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	<title>Semana Santa - Clássicos dos Clássicos</title>
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	<description>Por Carlos Siffert</description>
	<lastBuildDate>Mon, 30 Mar 2026 14:00:05 +0000</lastBuildDate>
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		<title>Bach – Es ist vollbracht: Ária da Cantata, BWV 159</title>
		<link>https://classicosdosclassicos.mus.br/obras/bach-es-ist-vollbracht-aria-da-cantata-bwv-159/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Clássicos dos Clássicos]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 11 Apr 2022 21:43:56 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A Cantata, BWV 159, Sehet, wir gehen hinauf gen Jerusalem (Vede, nós vamos agora a Jerusalém) foi composta para o domingo que inicia o tempo da paixão na liturgia luterana, na mesma época em que Bach escreveu a Paixão Segundo S. Mateus, possuindo o mesmo tom profundo desta última. A ária para baixo, com oboé [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A <em>Cantata, BWV 159, Sehet, wir gehen hinauf gen Jerusalem</em> (Vede, nós vamos agora a Jerusalém) foi composta para o domingo que inicia o tempo da paixão na liturgia luterana, na mesma época em que Bach escreveu a <em>Paixão Segundo S. Mateus</em>, possuindo o mesmo tom profundo desta última.</p>
<p>A ária para baixo, com oboé e cordas, <em>Es ist vollbracht </em>(Tudo está consumado), é uma das maiores de Bach – uma pungente interpretação da crucificação que está por vir.</p>
<p>“Inimitável”, diz o musicólogo Alfred Dürr.</p>
<p>“Pode-se dizer superior à aria de mesmo nome da <em>Paixão Segundo S. João</em>”, na opinião de Jonathan Atwood (Royal Academy of Music).</p>
<p><a href="https://classicosdosclassicos.mus.br/obras/bach-es-ist-vollbracht/">Bach</a> – <em>Es ist vollbracht: Ária da Cantata, BWV 159 </em>| Jens Hamann (Baixo) e Stiftsbarock Stuttgart regidos por Kay Johannsen</p>
<p><iframe loading="lazy" title="J.S. Bach, Kantate BWV 159: Nr. 3 Recitativo &amp; Nr. 4 Aria „Es ist vollbracht“ | Kay Johannsen" width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/M7UD5cKXky4?start=89&#038;feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen></iframe></p>
<p>Saiba mais sobre a obra:</p>
<blockquote class="wp-embedded-content" data-secret="fwEPu7qsIV"><p><a href="https://classicosdosclassicos.mus.br/obras/bach-es-ist-vollbracht/">Bach &#8211; Es ist vollbracht</a></p></blockquote>
<p><iframe class="wp-embedded-content" sandbox="allow-scripts" security="restricted" title="&#8220;Bach &#8211; Es ist vollbracht&#8221; &#8212; Clássicos dos Clássicos" src="https://classicosdosclassicos.mus.br/obras/bach-es-ist-vollbracht/embed/#?secret=HLshpDgeyO#?secret=fwEPu7qsIV" data-secret="fwEPu7qsIV" width="500" height="282" frameborder="0" marginwidth="0" marginheight="0" scrolling="no"></iframe></p>
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		<title>Vivaldi – Stabat Mater</title>
		<link>https://classicosdosclassicos.mus.br/obras/vivaldi-stabat-mater/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Clássicos dos Clássicos]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 11 Apr 2022 21:17:43 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Vivaldi orquestrou apenas a primeira parte, mais dramática, do Stabat Mater. Sua escolha de um contralto solista dá à obra um tom escuro. A escrita intrincada para as cordas – famosa por suas Quatro Estações – está presente aqui também, especialmente no Eia Mater. O persistente tom choroso dos violinos serve como contraponto à linha [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><a href="https://classicosdosclassicos.mus.br/compositores/antonio-lucio-vivaldi/">Vivaldi</a> orquestrou apenas a primeira parte, mais dramática, do <em>Stabat Mater. </em>Sua escolha de um contralto solista dá à obra um tom escuro.</p>
<p>A escrita intrincada para as cordas – famosa por suas <em>Quatro Estações – </em>está presente aqui também, especialmente no <em>Eia Mater. </em>O persistente tom choroso dos violinos serve como contraponto à linha vocal lírica.</p>
<p><em>Fac ut ardeat cor meum </em>nos dá um doce contraste com seu embalo de uma canção de ninar – o amor de uma mãe.</p>
<p>Já a figura cortante no terceiro e no sexto movimentos e as <em>punhaladas </em>das cordas, base do segundo e do quinto movimentos, evocam vividamente o sofrimento de Maria ao pé da cruz.</p>
<p>Vivaldi – <em>Stabat Mater</em>, RV 621 | Tim Mead (contratenor) e Les Accents, dirido por Thibault Noally (violino) | Gravado na <a href="http://www.sainte-chapelle.fr/en/">Sainte-Chapelle</a>, Paris</p>
<p><iframe loading="lazy" title="Vivaldi - Stabat Mater RV 621" width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/JPoihqgf2N0?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen></iframe></p>
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		<item>
		<title>Bach – Oratório da Páscoa, BWV 249</title>
		<link>https://classicosdosclassicos.mus.br/obras/bach-oratorio-da-pascoa-bwv-249/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Clássicos dos Clássicos]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 28 Mar 2021 13:52:26 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Dois dias depois da tristeza e das trevas da Paixão de Cristo, na sexta-feira santa, vem, no domingo, a explosão de luz e alegria da ressurreição, no Oratório da Páscoa. O Oratório da Páscoa difere dos outros compostos por Bach. É baseado em um texto cantado por quatro personagens: Maria Madalena, Maria (mãe de Tiago) [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Dois dias depois da tristeza e das trevas da <em>Paixão de Cristo</em>, na sexta-feira santa, vem, no domingo, a explosão de luz e alegria da ressurreição, no <em>Oratório da Páscoa</em>.</p>
<p>O <em>Oratório da Páscoa</em> difere dos outros compostos por <a href="https://classicosdosclassicos.mus.br/compositores/johann-sebastian-bach-2">Bach</a>. É baseado em um texto cantado por quatro personagens: Maria Madalena, Maria (mãe de Tiago) e os discípulos Pedro e João. Não há passagens da Bíblia, nem narrador evangelista.</p>
<p>O túmulo de Jesus está vazio. Os personagens ansiosos buscam encontrá-lo e trocam informações.</p>
<p>O Coro final é uma ação de graças ao Senhor.</p>
<p><a href="https://classicosdosclassicos.mus.br/compositores/johann-sebastian-bach-2">Bach</a> – <em>Oratório da Páscoa</em>, BWV 249 | <a href="https://monteverdi.co.uk/">Monteverdi Choir</a>, <a href="https://monteverdi.co.uk/about-us/english-baroque-soloists">English Baroque Soloists</a> e solistas sob direção de John Eliot Gardiner</p>
<p><iframe loading="lazy" title="Johann Sebastian Bach: Easter Oratorio, BWV 249 - John Eliot Gardiner (HD 1080p)" width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/5qMXxaSaoOg?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen></iframe></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Bach – Paixão segundo São Mateus – Trechos selecionados</title>
		<link>https://classicosdosclassicos.mus.br/obras/bach-paixao-segundo-sao-mateus-trechos-selecionados/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Clássicos dos Clássicos]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 28 Mar 2021 13:49:24 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Bach compôs a Paixão segundo São Mateus, BWV 244 para a sexta-feira santa de 1729. Esta é a maior composição que ele escreveu, tanto em termos de duração – cerca de 2h45 –, como em termos de recursos: dois coros, duas orquestras e vários solistas, sendo quatro principais e muitos outros para os demais personagens. [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><a href="https://classicosdosclassicos.mus.br/compositores/johann-sebastian-bach-2">Bach</a> compôs a <em>Paixão segundo São Mateus, BWV 244</em> para a sexta-feira santa de 1729. Esta é a maior composição que ele escreveu, tanto em termos de duração – cerca de 2h45 –, como em termos de recursos: dois coros, duas orquestras e vários solistas, sendo quatro principais e muitos outros para os demais personagens.</p>
<p>Vamos apresentar a seguir uma pequena seleção de trechos da <em>Paixão segundo São Mateus</em>: o Coro de abertura <em>Kommt, ihr Töchter, helft mir klagen!</em> (Vinde, ó filhas, ajudai-me a lamentar); a Ária <em>Erbarme dich, mein Gott</em> (Tende misericórdia, meu Deus); e o Coro final <em>Wir setzen uns mit Tränen</em> (Nós nos sentamos com lágrimas).</p>
<p>Bach –<em> Paixão segundo São Mateus:</em> Coro de Abertura: <em>Kommt, ihr Töchter, helft mir klagen!</em> | Collegium Vocale Gent. Philippe Herreweghe (regente)</p>
<p><iframe loading="lazy" title="Bach – Paixão segundo São Mateus: Coro de Abertura: Kommt, ihr Töchter, helft mir klagen!" width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/uu1ImgUbKgs?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen></iframe></p>
<p>Ária <em>Erbarme dich, mein Gott</em> | Magdalena Kozena mezzo soprano). Filarmônica de Berlim, Simon Rattle (regent)</p>
<p><iframe loading="lazy" title="Erbarme dich - J.S. Bach - Matthäus-Passion" width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/MXAbOTVTgls?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen></iframe></p>
<p>Coro Final <em>Wir setzen uns mit Tränen</em> | <a href="https://www.collegiumvocale.com/">Collegium Vocale Gent</a>, Philippe Herreweghe (regente)</p>
<p><iframe loading="lazy" title="Bach Matthäus-Passion BWV 244 68 78 Chorus Wir setzen uns mit Tränen nieder - Herreweghe" width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/iTN_hOuqLqI?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen></iframe></p>
<p><strong><em>Este post é dedicado à memória de um grande amigo e mentor, Jonas Bicev</em></strong>.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Bach – Paixão segundo São João – Trechos selecionados</title>
		<link>https://classicosdosclassicos.mus.br/obras/bach-paixao-segundo-sao-joao-trechos-selecionados/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Clássicos dos Clássicos]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 28 Mar 2021 13:45:08 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A Paixão Segundo São João de Bach foi estreada em Leipzig, em 7 de abril de 1724. O coro de abertura, Herr unser Hershcer (Senhor, Senhor nosso), é música monumental, cósmica, e dá o tom da obra. Dissonâncias nos oboés e nas flautas flutuam, sobre as cordas ondulantes, criando sua sonoridade característica. Bach – Paixão [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A <em>Paixão Segundo São João</em> de <a href="https://classicosdosclassicos.mus.br/compositores/johann-sebastian-bach-2">Bach</a> foi estreada em Leipzig, em 7 de abril de 1724.</p>
<p>O coro de abertura, <em>Herr unser Hershcer </em>(Senhor, Senhor nosso), é música monumental, cósmica, e dá o tom da obra. Dissonâncias nos oboés e nas flautas flutuam, sobre as cordas ondulantes, criando sua sonoridade característica.</p>
<p>Bach – <em>Paixão segundo São João</em>: Coro de Abertura, <em>Herr, unser Herrscher</em> | <a href="http://bachcollegiumjapan.org/en/">Bach Collegium do Japão</a>. Masaaki Suzuki (regente)</p>
<p><iframe loading="lazy" title="St. John Passion, BWV 245: No. 1, Herr, unser Herrscher" width="500" height="375" src="https://www.youtube.com/embed/axXBuLzNsng?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
<p>A ária <em>Es ist vollbracht </em>(Tudo está consumado) acompanha a morte de Jesus. É uma das mais dolorosas e sofridas da <em>Paixão</em> <em>segundo São João</em> e de toda a obra de Bach. Tem um solo de viola da gamba sobre o qual se eleva o lamento da contralto.</p>
<p>Ária <em>Es ist vollbracht </em>| The Trinity Choir; Virginia Warnken (contralto); Andrew Parrot (regente)</p>
<p><iframe loading="lazy" title="Aria: &quot;Es ist vollbracht&quot;" width="500" height="375" src="https://www.youtube.com/embed/xEcVeHf0GJ0?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
<p>A <em>Paixão</em> se encerra com o coro <em>Ruht wohl </em>(Descansa em paz), uma despedida de profundo sentimento.</p>
<p>Coro Final, <em>Ruht wohl</em> (Descansa em Paz) | Netherlands Bach Society. Jos van Veldhoven (regente)</p>
<p><iframe loading="lazy" title="Bach - Ruht wohl, ihr heiligen Gebeine from St John Passion BWV 245 | Netherlands Bach Society" width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/O9bOaHvKUZE?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
<p>&nbsp;</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Bach – Cantata BWV 198: Trauer Ode (Ode Fúnebre)</title>
		<link>https://classicosdosclassicos.mus.br/obras/bach-cantata-bwv-198-trauer-ode-ode-funebre/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Clássicos dos Clássicos]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 28 Mar 2021 13:39:42 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A Cantata BWV 198 é uma Ode Fúnebre, severa e sombria. Foi escrita para o funeral de Christiane Eberhardine, rainha da Polônia e princesa de Saxe, em 17 de outubro de 1727. É uma das maiores obras fúnebres de Bach. A orquestração é suntuosa para a época: além dos solistas, coro e cordas habituais, temos [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A <em>Cantata BWV 198</em> é uma Ode Fúnebre, severa e sombria. Foi escrita para o funeral de Christiane Eberhardine, rainha da Polônia e princesa de Saxe, em 17 de outubro de 1727. É uma das maiores obras fúnebres de <a href="https://classicosdosclassicos.mus.br/compositores/johann-sebastian-bach-2">Bach</a>.</p>
<p>A orquestração é suntuosa para a época: além dos solistas, coro e cordas habituais, temos pares de flautas, <em>oboes d’amore</em>, violas da gamba e um contínuo que inclui, além do violoncelo, contrabaixo e órgão, alaúde e cravo.</p>
<p>A obra é dividida em dez movimentos: três coros, quatro recitativos e três árias.</p>
<p>Merecem destaque:</p>
<ul>
<li>a abertura: uma fantasia coral de grandes proporções para o coro e a orquestra completa;</li>
<li>o último coro: uma dança solene para coro e orquestra completos – uma dolorosa despedida para a rainha.</li>
</ul>
<p>Bach – <em>Cantata BWV 198: Trauer Ode</em> (Ode Fúnebre) | <a href="https://www.bachvereniging.nl/en">Netherlands Bach Society</a>. Václav Luks (regente)</p>
<p><iframe loading="lazy" title="Bach - Trauerode: Lass, Fürstin, lass noch einen Strahl BWV 198 - Luks | Netherlands Bach Society" width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/DTPRzSV-zZg?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen></iframe></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Händel – Grande Concerto Op. 6 nº 12</title>
		<link>https://classicosdosclassicos.mus.br/obras/handel-grande-concerto-op-6-no-12/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Clássicos dos Clássicos]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 28 Mar 2021 13:35:26 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O primeiro Largo do Grande Concerto Op. 6 nº 12, de Händel, é escrito no estilo de uma abertura francesa, com seus ritmos meio bruscos, aos trancos. O movimento central é a Aria, Larghetto e piano, uma magnífica inspiração do compositor. O final é uma fuga que é também uma jiga, uma brincadeira acrobática de [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O primeiro <em>Largo </em>do <em>Grande Concerto Op. 6 nº 12, </em>de <a href="https://classicosdosclassicos.mus.br/compositores/georg-friedrich-handel/">Händel</a>, é escrito no estilo de uma abertura francesa, com seus ritmos meio bruscos, aos trancos.</p>
<p>O movimento central é a <em>Aria, Larghetto e piano, </em>uma magnífica inspiração do compositor.</p>
<p>O final é uma fuga que é também uma jiga, uma brincadeira acrobática de <a href="https://classicosdosclassicos.mus.br/compositores/georg-friedrich-handel/">Händel</a>, em minha opinião.</p>
<p>Händel – <em>Grande Concerto Op. 6 nº 12 </em>| <a href="http://www.antoniopuccio.it/larco-magico-chamber-orchestra/">Orquestra de Câmara L&#8217;Arco Magico. Antonio Puccio</a> (Diretor)</p>
<p><iframe loading="lazy" title="Händel - Concerto Grosso Op. VI N° 12 - HWV 330" width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/s8FAkWzYL-E?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen></iframe></p>
<p>The post <a rel="nofollow" href="https://classicosdosclassicos.mus.br/obras/handel-grande-concerto-op-6-no-12/">Händel – Grande Concerto Op. 6 nº 12</a> appeared first on <a rel="nofollow" href="https://classicosdosclassicos.mus.br">Clássicos dos Clássicos</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Händel – Grande Concerto Op. 6 nº 11</title>
		<link>https://classicosdosclassicos.mus.br/obras/handel-grande-concerto-op-6-no-11/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Clássicos dos Clássicos]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 28 Mar 2021 13:32:17 +0000</pubDate>
				<guid isPermaLink="false">https://classicosdosclassicos.mus.br/?post_type=obras&#038;p=6462</guid>

					<description><![CDATA[<p>O Grande Concerto Op. 6 nº 11 foi, ao que tudo indica, o último a ser composto por Händel. O compositor frequentemente utilizava material já escrito (por ele e por outros autores) em suas obras. Diga-se que esta era prática corrente na época. Tal é o caso dessa peça, que é uma adaptação do Concerto [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O <em>Grande Concerto Op. 6 nº 11</em> foi, ao que tudo indica, o último a ser composto por <a href="https://classicosdosclassicos.mus.br/compositores/georg-friedrich-handel/">Händel</a>. O compositor frequentemente utilizava material já escrito (por ele e por outros autores) em suas obras. Diga-se que esta era prática corrente na época.</p>
<p>Tal é o caso dessa peça, que é uma adaptação do <em>Concerto para Órgão HWV 296</em>, composto recentemente por <a href="https://classicosdosclassicos.mus.br/compositores/georg-friedrich-handel/">Händel</a>. Em qualquer uma de suas duas formas, no entanto, esta é uma das melhores obras do compositor, embora o <em>Grande Concerto</em> seja mais caprichado, com modificações para acomodar os três solistas (dois violinos e um violoncelo).</p>
<p>O <em>Concerto</em> começa por uma <em>Abertura Francesa, </em>que se desenvolve ao longo dos dois primeiros movimentos, <em>Andante larghetto e staccato</em> e <em>Allegro. </em>O <em>Allegro </em>é uma fuga para quatro <em>vozes, </em>breve, mas muito elaborada.</p>
<p>Uma passagem de transição, <em>Largo e staccato, </em>leva a um longo <em>Andante, </em>o centro do concerto, de grande variedade rítmica.</p>
<p>O <em>Allegro </em>final é interessante: uma versão instrumental de uma <em>aria da capo, </em>com uma parte central em tom menor.  As brilhantes passagens do violino solo se alternam com o <em>ritornelo </em>orquestral.</p>
<p>Händel – <em>Grande Concerto Op. 6 nº 11 em Lá Maior </em>| <a href="https://www.asmf.org/">Academy of Saint Martin in the Fields</a>, Neville Marriner (regente).</p>
<p><iframe loading="lazy" title="Handel Concerto Grosso Op 6 No 11 A major Sir Neville Marriner Academy of St  Martin in the Fields" width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/toLsr07jPZ4?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen></iframe></p>
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		<title>Bach – Cantata BWV 182</title>
		<link>https://classicosdosclassicos.mus.br/obras/bach-cantata-bwv-182-himmelskonig-sei-willkommen-rei-dos-ceus-se-benvindo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Clássicos dos Clássicos]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 28 Mar 2021 13:28:54 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A Cantata BWV 182, &#8220;Himmelskönig, sei willkommen” (Rei dos Céus, sê bem-vindo), foi composta por Bach para o Domingo de Ramos. Foi a primeira escrita pelo compositor em Weimar, depois de sua promoção a Konzertmeister da corte, em março de 1714, aos 29 anos de idade. Esta foi a época em que Bach fez transcrições de concertos de Vivaldi e [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A <em>Cantata BWV 182</em>, <em>&#8220;Himmelskönig, sei willkommen” (</em>Rei dos Céus, sê bem-vindo), foi composta por <a href="https://classicosdosclassicos.mus.br/compositores/johann-sebastian-bach-2/">Bach</a> para o Domingo de Ramos. Foi a primeira escrita pelo compositor em Weimar, depois de sua promoção a <em>Konzertmeister</em> da corte, em março de 1714, aos 29 anos de idade.</p>
<p>Esta foi a época em que Bach fez transcrições de concertos de <a href="https://classicosdosclassicos.mus.br/compositores/antonio-lucio-vivaldi/">Vivaldi</a> e de outros compositores italianos para o órgão e para o cravo. Travou contato também com as inovações da ópera napolitana. Foi um tempo de intenso aprendizado que levou a uma mudança importante no estilo do compositor. Há uma notável a diferença entre a <em>Cantata BWV 182</em> e a <em>BWV 4</em>, que virá depois.</p>
<p>O primeiro movimento, que <a href="https://classicosdosclassicos.mus.br/compositores/johann-sebastian-bach-2/">Bach</a> chama de Sonata, é uma miniatura de uma Abertura Francesa, que anuncia a chegada do rei. É uma marcha majestosa, representando a entrada de Jesus em Jerusalém.</p>
<p>Merece destaque o coro seguinte, <em>Himmelskönig, sei willkommen,</em> que, apesar do magistral tratamento das técnicas de fuga, mantém o deslumbramento e a inocência de uma criança que vê Jesus montado em um burrinho e o povo que cobre as ruas com ramos e até com suas próprias vestes para celebrar sua entrada na Cidade Santa.</p>
<p><strong>Bach – <em>Cantata BWV 182</em> | </strong>Coro e Orquestra da Fundação J. S. Bach regido por Rolf Lutz</p>
<p><iframe loading="lazy" title="J.S. Bach - Cantata BWV 182 &quot;Himmelskönig, sei willkommen&quot; (J.S. Bach Foundation)" width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/dc8nT_dHCjk?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" allowfullscreen></iframe></p>
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		<title>Allegri – Miserere</title>
		<link>https://classicosdosclassicos.mus.br/obras/allegri-miserere/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Clássicos dos Clássicos]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 06 Apr 2020 02:50:08 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O Miserere foi composto pelo sacerdote católico, cantor e compositor italiano Gregorio Allegri (1582-1652), em 1638. A peça destinava-se às Matinas, parte do ofício de Tenebrae (Trevas) da quarta-feira e sexta-feira santas. Era de uso exclusivo da Capela Sistina. Seu texto é do Salmo 51: “Senhor tende misericórdia de mim segundo tua grande bondade, perdoa [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O <em>Miserere</em> foi composto pelo sacerdote católico, cantor e compositor italiano<a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Gregorio_Allegri"> Gregorio Allegri</a> (1582-1652), em 1638.</p>
<p>A peça destinava-se às <em>Matinas</em>, parte do ofício de <em>Tenebrae </em>(Trevas) da quarta-feira e sexta-feira santas. Era de uso exclusivo da Capela Sistina.</p>
<p>Seu texto é do Salmo 51: “Senhor tende misericórdia de mim segundo tua grande bondade, perdoa meus pecados”.</p>
<p>O coro é dividido em duas partes: uma para quatro vozes solistas e outra para cinco vozes. O coro a quatro vozes interpola passagens muito ornamentadas ao canto simples do coro de cinco vozes. A parte mais alta do canto chega a um dó muito agudo, raro na época.</p>
<p>Essas passagens, de grande beleza, foram cuidadosamente guardadas pelo coro papal ao longo de mais de 200 anos.</p>
<p>Durante uma visita a Roma, <a href="https://classicosdosclassicos.mus.br/compositores/wolfgang-amadeus-mozart/">Mozart</a> (então com 14 anos) teria ouvido o <em>Miserere</em> no ofício de quarta-feira da Semana Santa. No mesmo dia, ele teria reproduzido a partitura toda de memória. Teria voltado à Capela Sistina na sexta-feira santa, quando a obra foi executada novamente, para fazer pequenas correções a suas anotações.</p>
<p>O historiador inglês Charles Burney obteve a peça de Mozart e a publicou em 1771. A proibição do Vaticano foi, então, abolida.</p>
<p>Vamos ouvir o <em>Miserere</em> de Allegri com o King’s College Choir de Cambridge, sob a direção de Stephen Cleobury.</p>
<p><iframe loading="lazy" title="Allegri&#039;s Miserere Mei" width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/IX1zicNRLmY?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen></iframe></p>
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		<title>Bach – Cantata BWV 12</title>
		<link>https://classicosdosclassicos.mus.br/obras/bach-cantata-bwv-12-weinen-klagen-sorgen-zagen-os-prantos-as-lamentacoes-os-tormentos-e-os-temores/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Clássicos dos Clássicos]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 06 Apr 2020 02:50:04 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A Cantata BWV 12, &#8220;Weinen, Klagen, Sorgen, Zagen” (Os prantos, as lamentações, os tormentos e os temores), foi a segunda que Bach escreveu após sua nomeação como Konzertmeister da Corte de Weimar. Foi apresentada no terceiro domingo depois da Páscoa, no dia 22 de abril de 1714. Seu libreto evoca o Evangelho do Domingo, João 16:16-23, [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A <em>Cantata</em> BWV 12, &#8220;<em>Weinen, Klagen, Sorgen, Zagen</em>” (Os prantos, as lamentações, os tormentos e os temores), foi a segunda que <a href="https://classicosdosclassicos.mus.br/compositores/johann-sebastian-bach-2">Bach</a> escreveu após sua nomeação como <em>Konzertmeister</em> da Corte de Weimar. Foi apresentada no terceiro domingo depois da Páscoa, no dia 22 de abril de 1714.</p>
<p>Seu libreto evoca o Evangelho do Domingo, João 16:16-23, que começa: “Ainda um pouco e já não me vereis, e outra vez um pouco, e me vereis; porque vou para o Pai”.</p>
<p>A obra marca assim o conflito entre a tristeza (causada pelo adeus de Jesus) e a alegria (a promessa de que Ele vai voltar).</p>
<p><a href="https://classicosdosclassicos.mus.br/compositores/johann-sebastian-bach-2">Bach</a> interpreta estes pensamentos usando os recursos da &#8220;música poética&#8221;, ou seja, da retórica musical de seu tempo. A tristeza é retratada pelo cromatismo da linha descendente do baixo contínuo no coro inicial. Já a alegria, pelas frases ascendentes do recitativo, da segunda Ária e também no Coral Final. A progressão da tristeza para a alegria se faz segundo uma linha regular ao longo da obra, de modo que não há descontinuidades e rupturas.</p>
<p><strong>Seções da obra</strong></p>
<p>A cantata tem uma introdução solene &#8211; uma Sinfonia.  Em cantatas posteriores, essa introdução se torna parte integrante do coro de abertura.</p>
<p>Segue-se um coro em três partes com <em>da capo </em>(repetição desde o início). As partes inicial e final repousam sobre um baixo obstinado de chacona (forma musical baseada na variação de uma pequena progressão harmônica repetida) de quatro compassos em sucessão cromática descendente.</p>
<p>Sobre esta base se levanta o lamento do coro. Para citar o biógrafo Alberto Basso, &#8220;esta é uma esplêndida reiteração que vai do soprano ao baixo, em imitação&#8221;.</p>
<p>Este material foi mais tarde remanejado e utilizado por <a href="https://classicosdosclassicos.mus.br/compositores/johann-sebastian-bach-2">Bach</a> no <em>Crucifixus</em> da <em>Missa em Si Menor</em> (ouça o <a href="https://classicosdosclassicos.mus.br/multimidia/podcast-bach-missa-em-si-menor-bwv-232-1a-parte-kyrie-e-gloria/">podcast</a> sobre a obra). O compositor <a href="https://classicosdosclassicos.mus.br/compositores/franz-liszt/">Franz Liszt</a> escreveu variações sobre <em>Weinen, Klagen</em>.</p>
<p>A seção central do coro tem um tempo mais rápido e sua construção e harmonia são menos complexas.</p>
<p>A primeira Ária para o contralto, com um oboé <em>obbligato</em>, “<em>Kreuz und Krone</em>”, diz que a cruz e a coroa são inseparáveis. Notem a gravidade que o fagote, no contínuo, confere à peça.</p>
<p>Na segunda Ária, “<em>Ich folge Christo nach</em>” (Eu sigo os passos de Cristo), surge uma escala ascendente, aqui associada a diversas passagens em cânon (em imitação) que descrevem o fiel seguindo os passos de Jesus.</p>
<p>Na terceira Ária, para tenor, uma <em>tromba da tirarsi</em> (um tipo de trompete antigo – “trompete de vara”) toca a melodia do coral luterano “<em>Jesu, meine Freude</em>” (Jesus, minha alegria). Esses corais eram bem conhecidos dos ouvintes da época e são mais um dos recursos que Bach usa para ilustrar o sentido dos textos – aqui, a ideia de que Jesus transforma a tristeza em alegria.</p>
<p>O coral final, como de costume, é de construção simples.</p>
<p style="font-weight: 400;">Bach – <em>Cantata BWV 12: Weinen, Klagen, Sorgen, Zagen</em> | Netherlands Bach Society regida por René Jacobs.</p>
<p><iframe loading="lazy" title="Bach - Cantata Weinen, Klagen, Sorgen, Zagen BWV 12 - Jacobs | Netherlands Bach Society" width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/GZNg3CWTt14?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
<p>&nbsp;</p>
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		<item>
		<title>Mozart &#8211; Ave Verum Corpus, K. 618</title>
		<link>https://classicosdosclassicos.mus.br/obras/mozart-ave-verum-corpus-k-618/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Clássicos dos Clássicos]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 20 Dec 2019 12:27:31 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Durante a primavera de 1791, Constanze Mozart foi passar uma temporada em um spa de Baden, perto de Viena. Ela estava tendo problemas em sua sexta gravidez e Mozart foi visitá-la várias vezes. Em uma dessas ocasiões, ele compôs um pequeno moteto para quatro vozes e cordas, como um presente para Anton Stoll, o Mestre [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Durante a primavera de 1791, Constanze Mozart foi passar uma temporada em um spa de Baden, perto de Viena. Ela estava tendo problemas em sua sexta gravidez e Mozart foi visitá-la várias vezes.</p>
<p>Em uma dessas ocasiões, ele compôs um pequeno moteto para quatro vozes e cordas, como um presente para Anton Stoll, o Mestre do Coro local, com quem havia estabelecido uma amizade.</p>
<p>Esta obra de 46 compassos e pouco mais de três minutos de duração tem sido considerada virtualmente perfeita.</p>
<p>O <em>Ave Verum Corpus</em> é, depois do <em>Requiem</em>, a obra coral mais querida de Mozart. Estas são, aliás, suas duas últimas obras sacras, compostas no ano de sua morte.</p>
<p>Escrito para o Corpus Christi, foi executado pela primeira vez no dia da festa, em 1791, na igreja paroquial de Baden.</p>
<p>O texto fala dos momentos dolorosos da crucifixão de Cristo. A música respira um clima de calmo repouso, de graça entre lágrimas.</p>
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		<item>
		<title>Haydn &#8211; As Sete Últimas Palavras de Cristo na Cruz</title>
		<link>https://classicosdosclassicos.mus.br/obras/haydn-as-sete-ultimas-palavras-de-cristo-na-cruz/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Clássicos dos Clássicos]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 06 Aug 2019 00:42:33 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>As sete últimas palavras de Cristo na cruz figura entre as mais belas, profundas e incomuns obras de Haydn. Ele mesmo nos explica as circunstâncias que o levaram à sua composição: “Há uns quinze anos, recebi um pedido de um sacerdote de Cádiz [cidade da Andaluzia] para compor música instrumental sobre as Sete Últimas Palavras de Nosso [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><i><span style="font-weight: 400;">As sete últimas palavras de Cristo na cruz </span></i><span style="font-weight: 400;">figura entre as mais belas, profundas e incomuns obras de <a href="https://classicosdosclassicos.mus.br/compositores/joseph-haydn/">Haydn</a>. Ele mesmo nos explica as circunstâncias que o levaram à sua composição:</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">“Há uns quinze anos, recebi um pedido de um sacerdote de Cádiz [cidade da Andaluzia] para compor música instrumental sobre as Sete Últimas Palavras de Nosso Salvador na Cruz. Era costume em Cádiz produzir todo ano um oratório durante a Quaresma.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O efeito dessa apresentação era intensificado pelo cenário montado. As paredes, janelas e pilares eram cobertos com panos pretos e somente um grande candelabro pendurado no centro do teto quebrava a solene escuridão. Ao meio-dia, as portas eram fechadas e a cerimônia começava.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Depois de uma breve oração, o bispo subia ao púlpito, dizia a primeira palavra e fazia um breve sermão sobre ela. Depois, deixava o púlpito e se ajoelhava diante do altar. A orquestra então tocava o primeiro </span><i><span style="font-weight: 400;">Adagio</span></i><span style="font-weight: 400;">. O bispo prosseguia dessa maneira, dizendo a segunda palavra, a terceira, e assim por diante. A orquestra se seguia à conclusão de cada discurso.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Minha composição era sujeita a essas condições e não foi nada fácil compor sete adágios durando dez minutos cada, que se sucediam sem cansar os ouvintes; na verdade, achei impossível me ater aos limites estabelecidos.”</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A propósito das observações de <a href="https://classicosdosclassicos.mus.br/compositores/joseph-haydn/">Haydn</a> sobre a dificuldade da composição, o comentarista Eric Bromberger afirmou:</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">“O desafio para ele era de capturar o espírito dessas palavras solenes, mantendo o interesse dos ouvintes ao longo de sete movimentos lentos. Ele o enfrentou de diferentes maneiras: criando fortes contrastes entre o caráter das partes (algumas são líricas, outras lamentosas, outras dramáticas), usando uma ampla gama de tonalidades (algo inusitado para a época), e explorando sonoridades contratantes, como cordas em surdina em um movimento e  </span><i><span style="font-weight: 400;">pizzicato</span></i><span style="font-weight: 400;"> em outro. Emoldurou os sete movimentos lentos com a Introdução solene, </span><i><span style="font-weight: 400;">Maestoso ed Adagio, </span></i><span style="font-weight: 400;">e o </span><i><span style="font-weight: 400;">Terremoto </span></i><span style="font-weight: 400;">final, marcado </span><i><span style="font-weight: 400;">Presto e con tutta la forza.”</span></i></p>
<p><span style="font-weight: 400;">É importante observar que as cerimônias da Sexta-Feira Santa não aconteciam na Catedral de Cádiz, mas sim na Capela de Santa Cueva, uma caverna feita em uma colina atrás da Catedral, em quase total escuridão.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Uma curiosidade final: o padre que encomendou a composição, Don José Sáenz de Santa María, pagou Haydn de uma maneira original – mandou-lhe um bolo… recheado de moedas de ouro.</span></p>
<p><b>A obra</b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A versão original de </span><i><span style="font-weight: 400;">As sete últimas palavras de Cristo na cruz</span></i><span style="font-weight: 400;"> data de 1786 e foi escrita para grande orquestra. Teve tanto sucesso que logo vieram outras versões: para quarteto de cordas, para orquestra e coro (com um texto composto especialmente para a obra) e uma redução para piano autorizada pelo compositor.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A primeira apresentação em Cádiz ocorreu em 6 de abril de 1787. Uma indicação da fama de Haydn naquela época reside no fato de a obra ter sido executada quase que simultaneamente em Viena e em Bonn, em fins de março, portanto antes da “estreia” em Cádiz!</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="font-weight: 400;">Haydn dividiu o trabalho em dez partes, usando o texto em Latim:</span></p>
<ul>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Introdução em Ré Menor – </span><i><span style="font-weight: 400;">Maestoso ed Adagio</span></i></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Sonata I (“</span><i><span style="font-weight: 400;">Pater, dimitte illis, quia nesciunt, quid faciunt</span></i><span style="font-weight: 400;">”) em Si Bemol Maior – </span><i><span style="font-weight: 400;">Largo</span></i></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Sonata II (“</span><i><span style="font-weight: 400;">Hodie mecum eris in paradiso</span></i><span style="font-weight: 400;">”) em Dó Menor /Dó Maior – </span><i><span style="font-weight: 400;">Grave</span></i><span style="font-weight: 400;"> e </span><i><span style="font-weight: 400;">cantabile</span></i></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Sonata III (“</span><i><span style="font-weight: 400;">Mulier, ecce filius tuus</span></i><span style="font-weight: 400;">”) em Mi Maior – </span><i><span style="font-weight: 400;">Grave</span></i></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Sonata IV (“</span><i><span style="font-weight: 400;">Deus meus, Deus meus, ut quid dereliquisti me</span></i><span style="font-weight: 400;">”) em Fá Menor – </span><i><span style="font-weight: 400;">Largo</span></i></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Sonata V (“</span><i><span style="font-weight: 400;">Sitio</span></i><span style="font-weight: 400;">”) em Lá Maior – </span><i><span style="font-weight: 400;">Adagio</span></i></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Sonata VI (“</span><i><span style="font-weight: 400;">Consummatum est</span></i><span style="font-weight: 400;">”) em Sol Menor/Sol Maior – </span><i><span style="font-weight: 400;">Lento</span></i></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Sonata VII (“</span><i><span style="font-weight: 400;">In manus tuas, Domine, commendo spiritum meum</span></i><span style="font-weight: 400;">”) em Mi Bemol Maior – </span><i><span style="font-weight: 400;">Largo</span></i></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><i><span style="font-weight: 400;">Il Terremoto, </span></i><span style="font-weight: 400;">em Dó Menor – </span><i><span style="font-weight: 400;">Presto e con tutta la forza</span></i></li>
</ul>
<p><span style="font-weight: 400;">Versão em português:</span></p>
<ul>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Introdução</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">“Pai, perdoai-os porque eles não sabem o que fazem.” (Lucas 23:34)</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">“Em verdade eu te digo, hoje, estarás comigo no Paraíso.” (Lucas 23:43)</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">“Mulher: Eis aí o teu filho… Então disse ao discípulo: Eis aí tua mãe…” (João 19:26-27)</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">“</span><i><span style="font-weight: 400;">Elí, Elí, lama sabactani</span></i><span style="font-weight: 400;">? Deus, meu Deus, por que me abandonaste?” (Mateus 27:46 e Marcos 15:34)</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">“Tenho sede.” (João 19:28)</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">“Está consumado.” (João 19:30)</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">“Pai, em tuas mãos entrego meu espírito.” (Lucas 23:46)</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Terremoto</span></li>
</ul>
<p><span style="font-weight: 400;">O nono e último movimento, </span><i><span style="font-weight: 400;">Terremoto</span></i><span style="font-weight: 400;">, refere-se à descrição de Mateus 27:51 e 27:54:</span></p>
<p><em><span style="font-weight: 400;">E eis que a cortina do santuário rasgou-se de alto a baixo, em duas partes, a terra tremeu e as pedras se partiram…<br />
</span></em><em><span style="font-weight: 400;">O oficial e os soldados que estavam com ele guardando Jesus, ao notarem o terremoto e tudo que havia acontecido, ficaram com muito medo e disseram: “Ele era mesmo Filho de Deus!”</span></em></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Haydn – </span><i><span style="font-weight: 400;">As sete últimas palavras de Cristo na cruz</span></i><span style="font-weight: 400;"> | <a href="https://www.alia-vox.com/en/artists/le-concert-des-nations/">Le Concert des Nations regido por Jordi Savall </a></span></p>
<p><iframe loading="lazy" title="Septem Verba Christi in Cruce (Joseph Haydn) - Concierto de Jordi Savall" width="500" height="375" src="https://www.youtube.com/embed/ecNmELbr9x4?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" allowfullscreen></iframe></p>
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