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	<title>Ravel por ele mesmo - Clássicos dos Clássicos</title>
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	<description>Por Carlos Siffert</description>
	<lastBuildDate>Mon, 31 May 2021 15:29:42 +0000</lastBuildDate>
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		<title>Ravel &#8211; Valsas Nobres e Sentimentais</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Clássicos dos Clássicos]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 31 May 2021 15:27:13 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Schubert compôs dezenas de valsas para piano: em 1823, um conjunto de 34 Valsas Sentimentais e, em 1826, 12 Valsas Nobres. Ravel as tomou como modelos quando escreveu as Valsas Nobres e Sentimentais, em 1911. Ele foi muito claro sobre a origem de suas peças: “O título Valsas Nobres e Sentimentais indica claramente que eu [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><a href="https://classicosdosclassicos.mus.br/compositores/franz-schubert/">Schubert</a> compôs dezenas de valsas para piano: em 1823, um conjunto de 34 <em>Valsas Sentimentais </em>e, em 1826, 12 <em>Valsas Nobres. </em></p>
<p><a href="https://classicosdosclassicos.mus.br/obras-categoria/ravel/">Ravel</a> as tomou como modelos quando escreveu as <em>Valsas Nobres e Sentimentais</em>, em 1911. Ele foi muito claro sobre a origem de suas peças:</p>
<p>“O título <em>Valsas Nobres e Sentimentais </em>indica claramente que eu tinha a intenção de compor um conjunto de valsas schubertianas. O virtuosismo de minha obra <em>Gaspard de la Nuit </em>é aqui substituído por uma escrita de maior clareza, reforçada pela harmonia e intensificada pelos contrastes.”</p>
<p>Vamos ouvir duas interpretações da obra, a primeira com o próprio Ravel ao piano, em uma gravação para piano roll, e a segunda com o pianista Krystian Zimerman:</p>
<p>Maurice Ravel (piano; gravação para <em>piano roll</em>)</p>
<p><iframe loading="lazy" title="Ravel plays Ravel - Valses Nobles et Sentimentales (1913 Welte Mignon Recording)" width="500" height="375" src="https://www.youtube.com/embed/tcS5W-9BwZA?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen></iframe></p>
<p><a href="https://classicosdosclassicos.mus.br/obras-categoria/ravel/">Ravel</a> &#8211; Valsas Nobres e Sentimentais | <a href="https://www.deutschegrammophon.com/en/artists/krystian-zimerman">Krystian Zimerman</a> (piano)</p>
<p><iframe loading="lazy" title="Krystian Zimerman plays Valses Nobles et Sentimentales (Maurice Ravel) - Complete" width="500" height="375" src="https://www.youtube.com/embed/WVYLjakSwnc?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen></iframe></p>
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		<title>Ravel – Jeux d’Eau</title>
		<link>https://classicosdosclassicos.mus.br/obras/ravel-jeux-deau/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Clássicos dos Clássicos]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 31 May 2021 15:23:19 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Na época em que escreveu Jeux d’Eau (1901), Ravel era discípulo de Fauré, a quem a peça é dedicada. Quando perguntaram ao compositor como a peça devia ser tocada, ele disse: “como Liszt, claro”. “Claro”, porque o próprio título da obra lembra Les Jeux d’eau à la Villa d’Este, de Liszt. Ravel era um grande [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Na época em que escreveu <em>Jeux d’Eau </em>(1901)<em>, </em><a href="https://classicosdosclassicos.mus.br/obras-categoria/ravel/">Ravel</a> era discípulo de Fauré, a quem a peça é dedicada.</p>
<p>Quando perguntaram ao compositor como a peça devia ser tocada, ele disse: “como Liszt, claro”. “Claro”, porque o próprio título da obra lembra <em>Les Jeux d’eau à la Villa d’Este, </em>de Liszt. Ravel era um grande admirador da música virtuosística de Liszt, por sua combinação de bravura técnica com belas melodias.</p>
<p>A tradução de <em>Jeux d’Eau</em> seria “repuxo”, chafariz em que a água se eleva em jatos. O <em>Jeux d’Eau </em>de Ravel tem uma epigrama poética na partitura que captura a exuberância dos jatos de água.</p>
<p>A referência não é mais a tradição católica, como no original de Liszt, mas à mitologia romana: “um deus dos rios que ri da água que lhe faz cócegas”.</p>
<p>A harmonia de <em>Jeux d’eau </em>é muito avançada para a época. Sua qualidade “borbulhante” se deve muito a uma combinação especial de escalas que, mais tarde, influenciaria Stravinsky.</p>
<p>Vamos ouvir duas interpretações da peça, a primeira, com o próprio Ravel ao piano, em uma gravação feita em piano roll:</p>
<p><iframe loading="lazy" title="Jeux D&#039;eau" width="500" height="375" src="https://www.youtube.com/embed/2gERioG_0hA?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen></iframe></p>
<p>E, a segunda, com a pianista <a href="https://classicosdosclassicos.mus.br/martha-argerich/">Martha Argerich</a>:</p>
<p><iframe loading="lazy" title="Martha Argerich,Ravel Jeux d&#039;eau" width="500" height="375" src="https://www.youtube.com/embed/J_36x1_LKgg?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen></iframe></p>
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		<title>Ravel – Sonatina</title>
		<link>https://classicosdosclassicos.mus.br/obras/ravel-sonatina/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Clássicos dos Clássicos]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 31 May 2021 15:22:21 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O primeiro movimento da Sonatina foi composto por Ravel para um concurso promovido pela Revista Weekly Critical Review. O concurso pedia o primeiro movimento de uma sonatina para piano com menos de 75 compassos. O vencedor receberia 100 francos. Ravel foi o único que se apresentou, mas sua composição foi desclassificada por ter alguns compassos [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O primeiro movimento da <em>Sonatina</em> foi composto por <a href="https://classicosdosclassicos.mus.br/obras-categoria/ravel/">Ravel</a> para um concurso promovido pela Revista <em>Weekly Critical Review. </em>O concurso pedia o primeiro movimento de uma sonatina para piano com menos de 75 compassos. O vencedor receberia 100 francos.</p>
<p>Ravel foi o único que se apresentou, mas sua composição foi desclassificada por ter alguns compassos a mais. O concurso acabou sendo cancelado porque a revista estava à beira da falência.</p>
<p>Dois anos mais tarde, Ravel terminou o segundo e terceiro movimentos da sonatina, que foi publicada pouco depois.</p>
<p>O primeiro movimento é um <em>Allegro </em>em forma sonata; seu tema é recapitulado nos dois movimentos seguintes.</p>
<p>O segundo, <em>Movimento de Minueto, </em>não tem a seção intermediária usual de um <em>Trio, </em>o que é compatível com a forma abreviada de uma sonatina. Ravel usa a estrutura usual de um minueto, mas emprega mudanças de acentos e andamentos que o fazem diferente de uma simples valsa.</p>
<p>O terceiro movimento, <em>Animé, </em>é um tour de force virtuosístico ao estilo de Debussy. Os desafios técnicos envolvem arpejos dificílimos, polirritmos, <em>ostinatos</em> rápidos e posições de mãos conflitantes em grande velocidade. Ravel nunca o executava em público.</p>
<p>Vamos ouvir Ravel tocando os dois primeiros movimentos da <em>Sonatina</em>, em uma gravação feita em piano roll:</p>
<p><iframe loading="lazy" title="Ravel plays his music - Sonatina" width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/O0kGNpFx1XM?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen></iframe></p>
<p>E, a seguir, uma gravação histórica, de 1956, com o pianista <a href="https://www.warnerclassics.com/artist/walter-gieseking">Walter Gieseking</a>, considerado o maior intérprete de Ravel do século XX:</p>
<p><iframe loading="lazy" title="Walter Gieseking plays Ravel Sonatine (rec. 1956)" width="500" height="375" src="https://www.youtube.com/embed/Rhyu-v58Mkg?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen></iframe></p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Ravel &#8211; Pavana para uma Infanta Morta</title>
		<link>https://classicosdosclassicos.mus.br/obras/ravel-pavane-pour-une-infante-defunte-pavana-para-uma-infanta-morta/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Clássicos dos Clássicos]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 06 Aug 2019 00:42:43 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A Pavane pour une Infante Défunte (Pavana para uma infanta morta) foi escrita inicialmente por Ravel como uma obra para piano solo, em 1899, sendo posteriormente orquestrada em 1910. Pavana é uma dança lenta para um cortejo ou uma procissão. Mas quem seria a princesa morta? A composição de Ravel evoca uma dança que uma [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A <em>Pavane pour une Infante Défunte</em> (Pavana para uma infanta morta) foi escrita inicialmente por <a href="https://classicosdosclassicos.mus.br/obras-categoria/ravel/">Ravel</a> como uma obra para piano solo, em 1899, sendo posteriormente orquestrada em 1910.</p>
<p>Pavana é uma dança lenta para um cortejo ou uma procissão. Mas quem seria a princesa morta? A composição de Ravel evoca uma dança que uma infanta poderia, em priscas eras, ter dançado (uma infanta de Velázquez?).</p>
<p>No início do século XX, havia um fascínio pela música espanhola (como podemos ver nas obras de Debussy e Rimsky-Korsakov, por exemplo). Para Ravel, essa tradição musical lhe despertava um interesse especial – sua mãe era espanhola.</p>
<p>A <em>Pavane</em> mostra o dom de refinado melodista e magistral orquestrador do compositor.</p>
<p style="font-weight: 400;">Vamos ouvir o próprio Ravel tocando sua composição ao piano, em uma gravação para <em>piano roll</em>:</p>
<p><iframe loading="lazy" title="Ravel &quot;Pavane pour une infante défunte&quot; 1922 piano roll" width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/tn6_yT9SKpM?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen></iframe></p>
<p style="font-weight: 400;">E, a seguir, ouça uma versão orquestral da Pavane executada pela Orquestra de Paris regida por Daniel Barenboim:</p>
<p>Ravel &#8211; <em>Pavane pour une Infante Défunte</em> | <a href="https://www.orchestredeparis.com/fr/accueil">Orchestre de Paris</a>, Daniel Barenboim (regente)</p>
<p><iframe loading="lazy" title="Spotify Embed: Pavane pour une infante défunte" width="300" height="380" allowtransparency="true" frameborder="0" allow="encrypted-media" src="https://open.spotify.com/embed/track/6yqTnphKZO96WNareeFkav?si=e7049df5ece44ac9"></iframe></p>
<p>The post <a rel="nofollow" href="https://classicosdosclassicos.mus.br/obras/ravel-pavane-pour-une-infante-defunte-pavana-para-uma-infanta-morta/">Ravel &#8211; Pavana para uma Infanta Morta</a> appeared first on <a rel="nofollow" href="https://classicosdosclassicos.mus.br">Clássicos dos Clássicos</a>.</p>
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