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	<title>Poema Sinfônico - Clássicos dos Clássicos</title>
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	<description>Por Carlos Siffert</description>
	<lastBuildDate>Mon, 16 Mar 2026 15:17:28 +0000</lastBuildDate>
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		<title>Paul Dukas – O aprendiz de feiticeiro</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Clássicos dos Clássicos]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 16 Mar 2026 15:15:31 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Paul Dukas (1865—1935) foi um compositor, professor de composição e crítico musical francês do período modernista. Como compositor, deixou uma pequena produção caraterizada por obras de grande solidez formal e profundamente representativas do espírito francês. Sua composição mais conhecida é o poema sinfônico O aprendiz de feiticeiro, de 1897, baseada no conto Der Zauberlehrling, de Goethe. Quando seu mestre se ausenta, o aprendiz decide [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;">Paul Dukas (1865—1935) foi um compositor, professor de composição e crítico musical francês do período modernista. Como compositor, deixou uma pequena produção caraterizada por obras de grande solidez formal e profundamente representativas do espírito francês.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Sua composição mais conhecida é o <a href="https://classicosdosclassicos.mus.br/formas-musicais/formas-musicais-poema-sinfonico/">poema sinfônico </a></span><i><span style="font-weight: 400;">O aprendiz de feiticeiro</span></i><span style="font-weight: 400;">, de 1897, baseada no conto </span><i><span style="font-weight: 400;">Der Zauberlehrling,</span></i><span style="font-weight: 400;"> de Goethe. Quando seu mestre se ausenta, o aprendiz decide que realizará sozinho um truque que o feiticeiro nunca quis revelar a ele: transformar uma vassoura em um serviçal capaz de realizar todas as tarefas de casa. O aprendiz pronuncia a fórmula mágica e ordena à vassoura que vá ao rio buscar água e lave a casa. Porém ele esquece as palavras para fazer cessar o encantamento e a água ameaça inundar o local. Com a volta do Mestre Feiticeiro, ao final, tudo termina bem. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A obra de Dukas se mantém firmemente estruturada por uma lógica puramente musical, de surpreendente inventividade melódica e deslumbrante orquestração. As misteriosas harmonias da introdução evocam o clima de magia. Os contrafagotes sugerem a grotesca figura saltitante da vassoura. Na confusão criada pelo aprendiz, a orquestra irrompe em um barulho ensurdecedor, quando os instrumentos de percussão anunciam, com notas estridentes, a volta do feiticeiro. Ao final, os temas do início retornam suavemente.</span></p>
<p><i><span style="font-weight: 400;">O aprendiz de feiticeiro</span></i><span style="font-weight: 400;"> ficou famoso ao ser incluído no filme de animação </span><i><span style="font-weight: 400;">Fantasia</span></i><span style="font-weight: 400;"> (1940), de Walt Disney, com Mickey Mouse no papel do aprendiz.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Assista a seguir duas versões da peça, a primeira para dois pianos e a segunda, orquestral:</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Dukas – </span><i><span style="font-weight: 400;">O aprendiz de feiticeiro</span></i><span style="font-weight: 400;"> | Lucas &amp; Arthur Jussen (pianos)</span></p>
<p><iframe loading="lazy" title="Paul Dukas: L&#039;apprenti Sorcier - Lucas &amp; Arthur Jussen (serie Meesterpianisten) 2010" width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/ohpBJHlgMJQ?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
<p>&nbsp;</p>
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<p><span style="font-weight: 400;">Dukas – </span><i><span style="font-weight: 400;">O aprendiz de feiticeiro</span></i><span style="font-weight: 400;"> | Frankfurt Radio Symphony sob a regência de Marie Jacquot</span></p>
<p><iframe loading="lazy" title="Dukas: L&#039;Apprenti sorcier (Der Zauberlehrling) ∙ hr-Sinfonieorchester ∙ Marie Jacquot" width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/40xhyXscddY?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
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		<title>Strauss – Till Eulenspiegel</title>
		<link>https://classicosdosclassicos.mus.br/obras/strauss-till-eulenspiegel/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Clássicos dos Clássicos]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 18 Jan 2021 13:01:34 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Till Eulenspiegel é um dos mais populares personagens do folclore alemão. Ele poderia ser comparado a Pedro Malasartes, cuja descrição coincide totalmente com a de Till (segundo Câmara Cascudo, &#8220;Pedro Malasartes é figura tradicional nos contos populares da Península Ibérica, como exemplo de burlão invencível, astucioso, cínico, inesgotável de expedientes e de enganos, sem escrúpulos e sem remorsos”). [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Till Eulenspiegel é um dos mais populares personagens do folclore alemão. Ele poderia ser comparado a Pedro Malasartes, cuja descrição coincide totalmente com a de Till (segundo Câmara Cascudo, &#8220;Pedro Malasartes é figura tradicional nos contos populares da Península Ibérica, como exemplo de burlão invencível, astucioso, cínico, inesgotável de expedientes e de enganos, sem escrúpulos e sem remorsos”).</p>
<p>A fama de Till Eulenspiegel se tornou internacional em boa parte devido ao retrato musical do personagem criado por <a href="https://classicosdosclassicos.mus.br/obras-categoria/strauss/">Richard Strauss</a> (1864-1949) em seu poema sinfônico. Completado em 1895, a obra se diferencia de outras do compositor por sua brevidade, humor e falta de um programa detalhado.</p>
<p>Sobre este último item, o Strauss escreveu: “É impossível para mim fornecer um programa para <em>Till Eulenspiegel</em>; se eu fosse pôr em palavras os pensamentos que os diversos incidentes me sugerem, isto seria insuficiente para o ouvinte e poderiam até ofendê-lo”. Ele disse apenas que a última “cena” da obra representa a captura de Till, seu julgamento e enforcamento.</p>
<p><em>Till Eulenspiegel</em> começa com cinco suaves compassos introdutórios. Imediatamente, uma trompa se intromete e apresenta o primeiro de dois temas relativos ao personagem. O segundo, um tema matreiro anunciado pela clarineta solo, surge logo em seguida.</p>
<p>Estes dois temas aparecem repetidamente em uma variedade de <em>disfarces</em> durante os episódios que se seguem, sugerindo aventuras de Till.</p>
<p>Subitamente, soa um sinistro rufar de tímpanos. Acordes ameaçadores anunciam acusações a Till. Ele as responde com um motivo insolente na clarineta. Till é enforcado.</p>
<p>Em seguida, a música suave do prólogo retorna, como que para assegurar-nos de que tudo isto não passou de uma história.</p>
<p>Mas Till pode ainda ter uma última vitória: os momentos finais sugerem que seu espírito está livre, leve e solto no universo.</p>
<p>Strauss &#8211; Till Eulenspiegel | Symphonieorchester des Bayerischen Rundfunks regida por Maris Jansons</p>
<p><iframe loading="lazy" title="Strauss - Till Eulenspiegels lustige Streiche | Mariss Jansons | BRSO" width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/zZatck0b7ZI?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Liszt – Les Préludes (Os Prelúdios)</title>
		<link>https://classicosdosclassicos.mus.br/obras/liszt-les-preludes-os-preludios/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Clássicos dos Clássicos]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 18 Jan 2021 12:54:50 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Há uma série de equívocos e mal entendidos sobre os poemas sinfônicos de Franz Liszt (1811-1886). Ele foi o criador do nome Sinfonische Dichtung (Poema Sinfônico), em 1854, para designar música relacionada à literatura ou à pintura. Mas não foi Liszt que inventou o conceito musical, que já aparecia nas aberturas dramáticas de Beethoven, como [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Há uma série de equívocos e mal entendidos sobre os poemas sinfônicos de Franz Liszt (1811-1886). Ele foi o criador do nome <em>Sinfonische Dichtung </em>(Poema Sinfônico), em 1854, para designar música relacionada à literatura ou à pintura.</p>
<p>Mas não foi Liszt que inventou o conceito musical, que já aparecia nas aberturas dramáticas de <a href="https://classicosdosclassicos.mus.br/compositores/ludwig-van-beethoven/">Beethoven</a>, como <em>Egmont</em> e <em>Coriolano</em>. A rigor, pode-se dizer que a ideia é ainda mais antiga: <em>As Quatro Estações </em>de <a href="https://classicosdosclassicos.mus.br/compositores/antonio-lucio-vivaldi/">Vivaldi</a> seriam um exemplo. Vivaldi escreveu um soneto para cada uma delas.</p>
<p>O título da peça refere-se a um texto do poeta francês Alphonse de Lamartine: “O que é a vida senão uma série de prelúdios àquele hino desconhecido, cuja solene primeira nota é entoada pela morte?”</p>
<p>O sentido destas palavras levou gerações de críticos a traçar paralelos errôneos entre o poema e trechos da música de Liszt: isto porque a inspiração da peça não veio do texto de Lamartine. A obra tinha sido escrita anos atrás e estreada como a <em>Abertura</em> de <em>Quatro Elementos, </em>que é baseada em outra fonte. Liszt retrabalhou esta abertura e selecionou as palavras de Lamartine como mais adequadas para seu <em>programa </em>– seu sentido extramusical.</p>
<p><em>Os Prelúdios </em>é o terceiro e mais conhecido dos 13 poemas sinfônicos de <a href="https://classicosdosclassicos.mus.br/obras-categoria/franz-liszt/">Liszt</a>, ora majestoso, ora reflexivo ou marcial.</p>
<p>A obra se divide nas seguintes partes:</p>
<ul>
<li>Pergunta (Introdução e <em>Andante Maestoso)</em></li>
<li>Amor</li>
<li>Tempestade</li>
<li>Calma bucólica</li>
<li>Batalha e Vitória (inclui recapitulação de “Pergunta”)</li>
</ul>
<p>Liszt – <em>Les Préludes </em>(Os Prelúdios) | <a href="https://www.berliner-philharmoniker.de/en/">Orquestra Filarmônica e Ópera do Estado de Berlim</a>, Daniel Barenboim (regente)</p>
<p><iframe loading="lazy" title="Les Préludes (Franz Liszt)  Daniel Barenboim mit Berlin Philharmoniker - Staatsoper Berlin (1998)" width="500" height="375" src="https://www.youtube.com/embed/jb2bkVQwtBs?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen></iframe></p>
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		<title>Liszt – Poema Sinfônico: Mazeppa</title>
		<link>https://classicosdosclassicos.mus.br/obras/liszt-poema-sinfonico-mazeppa/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Clássicos dos Clássicos]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 18 Jan 2021 12:50:08 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O Poema Sinfônico é uma obra inspirada pela literatura ou por outra fonte extra-musical. Embora haja exemplos mais antigos inspirados em descrições literárias, como As Quatro Estações de Vivaldi e a Sinfonia Pastoral de Beethoven, Franz Liszt é considerado o originador do Poema Sinfônico. Mazeppa é o sexto dos 13 poemas sinfônicos que Liszt escreveu. [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Poema Sinfônico é uma obra inspirada pela literatura ou por outra fonte extra-musical. Embora haja exemplos mais antigos inspirados em descrições literárias, como <em>As Quatro Estações</em> de Vivaldi e a <a href="https://classicosdosclassicos.mus.br/obras/beethoven-sonata-no-15-em-re-maior-op-28-pastoral/"><em>Sinfonia Pastoral</em> </a>de <a href="https://classicosdosclassicos.mus.br/compositores/ludwig-van-beethoven/">Beethoven</a>, <a href="https://classicosdosclassicos.mus.br/obras-categoria/franz-liszt/">Franz Liszt</a> é considerado o originador do Poema Sinfônico. <em>Mazeppa</em> é o sexto dos 13 poemas sinfônicos que Liszt escreveu.</p>
<p>Ivan Mazeppa, nascido na Lituânia em 1639, era de origem nobre. Segundo a lenda, ele teve um caso de amor com uma princesa polonesa que era casada com um homem muito mais velho do que ela. Quando o marido descobriu o caso, puniu Mazeppa – nu, ele foi amarrado a um cavalo que foi solto em uma floresta. O cavalo foi parar na Ucrânia e Mazeppa, que tinha sobrevivido, foi encontrado pelos cossacos, que fizeram dele seu <em>Hetman, </em>o cargo da mais alta hierarquia militar do país.</p>
<p>Embora seja apenas uma lenda, essa narrativa inspirou muitos escritores, pintores e músicos da era romântica. Byron, Pushkin e Victor Hugo escreveram poemas sobre ela; Tchaikovsky e Liszt compuseram música inspirada na lenda. A história deu origem também a muitas pinturas.</p>
<p>Liszt escreveu primeiro uma peça para piano, o quarto de seus <em>Estudos de Execução Transcendental – </em>uma das mais difíceis do repertório para o piano.</p>
<p>A versão orquestral difere do estudo: é mais longa e expande algumas de suas ideias musicais. O poema sinfônico ilustra a cavalgada na floresta, o bater das patas do cavalo, o terror de Mazeppa e, depois que ele é encontrado pelos cossacos, uma triunfante marcha militar.</p>
<p>Liszt – <em>Poema Sinfônico:</em> <em>Mazeppa</em>, S.100 | Staatkapelle Weimar sob a direção de Kirill Karabits</p>
<p><iframe loading="lazy" title="Liszt, Mazeppa, Staatskapelle Weimar, Kirill Karabits - conductor" width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/cp_UdTkuZRI?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen></iframe></p>
<p>Liszt – <em>Estudo Transcedental nº 4</em>: <em>Mazeppa </em>| Daniil Trifonov (piano)</p>
<p><iframe loading="lazy" title="Daniil Trifonov – Liszt: Transcendental Etudes No. 4: &#039;Mazeppa&#039; (Presto)" width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/CXGeOHdiHrE?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen></iframe></p>
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		<title>Saint-Saëns &#8211; Dança Macabra</title>
		<link>https://classicosdosclassicos.mus.br/obras/saint-saens-danca-macabra/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Clássicos dos Clássicos]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 22 Jun 2020 14:01:15 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A Dança Macabra é a obra orquestral mais executada de Saint-Saëns. Não foi, no entanto, originalmente composta para orquestra. O compositor a adaptou de uma canção para voz e piano sobre um poema de Henri Casaleis. O poema descreve uma lenda medieval segundo a qual, na noite de 31 de outubro (dia das bruxas), a [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A <em>Dança Macabra</em> é a obra orquestral mais executada de <a href="https://classicosdosclassicos.mus.br/?s=saint+saens">Saint-Saëns</a>. Não foi, no entanto, originalmente composta para orquestra. O compositor a adaptou de uma canção para voz e piano sobre um poema de Henri Casaleis.</p>
<p>O poema descreve uma lenda medieval segundo a qual, na noite de 31 de outubro (dia das bruxas), a <em>Morte </em>ou o <em>Diabo </em>tem o poder de tirar os defuntos de seus túmulos e fazê-los dançar até o amanhecer. É uma história de terror, mas Saint-Saëns lhe dá um tom leve, quase cômico.</p>
<p>A história começa com o relógio que bate à meia noite – a harpa repete 12 vezes a mesma nota. O diabo afina então seu violino e começa a tocar uma valsa. Um segundo tema, no xilofone, evoca a trupe de esqueletos e fantasmas que dança (é possível ouvir os ossos batendo uns contra os outros). A festa fica cada vez mais animada até que, com o cantar do galo, todos se dispersam e desaparecem. O diabo se despede com uma melodia triste e volta para o inferno até o ano seguinte.</p>
<p>Tempos depois, Saint-Saëns adaptou parte da música da <em>Dança Macabra </em>para o movimento <em>Fósseis </em>de sua suíte humorística <em>O Carnaval dos Animais. </em>O xilofone e o violino são novamente os instrumentos mais proeminentes, alternando-se com a clarineta e os pianos.</p>
<p>Saint-Saëns &#8211; <em>Dança Macabra</em> | Orquestra Sinfônica de Montreal sob a regência de Kent Nagano; Adrew Wan (violino).</p>
<p><iframe loading="lazy" title="Saint-Saëns - Danse macabre - Kent Nagano - 2015" width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/iZysDTulnlw?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen></iframe></p>
<div dir="ltr"></div>
<div dir="ltr">E a seguir, ouviremos uma orquestração da obra que destaca os instrumentos de percussão:</div>
<div dir="ltr">Saint-Saëns – Dança Macabra (arranjo para percussão) | Polish Nationwide Music Schools&#8217; Symphonic Orchestras Competition (2014)</div>
<div dir="ltr"></div>
<div dir="ltr"><iframe loading="lazy" title="YouTube video player" src="https://www.youtube.com/embed/qNMzBnuBC6Y" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></div>
<div dir="ltr"></div>
<div dir="ltr"></div>
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		<title>Holst – Os Planetas: Marte</title>
		<link>https://classicosdosclassicos.mus.br/obras/holst-os-planetas-marte/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Clássicos dos Clássicos]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 22 Jun 2020 13:57:37 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O compositor inglês Gustav Holst (1874-1934) escreveu a suíte orquestral Os Planetas entre 1914 e 1916. O conceito da obra é astrológico, não astronômico. Conforme o próprio Holst, na ocasião da estreia da obra: &#8220;Estas peças foram sugeridas pela significação astrológica dos planetas; não há música programática; elas não têm nenhuma relação com as divindades [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O compositor inglês <strong>Gustav Holst</strong> (1874-1934) escreveu a suíte orquestral <em>Os Planetas</em> entre 1914 e 1916.</p>
<p>O conceito da obra é astrológico, não astronômico. Conforme o próprio Holst, na ocasião da estreia da obra:</p>
<p><em>&#8220;Estas peças foram sugeridas pela significação astrológica dos planetas; não há música programática; elas não têm nenhuma relação com as divindades da mitologia clássica que têm estes nomes. Se algum guia para a música for necessário, o subtítulo de cada peça será suficiente&#8230; Por exemplo, Júpiter traz alegria (ou júbilo, jolllity), no sentido comum da palavra, e também no tipo mais cerimonial de regozijo (rejoicing) associado a religiões ou festividades nacionais.&#8221;</em></p>
<p>A <em>Suíte</em> começa com o movimento <em>Marte, o que traz a Guerra, </em>dominado por uma figura rítmica forte que persiste em toda sua duração. É um som de ameaça, de uma marcha inexorável, que sugere a terrível destruição que a guerra traz.</p>
<p>Holst &#8211; <em>Os Planetas : I. Marte</em> | <a href="https://www.bbc.co.uk/symphonyorchestra">BBC Symphony Orchestra and the Elysian Singers</a> (Women&#8217;s Voices), Susanna Mälkki (regente)</p>
<p><iframe loading="lazy" title="Holst: The Planets, &#039;Mars&#039; - BBC Proms" width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/cXOanvv4plU?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen></iframe></p>
<p>A obra foi utilizada também como trilha sonora para uma animação patrocinada pelo NASA Jet Propulsion Laboratory (JPL) e pela Universidade de Cornell.</p>
<p>Holst &#8211; <em>Os Planetas : I. Marte</em> | Lorin Maazel &amp; L&#8217;Orchestre National de France</p>
<p><iframe loading="lazy" title="mars rover to mars holst the planets" width="500" height="375" src="https://www.youtube.com/embed/zZWOGcdC_PI?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen></iframe></p>
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		<title>Grieg – Peer Gynt: Suítes nº 1 e nº 2</title>
		<link>https://classicosdosclassicos.mus.br/obras/grieg-peer-gynt-suites-no-1-e-no-2/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Clássicos dos Clássicos]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 22 Jun 2020 13:50:50 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>“Prezado Sr. Grieg: Escrevo-lhe a respeito de um projeto que pretendo iniciar e para o qual gostaria de contar com sua participação. Pretendo adaptar (o poema) Peer Gynt para o teatro. Será que o senhor poderia escrever a música de cena?” (Henrik Ibsen, dramaturgo norueguês, 1873). O compositor norueguês Edvard Grieg (1843-1907) tinha 30 anos [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>“Prezado Sr. Grieg: Escrevo-lhe a respeito de um projeto que pretendo iniciar e para o qual gostaria de contar com sua participação. Pretendo adaptar (o poema) Peer Gynt para o teatro. Será que o senhor poderia escrever a música de cena?”</em></p>
<p>(Henrik Ibsen, dramaturgo norueguês, 1873).</p>
<p>O compositor norueguês<strong> Edvard Grieg</strong> (1843-1907) tinha 30 anos quando recebeu essa mensagem de Ibsen. Ele aceitou o convite do dramaturgo e a peça estreou em 1876 na cidade de Christiania (hoje Oslo), com enorme sucesso.</p>
<p><em>Peer</em> <em>Gynt</em> é o “Pedro Malasartes norueguês” e, assim como o personagem da cultura popular brasileira, é astucioso, cínico, inesgotável de expedientes e de enganos, sem escrúpulos e sem remorsos.</p>
<p>As duas suítes de concerto que Grieg extraiu da música de cena da peça teatral – a <em>Suíte nº 1</em>, Op.46, e a <em>Suíte nº 2</em>, Op. 55 – se tornariam suas obras mais executadas, juntamente com seu concerto para piano.</p>
<h5><em>Suíte Peer Gynt nº 1</em>, Op. 46 (excertos)</h5>
<p>1- Grieg afirmou a propósito do primeiro movimento, <em>Atmosfera Matinal</em>: “Penso no sol saindo das nuvens no ponto em que acontece o primeiro <em>Forte</em> na partitura”.</p>
<p>Filarmônica de Berlim, Sakari Oramo (regente)</p>
<p><iframe loading="lazy" title="Grieg: Peer Gynt / Oramo · Berliner Philharmoniker" width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/QCiQho5DzfY?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
<p>2- A <em>Dança de Anitra </em>é uma mazurca para cordas em surdina e triângulo, executada pela filha de um chefe beduíno que Peer conhece em suas aventuras na África.</p>
<p style="font-weight: 400;">Anitra’s Dance: New York Philharmonic regida por Kurt Masur</p>
<p><iframe loading="lazy" title="Grieg: Anitra’s Dance from Peer Gynt (New York Philharmonic, 1999)" width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/xV9e9rDsxOw?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>3- <em>Na Mansão do Rei das Montanhas </em>descreve o encontro de Peer com o povo maligno dos <em>Trolls, </em>das terras altas da Noruega.</p>
<p>Filarmônica de Berlim, Paavo Järvi (regente)</p>
<p><iframe loading="lazy" title="Grieg: Peer Gynt / Järvi · Berliner Philharmoniker" width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/pPLXNmKvLBQ?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
<h5><em>Suíte Peer Gynt nº 2</em>, Op. 55</h5>
<p>1- A <em>Dança Árabe </em>é colorida e exótica como a <em>Dança de Anitra</em> da <em>Suíte nº 1.</em></p>
<p>Herzliya Chamber Orchestra (Israel), Harvey Bordowitz (regente)</p>
<p><iframe loading="lazy" title="Edvard Grieg - Peer Gynt Suite no. 2, op. 55 - Arabian Dance" width="500" height="375" src="https://www.youtube.com/embed/QaO8A2qFV1o?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
<p>2 &#8211; A <em>Canção de Ninar de Solveig </em>é o epílogo, o final das incríveis aventuras de Peer. Ele volta para casa, já velho e sem um tostão, depois de um naufrágio. Encontra, então, Solveig, o amor de sua juventude, que permaneceu fiel a ele durante todo esse tempo. Ela o recebe com uma canção de ninar. Peer finalmente encontrará repouso e paz em seus braços.</p>
<p><a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Orquestra_Filarm%C3%B4nica_da_Radio_France">Orquestra Filarmônica da Rádio França</a>, Mikko Franck (regente)</p>
<p><iframe loading="lazy" title="Grieg : Peer Gynt suite n°2, Chanson de Solveig (Orchestre philharmonique de Radio France)" width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/TOEXQo630rA?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
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		<title>Sibelius &#8211; Finlândia</title>
		<link>https://classicosdosclassicos.mus.br/obras/sibelius-finlandia/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Clássicos dos Clássicos]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 22 Jun 2020 13:46:07 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>No final do século XIX, o domínio da Rússia sobre a Finlândia se tornava cada vez mais opressivo. Foi um tempo de grande tensão política. O país conquistou sua independência logo depois da revolução russa, sendo sua autonomia reconhecida em 1920. Em 1899, o compositor finlandês Jean Sibelius (1865-1957) aceitou uma encomenda de compor uma [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>No final do século XIX, o domínio da Rússia sobre a Finlândia se tornava cada vez mais opressivo. Foi um tempo de grande tensão política. O país conquistou sua independência logo depois da revolução russa, sendo sua autonomia reconhecida em 1920.</p>
<p>Em 1899, o compositor finlandês Jean Sibelius (1865-1957) aceitou uma encomenda de compor uma obra para uma demonstração patriótica em Helsinque. Escreveu então um poema sinfônico breve e simples: <em>A Finlândia Desperta</em>.</p>
<p>No ano seguinte, Sibelius revisou a peça e mudou seu nome para <em>Finlândia.</em> A peça, brilhante, vibrante, que termina com uma das grandes melodias da história da música, obteve enorme sucesso.</p>
<p>Tal como no caso do <a href="https://classicosdosclassicos.mus.br/obras/ravel-bolero/"><em>Bolero</em></a> de <a href="https://classicosdosclassicos.mus.br/compositores/maurice-ravel/">Ravel</a>, a fama de <em>Finlândia</em> perseguiu Sibelius pelo resto de sua vida.</p>
<p>Vamos ouvi-la com a <a href="https://www.liverpoolphil.com/">Orquestra de Liverpool</a>, sob a regência do maestro russo Vasily Petrenko.</p>
<p><iframe loading="lazy" title="Jean Sibelius, Finlandia performed by Royal Liverpool Philharmonic Orchestra and Vasily Petrenko" width="500" height="375" src="https://www.youtube.com/embed/L6P3cIJHWjw?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen></iframe></p>
<p>&nbsp;</p>
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