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	<title>Festival Barroco - Clássicos dos Clássicos</title>
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	<description>Por Carlos Siffert</description>
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		<title>Vivaldi – Beatus Vir</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Clássicos dos Clássicos]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 29 Jun 2020 13:51:25 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Beatus vir é uma das mais empolgantes peças corais de Vivaldi, cheia de júbilo e energia. A obra é muito bem estruturada. A frase Beatus Vir (“Bem aventurado o homem que teme o Senhor”) se torna um refrão interpolado em certas passagens da peça; a música da abertura se repete no Gloria Patri. Estes recursos [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Beatus vir </em>é uma das mais empolgantes peças corais de <a href="https://classicosdosclassicos.mus.br/compositores/antonio-lucio-vivaldi/">Vivaldi</a>, cheia de júbilo e energia.</p>
<p>A obra é muito bem estruturada. A frase <em>Beatus Vir </em>(“Bem aventurado o homem que teme o Senhor”) se torna um refrão interpolado em certas passagens da peça; a música da abertura se repete no <em>Gloria Patri. </em>Estes recursos trazem unidade à composição.</p>
<p>São nove os movimentos, ou quatorze se contarmos as repetições do refrão.</p>
<p>O uso de uma dupla orquestra e coro traz uma dinâmica e um brilho adicionais à obra.</p>
<p>Vivaldi – Beatus Vir | Concerto Italiano, Rinaldo Alessandrini (regente)</p>
<p><iframe loading="lazy" title="Vivaldi Beatus Vir RV 795 Rinaldo Alessandrini" width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/xja2Kq2mLd0?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen></iframe></p>
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		<title>Albinoni – Adagio</title>
		<link>https://classicosdosclassicos.mus.br/obras/albinoni-adagio/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Clássicos dos Clássicos]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 29 Jun 2020 13:49:24 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Por uma estranha ironia, Tomaso Albinoni (1671-1751) deve sua fama hoje a uma peça que nunca escreveu. Seu pungente Adagio em sol menor é uma “reconstrução” (na verdade uma composição inteiramente nova) do musicólogo italiano Remo Giazzoto baseada, segundo ele, em um fragmento de seis compassos encontrado em um manuscrito de Albinoni na Biblioteca do [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Por uma estranha ironia, Tomaso Albinoni (1671-1751) deve sua fama hoje a uma peça que nunca escreveu.</p>
<p>Seu pungente <em>Adagio em sol menor </em>é uma “reconstrução” (na verdade uma composição inteiramente nova) do musicólogo italiano Remo Giazzoto baseada, segundo ele, em um fragmento de seis compassos encontrado em um manuscrito de Albinoni na Biblioteca do Estado da Saxônia.</p>
<p>O “arranjo” de Giazzoto, publicado em 1958, contribuiu para o grande interesse pela música barroca surgido nos anos seguintes à Segunda Guerra Mundial e é atualmente uma das peças clássicas mais conhecidas.</p>
<p>Giazzoto nunca divulgou o manuscrito e, desde sua morte, em 1998, não se encontrou registro de sua existência. Há um consenso, hoje em dia, de que o <em>Adagio </em>é obra de Giazzoto, seja qual tenha sido a fonte de sua inspiração.</p>
<p>O belo <em>Adagio </em>não transporta o ouvinte à era barroca, mas a uma concepção romanceada do período.</p>
<p>Remo Giazzoto – Adagio em sol menor | The New York Classical Players, Dongmin Kim (regente), Josh Stafford (órgão), Kenneth Renshaw (violino)</p>
<p><iframe loading="lazy" title="[NYCP] Albinoni - Adagio for Organ and Strings" width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/1JXeoZpMnNc?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen></iframe></p>
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		<title>Vivaldi – Concerto para Bandolim em Dó Maior</title>
		<link>https://classicosdosclassicos.mus.br/obras/vivaldi-concerto-para-bandolim-em-do-maior/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Clássicos dos Clássicos]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 29 Jun 2020 13:46:26 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Vivaldi escreveu 230 concertos para violino. Quando chegou a vez do bandolim, foram apenas dois – e apenas um para o instrumento solo. O Concerto para Bandolim em Dó Maior, RV 425, é um de seus melhores concertos. Escrito em 1725, é uma das peças mais conhecidas para o instrumento. São três os seus movimentos: Allegro, [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><a href="https://classicosdosclassicos.mus.br/compositores/antonio-lucio-vivaldi/">Vivaldi</a> escreveu 230 concertos para violino. Quando chegou a vez do bandolim, foram apenas dois – e apenas um para o instrumento solo.</p>
<p>O <em>Concerto para Bandolim em Dó Maior</em>, RV 425, é um de seus melhores concertos. Escrito em 1725, é uma das peças mais conhecidas para o instrumento.</p>
<p>São três os seus movimentos: <em>Allegro, Largo, Allegro. </em></p>
<p>O <em>Allegro </em>de abertura é bem-humorado e cheio de vida. Reparem nos <em>pizzicatos </em>(cordas dedilhadas) e em algumas passagens interessantes no alaúde.</p>
<p>O <em>Largo </em>é um <em>Arioso </em>cantado pelo bandolim acompanhado das cordas.</p>
<p>No <em>Allegro </em>final, o solista tem a oportunidade de mostrar seu virtuosismo.</p>
<p>Vivaldi – <em>Concerto para Bandolim, Cordas e Contínuo em Dó Maior</em>, RV 425 | <a href="https://www.aviavital.com/">Avi Avital (</a>bandolim) e Arte Mandolinistica | 8º Festival Internacional de Bandolim de Osaka, Japão.</p>
<p><iframe loading="lazy" title="Avi Avital plays Vivaldi Mandolin Concerto in C Major | The 8th Osaka International Mandolin Fes.." width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/9OJ0bsyIryc?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" allowfullscreen></iframe></p>
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		<title>Bach e o órgão de Weimar</title>
		<link>https://classicosdosclassicos.mus.br/obras/bach-orgao-weimar/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Clássicos dos Clássicos]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 29 Jun 2020 13:43:46 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Carl Philipp Emanuel, segundo filho de Johann Sebastian Bach, recorda sobre seu pai quando este compunha: “ele parecia alheio ao que se passava à sua volta, às vezes por um longo período de tempo”. É possível que estes períodos de “alheamento” a que se refere seu filho tenham ocorrido muitas vezes quando Bach estava junto [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Carl Philipp Emanuel, segundo filho de <a href="https://classicosdosclassicos.mus.br/compositores/johann-sebastian-bach-2/">Johann Sebastian Bach</a>, recorda sobre seu pai quando este compunha: “ele parecia alheio ao que se passava à sua volta, às vezes por um longo período de tempo”.</p>
<p>É possível que estes períodos de “alheamento” a que se refere seu filho tenham ocorrido muitas vezes quando Bach estava junto a seu instrumento preferido: o órgão da capela da corte de Weimar, reconstruído segundo suas instruções, em 1712-14 (veja na ilustração, o órgão fica bem alto, no teto da capela).</p>
<p>Bach era conhecido em sua época como um supremo organista e improvisador. Compôs a maior parte de suas obras para órgão em Weimar (1708- 1717), inclusive as que vamos ouvir hoje.</p>
<p>J. S. Bach – Adagio, BWV 564; Coral Prelúdio <em>Ich ruf’ zu dir </em>(Clamo por ti, Senhor), BWV 639 | Marie Claire Alain (órgão)</p>
<p><iframe loading="lazy" src="https://open.spotify.com/embed/playlist/5t6LIT8MJS4aHYb8Tz7NBt" width="300" height="380" frameborder="0"></iframe></p>
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		<title>Händel &#8211; Suítes para Teclado nºs 3 e 5</title>
		<link>https://classicosdosclassicos.mus.br/obras/handel-suites-para-teclado-no-3-e-5/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Clássicos dos Clássicos]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 06 Aug 2019 00:42:39 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Em 1717, Händel se tornou compositor em residência do Conde de Carnavon (mais tarde Duque de Chandos). Esta foi uma época fértil para o compositor, que criou, entre outras, as Antífonas de Chandos, as serenatas Acis e Galatea e Esther, e sete das oito Suítes para Cravo, publicadas em 1720. Enquanto as suítes de Bach [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Em 1717, Händel se tornou compositor em residência do Conde de Carnavon (mais tarde Duque de Chandos). Esta foi uma época fértil para o compositor, que criou, entre outras, as <em>Antífonas de Chandos</em>, as serenatas <em>Acis e Galatea </em>e Esther, e sete das oito Suítes para Cravo, publicadas em 1720.</p>
<p>Enquanto as suítes de Bach seguem basicamente a sequência de danças das suítes francesas – <em>Allemande, Courante, Sarabande </em>e<em> Gigue </em>–, as de Händel são idiossincráticas: o número de movimentos é variável; há fugas, variações, movimentos em forma sonata e até uma <em>Passacaglia. </em>Vários comentaristas destacam seu caráter improvisatório (Händel era conhecido como um grande improvisador).</p>
<p>Ouviremos a seguir as <em>Suítes nºs 3 e 5</em> de Händel com o pianista Sviatoslav Richter. Esta gravação data de 1979 e é famosa por sua concentração, simplicidade e pureza. É um dos pontos altos da história do disco.</p>
<p><strong>Händel &#8211; Suíte nº 3 em Ré Menor</strong></p>
<p>A mais longa e mais imponente das Suítes é a nº 3.</p>
<p>Ré menor é uma tonalidade grave e devota, diz um comentarista.</p>
<p>O coração da Suíte é seu quinto movimento, ária com cinco variações, uma meditação elevada e serena (tal como a ária das <em>Variações Goldberg</em>).</p>
<p>Contrariamente à prática normal do Barroco, diz Richard Wigmore, o tema é ricamente ornamentado e as duas primeiras variações o simplificam.</p>
<p>A quarta variação é uma jiga e a última, um presto virtuosístico, no estilo de uma <em>toccata.</em></p>
<p><iframe loading="lazy" title="Spotify Embed: Händel - Suíte nº 3 em Ré Menor" width="300" height="380" allowtransparency="true" frameborder="0" allow="encrypted-media" src="https://open.spotify.com/embed/playlist/1uc1PUst5MErqNSOSWmp1C?si=jMaEEUXhT46lgbMTjBmsSQ"></iframe></p>
<p><strong>Händel &#8211; Suíte nº 5 em Mi Maior</strong></p>
<p>Esta é uma das obras mais conhecidas de Händel por causa de seu último movimento, Ária com Variações, que tem o apelido de <em>“</em>The Harmonious Blacksmith<em>”</em> (O Ferreiro Harmonioso). Mas a Suíte é toda inspirada e bonita, e seus quatro movimentos são integrados, formando um todo harmonioso.</p>
<p>O Prelúdio é sério, introspectivo.</p>
<p>O segundo movimento, uma <em>Allemande</em> grave e devota, é muito especial.</p>
<p>Assim também a <em>Courante</em>, pensativa, quase melancólica, que cria o ambiente para a ária que se segue.</p>
<p>Alguns comentaristas atribuem o apelido do Final (O Ferreiro Harmonioso) às notas repetidas da ária ou da primeira variação. Mas eu gosto de ver o próprio Ferreiro ali, em seu ofício, produzindo  uma chuva de faíscas incandescentes.</p>
<p><iframe loading="lazy" title="Spotify Embed: Händel - Suíte nº 5 em Mi Maior" width="300" height="380" allowtransparency="true" frameborder="0" allow="encrypted-media" src="https://open.spotify.com/embed/playlist/0indffBxW49LJ8OWa4LrgR?si=6mE_T2qvR8CwQfs7UUhnqw"></iframe></p>
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