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	<title>MÚSICA CORAL - Clássicos dos Clássicos</title>
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	<description>Por Carlos Siffert</description>
	<lastBuildDate>Mon, 16 Dec 2024 19:04:13 +0000</lastBuildDate>
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		<title>Händel &#8211; Antífonas da Coroação: &#8220;My Heart is Inditing&#8221;</title>
		<link>https://classicosdosclassicos.mus.br/obras/handel-antifonas-da-coroacao-my-heart-is-inditing/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Clássicos dos Clássicos]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 23 Oct 2019 22:55:01 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Em 1727, Händel foi naturalizado como cidadão britânico. Sua primeira encomenda, nessa condição, foi a música para a coroação do Rei George II e da Rainha Carolina. As quatro antífonas que ele compôs tiveram muito sucesso, sendo executadas repetidas vezes durante a vida do compositor e após o seu falecimento. A quarta antífona, My heart [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Em 1727, Händel foi naturalizado como cidadão britânico. Sua primeira encomenda, nessa condição, foi a música para a coroação do Rei George II e da Rainha Carolina.</p>
<p>As quatro antífonas que ele compôs tiveram muito sucesso, sendo executadas repetidas vezes durante a vida do compositor e após o seu falecimento.</p>
<p>A quarta antífona, <em>My heart is Inditing </em>(De meu coração sai uma palavra sublime), foi cantada no fim da cerimônia, quando a Rainha Carolina, esposa de George II foi coroada. É mais refinada e gentil do que as outras antífonas, apropriada para a coroação de uma rainha<em>.</em></p>
<p>O segundo movimento, por exemplo, é um <em>Andante</em> que tem um belo acompanhamento, com um ritmo caminhante, no baixo.</p>
<p>Händel guarda um <em>Allegro</em> brilhante e virtuosístico para o final. Os trompetes e tímpanos só entram no fim, dando um tom triunfal à peça.</p>
<p><em>My heart is inditing</em> é baseada em versos do Salmo 45 e de Isaías 49:</p>
<p>“Do meu coração sai uma palavra sublime.</p>
<p>As filhas do rei estão entre tuas bem-amadas,</p>
<p>À tua direita, está a rainha, ornada com ouro de Ofír.</p>
<p>Serão reis os que te alimentam e rainhas as tuas nutrizes.”</p>
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		<title>Monteverdi &#8211; Orfeo</title>
		<link>https://classicosdosclassicos.mus.br/obras/monteverdi-orfeo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Clássicos dos Clássicos]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 06 Aug 2019 00:42:43 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Chamada às vezes La Favola d’Orfeo (A Fábula de Orfeu) é uma Fabula em Música, ou ópera de Claudio Monteverdi, que data do período de transição entre a Renascença e o Barroco. Baseada na lenda grega de Orfeu que desce ao Hades, o reino dos mortos, na tentativa infrutífera de trazer sua bem amada Eurídice [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Chamada às vezes <em>La Favola d’Orfeo </em>(A Fábula de Orfeu) é uma <em>Fabula em Música, </em>ou ópera de Claudio Monteverdi, que data do período de transição entre a Renascença e o Barroco.</p>
<p>Baseada na lenda grega de Orfeu que desce ao Hades, o reino dos mortos, na tentativa infrutífera de trazer sua bem amada Eurídice de volta à vida.</p>
<p>Foi escrita em 1607 para uma encenação no carnaval da corte de Mantua.</p>
<p>Embora não tenha sido a primeira ópera a ser composta, esta honra é de Jacopo Petri, <em>Orfeo </em>tem a distinção de ser a mais antiga ópera ainda regularmente executada hoje em dia.</p>
<p>De <em>Orfeo </em>vamos ouvir a <em>Toccata </em>de abertura e o <em>Prólogo.</em></p>
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		<title>Händel &#8211; Antífonas da Coroação: &#8220;Zadok The Priest&#8221;</title>
		<link>https://classicosdosclassicos.mus.br/obras/handel-antifonas-da-coroacao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Clássicos dos Clássicos]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 06 Aug 2019 00:42:37 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Em 1712, Händel pediu licença de seu cargo na corte do Príncipe Eleitor de Hanover e foi para Londres. Lá, teve muito sucesso, aproximando-se, inclusive, da Rainha Anne. Como acabou ficando mais tempo do que a licença permitia, o príncipe alemão o demitiu. Algum tempo depois, eis que o impensável acontece: por força de um [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Em 1712, Händel pediu licença de seu cargo na corte do Príncipe Eleitor de Hanover e foi para Londres. Lá, teve muito sucesso, aproximando-se, inclusive, da Rainha Anne. Como acabou ficando mais tempo do que a licença permitia, o príncipe alemão o demitiu.</p>
<p>Algum tempo depois, eis que o impensável acontece: por força de um Ato de Sucessão do Parlamento (1701), quando a Rainha Anne morre, quem ascende ao trono inglês é ninguém menos que o Príncipe Eleitor de Hanover, agora chamado George I da Inglaterra.</p>
<p>Händel fica em palpos de aranha – aquele que o mandara embora emerge agora como seu novo e mais poderoso chefe. Mas ele está acostumado a lidar com estes <em>imbróglios </em>e logo as coisas se arranjam. Afinal, assim como o rei, Händel também é alemão.</p>
<p>Porém, o rei não sabia falar inglês – usava o francês para se comunicar com seus ministros, e isso o isolava do convívio da corte. O fato é que uma das últimas coisas que George I fez antes de morrer, em 1727, foi assinar um Ato para a naturalização de George Friedrich Händel, entre outras pessoas.</p>
<p>A primeira encomenda de Händel como cidadão britânico foi a música para a coroação do novo rei. As quatro antífonas que ele compôs para a coroação do Rei George II e da Rainha Carolina tiveram muito sucesso. Foram executadas repetidas vezes durante a vida de Händel e posteriormente.</p>
<p><em>Zadok the Priest </em>(Sadoc, o pontífice), a segunda antífona, tem sido tocada em todas as coroações desde então, inclusive na da Rainha Elizabeth II, em 1953. Seu texto é do Primeiro Livro de Reis, da Bíblia Sagrada:</p>
<p>&#8220;Sadoc, o Pontífice, e Natan, o profeta, ungiram Salomão rei.</p>
<p>E todo o povo se alegrou e disse: Deus salve o Rei, que o Rei viva para sempre!&#8221;</p>
<p><em>Sadoc, o Pontífice</em>, abre com um longo <em>ritornello</em> com arpejos ascendentes dos violinos sobre acordes para as cordas graves e as madeiras. Esta introdução prepara o caminho para um esplendoroso clímax, na entrada do Coro a sete vozes, juntamente com os trompetes e os tímpanos.</p>
<p>Esta antífona, diz um comentarista, é um supremo exemplo da capacidade de Händel criar grande impacto e emoção usando os recursos mais simples.</p>
<p>O texto bíblico de <em>Sadoc, o Pontífice</em> tem sido usado em todas as coroações desde a do rei Edgar em 973, e a música de Händel, como já dissemos, desde 1727.</p>
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		<title>Händel &#8211; O Messias</title>
		<link>https://classicosdosclassicos.mus.br/obras/handel-messias-parte-i/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Clássicos dos Clássicos]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 06 Aug 2019 00:42:37 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Händel compôs seu oratório O Messias em apenas três semanas. A criação de uma obra desse porte, em prazo tão curto, é uma realização impressionante. Mas esta era a maneira usual do compositor trabalhar, em períodos concentrados de atividade febril. A estreia só foi acontecer em abril de 1742, e em Dublin, não em Londres. Foi [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Händel compôs seu oratório <em>O Messias</em> em apenas três semanas. A criação de uma obra desse porte, em prazo tão curto, é uma realização impressionante. Mas esta era a maneira usual do compositor trabalhar, em períodos concentrados de atividade febril.</p>
<p>A estreia só foi acontecer em abril de 1742, e em Dublin, não em Londres. Foi um grande sucesso: o interesse do público foi tão grande que os organizadores fizeram um pedido, pelos jornais, de que as damas não usassem armação nas saias, nem os cavalheiros espadas, para que mais pessoas pudessem caber no espaço da apresentação.</p>
<p>A tradição de <em>O Messias</em> foi se firmando e, à época da morte de Händel, já era seu oratório mais executado, como é até hoje. Uma parte desse sucesso, e de sua força, se deve ao libreto de Charles Jennens, uma compilação de passagens bíblicas, que explora a beleza da linguagem poética e grandiosa da Bíblia inglesa.</p>
<p><em>O Messias</em> se divide em três partes: a primeira trata do anúncio da vinda de Jesus Cristo e de seu nascimento; a segunda e a terceira partes narram a paixão, a morte e a ressurreição de Jesus, e da sua segunda vinda, no Juízo Final.</p>
<p style="font-weight: 400;"><strong>Conheça a seguir uma seleção de peças do oratório:</strong></p>
<blockquote class="wp-embedded-content" data-secret="503FEjVbxU"><p><a href="https://classicosdosclassicos.mus.br/obras/handel-o-messias-abertura/">Händel &#8211; O Messias: Abertura</a></p></blockquote>
<p><iframe class="wp-embedded-content" sandbox="allow-scripts" security="restricted" title="&#8220;Händel &#8211; O Messias: Abertura&#8221; &#8212; Clássicos dos Clássicos" src="https://classicosdosclassicos.mus.br/obras/handel-o-messias-abertura/embed/#?secret=SPfMFucJae#?secret=503FEjVbxU" data-secret="503FEjVbxU" width="500" height="282" frameborder="0" marginwidth="0" marginheight="0" scrolling="no"></iframe></p>
<blockquote class="wp-embedded-content" data-secret="jQQJMbBxTX"><p><a href="https://classicosdosclassicos.mus.br/obras/handel-o-messias-i-know-that-my-redeemer-liveth/">Händel &#8211; O Messias: I know that my Redeemer liveth</a></p></blockquote>
<p><iframe class="wp-embedded-content" sandbox="allow-scripts" security="restricted" title="&#8220;Händel &#8211; O Messias: I know that my Redeemer liveth&#8221; &#8212; Clássicos dos Clássicos" src="https://classicosdosclassicos.mus.br/obras/handel-o-messias-i-know-that-my-redeemer-liveth/embed/#?secret=jxPR0bDPaP#?secret=jQQJMbBxTX" data-secret="jQQJMbBxTX" width="500" height="282" frameborder="0" marginwidth="0" marginheight="0" scrolling="no"></iframe></p>
<blockquote class="wp-embedded-content" data-secret="2SQmBSSw1y"><p><a href="https://classicosdosclassicos.mus.br/obras/handel-o-messias-for-unto-us-a-child-is-born-e-rejoice-greatly/">Händel &#8211; O Messias: &#8220;For unto us a child is born&#8221; e &#8220;Rejoice greatly&#8221;</a></p></blockquote>
<p><iframe class="wp-embedded-content" sandbox="allow-scripts" security="restricted" title="&#8220;Händel &#8211; O Messias: &#8220;For unto us a child is born&#8221; e &#8220;Rejoice greatly&#8221;&#8221; &#8212; Clássicos dos Clássicos" src="https://classicosdosclassicos.mus.br/obras/handel-o-messias-for-unto-us-a-child-is-born-e-rejoice-greatly/embed/#?secret=3vZ3zpzS6g#?secret=2SQmBSSw1y" data-secret="2SQmBSSw1y" width="500" height="282" frameborder="0" marginwidth="0" marginheight="0" scrolling="no"></iframe></p>
<blockquote class="wp-embedded-content" data-secret="zWUceftGBL"><p><a href="https://classicosdosclassicos.mus.br/obras/handel-o-messias-aleluia/">Händel &#8211; O Messias: Aleluia</a></p></blockquote>
<p><iframe class="wp-embedded-content" sandbox="allow-scripts" security="restricted" title="&#8220;Händel &#8211; O Messias: Aleluia&#8221; &#8212; Clássicos dos Clássicos" src="https://classicosdosclassicos.mus.br/obras/handel-o-messias-aleluia/embed/#?secret=WsL7zUfHoJ#?secret=zWUceftGBL" data-secret="zWUceftGBL" width="500" height="282" frameborder="0" marginwidth="0" marginheight="0" scrolling="no"></iframe></p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="font-weight: 400;">
<p style="font-weight: 400;">
<p style="font-weight: 400;">
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			</item>
		<item>
		<title>Haydn &#8211; Missa in Tempore Belli (Missa em Tempo de Guerra)</title>
		<link>https://classicosdosclassicos.mus.br/obras/haydn-missa-in-tempore-belli-missa-em-tempo-de-guerra/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Clássicos dos Clássicos]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 06 Aug 2019 00:42:33 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Depois de seu retorno das estadias em Londres, em 1795, Haydn se dedica quase totalmente à música sacra. Deste período final de sua vida, datam algumas de suas maiores obras: os oratórios A Criação e As Estações, e as seis últimas Missas (das 14 que compôs). Destas, a Missa em Tempo de Guerra, composta em 1796, [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Depois de seu retorno das estadias em Londres, em 1795, <a href="https://classicosdosclassicos.mus.br/compositores/joseph-haydn/">Haydn</a> se dedica quase totalmente à música sacra. Deste período final de sua vida, datam algumas de suas maiores obras: os oratórios <em>A Criação</em> e <em>As Estações</em>, e as seis últimas Missas (das 14 que compôs).<span class="Apple-converted-space"> </span>Destas, a <i>Missa em Tempo de Guerra</i>, composta em 1796, é uma das mais conhecidas. O título foi dado pelo próprio Haydn e aparece na página de rosto da partitura original. A obra é dividida em seis movimentos: <i>Kyrie, Gloria, Credo, Sanctus, Benedictus e Agnus Dei.</i></p>
<p>Em 1796, as tropas austríacas estavam se saindo mal na luta contra os franceses na Itália e na Alemanha. A Áustria temia uma invasão de seu território. Haydn incorporou à obra referências à guerra, especialmente nos dois últimos movimentos, o <em>Benedictus</em> e o <em>Agnus Dei</em>.</p>
<p>O <i>Kyrie</i> abre com uma introdução lenta. Reparem no uso dos tímpanos, o que deu à <em>Missa</em> seu apelido <i>Paukenmesse </i>(Missa dos tímpanos, dos tambores).<span class="Apple-converted-space"> </span></p>
<p>Vem em seguida um <i>Allegro </i>introduzido pelo soprano com uma bela melodia, que é retomada pelo coro.</p>
<p>O <i>Gloria </i>é dividido em três partes: Vivace, <i>Adagio</i> e <i>Allegro</i>. O <i>Adagio </i>tem um dueto para barítono e violoncelo, lírico e de grande sentimento, que começa nas palavras <i>qui tollis peccata mundi </i>(que tirais os pecados do mundo).<span class="Apple-converted-space"> </span></p>
<p>No <i>Credo</i>, vale a pena destacar a seção <i>Et incarnatus est, </i>que usa os quatro solistas cantando alternadamente e depois o coro.<span class="Apple-converted-space"> </span></p>
<p>Seguem-se um vibrante <i>Et ressurrexit</i> e finalmente uma fuga nas palavras <i>Et vitam venturi saeculi </i>(E a vida dos séculos que estão por vir).</p>
<p>Como dissemos, as referências ao tempo de guerra se tornam mais explícitas no <em>Benedictus</em>. A uma introdução orquestral sombria em dó menor, seguem-se intervenções do quarteto vocal, em frases curtas, nervosas. O soprano é acompanhado pelas outras três vozes que cantam notas isoladas, semelhantes a cordas tocando em <i>pizzicato.<span class="Apple-converted-space"> </span></i></p>
<p>Sobre o <em>Agnus Dei</em> final, diz um comentarista: &#8220;o centro de gravidade emocional da <em>Missa</em> está neste movimento. A abertura lenta em tom menor é pontuada pelo rufar dos tambores, ameaçador e insistente&#8221;.</p>
<p>Subitamente, a música se ilumina com fanfarras brilhantes nos trompetes e um ritmo mais rápido, quase de dança, na celebração da paz: <i>Dona nobis pacem</i>.<span class="Apple-converted-space"> </span></p>
<p><strong>Haydn &#8211; <em>Missa in Tempore Belli</em> | John Eliot Garnier, <a href="https://monteverdi.co.uk/">The Monteverdi Choir</a>, English Baroque Soloists</strong></p>
<p><iframe loading="lazy" src="https://open.spotify.com/embed/playlist/2vaAAk4FgczodYontfJtgn" width="300" height="380" frameborder="0"></iframe></p>
<p>&nbsp;</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Mozart &#8211; Grande Missa em Dó Menor</title>
		<link>https://classicosdosclassicos.mus.br/obras/mozart-grande-missa-em-do-menor/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Clássicos dos Clássicos]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 06 Aug 2019 00:42:31 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Mozart escreveu a Grande Missa em Dó Menor, K. 427, em cumprimento à sua promessa de que se ele se casasse com Constanze Weber, comporia uma missa. Mozart nunca terminou a missa, mas a estreou, mesmo incompleta, em Salzburgo, em outubro de 1783, mais de um ano depois do casamento, tendo Constanze como uma das [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Mozart escreveu a <em>Grande Missa em Dó Menor</em>, K. 427, em cumprimento à sua promessa de que se ele se casasse com Constanze Weber, comporia uma missa. Mozart nunca terminou a missa, mas a estreou, mesmo incompleta, em Salzburgo, em outubro de 1783, mais de um ano depois do casamento, tendo Constanze como uma das solistas.</p>
<p>As partes da obra que chegaram até nós são o <em>Kyrie</em>, o <em>Gloria</em>, o <em>Credo</em> incompleto (até o <em>Et Incarnatus Est</em>), o <em>Sanctus</em> e o <em>Benedictus,</em> faltando o restante do <em>Credo</em> e o <em>Agnus Dei</em>.</p>
<p>Em 1782, alguns meses antes de seu casamento, Mozart tinha entrado em contato com o Barão von Swieten, que o apresentou às obras de Bach e Händel. Mozart fez várias transcrições de trabalhos desses compositores e, por encomenda do Barão, escreveu uma nova orquestração de <em>O Messias</em> de Händel.</p>
<p>Diz um comentarista: &#8220;A <em>Grande Missa em Dó Menor</em> nos apresenta Mozart no seu aspecto mais barroco, pelo menos nos movimentos corais, que poderiam ter sido escritos 20 ou 30 anos antes. A influência principal é de Händel, que era o compositor barroco por excelência para Mozart e Haydn. Assim, nós temos esta justaposição fascinante: por um lado, a flexibilidade, a sensualidade dos solos para os sopranos, e, por outro, os movimentos corais colossais, quase barrocos&#8221;.</p>
<p>O biógrafo de Mozart, Alfred Einstein, chama a atenção para o fato de que, além de Händel e Bach, está presente na obra todo o século XVIII, com os grandes compositores italianos.</p>
<p>Mozart realiza esta síntese ousando justapor várias linguagens, sem nos dar a impressão de uma colcha de retalhos. O <em>Cum Sancto Spirito </em>é um <em>fugato</em>, tradicional nas missas austríacas; já o <em>Quoniam</em> possui o alto estilo contrapontístico do barroco; o cromatismo descendente do trágico <em>Qui Tollis</em> simboliza Jesus no caminho da cruz, debaixo de chicotadas, lembrando as <em>Paixões</em> de Bach; e o <em>bel canto</em> napolitano do <em>Et incarnatus est</em> chocou alguns ouvintes que o consideraram profano.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Mozart &#8211; Requiem</title>
		<link>https://classicosdosclassicos.mus.br/obras/mozart-requiem-2/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Clássicos dos Clássicos]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 06 Aug 2019 00:42:31 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Em julho de 1791, Mozart está ocupado com a composição da ópera A Flauta Mágica, quando um dia recebe uma estranha visita. É um homem misterioso, alto, magro e todo vestido de cinzento. Ele é o portador de uma encomenda &#8211;  uma missa de Réquiem &#8211; mas logo estabelece uma condição: a de que Mozart [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Em julho de 1791, Mozart está ocupado com a composição da ópera <em>A Flauta Mágica</em>, quando um dia recebe uma estranha visita. É um homem misterioso, alto, magro e todo vestido de cinzento. Ele é o portador de uma encomenda &#8211;  uma missa de Réquiem &#8211; mas logo estabelece uma condição: a de que Mozart não tente descobrir a identidade de seu patrono.</p>
<p>Embora esta história tenha um certo quê de mau agouro, Mozart, sempre precisando de dinheiro, aceita a encomenda. Recebe no ato metade do pagamento, 25 ducados (o restante seria contra entrega), e promete começar a obra assim que possível.</p>
<p>Este é, porém, um período de extraordinária atividade para Mozart: <em>A Flauta Mágica</em> exige sua atenção. Além disto, o compositor recebe uma outra e importante encomenda &#8211; <em>A Clemência de Tito</em> -, uma ópera para celebrar a coroação, em Praga, do Imperador Leopoldo como Rei da Boêmia.</p>
<p>A saúde de Mozart, que já não era boa, começa a se deteriorar rapidamente. Ele trabalha no <em>Réquiem</em> na medida do possível, mas já em meados de novembro, com a composição longe de estar terminada, ele se recolhe ao leito. O médico o trata de &#8220;febre miliar&#8221;, com compressas frias e sangrias (Mozart provavelmente sofria de febre reumática ou de uremia).</p>
<p>Nas últimas semanas, Mozart se torna obcecado pelo <em>Réquiem</em>, referindo-se a ele como seu &#8220;canto de cisne&#8221;, convencido de que está escrevendo música para seu próprio funeral. O homem alto e magro, de aparência grave, seria o mensageiro espectral do outro mundo. “Não consigo tirar da cabeça a imagem do estranho emissário&#8221;, dizia Mozart. &#8220;Eu o vejo continuamente. Ele me pede, me exorta e então me ordena que trabalhe. Eu continuo, porque compor me cansa menos do que as outras coisas”, afirmava.</p>
<p>Mozart consegue completar apenas parte da obra. Segundo a tradição, no dia 4 de dezembro, ele escreve, a muito custo, alguns compassos do movimento <em>Lacrimosa.</em> Pede então a três amigos que cantem o que acabou de escrever. Ele próprio tenta cantar a parte do contralto, mas começa a chorar e desmaia. Um padre, chamado às pressas, vem dar a extrema unção.</p>
<p>À meia noite Mozart se despede da família. Às cinco para a uma da manhã do dia 5 de dezembro de 1791 morre Wolfgang Amadeus Mozart. Constanze, sua esposa, pede ao discípulo do compositor, Süssmayr, que complete a obra para que ela pudesse receber os 25 ducados que o patrono, o Conde Franz von Walsegg, pagaria se recebesse a obra completa.</p>
<p>Süssmayr, generosamente, atendeu ao pedido de Constanze.</p>
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