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	<title>Música e Dança - Clássicos dos Clássicos</title>
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	<description>Por Carlos Siffert</description>
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		<title>Música e Dança &#124; Stravinsky – Pulcinella – Balé em um ato</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Clássicos dos Clássicos]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 11 Apr 2021 13:46:22 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Igor Stravinsky já tinha composto três obras revolucionária para os Balés Russos: Pássaro de Fogo, Petrushka e a Sagração da Primavera. Após a tragédia da Primeira Guerra Mundial, o empresário Sergei Diaghilev, chefe dos Balés Russos, queria algo mais suave, mais reconfortante. Apresentou então a Stravinsky uma coleção de peças barrocas que tinha trazido da [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><a href="https://classicosdosclassicos.mus.br/compositores/igor-stravinsky/">Igor Stravinsky</a> já tinha composto três obras revolucionária para os Balés Russos:<em> Pássaro de Fogo, Petrushka e a Sagração da Primavera.</em></p>
<p>Após a tragédia da Primeira Guerra Mundial, o empresário Sergei Diaghilev, chefe dos Balés Russos, queria algo mais suave, mais reconfortante. Apresentou então a Stravinsky uma coleção de peças barrocas que tinha trazido da Itália. Stravinsky leu as diversas partituras e se encantou com peças atribuídas (muitas por engano) ao compositor Giovanni Battista Pergolesi (1710–1736).</p>
<p><em>Pulcinella</em> estreou, com grande sucesso, em 1920, e é a primeira obra da chamada fase neoclássica de Stravinsky. Ele preservou a maior parte das composições atribuídas a Pergolesi, mas acrescentou harmonias <em>picantes </em>e frases de ritmos irregulares à música.</p>
<p>No balé, o protagonista Pulcinella é o herói tradicional da <em>commedia dell’arte </em>napolitana, que conquista todas as moças da cidade. Enfurecidos, seus namorados planejam matá-lo, mas ele os engana e arranja um <em>doublé </em>que finge morrer e é depois <em>ressuscitado </em>por Pulcinella disfarçado.</p>
<p><a href="https://classicosdosclassicos.mus.br/compositores/igor-stravinsky/">Stravinsky</a> – <em>Pulcinella</em> | Basler Ballet; coreografia de Heinz Spoerli | Academy of Saint Martin in the Fields, com Neville Marriner (regente)</p>
<p><iframe loading="lazy" title="Igor Stravinsky - Ballet Pulcinella" width="500" height="375" src="https://www.youtube.com/embed/ShIYpjSYoZI?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen></iframe></p>
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		<title>Tchaikovsky – O Lago dos Cisnes: Dança dos Pequenos Cisnes</title>
		<link>https://classicosdosclassicos.mus.br/obras/tchaikovsky-o-lago-dos-cisnes-danca-dos-pequenos-cisnes/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Clássicos dos Clássicos]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 04 Jan 2021 02:00:53 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A música do balé O Lago dos Cisnes foi escrita pelo compositor russo Piotr Ilitch Tchaikovsky em 1876. Sua primeira montagem estreou em 1877, no Teatro Bolshoi, porém foi somente em 1895 que o balé se tornou um enorme sucesso, com uma nova coreografia criada por Marius Petipa e Lev Ivanov e apresentada no Teatro [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A música do balé <em>O Lago dos Cisnes</em> foi escrita pelo compositor russo <a href="https://classicosdosclassicos.mus.br/?s=tchaikovsky">Piotr Ilitch Tchaikovsky</a> em 1876. Sua primeira montagem estreou em 1877, no Teatro Bolshoi, porém foi somente em 1895 que o balé se tornou um enorme sucesso, com uma nova coreografia criada por Marius Petipa e Lev Ivanov e apresentada no Teatro Mariinsky, em São Petersburgo. Desde então, <em>O Lago dos Cisnes</em> é uma das principais peças do repertório clássico de dança.</p>
<p>Em quatro atos, o balé conta a história de Odette, uma princesa transformada em cisne pelo perverso feiticeiro Rothbart, que desejava se casar com ela e dominar o seu reino. Odette e todo seu cortejo estão aprisionados às margens de um lago no reino do feiticeiro, e conseguem recuperar sua aparência humana apenas por algumas horas, à noite. Para quebrar o feitiço, a princesa precisa encontrar alguém que lhe jure amor eterno.</p>
<p>A “Dança dos Pequenos Cisnes”, apresentada no segundo ato, é uma das coreografias mais emblemáticas do balé. Executada por quatro bailarinas que se movimentam em perfeita sincronia para os lados, com seus braços entrelaçados, esse belo e desafiador <em>pas de quatre</em> exige enorme precisão técnica e trabalho em conjunto.</p>
<p>Tchaikovsky – <em>O Lago dos Cisnes: Dança dos Pequenos Cisnes</em> | <a href="https://www.operadeparis.fr/en/artists/ballet">Balé da Ópera Nacional de Paris</a> | Orquestra da Ópera de Paris, Vello Pähn (regente)</p>
<p><iframe loading="lazy" title="Swan Lake, Tchaikovsky - Dance of the Little Swans" width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/Xd2nTXsivHs?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen></iframe></p>
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		<title>Manuel de Falla &#8211; O Chapéu de Três Bicos</title>
		<link>https://classicosdosclassicos.mus.br/obras/manuel-de-falla-o-chapeu-de-tres-bicos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Clássicos dos Clássicos]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 15 Oct 2020 03:00:57 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O Chapéu de Três Bicos, balé em um ato com música de Manuel de Falla, foi encomendado ao compositor espanhol por Sergei Diaghilev, chefe dos Balés Russos. Com coreografia de Léonide Massine e cenários e figurinos de Pablo Picasso, o balé estreou em 1919, em Londres. A história é simples: o Corregedor (magistrado superior) de uma [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>O Chapéu de Três Bicos, </em>balé em um ato com música de <a href="https://classicosdosclassicos.mus.br/obras-categoria/de-falla/">Manuel de Falla</a>, foi encomendado ao compositor espanhol por Sergei Diaghilev, chefe dos Balés Russos.</p>
<p>Com coreografia de Léonide Massine e cenários e figurinos de Pablo Picasso, o balé estreou em 1919, em Londres.</p>
<p>A história é simples: o Corregedor (magistrado superior) de uma pequena cidade tenta seduzir a esposa de um moleiro. Este se vinga tentando seduzir a esposa do Corregedor. Tudo acaba bem, mas o Corregedor fica desmoralizado.</p>
<p>A coreografia busca reproduzir as danças espanholas, fugindo da linguagem usual dos balés russos.</p>
<p>Em 2009, o balé foi encenado pela <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/%C3%93pera_Nacional_de_Paris">Ópera Nacional de Paris</a> em homenagem ao centenário dos Balés Russos.</p>
<p>Manuel de Falla &#8211; <em>O Chapéu de Três Bicos</em> (excerto) | Orquestra dirigida por Vello Pähn | Corpo de Ballet da Ópera de Paris. Solistas: Marie-Agnès Gillot e José Martinez</p>
<p><iframe loading="lazy" title="Ballet: Le Tricorne/Manuel de Falla/Massine/Picasso- Opéra Paris 2009 (Extrait)" width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/rn94BugmnE8?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen></iframe></p>
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		<item>
		<title>Boccherini &#8211; Fandango, do Quinteto em Ré Maior para Guitarra e Cordas</title>
		<link>https://classicosdosclassicos.mus.br/obras/boccherini-fandango-do-quinteto-em-re-maior-para-guitarra-e-cordas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Clássicos dos Clássicos]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 18 Nov 2019 12:00:30 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Há muitas explicações sobre a origem do Fandango: “O Fandango é uma árvore cujas raízes se estendem pela Andaluzia e cujos ramos continuam crescendo até hoje. A dança emergiu no fim do século XVIII, no porto de Cádiz, a partir de canções e danças trazidas das Américas.” “Muitos datam o Fandango de 1760, originando-se em [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Há muitas explicações sobre a origem do Fandango:</p>
<p>“O <em>Fandango </em>é uma árvore cujas raízes se estendem pela Andaluzia e cujos ramos continuam crescendo até hoje. A dança emergiu no fim do século XVIII, no porto de Cádiz, a partir de canções e danças trazidas das Américas.”</p>
<p>“Muitos datam o <em>Fandango </em>de 1760, originando-se em Sevilha, e existe uma conjectura de que tenha sido trazido à Espanha pelos fenícios.”</p>
<p>“O <em>Fandango, </em>uma exuberante dança de corte espanhola, é provavelmente de origem moura.”</p>
<p>“O <em>Fandango </em>é uma evocação do Flamenco, música dos ciganos espanhóis.”</p>
<p>“Os puristas dizem que a verdadeira origem do <em>Fandango </em>se deve a compositores italianos estabelecidos na corte real espanhola durante o período barroco. Assim, Luigi Boccherini (1743-1805) teria desenvolvido o primeiro <em>Fandango </em>lento, quando residia em Madri.”</p>
<p>Bem, tendo “resolvido” a questão da origem da dança, vamos falar do <em>Fandango </em>do <em>Quinteto em Ré Maior, </em>de Boccherini<em>.</em><em> </em></p>
<p>A obra para guitarra e cordas foi encomendada ao compositor em 1798 pelo Marquês de Benavente, um guitarrista amador, para seu próprio uso em concertos de câmara em Madri. Na verdade, ela foi adaptada a partir de dois quintetos escritos há dez anos.</p>
<p>Segundo o autor Richard E. Rodda, “o <em>Fandango </em>era tradicionalmente dançado por pares com <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Castanhola">castanholas</a>, acompanhados por guitarras. Boccherini destila, aqui, a essência da dança, tanto em seu conteúdo musical, como pelo uso de um <em>sistrum </em>(um tamborim primitivo) e de castanholas”.</p>
<p>Vamos assistir, primeiramente, à uma dançarina tocando castanholas ao som de um trecho da peça:</p>
<p><strong>Boccherini &#8211; <em>Fandango</em>, do <em>Quinteto nº 4 em Ré Maior para Guitarra e Cordas</em>, G. 448 | Quarteto Escénicas e Pablo Romero Luis (guitarra) | Sara Calero, bailarina.</strong></p>
<p><iframe loading="lazy" title="Fandango Boccherini, Sara Calero" width="500" height="375" src="https://www.youtube.com/embed/DFWODce9CHA?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen></iframe></p>
<p>E, a seguir, a obra completa em uma outra interpretação:</p>
<p><strong>Boccherini &#8211; <em>Fandango</em>, do <em>Quinteto nº 4 em Ré Maior para Guitarra e Cordas</em>, G. 448 | New Russian Quartet e Artyom Dervoed (guitarra)</strong></p>
<p><iframe loading="lazy" title="L. Boccherini: Fandango - New Russian Quartet, Artyom Dervoed" width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/jv_IsXc7ngA?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen></iframe></p>
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		<item>
		<title>Stravinsky &#8211; Petrushka</title>
		<link>https://classicosdosclassicos.mus.br/obras/stravinsky-petrushka/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Clássicos dos Clássicos]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 21 Oct 2019 13:14:27 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O reconhecimento de Stravinsky vem de muitas obras que escreveu ao longo de sua carreira. As mais populares, certamente, são as que ele compôs para três balés, antes da Primeira Guerra Mundial: O Pássaro de Fogo (1910), Petrushka (1911) e A Sagração da Primavera (1911-1913), encomendadas por Sergei Diaghilev, fundador e diretor dos famosos Ballets [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O reconhecimento de Stravinsky vem de muitas obras que escreveu ao longo de sua carreira. As mais populares, certamente, são as que ele compôs para três balés, antes da Primeira Guerra Mundial: <em>O Pássaro de Fogo </em>(1910), <em>Petrushka </em>(1911) e <em>A Sagração da Primavera </em>(1911-1913), encomendadas por Sergei Diaghilev, fundador e diretor dos famosos <em>Ballets Russes.</em><em> </em></p>
<p>A música de Petrushka faz parte da fase neoclássica do compositor. Muitas das melodias se baseiam em canções folclóricas russas. Algumas são “emprestadas” de outros compositores – o solo de flauta do mágico, por exemplo, vem de um concerto para flauta de Carl Maria Von Weber.</p>
<p>Stravinsky usa ritmos complexos e andamentos que mudam continuamente. O coreógrafo Fokine reclamou dos ritmos e da variação de andamentos, dizendo ser difícil sincronizar com os passos de dança: “Estas mudanças de ritmo sem necessidade são como se colocássemos uma trave na roda do dançarino”.</p>
<p><strong>O balé</strong></p>
<p><em>Petrushka</em> (Pedrinho) é uma espécie de Arlequim russo: um boneco de palha com o corpo feito de um saco de serragem. No balé, ele é um dos personagens de um teatro de marionetes, juntamente com uma bailarina e um mouro.</p>
<p>A história é dividida em quatro <em>tableaux </em>ou cenas. O primeiro <em>tableau</em> mostra a Feira de Carnaval de São Petersburgo<em>, </em>no início do século XIX, onde vários grupos de artistas se apresentam, inclusive de circo.</p>
<p>Um mágico encena um pequeno teatro de marionetes. Uma cortina se abre e revela os três bonecos, que ganham vida e dançam em seus eixos quando o mágico toca sua flauta.</p>
<p>Então, em um passe de mágica, os bonecos saem de seu palco e dançam no meio do povo.</p>
<p>Veja cenas do balé, em que o personagem Petrushka é interpretado pelo dançarino russo Rudolf Nureyev:</p>
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		<item>
		<title>Erik Satie &#8211; Parade (1917) &#124; Obra Sur-realista</title>
		<link>https://classicosdosclassicos.mus.br/obras/satie-parade-1917-obra-sur-realista/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Clássicos dos Clássicos]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 21 Oct 2019 13:13:53 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Com música de Erik Satie, o balé Parade estreou em 18 de maio de 1917, no Théâtre du Châtelet, em Paris. Escrita para os Ballets Russes de Diaghilev, a obra tem como pano de fundo uma festa popular de rua, com performances de artistas circenses. Seguindo a estética modernista, sua música e coreografia romperam com [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Com música de Erik Satie, o balé <em>Parade</em> estreou em 18 de maio de 1917, no <a href="https://www.chatelet.com/">Théâtre du Châtelet</a>, em Paris. Escrita para os <a href="https://en.wikipedia.org/wiki/Ballets_Russes">Ballets Russes</a> de Diaghilev, a obra tem como pano de fundo uma festa popular de rua, com performances de artistas circenses.</p>
<p>Seguindo a estética <a href="https://classicosdosclassicos.mus.br/periodos/modernismo/">modernista</a>, sua música e coreografia romperam com a tradição do balé clássico europeu, explorando assim um gestual mais teatral.</p>
<p>A composição <em>Parade</em>, de Erik Satie, misturava jazz, música popular e efeitos sonoros, como sirenes e tiros de pistola.</p>
<h5><em><strong>Parade</strong></em></h5>
<p><strong>Balé em um ato.</strong></p>
<p><strong>Roteiro:</strong> Jean Cocteau</p>
<p>Desfile anunciando a chegada de um circo. Entre os personagens estão arautos, um mágico chinês, acrobatas e uma menina americana.</p>
<p><strong>Figurinos:</strong> esculturas cubistas de Picasso.</p>
<p><strong>Cenário:</strong> Telão de fundo, estilo neoclássico.</p>
<p><strong>Coreografia/ Bailarino: </strong>Léonide Massine.</p>
<p><strong>Música:</strong> Parade &#8211; Erick Satie com contribuições de Cocteau.</p>
<p><strong>Regente:</strong> Ernest Ansermet.</p>
<p><strong>Companhia:</strong> Balés Russos, de Sergei Diaghilev.</p>
<p><strong>Notas de programa:</strong> Guillaume Apollinaire.</p>
<p>Apollinaire assim descreve a peça: “Uma espécie de sur-réalisme  (sobre-realismo)”. O escritor cunhou essa palavra três anos antes do aparecimento do movimento.</p>
<p><strong>História:</strong> dia a dia, divertimentos populares, cabarés e filmes mudos. Ragtime. Sucesso de escândalo.</p>
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<p>A potência disruptiva do <em>ballet</em> pode ser percebida pela reação escandalosa do público à época.</p>
<p>Na estreia, uma parte da plateia revoltou-se e passou a vaiar, assobiar e protestar, situação que só se aliviou quando o entusiasmo da maioria tomou conta da atmosfera.</p>
<p>As ofensas eram principalmente direcionadas à Picasso e à predominância da estética cubista. <a href="https://en.wikipedia.org/wiki/Jean_Poueigh">Jean Poueigh</a>, crítico de música, publicou opinião que dizia que a peça “ofendia o gosto francês”.</p>
<p>Satie respondeu-o então com numerosas ofensas. Por isso, se tornou vulnerável a um processo por parte do crítico.</p>
<p>O julgamento resultou por fim em sentença de 7 dias na cadeia para Satie, além de aplicação de multa de 100 francos a serem pagos ao Estado e 1000 francos à Poueigh.</p>
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<p><strong>Assista trechos do balé (</strong><strong>Europa Danse 2008 &#8211; Picasso et La Danse):</strong></p>
<p><iframe loading="lazy" title="Picasso and Dance. Parade, 1917" width="500" height="375" src="https://www.youtube.com/embed/_Chq1Ty0nyE?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen></iframe></p>
<p><iframe loading="lazy" title="Extrait du ballet &quot;Parade&quot; d&#039;Erik Satie" width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/GyII7g9m9To?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen></iframe></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Por fim, a montagem da Moveo Dance Company, 2017 (com piano a quatro mãos, percussão, vídeo e animação):</strong></p>
<p><iframe loading="lazy" title="PARADE - Erik Satie" width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/WFWI8p8FPOs?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen></iframe></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>The post <a rel="nofollow" href="https://classicosdosclassicos.mus.br/obras/satie-parade-1917-obra-sur-realista/">Erik Satie &#8211; Parade (1917) | Obra Sur-realista</a> appeared first on <a rel="nofollow" href="https://classicosdosclassicos.mus.br">Clássicos dos Clássicos</a>.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Rameau &#8211; Les Sauvages</title>
		<link>https://classicosdosclassicos.mus.br/obras/rameau-les-sauvages/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Clássicos dos Clássicos]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 21 Oct 2019 13:13:20 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Em novembro de 1725, o Chefe Agapit Chicagou e outros líderes indígenas de Illinois (EUA) foram apresentados ao rei Luiz XV, em Paris. Eles dançaram três danças tribais no Théatre Italien, inspirando o compositor Jean-Philippe Rameau (1683-1764) a escrever o rondó Les Sauvages (Os Selvagens), que faz parte de sua ópera/balé Les Indes Galantes (As [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Em novembro de 1725, o Chefe Agapit Chicagou e outros líderes indígenas de Illinois (EUA) foram apresentados ao rei Luiz XV, em Paris.</p>
<p>Eles dançaram três danças tribais no Théatre Italien<em>, </em>inspirando o compositor Jean-Philippe Rameau (1683-1764) a escrever o rondó <em>Les Sauvages </em>(Os Selvagens), que faz parte de sua ópera/balé <em>Les Indes Galantes </em>(As Índias Galantes).</p>
<p>A cena se passa nos Estados Unidos: a filha de um chefe indígena tem dois pretendentes, um francês e o outro espanhol, mas acaba escolhendo um jovem de sua própria tribo.</p>
<p>A montagem de 2004, da Ópera Nacional de Paris, teve grande sucesso. Ao final da apresentação, a plateia delirante levou o elenco – e o maestro – a improvisar um bis.</p>
<p>A cena a que vamos assistir é a “dança dos selvagens”<em>, </em>seguida por um dueto e pela “dança do cachimbo da paz” (difícil cantar com um cachimbo na boca!).</p>
<p>William Christie, regente francês nascido nos Estados Unidos, afirmou em uma entrevista: “É impossível ouvir esta música e não dançar”<em>.</em></p>
<p><iframe loading="lazy" title="Les Indes galantes. Les Sauvages" width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/3zegtH-acXE?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen></iframe></p>
<p>Coro e Orquestra Les Arts Florissants | William Christie (regente) | Solistas: Patricia Petibon e Nicolas Rivenq.</p>
<p><strong>Bis:</strong></p>
<p><iframe loading="lazy" title="Rameau - Les Indes galantes - Les Sauvages (4)" width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/EQpalSSF4OA?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen></iframe></p>
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		<title>Milhaud &#8211; Le Boeuf sur le Toit (O Boi no Telhado)</title>
		<link>https://classicosdosclassicos.mus.br/obras/milhaud-le-boeuf-sur-le-toit-o-boi-no-telhado/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Clássicos dos Clássicos]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 03 Oct 2019 11:58:32 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Em 1917, o compositor francês Darius Milhaud (1892-1974) aceitou um convite do amigo Paul Claudel, então embaixador francês no Brasil, para integrar sua equipe no Rio de Janeiro. Anos mais tarde, em 1953, Milhaud escreveu uma autobiografia bem humorada, Notas sem Música. Nela, conta a origem de sua obra Le Boeuf sur le Toit (O Boi [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Em 1917, o compositor francês Darius Milhaud (1892-1974) aceitou um convite do amigo Paul Claudel, então embaixador francês no Brasil, para integrar sua equipe no Rio de Janeiro.</p>
<p>Anos mais tarde, em 1953, Milhaud escreveu uma autobiografia bem humorada, <em>Notas sem Música. </em>Nela, conta a origem de sua obra Le Boeuf sur le Toit (<em>O Boi no Telhado)</em>:</p>
<p>“Em 1919, de volta a Paris, ainda sob a forte impressão da minha estada no Brasil, reuni algumas melodias – tangos, maxixes e até um fado português – e compus um Rondó, em que o tema principal (A), uma fanfarra enérgica e brilhante, alterna-se com diversos episódios (B, C, D), resultando em uma sequência A-B-A-C-A-D-A. Dei a essa fantasia o nome de <em>Le Boeuf sur le Toit </em>(O Boi no Telhado), título de uma canção popular brasileira.”</p>
<p>Curiosamente, Milhaud imaginou sua obra, a princípio, como trilha sonora para um filme mudo de Charlie Chaplin. Contudo, quando <a href="https://www.infoescola.com/biografias/jean-cocteau/">Jean Cocteau</a> soube da composição, imediatamente produziu um balé. A pantomima dadaísta se passava em um <em>speakeasy </em>norte-americano (bar que servia bebidas alcoólicas durante o período da Lei Seca<em>).</em><em> </em></p>
<p>O balé, por sua vez, deu nome a um famoso bar-cabaré de grande sucesso na época, considerado por muitos como o berço da <em>Idade do Jazz </em>em Paris. O local foi frequentado por diversos artistas, entre eles, Picasso, Diaghilev, René Clair, Hemingway, <a href="https://classicosdosclassicos.mus.br/compositores/igor-stravinsky/">Stravinsky</a>, Poulenc, <a href="https://classicosdosclassicos.mus.br/obras/satie-parade-1917-obra-sur-realista/">Satie</a>, além de Cocteau e do próprio Milhaud.</p>
<p>Vamos assistir a seguir a um trecho de uma montagem que mistura dança, pantomima e arte circense, ao som de <em>O boi no telhado</em>:</p>
<p><strong>Milhaud &#8211; <em>Le Bœuf sur le Toit</em> (O boi no telhado) | I Musici de Montréal</strong></p>
<p><iframe loading="lazy" title="Le Bœuf sur le toit - Darius Milhaud (1892-1974) - Part I" width="500" height="375" src="https://www.youtube.com/embed/XJRyL2y9o4c?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen></iframe></p>
<p>E aqui, a obra orquestral completa:</p>
<p><strong>Milhaud &#8211; <em>Le Bœuf sur le Toit</em> (O boi no telhado) | Alondra de la Parra (regente) e <a href="http://www.orchestredeparis.com/fr/accueil">Orchestre de Paris</a></strong></p>
<p><iframe loading="lazy" title="Darius Milhaud, Le Bœuf sur le Toit - Alondra de la Parra &amp; Orchestre de Paris" width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/Bv9ii_uc2Rc?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen></iframe></p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Debussy &#8211; Prelude à l&#8217;Après-Midi d&#8217;un Faune</title>
		<link>https://classicosdosclassicos.mus.br/obras/debussy-prelude-a-lapres-midi-dun-faune/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Clássicos dos Clássicos]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 06 Aug 2019 00:42:31 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>&#8220;L&#8217;après-midi d&#8217;un faune&#8221;  (A tarde de um fauno), um poema de Mallarmé, é um marco na história do Simbolismo na literatura francesa. A obra literária inspirou a composição do Prelúdio à tarde de um fauno de Debussy, de 1894, considerado a primeira obra de música moderna. Coreografada por Nijinsky, foi incorporada ao repertório dos balés russos [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="color: #000000;"><em>&#8220;L&#8217;après-midi d&#8217;un faune&#8221;</em>  (A tarde de um fauno), um poema de Mallarmé, é um marco na história do <em>Simbolismo </em>na literatura francesa. A obra literária i</span><span style="color: #000000;">nspirou a composição do <em>Prelúdio à tarde de um fauno</em> de Debussy, de 1894, considerado a primeira obra de música moderna. </span><span style="color: #000000;">Coreografada por Nijinsky, foi incorporada ao repertório dos balés russos de Diaghilev.</span></p>
<p><span style="color: #000000;"><a href="https://classicosdosclassicos.mus.br/compositores/claude-debussy/">Debussy</a> escreveu sobre o <em>Prelúdio à Tarde de um Fauno</em>:</span></p>
<p style="text-align: left;"><span style="color: #000000;">&#8220;O <em>Prelúdio</em> é uma sucessão de cenas que descrevem os desejos e os sonhos do fauno&#8230; Ele toca sua flauta de Pan. Depois, cansado de perseguir as ninfas e as náiades, ele sucumbe a um sono pesado, no qual pode afinal realizar seus sonhos de posse, na Natureza universal.&#8221;</span></p>
<p>Aqui, vamos assistir a coreografia de <a href="https://g.co/kgs/qixKRz">Nijinsky</a> dançada pelo bailarino russo Rudolph Nureyev:</p>
<p><iframe loading="lazy" title="Rudolph Nureyev  : &#039;L&#039;apres-midi d&#039;un Faune&#039;" width="500" height="375" src="https://www.youtube.com/embed/m7b1FkZYarU?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen></iframe></p>
<p>E, aqui, a versão orquestral regida por Leonard Bernstein:</p>
<p>Debussy &#8211; <em>Prélude à láprès midi d&#8217;un faune</em> | Orquestra Sinfônica de Boston, Leonard Bernstein (regente)</p>
<p><iframe loading="lazy" title="Debussy Prélude à l&#039;après-midi d&#039;un faune - Leonard Bernstein" width="500" height="375" src="https://www.youtube.com/embed/EvnRC7tSX50?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen></iframe></p>
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