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	<title>Nelson Freire - Clássicos dos Clássicos</title>
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	<description>Por Carlos Siffert</description>
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		<title>Alexandre Levy, Henrique Oswald e Claudio Santoro</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Clássicos dos Clássicos]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 11 May 2020 04:53:26 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Alexandre Levy (1864-1892) Seu nome está associado às origens do nacionalismo musical brasileiro. Seu Tango Brasileiro (1890) tornou-se um clássico, tendo sido gravado por Guiomar Novaes, Antonieta Rudge, Magdalena Tagliaferro e Arnaldo Estrella. Darius Milhaud, na parte final de seu Le Bœuf sur le toit, orquestrou e citou na integralidade toda a seção mediana dessa [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Alexandre Levy (1864-1892)</strong></p>
<p>Seu nome está associado às origens do nacionalismo musical brasileiro. Seu <em>Tango Brasileiro</em> (1890) tornou-se um clássico, tendo sido gravado por Guiomar Novaes, Antonieta Rudge, Magdalena Tagliaferro e Arnaldo Estrella. Darius Milhaud, na parte final de seu <em>Le Bœuf sur le toit</em>, orquestrou e citou na integralidade toda a seção mediana dessa peça.</p>
<p>Alexandre Levy &#8211; <em>Tango Brasileiro</em></p>
<p><iframe loading="lazy" src="https://open.spotify.com/embed/track/7jw0IJ7ck3gu75Wvd2VZjg" width="300" height="380" frameborder="0"></iframe></p>
<p><strong>Henrique Oswald (1852-1931)</strong></p>
<p>Além de pianista virtuose, sua sofisticação enquanto compositor poderia ser comparada à de Gabriel Fauré, por seu senso da medida e pelo refinamento de sua linguagem harmônica. Seu estilo não chegou a ser afetado pelo nacionalismo musical, como o atesta sua <em>Valse Lente</em>, de 1910.</p>
<p>Henrique Oswald &#8211; <em>Valse lente</em></p>
<p><iframe loading="lazy" src="https://open.spotify.com/embed/track/3iyecYpgx5iOo77cl0h02E" width="300" height="380" frameborder="0"></iframe></p>
<p><strong>Claudio Santoro (1919-1989)</strong></p>
<p>Sua extensa produção inclui, além de uma ópera e catorze sinfonias, uma extensa obra de câmara. Sua obra se desenvolveu ao longo de diversas fases estilísticas, desde a música dodecafônica nos anos 1940, com um retorno ao nacionalismo na década de 1950, e uma reintegração às tendências de vanguarda nos anos 60 e 70. As peças que Nelson Freire apresenta nesta gravação datam dessa segunda fase. (&#8230;) A <em>Toccata</em> (1955) foi executada em 1957 por Nelson Freire no Primeiro Concurso Internacional de Piano do Rio de Janeiro.</p>
<p>Claudio Santoro &#8211; <em>Toccata</em></p>
<p><iframe loading="lazy" src="https://open.spotify.com/embed/track/0EELYExT0X3dAalwJl7Fyj" width="300" height="380" frameborder="0"></iframe><br />
Nota: Todos os trechos citados são de autoria de Manoel Corrêa do Lago e foram retirados do encarte do CD <em>Brasileiro</em>, de Nelson Freire.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Francisco Mignone (1897-1986)</title>
		<link>https://classicosdosclassicos.mus.br/obras/francisco-mignone/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Clássicos dos Clássicos]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 11 May 2020 04:48:01 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Excelente pianista, regente e compositor nos mais variados gêneros, desde a ópera e obras sinfônicas até peças para piano solo. (&#8230;) As peças apresentadas nesta gravação são: Valse Élégante (1931), evocando a música de salão do início do século XX; “Maroca” (1932) da coleção Quatro Peças Brasileiras, e a “Congada” (1920), da suíte orquestral O [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Excelente pianista, regente e compositor nos mais variados gêneros, desde a ópera e obras sinfônicas até peças para piano solo. (&#8230;) As peças apresentadas nesta gravação são: <em>Valse Élégante</em> (1931), evocando a música de salão do início do século XX; “Maroca” (1932) da coleção <em>Quatro Peças Brasileiras</em>, e a “Congada” (1920), da suíte orquestral <em>O Contratador de Diamantes</em>. Na evocação da procissão representando a coroação simbólica de um “Rei do Congo”, Mignone usa um lundu do início do século XIX e, a partir de motivos rítmicos afro-brasileiros, vai construindo progressivamente um formidável clímax.</p>
<p>Francisco Mignone &#8211; <em>Valse élégante</em>; <em>Maroca</em>; <em>Congada</em></p>
<p><iframe loading="lazy" src="https://open.spotify.com/embed/playlist/0Do8ecYXVLDYoBoiT6A3Oq" width="300" height="380" frameborder="0"></iframe></p>
<p><strong> </strong>Nota: O trecho citado é de autoria de Manoel Corrêa do Lago e foi retirado do encarte do CD <em>Brasileiro</em>, de Nelson Freire.</p>
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		<title>Camargo Guarnieri (1907-1993)</title>
		<link>https://classicosdosclassicos.mus.br/obras/camargo-guarnieri/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Clássicos dos Clássicos]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 11 May 2020 04:37:39 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A produção de Camargo Guarnieri vai desde óperas e sinfonias à música de câmara, incluindo um importante repertório para piano solo. As obras aqui apresentadas por Nelson Freire correspondem a três décadas distintas: a Toccata (1935), que Guarnieri declarou ter “sonhado” na noite de um recital de Guiomar Novaes no Rio de Janeiro; a Dansa [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A produção de Camargo Guarnieri vai desde óperas e sinfonias à música de câmara, incluindo um importante repertório para piano solo. As obras aqui apresentadas por Nelson Freire correspondem a três décadas distintas: a <em>Toccata</em> (1935), que Guarnieri declarou ter “sonhado” na noite de um recital de Guiomar Novaes no Rio de Janeiro; a <em>Dansa Negra</em> (1946), refletindo as importantes pesquisas folclóricas do compositor na Bahia; e o <em>Ponteio nº 24</em> (1955), da sua coleção dos <em>Cinquenta Ponteios,</em> compostos entre 1931 e 1954.</p>
<p>Camargo Guarnieri – <em>Toccata; Dansa Negra; Ponteio nº 24</em></p>
<p><iframe loading="lazy" src="https://open.spotify.com/embed/playlist/5J1tk8qFahDahHz2kbcbaI" width="300" height="380" frameborder="0"></iframe></p>
<p>Nota: O trecho citado é de autoria de Manoel Corrêa do Lago e foi retirado do encarte do CD <em>Brasileiro</em>, de Nelson Freire.</p>
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		<title>Villa-Lobos &#124; Lírico e seresteiro</title>
		<link>https://classicosdosclassicos.mus.br/obras/villa-lobos-lirico-e-seresteiro/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Clássicos dos Clássicos]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 11 May 2020 04:31:51 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O Choros nº 5 (“Alma Brasileira”) pertence à monumental série dos catorze Choros, compostos nos anos 1920 para as mais diversas formações instrumentais (desde violão solo a grande orquestra com coro) como uma homenagem aos “chorões”, músicos que Villa-Lobos tanto admirava. O Choros nº 5 é organizado como uma sucessão de paisagens musicais — o [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O <em>Choros nº 5</em> (“Alma Brasileira”) pertence à monumental série dos catorze <em>Choros</em>, compostos nos anos 1920 para as mais diversas formações instrumentais (desde violão solo a grande orquestra com coro) como uma homenagem aos “chorões”, músicos que <a href="https://classicosdosclassicos.mus.br/compositores/heitor-villa-lobos/">Villa-Lobos</a> tanto admirava. O <em>Choros nº 5</em> é organizado como uma sucessão de paisagens musicais — o seresteiro urbano nas primeira e última seções, o ambiente da música de viola sertaneja na segunda, e a rítmica afro-brasileira na terceira.</p>
<p>Villa-Lobos &#8211; <em>Choros nº 5</em> – “Alma Brasileira”</p>
<p><iframe loading="lazy" title="Choros No. 5 • Villa-Lobos • Nelson Freire" width="500" height="375" src="https://www.youtube.com/embed/y0l3xocOsio?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen></iframe></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>A <em>Valsa da Dor</em> foi composta em 1932. Nela, <a href="https://classicosdosclassicos.mus.br/compositores/heitor-villa-lobos/">Villa-Lobos</a> brinca com a ideia de uma “valsa em 4 tempos” ao sobrepor uma melodia em compasso binário a um acompanhamento ternário.</p>
<p>Villa-Lobos &#8211; <em>Valsa da Dor</em></p>
<p><iframe loading="lazy" title="Spotify Embed: Valsa da dor" width="300" height="380" allowtransparency="true" frameborder="0" allow="encrypted-media" src="https://open.spotify.com/embed/track/27z1nSKoeGqv1c8pB5IyTV"></iframe></p>
<p>Nota: Todos os trechos citados são de autoria de <a href="http://www.abmusica.org.br/academico/manoel-correa-do-lago/">Manoel Corrêa do Lago</a> e foram retirados do encarte do CD <em>Brasileiro</em>, de Nelson Freire.</p>
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		<title>Villa-Lobos &#124; Folclore e Nacionalismo</title>
		<link>https://classicosdosclassicos.mus.br/obras/villa-lobos-folclore-e-nacionalismo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Clássicos dos Clássicos]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 11 May 2020 04:26:35 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>&#160; A Lenda do Caboclo (1919) evoca a música do Sertão acompanhada pela viola. Villa-Lobos &#8211; A Lenda do Caboclo &#160; O Carnaval das Crianças (1919) é uma coleção de oito peças retratando personagens típicos do carnaval de rua do Rio à época da juventude de Villa-Lobos. Sua versão para piano e orquestra, Momoprecoce (1929, dedicada a [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>&nbsp;</p>
<p>A <em>Lenda do Caboclo</em> (1919) evoca a música do Sertão acompanhada pela viola.</p>
<p><a href="https://classicosdosclassicos.mus.br/compositores/heitor-villa-lobos/">Villa-Lobos</a> &#8211; <em>A Lenda do Caboclo</em></p>
<p><iframe loading="lazy" title="Villa-Lobos - A lenda do caboclo (Nelson Freire, piano)" width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/42N1VqB1CNs?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen></iframe></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O <em>Carnaval das Crianças</em> (1919) é uma coleção de oito peças retratando personagens típicos do carnaval de rua do Rio à época da juventude de Villa-Lobos. Sua versão para piano e orquestra, <em>Momoprecoce</em> (1929, dedicada a <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Magda_Tagliaferro">Magdalena Tagliaferro</a>), foi executada diversas vezes por Nelson Freire, que interpreta essas peças com a plena consciência da textura orquestral posteriormente adicionada por Villa-Lobos.</p>
<p>Villa-Lobos &#8211; <em>O Carnaval das Crianças: </em>3. “A manha da pierrette”</p>
<p><iframe loading="lazy" title="Spotify Embed: Carnaval das çriancas: 3. A manha da pierrete" width="300" height="380" allowtransparency="true" frameborder="0" allow="encrypted-media" src="https://open.spotify.com/embed/track/7AGxjnEwrTdKvFa1V5zGUs"></iframe></p>
<p>Villa-Lobos &#8211; <em>O Carnaval das Crianças:</em> 5. “As peripécias do trapeirozinho”</p>
<p><iframe loading="lazy" title="Spotify Embed: Carnaval das çriancas: 5. As peripécias do trapeirozinho" width="300" height="380" allowtransparency="true" frameborder="0" allow="encrypted-media" src="https://open.spotify.com/embed/track/1uupDwjdy5P7qJ1HKS7kPQ"></iframe></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O <em>Cancioneiro Infantil</em> (&#8230;) inspirou algumas das mais importantes coleções para piano de Villa-Lobos, tais como o <em>Guia Prático</em>, as <em>Cirandas</em> e a <em>Prole do Bebê</em>.</p>
<p>Villa-Lobos &#8211; <em>A Maré Encheu</em> (<em>Guia Prático</em>)</p>
<p><iframe loading="lazy" title="Spotify Embed: A Maré Encheu (Guia Prático)" width="300" height="380" allowtransparency="true" frameborder="0" allow="encrypted-media" src="https://open.spotify.com/embed/track/74IKZ9105EcZxvGciBYTbc"></iframe></p>
<p>Nota: Todos os trechos citados são de autoria de Manoel Corrêa do Lago e foram retirados do encarte do CD <em>Brasileiro</em>, de Nelson Freire.</p>
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