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	<title>Haydn - Clássicos dos Clássicos</title>
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	<description>Por Carlos Siffert</description>
	<lastBuildDate>Mon, 19 Jan 2026 17:11:13 +0000</lastBuildDate>
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		<title>Antologia de Haydn: Sinfonias</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Clássicos dos Clássicos]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 19 Jan 2026 17:11:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Haydn]]></category>
		<category><![CDATA[Sinfonia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Joseph Haydn (1732-1809) é conhecido como o Pai da Sinfonia – um pai prolífico, com 104 filhas! Compostas em períodos distintos de sua carreira, elas vão da intensidade emocional da fase &#8220;Sturm und Drang&#8221; (Tempestade e ímpeto), passando pelas lúdicas sinfonias parisienses, até as sinfonias londrinas, que representam o ápice de sua arte. São célebres [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;">Joseph <a href="https://classicosdosclassicos.mus.br/compositores/joseph-haydn/">Haydn</a> (1732-1809) é conhecido como o </span><i><span style="font-weight: 400;">Pai da Sinfonia – </span></i><span style="font-weight: 400;">um pai prolífico, com 104 filhas! Compostas em períodos distintos de sua carreira, elas vão da intensidade emocional da fase &#8220;Sturm und Drang&#8221; (Tempestade e ímpeto), passando pelas lúdicas sinfonias parisienses, até as sinfonias londrinas, que representam o ápice de sua arte.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">São célebres os dois conjuntos de sinfonias que ele escreveu para suas turnês no estrangeiro: as seis de Paris, nºs. 82 a 87, compostas entre 1785 e 1786, e as 12 de Londres, de nº. 93 a 104, compostas nos períodos de 1791-92 e 1793-94. Entre as turnês, ele produziu também outras cinco sinfonias, as de nº. 88 a 92. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Apresentamos a seguir uma seleção de sinfonias destes três conjuntos:</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><b><i>Sinfonia nº. 82, “O urso”</i></b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Esta é a primeira de seis sinfonias de <a href="https://classicosdosclassicos.mus.br/compositores/joseph-haydn/">Haydn</a> para uma série de concertos em Paris. Encomendadas para demonstrar a habilidade de <a href="https://classicosdosclassicos.mus.br/compositores/joseph-haydn/">Haydn</a>, elas refletem sua crescente fama internacional como o principal compositor da Europa. De orquestração vívida, seu apelido no entanto não foi dado por Haydn; provavelmente veio do </span><i><span style="font-weight: 400;">Finale</span></i><span style="font-weight: 400;">, que parece evocar a dança desajeitada de um urso treinado (um entretenimento de rua popular na Europa do século XVIII).</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Kammerorchester Basel regida por Giovanni Antonini, Conductor</span></p>
<p><iframe loading="lazy" title="Haydn Symphony No. 82 &quot;l&#039;Ours&quot; | Kammerorchester Basel | Giovanni Antonini (Haydn2032, Vol. 11)" width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/T5oBfnNPsAA?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><b><i>Sinfonia nº. 88</i></b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Haydn não ficou parado no período entre suas turnês por Paris e Londres. Ele compôs cinco sinfonias, das quais a </span><i><span style="font-weight: 400;">nº. 88</span></i><span style="font-weight: 400;"> é a primeira. Uma obra-prima, considerada uma das joias mais brilhantes de sua produção, seu quarto movimento, </span><i><span style="font-weight: 400;">Final</span></i><span style="font-weight: 400;">, </span><i><span style="font-weight: 400;">Allegro con Spirito</span></i><span style="font-weight: 400;"> – um </span><i><span style="font-weight: 400;">moto perpetuo</span></i><span style="font-weight: 400;"> –, é um dos mais alegres que o compositor escreveu.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Filarmônica de Viena regida por Leonard Bernstein (no bis, ele comanda o </span><i><span style="font-weight: 400;">Final</span></i><span style="font-weight: 400;"> sem batuta, nem braços ou mãos – apenas com o olhar!)</span></p>
<p><iframe loading="lazy" title="Haydn - Symphony No. 88 - Leonard Bernstein, Vienna Philharmonic" width="500" height="375" src="https://www.youtube.com/embed/bXEldU1UC70?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><b><i>Sinfonia nº. 92, “Oxford”</i></b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Em julho de 1791, Haydn recebeu um doutorado honorário da Universidade de Oxford. Na ocasião, ele regeu sua </span><i><span style="font-weight: 400;">Sinfonia nº. 92</span></i><span style="font-weight: 400;"> no Teatro Sheldonian, o que lhe rendeu o apelido de &#8220;Oxford&#8221;. Última sinfonia parisiense antes das doze obras londrinas, ela resume a produção sinfônica do compositor dos trinta anos anteriores.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">NDR Elbphilharmonie Orchester regida por Thomas Hengelbrock</span></p>
<p><iframe loading="lazy" title="Haydn: &quot;Oxford&quot;-Sinfonie Nr. 92  (SHMF 2016) | NDR Elbphilharmonie Orchester" width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/3yNT2NJykZ4?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><b><i>Sinfonia nº. 94, “Surpresa”</i></b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Composta em 1791 para sua primeira turnê de Londres – Haydn estava no auge de sua fama e suas sinfonias foram executadas por uma grande orquestra –, a obra foi concebida para impressionar o público. Com orquestração ousada e estruturas inventivas, seu apelido se originou do segundo movimento, </span><i><span style="font-weight: 400;">Andante</span></i><span style="font-weight: 400;">, que começa muito suavemente, mas cresce para um fortíssimo repentino para, depois, voltar ao clima suave.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Orquestra do Festival de Lucerna regida por Andris Nelsons </span></p>
<p><iframe loading="lazy" title="Haydn: Symphony No. 94 “Surprise” | Andris Nelsons &amp; the Lucerne Festival Orchestra" width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/Pb4nRgwQ5Jk?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><b><i>Sinfonia nº. 101, “O relógio”</i></b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O apelido &#8220;Relógio&#8221; da </span><i><span style="font-weight: 400;">Sinfonia nº. 101</span></i><span style="font-weight: 400;"> vem do seu segundo movimento, em que um ritmo constante de tique-taque no acompanhamento evoca o som de um relógio mecânico. Composta no auge de sua capacidade criativa, a obra remete ao fascínio do Iluminismo pela ciência e pela precisão. Sua estrutura clara e a amplitude emocional incorporam os ideais de equilíbrio e expressão da época.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Orquestra de Câmara Dinamarquesa regida por Adam Fischer </span></p>
<p><iframe loading="lazy" title="Haydn Symphony No. 101 &#039;The Clock&#039; by Adam Fischer &amp; Danish Chamber Orchestra (Live Performance)" width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/qPx4m5FJRaE?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><b><i>Sinfonia nº. 102</i></b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Escrita em 1794 durante a segunda triunfal visita de Haydn a Londres, a </span><i><span style="font-weight: 400;">Sinfonia nº. 102</span></i><span style="font-weight: 400;"> é considerada uma das mais brilhantes e interessantes dentre as últimas sinfonias do compositor, embora não seja executada com tanta frequência. Densa em motivos musicais, foi chamada pelo especialista H. C. Robbins Landon de &#8220;a sinfonia mais agressiva de Haydn, pelo menos nos movimentos externos&#8221;. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Orquestra de Câmara Dinamarquesa regida por Adam Fischer </span></p>
<p><iframe loading="lazy" title="Haydn Symphony No.102 by Adam Fischer &amp; Danish Chamber Orchestra (Live Performance)" width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/xk7MEoCbUk4?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><b><i>Sinfonia nº. 104, “Londres”</i></b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A última sinfonia de Haydn é o apogeu triunfante de sua arte sinfônica. Sua estreia em 1795 consolidou a reputação do compositor como um pioneiro musical em uma cidade repleta de fervor artístico. Sua grandeza e seu refinamento refletem o espírito cosmopolita de Londres, além de mostrar o gênio incomparável de Haydn em combinar humor, emoção e inovação. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">London Symphony Orchestra regida por John Eliot Gardiner</span></p>
<p><iframe loading="lazy" title="Haydn Symphony 104 &quot;London&quot; - John Eliot Gardiner/London Symphony Orchestra" width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/E6UJq1u6jmU?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Antologia de Haydn: Sonatas para piano</title>
		<link>https://classicosdosclassicos.mus.br/antologia-de-haydn-sonatas-para-piano/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Clássicos dos Clássicos]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 03 Nov 2025 15:44:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Haydn]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A evolução das sonatas para piano de Haydn possui aspectos interessantes. Além do amadurecimento do compositor, dois outros fatores foram de fundamental importância nessa trajetória: os intérpretes e os instrumentos a que se destinavam. É possível dividir sua produção em três fases. A primeira compreende as obras da juventude, com sonatas simples escritas para seus [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A evolução das sonatas para piano de <a href="https://classicosdosclassicos.mus.br/compositores/joseph-haydn/">Haydn</a> possui aspectos interessantes. Além do amadurecimento do compositor, dois outros fatores foram de fundamental importância nessa trajetória: os intérpretes e os instrumentos a que se destinavam.</p>
<p>É possível dividir sua produção em três fases. A primeira compreende as obras da juventude, com sonatas simples escritas para seus alunos.</p>
<p>A segunda começa no final da década de 1760 e apresenta obras mais ambiciosas, compostas para pianistas amadores talentosos.</p>
<p>Na terceira fase, iniciada entre 1788-89, <a href="https://classicosdosclassicos.mus.br/compositores/joseph-haydn/">Haydn</a> compõe suas sonatas da maturidade. De estilo radicalmente diferente, o caráter de improvisação e a extraordinária liberdade de escrita dessas peças prenunciam seus últimos <a href="https://classicosdosclassicos.mus.br/antologia-de-haydn-trios/">trios de cordas</a>.</p>
<p>Ao longo das três fases, os instrumentos também se desenvolveram consideravelmente, indo do clavicórdio usado inicialmente até os pianos Broadwood de Londres, para os quais <a href="https://classicosdosclassicos.mus.br/compositores/joseph-haydn/">Haydn</a> compôs suas últimas sonatas.</p>
<p>Ouça uma seleção de sonatas interpretadas pelo pianista Alfred Brendel no álbum Haydn: 11 Piano Sonatas:</p>
<p><iframe title="Spotify Embed: Haydn: 11 Piano Sonatas" style="border-radius: 12px" width="100%" height="352" frameborder="0" allowfullscreen allow="autoplay; clipboard-write; encrypted-media; fullscreen; picture-in-picture" loading="lazy" src="https://open.spotify.com/embed/album/11rATsVNr51UDA5VgCKEg7?utm_source=oembed"></iframe></p>
<p>Conheça mais sobre algumas destas peças:</p>
<p>Sonata nº. 33, Hob XVI:20</p>
<blockquote class="wp-embedded-content" data-secret="ydRhn8M4sA"><p><a href="https://classicosdosclassicos.mus.br/obras/haydn-sonata-no-33-em-do-menor-hob-1620/">Haydn &#8211; Sonata nº 33 em Dó Menor, Hob. 16:20</a></p></blockquote>
<p><iframe class="wp-embedded-content" sandbox="allow-scripts" security="restricted" title="&#8220;Haydn &#8211; Sonata nº 33 em Dó Menor, Hob. 16:20&#8221; &#8212; Clássicos dos Clássicos" src="https://classicosdosclassicos.mus.br/obras/haydn-sonata-no-33-em-do-menor-hob-1620/embed/#?secret=7a0JrDQ7xw#?secret=ydRhn8M4sA" data-secret="ydRhn8M4sA" width="500" height="282" frameborder="0" marginwidth="0" marginheight="0" scrolling="no"></iframe></p>
<p>Sonata nº. 47, Hob XVI:32</p>
<blockquote class="wp-embedded-content" data-secret="o8AqQyQp8H"><p><a href="https://classicosdosclassicos.mus.br/obras/haydn-sonata-no-32-em-si-menor-hob-xiv-32/">Haydn – Sonata nº 32 em Si Menor, Hob XIV-32</a></p></blockquote>
<p><iframe class="wp-embedded-content" sandbox="allow-scripts" security="restricted" title="&#8220;Haydn – Sonata nº 32 em Si Menor, Hob XIV-32&#8221; &#8212; Clássicos dos Clássicos" src="https://classicosdosclassicos.mus.br/obras/haydn-sonata-no-32-em-si-menor-hob-xiv-32/embed/#?secret=bWxGrhsZLC#?secret=o8AqQyQp8H" data-secret="o8AqQyQp8H" width="500" height="282" frameborder="0" marginwidth="0" marginheight="0" scrolling="no"></iframe></p>
<p>Sonata nº. 59, Hob XVI:49</p>
<blockquote class="wp-embedded-content" data-secret="4JfcKGuHCP"><p><a href="https://classicosdosclassicos.mus.br/obras/haydn-sonata-para-piano-em-mi-bemol-maior-hob-xvi49/">Haydn &#8211; Sonata para Piano em Mi Bemol Maior, Hob. XVI:49</a></p></blockquote>
<p><iframe class="wp-embedded-content" sandbox="allow-scripts" security="restricted" title="&#8220;Haydn &#8211; Sonata para Piano em Mi Bemol Maior, Hob. XVI:49&#8221; &#8212; Clássicos dos Clássicos" src="https://classicosdosclassicos.mus.br/obras/haydn-sonata-para-piano-em-mi-bemol-maior-hob-xvi49/embed/#?secret=LWMtmjShR0#?secret=4JfcKGuHCP" data-secret="4JfcKGuHCP" width="500" height="282" frameborder="0" marginwidth="0" marginheight="0" scrolling="no"></iframe></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Antologia de Haydn: Trios</title>
		<link>https://classicosdosclassicos.mus.br/antologia-de-haydn-trios/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Clássicos dos Clássicos]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 01 Sep 2025 18:14:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Haydn]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O musicólogo Charles Rosen, em um capítulo de seu famoso livro The Classical Style (Haydn, Mozart, Beethoven) [O estilo clássico (Haydn, Mozart, Beethoven)], considera os Trios para Piano e Cordas de Haydn, juntamente com os Concertos para Piano e Orquestra de Mozart, as mais brilhantes obras para piano anteriores a Beethoven. O piano tem um [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;">O musicólogo Charles Rosen, em um capítulo de seu famoso livro </span><i><span style="font-weight: 400;">The Classical Style (<a href="https://classicosdosclassicos.mus.br/compositores/joseph-haydn/">Haydn</a>, Mozart, Beethoven)</span></i><span style="font-weight: 400;"> [O estilo clássico (<a href="https://classicosdosclassicos.mus.br/compositores/joseph-haydn/">Haydn</a>, Mozart, Beethoven)], considera os Trios para Piano e Cordas de Haydn, juntamente com os Concertos para Piano e Orquestra de Mozart, as mais brilhantes obras para piano anteriores a Beethoven.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O piano tem um papel dominante nos Trios de <a href="https://classicosdosclassicos.mus.br/compositores/joseph-haydn/">Haydn</a>. O violino acompanha o piano e o violoncelo apenas dobra a mão esquerda do piano na maior parte do tempo. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Rosen comenta: “Os trios são essencialmente trabalhos para piano solo. O uso dos instrumentos de cordas tem a ver com o fato de que o pianoforte da época de Haydn estava ainda em um estágio experimental: seus graves eram fracos e a capacidade de sustentação das notas era pequena. Com o trio vinha a solução para estes problemas: o violoncelo reforçava os graves e o violino era usado nas melodias mais </span><i><span style="font-weight: 400;">cantabile</span></i><span style="font-weight: 400;">”.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Dos 45 trios de <a href="https://classicosdosclassicos.mus.br/compositores/joseph-haydn/">Haydn</a> catalogados pelo musicólogo H.C. Robbins Landon, os primeiros 17 são peças leves, divertimentos.</span><span style="font-weight: 400;"> Já suas melhores obras nesse gênero foram compostas depois dos 50 anos, com destaque para os </span><span style="font-weight: 400;">seus três últimos trios, considerados por Rosen os mais difíceis que <a href="https://classicosdosclassicos.mus.br/compositores/joseph-haydn/">Haydn</a> escreveu – uma formidável realização musical e intelectual.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Ouça a seguir uma seleção dessas peças:</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">&#8211; Haydn – </span><i><span style="font-weight: 400;">Trios para piano e cordas Hob XV:12 </span></i><span style="font-weight: 400;">e </span><i><span style="font-weight: 400;">Hob XV:14</span></i></p>
<blockquote class="wp-embedded-content" data-secret="nblhwBf9Zz"><p><a href="https://classicosdosclassicos.mus.br/obras/haydn-trios-para-piano-e-cordas-hob-xv12-e-xv14/">Haydn &#8211; Trios para piano e cordas Hob. XV:12 e XV:14</a></p></blockquote>
<p><iframe class="wp-embedded-content" sandbox="allow-scripts" security="restricted" title="&#8220;Haydn &#8211; Trios para piano e cordas Hob. XV:12 e XV:14&#8221; &#8212; Clássicos dos Clássicos" src="https://classicosdosclassicos.mus.br/obras/haydn-trios-para-piano-e-cordas-hob-xv12-e-xv14/embed/#?secret=WQ46HNk5wQ#?secret=nblhwBf9Zz" data-secret="nblhwBf9Zz" width="500" height="282" frameborder="0" marginwidth="0" marginheight="0" scrolling="no"></iframe></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="font-weight: 400;">&#8211; Haydn – </span><i><span style="font-weight: 400;">Trio para piano de cordas Hob XV:25</span></i></p>
<blockquote class="wp-embedded-content" data-secret="T793kwgGiy"><p><a href="https://classicosdosclassicos.mus.br/obras/haydn-trio-no-39-hoboken-1525-cigano/">Haydn – Trio para piano e cordas nº. 39 em Sol Maior, Hob XV:25, “Cigano”</a></p></blockquote>
<p><iframe class="wp-embedded-content" sandbox="allow-scripts" security="restricted" title="&#8220;Haydn – Trio para piano e cordas nº. 39 em Sol Maior, Hob XV:25, “Cigano”&#8221; &#8212; Clássicos dos Clássicos" src="https://classicosdosclassicos.mus.br/obras/haydn-trio-no-39-hoboken-1525-cigano/embed/#?secret=nA7zgCo8ws#?secret=T793kwgGiy" data-secret="T793kwgGiy" width="500" height="282" frameborder="0" marginwidth="0" marginheight="0" scrolling="no"></iframe></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="font-weight: 400;">&#8211; Haydn – </span><i><span style="font-weight: 400;">Trio para piano e cordas Hob XV:27</span></i></p>
<blockquote class="wp-embedded-content" data-secret="38XtnWVvhL"><p><a href="https://classicosdosclassicos.mus.br/obras/haydn-trio-para-piano-e-cordas-no-43-hob-15-27/">Haydn – Trio para Piano e Cordas nº 43, Hob 15/27</a></p></blockquote>
<p><iframe class="wp-embedded-content" sandbox="allow-scripts" security="restricted" title="&#8220;Haydn – Trio para Piano e Cordas nº 43, Hob 15/27&#8221; &#8212; Clássicos dos Clássicos" src="https://classicosdosclassicos.mus.br/obras/haydn-trio-para-piano-e-cordas-no-43-hob-15-27/embed/#?secret=ipllE9vzLo#?secret=38XtnWVvhL" data-secret="38XtnWVvhL" width="500" height="282" frameborder="0" marginwidth="0" marginheight="0" scrolling="no"></iframe></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="font-weight: 400;">&#8211; Haydn – </span><i><span style="font-weight: 400;">Trio para piano de cordas Hob XV:28</span></i></p>
<blockquote class="wp-embedded-content" data-secret="gmwwdzcdOX"><p><a href="https://classicosdosclassicos.mus.br/obras/haydn-trio-para-piano-e-cordas-no-44-hob-xv28/">Haydn – Trio para Piano e Cordas nº. 44, Hob XV:28</a></p></blockquote>
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		<title>Sturm und Drang</title>
		<link>https://classicosdosclassicos.mus.br/sturm-und-drang/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Clássicos dos Clássicos]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 07 Mar 2022 12:59:36 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Bach]]></category>
		<category><![CDATA[Haydn]]></category>
		<category><![CDATA[Sturm und Drang]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Sturm und Drang, geralmente traduzido como Tempestade e Ímpeto, foi um movimento pré-romântico na literatura e na música surgido nos países de língua alemã entre o fim da década de 1760 e a década de 1770.  No movimento, a subjetividade e os extremos de emoção, típicos do romantismo, predominam, contrariando o racionalismo do estilo clássico de [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><i><span style="font-weight: 400;">Sturm und Drang</span></i><span style="font-weight: 400;">,</span> <span style="font-weight: 400;">geralmente traduzido como Tempestade e Ímpeto, foi um movimento pré-romântico na literatura e na música surgido nos países de língua alemã entre o fim da década de 1760 e a década de 1770. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">No movimento, a subjetividade e os extremos de emoção, típicos do romantismo, predominam, contrariando o racionalismo do estilo clássico de então.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Na literatura podem ser citados, entre vários outros autores, Goethe e Schiller. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Na música, se destacam <a href="https://classicosdosclassicos.mus.br/compositores/joseph-haydn/">Haydn</a> e os filhos de <a href="https://classicosdosclassicos.mus.br/compositores/johann-sebastian-bach-2">Johann Sebastian Bach</a>: Carl Philipp Emanuel, Johann Christian e Wilhelm Friedeman.</span></p>
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