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	<title>Paris 1900 - Clássicos dos Clássicos</title>
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	<description>Por Carlos Siffert</description>
	<lastBuildDate>Mon, 24 Oct 2022 12:16:59 +0000</lastBuildDate>
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		<title>Ravel – Gaspard de la Nuit</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Clássicos dos Clássicos]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 19 Apr 2021 00:51:54 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>(Três poemas para Piano segundo poemas de Aloysius Bertrand) Gaspard de la Nuit é uma suíte para piano composta por Ravel em 1908. A palavra Gaspard é originária do persa e significa “o guardião dos tesouros reais”. Assim, “Gaspard da noite” evoca um tesoureiro de joias preciosas, sombrias e misteriosas. Em três movimentos, a obra [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>(Três poemas para Piano segundo poemas de Aloysius Bertrand)</em></p>
<p><em>Gaspard de la Nuit </em>é uma suíte para piano composta por <a href="https://classicosdosclassicos.mus.br/?s=ravel">Ravel</a> em 1908. A palavra <em>Gaspard </em>é originária do persa e significa “o guardião dos tesouros reais”. Assim, “Gaspard da noite” evoca um tesoureiro de joias preciosas, sombrias e misteriosas.</p>
<p>Em três movimentos, a obra é famosa por sua dificuldade de execução:</p>
<p><em>Ondine</em> é uma ninfa das águas que procura seduzir um jovem e levá-lo a sua morada no fundo de um rio.</p>
<p><em>Le Gibet </em>(Cadafalso) “é o sino que dobra ao longe e o cadáver do enforcado ao pôr do sol”.</p>
<p><em>Scarbo</em> é o nome de um gnomo que corre em alta velocidade e assume a forma que quiser. Ravel pretendia que esse movimento fosse mais difícil do que <em>Islamey, </em>de Balakirev. <em>Scarbo </em>é de fato uma das peças mais difíceis do repertório pianístico.</p>
<p><a href="https://classicosdosclassicos.mus.br/?s=ravel">Ravel</a> – <em>Gaspard de la Nuit</em> | Marc-André Hamelin (piano)</p>
<p><iframe loading="lazy" title="Ravel – Gaspard de la Nuit | Marc André Hamelin" width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/vRmnVBm0Dok?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen></iframe></p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>César Franck – Prelúdio, Fuga e Variação &#124; Prelúdio, Coral e Fuga</title>
		<link>https://classicosdosclassicos.mus.br/obras/cesar-franck-preludio-fuga-e-variacao-preludio-coral-e-fuga/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Clássicos dos Clássicos]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 18 Apr 2021 23:38:57 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>César Franck (1822-1890) nasceu em Liege, localizada no que era então o Reino Unido dos Países Baixos, porém passou a maior parte de sua vida em Paris. O compositor fez carreira como organista e se tornou o titular da Igreja de Santa Clotilde, que possuía um moderno órgão do mais renomado fabricante da época, Cavaillé-Coll. [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>César Franck (1822-1890) nasceu em Liege, localizada no que era então o Reino Unido dos Países Baixos, porém passou a maior parte de sua vida em Paris.</p>
<p>O compositor fez carreira como organista e se tornou o titular da Igreja de Santa Clotilde, que possuía um moderno órgão do mais renomado fabricante da época, Cavaillé-Coll. Franck era um grande improvisador e atraía um grande público para ouvi-lo. Suas obras eram então compostas predominantemente para o órgão.</p>
<p>Das duas composições que vamos apresentar, o <em>Prelúdio, Fuga e Variação </em>(1862) foi escrito originalmente para um dueto pouco original: piano e harmônio. Posteriormente, a peça foi transcrita tanto para o piano como para o órgão. Já o <em>Prelúdio, Coral e Fuga </em>foi escrito 22 anos depois, quando Franck já tinha voltado a compor para o piano.</p>
<p>Ambas têm como modelo o <em>Prelúdio e Fuga </em>de <a href="https://classicosdosclassicos.mus.br/compositores/johann-sebastian-bach-2">Bach</a>, forma que tinha sido abandonada desde <a href="https://classicosdosclassicos.mus.br/compositores/felix-mendelssohn">Mendelssohn</a>. É bem verdade que a duas acrescentam um terceiro elemento, uma <em>Variação </em>na primeira e uma <em>Ária </em>na segunda, mas essas surgem em consequência de uma necessidade expressiva não prevista do início.</p>
<p>A obra de Franck tem influências de Bach, de Liszt e de <a href="https://classicosdosclassicos.mus.br/compositores/richard-wagner/">Wagner</a>. Assim, por exemplo, o primeiro motivo do <em>Prelúdio, Coral e Fuga </em>é claramente relacionado à Cantata <em>Weinen, Klagen, Sorgen, Zagen, </em>BWV 12, de Bach. Já o segundo motivo parece derivar do <em>Motivo do Sino </em>do <em>Parsifal, </em>de Wagner.</p>
<p>Outras características de seu trabalho são a intensidade, o sentimento religioso e, do ponto de vista formal, o uso da forma cíclica.</p>
<p>Vamos ouvir as interpretações do <em>Prelúdio, Fuga e Variação</em> em suas duas versões – a primeira, para harmônio e piano, e a segunda, para piano –, e, na sequência, o <em>Prelúdio, Coral e Fuga</em>:</p>
<p>César Franck – <em>Prelúdio, Fuga e Variação</em> | <a href="https://www.scottbrothersduo.com/">Scott Brothers Duo</a> (harmônio e piano)</p>
<p><iframe loading="lazy" title="FRANCK - PRELUDE, FUGUE &amp; VARIATION Op.18 (Scott Brothers Duo - Piano &amp;  Harmonium)" width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/k7nraHaqiSc?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen></iframe></p>
<p>César Franck – <em>Prelúdio, Fuga e Variação</em> | <a href="https://nikolaylugansky.com/">Nikolai Lugansky</a> (piano)</p>
<p><iframe loading="lazy" title="Lugansky - César Franck, Prélude, Fugue, et Variation in B minor" width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/rShTuYqfm8E?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen></iframe></p>
<p>César Franck – <em>Prelúdio, Coral e Fuga</em> | Nikolai Lugansky (piano)</p>
<p><iframe loading="lazy" title="Lugansky -  César Franck - Prélude, Choral, et Fugue" width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/ct516-YDc4k?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen></iframe></p>
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		<title>Debussy &#8211; Imagens para Piano, Livros I e II</title>
		<link>https://classicosdosclassicos.mus.br/obras/debussy-imagens-para-piano-livros-i-ii/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Clássicos dos Clássicos]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 06 Aug 2019 00:42:31 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>“Amo imagens quase tanto quanto música”, escreveu Debussy. De fato, encontramos em sua obra não só um grande número de pinturas tonais, mas também três obras que ele chamou de Imagens, cada uma delas um tríptico: duas para piano (1905 e 1907) e uma para orquestra (1906-1912). Quando mandou para o editor a primeira série, Debussy [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>“Amo imagens quase tanto quanto música”, escreveu <a href="https://classicosdosclassicos.mus.br/compositores/claude-debussy/">Debussy</a>. De fato, encontramos em sua obra não só um grande número de pinturas tonais, mas também três obras que ele chamou de <em>Imagens</em>, cada uma delas um tríptico: duas para piano (1905 e 1907) e uma para orquestra (1906-1912).</p>
<p>Quando mandou para o editor a primeira série, Debussy escreveu: “Sem falsa modéstia, creio que estas peças vão ser um sucesso e que vão tomar seu lugar na literatura do piano, à mão esquerda de <a href="https://classicosdosclassicos.mus.br/compositores/robert-schumann/">Schumann</a>, ou à direita de <a href="https://classicosdosclassicos.mus.br/compositores/frederic-chopin/">Chopin</a>, como você preferir&#8221;.</p>
<p><strong>Livro I</strong></p>
<p>A pianista Marguerite Long, contemporânea de Debussy, disse que o compositor se referia ao suave motivo do início de <em>Reflets dans l’eau</em> (Reflexos na água) como uma pedrinha no meio de um pequeno círculo na água. Este “círculo na água” vai aumentando, no entanto, até chegar a um clímax que se exaure rapidamente e ao qual se segue um final pensativo e introspectivo.</p>
<p>Debussy tinha profunda admiração pelos compositores franceses do século XVIII, como Rameau, um dos principais compositores do período. <em>Homenagem a Rameau</em> é escrita no estilo de uma sarabanda, uma dança da época, lenta e solene.</p>
<p>Já <em>Mouvement</em> (Movimento) se caracteriza por grande energia rítmica – <em>Animé</em>, assinala Debussy. Alguns críticos veem aqui um prenúncio da música baseada em <em>ostinatos</em> que Bartók e <a href="https://classicosdosclassicos.mus.br/compositores/igor-stravinsky/">Stravinsky</a> escreveriam mais tarde.</p>
<p><strong>Livro II</strong></p>
<p><em>Cloches à travers les feuilles</em> (Sinos através das folhas) foi inspirada nos sinos de uma igreja na cidade francesa de Jura.</p>
<p><em>Et la lune descend sur le temple qui fut </em>(E a Lua desce sobre o templo que existiu) evoca a música <em>gamelan </em>javanesa, que encantou Debussy quando a ouviu nas Exposições de Paris, em 1889 e 1900.</p>
<p><em>Poissons d’or </em>(Peixes dourados) pode ter sido inspirada na imagem de uma laca chinesa, ou em uma gravura japonesa.</p>
<p>Vamos ouvir, a seguir, uma peça de cada livro tocada pelo próprio Debussy, em uma gravação para piano roll: do <em>Livro II, Poissons d&#8217;or (Peixinhos dourados)</em>, e, do <em>Livro I, Reflets dans l&#8217;eau (Reflexos na água)</em>:</p>
<p><iframe loading="lazy" title="Debussy plays Debussy - Images for piano" width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/D2-XseQfj7g?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen></iframe></p>
<p>E, a seguir, vamos assistir à interpretação do pianista Arturo Benedetti Michelangeli dos Livros I e II, em um registro histórico:</p>
<p><strong>Debussy – <em>Imagens Para Piano, Livros I e II</em> | Arturo Benedetti Michelangeli (piano) </strong></p>
<p><iframe loading="lazy" title="Arturo Benedetti Michelangeli plays Debussy - Images (1962)" width="500" height="375" src="https://www.youtube.com/embed/2eSQWansMOU?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen></iframe></p>
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		<title>Debussy &#8211; Estampes</title>
		<link>https://classicosdosclassicos.mus.br/obras/debussy-estampes/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Clássicos dos Clássicos]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 06 Aug 2019 00:42:31 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Estampes (Gravuras) é uma obra revolucionária, que evoca lugares distantes com sutileza e precisão. Todavia, houve também considerações mais práticas, como diz, com ironia, Debussy: “Quando você não tem recursos para pagar suas viagens, tem de se contentar em fazê-las na imaginação”. Pagodes é um tributo ao Extremo Oriente, inspirado pela música que Debussy ouviu na [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Estampes</em> (Gravuras) é uma obra revolucionária, que evoca lugares distantes com sutileza e precisão. Todavia, houve também considerações mais práticas, como diz, com ironia, Debussy: “Quando você não tem recursos para pagar suas viagens, tem de se contentar em fazê-las na imaginação”.</p>
<p><em>Pagodes</em> é um tributo ao Extremo Oriente, inspirado pela música que Debussy ouviu na Exposição Mundial de Paris em 1889 e 1900. A peça faz amplo uso da escala pentatônica e da percussão gamelan de Java e Bali. Debussy anota na partitura que deve ser tocada “quase sem nuance”.</p>
<p><em>La Soirée dans Grenade</em> usa a escala árabe e imita o dedilhado da guitarra para evocar imagens de Granada. Debussy tinha muito pouca experiência de vida na Espanha. Apesar disto, diz o compositor espanhol Manuel de Falla sobre a <em>Soirée</em>: “Não há aqui nem um compasso sequer de música folclórica espanhola e, no entanto, a peça inteira, em seus menores detalhes, retrata admiravelmente a Espanha”.</p>
<p><em>Jardins sous la Pluie</em> retrata um jardim na cidade normanda de Orbec durante uma tempestade extremamente violenta. Ao longo de toda a peça, ouvem-se sons do vento furioso e da chuva torrencial. Aparecem também duas canções folclóricas francesas <em>Nous n’irons plus aux bois</em> e <em>Dodo, l’enfant do</em>, sugerindo talvez a frustração das crianças, presas em casa.</p>
<p><strong>Debussy &#8211; <em>Estampes</em> | Nikolai Lugansky (piano)</strong></p>
<p><iframe loading="lazy" title="Lugansky - Debussy, Estampes : Pagodes, La soirée dans Grenade, Jardins sous la pluie" width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/Rkno2COmh50?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen></iframe></p>
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		<title>Debussy &#8211; Suite pour le Piano</title>
		<link>https://classicosdosclassicos.mus.br/obras/debusssy-suite-pour-le-piano/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Clássicos dos Clássicos]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 06 Aug 2019 00:42:31 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A Suite Pour le Piano é um salto em relação às obras anteriores de Debussy, como a Suite Begamasque (Clair de Lune), por exemplo. Sua escrita é moderna, brilhante, virtuosística, às vezes sombria. O Prelúdio apresenta o tema &#8211; o piano é aqui usado como instrumento de percussão. O tema retorna mais adiante com acordes em [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A <em>Suite Pour le Piano</em> é um salto em relação às obras anteriores de Debussy, como a <em>Suite Begamasque</em> (<em>Clair de Lune</em>), por exemplo. Sua escrita é moderna, brilhante, virtuosística, às vezes sombria.</p>
<p>O <em>Prelúdio</em> apresenta o tema &#8211; o piano é aqui usado como instrumento de percussão. O tema retorna mais adiante com acordes em <em>fortíssimo</em>, aos quais se seguem glissandos que Debussy queria que fossem executados &#8220;com a mesma rapidez com que D’Artagnan desembainhava sua espada&#8221;. No <em>Tempo di cadenza</em> final voltam os glissandos nas duas mãos.</p>
<p>A <em>Sarabanda</em> tinha sido escrita anos antes e foi revisada para ser incluída na Suíte. O compositor anota que ela deve ser tocada: &#8220;com uma elegância lenta e solene, assim como um retrato antigo no Louvre&#8221;. O crítico Émile Vuillermoz diz que Debussy a interpretava &#8220;com a simplicidade fácil de um bom dançarino do século XVI&#8221;. Já para a pianista Angela Hewitt, &#8220;a Sarabanda soa antiga e moderna ao mesmo tempo&#8221;.</p>
<p>A <em>Toccata</em>, final da Suíte, é triunfal, brilhante e muito difícil. <a href="https://classicosdosclassicos.mus.br/compositores/claude-debussy/">Debussy</a> não queria que a velocidade fosse o objetivo final: para ele, a clareza e o rigor eram muito mais importantes.</p>
<p><strong>Debussy – <em>Pour le Piano</em> | Jean-Effam Bavouzet</strong></p>
<p><iframe loading="lazy" title="Spotify Embed: Debussy - Suite pour le Piano" width="300" height="380" allowtransparency="true" frameborder="0" allow="encrypted-media" src="https://open.spotify.com/embed/playlist/70tmAnPMY1aiIQcoYUcU7h"></iframe></p>
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