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	<title>Momentum Mozart - Clássicos dos Clássicos</title>
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	<description>Por Carlos Siffert</description>
	<lastBuildDate>Mon, 20 Jul 2026 17:44:43 +0000</lastBuildDate>
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		<title>Mozart – Trio para Piano e Cordas em Si Bemol, K. 502</title>
		<link>https://classicosdosclassicos.mus.br/obras/mozart-trio-para-piano-e-cordas-em-si-bemol-k-502/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Clássicos dos Clássicos]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 09 May 2022 13:51:13 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Os cinco trios para piano e cordas compostos por Mozart entre 1786 e 1788 são todos como seus concertos: apresentam três movimentos nos quais o piano tem o papel principal. O primeiro destes, Trio K. 502, de 1786, é particularmente semelhante a um concerto na escrita brilhante do piano. Demonstra também a nova independência do [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;">Os cinco trios para piano e cordas compostos por <a href="https://classicosdosclassicos.mus.br/compositores/wolfgang-amadeus-mozart/">Mozart</a> entre 1786 e 1788 são todos como seus concertos: apresentam três movimentos nos quais o piano tem o papel principal.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O primeiro destes, </span><i><span style="font-weight: 400;">Trio K. 502</span></i><span style="font-weight: 400;">, de 1786, é particularmente semelhante a um concerto na escrita brilhante do piano. Demonstra também a nova independência do violino e do violoncelo – antes meros acompanhantes.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O </span><i><span style="font-weight: 400;">Allegro </span></i><span style="font-weight: 400;">inicial é marcado por uma extrema economia de meios. O movimento inteiro deriva do diálogo inicial entre o piano e as cordas. O tema de abertura serve também – o que é pouco usual – como segundo tema, orquestrado de maneira diferente e em um registro mais alto.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O segundo movimento, </span><i><span style="font-weight: 400;">Larghetto</span></i><span style="font-weight: 400;">, é um derramamento lírico de uma melodia muito decorada, estruturada como um diálogo entre piano e violino. A parte central é mais simples, pois, embora parta do mesmo gesto, apresenta uma construção mais ingênua.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O </span><i><span style="font-weight: 400;">Allegretto</span></i><span style="font-weight: 400;"> é um rondó gentil e jocoso. O clima é sempre de alto astral e o piano tem de trabalhar bastante para manter a textura brilhante e colorida.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Mozart – </span><i><span style="font-weight: 400;">Trio para Piano e Cordas em Si Bemol</span></i><span style="font-weight: 400;">, K. 502 | <a href="https://en.wikipedia.org/wiki/Trio_Fontenay">Trio Fontenay</a></span></p>
<p><iframe loading="lazy" title="Mozart - Piano Trio in B flat major, KV 502 (Fontenay Trio, 1988)" width="500" height="375" src="https://www.youtube.com/embed/eOcbPSl4NJI?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen></iframe></p>
<p>&nbsp;</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Mozart – Rondó para Piano em Ré Maior, K. 485</title>
		<link>https://classicosdosclassicos.mus.br/obras/mozart-rondo-para-piano-em-re-maior-k-485/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Clássicos dos Clássicos]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 09 May 2022 13:48:04 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Escrito em janeiro de 1786, quando Mozart estava empenhado na composição d’As Bodas de Figaro, o assim chamado Rondó K. 485 não é um rondó e sim um alegre movimento de sonata sobre um único tema (essa era uma técnica muito mais utilizada por Haydn do que Mozart).  O tema em questão começa com uma [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;">Escrito em janeiro de 1786, quando <a href="https://classicosdosclassicos.mus.br/compositores/wolfgang-amadeus-mozart/">Mozart</a> estava empenhado na composição d’</span><i><span style="font-weight: 400;">As Bodas de Figaro, </span></i><span style="font-weight: 400;">o assim chamado </span><i><span style="font-weight: 400;">Rondó K. 485</span></i><span style="font-weight: 400;"> não é um rondó e sim um alegre movimento de sonata sobre um único tema (essa era uma técnica muito mais utilizada por Haydn do que Mozart). </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O tema em questão começa com uma descida em degraus da dominante (Lá) até a tônica (Ré), um procedimento que aparece em muitas obras de Mozart. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O tema é apresentado em diferentes tonalidades e texturas, surgindo de forma mais colorida na recapitulação, onde alterna entre Ré maior e Ré menor, e na provocante coda.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">(Referência: Richard Wigmore)</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Mozart – </span><i><span style="font-weight: 400;">Rondó para Piano em Ré Maior</span></i><span style="font-weight: 400;">, K. 485 |</span> <span style="font-weight: 400;"><a href="https://en.wikipedia.org/wiki/Vladimir_Horowitz">Vladimir Horowitz</a> (piano), 1986</span></p>
<p><iframe loading="lazy" title="Mozart - Rondo in D major, K. 485 (Horowitz, 1986 studio version)" width="500" height="375" src="https://www.youtube.com/embed/Y2LPNu-7DIA?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" allowfullscreen></iframe></p>
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		<item>
		<title>Mozart – Quarteto para Piano e Cordas em Mi Bemol Maior, K. 493</title>
		<link>https://classicosdosclassicos.mus.br/obras/mozart-quarteto-para-piano-e-cordas-em-mi-bemol-maior-k-493/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Clássicos dos Clássicos]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 09 May 2022 13:45:39 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O Quarteto para Piano e Cordas em Mi Bemol Maior foi escrito em junho de 1786. Composição alegre e de execução fácil, é, também, uma obra-prima.  “Quando se ouve uma peça perfeita como esta”, afirma o biógrafo de Mozart, Alfred Einstein, “só se pode lembrar da observação de Haydn: ‘O gosto mais refinado e, melhor [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;">O </span><i><span style="font-weight: 400;">Quarteto para Piano e Cordas em Mi Bemol Maior</span></i><span style="font-weight: 400;"> foi escrito em junho de 1786. Composição alegre e de execução fácil, é, também, uma obra-prima. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">“Quando se ouve uma peça perfeita como esta”, afirma o biógrafo de <a href="https://classicosdosclassicos.mus.br/compositores/wolfgang-amadeus-mozart/">Mozart</a>, Alfred Einstein, “só se pode lembrar da observação de <a href="https://classicosdosclassicos.mus.br/compositores/joseph-haydn/">Haydn</a>: ‘O gosto mais refinado e, melhor ainda, o mais profundo conhecimento de composição’&#8221;.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Depois de compor o </span><i><span style="font-weight: 400;">Quarteto K. 493</span></i><span style="font-weight: 400;">, Mozart não voltou mais a este gênero. Só bem mais tarde, com <a href="https://classicosdosclassicos.mus.br/compositores/felix-mendelssohn">Mendelssohn</a>, <a href="https://classicosdosclassicos.mus.br/compositores/robert-schumann/">Schumann</a> e <a href="https://classicosdosclassicos.mus.br/compositores/johannes-brahms/">Brahms</a>, surgiriam novas contribuições para esta forma musical.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Mozart – </span><i><span style="font-weight: 400;">Quarteto para Piano e Cordas em Mi Bemol Maior</span></i><span style="font-weight: 400;">, K.493 | </span><span style="font-weight: 400;"><a href="https://en.wikipedia.org/wiki/Andr%C3%A9_Previn">André Previn</a> (piano), Masafumi Hori (violino), Ryo Sasaki (viola) e Ryoichi Fujimori (violoncelo)</span></p>
<p><iframe loading="lazy" title="Mozart Quartet in E flat, K.493" width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/nDPbNojjHvY?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen></iframe></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Mozart – Fantasia em Dó Menor, K. 475</title>
		<link>https://classicosdosclassicos.mus.br/obras/mozart-fantasia-em-do-menor-k-475/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Clássicos dos Clássicos]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 30 Aug 2021 00:46:03 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A Fantasia em Dó Menor, K. 475, foi composta por Mozart em maio de 1785 como prelúdio para a Sonata K. 547, de mesma tonalidade, que tinha sido terminada alguns meses antes, em outubro de 1784. Ela tem em comum com a Sonata o brilho e os contrastes dramáticos. A obra se move da invocação [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;">A </span><i><span style="font-weight: 400;">Fantasia em Dó Menor</span></i><span style="font-weight: 400;">, K. 475, foi composta por <a href="https://classicosdosclassicos.mus.br/compositores/wolfgang-amadeus-mozart/">Mozart</a> em maio de 1785 como prelúdio para a </span><i><span style="font-weight: 400;">Sonata K. 547</span></i><span style="font-weight: 400;">, de mesma tonalidade, que tinha sido terminada alguns meses antes, em outubro de 1784.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Ela tem em comum com a </span><i><span style="font-weight: 400;">Sonata</span></i><span style="font-weight: 400;"> o brilho e os contrastes dramáticos. A obra se move da invocação misteriosa a um impetuoso drama ao longo de seis seções, sendo que cada uma parece preparar a próxima.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">&#8220;Seu início é no mesmo tom e no mesmo estilo que o primeiro quadro da ópera </span><i><span style="font-weight: 400;">Don Giovanni</span></i><span style="font-weight: 400;"> – a mesma angústia pesa sobre os temas, os mesmos relâmpagos brilham na noite&#8221;, diz o compositor Olivier Messiaen sobre a obra.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A </span><i><span style="font-weight: 400;">Fantasia</span></i><span style="font-weight: 400;"> é um exemplo do poder de improvisação de Mozart. Sua série de episódios exibem uma grande variedade de elementos líricos e virtuosísticos, preservando, porém, uma estrutura lógica. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O pianista </span><a href="http://leifoveandsnes.com/"><span style="font-weight: 400;">Leif Ove Andsnes</span></a><span style="font-weight: 400;"> afirma: “Quando estudei a partitura, fiquei surpreso o quanto ela tinha de </span><a href="https://classicosdosclassicos.mus.br/compositores/ludwig-van-beethoven/"><span style="font-weight: 400;">Beethoven</span></a><span style="font-weight: 400;">”, com os profundos suspiros, os </span><i><span style="font-weight: 400;">sforzandi, </span></i><span style="font-weight: 400;">que aparecem três vezes, aumentando assim a intensidade”.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Mozart – </span><i><span style="font-weight: 400;">Fantasia em Dó Menor</span></i><span style="font-weight: 400;">, K. 475 | <a href="https://en.wikipedia.org/wiki/Andr%C3%A1s_Schiff">András Schiff</a> (piano)</span></p>
<p><iframe loading="lazy" title="Mozart Fantasia in C minor K.475 András Schiff" width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/S7B3fiamJcE?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" allowfullscreen></iframe></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Mozart – Concertos para Piano e Orquestra: nº 20 em Ré Menor, K.466, e nº 21 em Dó Maior, K.467</title>
		<link>https://classicosdosclassicos.mus.br/obras/mozart-concertos-para-piano-e-orquestra-no-20-em-re-menor-k-466-e-no-21-em-do-maior-k-467/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Clássicos dos Clássicos]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 30 Aug 2021 00:42:44 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Os dois concertos para piano e orquestra de Mozart do início de 1785 podem ser considerados como um par: o primeiro, Concerto nº 20, caracterizado pela turbulência do tom menor, precede o outro, Concerto nº 21, que flutua na serenidade do tom maior. Mas a situação não é tão simples assim: &#8211; antes do Concerto [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Os dois concertos para piano e orquestra de <a href="https://classicosdosclassicos.mus.br/compositores/wolfgang-amadeus-mozart/">Mozart</a> do início de 1785 podem ser considerados como um par: o primeiro, <em>Concerto nº 20</em>, caracterizado pela turbulência do tom menor, precede o outro, <em>Concerto nº 21</em>, que flutua na serenidade do tom maior.</p>
<p>Mas a situação não é tão simples assim:</p>
<p>&#8211; antes do <em>Concerto em Ré Menor </em>mergulhar no júbilo do tom maior do final, o romance central vive uma crise de identidade;</p>
<p>&#8211; o movimento equivalente no <em>Concerto em Dó Maior</em> não é menos ambíguo: seu <em>Andante</em> começa com as cordas altas em surdina e as cordas graves em <em>pizzicato, </em>para subitamente mudar. A música fica em suspense até o piano quebrar o silêncio com um tema familiar, mas em uma tonalidade estranha;</p>
<p>O pianista <a href="http://leifoveandsnes.com/">Leif Ove Andsnes</a> comenta sobre os dois concertos para piano e orquestra de Mozart: “Aqui temos teatro, na verdade: há histórias estranhas e lágrimas de crocodilo. O universo emocional é sempre ambíguo. As coisas que nos contam são sempre diferentes.”</p>
<p>Mozart – <em>Concerto nº 20 em Ré Menor, K. 466</em> | Martha Argerich (piano), New Japan Philharmonic, com Christian Arming (regente)</p>
<p><iframe loading="lazy" title="Mozart: Piano Concerto No.20, in D minor,  K. 466 (Martha Argerich)" width="500" height="375" src="https://www.youtube.com/embed/J8mnhSoDwHc?start=185&#038;feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen></iframe></p>
<p>Mozart – <em>Concerto nº 21 em Dó Maior, K. 467 </em>| Maurizio Pollini (piano), Orchestra Filarmonica della Scala, com Riccardo Muti (regente)</p>
<p><iframe loading="lazy" title="Mozart: Piano concerto n. No. 21 in C major, K.467 Pollini-Muti" width="500" height="375" src="https://www.youtube.com/embed/i2uYb6bMKyI?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen></iframe></p>
<p>Saiba mais sobre os <em>Concertos nº 20</em> e <em>nº 21</em> de Mozart:</p>
<blockquote class="wp-embedded-content" data-secret="6SO1QsPRaw"><p><a href="https://classicosdosclassicos.mus.br/obras/mozart-concerto-no-20-para-piano-e-orquestra-em-re-menor-k-466/">Mozart &#8211; Concerto nº 20 para Piano e Orquestra em Ré Menor, K.466</a></p></blockquote>
<p><iframe class="wp-embedded-content" sandbox="allow-scripts" security="restricted" title="&#8220;Mozart &#8211; Concerto nº 20 para Piano e Orquestra em Ré Menor, K.466&#8221; &#8212; Clássicos dos Clássicos" src="https://classicosdosclassicos.mus.br/obras/mozart-concerto-no-20-para-piano-e-orquestra-em-re-menor-k-466/embed/#?secret=6SO1QsPRaw" data-secret="6SO1QsPRaw" width="500" height="282" frameborder="0" marginwidth="0" marginheight="0" scrolling="no"></iframe></p>
<blockquote class="wp-embedded-content" data-secret="tVPK2teMkv"><p><a href="https://classicosdosclassicos.mus.br/obras/mozart-concerto-no-21-para-piano-e-orquestra/">Mozart &#8211; Concerto nº 21 para Piano e Orquestra, K. 467</a></p></blockquote>
<p><iframe class="wp-embedded-content" sandbox="allow-scripts" security="restricted" title="&#8220;Mozart &#8211; Concerto nº 21 para Piano e Orquestra, K. 467&#8221; &#8212; Clássicos dos Clássicos" src="https://classicosdosclassicos.mus.br/obras/mozart-concerto-no-21-para-piano-e-orquestra/embed/#?secret=tVPK2teMkv" data-secret="tVPK2teMkv" width="500" height="282" frameborder="0" marginwidth="0" marginheight="0" scrolling="no"></iframe></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Mozart – Concerto para Piano e Orquestra nº 22 em Mi Bemol Maior, K.482</title>
		<link>https://classicosdosclassicos.mus.br/obras/mozart-concerto-para-piano-e-orquestra-no-22-em-mi-bemol-maior-k-482/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Clássicos dos Clássicos]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 30 Aug 2021 00:36:16 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>“Este concerto é fascinante em sua teia de vozes”, diz Leif Ove Andsnes sobre o Concerto para Piano e Orquestra nº 22 em Mi Bemol Maior, K 482, “não fica muito claro, no primeiro movimento, qual é a voz principal e qual é a secundária, com os sopros e as cordas formando esta teia – [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>“Este concerto é fascinante em sua teia de vozes”, diz <a href="http://leifoveandsnes.com/">Leif Ove Andsnes</a> sobre o <em>Concerto para Piano e Orquestra nº 22 em Mi Bemol Maior, K 482</em>, “não fica muito claro, no primeiro movimento, qual é a voz principal e qual é a secundária, com os sopros e as cordas formando esta teia – um exemplo de que a beleza em Mozart é raramente unidimensional”.</p>
<p>Andsnes continua: “O gosto de <a href="https://classicosdosclassicos.mus.br/compositores/wolfgang-amadeus-mozart/">Mozart</a> pelos sons escuros dos metais e das madeiras é manifesto desde o início. Após a fanfarra em uníssono, ouvimos as trompas entrelaçadas com os fagotes; depois da segunda, vem um par de clarinetas aveludadas. Com os demais instrumentos do quinteto de sopros, as clarinetas criam a magia da peça, às vezes fazendo o fundo para o piano, ou usando a clarineta como acompanhante no encantador tema com variações do segundo movimento”.</p>
<p><a href="https://classicosdosclassicos.mus.br/compositores/wolfgang-amadeus-mozart/">Mozart</a> – <em>Concerto para Piano e Orquestra nº 22 em Mi Bemol Maior, K.482</em> | David Fray (piano) e Orquestra Sinfônica do Estado de São Paulo, com Marin Alsop (regente)</p>
<p>1º Movimento – <em>Allegro</em>:</p>
<p><iframe loading="lazy" title="Mozart: Piano Concerto No.22 in E flat major, 1st mov - David Fray, Marin Alsop (Full HD 1080p)" width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/zgndHmURVyQ?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen></iframe></p>
<p>2º Movimento – <em>Andante</em>:</p>
<p><iframe loading="lazy" title="Mozart: Piano Concerto No.22 in E flat major, 2nd mov - David Fray, Marin Alsop (Full HD 1080p)" width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/cfsBB1u3NpY?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen></iframe></p>
<p>3º Movimento – Allegro:</p>
<p><iframe loading="lazy" title="Mozart: Piano Concerto No.22 in E flat major, 3rd mov - David Fray, Marin Alsop (Full HD 1080p)" width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/OkBW1qh4JXY?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen></iframe></p>
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		<title>Mozart – As Bodas de Fígaro, K. 492</title>
		<link>https://classicosdosclassicos.mus.br/obras/mozart-as-bodas-de-figaro-k-492/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Clássicos dos Clássicos]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 30 Aug 2021 00:31:09 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O ano de 1786 é também, e principalmente, o ano d’As Bodas de Fígaro. Mozart estava empolgado com a ópera, a primeira de três colaborações com o libretista Lorenzo da Ponte, que iria trazer fluidez, realismo e profundidade ao gênero. A intensidade da energia criativa gerada pelas Bodas de Fígaro iria transbordar nos concertos que [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O ano de 1786 é também, e principalmente, o ano d’<em>As Bodas de Fígaro.</em> Mozart estava empolgado com a ópera, a primeira de três colaborações com o libretista Lorenzo da Ponte, que iria trazer fluidez, realismo e profundidade ao gênero.</p>
<p>A intensidade da energia criativa gerada pelas <em>Bodas de Fígaro</em> iria transbordar nos concertos que Mozart escreveria em seguida. Cada um deles estava imbuído num diálogo mais fluido entre solista e orquestra. O primeiro, com o estilo rápido e mutável de uma conversa. O outro, escrito pouco depois, de clima mais sombrio e concentrado.</p>
<p><strong>A ópera</strong></p>
<p><em>As Bodas de Fígaro, </em>K 492, é uma <em>ópera buffa </em>(ópera cômica), considerada o apogeu do gênero.</p>
<p><a href="https://classicosdosclassicos.mus.br/compositores/johannes-brahms/">Brahms</a> não poupa elogios à obra: “Cada número do <em>Fígaro</em> é um milagre; está totalmente além da minha compreensão que alguém pudesse criar algo tão perfeito; nada assim foi feito novamente, nem mesmo por Beethoven”.</p>
<p>O libreto, de Lorenzo da Ponte, baseado na comédia homônima de Beaumarchais, conta a história de como os servos Fígaro e Susanna conseguem se casar, a despeito das tentativas de seu empregador, o Conde Almaviva, de invocar o antigo direito segundo o qual o senhor teria a primeira noite de sua serva quando esta se casasse.</p>
<p>O enredo é complexo e cheio de <em>quiproquós. </em>É difícil descrever o que se passa. Um resumo imperfeito: a condessa, Fígaro e sua noiva Susanna, usando de artimanhas, conseguem desmascarar as intenções do conde, que lhes pede perdão.</p>
<p>Uma de suas características mais importantes é a música escrita para conjuntos de solistas cantando ao mesmo tempo. O Final do 2º Ato é célebre por isto – no fim, há sete cantores interpretando, cada um, partes diferentes. Walter Legge, famoso produtor musical, comenta sobre este final:</p>
<p>“Musicalmente este é o mais magistral conjunto (<em>ensemble</em>), não somente desta ópera, mas em toda a obra de Mozart. Por cerca de vinte minutos, a música flui sem interrupções, respondendo a cada volta e turno da comédia, que se move complicada e rápida, iluminando, refletindo, comentando a ação e as emoções muito diferentes dos participantes. Passo a passo com a ação, a música intensifica as surpresas, acrescenta matizes às sutilezas e cobre a intriga, um tanto sórdida da peça, com um manto da mais encantadora música que, embora sempre fiel ao incidente, transmuta-o no mais puro ouro de beleza.”</p>
<p>Assista a ópera completa, registrada no DVD histórico de 1976, com Dietrich Fischer-Dieskau (Conde), Kiri te Kanawa (Condessa), Hermann Prey (Figaro) e Mirella Freni (Susanna), a Orquestra Filarmônica de Viena regida por Karl Böhm, e direção de cena de Jean Pierre Ponelle:</p>
<p><iframe loading="lazy" title="(full)Mozart: Le Nozze di Figaro(Karl Böhm, Agnes Baltsa, Janowitz, Popp, Prey, Weikl)" width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/oEH-6j2vUBg?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
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		<title>Mozart &#8211; Concerto nº 23 para Piano e Orquestra em Lá Maior, K. 488</title>
		<link>https://classicosdosclassicos.mus.br/obras/mozart-concerto-no-23-para-piano-e-orquestra-em-la-maior/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Clássicos dos Clássicos]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 06 Aug 2019 00:42:31 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Este concerto foi o segundo de três concertos para piano que Mozart escreveu para a Quaresma de 1786 (os outros dois são os nºs 21 e 22). Durante a Quaresma, as peças de teatro ficavam fechadas e Mozart apresentava então suas novas obras para o público vienense. Nessa época ele estava também terminando As Bodas [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Este concerto foi o segundo de três concertos para piano que <a href="https://classicosdosclassicos.mus.br/compositores/wolfgang-amadeus-mozart/">Mozart</a> escreveu para a Quaresma de 1786 (os outros dois são os nºs 21 e 22).</p>
<p>Durante a Quaresma, as peças de teatro ficavam fechadas e Mozart apresentava então suas novas obras para o público vienense. Nessa época ele estava também terminando <em>As Bodas de Fígaro</em>. A música deste concerto não tem, porém, afinidade nem com a ópera, nem com os dois concertos desta estação. Lembra, sim, duas obras que Mozart iria compor anos depois: o <em>Quinteto</em> e o <em>Concerto para clarineta</em>.</p>
<p>A semelhança entre essas obras e o presente concerto não se deve tanto à tonalidade comum de lá maior. Tampouco à orquestração do K. 488, que omite trompetes e tímpanos e usa clarinetas em vez dos oboés de praxe. Ela vem de um clima de introspecção partilhado e de um discurso musical comovente por sua reserva.</p>
<p>Esse é talvez o menos brilhante dos concertos para piano de <a href="https://classicosdosclassicos.mus.br/compositores/wolfgang-amadeus-mozart/">Mozart</a>, mas é certamente um dos mais bonitos.</p>
<p>O primeiro movimento com seu <em>chiaroscuro </em>de contrastes emocionais é a essência da doçura e da reticência mozartianas. Diz o musicólogo C. Girdlestone: &#8220;A luz do primeiro movimento é a de um dia de março, o mês em que foi composto, em que um pálido sol brilha sem convencer, entre pancadas de chuva&#8221;.</p>
<p>O ponto alto emocional dos concertos para piano de <a href="https://classicosdosclassicos.mus.br/compositores/wolfgang-amadeus-mozart/">Mozart</a> é quase sempre o segundo movimento. O <em>Adagio</em> do K. 488 é, no entanto, excepcional, mesmo entre os concertos de <a href="https://classicosdosclassicos.mus.br/compositores/wolfgang-amadeus-mozart/">Mozart</a>. A intensidade de seu sentimento prenuncia o Romantismo.</p>
<p>Ao longo de todo o movimento, Mozart, o pianista, se imagina um cantor de ópera. Perto do fim, ele escreve uma passagem de caráter especialmente operístico. As cordas tocam acordes simples, quebrados, parte <em>pizzicato</em>, parte<em> arco</em>, sobre os quais o piano apresenta uma melodia apaixonada.</p>
<p>Depois da reserva do primeiro movimento e da melancolia do segundo, Mozart nos dá um final alegre e encantador. O pianista está sempre ocupado, com música que por vezes se aproxima do moto perpétuo.</p>
<p>Mozart – <em>Concerto para piano e orquestra nº 23, em Lá Maior</em>, K. 488 | <a href="https://en.wikipedia.org/wiki/Radu_Lupu">Radu Lupu</a> (piano), Sandor Vegh (regente) e <a href="https://www.wienerphilharmoniker.at/">Orquestra Filarmônica de Viena</a></p>
<ul>
<li><em>Allegro</em></li>
</ul>
<p><iframe loading="lazy" title="Mozart Piano Concerto No23-1M (1/3) Sándor Végh Radu Lupu Vienna Philharmonic" width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/w9y5Zko7XIs?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen></iframe></p>
<ul>
<li><em>Larghetto</em></li>
</ul>
<p><iframe loading="lazy" title="Mozart Piano Concerto No23-2M (2/3) Sándor Végh Radu Lupu Vienna Philharmonic" width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/pNpTUlU38z8?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen></iframe></p>
<ul>
<li><em>Allegretto</em></li>
</ul>
<p><iframe loading="lazy" title="Mozart Piano Concerto No23-3M (3/3) Sándor Végh Radu Lupu Vienna Philharmonic" width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/qvT220m-pkg?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen></iframe></p>
<p>The post <a rel="nofollow" href="https://classicosdosclassicos.mus.br/obras/mozart-concerto-no-23-para-piano-e-orquestra-em-la-maior/">Mozart &#8211; Concerto nº 23 para Piano e Orquestra em Lá Maior, K. 488</a> appeared first on <a rel="nofollow" href="https://classicosdosclassicos.mus.br">Clássicos dos Clássicos</a>.</p>
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