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	<title>Três Russos - Clássicos dos Clássicos</title>
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	<description>Por Carlos Siffert</description>
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		<title>Prokofiev – Concerto nº 3 para Piano e Orquestra, Op. 26</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Clássicos dos Clássicos]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 18 Oct 2021 17:24:43 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Prokofiev escreveu cinco concertos para piano, mas apenas um deles é executado com maior frequência, o terceiro, que estreou em Chicago, em dezembro de 1921, com o compositor ao piano. O Concerto nº 3 é conhecido pela dificuldade, pela dexteridade e pela energia que requer do intérprete. Está, assim, no topo da lista dos concertos [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><a href="https://classicosdosclassicos.mus.br/compositores/sergei-prokofiev/">Prokofiev</a> escreveu cinco concertos para piano, mas apenas um deles é executado com maior frequência, o terceiro, que estreou em Chicago, em dezembro de 1921, com o compositor ao piano.</p>
<p>O Concerto nº 3 é conhecido pela dificuldade, pela dexteridade e pela energia que requer do intérprete. Está, assim, no topo da lista dos concertos ultra virtuosísticos, sendo muito usado em concursos de piano. Não é, porém, uma peça de show off (exibicionista), mas sim uma obra de expressão apaixonada e de rompantes de espontaneidade.</p>
<p>São três os seus movimentos:</p>
<p>O primeiro, Andante Allegro, começa devagar, com um tema evocativo, misterioso nas clarinetas, mas que logo é substituído pelas cordas, rápidas e enérgicas, que abrem o caminho para o piano. As passagens em staccato do piano são muito exigentes. Um interlúdio para o oboé com castanholas leva ao desenvolvimento da melodia de abertura e depois a mais “fogos de artifício” para o solista e a orquestra.</p>
<p>O segundo movimento é um tema com variações que se alternam entre lentas e poéticas, e brilhantes e dinâmicas.</p>
<p>O terceiro movimento, Allegro ma non tropo, volta ao estilo brilhante do primeiro, unindo suaves melodias com passagens de grande energia rítmica e percussiva.</p>
<p>Prokofiev – Concerto nº 3 para Piano e Orquestra, Op. 26 | <a href="https://classicosdosclassicos.mus.br/martha-argerich/">Martha Argerich</a> (piano) e <a href="https://lso.co.uk/">London Symphony Orchestra</a>, sob a regência de André Previn.</p>
<p><iframe loading="lazy" title="Martha Argerich - Prokofiev - Piano Concerto No 3 - Previn" width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/FgnE25-kvyk?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen></iframe></p>
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		<title>Stravinsky – Suíte Italiana (1932)</title>
		<link>https://classicosdosclassicos.mus.br/obras/stravinsky-suite-italiana-1932/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Clássicos dos Clássicos]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 18 Oct 2021 17:23:33 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A Suíte Italiana é uma das diversas “filhas” do balé Pulcinella, que Stravinsky compôs para Serge Diaghilev, o empresário dos Balés Russos, em 1920. Duas ressalvas, porém, devem ser feitas aqui: A primeira: Diaghilev tinha escolhido as peças de Pergolesi (1710-1736) que queria usar e Stravinsky fez apenas os arranjos. A segunda: nem Diaghilev, nem [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Suíte Italiana é uma das diversas “filhas” do balé Pulcinella, que <a href="https://classicosdosclassicos.mus.br/compositores/igor-stravinsky/">Stravinsky</a> compôs para Serge Diaghilev, o empresário dos Balés Russos, em 1920.</p>
<p>Duas ressalvas, porém, devem ser feitas aqui:</p>
<p>A primeira: Diaghilev tinha escolhido as peças de Pergolesi (1710-1736) que queria usar e Stravinsky fez apenas os arranjos.</p>
<p>A segunda: nem Diaghilev, nem <a href="https://classicosdosclassicos.mus.br/compositores/igor-stravinsky/">Stravinsky</a> sabiam na ocasião que Pergolesi era um nome popular no século XVIII e que os editores o usavam em peças de outros compositores menos conhecidos para aumentar as vendas. De Pergolesi, só a Serenata e o Minueto são realmente de sua autoria; as outras seis peças foram escritas por compositores diferentes.</p>
<p>No entanto, o brilho e o charme da música são inegáveis, e <a href="https://www.youtube.com/watch?v=t411SvhTAoM&amp;ab_channel=ChristophCrois%C3%A9">Stravinsky</a> se aproveitou deles fazendo vários arranjos, inclusive suítes, como a Suíte Italiana (1932).</p>
<p>Vamos ouvir o arranjo para violoncelo de Gregor Piatigorsky.</p>
<p>Stravinsky – Suíte Italiana |<a href="http://christophcroise.ch/en/"> Christoph Croisé</a> (violoncelo) e Oxana Shevchenko (piano)</p>
<p><iframe loading="lazy" title="I. Stravinsky: Suite Italienne, Christoph Croisé, Cello, Oxana Shevchenko, Piano" width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/t411SvhTAoM?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen></iframe></p>
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