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	<title>Villa Lobos - Clássicos dos Clássicos</title>
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	<description>Por Carlos Siffert</description>
	<lastBuildDate>Mon, 15 Jan 2024 18:18:24 +0000</lastBuildDate>
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		<title>Villa-Lobos – Bachianas Brasileiras nº. 8</title>
		<link>https://classicosdosclassicos.mus.br/obras/villa-lobos-bachianas-brasileiras-no-8/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Clássicos dos Clássicos]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 15 Jan 2024 18:15:17 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O próprio Villa-Lobos regeu a estreia da Bachianas Brasileiras nº. 8, em 6 de agosto de 1947, em Roma. Escrita para grande orquestra, a percussão tem um papel de destaque na peça, que é dividida em quatro movimentos: &#8211; Prelúdio — Adagio Um prolongado tema contrasta com uma variedade de ritmos regionais brasileiros. &#8211; Ária [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O próprio <a href="https://classicosdosclassicos.mus.br/compositores/heitor-villa-lobos/">Villa-Lobos</a> regeu a estreia da <em>Bachianas Brasileiras nº. 8</em>, em 6 de agosto de 1947, em Roma. Escrita para grande orquestra, a percussão tem um papel de destaque na peça, que é dividida em quatro movimentos:</p>
<p>&#8211; Prelúdio — <em>Adagio</em></p>
<p>Um prolongado tema contrasta com uma variedade de ritmos regionais brasileiros.</p>
<p>&#8211; Ária (Modinha) — <em>Largo</em></p>
<p>Um expressivo e melancólico tema no violoncelo, acompanhado das cordas, inicia o movimento, que segue com um motivo na forma de “dobrado”. O espírito da modinha retorna com outro tema profundamente lírico.</p>
<p>&#8211; Tocata (Catira Batida) — <em>Vivace (Scherzando)</em></p>
<p>O ritmo da Catira batida, dança tradicional do Sul do Brasil, abre o movimento, que segue com uma melodia <em>cantabile</em>, acompanhada pelos violoncelos em <em>pizzicato</em>.</p>
<p>&#8211; Fuga — <em>Poco moderato</em></p>
<p>De harmonia densa, esse movimento termina com uma sonoridade imponente.</p>
<p><a href="https://classicosdosclassicos.mus.br/compositores/heitor-villa-lobos/">Villa-Lobos</a> – <em>Bachianas Brasileiras nº. 8 </em>| Osesp regida por <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Roberto_Minczuk">Roberto Minczuk</a></p>
<p><iframe loading="lazy" title="Heitor Villa-Lobos: Bachianas Brasileiras No. 8, for orchestra (Minczuk, OSESP)" width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/MqBDMcoAbUQ?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" allowfullscreen></iframe></p>
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		<item>
		<title>Villa-Lobos – Bachianas Brasileiras nº. 3</title>
		<link>https://classicosdosclassicos.mus.br/obras/villa-lobos-bachianas-brasileiras-no-3/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Clássicos dos Clássicos]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 15 Jan 2024 18:12:54 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Escrita para piano e orquestra em 1938, a Bachianas Brasileiras nº. 3 foi estreada, em 1947, em Nova York, com a Orquestra CBS regida pelo próprio Villa-Lobos, tendo como solista o pianista José Vieira Brandão.  São quatro seus movimentos: &#8211; Prelúdio (Ponteio) — Adagio O uso de intervalos de quarta se une a sequências harmônicas [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;">Escrita para piano e orquestra em 1938, a </span><i><span style="font-weight: 400;">Bachianas Brasileiras nº. 3</span></i><span style="font-weight: 400;"> foi estreada, em 1947, em Nova York, com a Orquestra CBS regida pelo próprio <a href="https://classicosdosclassicos.mus.br/compositores/heitor-villa-lobos/">Villa-Lobos</a>, tendo como solista o pianista José Vieira Brandão. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">São quatro seus movimentos:</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">&#8211; Prelúdio (Ponteio) — </span><i><span style="font-weight: 400;">Adagio</span></i></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O uso de intervalos de quarta se une a sequências harmônicas ao longo de todo o movimento. Uma melodia ornamentada se destaca a partir das intervenções dos demais instrumentos.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">&#8211; Fantasia (Devaneio) — </span><i><span style="font-weight: 400;">Allegro moderato</span></i></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Aqui, o fator rítmico justapõe-se a um expressivo </span><i><span style="font-weight: 400;">cantabile</span></i><span style="font-weight: 400;">. O </span><i><span style="font-weight: 400;">crescendo</span></i><span style="font-weight: 400;"> inicial da orquestra antecede a melodia vigorosa e marcial do piano. O movimento termina de forma grandiosa.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">&#8211; Ária (Modinha) — </span><i><span style="font-weight: 400;">Largo</span></i></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Após um início de caráter sentimental, uma melodia soa no clarinete. O tema principal é apresentado pelo piano, seguido de um tema em ritmo de marcha com acordes dissonantes.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">&#8211; Tocata (Pica-pau) — </span><i><span style="font-weight: 400;">Allegro</span></i></p>
<p><span style="font-weight: 400;">De caráter ritmado e percussivo, esse movimento evoca a sonoridade insistente do bico do pássaro sobre a madeira. A influência das danças populares do Norte e do Nordeste brasileiros se faz presente.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="font-weight: 400;"><a href="https://classicosdosclassicos.mus.br/compositores/heitor-villa-lobos/">Villa-Lobos</a> – </span><i><span style="font-weight: 400;">Bachianas Brasileiras nº. 3 </span></i><span style="font-weight: 400;">| </span><span style="font-weight: 400;">Jean Louis Steuerman (piano) e <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Orquestra_Filarm%C3%B4nica_Nacional_H%C3%BAngara">Filarmônica Nacional da Hungria</a> regida por Zóltan Kocsis</span></p>
<p><iframe loading="lazy" title="Bachianas Brasileiras No. 3 • Villa-Lobos • Hungarian National Philharmonic" width="500" height="375" src="https://www.youtube.com/embed/2ioQABk7AXQ?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" allowfullscreen></iframe></p>
<p>&nbsp;</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Villa-Lobos – Bachianas Brasileiras nº. 2</title>
		<link>https://classicosdosclassicos.mus.br/obras/villa-lobos-bachianas-brasileiras-no-2/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Clássicos dos Clássicos]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 15 Jan 2024 18:10:16 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Villa-Lobos compôs a Bachianas Brasileiras nº. 2 em 1930, dedicando-a à sua segunda esposa, Arminda Villa-Lobos, a Mindinha.  A obra é dividida em quatro movimentos, cujos subtítulos evocam o folclore e o regionalismo brasileiro: &#8211; Prelúdio (O Canto do Capadócio) — Adagio / Andantino &#8211; Ária (O Canto da Nossa Terra) — Largo &#8211; Dança [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;"><a href="https://classicosdosclassicos.mus.br/compositores/heitor-villa-lobos/">Villa-Lobos</a> compôs a </span><i><span style="font-weight: 400;">Bachianas Brasileiras nº. 2</span></i><span style="font-weight: 400;"> em 1930, dedicando-a à sua segunda esposa, Arminda Villa-Lobos, a Mindinha. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A obra é dividida em quatro movimentos, cujos subtítulos evocam o folclore e o regionalismo brasileiro:</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">&#8211; Prelúdio (O Canto do Capadócio) — </span><i><span style="font-weight: 400;">Adagio / Andantino</span></i></p>
<p><span style="font-weight: 400;">&#8211; Ária (O Canto da Nossa Terra) — </span><i><span style="font-weight: 400;">Largo</span></i></p>
<p><span style="font-weight: 400;">&#8211; Dança (Lembrança do Sertão) — </span><i><span style="font-weight: 400;">Andantino moderato</span></i></p>
<p><span style="font-weight: 400;">&#8211; Tocata (O Trenzinho do Caipira) — </span><i><span style="font-weight: 400;">Un poco moderato</span></i><span style="font-weight: 400;"> </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">“O trenzinho do caipira”, último movimento da </span><i><span style="font-weight: 400;">Bachianas nº 2</span></i><span style="font-weight: 400;">, tornou-se uma das peças mais conhecidas de <a href="https://classicosdosclassicos.mus.br/compositores/heitor-villa-lobos/">Villa-Lobos</a>. Sua sonoridade imita musicalmente o movimento de uma locomotiva. Posteriormente, a melodia recebeu letra do poeta Ferreira Gullar, publicada no livro </span><i><span style="font-weight: 400;">Poema Sujo</span></i><span style="font-weight: 400;"> (1976).</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;"><a href="https://classicosdosclassicos.mus.br/compositores/heitor-villa-lobos/">Villa</a> fez uma descrição de cada um dos movimentos para a montagem do balé </span><i><span style="font-weight: 400;">Mancenilha (A Flor que Embriaga)</span></i><span style="font-weight: 400;">, de 1953, inspirado na obra:</span></p>
<p><i><span style="font-weight: 400;">“Prelúdio</span></i><span style="font-weight: 400;"> – Vasto sertão arenoso e tropical. Num crepúsculo velado de muitas cores, de atmosfera densa e misteriosa, a lua vem surgindo, grande e melancólica. Moças e rapazes sertanejos, lentamente caminham cambaleantes e indiferentes ao tempo e a tudo. Uma cabocla bem morena, com uma flor vermelha e branca na mão, aparece gingando, rebolando, corrupiando, envolvendo os rapazes, e desaparece&#8230;. Os sertanejos cambaleando voltam a caminhar lentamente até caírem uns após outros. </span></p>
<p><i><span style="font-weight: 400;">Ária</span></i><span style="font-weight: 400;"> – A lua mais alta no horizonte. Um caboclo bronzeado e forte, como se fora um cangaceiro, surge, de repente, em busca de alguém. Os sertanejos, sonolentos e intoxicados, rastejando, desaparecem. O caboclo volteia em rodopios, fazendo sinais cabalísticos. A seu apelo, atende um grupo de sertanejos bronzeados, 37 mulheres e homens com aspecto de feiticeiros. Tem início a macumba. Reaparece a cabocla morena trazendo a flor vermelha e branca na mão. Dança tremulando o corpo e seduzindo o caboclo bronzeado. O perfume da flor a todos embriaga. </span></p>
<p><i><span style="font-weight: 400;">Dança</span></i><span style="font-weight: 400;"> – A lua, no alto, no infinito. Grupos de índios guerreiros invadem sorrateiramente o sertão. A cabocla morena esconde-se entre os feiticeiros que se arrastam e fogem. Os índios guerreiros, porém, retêm a cabocla e o caboclo, envolvendo-os numa dança selvagem. Longe, distante do sertão, atravessando a planície, um pitoresco trenzinho&#8230; </span></p>
<p><i><span style="font-weight: 400;">Tocata</span></i><span style="font-weight: 400;"> – A lua, no alto, esconde-se. Penumbra. Viajantes humildes e caipiras aparecem, pelo sertão, buscando o trenzinho. Trava-se uma luta entre os índios e os personagens que vão viajar. A cabocla, com sua flor milagrosa, agora iluminada, rodopia com os lutadores, embriaga-se com o seu perfume e tomba vítima de sua própria sedução.”</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;"> </span><span style="font-weight: 400;">(trecho do livro </span><i><span style="font-weight: 400;">As Bachianas Brasileiras de Villa-Lobos</span></i><span style="font-weight: 400;">, de Palma e Chaves Jr., Companhia Editora Americana, 1971)</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Villa-Lobos – </span><i><span style="font-weight: 400;">Bachianas Brasileiras nº. 2</span></i><span style="font-weight: 400;"> | <a href="https://filarmonica.art.br/">Filarmônica de Minas Gerais</a> regida por Fábio Mechetti</span></p>
<p><iframe loading="lazy" title="Bachianas Brasileiras No. 2 • Villa-Lobos • Filarmônica de Minas Gerais" width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/_bn3HtTjdoQ?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" allowfullscreen></iframe></p>
<p>&nbsp;</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Villa-Lobos – Choros nº. 5, Alma Brasileira</title>
		<link>https://classicosdosclassicos.mus.br/obras/villa-lobos-choros-no-5-alma-brasileira/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Clássicos dos Clássicos]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 03 Jul 2023 20:53:31 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Os doze Choros de Villa-Lobos (dois foram perdidos) datam da década de 1920. O Choro nº. 5, Alma Brasileira, composto em 1925, é o único escrito para piano solo. Estreado em 1927, no Rio de Janeiro, foi dedicado a Arnaldo Guinle. A peça se inicia misteriosamente. Villa-Lobos anota no começo da partitura: para a mão [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Os doze <em>Choros</em> de <a href="https://classicosdosclassicos.mus.br/compositores/heitor-villa-lobos/">Villa-Lobos</a> (dois foram perdidos) datam da década de 1920. O <em>Choro nº. 5</em>, <em>Alma Brasileira, </em>composto em 1925, é o único escrito para piano solo. Estreado em 1927, no Rio de Janeiro, foi dedicado a Arnaldo Guinle.</p>
<p>A peça se inicia misteriosamente. Villa-Lobos anota no começo da partitura: para a mão direita, “vago e bem distinto”, e, para a mão esquerda, “murmurando e bem ritmado”. Como o intérprete deve entender esse “vago e bem distinto”? Vago, no sentido de devaneio, de horas vagas em fim de tarde, talvez. E “bem distinto” no sentido de bem destacado dos baixos, que se encontram nesse ritmo murmurado.</p>
<p>Há um tom de seresta, o musicólogo Adhemar Nóbrega assinala bem: “Muito a propósito, o autor faz ouvir, simultaneamente, o implacável recorte rítmico do acompanhamento e o canto livre e descontraído, dando uma disfarçada impressão de <em>rubato</em> ou da expressão melódica se retardando, que é característica dos seresteiros”.</p>
<p>A parte central da peça corta a sugestão de langor para inserir um núcleo de ritmo poderoso. Enfim, retorna à seção inicial.</p>
<p><a href="https://classicosdosclassicos.mus.br/compositores/heitor-villa-lobos/">Villa-Lobos</a> encerra a <em>Alma brasileira </em>nessa impressão dual: abandono e pulsações veementes.</p>
<p>Villa-Lobos – <em>Choros nº. 5, Alma Brasileira </em>| Nelson Freire (piano)</p>
<p><iframe loading="lazy" title="Choros No. 5 • Villa-Lobos • Nelson Freire" width="500" height="375" src="https://www.youtube.com/embed/y0l3xocOsio?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" allowfullscreen></iframe></p>
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]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Villa-Lobos – Suíte Popular Brasileira</title>
		<link>https://classicosdosclassicos.mus.br/obras/villa-lobos-suite-popular-brasileira/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Clássicos dos Clássicos]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 12 Jul 2021 18:38:26 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A Suíte Popular Brasileira, como a conhecemos, foi terminada em 1912, embora algumas de suas partes tenham sido escritas na década anterior. Essa é, portanto, uma das primeiras obras de Villa-Lobos tocadas até os dias de hoje. Cada um de seus movimentos representa uma dança diferente, porém em versão de choro: Mazurca-Choro Schottish-Choro Valsa-Choro Gavota-Choro [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A <em>Suíte Popular Brasileira</em>, como a conhecemos, foi terminada em 1912, embora algumas de suas partes tenham sido escritas na década anterior. Essa é, portanto, uma das primeiras obras de <a href="https://classicosdosclassicos.mus.br/compositores/heitor-villa-lobos/">Villa-Lobos</a> tocadas até os dias de hoje.</p>
<p>Cada um de seus movimentos representa uma dança diferente, porém em <em>versão </em>de choro:</p>
<ol>
<li>Mazurca-Choro</li>
<li>Schottish-Choro</li>
<li>Valsa-Choro</li>
<li>Gavota-Choro</li>
</ol>
<p>Villa-Lobos &#8211; <em>Suíte Popular Brasileira</em> | <a href="https://www.tigadorecords.com/">Thomas Viloteau</a> (violão)</p>
<p><iframe loading="lazy" title="Suite Populaire Brésilienne - Heitor Villa-Lobos" width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/HB9hDsD4tyk?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen></iframe></p>
<p>&nbsp;</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Villa-Lobos – Bachianas Brasileiras nº 7</title>
		<link>https://classicosdosclassicos.mus.br/obras/villa-lobos-bachianas-brasileiras-no-7/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Clássicos dos Clássicos]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 12 Jul 2021 18:32:33 +0000</pubDate>
				<guid isPermaLink="false">https://classicosdosclassicos.mus.br/?post_type=obras&#038;p=6771</guid>

					<description><![CDATA[<p>As Bachianas Brasileiras são consideradas as maiores obras de Villa-Lobos. As composições unem a música universal com o folclore brasileiro. Seus movimentos são nomeados a partir das peças bachianas, como Prelúdio, Tocatta, Allegro e Fuga, e de canções ou danças tradicionais brasileiras, como Embolada, Modinha, Desafio e Catira Batida. A Bachianas Brasileiras nº 7 é [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>As <em>Bachianas Brasileiras</em> são consideradas as maiores obras de <a href="https://classicosdosclassicos.mus.br/compositores/heitor-villa-lobos/">Villa-Lobos</a>. As composições unem a música universal com o folclore brasileiro. Seus movimentos são nomeados a partir das peças bachianas, como <em>Prelúdio</em>, <em>Tocatta</em>, <em>Allegro</em> e <em>Fuga</em>, e de canções ou danças tradicionais brasileiras, como <em>Embolada</em>, <em>Modinha</em>, <em>Desafio</em> e <em>Catira Batida</em>.</p>
<p>A <em>Bachianas Brasileiras nº 7</em> é a mais longa da série. Composta em 1942, busca uma síntese entre os traços bachianos e os brasileiros.</p>
<p>Seu <em>Prelúdio (Ponteio) </em>tem proporções quase sinfônicas, mantendo, porém, um caráter improvisatório.</p>
<p>A <em>Giga (Quadrilha Caipira) </em>é uma fusão da giga bachiana com a quadrilha, dança então popular.</p>
<p>A <em>Toccata (Desafio) </em>é inspirada nos <em>desafios</em> dos cantores sertanejos.</p>
<p>Por fim, a <em>Fuga (Conversa) </em>volta a aspectos mais sérios, refletindo as lições aprendidas no contraponto das obras-primas da maturidade de Bach.</p>
<p>Villa-Lobos – <em>Bachianas Brasileiras nº 7</em> | <a href="https://www.rtve.es/orquesta-coro/orquesta-sinfonica/">Orquestra Sinfônica RTVE</a>; Carlos Kalmar (regente).</p>
<p><iframe loading="lazy" title="Bachianas Brasileiras No. 7 • Villa-Lobos • RTVE Symphony Orchestra" width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/bsmeEP8bwR4?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen></iframe></p>
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		<title>Villa-Lobos – Choros nº 10, &#8220;Rasga o Coração&#8221;</title>
		<link>https://classicosdosclassicos.mus.br/obras/villa-lobos-choros-no-10-rasga-o-coracao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Clássicos dos Clássicos]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 05 Mar 2021 06:08:19 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Villa-Lobos compôs 14 Choros para diferentes formações. O mais conhecido é o Choros nº 10 – Rasga o Coração, para orquestra e coro misto, composto em 1926. Dividido em duas partes, a primeira é escrita para orquestra e a segunda, para orquestra e coro. A primeira parte se baseia, segundo o autor, em cantos de [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><a href="https://classicosdosclassicos.mus.br/compositores/heitor-villa-lobos/">Villa-Lobos</a> compôs 14 <em>Choros</em> para diferentes formações. O mais conhecido é o <em>Choros nº 10 – Rasga o Coração</em>, para orquestra e coro misto, composto em 1926. Dividido em duas partes, a primeira é escrita para orquestra e a segunda, para orquestra e coro.</p>
<p>A primeira parte se baseia, segundo o autor, em cantos de pássaros das florestas brasileiras, em particular o Azulão da Mata<em>.</em></p>
<p>A segunda parte cita a melodia de uma canção popular, <em>Yara, </em>de Anacleto de Medeiros. A letra é de um poema de <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Catulo_da_Paix%C3%A3o_Cearense">Catulo da Paixão Cearense</a>, <em>Rasga o Coração, </em>nome pelo qual o <em>Choros nº 10</em> ficou conhecido.</p>
<p>Villa-Lobos – <em>Choros nº 10 – Rasga o Coração</em> | <a href="http://www.osesp.art.br/home.aspx">Orquestra Sinfônica do Estado de São Paulo (Osesp)</a> e Coro da Osesp; regente: John Neschling</p>
<p><iframe loading="lazy" title="Choros No. 10 • Villa-Lobos • São Paulo Symphony Orchestra" width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/VZjv4l9IUuw?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen></iframe></p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Villa-Lobos &#8211; Bachianas Brasileiras nº 1</title>
		<link>https://classicosdosclassicos.mus.br/obras/viilla-lobos-bachianas-brasileiras-no-1/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Clássicos dos Clássicos]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 05 Mar 2021 06:03:51 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>As Bachiana Brasileira nº 1 é escrita para “pelo menos oito violoncelos”. O uso do violoncelo é, por um lado, uma homenagem às Suítes para Violoncelo Solo de Bach e, por outro, o fato de ser este o instrumento preferido de Villa. Terminada em 1930, possui três movimentos: Introdução (Embolada) &#8211; Animato Prelúdio (Modinha) &#8211; [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>As <em>Bachiana Brasileira nº 1</em> é escrita para “pelo menos oito violoncelos”<em>. </em>O uso do violoncelo é, por um lado, uma homenagem às <a href="https://classicosdosclassicos.mus.br/obras/bach-suites-para-violoncelo-solo/"><em>Suítes para Violoncelo Solo</em></a> de <a href="https://classicosdosclassicos.mus.br/compositores/johann-sebastian-bach-2">Bach</a> e, por outro, o fato de ser este o instrumento preferido de Villa.</p>
<p>Terminada em 1930, possui três movimentos:</p>
<ul>
<li>Introdução (<em>Embolada</em>) &#8211; <em>Animato</em></li>
<li>Prelúdio (<em>Modinha</em>) &#8211; <em>Andante</em></li>
<li>Fuga (<em>Conversa</em>) &#8211; <em>Un poco animato</em></li>
</ul>
<p>A introdução, <em>Embolada, </em>tem como inspiração uma canção modernista, e é uma vigorosa <em>Toccata.</em></p>
<p>O <em>Prelúdio, Modinha,</em> usa uma canção de amor folclórica estilizada, que evoca os movimentos lentos dos concertos de Bach.</p>
<p>A <em>Fuga, Conversa, </em>é a mais óbvia referência a Bach, embora, diz um crítico, “seu tema seja mais próximo do Rio do que de Leipzig”.</p>
<p>Villa-Lobos – <em>Bachianas Brasileiras nº 1</em> | Violoncelos da <a href="https://www.berliner-philharmoniker.de/en/">Filarmônica de Berlim</a></p>
<p><iframe loading="lazy" title="Bachianas Brasileiras No. 1 • Villa-Lobos • Berlin Philharmonic" width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/R0us7Zof_a0?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" allowfullscreen></iframe></p>
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		<item>
		<title>Villa-Lobos – Tristorosa</title>
		<link>https://classicosdosclassicos.mus.br/obras/villa-lobos-tristorosa/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Clássicos dos Clássicos]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 08 Jun 2020 14:59:11 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O título Tristorosa resulta da combinação das palavras triste e rosa. A obra é uma valsa composta em 1910, originalmente para piano, quando Villa-Lobos tinha 23 anos e assinava como Epaminondas Villalba Filho (pseudônimo, aliás, usado por seu pai, que era escritor – sem o “Filho”, é claro&#8230;). Vamos ouvir aqui a peça transcrita para o violão: Villa-Lobos – [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O título <em>Tristorosa</em> resulta da combinação das palavras <em>triste </em>e <em>rosa.</em></p>
<p>A obra é uma valsa composta em 1910, originalmente para piano, quando <a href="https://classicosdosclassicos.mus.br/compositores/heitor-villa-lobos/">Villa-Lobos</a> tinha 23 anos e assinava como Epaminondas Villalba Filho (pseudônimo, aliás, usado por seu pai, que era escritor – sem o “Filho”, é claro&#8230;).</p>
<p>Vamos ouvir aqui a peça transcrita para o violão:</p>
<p>Villa-Lobos – <em>Tristorosa </em>| Tatyana Ryzhkova (violão)</p>
<p><iframe loading="lazy" title="H. Villa-Lobos Tristorosa by Tatyana Ryzhkova" width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/oNKR7YHUv6c?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen></iframe></p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Villa-Lobos &#124; Lírico e seresteiro</title>
		<link>https://classicosdosclassicos.mus.br/obras/villa-lobos-lirico-e-seresteiro/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Clássicos dos Clássicos]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 11 May 2020 04:31:51 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O Choros nº 5 (“Alma Brasileira”) pertence à monumental série dos catorze Choros, compostos nos anos 1920 para as mais diversas formações instrumentais (desde violão solo a grande orquestra com coro) como uma homenagem aos “chorões”, músicos que Villa-Lobos tanto admirava. O Choros nº 5 é organizado como uma sucessão de paisagens musicais — o [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O <em>Choros nº 5</em> (“Alma Brasileira”) pertence à monumental série dos catorze <em>Choros</em>, compostos nos anos 1920 para as mais diversas formações instrumentais (desde violão solo a grande orquestra com coro) como uma homenagem aos “chorões”, músicos que <a href="https://classicosdosclassicos.mus.br/compositores/heitor-villa-lobos/">Villa-Lobos</a> tanto admirava. O <em>Choros nº 5</em> é organizado como uma sucessão de paisagens musicais — o seresteiro urbano nas primeira e última seções, o ambiente da música de viola sertaneja na segunda, e a rítmica afro-brasileira na terceira.</p>
<p>Villa-Lobos &#8211; <em>Choros nº 5</em> – “Alma Brasileira”</p>
<p><iframe loading="lazy" title="Choros No. 5 • Villa-Lobos • Nelson Freire" width="500" height="375" src="https://www.youtube.com/embed/y0l3xocOsio?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen></iframe></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>A <em>Valsa da Dor</em> foi composta em 1932. Nela, <a href="https://classicosdosclassicos.mus.br/compositores/heitor-villa-lobos/">Villa-Lobos</a> brinca com a ideia de uma “valsa em 4 tempos” ao sobrepor uma melodia em compasso binário a um acompanhamento ternário.</p>
<p>Villa-Lobos &#8211; <em>Valsa da Dor</em></p>
<p><iframe loading="lazy" title="Spotify Embed: Valsa da dor" width="300" height="380" allowtransparency="true" frameborder="0" allow="encrypted-media" src="https://open.spotify.com/embed/track/27z1nSKoeGqv1c8pB5IyTV"></iframe></p>
<p>Nota: Todos os trechos citados são de autoria de <a href="http://www.abmusica.org.br/academico/manoel-correa-do-lago/">Manoel Corrêa do Lago</a> e foram retirados do encarte do CD <em>Brasileiro</em>, de Nelson Freire.</p>
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		<item>
		<title>Villa-Lobos &#124; Folclore e Nacionalismo</title>
		<link>https://classicosdosclassicos.mus.br/obras/villa-lobos-folclore-e-nacionalismo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Clássicos dos Clássicos]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 11 May 2020 04:26:35 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>&#160; A Lenda do Caboclo (1919) evoca a música do Sertão acompanhada pela viola. Villa-Lobos &#8211; A Lenda do Caboclo &#160; O Carnaval das Crianças (1919) é uma coleção de oito peças retratando personagens típicos do carnaval de rua do Rio à época da juventude de Villa-Lobos. Sua versão para piano e orquestra, Momoprecoce (1929, dedicada a [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>&nbsp;</p>
<p>A <em>Lenda do Caboclo</em> (1919) evoca a música do Sertão acompanhada pela viola.</p>
<p><a href="https://classicosdosclassicos.mus.br/compositores/heitor-villa-lobos/">Villa-Lobos</a> &#8211; <em>A Lenda do Caboclo</em></p>
<p><iframe loading="lazy" title="Villa-Lobos - A lenda do caboclo (Nelson Freire, piano)" width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/42N1VqB1CNs?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen></iframe></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O <em>Carnaval das Crianças</em> (1919) é uma coleção de oito peças retratando personagens típicos do carnaval de rua do Rio à época da juventude de Villa-Lobos. Sua versão para piano e orquestra, <em>Momoprecoce</em> (1929, dedicada a <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Magda_Tagliaferro">Magdalena Tagliaferro</a>), foi executada diversas vezes por Nelson Freire, que interpreta essas peças com a plena consciência da textura orquestral posteriormente adicionada por Villa-Lobos.</p>
<p>Villa-Lobos &#8211; <em>O Carnaval das Crianças: </em>3. “A manha da pierrette”</p>
<p><iframe loading="lazy" title="Spotify Embed: Carnaval das çriancas: 3. A manha da pierrete" width="300" height="380" allowtransparency="true" frameborder="0" allow="encrypted-media" src="https://open.spotify.com/embed/track/7AGxjnEwrTdKvFa1V5zGUs"></iframe></p>
<p>Villa-Lobos &#8211; <em>O Carnaval das Crianças:</em> 5. “As peripécias do trapeirozinho”</p>
<p><iframe loading="lazy" title="Spotify Embed: Carnaval das çriancas: 5. As peripécias do trapeirozinho" width="300" height="380" allowtransparency="true" frameborder="0" allow="encrypted-media" src="https://open.spotify.com/embed/track/1uupDwjdy5P7qJ1HKS7kPQ"></iframe></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O <em>Cancioneiro Infantil</em> (&#8230;) inspirou algumas das mais importantes coleções para piano de Villa-Lobos, tais como o <em>Guia Prático</em>, as <em>Cirandas</em> e a <em>Prole do Bebê</em>.</p>
<p>Villa-Lobos &#8211; <em>A Maré Encheu</em> (<em>Guia Prático</em>)</p>
<p><iframe loading="lazy" title="Spotify Embed: A Maré Encheu (Guia Prático)" width="300" height="380" allowtransparency="true" frameborder="0" allow="encrypted-media" src="https://open.spotify.com/embed/track/74IKZ9105EcZxvGciBYTbc"></iframe></p>
<p>Nota: Todos os trechos citados são de autoria de Manoel Corrêa do Lago e foram retirados do encarte do CD <em>Brasileiro</em>, de Nelson Freire.</p>
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		<item>
		<title>Villa-Lobos &#8211; Momoprecoce</title>
		<link>https://classicosdosclassicos.mus.br/obras/villa-lobos-momoprecoce/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Clássicos dos Clássicos]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 24 Feb 2020 09:00:40 +0000</pubDate>
				<guid isPermaLink="false">https://classicosdosclassicos.mus.br/?post_type=obras&#038;p=4917</guid>

					<description><![CDATA[<p>Orquestrada por Villa-Lobos em 1929, a partir de sua obra para piano O carnaval das crianças brasileiras (1919-20), Momoprecoce teve sua estreia no dia 23 de fevereiro de 1930, em Paris, interpretada pela pianista brasileira Magda Tagliaferro, com o sub-título de Fantasia para Piano e Orquestra sobre o “Carnaval das Crianças Brasileiras”. Sua orquestração brilhante [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;">Orquestrada por <a href="https://classicosdosclassicos.mus.br/compositores/heitor-villa-lobos/">Villa-Lobos</a> em 1929, a partir de sua obra para piano </span><i><span style="font-weight: 400;">O carnaval das crianças brasileiras </span></i><span style="font-weight: 400;">(1919-20), </span><i><span style="font-weight: 400;">Momoprecoce</span></i><span style="font-weight: 400;"> teve sua estreia no dia 23 de fevereiro de 1930, em Paris, interpretada pela pianista brasileira Magda Tagliaferro, com o sub-título de </span><i><span style="font-weight: 400;">Fantasia para Piano e Orquestra sobre o “Carnaval das Crianças Brasileiras”</span></i><span style="font-weight: 400;">. Sua orquestração brilhante evoca a alegria das crianças que aguardam a chegada do reinado de Momo.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="font-weight: 400;"><a href="https://www.facebook.com/NelsonFreirePiano/">Nelson Freire</a> (piano) e<a href="https://www.orquestra.ufrj.br/"> Orquestra Sinfônica da UFRJ </a>sob a regência de <a href="http://www.abmusica.org.br/academico/roberto-tibirica/">Roberto Tibiriçá</a></span></p>
<p><iframe loading="lazy" title="H. Villa-Lobos: Momoprecoce (1929) | Nelson Freire, piano | Roberto Tibiriçá, regente | OSUFRJ" width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/l1nFB3_JQmc?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen></iframe></p>
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]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Villa-Lobos &#8211; Bachianas Brasileiras nº 4</title>
		<link>https://classicosdosclassicos.mus.br/obras/villa-lobos-bachiana-no-4/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Clássicos dos Clássicos]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 06 Aug 2019 00:42:39 +0000</pubDate>
				<guid isPermaLink="false">http://carlossiffert2019.homolog.tmp.br/obras/villa-lobos-bachiana-no-4/</guid>

					<description><![CDATA[<p>Escrita em partes, de 1930 a 1941, a versão original da Bachianas Brasileiras nº 4 era para piano, mas Villa-Lobos fez também uma transcrição para orquestra em 1942. A Suíte tem quatro movimentos: o Prelúdio; um coral: o Canto do Sertão; uma ária: a Cantiga; e o Miudinho, uma dança. O belo Prelúdio é sereno [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Escrita em partes, de 1930 a 1941, a versão original da <em>Bachianas Brasileiras nº 4</em> era para piano, mas Villa-Lobos fez também uma transcrição para orquestra em 1942.</p>
<p>A Suíte tem quatro movimentos:</p>
<ul>
<li>o <em>Prelúdio;</em></li>
<li>um coral: o <em>Canto do Sertão</em>;</li>
<li>uma ária: a <em>Cantiga;</em></li>
<li>e o <em>Miudinho</em>, uma dança.</li>
</ul>
<p>O belo <em>Prelúdio</em> é sereno e contemplativo.</p>
<p>O <em>Canto do Sertão</em> traz o contraste entre a melodia solene e melancólica e a insistente repetição de uma figura no agudo do piano, que imita uma araponga.</p>
<p>A <em>Ária</em> foi escrita a partir de uma balada do nordeste, <em>Mana deix’eu ir</em>.</p>
<p>O final, <em>Miudinho</em>, nos agrada com suas linhas melódicas rápidas e seus ritmos irregulares.</p>
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]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Villa-Lobos &#8211; Bachianas Brasileiras nº 5</title>
		<link>https://classicosdosclassicos.mus.br/obras/villa-lobos-bachiana-no-5/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Clássicos dos Clássicos]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 06 Aug 2019 00:42:39 +0000</pubDate>
				<guid isPermaLink="false">http://carlossiffert2019.homolog.tmp.br/obras/villa-lobos-bachiana-no-5/</guid>

					<description><![CDATA[<p>Essa é a mais famosa das Bachianas, escrita para soprano e pelo menos oito violoncelos. São dois movimentos, compostos em 1938 e 1945. A Cantilena começa com pizzicatos que lembram um violão. O soprano entoa uma melodia sedutora, que os violoncelos acompanham em uníssono, antes de assumirem, eles próprios, a melodia. Segue-se uma seção central [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Essa é a mais famosa das <em>Bachianas</em>, escrita para soprano e pelo menos oito violoncelos. São dois movimentos, compostos em 1938 e 1945.</p>
<p>A <em>Cantilena</em> começa com pizzicatos que lembram um violão. O soprano entoa uma melodia sedutora, que os violoncelos acompanham em uníssono, antes de assumirem, eles próprios, a melodia. Segue-se uma seção central mais dramática. O <em>vocalise</em> retorna no fim.</p>
<p>O segundo movimento, <em>Dança (Martelo)</em> é sobre versos de Manuel Bandeira que falam do canto de vários pássaros. É um verdadeiro <em>tour de force</em> para a soprano por seu andamento acelerado e a colocação de notas agudas sobre vogais, o que dificulta a sua emissão, como o &#8220;i&#8221; da palavra &#8220;cariri&#8221;, que encerra a peça.</p>
<p><a href="https://classicosdosclassicos.mus.br/compositores/heitor-villa-lobos/">Villa-Lobos</a> &#8211; Bachiana Brasileira nº 5 | <a href="https://www.berliner-philharmoniker.de/en/">Orquestra Filarmônica de Berlim</a> | Ana Maria Martínez (soprano). Gustavo Dudamel (regente)</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><iframe loading="lazy" title="Bachianas Brasileiras No. 5 • Villa-Lobos • Ana Maria Martinez" width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/wF3OorFR4lg?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" allowfullscreen></iframe></p>
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		<title>Villa-Lobos &#8211; Bachianas Brasileiras nº 6</title>
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		<pubDate>Tue, 06 Aug 2019 00:42:39 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Escrita apenas para flauta e fagote, a Bachianas Brasileiras nº. 6 é o único exemplo de música de câmara na série e evoca as Invenções a Duas Vozes de Bach. A Ária (Choro) inicial é inspirada pelos músicos de rua do Rio de Janeiro que Villa ouvira quando jovem. O segundo movimento, Fantasia, não tem [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Escrita apenas para flauta e fagote, a <em>Bachianas Brasileiras nº. 6</em> é o único exemplo de música de câmara na série e evoca as <em>Invenções a Duas Vozes</em> de Bach.</p>
<p>A <em>Ária (Choro)</em> inicial é inspirada pelos músicos de rua do Rio de Janeiro que Villa ouvira quando jovem.</p>
<p>O segundo movimento, <em>Fantasia</em>, não tem um título brasileiro e sua melodia também não tem um caráter especialmente brasileiro.</p>
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		<title>Villa-Lobos &#8211; Bachianas Brasileiras nº 9</title>
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		<pubDate>Tue, 06 Aug 2019 00:42:39 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Composta em Nova York em 1945, a Bachianas Brasileiras nº 9 foi originalmente escrita para coro a cappella. Posteriormente, Villa-Lobos faria uma versão da obra para orquestra de cordas. Aqui também temos apenas dois movimentos: O Prelúdio, vagaroso e místico, é como uma lenta procissão de monges, diz Roberto Duarte. Somente no segundo movimento, uma [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Composta em Nova York em 1945, a <em>Bachianas Brasileiras nº 9</em> foi originalmente escrita para coro <em>a cappella</em>. Posteriormente, Villa-Lobos faria uma versão da obra para orquestra de cordas.</p>
<p>Aqui também temos apenas dois movimentos:</p>
<p>O <em>Prelúdio</em>, vagaroso e místico, é como uma lenta procissão de monges, diz Roberto Duarte. Somente no segundo movimento, uma fuga, revela-se que seu tema é o que fora apresentado no <em>Prelúdio</em>.</p>
<p>A Fuga, <em>Pouco Apressado</em>, é uma das melhores peças de Villa-Lobos no gênero. O que mais impressiona é que o compositor consegue, sem dúvida intencionalmente, fundir o &#8220;bachiano&#8221; e o brasileiro, criando um digno fecho para a série das <em>Bachianas Brasileiras</em> como um todo.</p>
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