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	<title>Prokofiev - Clássicos dos Clássicos</title>
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	<description>Por Carlos Siffert</description>
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		<title>Prokofiev – Sonatas da Guerra</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Clássicos dos Clássicos]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 29 Jul 2024 19:05:01 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>&#8220;Em 1939, Prokofiev começou a escrever três sonatas para piano, a Sexta, a Sétima e a Oitava, trabalhando seus dez movimentos simultaneamente”, conta Mira Mendelson-Prokofieva, segunda esposa do compositor. Essas obras são conhecidas como “Sonatas da Guerra” e foram compostas na Rússia entre1939 e 1944, durante a Segunda Guerra Mundial (embora na Rússia elas não [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>&#8220;Em 1939, <a href="https://classicosdosclassicos.mus.br/compositores/sergei-prokofiev/">Prokofiev</a> começou a escrever três sonatas para piano, a Sexta, a Sétima e a Oitava, trabalhando seus dez movimentos simultaneamente”, conta Mira Mendelson-Prokofieva, segunda esposa do compositor.</p>
<p>Essas obras são conhecidas como “Sonatas da Guerra” e foram compostas na Rússia entre1939 e 1944, durante a Segunda Guerra Mundial (embora na Rússia elas não sejam conhecidas assim). Suas características musicais e as circunstâncias da composição dessas sonatas caracterizam-nas como um grupo.</p>
<p>As três sonatas estão entre as mais significativas peças para piano do século 20.</p>
<p><strong>Sonata nº. 6 em Lá Maior, Op. 82</strong></p>
<p>A Sexta Sonata foi o primeiro dos três trabalhos mais importantes no gênero realizados por<br />
Prokofiev. A obra foi escrita durante o período mais significativo da produção do compositor,<br />
quando seu estilo atingiu o auge da maturidade, e reflete a antecipação nervosa da Segunda<br />
Guerra Mundial.</p>
<p><em>Sonata nº. 6 em Lá Maior, Op. 82 | Yuja Wang (piano)</em></p>
<p><iframe loading="lazy" title="Yuja Wang plays Prokofiev : Piano Sonata No. 6, Opus 82 [HD]" width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/p9GzBjB-YpA?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
<p><strong>Sonata nº. 7 em Si Bemol Maior, Op. 83</strong></p>
<p>Prokofiev começou a compor sua Sonata nº. 7 em 1939, terminando-a em 1942. A obra projeta a angústia e a luta dos anos de guerra, experimentados em tempo real. Este é um dos trabalhos de maior sucesso do compositor, distinguindo-se por sua estrutura compacta e pelo desenvolvimento cuidadoso e complexo do material temático.</p>
<p><em>Sonata nº. 7 em Si Bemol Maior, Op. 83 | Boris Giltburg (piano)</em></p>
<p><iframe loading="lazy" title="Boris Giltburg performs Prokofiev Sonata No. 7, Op. 83 (Bozar, 2016)" width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/MbcNuw4rfTE?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Sonata nº. 8 em Si Bemol Maior, Op. 84</strong><br />
Escrita entre 1939 e 1944 – embora parte de seu material tenha sido composto anteriormente – quando Prokofiev terminou sua Oitava Sonata, o resultado da Segunda Guerra Mundial estava claro. Isto pode explicar tanto a coda vitoriosa do final da obra quanto o clima reflexivo de seu primeiro movimento, que rememora os terríveis acontecimentos do período.</p>
<p><em>Sonata nº. 8 em Si Bemol Maior, Op. 84 | Evgeny Kissin (piano)</em></p>
<p><iframe loading="lazy" title="Evgeny Kissin - Prokofiev - Piano Sonata No 8 in B flat major, Op 84" width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/usTKWIFVQHI?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Ouça também as três “Sonatas da Guerra” interpretadas pelo pianista <a href="https://en.wikipedia.org/wiki/Sviatoslav_Richter">Sviatoslav Richter</a>:</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Nº. 6</span></p>
<p><iframe loading="lazy" title="Prokofiev - Piano sonata n°6 - Richter Prague 1956" width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/h--n70brr80?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="font-weight: 400;">Nº. 7</span></p>
<p><iframe loading="lazy" title="Sviatoslav Richter - Prokofiev - Piano Sonata No. 7 in B flat major, Op. 83" width="500" height="375" src="https://www.youtube.com/embed/zptvLiMBn7E?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="font-weight: 400;">Nº. 8</span></p>
<p><iframe loading="lazy" title="Prokofiev - Piano sonata n°8 - Richter studio" width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/BzODV6moOE4?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="font-weight: 400;">Saiba mais sobre a </span><i><span style="font-weight: 400;">Sonata nº. 7</span></i><span style="font-weight: 400;"> de Prokofiev:</span></p>
<blockquote class="wp-embedded-content" data-secret="n0BWa7Pcaz"><p><a href="https://classicosdosclassicos.mus.br/obras/prokofiev-sonata-para-piano-no-7-op-83/">Prokofiev – Sonata para Piano nº 7, Op.83 &#8211; &#8220;Stalingrado&#8221;</a></p></blockquote>
<p><iframe class="wp-embedded-content" sandbox="allow-scripts" security="restricted" title="&#8220;Prokofiev – Sonata para Piano nº 7, Op.83 &#8211; &#8220;Stalingrado&#8221;&#8221; &#8212; Clássicos dos Clássicos" src="https://classicosdosclassicos.mus.br/obras/prokofiev-sonata-para-piano-no-7-op-83/embed/#?secret=Pw0XdV55PB#?secret=n0BWa7Pcaz" data-secret="n0BWa7Pcaz" width="500" height="282" frameborder="0" marginwidth="0" marginheight="0" scrolling="no"></iframe></p>
<p>&nbsp;</p>
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		<item>
		<title>Prokofiev – Sonata nº 2 para Violino e Piano, Op. 94bis</title>
		<link>https://classicosdosclassicos.mus.br/obras/prokofiev-sonata-no-2-para-violino-e-piano-op-94bis/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Clássicos dos Clássicos]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 08 Nov 2021 18:19:47 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A Sonata nº 2 em Ré maior de Prokofiev é em geral alegre e despreocupada, embora com nuvens passageiras que vêm do mundo sombrio de sua primeira sonata. Na verdade, originalmente a obra era uma sonata para flauta e piano terminada em 1943. Por sugestão do grande violinista russo David Oistrakh e com sua assistência, Prokofiev a transcreveu para [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;">A </span><i><span style="font-weight: 400;">Sonata nº 2</span></i><span style="font-weight: 400;"> em Ré maior de </span><a href="https://classicosdosclassicos.mus.br/compositores/sergei-prokofiev/"><span style="font-weight: 400;">Prokofiev</span></a><span style="font-weight: 400;"> é em geral alegre e despreocupada, embora com nuvens passageiras que vêm do mundo sombrio de sua primeira sonata.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Na verdade, originalmente a obra era uma sonata para flauta e piano terminada em 1943. Por sugestão do grande violinista russo David Oistrakh e com sua assistência, Prokofiev a transcreveu para piano para criar a </span><i><span style="font-weight: 400;">Sonata nº 2 para Violino e Piano</span></i><span style="font-weight: 400;">, Op. 94bis.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O movimento de abertura lembra o estilo neoclássico da </span><i><span style="font-weight: 400;">Sonata para Piano nº 5</span></i><span style="font-weight: 400;">, de 1923 (que, por seu turno, parece ter inspirado a </span><i><span style="font-weight: 400;">Sonata para Flauta</span></i><span style="font-weight: 400;"> de Poulenc, de 1956/7).</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O segundo movimento, </span><i><span style="font-weight: 400;">Scherzo</span></i><span style="font-weight: 400;">, começa leve e caprichoso, mas a parte do piano cria um tom sarcástico. O movimento chega a um final abrupto.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Há outros </span><span style="font-weight: 400;">sinais de inquietude </span><span style="font-weight: 400;">no terceiro movimento, </span><span style="font-weight: 400;">que tem algum material temático comum com o terceiro movimento </span><span style="font-weight: 400;">da </span><i><span style="font-weight: 400;">Sonata nº 1</span></i><span style="font-weight: 400;">, </span><span style="font-weight: 400;">então ainda inacabada</span><span style="font-weight: 400;">. Tem também uma surpreendente passagem ruminante que faz referências ao </span><i><span style="font-weight: 400;">jazz blues. </span></i><span style="font-weight: 400;">Prokofiev era um admirador de jazz.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Mas a sonata acaba com </span><span style="font-weight: 400;">um tom positivo, que inclui uma das mais doces melodias de Prokofiev</span><span style="font-weight: 400;"> (Poulenc iria novamente relembrá-lo em sua </span><i><span style="font-weight: 400;">Sonata para Oboé</span></i><span style="font-weight: 400;">, dedicada à memória de </span><a href="https://classicosdosclassicos.mus.br/compositores/sergei-prokofiev/"><span style="font-weight: 400;">Prokofiev</span></a><span style="font-weight: 400;">)</span><span style="font-weight: 400;">.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Prokofiev – </span><i><span style="font-weight: 400;">Sonata nº 2 para Violino e Piano</span></i><span style="font-weight: 400;">, Op. 94bis | Gidon Kremer (violin) e Martha Argerich (piano)</span><span style="font-weight: 400;"> </span></p>
<p><iframe loading="lazy" title="Prokofiev　Violin Sonata No.2 in D Major op.94 bis　Gidon Kremer/Martha Argerich" width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/wOgAeGMxoz8?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen></iframe></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Prokofiev – Concerto nº 3 para Piano e Orquestra, Op. 26</title>
		<link>https://classicosdosclassicos.mus.br/obras/prokofiev-concerto-no-3-para-piano-e-orquestra-op-26/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Clássicos dos Clássicos]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 18 Oct 2021 17:24:43 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Prokofiev escreveu cinco concertos para piano, mas apenas um deles é executado com maior frequência, o terceiro, que estreou em Chicago, em dezembro de 1921, com o compositor ao piano. O Concerto nº 3 é conhecido pela dificuldade, pela dexteridade e pela energia que requer do intérprete. Está, assim, no topo da lista dos concertos [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><a href="https://classicosdosclassicos.mus.br/compositores/sergei-prokofiev/">Prokofiev</a> escreveu cinco concertos para piano, mas apenas um deles é executado com maior frequência, o terceiro, que estreou em Chicago, em dezembro de 1921, com o compositor ao piano.</p>
<p>O Concerto nº 3 é conhecido pela dificuldade, pela dexteridade e pela energia que requer do intérprete. Está, assim, no topo da lista dos concertos ultra virtuosísticos, sendo muito usado em concursos de piano. Não é, porém, uma peça de show off (exibicionista), mas sim uma obra de expressão apaixonada e de rompantes de espontaneidade.</p>
<p>São três os seus movimentos:</p>
<p>O primeiro, Andante Allegro, começa devagar, com um tema evocativo, misterioso nas clarinetas, mas que logo é substituído pelas cordas, rápidas e enérgicas, que abrem o caminho para o piano. As passagens em staccato do piano são muito exigentes. Um interlúdio para o oboé com castanholas leva ao desenvolvimento da melodia de abertura e depois a mais “fogos de artifício” para o solista e a orquestra.</p>
<p>O segundo movimento é um tema com variações que se alternam entre lentas e poéticas, e brilhantes e dinâmicas.</p>
<p>O terceiro movimento, Allegro ma non tropo, volta ao estilo brilhante do primeiro, unindo suaves melodias com passagens de grande energia rítmica e percussiva.</p>
<p>Prokofiev – Concerto nº 3 para Piano e Orquestra, Op. 26 | <a href="https://classicosdosclassicos.mus.br/martha-argerich/">Martha Argerich</a> (piano) e <a href="https://lso.co.uk/">London Symphony Orchestra</a>, sob a regência de André Previn.</p>
<p><iframe loading="lazy" title="Martha Argerich - Prokofiev - Piano Concerto No 3 - Previn" width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/FgnE25-kvyk?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen></iframe></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Prokofiev – Cantata Alexander Nevsky, Op. 78</title>
		<link>https://classicosdosclassicos.mus.br/obras/prokofiev-cantata-alexander-nevsky-op-78/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Clássicos dos Clássicos]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 25 May 2020 13:28:10 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Em 1939, ano seguinte ao lançamento do filme Alexander Nevsky, Sergei Prokofiev escreveu uma cantata baseada em sua trilha. O compositor adaptou a partitura original para execuções ao vivo, porém sem as repetições usadas no filme. Escrita em sete seções para grande orquestra, coro e mezzo soprano, a emblemática composição acabou se tornando uma das [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Em 1939, ano seguinte ao lançamento do filme <em>Alexander Nevsky</em>, <a href="https://classicosdosclassicos.mus.br/compositores/sergei-prokofiev/">Sergei Prokofiev</a> escreveu uma cantata baseada em sua trilha. O compositor adaptou a partitura original para execuções ao vivo, porém sem as repetições usadas no filme.</p>
<p>Escrita em sete seções para grande orquestra, coro e mezzo soprano, a emblemática composição acabou se tornando uma das principais obras corais-sinfônicas do século 20.</p>
<p>Muito descritiva, a sonoridade da orquestra traduz toda a crueza e a violência dos campos de batalha.</p>
<p>Já o coro, cuja participação <em>é maior na cantata do que na trilha do filme,</em> representa tanto o povo russo (quando a letra é cantada em russo), como as Cruzadas e os guerreiros teutônicos (quando a letra é cantada em latim).</p>
<p>A parte da solista é um lamento pela morte dos guerreiros russos.</p>
<p>Vamos ouvir uma seleção de movimentos da Cantata:</p>
<ol>
<li>Rússia sob o domínio mongol</li>
</ol>
<p>O movimento de abertura começa lento, evocando uma cena de destruição após a invasão da Rússia pelos mongóis (antes da invasão teutônica).</p>
<ol start="2">
<li>Canção sobre Alexander Nevsky</li>
</ol>
<p>O coro exorta o jovem príncipe a reunir seu exército novamente para expulsar os cavaleiros teutônicos.</p>
<ol start="5">
<li>Batalha no gelo</li>
</ol>
<p>A orquestra evoca a violência da grande batalha contra os invasores até o seu clímax, quando o gelo quebra e o exército teutônico se afoga na água.</p>
<ol start="6">
<li>Campo dos mortos</li>
</ol>
<p>Nessa parte, a solista entoa um profundo lamento pelos heróis russos mortos em batalha.</p>
<ol start="7">
<li>Entrada de Alexander em Pskov</li>
</ol>
<p>O coro canta a vitória de Alexander e seu retorno triunfante à cidade de Pskov.</p>
<p>Prokofiev – <em>Cantata Alexandre Nevsky</em>, Op. 78 | <a href="https://lso.co.uk/orchestra/london-symphony-chorus.html">London Symphony Orchestra &amp; Chorus</a>; Claudio Abbado (regente), Yelena Obraztsova (mezzo soprano).</p>
<p><iframe loading="lazy" src="https://open.spotify.com/embed/playlist/41RshMioHVzz8M27Mf57tM" width="300" height="380" frameborder="0"></iframe></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Prokofiev – Visões Fugitivas</title>
		<link>https://classicosdosclassicos.mus.br/obras/prokofiev-visoes-fugitivas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Clássicos dos Clássicos]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 19 Apr 2020 23:52:22 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Prokofiev compôs as Visões Fugitivas entre 1915 e 1917. O título da obra é proveniente de um poema russo. São 20 peças bem curtas para piano. Sua gama de moods e as sutis gradações de cor fazem delas talvez seu trabalho mais importante para piano antes das três Sonatas de Guerra. Vamos ouvir cinco das [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><a href="https://classicosdosclassicos.mus.br/compositores/sergei-prokofiev/">Prokofiev</a> compôs as <em>Visões Fugitivas</em> entre 1915 e 1917. O título da obra é proveniente de um poema russo.</p>
<p>São 20 peças bem curtas para piano. Sua gama de <em>moods </em>e as sutis gradações de cor fazem delas talvez seu trabalho mais importante para piano antes das três <em>Sonatas de Guerra. </em></p>
<p>Vamos ouvir cinco das <em>Visões Fugitivas </em>na interpretação de <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Arthur_Rubinstein">Artur Rubinstein</a>:</p>
<ul>
<li><em> </em><em>Allegretto</em> (nº 11)</li>
<li><em>Con eleganza </em>(nº 13)</li>
<li><em>Assai moderato</em> (nº 12)</li>
<li><em>Ridicolosamente </em>(nº 15)</li>
<li><em>Allegretto tranquilo </em>(nº 9)</li>
</ul>
<p><iframe loading="lazy" src="https://open.spotify.com/embed/playlist/2NO4Aago2dDAyedMDXcy0v" width="300" height="380" frameborder="0"></iframe></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Prokofiev – Sonata para Piano nº 7, Op.83 &#8211; &#8220;Stalingrado&#8221;</title>
		<link>https://classicosdosclassicos.mus.br/obras/prokofiev-sonata-para-piano-no-7-op-83/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Clássicos dos Clássicos]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 19 Apr 2020 23:49:58 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A Sonata para Piano nº 7, Op. 83 &#8211; &#8220;Stalingrado&#8221; é uma das chamadas “Sonatas de Guerra” de Prokofiev, juntamente com as de número 6 e 8. Foi estreada pelo pianista Sviatoslav Richter em janeiro de 1943. O próprio Richter comenta: “Com esta obra nós somos brutalmente lançados na atmosfera ameaçadora de um mundo que perdeu [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A <em>Sonata para Piano nº 7, Op. 83 &#8211; &#8220;Stalingrado&#8221;</em> é uma das chamadas “Sonatas de Guerra” de <a href="https://classicosdosclassicos.mus.br/compositores/sergei-prokofiev/">Prokofiev</a>, juntamente com as de número 6 e 8. Foi estreada pelo pianista <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Sviatoslav_Richter">Sviatoslav Richter</a> em janeiro de 1943. O próprio Richter comenta:</p>
<p>“Com esta obra nós somos brutalmente lançados na atmosfera ameaçadora de um mundo que perdeu seu equilíbrio. Caos e incerteza predominam. Vemos forças assassinas à solta. Mas isto não quer dizer que o que vivemos antes cesse de existir. Continuamos a sentir e a amar. Agora toda a gama de emoções humanas explode. Na tremenda luta que isso envolve, encontramos a energia para afirmar a irresistível força da vida.”</p>
<p>A popularidade da <em>Sonata nº 7</em> continua até os dias de hoje. As explosões bárbaras no <em>Allegro inquieto</em>, do primeiro movimento<em>, </em>colocam a música no século XX.</p>
<p>Já o <em>Andante caloroso</em>, um <em>cantabile </em>romântico, do segundo movimento, parece um retorno ao tempo de Rachmaninov.</p>
<p>O terceiro movimento, <em>Precipitato</em>, é uma prova de fogo para o intérprete. Aqui, as características de seu estilo são muito diferentes e bem definidas: contornos nítidos, dissonâncias ásperas e violenta energia rítmica. O piano é tratado como um instrumento de percussão, visando à agressividade de seu timbre.</p>
<p>Prokofiev – <em>Sonata para Piano nº 7, Op.83 &#8211; &#8220;Stalingrado&#8221;</em> | <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Sviatoslav_Richter">Sviatoslav Richter</a> (piano): gravação histórica de 1958.</p>
<p><iframe loading="lazy" src="https://open.spotify.com/embed/playlist/21tvTA2URzcsZvGolm18EF" width="300" height="380" frameborder="0"></iframe></p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Prokofiev – Sinfonia nº 5</title>
		<link>https://classicosdosclassicos.mus.br/obras/prokofiev-sinfonia-no-5/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Clássicos dos Clássicos]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 19 Apr 2020 23:44:33 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A Sinfonia nº 5 foi composta por Prokofiev no verão de 1944, pouco depois da invasão das tropas aliadas às praias da Normandia e dos avanços dos exércitos russos em direção a Berlim. A obra começa em um tom francamente otimista. Seu clímax, ritmado e áspero, é o de uma crise vencida. O segundo movimento, [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A <em>Sinfonia nº 5</em> foi composta por <a href="https://classicosdosclassicos.mus.br/compositores/sergei-prokofiev/">Prokofiev</a> no verão de 1944, pouco depois da invasão das tropas aliadas às praias da Normandia e dos avanços dos exércitos russos em direção a Berlim.</p>
<p>A obra começa em um tom francamente otimista. Seu clímax, ritmado e áspero, é o de uma crise vencida.</p>
<p>O segundo movimento, um <em>Scherzo</em> nervoso, contrasta com o doloroso terceiro movimento.</p>
<p>Já a vitória do movimento final seria uma vitória pessoal ou pública?</p>
<p>Será esta, como escreveu <a href="https://classicosdosclassicos.mus.br/compositores/sergei-prokofiev/">Prokofiev</a>, “uma sinfonia da grandeza do espírito humano, uma canção de louvor da humanidade livre e feliz”? Ou será, desmentindo o pronunciamento oficial, a luta do indivíduo no confinamento cultural de Stalin?</p>
<p>Há várias interpretações possíveis, mas nenhuma delas é definitiva.</p>
<p>Prokofiev – Sinfonia nº 5 | Orquestra do Teatro Mariinsky regida por<a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Valery_Gergiev"> Valery Gergiev</a>.</p>
<p><iframe loading="lazy" title="Prokofiev - Symphony No 5 - Gergiev" width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/EaiXIdncA7M?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen></iframe></p>
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		<title>Prokofiev – Sinfonia nº 1: “Clássica”</title>
		<link>https://classicosdosclassicos.mus.br/obras/prokofiev-sinfonia-no-1-classica/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Clássicos dos Clássicos]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 19 Apr 2020 23:41:00 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Aos 25 anos, Prokofiev resolveu escrever “uma sinfonia como Mozart ou Haydn poderiam ter escrito&#8230; se fossem contemporâneos”. Ele a batizou de “Sinfonia Clássica”, nome que faz referência à sua simplicidade e ao desejo de que a obra se tornasse um clássico. A sinfonia é toda escrita em pequena escala – cada movimento é breve [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Aos 25 anos, <a href="https://classicosdosclassicos.mus.br/compositores/sergei-prokofiev/">Prokofiev</a> resolveu escrever “uma sinfonia como <a href="https://classicosdosclassicos.mus.br/compositores/wolfgang-amadeus-mozart/">Mozart</a> ou <a href="https://classicosdosclassicos.mus.br/compositores/joseph-haydn/">Haydn</a> poderiam ter escrito&#8230; se fossem contemporâneos”. Ele a batizou de “Sinfonia Clássica”, nome que faz referência à sua simplicidade e ao desejo de que a obra se tornasse um clássico.</p>
<p>A sinfonia é toda escrita em pequena escala – cada movimento é breve e vai direto ao ponto.</p>
<p>O primeiro movimento começa com uma introdução de apenas dois compassos, com a apresentação imediata de dois temas contrastantes. Seguindo a tradição, ele lança um “foguete de Mannheim”, uma linha melódica ascendente que sobe rapidamente, um dos efeitos da chamada Escola de Mannheim.</p>
<p>O segundo movimento apresenta uma longa melodia lírica. A colocação da melodia em um registro alto traz um toque de humor.</p>
<p>O terceiro movimento apresenta a forma burlesca de um minueto de corte.</p>
<p>O final é exuberante e continua com a paródia bem-humorada, explorando modulações pouco usuais e retornos peculiares, antes do final impetuoso.</p>
<p>Prokofiev – <em>Sinfonia nº 1</em> – <em>“Clássica”</em> | Orquestra de Câmara da Europa regida por<a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Claudio_Abbado"> Claudio Abbado</a></p>
<p><iframe loading="lazy" src="https://open.spotify.com/embed/playlist/1LY0g7k1123JOHTpiXuT2C" width="300" height="380" frameborder="0"></iframe></p>
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		<title>Prokofiev – Romeu e Julieta</title>
		<link>https://classicosdosclassicos.mus.br/obras/prokofiev-romeu-e-julieta/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Clássicos dos Clássicos]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 19 Apr 2020 23:35:09 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O balé Romeu e Julieta, em sua forma original, foi concluído por Prokofiev em 1935. Suítes da música foram apresentadas em Moscou e nos Estados Unidos, porém, o balé completo só foi estreado em 1938, em Brno (hoje na República Tcheca). A Dança dos Cavaleiros faz parte da cena do baile do Primeiro Ato do [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O balé<em> Romeu e Julieta</em>, em sua forma original, foi concluído por <a href="https://classicosdosclassicos.mus.br/compositores/sergei-prokofiev/">Prokofiev</a> em 1935. Suítes da música foram apresentadas em Moscou e nos Estados Unidos, porém, o balé completo só foi estreado em 1938, em Brno (hoje na República Tcheca).</p>
<p>A <em>Dança dos Cavaleiros</em> faz parte da cena do baile do Primeiro Ato do balé<em>. </em>Nela, encontramos os Capuletos e os Montecchios, duas famílias rivais de Verona.</p>
<p>A intenção dessa dança sombria e grandiosa é mostrar o caráter da família Capuleto<em>. </em>Seus temas serão associados a Tybalt, jovem de temperamento violento, e, posteriormente, à família Capuleto como um todo. O episódio central, tranquilo e lírico, mostra Julieta relutantemente dançando com Paris<em>, </em>um pretendente que lhe fora arranjado.</p>
<p>A orquestração da <em>Dança dos Cavaleiros </em>é rica e variada<em>. </em>O vídeo destaca com clareza as cordas tocando em uníssono contra um baixo pesado; os poderosos metais conduzidos por trompas, depois trombones, trompetes e tuba<em>; </em>na percussão, tambores e mais adiante um pandeiro. No episódio central as madeiras têm destaque<em>: </em>clarinetas, piccolo, flautas, oboés, fagotes e o longo contrafagote<em>.</em></p>
<p><em> </em>Prokofiev – <em>Romeu e Julieta</em>: <em>Dança dos Cavaleiros </em>| Valery Gergiev dirige a <a href="https://lso.co.uk/">London Symphony Orchestra</a>.</p>
<p><iframe loading="lazy" title="Prokofiev: Romeo and Juliet, No 13 Dance of the Knights (Valery Gergiev, LSO)" width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/Z_hOR50u7ek?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen></iframe></p>
<p>Aqui, assistimos à <em>Dança dos Cavaleiros</em> na montagem pelo Royal Ballet, da <a href="https://www.roh.org.uk/">Royal Opera House</a>:</p>
<p><iframe loading="lazy" title="Romeo and Juliet – Dance of the Knights (The Royal Ballet)" width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/SyDo3h1Tu7c?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen></iframe></p>
<p>The post <a rel="nofollow" href="https://classicosdosclassicos.mus.br/obras/prokofiev-romeu-e-julieta/">Prokofiev – Romeu e Julieta</a> appeared first on <a rel="nofollow" href="https://classicosdosclassicos.mus.br">Clássicos dos Clássicos</a>.</p>
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		<title>Prokofiev – Concerto nº 3 para Piano e Orquestra</title>
		<link>https://classicosdosclassicos.mus.br/obras/prokofiev-concerto-no-3-para-piano-e-orquestra/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Clássicos dos Clássicos]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 19 Apr 2020 23:28:55 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Entre os cinco concertos para piano de Prokofiev, o mais popular é o &#8216;Concerto nº 3&#8217;. Trata-se, na verdade, de um dos concertos mais queridos de todo o século XX. Conhecida por suas exigências em habilidade e energia, a obra ocupa o topo da lista de peças ultra virtuosísticas. Não é, porém, apenas um concerto [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Entre os cinco concertos para piano de <a href="https://classicosdosclassicos.mus.br/compositores/sergei-prokofiev/">Prokofiev</a>, o mais popular é o <em>&#8216;Concerto nº 3&#8217;</em>. Trata-se, na verdade, de um dos concertos mais queridos de todo o século XX.</p>
<p>Conhecida por suas exigências em habilidade e energia, a obra ocupa o topo da lista de peças ultra virtuosísticas.</p>
<p>Não é, porém, apenas um concerto de <em>show-off </em>(demonstração); é um trabalho de intensa paixão, com arroubos de espontaneidade.</p>
<p>Prokofiev – Concerto nº 3 para Piano e Orquestra | Martha Argerich (piano) e Filarmônica de Berlim, regida por <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Claudio_Abbado">Claudio Abbado</a>.</p>
<p><iframe loading="lazy" src="https://open.spotify.com/embed/playlist/6SFKK2oV4YWRKypoEOGb2b" width="300" height="380" frameborder="0"></iframe></p>
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