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	<title>Bartók - Clássicos dos Clássicos</title>
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	<description>Por Carlos Siffert</description>
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		<title>Bartók – Danças Romenas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Clássicos dos Clássicos]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 05 Jun 2023 17:26:46 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>As Danças Romenas, suíte de seis peças curtas, se baseiam em material coletado por Bartók na Transilvânia. Originalmente chamadas de Danças Húngaras, o título da obra mudou quando a Transilvânia foi anexada à Romênia em 1920. Antes de Bartók, a chamada música folclórica húngara era na verdade uma coleção de melodias ciganas que Brahms, Liszt [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;">As </span><i><span style="font-weight: 400;">Danças Romenas</span></i><span style="font-weight: 400;">, suíte de seis peças curtas, se baseiam em material coletado por Bartók na Transilvânia. Originalmente chamadas de </span><i><span style="font-weight: 400;">Danças Húngaras</span></i><span style="font-weight: 400;">, o título da obra mudou quando a Transilvânia foi anexada à Romênia em 1920.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Antes de Bartók, a chamada música folclórica húngara era na verdade uma coleção de melodias ciganas que Brahms, Liszt e outros compositores tinham alterado e arranjado. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Esta situação se transformou pela intervenção de Bartók, com a ajuda de seu colega Zoltan Kodály. Anualmente, entre 1905 e 1914, ele viajou pelo interior da Hungria com o objetivo de coletar canções folclóricas, antes que estas se perdessem. Como resultado de seu trabalho, mais de 6000 peças foram coletadas e registradas.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A verdadeira música folclórica húngara tinha raízes muito antigas. As melodias eram baseadas em escalas pentatônicas, semelhantes às canções folclóricas asiáticas. Elas tinham um caráter </span><i><span style="font-weight: 400;">exótico</span></i><span style="font-weight: 400;">, com ritmos irregulares. As </span><i><span style="font-weight: 400;">Danças Romenas</span></i><span style="font-weight: 400;"> são um bom exemplo de tudo isto.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Bartók – </span><i><span style="font-weight: 400;">Danças Romenas</span></i><span style="font-weight: 400;">, Sz 56 | Tessa Lark (violino) e </span><span style="font-weight: 400;">Yannick Rafalimanana</span><span style="font-weight: 400;"> (piano)</span></p>
<p><iframe loading="lazy" title="Béla Bartók: Romanian Folk Dances | Tessa Lark, Yannick Rafalimanana" width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/vsGDYcbANGg?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" allowfullscreen></iframe></p>
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		<title>Bartók – Concerto para Orquestra</title>
		<link>https://classicosdosclassicos.mus.br/obras/bartok-concerto-para-orquestra/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Clássicos dos Clássicos]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 06 Jun 2022 15:15:13 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Bartók se refugiou nos Estados Unidos durante a Segunda Guerra Mundial. Em 1943, ministrou uma série de palestras sobre música folclórica na Universidade de Harvard. Depois disto, ficou muito doente e teve de ser internado, mas estava sem recursos para pagar as despesas. Dois de seus amigos húngaros, o violinista Joseph Szigeti e o maestro [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><a href="https://classicosdosclassicos.mus.br/obras/bartok-e-a-musica-nacionalista/">Bartók</a> se refugiou nos Estados Unidos durante a Segunda Guerra Mundial. Em 1943, ministrou uma série de palestras sobre música folclórica na Universidade de Harvard. Depois disto, ficou muito doente e teve de ser internado, mas estava sem recursos para pagar as despesas.</p>
<p>Dois de seus amigos húngaros, o violinista Joseph Szigeti e o maestro Fritz Reiner, procuraram o maestro russo Serge Koussevitzky. Generoso, o maestro fez a Bartók, através de sua Fundação, a encomenda de um concerto, doando e ele mil dólares (cerca de 17 mil dólares em moeda de hoje).</p>
<p>O convite o animou e deu origem ao <em>Concerto para Orquestra</em>, uma das melhores obras de Bartók, escrita em dois meses. Sua estreia, em dezembro de 1944, com a Orquestra Sinfônica de Boston regida por Koussevitzky, foi um triunfo de público e crítica.</p>
<p>Em uma nota sobre a composição, Bartók afirma: “o título dessa obra sinfônica tem a ver com sua tendência de tratar os instrumentos, ou grupo de instrumentos, de uma maneira concertante ou solística”.</p>
<p>Bartók – <em>Concerto para Orquestra</em> | <a href="https://cso.org/">Chicago Symphony Orchestra</a> regida por Georg Solti</p>
<p><iframe loading="lazy" title="Bartók in Budapest   Concerto for orchestra   Solti" width="500" height="375" src="https://www.youtube.com/embed/OQb3VUljpa0?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen></iframe></p>
<p>Em oposição ao caráter sério do <em>Concerto para Orquestra</em> de Bartók está o <em>Concerto para Piano e Trompete</em> de Shostakovich, jocoso e despreocupado:</p>
<blockquote class="wp-embedded-content" data-secret="wKDTFo3B8X"><p><a href="https://classicosdosclassicos.mus.br/obras/shostakovich-concerto-no-1-para-piano-trompete-e-orquestra-de-cordas/">Shostakovich – Concerto nº 1 para Piano, Trompete e Orquestra de Cordas</a></p></blockquote>
<p><iframe class="wp-embedded-content" sandbox="allow-scripts" security="restricted" title="&#8220;Shostakovich – Concerto nº 1 para Piano, Trompete e Orquestra de Cordas&#8221; &#8212; Clássicos dos Clássicos" src="https://classicosdosclassicos.mus.br/obras/shostakovich-concerto-no-1-para-piano-trompete-e-orquestra-de-cordas/embed/#?secret=oC4wPmsQjg#?secret=wKDTFo3B8X" data-secret="wKDTFo3B8X" width="500" height="282" frameborder="0" marginwidth="0" marginheight="0" scrolling="no"></iframe></p>
<p>Ouça também o podcast sobre o <em>Concerto para Orquestra</em> de Bártok:</p>
<blockquote class="wp-embedded-content" data-secret="fjwf2MYejc"><p><a href="https://classicosdosclassicos.mus.br/multimidia/podcast-bartok-concerto-para-orquestra/">PODCAST | Bartók – Concerto para Orquestra</a></p></blockquote>
<p><iframe class="wp-embedded-content" sandbox="allow-scripts" security="restricted" title="&#8220;PODCAST | Bartók – Concerto para Orquestra&#8221; &#8212; Clássicos dos Clássicos" src="https://classicosdosclassicos.mus.br/multimidia/podcast-bartok-concerto-para-orquestra/embed/#?secret=lq86CaXu4V#?secret=fjwf2MYejc" data-secret="fjwf2MYejc" width="500" height="282" frameborder="0" marginwidth="0" marginheight="0" scrolling="no"></iframe></p>
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		<title>Nacionalismo nas Artes</title>
		<link>https://classicosdosclassicos.mus.br/obras/nacionalismo-nas-artes/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Clássicos dos Clássicos]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 19 Jul 2021 00:44:42 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>No século XIX, a corrente artística denominada Romantismo criou a ideia de tradição popular, ou o que os artistas românticos chamavam de espírito de um povo, cuja manifestação constituía o folclore. Por que o Romantismo trouxe tais ideias? Porque essa corrente artística coincide com uma situação histórica determinada, qual seja, a consolidação e o fortalecimento [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>No século XIX, a corrente artística denominada Romantismo criou a ideia de tradição popular, ou o que os artistas românticos chamavam de espírito de um povo, cuja manifestação constituía o folclore.</p>
<p>Por que o Romantismo trouxe tais ideias? Porque essa corrente artística coincide com uma situação histórica determinada, qual seja, a consolidação e o fortalecimento dos Estados nacionais, que passaram a ser definidos pela unidade, seja ela linguística, religiosa, territorial ou política.</p>
<p>Surge a ideia política de nação e, com ela, o fenômeno do nacionalismo. Intelectuais e artistas europeus consideravam que a nacionalidade constituía o espírito de um povo, o qual se exprimia na língua, nos costumes, na religião, nas artes e nas tradições nacionais.</p>
<p>Na música clássica, muitos compositores se utilizaram de canções e danças folclóricas para escreverem suas obras, entre eles, os tchecos Antonín Dvorák (1841-1904) e Leoš Janáček (1854-1928); os húngaros Béla Bartók (1881-1945) e Zoltán Kodály (1882–1967); e os espanhóis Isaac Albéniz (1860-1909) e Enrique Granados (1867-1916).</p>
<p>Saiba mais sobre o Nacionalismo na música aqui:<br />
<a href="https://classicosdosclassicos.mus.br/nacionalismo-na-musica/">https://classicosdosclassicos.mus.br/nacionalismo-na-musica/</a></p>
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		<title>Bartók e a música nacionalista</title>
		<link>https://classicosdosclassicos.mus.br/obras/bartok-e-a-musica-nacionalista/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Clássicos dos Clássicos]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 19 Jul 2021 00:29:08 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Bela Bartók (1881–1945) é considerado, juntamente com Liszt, um dos maiores compositores húngaros. Entre suas principais obras estão o ciclo de seis Quartetos de Cordas, a Cantata Profana, a Música para Cordas, Percussão e Celesta, o Concerto para Orquestra e o Concerto nº 3 para Piano e Orquestra. Conhecido também por seu estudo de música [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Bela Bartók (1881–1945) é considerado, juntamente com Liszt, um dos maiores compositores húngaros. Entre suas principais obras estão o ciclo de seis Quartetos de Cordas, a Cantata Profana, a Música para Cordas, Percussão e Celesta, o Concerto para Orquestra e o Concerto nº 3 para Piano e Orquestra.</p>
<p>Conhecido também por seu estudo de música folclórica, foi um dos fundadores da musicologia comparada, que se tornou mais tarde a etnomusicologia.</p>
<p>Em 1908, aos 27 anos, Bartók e seu amigo e compositor Zoltán Kodály fizeram a primeira de suas excursões pelo interior da Hungria para coletar e pesquisar antigas canções magiares, realizando descobertas importantes.</p>
<p>Até então, a música folclórica húngara era conhecida como música cigana. Um exemplo bem conhecido é o das Rapsódias Húngaras de Liszt, baseadas em canções e danças executadas na época por conjuntos ciganos.</p>
<p>O contraste com as descobertas de Bartók e Kodály foi muito grande: as antigas melodias folclóricas magiares eram baseadas em escalas pentatônicas, semelhantes às das tradições folclóricas da Ásia, Anatólia e Sibéria.</p>
<p>Vamos ouvir uma seleção de peças de Bartók inspiradas na música tradicional de seu país:</p>
<p>Bartók – Três Canções Folclóricas do Distrito de Csik | <a href="https://en.wikipedia.org/wiki/Gy%C3%B6rgy_S%C3%A1ndor">György Sandór</a> (piano)<br />
<iframe loading="lazy" title="YouTube video player" src="https://www.youtube.com/embed/lOP3tas-oYA" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<p>Bartók – Danças Folclóricas Romenas | Helène Grimaud (piano)<br />
<iframe loading="lazy" title="YouTube video player" src="https://www.youtube.com/embed/OoaKYJrXoVw" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<p>Bartók – Quatro Canções Eslovacas | Coro e Orquestra da Filarmônica Eslovaca, Szabó Miklós (regente)<br />
<iframe loading="lazy" title="YouTube video player" src="https://www.youtube.com/embed/RGyo_w4oyDQ" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
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		<item>
		<title>Bartók &#8211; Quarteto de Cordas nº 5</title>
		<link>https://classicosdosclassicos.mus.br/obras/bartok-quarteto-de-cordas-no-5/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Clássicos dos Clássicos]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 05 Oct 2020 13:22:18 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O penúltimo dos seis quartetos de Bartók foi composto em 1934. Representa um abrandamento na linguagem de seus quartetos: os sons são menos dissonantes e menos ásperos em relação às peças anteriores. Como fazia frequentemente, Bartók usa a forma de um “arco”, com um Scherzo central, ladeado por dois movimentos lentos e estes, por sua [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O penúltimo dos seis quartetos de <a href="https://classicosdosclassicos.mus.br/?s=bart%C3%B3k">Bartók</a> foi composto em 1934. Representa um abrandamento na linguagem de seus quartetos: os sons são menos dissonantes e menos ásperos em relação às peças anteriores.</p>
<p>Como fazia frequentemente, Bartók usa a forma de um “arco”, com um <em>Scherzo</em> central, ladeado por dois movimentos lentos e estes, por sua vez, por dois movimentos rápidos e enérgicos.</p>
<p>No movimento de abertura, enérgico e ritmado, os temas iniciais voltam no final em imagem de espelho, tocados de trás para frente, ou de cabeça para baixo.</p>
<p>Depois de um segundo movimento suave, vem um <em>Scherzo</em> “no estilo búlgaro”, com ritmos fortes, mas desiguais.</p>
<p>O início do quarto movimento é hesitante, com ricas harmonias, especialmente no fim, quando os violinos tocam acordes celestiais sobre passagens rápidas da viola.</p>
<p>O final tem uma furiosa urgência. Quando se espera um clímax, a música para; o que vem em seguida soa como um carrossel desengonçado. O tema é uma variação de outro já ouvido anteriormente. O violino repete esse tema, mas em Si bemol, indiferente ao choque resultante. Os músicos são instruídos a tocar “com indiferença”.</p>
<p>Bartók &#8211; <em>Quarteto de Cordas nº 5</em> | Quarteto Húngaro</p>
<p><iframe loading="lazy" title="Bartók: String Quartet No.5  - performed by the Hungarian Quartet" width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/zf2KW9XZ-oQ?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen></iframe></p>
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		<item>
		<title>Bartók &#8211; Sonata para Dois Pianos e Percussão</title>
		<link>https://classicosdosclassicos.mus.br/obras/bartok-sonata-para-dois-pianos-e-percussao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Clássicos dos Clássicos]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 13 Jul 2020 13:14:17 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Bartók escreveu seus concertos para piano, ou piano e outros instrumentos, para sua própria execução, até 1923. Foi neste ano que ele se casou com Ditta Pásztory, uma de suas alunas. A partir de então, dedicou várias de suas peças a ela. A Sonata para Dois Pianos e Percussão foi composta em 1937 e estreou [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Bartók escreveu seus concertos para piano, ou piano e outros instrumentos, para sua própria execução, até 1923. Foi neste ano que ele se casou com Ditta Pásztory, uma de suas alunas. A partir de então, dedicou várias de suas peças a ela.</p>
<p>A <em>Sonata para Dois Pianos e Percussão </em>foi composta em 1937 e estreou em 1938, com o casal interpretando a peça aos pianos.</p>
<p>O piano, é bom lembrar, é um instrumento de percussão e, portanto, podemos considerar a sonata como um quarteto de percussão (com dois pianistas e dois percussionistas), tão integrado quanto os quartetos de cordas do compositor.</p>
<p>Olhando sob outro ângulo, temos nove instrumentos, já que os dois percussionistas tocam sete deles: tímpanos, <em>gran cassa</em>, címbalos, triângulo, caixa, gongo e xilofone.</p>
<p>São três os movimentos da Sonata:</p>
<ol>
<li><a href="https://en.wikipedia.org/wiki/Sonata_for_Two_Pianos_and_Percussion#I._Assai_lento_%E2%80%93_Allegro_molto"><em>Assai lento – Allegro molto</em></a>:</li>
</ol>
<p>O primeiro movimento é em uma versão modificada da <em>forma sonata</em>, com introdução, exposição, desenvolvimento, recapitulação e coda. Bartók não segue, porém, as relações entre as tonalidades tradicionais.</p>
<ol start="2">
<li><a href="https://en.wikipedia.org/wiki/Sonata_for_Two_Pianos_and_Percussion#II._Lento,_ma_non_troppo"><em>Lento, ma non troppo</em></a>:</li>
</ol>
<p>O segundo movimento segue a forma ternária clássica: A-B-A. É um exemplo da chamada <em>música da noite </em>de Bartók (passagens que transmitem ao ouvinte os sons da natureza à noite).</p>
<ol start="3">
<li><a href="https://en.wikipedia.org/wiki/Sonata_for_Two_Pianos_and_Percussion#III._Allegro_non_troppo"><em>Allegro non troppo</em></a>:</li>
</ol>
<p>O terceiro movimento é uma dança em forma de rondó. Os pianos começam o movimento, seguidos pelo xilofone. As últimas notas dos pianos se dissolvem e aí se segue um dueto final entre a caixa e o címbalo, levando a um silêncio final.</p>
<p>Bartók – <em>Sonata para Dois Pianos e Percussão</em> | <a href="https://ljms.org/">La Jolla Music Society</a> – Festival de Verão</p>
<p><iframe loading="lazy" title="Bela Bartok: Sonata for Two Pianos and Percussion - La Jolla Music Society&#039;s SummerFest" width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/pydEoJI8X84?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen></iframe></p>
<p>&nbsp;</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Bartók &#8211; Música para Cordas, Percussão e Celesta</title>
		<link>https://classicosdosclassicos.mus.br/obras/bartok-musica-para-cordas-percussao-e-celesta/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Clássicos dos Clássicos]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 13 Jul 2020 13:07:01 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Em 1934, o maestro suíço Paul Sacher casou-se com a herdeira da indústria farmacêutica Roche. Agora um dos homens mais ricos do mundo, o maestro aplicou seu dinheiro em uma de suas paixões: a música nova. Para celebrar o décimo aniversário da Orquestra de Câmara de Basel, que havia fundado, Sacher encomendou uma obra de [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Em 1934, o maestro suíço Paul Sacher casou-se com a herdeira da indústria farmacêutica Roche. Agora um dos homens mais ricos do mundo, o maestro aplicou seu dinheiro em uma de suas paixões: a música nova.</p>
<p>Para celebrar o décimo aniversário da Orquestra de Câmara de Basel, que havia fundado, Sacher encomendou uma obra de um dos compositores de vanguarda da época, o húngaro Béla Bartók (1881-1946). A peça escrita por Bartók – <em>Música para cordas, Percussão e Celesta </em>– seria reconhecida como uma de suas obras-primas.</p>
<p>“É uma das mais puras e mais bem proporcionadas destilações de seu estilo maduro. A música envolve muitas das contradições que fazem sua arte tão fascinante, ao mesmo tempo primitiva e sofisticada, selvagem e controlada, serena e aterrorizante, séria e cômica.” (Calvin Dotsey, escritor das notas de programa da Sinfônica de Houston)</p>
<p>Sua instrumentação é <em>sui generis: </em>duas <a href="https://classicosdosclassicos.mus.br/a-orquestra/">orquestras</a> de cordas, uma de cada lado; ao centro e mais afastado, um conjunto de instrumentos de percussão e teclado (<a href="https://pt.qwe.wiki/wiki/Xylophone">xilofone</a>, <a href="https://pt.qwe.wiki/wiki/Snare_drum">caixa</a>, <a href="https://pt.qwe.wiki/wiki/Cymbal">pratos</a>, <a href="https://pt.qwe.wiki/wiki/Tam-tam">tam-tam</a>, <a href="https://pt.qwe.wiki/wiki/Bass_drum">bumbo</a>, <a href="https://pt.qwe.wiki/wiki/Timpani">tímpanos</a>, <a href="https://pt.qwe.wiki/wiki/Celesta">celesta</a> e piano).</p>
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<p>São quatro os seus movimentos:</p>
<p><em> </em>O primeiro é um <em>Andante tranquilo</em>, uma fuga meditativa no início. Aos poucos a tensão se eleva inexoravelmente, a música fica mais alta, até um clímax que é uma série de mi bemóis repetidos.</p>
<p>“O segundo movimento é um <em>Allegro </em>enérgico que combina os ritmos animados da música de rabeca húngara com os padrões estruturais que Mozart ou Beethoven teriam usado.” (Calvin Dotsey)</p>
<p>O terceiro movimento, <em>Adagio</em>, é um exemplo do que é chamado <em>música de noite </em>de Bartók. Apresenta uma parte importante para o xilofone, que abre o movimento. Para os que gostam de matemática, é comum a interpretação de que este solo é baseado na Sequência de Fibonacci: acelerando/retardando, usa o ritmo 1: 1: 2: 3: 5: 8: 5: 3: 2: 1: 1.</p>
<p>No último movimento, <em>Allegro Molto, </em>os violinos começam em <em>pizzicato </em>(dedilhado), imitando as cítaras e os címbalos tradicionais húngaros. O movimento tem assim o caráter de uma animada dança camponesa.</p>
<p>Bartók – <em>Música para Cordas, Percussão e Celesta</em> | Orchestre Philharmonique de Radio France, Alan Gilbert (regente).</p>
<p><iframe loading="lazy" title="Bartók: Musique pour cordes, percussion et célesta (Orchestre Philharmonique de Radio France)" width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/HGJcsTtJ188?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen></iframe></p>
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