<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Música Clássica da Índia - Clássicos dos Clássicos</title>
	<atom:link href="https://classicosdosclassicos.mus.br/category/musica-classica-da-india/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://classicosdosclassicos.mus.br/category/musica-classica-da-india/</link>
	<description>Por Carlos Siffert</description>
	<lastBuildDate>Fri, 15 Aug 2025 13:05:15 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-BR</language>
	<sy:updatePeriod>
	hourly	</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>
	1	</sy:updateFrequency>
	
	<item>
		<title>Dança Indiana</title>
		<link>https://classicosdosclassicos.mus.br/danca-indiana/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Clássicos dos Clássicos]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 25 Jul 2022 16:28:44 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Música Clássica da Índia]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://classicosdosclassicos.mus.br/?p=7644</guid>

					<description><![CDATA[<p>As danças clássicas indianas originaram-se entre os devadasis, bailarinos do interior dos templos associados ao culto do deus Shiva. Relacionadas com a mitologia, a filosofia e as crenças espirituais da cultura hindu, as danças têm suas raízes no Natyasastra, tratado mais antigo que se conhece sobre dramaturgia, atribuído a Bharata e compilado entre os séculos III [&#8230;]</p>
<p>The post <a rel="nofollow" href="https://classicosdosclassicos.mus.br/danca-indiana/">Dança Indiana</a> appeared first on <a rel="nofollow" href="https://classicosdosclassicos.mus.br">Clássicos dos Clássicos</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>As danças clássicas indianas originaram-se entre os <em>devadasis</em>, bailarinos do interior dos templos associados ao culto do deus Shiva. Relacionadas com a mitologia, a filosofia e as crenças espirituais da cultura hindu, as danças têm suas raízes no <em>Natyasastra</em>, tratado mais antigo que se conhece sobre dramaturgia, atribuído a Bharata e compilado entre os séculos III a IV d.C.</p>
<p>Gradualmente, elas foram se desenvolvendo em diferentes estilos, refletindo as tradições particulares de cada região. Embora tenham sua técnica própria e apresentações distintas, as variantes regionais mantêm as regras básicas e normas que aparecem no <em>Natyasastra</em>.</p>
<p>As principais são o <em>Bharata natyam</em> (sul da Índia), o <em>Kathak</em> (norte) e o <em>Odissi</em> (costa leste), só para citar algumas. Entre as características comuns dessas danças estão os <em>mudras</em> (gestos com as mãos), os movimentos expressivos do rosto e dos olhos e os complexos esquemas rítmicos.</p>
<p>Vamos assistir a duas apresentações:</p>
<p>&#8211; Shiva Shambho (Bharata natyam) | Coreografia e performance de <a href="https://www.instagram.com/swathi.jaisankar/?hl=en">Swathi Jaisankar</a>, <a href="https://www.facebook.com/IndianRagaProject/photos/isha-parupudibharatanatyamfriendswood-texascant-wait-for-another-fellowship-fill/1967718026606928/">Isha Parupudi</a> e <a href="https://www.instagram.com/sophiasalingaros/?hl=en">Sophia Salingaros</a></p>
<p><iframe loading="lazy" title="Shiva Shambho: Most Watched Bharatanatyam Dance | Best of Indian Classical Dance" width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/JWhA3ldZcyY?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen></iframe></p>
<p>&#8211; Anoushka Shankar – <em>Traveller</em> (ao vivo, no 12º Festival de World Music e Música Sagrada de Girona)</p>
<p><iframe loading="lazy" title="Anoushka Shankar – Traveller (live at Girona Festival)" width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/_PfRSr0F9eM?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen></iframe></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>The post <a rel="nofollow" href="https://classicosdosclassicos.mus.br/danca-indiana/">Dança Indiana</a> appeared first on <a rel="nofollow" href="https://classicosdosclassicos.mus.br">Clássicos dos Clássicos</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Anoushka Shankar e Joshua Bell</title>
		<link>https://classicosdosclassicos.mus.br/anoushka-shankar-e-joshua-bell/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Clássicos dos Clássicos]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 25 Jul 2022 16:25:21 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Música Clássica da Índia]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://classicosdosclassicos.mus.br/?p=7640</guid>

					<description><![CDATA[<p>Com quase quatro décadas de carreira, Joshua Bell é um dos mais aclamados violinistas da atualidade. Seu interesse musical se estende tanto pelo repertório clássico como por uma multiplicidade de gêneros. O artista já colaborou com músicos como Chick Corea, Wynton Marsalis e Sting. Anoushka Shankar já havia tocado com Joshua Bell no Festival de [&#8230;]</p>
<p>The post <a rel="nofollow" href="https://classicosdosclassicos.mus.br/anoushka-shankar-e-joshua-bell/">Anoushka Shankar e Joshua Bell</a> appeared first on <a rel="nofollow" href="https://classicosdosclassicos.mus.br">Clássicos dos Clássicos</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Com quase quatro décadas de carreira, <a href="https://joshuabell.com/">Joshua Bell</a> é um dos mais aclamados violinistas da atualidade. Seu interesse musical se estende tanto pelo repertório clássico como por uma multiplicidade de gêneros. O artista já colaborou com músicos como Chick Corea, Wynton Marsalis e Sting.</p>
<p><a href="https://classicosdosclassicos.mus.br/anoushka-shankar/">Anoushka Shankar</a> já havia tocado com Joshua Bell no Festival de Verbier, em 2007. Em 2009, ela participou de seu álbum <em>At Home with Friends</em>, no dueto <em>Variant Moods</em> para sitar e violino, composto por Ravi Shankar.</p>
<p>No vídeo a seguir, os dois interpretam <em>Variant Moods</em> em um concerto em Paris:</p>
<p><iframe loading="lazy" title="Anoushka Shankar and Joshua Bell || Concert in Paris" width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/MAUNxd5N0wE?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen></iframe></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>The post <a rel="nofollow" href="https://classicosdosclassicos.mus.br/anoushka-shankar-e-joshua-bell/">Anoushka Shankar e Joshua Bell</a> appeared first on <a rel="nofollow" href="https://classicosdosclassicos.mus.br">Clássicos dos Clássicos</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Ravi Shankar e Yehudi Menuhin</title>
		<link>https://classicosdosclassicos.mus.br/ravi-shankar-yehudi-menuhin/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Clássicos dos Clássicos]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 25 Jul 2022 16:22:53 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Música Clássica da Índia]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://classicosdosclassicos.mus.br/?p=7637</guid>

					<description><![CDATA[<p>Quando Ravi Shankar conheceu o violinista Yehudi Menuhin (1916-1999) na década de 1950, houve uma afinidade por causa do violino (primeiro instrumento tocado por Shankar). Desde então, suas experimentações com o músico norte-americano foram muito ricas e influenciaram a carreira de ambos. Grande promotor da música indiana para o público ocidental, Menuhin afirmou: &#8220;Ravi Shankar [&#8230;]</p>
<p>The post <a rel="nofollow" href="https://classicosdosclassicos.mus.br/ravi-shankar-yehudi-menuhin/">Ravi Shankar e Yehudi Menuhin</a> appeared first on <a rel="nofollow" href="https://classicosdosclassicos.mus.br">Clássicos dos Clássicos</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Quando <a href="https://classicosdosclassicos.mus.br/ravi-shankar/">Ravi Shankar</a> conheceu o violinista <a href="https://en.wikipedia.org/wiki/Yehudi_Menuhin">Yehudi Menuhin</a> (1916-1999) na década de 1950, houve uma afinidade por causa do violino (primeiro instrumento tocado por Shankar). Desde então, suas experimentações com o músico norte-americano foram muito ricas e influenciaram a carreira de ambos.</p>
<p>Grande promotor da música indiana para o público ocidental, Menuhin afirmou: &#8220;Ravi Shankar me trouxe um presente precioso e, através dele, acrescentei uma nova dimensão à minha experiência musical. Para mim, seu gênio e sua humanidade só podem ser comparados aos de Mozart&#8221;.</p>
<p>Shankar e Menuhin lançaram a trilogia <em>West Meets East</em> (1967, 1968 e 1976). O primeiro volume alcançou o primeiro lugar na lista de álbuns eruditos da revista <em>Billboard</em> e ganhou um Grammy Awards como “Melhor Performance de Música de Câmara”. O segundo também teve uma ótima repercussão. Já o terceiro não foi tão bem sucedido como os anteriores. Os álbuns incluíam composições de Shankar, Béla Bartók, George Eunescu, entre outros.</p>
<p>Nos vídeos a seguir, Yehudi Menuhin e Ravi Shankar falam sobre a música indiana e tocam juntos:</p>
<p><iframe loading="lazy" title="Indian Classical Music : Ravi Shankar, Alla Rakha and Yehudi Menuhin Trio" width="500" height="375" src="https://www.youtube.com/embed/hg6nTQFHf78?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen></iframe></p>
<p><iframe loading="lazy" title="Ravi Shankar and Yehudi Menuhin" width="500" height="375" src="https://www.youtube.com/embed/fJ5ZBkZGW9U?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen></iframe></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>The post <a rel="nofollow" href="https://classicosdosclassicos.mus.br/ravi-shankar-yehudi-menuhin/">Ravi Shankar e Yehudi Menuhin</a> appeared first on <a rel="nofollow" href="https://classicosdosclassicos.mus.br">Clássicos dos Clássicos</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Anoushka Shankar</title>
		<link>https://classicosdosclassicos.mus.br/anoushka-shankar/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Clássicos dos Clássicos]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 25 Jul 2022 16:19:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Música Clássica da Índia]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://classicosdosclassicos.mus.br/?p=7633</guid>

					<description><![CDATA[<p>Anoushka Shankar (1981–) é sitarista e compositora, filha de Ravi Shankar. Começou a estudar o sitar aos oito anos de idade com seu pai. Aos 13, fez seu primeiro concerto em Nova Deli, tornando-se, desde então, mundialmente reconhecida. Uma das mais prestigiadas artistas da World Music da atualidade, possui raízes profundas na tradição da música clássica indiana, ao mesmo [&#8230;]</p>
<p>The post <a rel="nofollow" href="https://classicosdosclassicos.mus.br/anoushka-shankar/">Anoushka Shankar</a> appeared first on <a rel="nofollow" href="https://classicosdosclassicos.mus.br">Clássicos dos Clássicos</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Anoushka Shankar (1981–) é sitarista e compositora, filha de <a href="https://classicosdosclassicos.mus.br/ravi-shankar/">Ravi Shankar</a>. Começou a estudar o sitar aos oito anos de idade com seu pai. Aos 13, fez seu primeiro concerto em Nova Deli, tornando-se, desde então, mundialmente reconhecida.</p>
<p>Uma das mais prestigiadas artistas da World Music da atualidade, possui raízes profundas na tradição da música clássica indiana, ao mesmo tempo que explora sua intersecção com outros gêneros, como a música eletrônica, o jazz e a música clássica ocidental.</p>
<p>Sua discografia inclui os álbuns <em>Rise</em> (2006), indicado para o Grammy Awards na categoria de Melhor Álbum Contemporâneo de World Music; <em>Breathing Under Water </em>(2007), em colaboração com o produtor Karsh Kale, que insere o sitar no contexto da música eletrônica; e <em>Traveller</em> (2011), que explora as relações entre a música indiana clássica e o <em>flamenco</em> espanhol.</p>
<p>No vídeo a seguir, Anoushka Shankar interpreta <em>Pancham</em> <em>Se Gara</em>, de Ravi Shankar, com Tanmoy Bose (tabla) e <a href="https://enciclopedia.itaucultural.org.br/pessoa21685/kenji-ota">Kenji Ota</a> (tampura):</p>
<p><iframe loading="lazy" title="YouTube video player" src="https://www.youtube.com/embed/8CnhcGpmH9Y" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe><br />
&nbsp;</p>
<p>The post <a rel="nofollow" href="https://classicosdosclassicos.mus.br/anoushka-shankar/">Anoushka Shankar</a> appeared first on <a rel="nofollow" href="https://classicosdosclassicos.mus.br">Clássicos dos Clássicos</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Música Clássica da Índia</title>
		<link>https://classicosdosclassicos.mus.br/musica-classica-da-india/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Clássicos dos Clássicos]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 25 Jul 2022 16:13:59 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Música Clássica da Índia]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://classicosdosclassicos.mus.br/?p=7626</guid>

					<description><![CDATA[<p>A música da Índia é uma das mais antigas do mundo. Suas origens remontam aos Vedas (conjunto de textos hindu considerados as escrituras sagradas mais antigas do mundo), desenvolvendo-se a partir de uma complexa interação de diferentes povos e culturas. Tudo indica que a diversidade étnica dos dias de hoje tenha existido desde tempos imemoriais. [&#8230;]</p>
<p>The post <a rel="nofollow" href="https://classicosdosclassicos.mus.br/musica-classica-da-india/">Música Clássica da Índia</a> appeared first on <a rel="nofollow" href="https://classicosdosclassicos.mus.br">Clássicos dos Clássicos</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A música da Índia é uma das mais antigas do mundo. Suas origens remontam aos Vedas (conjunto de textos hindu considerados as escrituras sagradas mais antigas do mundo), desenvolvendo-se a partir de uma complexa interação de diferentes povos e culturas. Tudo indica que a diversidade étnica dos dias de hoje tenha existido desde tempos imemoriais.</p>
<p>A base da música indiana é o <em>sangeet </em>– uma combinação de três formas de arte: música vocal, música instrumental e dança. De natureza melódica, não harmônica, apresenta uma melodia acompanhada por um fundo contínuo. Há um sistema de sete notas arranjadas de modo semelhante ao das escalas ocidentais.</p>
<p>O sistema musical indiano se baseia em dois pilares: <em>raga </em>e <em>tala. Raga </em>é a forma melódica; <em>tala</em>, a forma rítmica.</p>
<p><em>Tala</em> é equivalente ao conceito ocidental de ritmo. É muito desenvolvido e existem várias formas comuns de padrões rítmicos repetitivos. Muitas peças de música indiana, seja uma longa improvisação ou uma canção sacra, possuem uma estrutura rítmica, isto é, um plano de batidas organizadas que os executantes usam como fundação.</p>
<p>Muitos instrumentos musicais são próprios da Índia, sendo que os mais conhecidos são o sitar e a tabla. Existe ainda uma grande quantidade de instrumentos desconhecidos no ocidente. Conheça alguns no vídeo a seguir:</p>
<p><iframe loading="lazy" title="Musical Instruments of India" width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/hYE4sS_NrpU?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen></iframe></p>
<p>The post <a rel="nofollow" href="https://classicosdosclassicos.mus.br/musica-classica-da-india/">Música Clássica da Índia</a> appeared first on <a rel="nofollow" href="https://classicosdosclassicos.mus.br">Clássicos dos Clássicos</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
	</channel>
</rss>
