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	<title>Metais - Clássicos dos Clássicos</title>
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	<description>Por Carlos Siffert</description>
	<lastBuildDate>Mon, 13 Jun 2022 02:55:27 +0000</lastBuildDate>
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		<title>Vaughan Williams – Concerto para Tuba e Orquestra</title>
		<link>https://classicosdosclassicos.mus.br/obras/vaughan-williams-concerto-para-tuba-e-orquestra/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Clássicos dos Clássicos]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 13 Jun 2022 02:43:53 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O compositor inglês Ralph Vaughan Williams escreveu seu Concerto para Tuba e Orquestra em 1954 para celebrar os 50 anos da Orquestra Sinfônica de Londres. A obra foi estreada em 13 de junho de 1954 com o tubista Philip Catelinet, da própria orquestra, como solista, e com a regência de John Barbirolli. Embora considerado uma [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O compositor inglês Ralph Vaughan Williams escreveu seu <em>Concerto para Tuba e Orquestra</em> em 1954 para celebrar os 50 anos da Orquestra Sinfônica de Londres. A obra foi estreada em 13 de junho de 1954 com o tubista Philip Catelinet, da própria orquestra, como solista, e com a regência de John Barbirolli.</p>
<p>Embora considerado uma excentricidade de um compositor de 81 anos, o <em>Concerto para Tuba e Orquestra</em> é hoje uma de suas obras mais populares.</p>
<p>Nas notas de programa, Vaughan Williams escreveu que a forma da peça era “mais próxima de Bach do que da Escola Vienense de Mozart e Beethoven”.</p>
<p>O concerto é relativamente breve e tem três movimentos:</p>
<p>&#8211; o <em>Prelúdio</em> é uma marcha rápida, que mostra a agilidade da tuba, com grupos de notas rápidas e passagens em escala;</p>
<p>&#8211; a <em>Romanza</em> é uma peça de beleza lírica que mostra a qualidade vocal em seu registro alto;</p>
<p>&#8211; o Final é um rondó <em>alla tedesca</em>, uma melodia enérgica que se alterna com episódios contrastantes. As notas sobre a primeira gravação explicam que “a trompa irrompe entre as  cordas dançantes como Falstaff entre as ninfas da floresta de Windsor” (alusão à peça de Shakespeare).</p>
<p>Vaughan Williams – <em>Concerto para Tuba e Orquestra</em> | JáTtik Clark (tuba) e Sinfônica de Corvallis-OSU</p>
<p><iframe loading="lazy" title="Vaughan Williams Concerto in F minor for Bass Tuba and Orchestra" width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/3GzEvWXN3zY?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen></iframe></p>
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		<title>Rimsky-Korsakov – Concerto para Trombone e Orquestra</title>
		<link>https://classicosdosclassicos.mus.br/obras/rimsky-korsakov-concerto-para-trombone-e-orquestra/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Clássicos dos Clássicos]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 13 Jun 2022 02:41:44 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Em 1873-1884, quando servia como oficial de marinha, Rimsky-Korsakov foi designado Inspetor de Bandas Militares. Foi durante este período (por volta de 1878, talvez) que o Concerto para Trombone e Orquestra foi escrito. A peça é dividida em três movimentos: Allegro vivace: o solo de trombone se estende às duas oitavas do instrumento e se [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Em 1873-1884, quando servia como oficial de marinha, Rimsky-Korsakov foi designado Inspetor de Bandas Militares<em>. </em>Foi durante este período (por volta de 1878, talvez) que o <em>Concerto para Trombone e Orquestra</em> foi escrito.</p>
<p>A peça é dividida em três movimentos:</p>
<p><em>Allegro vivace</em>: o solo de trombone se estende às duas oitavas do instrumento e se divide em duas partes, com um breve interlúdio orquestral, durante o qual o tema do trombone é retomado pela orquestra. O trombone volta com uma reiteração da música de abertura que leva a um clima na nota alta de Si bemol;</p>
<p><em>Andante cantabile</em>: neste movimento cadenciado, o solista exibe o <em>legato cantabile </em>do instrumento;</p>
<p><em>Allegretto</em>: temos aqui uma conversa entre o trombone e a orquestra. O movimento prossegue até uma cadenza, da qual emerge uma breve coda.</p>
<p>Rimsky-Korsakov – <em>Concerto para Trombone e Orquestra</em> | Gabriele Marchetti (trombone) e Sinfonia de Sopros de Macau, sob a regência de Lio Kuok Man</p>
<p><iframe loading="lazy" title="Rimskij-Korsakov Trombone Concerto" width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/SBVU_ejKHfI?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen></iframe></p>
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		<title>Mozart – Concerto nº 3 para Trompa e Orquestra, K. 447</title>
		<link>https://classicosdosclassicos.mus.br/obras/mozart-concerto-no-3-para-trompa-e-orquestra-k-447/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Clássicos dos Clássicos]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 13 Jun 2022 00:59:03 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Os concertos para trompa de Mozart (quatro, talvez cinco) foram compostos para seu amigo de infância, o virtuose Joseph Leitgeb. O Concerto nº 3, K. 447, tem uma orquestração diferente dos demais. Oboés e trompas dão à obra uma riqueza de tom e uma complexidade harmônica que lhe conferem maior densidade. O Romance central talvez [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Os concertos para trompa de Mozart (quatro, talvez cinco) foram compostos para seu amigo de infância, o virtuose Joseph Leitgeb.</p>
<p>O <em>Concerto nº 3, K. 447</em>, tem uma orquestração diferente dos demais. Oboés e trompas dão à obra uma riqueza de tom e uma complexidade harmônica que lhe conferem maior densidade.</p>
<p>O <em>Romance </em>central talvez tenha sido escrito como uma peça individual, já que a assinatura de Mozart aparece no topo da partitura.</p>
<p>Mozart – <em>Concerto nº 3 para Trompa e Orquestra em Mi Bemol Maior</em>, K. 447 | Radek Baborák (trompa) e <a href="https://www.rtve.es/orquesta-coro/">Orquestra RTVE</a> sob a regência de Jean Jacques Kantorow</p>
<p><iframe loading="lazy" title="Mozart Horn Concerto No 3 E flat major K 447 Radek Baborák RTVE Jean Jacques Kan" width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/R93hIpLgkjQ?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen></iframe></p>
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		<item>
		<title>Haydn – Concerto para Trompete e Orquestra</title>
		<link>https://classicosdosclassicos.mus.br/obras/haydn-concerto-para-trompete-e-orquestra/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Clássicos dos Clássicos]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 13 Jun 2022 00:53:36 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O crítico Eric Bromberger não poupa elogios a esse concerto: “o Concerto para Trompete e Orquestra de Haydn, de 1796, não é só seu melhor concerto; 200 anos depois de sua composição continua sendo o maior concerto para trompete jamais escrito”. Antes do tempo de Haydn, os trompetes eram muito limitados, dependendo de o solista [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O crítico Eric Bromberger não poupa elogios a esse concerto: “o <em>Concerto para Trompete e Orquestra</em> de <a href="https://classicosdosclassicos.mus.br/compositores/joseph-haydn/">Haydn</a>, de 1796, não é só seu melhor concerto; 200 anos depois de sua composição continua sendo o maior concerto para trompete jamais escrito”.</p>
<p>Antes do tempo de <a href="https://classicosdosclassicos.mus.br/compositores/joseph-haydn/">Haydn</a>, os trompetes eram muito limitados, dependendo de o solista ajustar seus lábios para produzir certas notas. No início da década de 1790, <a href="https://en.wikipedia.org/wiki/Anton_Weidinger">Anton Weidinger</a> inventou um <a href="https://en.wikipedia.org/wiki/Keyed_trumpet">trompete com válvulas</a>, tornando o instrumento muito mais flexível. Haydn logo viu as possibilidades do novo instrumento e escreveu um concerto para demonstrá-las.</p>
<p>O <em>Allegro</em> inicial é em forma sonata e exige do solista saltos difíceis e longas linhas cromáticas.</p>
<p>O segundo movimento, um belo <em>Andante cantabile, </em>mostra que o instrumento sabe também cantar. Seu tema lembra o do hino nacional da Alemanha, cuja música é também de Haydn.</p>
<p>O último movimento é bem conhecido. Seu tema inicial começa tranquilo, mas depois ganha ímpeto e leva a uma conclusão com passagens brilhantes para o solista.</p>
<p>Haydn – <em>Concerto para Trompete e Orquestra</em> | Alison Balsom (trompete) e Orquestra do BBC Proms regida por David Robinson</p>
<p><iframe loading="lazy" title="J. Haydn: Concerto para Trompete e orquestra em Mi bemol maior" width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/ZKdeqvmSq5M?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen></iframe></p>
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		<title>Bach &#8211; Cantata BWV 51: Jauchzet Gott in allen Landen</title>
		<link>https://classicosdosclassicos.mus.br/obras/bach-cantata-bwv-51-jauchzet-gott-in-allen-landen/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Clássicos dos Clássicos]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 20 Dec 2019 12:24:24 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A bela Cantata BWV 51: Jauchzet Gott in allen Landen (Louvai o Senhor em toda parte), de Bach, apresenta um dueto entre soprano e trompete na ária de abertura, um trecho extremamente brilhante que segue a forma de um concerto instrumental (um reaproveitamento, talvez?). O trompete é aqui o do tempo de Bach – sem válvulas – [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A bela <em>Cantata BWV 51:</em> <em>Jauchzet Gott in allen Landen </em>(Louvai o Senhor em toda parte), de Bach, apresenta um dueto entre soprano e trompete na ária de abertura, um trecho extremamente brilhante que segue a forma de um concerto instrumental (um reaproveitamento, talvez?).</p>
<p>O trompete é aqui o do tempo de <a href="https://classicosdosclassicos.mus.br/compositores/johann-sebastian-bach-2/">Bach</a> – sem válvulas – e sua execução é mais difícil. É um esplêndido trompete concertante que indica uma ocasião festiva: daí a hipótese de que a obra tenha sido escrita para uma celebração privada, fora de uma igreja. Bach anota na partitura: “<em>in ogni tempo” </em>(pode ser executada em qualquer ocasião).</p>
<p>Bach compôs a Cantata na cidade de <a href="https://en.wikipedia.org/wiki/Leipzig">Leipzig</a>, onde, nas igrejas, somente os meninos podiam cantar as partes para soprano; todavia, a linha do soprano é virtuosística demais para um menino cantor: ela é composta para uma soprano <em>coloratura. </em></p>
<p>O recitativo seguinte é sereno, em contraste com a ária anterior, e leva a uma bela e introspectiva ária com acompanhamento do <em>continuo</em> – executado pelo violoncelo e o cravo.</p>
<p>Dois violinos solo, novamente muito virtuosísticos, acompanham a cantora em um coral que leva diretamente a um fulgurante <em>Aleluia </em>final.</p>
<p>Bach – <em>Cantata BWV 51: Jauchzet Gott in allen Landen</em> | Maria Keohane (soprano), Sebastian Philpott (trompete), Orquestra Barroca da União Europeia regida por Lars Ulrik Mortensen</p>
<p><iframe loading="lazy" title="Bach BWV51 EUBO ERP" width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/mM9lpVIC_JQ?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen></iframe></p>
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