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	<title>Música Francesa: Séc. XX - Clássicos dos Clássicos</title>
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	<description>Por Carlos Siffert</description>
	<lastBuildDate>Sun, 10 Nov 2024 21:59:51 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-BR</language>
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		<title>Erik Satie &#8211; Embriões dissecados</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Clássicos dos Clássicos]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 13 Apr 2020 03:27:30 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Erik Satie fez parte da chamada vanguarda parisiense do início do século XX. Seu nome é também associado ao Dadaísmo (foi contribuinte da Revista 391 de Francis Picabia). É também considerado um precursor do minimalismo. Satie compôs os Embriões dissecados em 1913. O “tema” das pequenas peças são crustáceos. O compositor escreveu um prefácio em [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Erik <a href="https://classicosdosclassicos.mus.br/obras-categoria/satie/">Satie</a> fez parte da chamada vanguarda parisiense do início do século XX. Seu nome é também associado ao Dadaísmo (foi contribuinte da <em>Revista 391</em> de Francis Picabia). É também considerado um precursor do minimalismo.</p>
<p>Satie compôs os <em>Embriões dissecados </em>em 1913. O “tema” das pequenas peças são crustáceos.</p>
<p>O compositor escreveu um prefácio em que descreve os pequenos animais:</p>
<p>&#8211; <em>Holotúria</em>: “Alguns o chamam de pepino do mar; ele ronrona, tece fios e detesta a luz do sol.”</p>
<p>&#8211; <em>Edriophtalma</em>: “Crustáceos de olhos grandes, têm um ar melancólico.”A música é uma paródia da “Marcha Fúnebre” da <em>Sonata Op. 35</em> de <a href="https://classicosdosclassicos.mus.br/compositores/frederic-chopin/">Chopin</a>. Satie diz, no entanto, que esta citação se refere à célebre <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Mazurca"><em>Mazurka</em> </a>de <a href="https://classicosdosclassicos.mus.br/compositores/franz-schubert/">Schubert</a> – obra que, na realidade, não existe. Escreve na partitura que “os camarões estão chorando”.</p>
<p>&#8211; <em>Podophtalma</em>: Satie começa dizendo que as lagostas e os caranguejos são caçadores incansáveis. A música imita o chamado de uma trompa de caça e uma ária de opereta que diz: “Não se preocupe, vamos pegá-los”.</p>
<p>Satie – <em>Embriões dissecados</em> | Tamae Kanai (piano)</p>
<p><iframe loading="lazy" src="https://www.youtube.com/embed/1VyJFlXK70M" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
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		<title>Poulenc &#8211; Sonata para Flauta e Piano</title>
		<link>https://classicosdosclassicos.mus.br/obras/poulenc-sonata-para-flauta-e-piano/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Clássicos dos Clássicos]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 13 Apr 2020 03:17:42 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A obra camerística de Francis Poulenc é vasta. Sua Sonata para Flauta e Piano, uma das três compostas para sopro (flauta, clarineta e oboé) e piano, é uma peça breve: o compositor a descreveu como “simples, mas sutil”. Escrita no inverno de 1956-57 por encomenda da Fundação Elizabeth Sprague Coolidge da Biblioteca do Congresso Americano, [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;">A obra camerística de Francis Poulenc é vasta. Sua </span><i><span style="font-weight: 400;">Sonata para Flauta e Piano</span></i><span style="font-weight: 400;">, uma das três compostas para sopro (flauta, clarineta e oboé) e piano, é uma peça breve: o compositor a descreveu como “simples, mas sutil”</span><i><span style="font-weight: 400;">.</span></i></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Escrita no inverno de 1956-57 por encomenda da Fundação Elizabeth Sprague Coolidge da Biblioteca do Congresso Americano, a obra foi estreada em junho de 1957 pelo flautista Jean Pierre Rampal, a quem a peça foi dedicada, com o próprio Poulenc ao piano, durante o Festival de Strasbourg. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O compositor a escolheu também para o sexagésimo concerto de suas obras favoritas, em 1959.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A sonata reflete os sentimentos contrastantes de melancolia e alegria de Poulenc. São três seus movimentos:</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O primeiro, um </span><i><span style="font-weight: 400;">Allegro malinconico, </span></i><span style="font-weight: 400;">é triste, mas a melancolia intermitente é contrastada pela seção central, mais bem-humorada.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O segundo, </span><i><span style="font-weight: 400;">Cantilena, </span></i><span style="font-weight: 400;">merece destaque. É um daqueles adágios serenos de Poulenc que descendem de </span><a href="https://classicosdosclassicos.mus.br/compositores/wolfgang-amadeus-mozart/"><span style="font-weight: 400;">Mozart</span></a><span style="font-weight: 400;"> e </span><a href="https://classicosdosclassicos.mus.br/compositores/maurice-ravel/"><span style="font-weight: 400;">Ravel</span></a><span style="font-weight: 400;">; todavia, o resultado é puro Poulenc, inconfundível. É uma longa canção para a flauta – lenta, porém mais introspectiva do que deprimida. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O final é muito vivo e espirituoso, com referências ao tema principal do primeiro movimento e sua figura rítmica. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Felizmente, há um belo registro em vídeo da sonata interpretada por Rampal à flauta e Robert Veyron-Lacroix ao piano. Ei-lo:</span></p>
<p><iframe loading="lazy" title="Poulenc   Sonate Pour Flute Et Piano Rampal   Veyron LacroixBymarcel" width="500" height="375" src="https://www.youtube.com/embed/07kWZKaiG0s?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="font-weight: 400;">A seguir, apresentamos uma interpretação mais recente da </span><i><span style="font-weight: 400;">Sonata, </span></i><span style="font-weight: 400;">com Magali Mosnier, na flauta, e Catherine Cournot ao piano:</span></p>
<p><iframe loading="lazy" title="Poulenc : Sonate pour flûte et piano (Magali Mosnier / Catherine Cournot)" width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/yukboR-z6wE?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="font-weight: 400;">E, aqui, a “Cantilena”, com</span><a href="http://www.jamesgalway.com/"><span style="font-weight: 400;"> James Galway</span></a><span style="font-weight: 400;"> na flauta, e </span><a href="https://berlinoperaacademy.com/phillip_moll.html"><span style="font-weight: 400;">Phillip Moll</span></a><span style="font-weight: 400;"> ao piano:</span></p>
<p><iframe loading="lazy" title="Poulenc FLUTE SONATA (2nd Mov.) _ James Galway" width="500" height="375" src="https://www.youtube.com/embed/N7fDOgX1h6Y?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
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		<item>
		<title>Poulenc – Homenagem a Edith Piaf</title>
		<link>https://classicosdosclassicos.mus.br/obras/poulenc-homenagem-a-edith-piaf/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Clássicos dos Clássicos]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 13 Apr 2020 03:09:47 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Francis Poulenc (1899-1963), compositor francês que certa vez recebeu de um crítico o título de “meio monge, meio bandido”, compôs em vários gêneros, desde pequenas peças para piano até obras corais sacras. Suas Improvisações para Piano, compostas entre 1932 e 1959, estão entre as peças para piano mais brilhantes e mais populares de sua produção. [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Francis Poulenc (1899-1963), compositor francês que certa vez recebeu de um crítico o título de “meio monge, meio bandido”, compôs em vários gêneros, desde pequenas peças para piano até obras corais sacras.</p>
<p>Suas <em>Improvisações para Piano, </em>compostas entre 1932 e 1959, estão entre as peças para piano mais brilhantes e mais populares de sua produção.</p>
<p><em>Homenagem a Edith Piaf</em> é a última dessas 15 improvisações e data de 1959, sendo dedicada à grande cantora francesa, que era amiga de Poulenc.</p>
<p>Depois de uma introdução, Poulenc cita o tema <em>“c’est une chanson qui te ressemble” </em>(é uma canção que se parece com você).</p>
<p>A peça é curta, dura pouco mais de três minutos, mas recria a melancolia e a paixão da música de Piaf.</p>
<p>Poulenc &#8211; <em>Improvisação nº 15:</em> <em>Homenagem a Edith Piaf </em>| <a href="https://www.youtube.com/channel/UC9uO1cKjvJxOkHGLu5TOhEQ">Hsiu-Ping Chang</a> (piano).</p>
<p><iframe loading="lazy" title="Poulenc : Improvisation No. 15 (Hommage à Edith Piaf)" width="500" height="375" src="https://www.youtube.com/embed/5KMOM8M-Lig?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen></iframe></p>
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		<item>
		<title>Poulenc – Concerto para Dois Pianos</title>
		<link>https://classicosdosclassicos.mus.br/obras/poulenc-concerto-para-dois-pianos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Clássicos dos Clássicos]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 13 Apr 2020 02:00:04 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Poulenc dedicou seu Concerto para Dois Pianos e Orquestra a Winnaretta Singer, Princesa Edmond de Polignac, que era a vigésima dos filhos de Isaac Singer, inventor da máquina de costura Singer, e socialite, casada com um nobre francês que também atuava como compositor amador. Em 1932, a Princesa solicitou a Poulenc que compusesse um concerto [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;">Poulenc dedicou seu </span><i><span style="font-weight: 400;">Concerto para Dois Pianos</span></i> <i><span style="font-weight: 400;">e Orquestra</span></i><span style="font-weight: 400;"> a Winnaretta Singer, </span><a href="https://en.wikipedia.org/wiki/Winnaretta_Singer"><span style="font-weight: 400;">Princesa Edmond de Polignac</span></a><span style="font-weight: 400;">, que era a vigésima dos filhos de Isaac Singer, inventor da máquina de costura Singer, e </span><i><span style="font-weight: 400;">socialite, </span></i><span style="font-weight: 400;">casada com um nobre francês que também atuava como compositor amador.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Em 1932, a Princesa solicitou a Poulenc que compusesse um concerto para dois pianos, assim, ele e o pianista Jacques Février, seu amigo de infância, teriam algo para tocar em conjunto. Poulenc completou o trabalho em três meses.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A estreia deu-se em 5 de setembro de 1932, na Sociedade Internacional de Música Contemporânea, em Veneza. Poulenc e Février tocaram juntos, como solistas, acompanhados pela Orquestra do </span><i><span style="font-weight: 400;">La Scala </span></i><span style="font-weight: 400;">de Milão. Poulenc comentou: “Tenho que afirmar, sem falsa modéstia, que a estreia foi perfeita&#8230; Foi um tremendo sucesso porque a obra é alegre e sem complicação”.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">No </span><i><span style="font-weight: 400;">Concerto</span></i><span style="font-weight: 400;">, Poulenc procura recriar a atmosfera do elegante </span><i><span style="font-weight: 400;">Salon </span></i><span style="font-weight: 400;">da Princesa. A peça é uma obra de transição, combinando o humor travesso da juventude com a crescente vulnerabilidade da fase madura do compositor.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">No primeiro movimento, </span><i><span style="font-weight: 400;">Allegro ma non troppo</span></i><span style="font-weight: 400;">, os pianistas estão ligados em uma relação intrincada, cheia de referências a canções populares parisienses e em geral de </span><i><span style="font-weight: 400;">joie de vivre.</span></i><span style="font-weight: 400;"> A coda é especialmente interessante por evocações da música </span><i><span style="font-weight: 400;">gamelan </span></i><span style="font-weight: 400;">de Bali, que Poulenc tinha ouvido na Exposição Colonial de Paris em 1931.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O crítico musical Roger Dettmer comentou a respeito deste movimento: “O </span><i><span style="font-weight: 400;">Allegro ma non troppo </span></i><span style="font-weight: 400;">tem uma exposição e recapitulação em forma sonata entremeadas por pedaços de canções populares (como </span><i><span style="font-weight: 400;">croutons </span></i><span style="font-weight: 400;">em uma salada), que complementam os temas animados do compositor. A seção central, lenta e lânguida, substitui o desenvolvimento antes que Poulenc volte aos </span><i><span style="font-weight: 400;">boulevards </span></i><span style="font-weight: 400;">e às </span><i><span style="font-weight: 400;">boîtes”</span></i><span style="font-weight: 400;">.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Do segundo movimento, </span><i><span style="font-weight: 400;">Larghetto, </span></i><span style="font-weight: 400;">diz Poulenc: “Eu me permiti no primeiro tema retornar a Mozart, porque aprecio a linha melódica e prefiro Mozart a todos os outros compositores”.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O final abre com o rufar da percussão, que se mistura com interlúdios românticos. A orquestra é contida, claramente subserviente aos pianos. Poulenc certa vez disse que este final era de “alegre bravura”, e tinha razão.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Felizmente, temos um registro histórico de Francis Poulenc e Jacques Février acompanhados pela Orquestra Nacional da Rádio e Televisão Francesa sob a regência de George Prêtre:</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">– 1º Movimento</span></p>
<p><iframe loading="lazy" title="Poulenc Two Piano Concerto First Movement" width="500" height="375" src="https://www.youtube.com/embed/cC4kJiTHTtQ?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="font-weight: 400;">– 2º Movimento</span></p>
<p><iframe loading="lazy" title="Poulenc Two Piano Concerto Second Movement" width="500" height="375" src="https://www.youtube.com/embed/Z2B5xTGInzI?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="font-weight: 400;">– 3º Movimento</span></p>
<p><iframe loading="lazy" title="Poulenc Two Piano Concerto Third Movement" width="500" height="375" src="https://www.youtube.com/embed/C7j7Vss8BSI?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A seguir, assistiremos a uma interpretação mais atual do </span><i><span style="font-weight: 400;">Concerto para Dois Pianos</span></i><span style="font-weight: 400;">, com as pianistas Martha Argerich e Shin-Heae Kang à frente da NDR Radiophilharmonie sob a regência de Andrew Manze:</span></p>
<p><iframe loading="lazy" title="Poulenc: Konzert für zwei Klaviere | Argerich | Kang | Manze | NDR Radiophilharmonie" width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/AOON1VpQ5MQ?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Fauré – Pavane</title>
		<link>https://classicosdosclassicos.mus.br/obras/faure-pavane/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Clássicos dos Clássicos]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 13 Apr 2020 01:38:55 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Gabriel Fauré (1845-1924) foi um grande melodista e compositor. Famoso por suas canções e peças para piano sensuais e melódicas, infelizmente, ganhou uma reputação de compositor de sociedade, que iria permanecer até o fim de sua vida, pelo menos no que concerne ao grande público. Um bom exemplo de sua música de salão da Belle [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><a href="https://classicosdosclassicos.mus.br/obras-categoria/faure/">Gabriel Fauré</a> (1845-1924) foi um grande melodista e compositor. Famoso por suas canções e peças para piano sensuais e melódicas, infelizmente, ganhou uma reputação de compositor de <em>sociedade, </em>que iria permanecer até o fim de sua vida, pelo menos no que concerne ao grande público.</p>
<p>Um bom exemplo de sua música de salão da <em>Belle Époque </em>é a <em>Pavane, </em>Op. 50. Fauré escreveu a <em>Pavane</em> “com prazer”. “Este é o aspecto divertido de minha música. É elegante, mas não importante”, afirmou<em>.</em></p>
<p>A princípio, ele a pensava como uma composição orquestral, para ser tocada em uma série de concertos leves, de verão. Depois, resolveu dedicá-la a sua <em>patronesse, a </em>Viscondessa Greffulhe. Então, por sugestão dela, Fauré acrescentou um coro. Robert de Montesquiou, primo da Viscondessa, escreveu versos triviais para o texto. Fauré os classificou como “deliciosos, uma encantadora verborreia”<em>.</em></p>
<p>Desde o início, a <em>Pavane</em> foi imensamente popular. Até uma versão para balé foi feita, com coreografia de Léonide Massine, incorporada ao repertório dos Balés Russos de Diaghilev, em 1917.</p>
<p>Vamos assistir a seguir a dois vídeos: primeiro com sua versão orquestral  e, em seguida, uma versão coreografada.</p>
<p><strong>Fauré – <em>Pavane</em>, Op. 50 | Orquesta Filarmônica de Requena; diretor:<a href="https://open.spotify.com/artist/5yJud9CcqcnGpku3H07l5l"> Francisco Melero Belmonte</a></strong></p>
<p><iframe loading="lazy" title="Orquesta Filarmonica Requena - Pavane, Opus 50 Gabriel Fauré" width="500" height="375" src="https://www.youtube.com/embed/ZuM6tFwYaoI?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen></iframe></p>
<p><strong>Fauré – <em>Pavane</em>, Op. 50 | Repertory Dance Theatre</strong></p>
<p><iframe loading="lazy" title="Pavane" width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/n78ADHMZ60A?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen></iframe></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Fauré – Suíte Dolly</title>
		<link>https://classicosdosclassicos.mus.br/obras/faure-suite-dolly/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Clássicos dos Clássicos]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 13 Apr 2020 01:33:04 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A Suíte Dolly, de Gabriel Fauré, é uma coleção de pequenas peças para piano a quatro mãos, escritas entre 1893 e 1896, para Dolly (Hélène Bardac), filha de sua amiga Emma Bardac. Hélène era tão pequena ao nascer que lhe deram o apelido de Dolly (Bonequinha). Ela era uma criança encantadora de cabelos louros. Fauré [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A Suíte <em>Dolly</em>, de Gabriel Fauré, é uma coleção de pequenas peças para piano a quatro mãos, escritas entre 1893 e 1896, para Dolly (Hélène Bardac), filha de sua amiga Emma Bardac.</p>
<p>Hélène era tão pequena ao nascer que lhe deram o apelido de Dolly (Bonequinha). Ela era uma criança encantadora de cabelos louros. Fauré mandava as peças para a menina nos seus aniversários e em outros eventos.</p>
<p><em>Berceuse (Allegretto moderato) </em>foi escrita para o primeiro aniversário de Dolly. A suave melodia sobre um acompanhamento ritmado sugere uma canção de ninar. Já <em>Le Pas Espagnol</em>, peça que finaliza a suíte, é uma dança espanhola inspirada em uma estátua equestre de bronze que ficava em cima da lareira da casa de Emma, da qual Dolly gostava muito. É cheia de ritmo e fogo: um <em>grand finale</em>.</p>
<p>Fauré gostava de tocar a suíte com crianças, filhas de amigos seus. A foto que ilustra este texto mostra o compositor tocando com a pequena Srta. Lombard, filha de seus anfitriões em Trevano, Lago di Lugano, 1913.</p>
<p>Fauré – <em>Suíte Dolly, para Piano a Quatro mãos, </em>Op. 56 &#8211; 1. Berceuse; 2. Mi-a-ou; 3. Le Jardin de Dolly; 4. Le Pas Espagnol | <a href="https://arthurandlucasjussen.com/en/bio">Arthur e Lucas Jussen</a> (piano a quatro mãos).</p>
<p><iframe loading="lazy" title="Fauré - Dolly Suite - Lucas &amp; Arthur Jussen" width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/KywhPwmS5Gg?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen></iframe></p>
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