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	<title>O Universo Musical de Proust - Clássicos dos Clássicos</title>
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	<description>Por Carlos Siffert</description>
	<lastBuildDate>Fri, 15 Aug 2025 13:06:53 +0000</lastBuildDate>
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	<item>
		<title>Proust e Wagner</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Clássicos dos Clássicos]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 17 Jan 2022 19:13:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[O Universo Musical de Proust]]></category>
		<category><![CDATA[Wagner]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>“A obra de Proust tem uma afinidade com a de Wagner. Ambos produziram obras gigantescas e interligadas. A tetralogia de Wagner poderia ser considerada um modelo para Em busca do tempo perdido, assim como a Comédia Humana, de Balzac.” (Eero Tarasti – A Theory of Musical Semiotics) O próprio Proust se refere a isto no [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>“A obra de <a href="https://classicosdosclassicos.mus.br/o-universo-musical-de-proust/">Proust</a> tem uma afinidade com a de <a href="https://classicosdosclassicos.mus.br/compositores/richard-wagner/">Wagner</a>. Ambos produziram obras gigantescas e interligadas. A tetralogia de <a href="https://classicosdosclassicos.mus.br/compositores/richard-wagner/">Wagner</a> poderia ser considerada um modelo para <em>Em busca do tempo perdido, </em>assim como a <em>Comédia Humana, </em>de Balzac.”</p>
<p>(Eero Tarasti – <em>A Theory of Musical Semiotics</em>)</p>
<p>O próprio Proust se refere a isto no volume <em>A Prisioneira, </em>em que fala das técnicas de composição de Wagner:</p>
<p>“Wagner, tendo escrito uma obra mitológica, depois uma segunda, depois mais, percebeu que tinha composto o <a href="https://classicosdosclassicos.mus.br/classicos-indica-tetralogia-completa-de-o-anel-do-nibelungo-de-wagner-online-pela-opera-north/"><em>Ciclo do Anel</em> (do Nibelungo)</a>. Deve ter sentido a mesma intoxicação que Balzac quando este percebeu repentinamente que suas obras seriam ainda mais belas se reunidas em um ciclo de romances interligados.”</p>
<p>Proust cita <em>Liebestod </em>(Amor Morte), da ópera <em>Tristão e Isolda, </em>ao descrever a morte da avó no romance:</p>
<p>“Não sei se Wagner jamais assistiu a uma morte como esta. Sem isto, como fez entrar em sua música os ritmos da natureza e da vida, do refluxo do mar ao martelar do sapateiro, aos golpes do ferreiro, ao canto do pássaro. Penso que este é o ritmo que ele desmaterializou e fez entrar em sua música, através da qual o reconhecemos ainda nos inexauríveis recomeços na morte de Isolda.” (tradução livre: há várias versões de Proust neste texto).</p>
<p>Wagner [Transcrição de Franz Liszt] – <em>Liebestod</em> | <a href="https://en.wikipedia.org/wiki/Nikolai_Lugansky">Nikolai Lugansky</a> (piano)</p>
<p><iframe loading="lazy" title="Lugansky - Wagner-Liszt, Liebestod from Tristan und Isolde" width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/kfFBoy58FUo?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen></iframe></p>
<p>Saiba mais sobre a peça e ouça a versão orquestral aqui:</p>
<blockquote class="wp-embedded-content" data-secret="Hr9jwBkVye"><p><a href="https://classicosdosclassicos.mus.br/obras/wagner-tristao-e-isolda-liebestod/">Wagner – Tristão e Isolda: “Liebestod”</a></p></blockquote>
<p><iframe class="wp-embedded-content" sandbox="allow-scripts" security="restricted" title="&#8220;Wagner – Tristão e Isolda: “Liebestod”&#8221; &#8212; Clássicos dos Clássicos" src="https://classicosdosclassicos.mus.br/obras/wagner-tristao-e-isolda-liebestod/embed/#?secret=Hr9jwBkVye" data-secret="Hr9jwBkVye" width="500" height="282" frameborder="0" marginwidth="0" marginheight="0" scrolling="no"></iframe></p>
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		<title>Proust e Schumann</title>
		<link>https://classicosdosclassicos.mus.br/proust-e-schumann/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Clássicos dos Clássicos]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 17 Jan 2022 19:09:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[O Universo Musical de Proust]]></category>
		<category><![CDATA[Schumann]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O livro Os Prazeres e os Dias, escrito por Proust na juventude, também inclui um poema sobre Schumann; mas, diferentemente do poema de Chopin, Proust gostava da música intensa e apaixonada do compositor alemão. Talvez seu elogio (muito exagerado) a seu amigo Reynaldo Hahn nos diga mais sobre o compositor: “Nunca, desde Schumann, tenha havido [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O livro <em>Os Prazeres e os Dias</em>, escrito por <a href="https://classicosdosclassicos.mus.br/o-universo-musical-de-proust/">Proust</a> na juventude, também inclui um poema sobre <a href="https://classicosdosclassicos.mus.br/compositores/robert-schumann/">Schumann</a>; mas, diferentemente do poema de <a href="https://classicosdosclassicos.mus.br/compositores/frederic-chopin/">Chopin</a>, <a href="https://classicosdosclassicos.mus.br/o-universo-musical-de-proust/">Proust</a> gostava da música intensa e apaixonada do compositor alemão.</p>
<p>Talvez seu elogio (muito exagerado) a seu amigo Reynaldo Hahn nos diga mais sobre o compositor:</p>
<p>“Nunca, desde <a href="https://classicosdosclassicos.mus.br/compositores/robert-schumann/">Schumann</a>, tenha havido uma música que retrate tristeza, ternura e encanto diante da natureza com tanta humanidade genuína e absoluta beleza. Cada nota é uma palavra – ou um grito!”</p>
<p>No recital apresentado no Ritz, <a href="https://classicosdosclassicos.mus.br/o-universo-musical-de-proust/">Proust</a> tinha pensado em incluir o <em>Carnaval de Viena </em>de Schumann no programa, mas por razões de tempo incluiu apenas a bela <em>Des Abends </em>(Ao Entardecer), das peças do Opus 12.</p>
<p>Vamos “recolocar” o <em>Carnaval de Viena, Op. 26</em>.</p>
<p>Schumann foi a Viena em 1838. Este foi um período fértil para ele. Durante sua visita, ele compôs várias obras para piano, incluindo o <em>Faschingsschwank aus Wien</em><em>, cuja tradução literal é “Gesto de Carnaval de Viena”. A peça é um tributo à celebração do carnaval e inclui música, drama, mímica, bailes de máscaras e dança.</em></p>
<p><em> </em>Schumann – <em>Carnaval de Viena</em>, Op. 26 <strong>| </strong><a href="https://en.wikipedia.org/wiki/Murray_Perahia">Murray Perahia</a> (piano)</p>
<p><iframe loading="lazy" title="Murray Perahia - Schumann - Faschingsschwank aus Wien, Op 26" width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/fJCpWMs32Nw?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen></iframe></p>
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		<title>Proust e Chopin</title>
		<link>https://classicosdosclassicos.mus.br/proust-e-chopin/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Clássicos dos Clássicos]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 17 Jan 2022 17:54:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Chopin]]></category>
		<category><![CDATA[O Universo Musical de Proust]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Chopin está presente na obra de Proust. Na verdade, Proust escreveu um poema sobre ele em seu livro da juventude, Os Prazeres e os Dias. O livro não foi bem recebido pela crítica e o poema de Chopin não me parece se referir a ele. É bem escrito, romântico, mas fica por aí. Proust volta [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Chopin está presente na obra de <a href="https://classicosdosclassicos.mus.br/o-universo-musical-de-proust/">Proust</a>. Na verdade, Proust escreveu um poema sobre ele em seu livro da juventude, <em>Os Prazeres e os Dias</em>.</p>
<p>O livro não foi bem recebido pela crítica e o poema de <a href="https://classicosdosclassicos.mus.br/compositores/frederic-chopin/">Chopin</a> não me parece se referir a ele. É bem escrito, romântico, mas fica por aí.</p>
<p>Proust volta a Chopin no ciclo <em>Em Busca do Tempo Perdido, </em>mas lá sua música aparece comentada, ao que me lembre, por personagens, na maioria femininos, em saraus elegantes.</p>
<p>Alguns críticos dizem, com razão, que Proust considerava <a href="https://classicosdosclassicos.mus.br/compositores/frederic-chopin/">Chopin</a> já um pouco fora de moda e que preferia a música revolucionária de <a href="https://classicosdosclassicos.mus.br/compositores/richard-wagner/">Wagner</a>.</p>
<p>Chopin – <em>Prelúdio, Op. 28 nº 15</em> – <em>Gota d’Água </em>| <a href="https://vikingurolafsson.com/">Víkingur Ólafsson</a> (piano)</p>
<p><iframe loading="lazy" title="Víkingur Ólafsson records Chopin : Prélude No 15 - D Flat Major &quot;Raindrop&quot;" width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/SNFvB2UFvyY?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen></iframe></p>
<p>&nbsp;</p>
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		<item>
		<title>Proust e mais Fauré</title>
		<link>https://classicosdosclassicos.mus.br/proust-e-mais-faure/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Clássicos dos Clássicos]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 17 Jan 2022 17:44:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Fauré]]></category>
		<category><![CDATA[O Universo Musical de Proust]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>No recital do Ritz, Proust incluiu no programa quatro obras de Gabriel Fauré, compositor que foi muito reverenciado pelo escritor. Além de sua Sonata para Violino e Piano n°1 em Lá Maior, Op.13 (que já comentamos nessa série), Proust escolheu a Berceuse para Piano e Violino, Op. 16, pequena e delicada obra-prima lírica; a onírica Après [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>No recital do Ritz, Proust incluiu no programa quatro obras de Gabriel Fauré, compositor que foi muito reverenciado pelo escritor.</p>
<p>Além de sua <em>Sonata para Violino e Piano n°1</em> <em>em Lá Maior</em>, Op.13 (que já comentamos nessa série), <a href="https://classicosdosclassicos.mus.br/o-universo-musical-de-proust/">Proust</a> escolheu a <em>Berceuse para Piano e Violino, Op. 16</em>, pequena e delicada obra-prima lírica; a onírica <em>Après un rêve</em> (das <em>Trois Mélodies</em>, Op. 7), uma das mais amadas melodias de Fauré, que descreve o voo imaginário de dois amantes; e o <em>Noturno n°6</em>, Op. 63, peça com fortes contrastes de tempo, métrica e harmonia.</p>
<p><strong>Fauré &#8211; <em>Berceuse Op.16</em> | <a href="http://stevenisserlis.com/">Steven Isserlis</a> (violoncelo) e <a href="https://www.laphil.com/musicdb/artists/4823/connie-shih">Connie Shih</a> (piano)</strong></p>
<p><iframe loading="lazy" title="Steven Isserlis &amp; Connie Shih - Gabriel Fauré, Berceuse" width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/ogzJfo_zJC0?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen></iframe></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Fauré &#8211; <em>Après um Rêve</em> | Sabine Devieilhe (soprano) e Alexandre Tharaud (piano)</strong></p>
<p><iframe loading="lazy" title="Sabine Devieilhe, Alexandre Tharaud – Fauré: &quot;Après un rêve&quot;" width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/Crwzlon979I?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen></iframe></p>
<p><strong>Fauré &#8211; <em>Noturno n°6</em>, Op. 63 | Michel Dalberto (piano)</strong></p>
<p><iframe loading="lazy" title="Fauré: Nocturne n°6 (live) | Michel Dalberto" width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/2JWoJCv9WvU?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen></iframe></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Proust e Fauré</title>
		<link>https://classicosdosclassicos.mus.br/proust-e-faure/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Clássicos dos Clássicos]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 10 Jan 2022 21:58:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[O Universo Musical de Proust]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Em 1897, Marcel Proust escreveu a Gabriel Fauré esta extravagante carta: “Eu não amo, não admiro, não adoro apenas sua música, eu me apaixonei e ainda estou apaixonado por ela.” E acrescenta: “Conheço sua obra, posso escrever um volume de 300 páginas sobre ela”. “Certamente, Em Busca do Tempo Perdido não é um livro sobre [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Em 1897, <a href="https://classicosdosclassicos.mus.br/o-universo-musical-de-proust/">Marcel Proust</a> escreveu a Gabriel Fauré esta extravagante carta: “Eu não amo, não admiro, não adoro apenas sua música, eu me apaixonei e ainda estou apaixonado por ela.”</p>
<p>E acrescenta: “Conheço sua obra, posso escrever um volume de 300 páginas sobre ela”.</p>
<p>“Certamente, <em>Em Busca do Tempo Perdido </em>não é um livro sobre Fauré”, diz Cecile Leblanc (*), mas o compositor tem nela um papel mais importante do que se costuma dizer.</p>
<p>Proust aprendeu muito com o mestre em suas conversas e na escuta repetida de suas obras. “Conversei longamente com Fauré ontem à noite”, diz o jovem Proust a seu amigo Reynaldo Hahn em 1895 (24 anos).</p>
<p><strong>Fauré – Sonata nº 1 para Piano e Violino</strong></p>
<p>O <em>Allegro molto</em> inicial é cintilante e aristocrático.</p>
<p>Segue-se um <em>Andante</em> introvertido e reflexivo que invoca por vezes uma valsa lenta ou uma sonolenta barcarola.</p>
<p>O Scherzo é um dueto, rápido e marcado, mas com um trio melancólico.</p>
<p>O final, <em>Allegro quase presto</em>, consegue ser ao mesmo tempo virtuosístico e contido, típico do mais francês dos compositores.</p>
<p>Fauré – <em>Sonata nº 1 para Piano e Violino, em Lá Maior</em>, Op. 13 | Vilde Frang (violino) e Michal Lifits (piano)</p>
<p><iframe loading="lazy" title="VILDE FRANG &amp; MICHAIL LIFITS play Gabriel Fauré - Sonata for Violin &amp; Piano in A major, op. 13" width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/aQb-x2tDnxk?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen></iframe></p>
<p>(*) Cecile Leblanc é autora de <em>Proust et ses Musiques.</em></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Proust &#8211; O Concerto Reencontrado</title>
		<link>https://classicosdosclassicos.mus.br/proust-o-concerto-reencontrado/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Clássicos dos Clássicos]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 10 Jan 2022 21:56:14 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[O Universo Musical de Proust]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Em primeiro de julho de 1907, Marcel Proust ofereceu um jantar no Ritz seguido de um recital de piano. O homenageado era Gaston Calmette, chefe do jornal Figaro, que publicara alguns textos do jovem escritor. O programa intercalava música barroca, clássica, romântica e “pré-moderna”, exemplificando o gosto apurado de um dos escritores mais ligados à [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Em primeiro de julho de 1907, <a href="https://classicosdosclassicos.mus.br/o-universo-musical-de-proust/">Marcel Proust</a> ofereceu um jantar no Ritz seguido de um recital de piano. O homenageado era Gaston Calmette, chefe do jornal <em>Figaro, </em>que publicara alguns textos do jovem escritor.</p>
<p>O programa intercalava música barroca, clássica, romântica e “pré-moderna”, exemplificando o gosto apurado de um dos escritores mais ligados à música. Incluía ainda transcrições para piano de canções do compositor venezuelano Reynaldo Hahn, mentor e amigo íntimo de Proust:</p>
<ul>
<li>Reynaldo Hahn <em>&#8211; À Chloris</em></li>
<li><a href="https://classicosdosclassicos.mus.br/compositores/robert-schumann/">Robert Schumann</a> &#8211; <em>Des Abends</em>, da <em>Fantasiestücke</em>, Op. 12</li>
<li><a href="https://classicosdosclassicos.mus.br/compositores/frederic-chopin/">Frédéric Chopin</a> &#8211; <em>Prelúdio </em> 28 n°15</li>
<li>Gabriel Fauré &#8211; <em>Sonata para Violino e Piano n°1</em> em Lá Maior, Op.13; <em>Berceuse</em> <em>para Violino e Piano</em>, Op. 16</li>
<li>François Couperin &#8211; <em>Les Barricades Mystérieuses</em>, do Segundo Livro de Peças para Cravo (Ordem VI, n°5)</li>
<li>Gabriel Fauré &#8211; <em>Après un Rêve</em>, de <em>Trois Mélodies</em>, Op. 7; <em>Noturno n°6</em>, Op. 63</li>
<li><a href="https://classicosdosclassicos.mus.br/compositores/richard-wagner/">Richard Wagner</a> &#8211; <em>Liebestod </em>(AmorMorte), de <em>Tristão e Isolda</em> [Transcrição de Franz Liszt, S. 447]</li>
<li>Reynaldo Hahn &#8211; <em>L&#8217;Heure Exquise</em>, das <em>Chansons grises</em></li>
</ul>
<p>No breve vídeo a seguir, assistimos a um ator que interpreta Proust, enquanto os músicos tocam trechos da <em>Sonata para Violino</em>, de Fauré, e da canção <em>L’Heure Exquise </em>(difícil de traduzir: requintada, maravilhosa), de Reynaldo Hahn, duas das peças que integravam o repertório do recital:</p>
<p><em>Proust – Le Concert Retrouvé</em> (trecho do filme musical de Julien Cadilhac, 2021) | <a href="https://www.theotimelangloisdeswarte.com/">Théotime Langlois de Swarte</a> (violino) e <a href="https://tanguydewilliencourt.fr/en/biography">Tanguy de Williencourt</a> (piano)</p>
<p><iframe loading="lazy" title="2021 Proust, le concert retrouvé" width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/z14FpREC7O0?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen></iframe></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Proust: A Sonata de Vinteuil (2) – Saint-Saëns</title>
		<link>https://classicosdosclassicos.mus.br/proust-a-sonata-de-vinteuil-2-saint-saens/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Clássicos dos Clássicos]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 10 Jan 2022 21:49:35 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[O Universo Musical de Proust]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Quem seria o verdadeiro autor da Sonata de Vinteuil, obra musical fictícia que desperta lembranças do amor de Charles Swann por Odette de Crécy no primeiro volume de Em busca do Tempo Perdido, de Marcel Proust? Há evidências de que a Sonata nº 1 para Violino, de Camille Saint-Saëns, seja a obra que a inspirou [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Quem seria o verdadeiro autor da <em>Sonata de Vinteuil</em>, obra musical fictícia que desperta lembranças do amor de Charles Swann por Odette de Crécy no primeiro volume de <em>Em busca do Tempo Perdido</em>, de <a href="https://classicosdosclassicos.mus.br/o-universo-musical-de-proust/">Marcel Proust</a>?</p>
<p>Há evidências de que a <em>Sonata nº 1 para Violino,</em> de Camille Saint-Saëns, seja a obra que a inspirou a <em>Sonata de Vinteuil </em>do romance de <a href="https://classicosdosclassicos.mus.br/o-universo-musical-de-proust/">Marcel Proust</a>.</p>
<p>Em artigo para a revista <em>New Yorker</em>, o crítico Alex Ross afirma:</p>
<p>“Proust não era apenas um ouvinte atento, mas também um determinado observador de outros ouvintes. Seus personagens revelam como a música os arrebata. Em <em>O Caminho de Swann</em>, uma pequena frase musical em um salão tem um efeito sísmico no <em>connoisseur</em> Charles Swann.</p>
<p>Rascunhos iniciais de <em>O Caminho de Swann</em> deixam claro que Proust originalmente tinha em mente o cristalino segundo tema do primeiro movimento da <em>Primeira Sonata para Violino,</em> de Saint-Saëns, que Reynaldo Hahn (compositor e amigo de Proust) frequentemente tocava ao piano para o autor. Mais tarde, Proust atribuiu essa frase ao compositor fictício Vinteuil, que, no decorrer do ciclo, é revelado como uma grande figura criativa, superando mesmo Saint-Saëns em significância.”</p>
<p>Saint-Saëns – <em>Sonata nº 1 para Violino: I. Allegro agitato</em> | <a href="https://www.renaudcapucon.com/">Renaud Capuçon</a> (violino) e Bertrand Chamayou (piano)</p>
<p><iframe loading="lazy" title="Renaud Capuçon, Bertrand Chamayou – Saint-Saëns: Violin Sonata No. 1 in D Minor: I. Allegro agitato" width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/Ww05Tb9jKEw?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen></iframe></p>
<p>Leia mais sobre o Universo Musical de Proust:</p>
<blockquote class="wp-embedded-content" data-secret="XFe52SJx5U"><p><a href="https://classicosdosclassicos.mus.br/o-universo-musical-de-proust/">O UNIVERSO MUSICAL DE PROUST</a></p></blockquote>
<p><iframe class="wp-embedded-content" sandbox="allow-scripts" security="restricted" title="&#8220;O UNIVERSO MUSICAL DE PROUST&#8221; &#8212; Clássicos dos Clássicos" src="https://classicosdosclassicos.mus.br/o-universo-musical-de-proust/embed/#?secret=XFe52SJx5U" data-secret="XFe52SJx5U" width="500" height="282" frameborder="0" marginwidth="0" marginheight="0" scrolling="no"></iframe></p>
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]]></content:encoded>
					
		
		
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		<item>
		<title>Proust: A Sonata de Vinteuil (1) – César Franck</title>
		<link>https://classicosdosclassicos.mus.br/proust-a-sonata-de-vinteuil-1-cesar-franck/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Clássicos dos Clássicos]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 10 Jan 2022 21:42:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[O Universo Musical de Proust]]></category>
		<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://classicosdosclassicos.mus.br/?p=7150</guid>

					<description><![CDATA[<p>A Sonata de Vinteuil é uma obra fictícia descrita em O Caminho de Swann, primeiro volume que integra o ciclo de romances Em Busca do Tempo Perdido. Proust diz que é uma sonata para piano e violino. Charles Swann, um diletante, é apaixonado por Odette de Crécy. Swann associa uma pequena frase da Sonata com [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A <em>Sonata</em> <em>de Vinteuil</em> é uma obra fictícia descrita em <em>O Caminho de Swann</em>, primeiro volume que integra o ciclo de romances <em>Em Busca do Tempo Perdido.</em> <a href="https://classicosdosclassicos.mus.br/o-universo-musical-de-proust/">Proust </a>diz que é uma sonata para piano e violino.</p>
<p>Charles Swann, um diletante, é apaixonado por Odette de Crécy. Swann associa uma pequena frase da <em>Sonata</em> com seu amor por Odette.</p>
<p>Proust era interessado pelo poder que a música tem de despertar estas <em>lembranças involuntárias, </em>um termo que ele inventou.</p>
<p>Mas quem seria o verdadeiro autor da <em>Sonata de Vinteuil</em>?</p>
<p>Várias hipóteses foram aventadas: Saint-Saëns, Pierné, Lekeu, e até Brahms, entre outros. O compositor mais lembrado, porém, é César Franck, cuja sonata, aliás, é citada por Proust mais adiante, no volume <em>Sodoma e Gomorra.</em></p>
<p>César Franck – <em>Sonata para Violino e Piano </em>| Maxim Vengerov (violino) e <a href="http://www.khatiabuniatishvili.com/">Khatia Buniatishvili </a>(piano)</p>
<p><iframe loading="lazy" title="Maxim Vengerov - Franck: Violin Sonata in A major - Khatia Buniatishvili" width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/k--MAgR4oEw?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen></iframe></p>
<p>Já falamos sobre a peça aqui:</p>
<blockquote class="wp-embedded-content" data-secret="P428rwRdrK"><p><a href="https://classicosdosclassicos.mus.br/obras/cesar-franck-sonata-para-violino-e-piano/">Cesar Franck – Sonata para Violino e Piano</a></p></blockquote>
<p><iframe class="wp-embedded-content" sandbox="allow-scripts" security="restricted" title="&#8220;Cesar Franck – Sonata para Violino e Piano&#8221; &#8212; Clássicos dos Clássicos" src="https://classicosdosclassicos.mus.br/obras/cesar-franck-sonata-para-violino-e-piano/embed/#?secret=P428rwRdrK" data-secret="P428rwRdrK" width="500" height="282" frameborder="0" marginwidth="0" marginheight="0" scrolling="no"></iframe></p>
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		<title>O UNIVERSO MUSICAL DE PROUST</title>
		<link>https://classicosdosclassicos.mus.br/o-universo-musical-de-proust/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Clássicos dos Clássicos]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 10 Jan 2022 21:40:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Beethoven]]></category>
		<category><![CDATA[O Universo Musical de Proust]]></category>
		<category><![CDATA[Wagner]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Marcel Proust (1871–1922), escritor francês, é o autor do ciclo de romances À la Recherche du Temps Perdu (Em Busca do Tempo Perdido), considerada uma das maiores obras literárias do século XX. Escrito entre 1908 e 1922, foi publicado em sete volumes: No Caminho de Swann (1913), À Sombra das Raparigas em Flor (1919), O [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><a href="https://en.wikipedia.org/wiki/Marcel_Proust">Marcel Proust</a> (1871–1922), escritor francês, é o autor do ciclo de romances <em>À la Recherche du Temps Perdu </em>(Em Busca do Tempo Perdido), considerada uma das maiores obras literárias do século XX.</p>
<p>Escrito entre 1908 e 1922, foi publicado em sete volumes: <em>No Caminho de Swann</em> (1913), <em>À Sombra das Raparigas em Flor</em> (1919), <em>O Caminho de Guermantes</em> (1921), <em>Sodoma e Gomorra</em> (1922), <em>A Prisioneira</em> (1923), <em>A Fugitiva</em> (1925) e <em>O Tempo Redescoberto</em> (1927). Os três últimos livros foram publicados postumamente.</p>
<p>De estrutura complexa e pouco tradicional, <em>Em busca do tempo perdido</em> é uma ficção memorialística que apresenta alguns personagens inspirados em pessoas que o escritor realmente conheceu.</p>
<p>A música está presente ao longo de toda a obra de Marcel Proust, seja em referências a compositores como <a href="https://classicosdosclassicos.mus.br/compositores/ludwig-van-beethoven/">Beethoven</a>, <a href="https://classicosdosclassicos.mus.br/compositores/richard-wagner/">Wagner</a>, Chopin e Fauré, só para citar alguns, como também na imaginária <em>Sonata para Piano e Violino</em> de Vinteuil, um compositor fictício muito cultuado pelos personagens que frequentam os salões parisienses.</p>
<p>Qual é o papel da música na literatura de Proust? Quais seriam as obras musicais que o inspiraram a imaginar a <em>Sonata de Vinteuil</em>?</p>
<p>Falaremos sobre algumas possibilidades nos próximos posts.</p>
<p>&nbsp;</p>
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