classicosdosclassicos.mus.br/compositores/johannes-brahms/">Brahms</a> não poupa elogios à obra: “Cada número do <em>Fígaro</em> é um milagre; está totalmente além da minha compreensão que alguém pudesse criar algo tão perfeito; nada assim foi feito novamente, nem mesmo por Beethoven”.</p>
<p>O libreto, de Lorenzo da Ponte, baseado na comédia homônima de Beaumarchais, conta a história de como os servos Fígaro e Susanna conseguem se casar, a despeito das tentativas de seu empregador, o Conde Almaviva, de invocar o antigo direito segundo o qual o senhor teria a primeira noite de sua serva quando esta se casasse.</p>
<p>O enredo é complexo e cheio de <em>quiproquós. </em>É difícil descrever o que se passa. Um resumo imperfeito: a condessa, Fígaro e sua noiva Susanna, usando de artimanhas, conseguem desmascarar as intenções do conde, que lhes pede perdão.</p>
<p>Uma de suas características mais importantes é a música escrita para conjuntos de solistas cantando ao mesmo tempo. O Final do 2º Ato é célebre por isto – no fim, há sete cantores interpretando, cada um, partes diferentes. Walter Legge, famoso produtor musical, comenta sobre este final:</p>
<p>“Musicalmente este é o mais magistral conjunto (<em>ensemble</em>), não somente desta ópera, mas em toda a obra de Mozart. Por cerca de vinte minutos, a música flui sem interrupções, respondendo a cada volta e turno da comédia, que se move complicada e rápida, iluminando, refletindo, comentando a ação e as emoções muito diferentes dos participantes. Passo a passo com a ação, a música intensifica as surpresas, acrescenta matizes às sutilezas e cobre a intriga, um tanto sórdida da peça, com um manto da mais encantadora música que, embora sempre fiel ao incidente, transmuta-o no mais puro ouro de beleza.”</p>
<p>Vamos assistir a esse trecho da ópera, registrado no DVD histórico de 1976, com Dietrich Fischer-Dieskau (Conde), Kiri te Kanawa (Condessa), Hermann Prey (Figaro) e Mirella Freni (Susanna), a <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Orquestra_Filarm%C3%B4nica_de_Viena">Orquestra Filarmônica de Viena</a> regida por Karl Böhm, e direção de cena de Jean Pierre Ponelle:</p>
<p><iframe loading="lazy" title="W.A. Mozart - Le nozze di Figaro (1976) - &#039;Tutto e come il lasciai&#039;, &#039;Esci omai, garzon malnato&#039;" width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/1MSltScB0S4?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen></iframe></p>
<p>E, aqui, a montagem completa, em dois vídeos:</p>
<p>Parte 1</p>
<p><iframe loading="lazy" title="W.A. Mozart - Le Nozze di Figaro (1976) (part 1) (English subtitles)" width="500" height="375" src="https://www.youtube.com/embed/qtDQvKB4kvA?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen></iframe></p>
<p>Parte 2</p>
<p><iframe loading="lazy" title="W.A. Mozart - Le Nozze di Figaro (1976) (part 2) (English subtitles)" width="500" height="375" src="https://www.youtube.com/embed/aE5EtS-b2pc?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen></iframe></p>
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		<title>Mozart &#8211; Serenata em Ré Maior K. 239, “Serenata Noturna”</title>
		<link>https://classicosdosclassicos.mus.br/obras/mozart-serenata-em-re-maior-k-239-serenata-noturna/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Clássicos dos Clássicos]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 07 Jun 2021 14:39:23 +0000</pubDate>
				<guid isPermaLink="false">https://classicosdosclassicos.mus.br/?post_type=obras&#038;p=6682</guid>

					<description><![CDATA[<p>A encantadora Serenata Noturna K. 239 data de janeiro de 1776 – Mozart tinha então 20 anos. Composta na forma (não no estilo) de um concerto grosso barroco, tem um concertino, isto é, um grupo solista de dois violinos, viola e contrabaixo, e um ripieno, uma orquestra de cordas com tímpanos, que faz o acompanhamento. [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A encantadora <em>Serenata Noturna K. 239</em> data de janeiro de 1776 – <a href="https://classicosdosclassicos.mus.br/compositores/wolfgang-amadeus-mozart/">Mozart</a> tinha então 20 anos.</p>
<p>Composta na forma (não no estilo) de um <em>concerto grosso</em> barroco, tem um <em>concertino,</em> isto é, um grupo solista de dois violinos, viola e contrabaixo, e um <em>ripieno</em>, uma orquestra de cordas com tímpanos, que faz o acompanhamento.</p>
<p>A peça é dividida em três movimentos: uma majestosa marcha de abertura, <em>Maestoso</em>, seguida de um <em>Minueto com Trio</em> em que só o <em>concertino </em>toca, e, finalmente, um gracioso Rondó com dois episódios: o primeiro, um <em>Adagio</em> formal que introduz o segundo, um <em>Allegro</em> rústico e primitivo.</p>
<p>Mozart – <em>Serenata em Ré Maior K. 239, “Serenata Noturna” |</em> <a href="https://g.co/kgs/1kS2Se">Orquestra Filarmônica de Israel, com Pinchas Zukerman</a> (regente e violino), Ariel Shamai (violino), Miriam Hartman (viola) e Peter Marck (contrabaixo)</p>
<p><iframe loading="lazy" title="Pinchas Zukerman &amp; Ariel Shamai: Mozart - Serenata Notturna" width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/qhWbDET0BkQ?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen></iframe></p>
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		<item>
		<title>Mozart &#8211; Serenata em Mi Bemol Maior, K. 375</title>
		<link>https://classicosdosclassicos.mus.br/obras/mozart-serenata-em-mi-bemol-maior-k-375/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Clássicos dos Clássicos]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 07 Jun 2021 14:33:56 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A estrutura da Serenata em Mi Bemol Maior, K. 375, para dois oboés, duas clarinetas, duas trompas e dois fagotes, segue os exemplos de Haydn: Allegro – Minueto I – Adagio – Minueto II – Allegro. Um Allegro maestoso, típico das obras em Mi bemol maior de Mozart, inicia a obra. A coda (o final [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A estrutura da <em>Serenata em Mi Bemol Maior, K. 375</em>, para dois oboés, duas clarinetas, duas trompas e dois fagotes, segue os exemplos de Haydn: <em>Allegro</em> – <em>Minueto I</em> – <em>Adagio</em> – <em>Minueto II</em> – <em>Allegro.</em></p>
<p>Um <em>Allegro maestoso, </em>típico das obras em Mi bemol maior de <a href="https://classicosdosclassicos.mus.br/compositores/wolfgang-amadeus-mozart/">Mozart</a>, inicia a obra. A <em>coda </em>(o final do movimento – começa aos 7’27”) merece destaque por sua mágica serenidade.</p>
<p>Os dois minuetos são de estilos diferentes: o primeiro abre com um surpreendente uníssono cerimonial; o segundo, com um solo de clarineta que leva a episódios jocosos. Já seus trios também são muito contrastantes: o <em>Minueto I</em> tem um caráter agradável, com trompas pulsantes, enquanto no <em>Minueto II</em>, predominam melodias de caráter folclórico.</p>
<p>Entre os dois minuetos está um <em>Adagio</em> que, em melodia, harmonia e recursos instrumentais, figura entre os momentos mais inspirados de Mozart.</p>
<p>Um Rondó em alto astral, com episódios virtuosísticos, encerra a obra.</p>
<p><a href="https://classicosdosclassicos.mus.br/compositores/wolfgang-amadeus-mozart/">Mozart</a> – <em>Serenata em Mi Bemol Maior, K. 375</em> | Orquestra de Câmara do Festival de Verão de San Francisco</p>
<p><iframe loading="lazy" title="W.A. Mozart - Serenade in E-flat Major, K. 375" width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/d1Kv8RvR-hA?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen></iframe></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Como curiosidade, assista a <em>Serenata K. 375</em> executada pela Banda de Fuzileiros Navais do Estados Unidos:</p>
<p><iframe loading="lazy" title="MOZART Serenade No. 11 in E-flat, K. 375 - &quot;The President&#039;s Own&quot;" width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/76fJWIZZ_f0?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen></iframe></p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Mozart &#8211; Serenata em Dó Menor, K. 388</title>
		<link>https://classicosdosclassicos.mus.br/obras/mozart-serenata-em-do-menor-k-388/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Clássicos dos Clássicos]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 07 Jun 2021 14:25:18 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Nada se sabe das circunstâncias da composição da Serenata em Dó Menor, K. 388. Nada sabemos sobre a ocasião, nem sobre quem poderia tê-la encomendado. Como afirma o musicólogo Alfred Einstein, não sabemos se este cliente desejava uma serenata tão explosiva, ou se ela simplesmente jorrou assim da alma de Mozart. Isto porque ela é [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Nada se sabe das circunstâncias da composição da <em>Serenata em Dó Menor, K. 388</em>. Nada sabemos sobre a ocasião, nem sobre quem poderia tê-la encomendado. Como afirma o musicólogo Alfred Einstein, não sabemos se este cliente desejava uma serenata tão explosiva, ou se ela simplesmente jorrou assim da alma de Mozart.</p>
<p>Isto porque ela é em Dó menor, tonalidade rara nas obras de Mozart. Tem uma atmosfera sombria, apaixonada e dramática. É, assim, radicalmente diferente das outras peças compostas para execução ao ar livre em ocasiões festivas, por Mozart ou por qualquer outro compositor.</p>
<p>Escrita para instrumentos de sopro – dois oboés, dois clarinetes, duas trompas e dois fagotes –, na verdade, a <em>Serenata K. 388</em> transcende o gênero de música social; tanto que Mozart fez uma transcrição da <em>Serenata</em> para quinteto de cordas.</p>
<p>A meu ver, a melhor explicação que se pode dar para esta e outras obras enigmáticas em tom menor de <a href="https://classicosdosclassicos.mus.br/compositores/wolfgang-amadeus-mozart/">Mozart</a> é que são trabalhos pessoais escritos mais por uma necessidade interior do que por uma demanda externa.</p>
<p>A composição é dividida em quatro movimentos: primeiro tem todo o drama e a veemência do Dó menor em Mozart. A mesma tonalidade menor é usada no terceiro movimento, um minueto em cânone, e no quarto, um tema com variações.</p>
<p>O segundo movimento, <em>Andante</em>, em Mi bemol, e o miraculoso trio em cânone <em>al rovescio</em> (ao contrário, usando inversão) do Minueto dão a compensação e o alívio da tonalidade maior.</p>
<p>Mozart – <em>Serenata em Dó Menor, K. 388</em> | <a href="https://www.omegaensemble.com.au/">Omega Ensemble</a></p>
<p><iframe loading="lazy" title="MOZART Wind Serenade in C minor K.388" width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/4GzZqjET0Zc?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen></iframe></p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Mozart – Divertimento em Si Bemol Maior, K.270</title>
		<link>https://classicosdosclassicos.mus.br/obras/mozart-divertimento-em-si-bemol-maior-k-270/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Clássicos dos Clássicos]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 24 May 2021 03:08:50 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O Divertimento em Si Bemol Maior, K.270, também faz parte do conjunto de seis divertimentos que Mozart compôs em Salzburgo, entre 1776-77. Seus movimentos obedecem à sequência mais usual da forma: Allegro inicial, seguido por um Andantino em forma de gavota, um Minueto e um Presto final, que passa como um turbilhão. Mozart – Divertimento [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O <em>Divertimento em Si Bemol Maior, K.270</em>, também faz parte do conjunto de seis <a href="https://classicosdosclassicos.mus.br/mozart-divertimentos/">divertimentos</a> que <a href="https://classicosdosclassicos.mus.br/compositores/wolfgang-amadeus-mozart/">Mozart</a> compôs em Salzburgo, entre 1776-77.</p>
<p>Seus movimentos obedecem à sequência mais usual da forma: Allegro inicial, seguido por um Andantino em forma de gavota, um Minueto e um Presto final, que passa como um turbilhão.</p>
<p>Mozart – Divertimento em Si Bemol Maior, K.270 | Katarína Slavkovská (flauta), Kristína Pláňavská (oboé), Stanislav Mokrý (clarineta), Agáta Motyková (fagote) e Dominika Gúberová (trompa)</p>
<p><iframe loading="lazy" title="W. A. Mozart: Divertimento KV 270: 1. Allegro  2. Andantino  3. Minuetto. Moderato  4. Presto" width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/N2KxkIW6ByY?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen></iframe></p>
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		<title>Mozart – Divertimento em Mi Bemol Maior, K.252</title>
		<link>https://classicosdosclassicos.mus.br/obras/mozart-divertimento-em-mi-bemol-maior-k-252/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Clássicos dos Clássicos]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 24 May 2021 03:05:36 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O Divertimento em Mi Bemol, K.252, faz parte de um conjunto de seis peças escritas por Mozart para a banda de sopros do Príncipe-Arcebispo de Salzburgo entre 1776-77. A banda era composta por apenas seis instrumentos: dois oboés, duas trompas e dois fagotes. O Divertimento K.252 tem uma inovação na sequência de movimentos: começa por [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O <em>Divertimento em Mi Bemol, K.252</em>, faz parte de um conjunto de seis peças escritas por <a href="https://classicosdosclassicos.mus.br/compositores/wolfgang-amadeus-mozart/">Mozart</a> para a banda de sopros do Príncipe-Arcebispo de Salzburgo entre 1776-77. A banda era composta por apenas seis instrumentos: dois oboés, duas trompas e dois fagotes.</p>
<p>O<em> Divertimento K.252</em> tem uma inovação na sequência de movimentos: começa por um Andante leve e ritmado, em 6/8, ao qual se seguem um <em>Minueto</em> e uma <em>Polonaise</em>, antes do <em>Presto assai</em> final.</p>
<p>Mozart – Divertimento em Mi Bemol Maior, K.252 | <a href="https://www.ensemblezefiro.it/">Ensemble Zefiro</a>: Alfredo Bernardini e Paolo Grazzi (oboés); Raul Diaz e Dileno Baldin (trompas); Alberto Grazzi e Josep Borras (fagotes)</p>
<p><iframe loading="lazy" title="Mozart: Divertimento no. 12, K. 252. Ensemble Zefiro, Alfredo Bernardini" width="500" height="375" src="https://www.youtube.com/embed/tuxQFPz3j9o?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen></iframe></p>
<p>The post <a rel="nofollow" href="https://classicosdosclassicos.mus.br/obras/mozart-divertimento-em-mi-bemol-maior-k-252/">Mozart – Divertimento em Mi Bemol Maior, K.252</a> appeared first on <a rel="nofollow" href="https://classicosdosclassicos.mus.br">Clássicos dos Clássicos</a>.</p>
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		<title>Mozart – Sinfonia nº 36 em Dó Maior, K.425 – Linz</title>
		<link>https://classicosdosclassicos.mus.br/obras/mozart-sinfonia-no-36-em-do-maior-k-425-linz/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Clássicos dos Clássicos]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 10 May 2021 18:34:16 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>No verão de 1783, menos de um ano depois de seu casamento, Mozart e Constanze foram visitar Leopold e Marianna, pai e irmã de Mozart, em Salzburgo. Depois da visita, Mozart escreve a seu pai: “Na volta para Viena, perto da cidade de Linz, eu soube que ia haver uma ópera no dia seguinte, em [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>No verão de 1783, menos de um ano depois de seu casamento, <a href="https://classicosdosclassicos.mus.br/compositores/wolfgang-amadeus-mozart/">Mozart</a> e Constanze foram visitar Leopold e Marianna, pai e irmã de Mozart, em Salzburgo. Depois da visita, Mozart escreve a seu pai:</p>
<p>“Na volta para Viena, perto da cidade de Linz, eu soube que ia haver uma ópera no dia seguinte, em Ebelsberg, e que toda Linz estaria presente. Resolvi ir também e nos dirigimos para lá. O jovem Conde Thun disse que seu pai fazia questão de nos hospedar. Disse ao Conde que não se preocupasse, mas quando chegamos a Linz, encontramos um criado esperando para levar-nos à casa do Conde, onde estamos agora hospedados. Bem, tenho de encerrar agora, porque preciso voltar ao trabalho.”</p>
<p>O velho Conde Thun de fato os recebeu calorosamente. Porém encomendou uma obra de porte a Mozart, para que sua orquestra a apresentasse em um concerto&#8230; dentro de cinco dias!</p>
<p>“Como eu não tinha nenhuma sinfonia comigo”, disse Mozart, “estou escrevendo uma nova a toda velocidade, porque precisa estar pronta para o concerto”.</p>
<p>Entre os dias 31 de outubro e 3 de novembro de 1783, na véspera do concerto, Mozart terminou a <em>Sinfonia Linz</em>, uma de suas melhores criações.</p>
<p>Não existe o menor vestígio de pressa na composição desta obra-prima.</p>
<p>No primeiro movimento, Mozart segue pela primeira vez o exemplo de <a href="https://classicosdosclassicos.mus.br/compositores/joseph-haydn/">Haydn</a>, começando com uma introdução lenta, um solene e sombrio <em>Adagio</em> em tom menor.</p>
<p>O <em>Allegro spiritoso</em> que se segue começa com uma dignidade serena, que leva a uma majestade cerimonial, com trompetes e tímpanos.</p>
<p>O movimento lento, <em>Andante</em>, tem um suave ritmo de <em>Siciliano</em>. Suas longas linhas melódicas são harmonizadas e decoradas com a inventividade típica de Mozart.</p>
<p>A seguir surge um <em>Minueto</em> rústico, complementado por um <em>Trio</em> em forma de <em>Ländler</em>. A música deste movimento é usada, aliás, em algumas ocasiões, para danças de interlúdio, em produções das óperas <em>Don Giovanni</em> e <em>Bodas de Fígaro</em>.</p>
<p>O <em>Finale</em> é um <em>Presto</em> brilhante e enérgico. Novamente somos lembrados de Haydn, embora as melodias rodopiantes e o tratamento de ópera cômica que lhes é dado sejam decididamente mozartianos.</p>
<p>Mozart – <em>Sinfonia nº 36 em Dó Maior, </em>K.425<em> – Linz</em><strong> | </strong><a href="https://www.wienerphilharmoniker.at/en/">Orquestra Filarmônica de Viena</a>, <a href="https://classicosdosclassicos.mus.br/notas-sobre-carlos-kleiber/">Carlos Kleiber</a> (regente)</p>
<p><iframe loading="lazy" title="Mozart Symphony No 36 in C major KV 425 ”Linz”" width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/OkdJVrDATrk?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen></iframe></p>
<p>The post <a rel="nofollow" href="https://classicosdosclassicos.mus.br/obras/mozart-sinfonia-no-36-em-do-maior-k-425-linz/">Mozart – Sinfonia nº 36 em Dó Maior, K.425 – Linz</a> appeared first on <a rel="nofollow" href="https://classicosdosclassicos.mus.br">Clássicos dos Clássicos</a>.</p>
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