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MendelssohnMÚSICA ORQUESTRAL

Mendelssohn – Abertura “As Hébridas”, Op. 26

Em 1829, Mendelssohn, então com 20 anos, visita as Ilhas Hébridas na Escócia e lá, na pequena ilha de Staffa, a Gruta de Fíngal.

A Gruta é monumental: tem 11 ms de altura e mais de 60 m de profundidade. Enormes pilares hexagonais de basalto colorido se projetam contra o céu. A gruta teria sido a morada de Fíngal, um herói escocês do século III.

A Abertura As Hébridas, que Mendelssohn chamou primeiro de “A Gruta de Fíngal”, foi desde o início um grande sucesso. Ela forma, com a Abertura do Sonho de uma Noite de Verão e com o Octeto, um trio de suas melhores obras da juventude.

Eis o que diz Wagner sobre As Hébridas: “Esta é uma das mais belas peças de música que nós temos. Uma obra-prima de um pintor da natureza de primeira classe”.

Brahms vai mais longe: “Daria com prazer todas as minhas obras em troca de compor uma peça como As Hébridas“.

A Abertura é uma magnífica paisagem marinha – alterna entre a calmaria e a tempestade, como o próprio mar.

Mendelssohn – Abertura "As Hébridas", Op. 26 | Orquestra Sinfônica de Londres | John Eliot Gardiner (regente)