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	<title>o Violão - Clássicos dos Clássicos</title>
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	<description>Por Carlos Siffert</description>
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		<title>Granados – Danças Espanholas, Op. 37, n° 2: Oriental</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Clássicos dos Clássicos]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 08 Jun 2020 15:03:54 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O compositor espanhol Enrique Granados (1867-1916) escreveu uma série de obras inspiradas por temas orientais, nas quais o que ele chama de Oriente se refere aos países de língua árabe. Na coleção Danças Espanholas, Op. 37, originalmente compostas para piano, há duas peças “orientais”. A de número 2, que ouviremos a seguir, transcrita para duo de violões, é exótica e charmosa: Granados [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O compositor espanhol Enrique Granados (1867-1916) escreveu uma série de obras inspiradas por temas orientais<em>, </em>nas quais o que ele chama de Oriente<em> </em>se refere aos países de língua árabe.</p>
<p>Na coleção <em>Danças Espanholas, </em>Op. 37,<em> </em>originalmente compostas para piano, há duas peças “orientais”. A de número 2, que ouviremos a seguir, transcrita para duo de violões, é exótica e charmosa:</p>
<p>Granados &#8211; <em>Danças Espanholas n° 2</em> | Duo Françaix &#8211; Isabella Selder e Eliška Lenhartová (violões)</p>
<p><iframe loading="lazy" title="Duo Françaix - I. Selder and E. Lenhartová - Danzas Españolas Op. 37 - No. II Oriental by Granados" width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/zbyWf692Kig?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen></iframe></p>
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		<title>Villa-Lobos – Tristorosa</title>
		<link>https://classicosdosclassicos.mus.br/obras/villa-lobos-tristorosa/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Clássicos dos Clássicos]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 08 Jun 2020 14:59:11 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O título Tristorosa resulta da combinação das palavras triste e rosa. A obra é uma valsa composta em 1910, originalmente para piano, quando Villa-Lobos tinha 23 anos e assinava como Epaminondas Villalba Filho (pseudônimo, aliás, usado por seu pai, que era escritor – sem o “Filho”, é claro&#8230;). Vamos ouvir aqui a peça transcrita para o violão: Villa-Lobos – [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O título <em>Tristorosa</em> resulta da combinação das palavras <em>triste </em>e <em>rosa.</em></p>
<p>A obra é uma valsa composta em 1910, originalmente para piano, quando <a href="https://classicosdosclassicos.mus.br/compositores/heitor-villa-lobos/">Villa-Lobos</a> tinha 23 anos e assinava como Epaminondas Villalba Filho (pseudônimo, aliás, usado por seu pai, que era escritor – sem o “Filho”, é claro&#8230;).</p>
<p>Vamos ouvir aqui a peça transcrita para o violão:</p>
<p>Villa-Lobos – <em>Tristorosa </em>| Tatyana Ryzhkova (violão)</p>
<p><iframe loading="lazy" title="H. Villa-Lobos Tristorosa by Tatyana Ryzhkova" width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/oNKR7YHUv6c?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen></iframe></p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Bach – Suítes nº 1 e nº 2 para Alaúde</title>
		<link>https://classicosdosclassicos.mus.br/obras/bach-suites-no1-e-no2-para-alaude/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Clássicos dos Clássicos]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 08 Jun 2020 14:55:10 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>As obras para alaúde de Bach foram compostas ao longo de um período de 30 anos (1712-1742) como Hausmusik (música doméstica, música para ser tocada pela família e amigos de Bach). O jovem violonista escocês Sean Shibe, 28, lançou recentemente o álbum Bach: Pour La Luth Ò Cembal, com três dessas peças para alaúde transcritas para o [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>As obras para alaúde de <a href="https://classicosdosclassicos.mus.br/compositores/johann-sebastian-bach-2">Bach</a> foram compostas ao longo de um período de 30 anos (1712-1742) como <em>Hausmusik </em>(música doméstica, música para ser tocada pela família e amigos de Bach).</p>
<p>O jovem violonista escocês Sean Shibe, 28, lançou recentemente o álbum <em>Bach: Pour La Luth Ò Cembal,</em> com três dessas peças para alaúde transcritas para o violão. O trabalho tem sido muito bem recebido pela crítica internacional:</p>
<p>“Shibe aplica as qualidades musicais e interpretativas que caracterizam seus antecessores – energia, reflexo, ecletismo, integração e sinceridade emocional – para nos lembrar que Bach, mesmo sendo um compositor ímpar, abarca multidões.” (<em>Gramophone</em>, Junho 2020)</p>
<p>“Por meio da interpretação sensível de Shibe, é possível discernir as personalidades distintas do compositor relativamente jovem aperfeiçoando seu trabalho e o mestre já maduro do alto de seu poder&#8230; O violão não é conhecido por sua amplitude de dinâmica, mas Shibe mostra claramente que é perfeitamente possível atingir uma grande variedade sonora, tanto em volume como em textura.” (<em>Presto Classical</em>, Maio 2020)</p>
<p>Vamos assistir ao vídeo com Shibe tocando a “Sarabanda” da <em>Suíte nº 1 em Mi Menor para Alaúde</em>, BWV 996, de Bach:</p>
<p><iframe loading="lazy" src="https://www.youtube.com/embed/5Yqjl1jKdi8" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<p><u> </u></p>
<p>E vamos ouvir também sua interpretação da <em>Suíte nº 2 em Dó Menor para Alaúde</em>, BWV 997, de Bach, obra da maturidade do compositor (1740). A peça é dividida em cinco partes: Prelúdio, Fuga, Sarabanda, Giga e Double.</p>
<p><iframe loading="lazy" src="https://open.spotify.com/embed/playlist/5XZN52XHyHzLrCu1J5mURV" width="300" height="380" frameborder="0"></iframe></p>
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		<title>Boccherini &#8211; Fandango, do Quinteto em Ré Maior para Guitarra e Cordas</title>
		<link>https://classicosdosclassicos.mus.br/obras/boccherini-fandango-do-quinteto-em-re-maior-para-guitarra-e-cordas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Clássicos dos Clássicos]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 18 Nov 2019 12:00:30 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Há muitas explicações sobre a origem do Fandango: “O Fandango é uma árvore cujas raízes se estendem pela Andaluzia e cujos ramos continuam crescendo até hoje. A dança emergiu no fim do século XVIII, no porto de Cádiz, a partir de canções e danças trazidas das Américas.” “Muitos datam o Fandango de 1760, originando-se em [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Há muitas explicações sobre a origem do Fandango:</p>
<p>“O <em>Fandango </em>é uma árvore cujas raízes se estendem pela Andaluzia e cujos ramos continuam crescendo até hoje. A dança emergiu no fim do século XVIII, no porto de Cádiz, a partir de canções e danças trazidas das Américas.”</p>
<p>“Muitos datam o <em>Fandango </em>de 1760, originando-se em Sevilha, e existe uma conjectura de que tenha sido trazido à Espanha pelos fenícios.”</p>
<p>“O <em>Fandango, </em>uma exuberante dança de corte espanhola, é provavelmente de origem moura.”</p>
<p>“O <em>Fandango </em>é uma evocação do Flamenco, música dos ciganos espanhóis.”</p>
<p>“Os puristas dizem que a verdadeira origem do <em>Fandango </em>se deve a compositores italianos estabelecidos na corte real espanhola durante o período barroco. Assim, Luigi Boccherini (1743-1805) teria desenvolvido o primeiro <em>Fandango </em>lento, quando residia em Madri.”</p>
<p>Bem, tendo “resolvido” a questão da origem da dança, vamos falar do <em>Fandango </em>do <em>Quinteto em Ré Maior, </em>de Boccherini<em>.</em><em> </em></p>
<p>A obra para guitarra e cordas foi encomendada ao compositor em 1798 pelo Marquês de Benavente, um guitarrista amador, para seu próprio uso em concertos de câmara em Madri. Na verdade, ela foi adaptada a partir de dois quintetos escritos há dez anos.</p>
<p>Segundo o autor Richard E. Rodda, “o <em>Fandango </em>era tradicionalmente dançado por pares com <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Castanhola">castanholas</a>, acompanhados por guitarras. Boccherini destila, aqui, a essência da dança, tanto em seu conteúdo musical, como pelo uso de um <em>sistrum </em>(um tamborim primitivo) e de castanholas”.</p>
<p>Vamos assistir, primeiramente, à uma dançarina tocando castanholas ao som de um trecho da peça:</p>
<p><strong>Boccherini &#8211; <em>Fandango</em>, do <em>Quinteto nº 4 em Ré Maior para Guitarra e Cordas</em>, G. 448 | Quarteto Escénicas e Pablo Romero Luis (guitarra) | Sara Calero, bailarina.</strong></p>
<p><iframe loading="lazy" title="Fandango Boccherini, Sara Calero" width="500" height="375" src="https://www.youtube.com/embed/DFWODce9CHA?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen></iframe></p>
<p>E, a seguir, a obra completa em uma outra interpretação:</p>
<p><strong>Boccherini &#8211; <em>Fandango</em>, do <em>Quinteto nº 4 em Ré Maior para Guitarra e Cordas</em>, G. 448 | New Russian Quartet e Artyom Dervoed (guitarra)</strong></p>
<p><iframe loading="lazy" title="L. Boccherini: Fandango - New Russian Quartet, Artyom Dervoed" width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/jv_IsXc7ngA?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen></iframe></p>
<p>The post <a rel="nofollow" href="https://classicosdosclassicos.mus.br/obras/boccherini-fandango-do-quinteto-em-re-maior-para-guitarra-e-cordas/">Boccherini &#8211; Fandango, do Quinteto em Ré Maior para Guitarra e Cordas</a> appeared first on <a rel="nofollow" href="https://classicosdosclassicos.mus.br">Clássicos dos Clássicos</a>.</p>
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