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	<title>Chopin - Clássicos dos Clássicos</title>
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	<description>Por Carlos Siffert</description>
	<lastBuildDate>Mon, 01 Jul 2024 16:55:17 +0000</lastBuildDate>
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		<title>Chopin – Prelúdios Op. 28</title>
		<link>https://classicosdosclassicos.mus.br/obras/chopin-preludios-op-28/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Clássicos dos Clássicos]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 18 Mar 2024 18:38:13 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Os Prelúdios Op. 28 são peças curtas escritas por Chopin entre 1834 e 1839. Quase metade deles dura menos de um minuto – o ciclo total tem apenas 45 minutos. O exemplo clássico deste tipo de obra é O Cravo Bem Temperado de Bach, composto mais de cem anos antes, na década de 1720. Chopin [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Os <em>Prelúdios Op. 28</em> são peças curtas escritas por <a href="https://classicosdosclassicos.mus.br/compositores/frederic-chopin/">Chopin</a> entre 1834 e 1839. Quase metade deles dura menos de um minuto – o ciclo total tem apenas 45 minutos.</p>
<p>O exemplo clássico deste tipo de obra é <em>O Cravo Bem Temperado</em> de <a href="https://classicosdosclassicos.mus.br/compositores/johann-sebastian-bach-2">Bach</a>, composto mais de cem anos antes, na década de 1720.</p>
<p><a href="https://classicosdosclassicos.mus.br/compositores/frederic-chopin/">Chopin</a> conhecia de cor todos os prelúdios de Bach e os usava frequentemente em suas sessões de prática e também como material de estudo para seus alunos.</p>
<p><a href="https://classicosdosclassicos.mus.br/compositores/johann-sebastian-bach-2">Bach</a> tinha composto prelúdios e fugas abrangendo todas as tonalidades, maior e menor, resultando em 48 peças. <a href="https://classicosdosclassicos.mus.br/compositores/frederic-chopin/">Chopin</a> compôs apenas prelúdios, em um total de 24 peças, sendo 12 em tom maior e 12 em tom menor.</p>
<p>Os <em>Prelúdios Op. 28</em> são peças autocontidas, cada uma com sua personalidade própria.</p>
<p><a href="https://classicosdosclassicos.mus.br/compositores/franz-liszt/">Liszt</a>, sempre disposto a reconhecer inovações ousadas, teceu elogios:</p>
<p>“Esta composição é única em sua espécie: prelúdios poéticos que deleitam a alma com sonhos dourados e a transporta para regiões ideais. Admiráveis em sua diversidade, revelam um trabalho e conhecimento que só podem ser apreciados com um estudo cuidadoso. Tudo está cheio de espontaneidade e <em>élan. </em>Eles têm os recursos que caracterizam as obras de gênio.”</p>
<p>Já o crítico musical Reinhard Schulz afirmou:</p>
<p>“O propósito de um prelúdio tem sido o de estabelecer o clima do que se segue. Cada um dos <em>Prelúdios</em> de Chopin deve ser entendido como contendo a essência de todo um mundo de sentimentos – cabe ao ouvinte completar a <em>pintura </em>em sua mente.”</p>
<p><a href="https://classicosdosclassicos.mus.br/compositores/frederic-chopin/">Chopin</a> – <em>Prelúdios Op. 28</em> | <a href="http://yujawang.com/">Yuja Wang</a> (piano)</p>
<p><iframe loading="lazy" title="Chopin - 24 Preludes, Op.28 (Yuja Wang)" width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/pSpf9bKK_Zk?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" allowfullscreen></iframe></p>
<p>Ouça outras interpretações dos <em>Prelúdios</em> de Chopin aqui:</p>
<blockquote class="wp-embedded-content" data-secret="t44yUedWQ2"><p><a href="https://classicosdosclassicos.mus.br/obras/chopin-preludios-op-28-selecao/">Chopin &#8211; Prelúdios, Op. 28 &#8211; Seleção</a></p></blockquote>
<p><iframe class="wp-embedded-content" sandbox="allow-scripts" security="restricted" title="&#8220;Chopin &#8211; Prelúdios, Op. 28 &#8211; Seleção&#8221; &#8212; Clássicos dos Clássicos" src="https://classicosdosclassicos.mus.br/obras/chopin-preludios-op-28-selecao/embed/#?secret=8yquXq3CxQ#?secret=t44yUedWQ2" data-secret="t44yUedWQ2" width="500" height="282" frameborder="0" marginwidth="0" marginheight="0" scrolling="no"></iframe></p>
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			</item>
		<item>
		<title>As Valsas de Chopin</title>
		<link>https://classicosdosclassicos.mus.br/obras/as-valsas-de-chopin/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Clássicos dos Clássicos]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 12 Feb 2024 18:13:26 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>“Aristocráticas da primeira nota até a última.” (Schumann) As valsas estão entre as mais conhecidas e queridas obras do compositor polonês Frédéric Chopin (1810-1849). Ele começou a compô-las em 1824, aos 14 anos, e continuou até 1849, ano de sua morte, escrevendo um total de 36 valsas, das quais 20 foram numeradas e oito publicadas. [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;">“Aristocráticas da primeira nota até a última.”</span> <span style="font-weight: 400;">(<a href="https://classicosdosclassicos.mus.br/compositores/robert-schumann/">Schumann</a>)</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">As valsas estão entre as mais conhecidas e queridas obras do compositor polonês <a href="https://classicosdosclassicos.mus.br/compositores/frederic-chopin/">Frédéric Chopin</a> (1810-1849). Ele começou a compô-las em 1824, aos 14 anos, e continuou até 1849, ano de sua morte, escrevendo um total de 36 valsas, das quais 20 foram numeradas e oito publicadas.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O desejo de <a href="https://classicosdosclassicos.mus.br/compositores/frederic-chopin/">Chopin</a> era o de que suas obras não publicadas fossem queimadas. Todavia sua irmã Ludwika decidiu publicar as valsas numeradas de 9 a 13. Outras seis valsas, de 14 a 19, foram publicadas posteriormente.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Costuma-se distinguir entre “valsas de concerto” e “valsas de salão”, porém, para os ouvintes em geral, esta divisão faz pouco sentido. Embora escritas no compasso de 3/4, característico do gênero, as valsas de Chopin são muito diferentes das vienenses.</span><span style="font-weight: 400;"><a href="https://classicosdosclassicos.mus.br/compositores/frederic-chopin/"> Chopin</a> se inspirou pela forma da dança, porém suas peças foram concebidas para serem apresentadas como “valsas de concerto”.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Sobre a interpretação dessas peças, o musicólogo Artur Bielicki, do <a href="https://nifc.pl/en/">Instituto Fryderyk Chopin</a>, afirma: </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">“Cativados pela magia das valsas de <a href="https://classicosdosclassicos.mus.br/compositores/frederic-chopin/">Chopin</a>, seguimos a inspiração do compositor. Tal é o efeito quando ouvimos, por exemplo, a gravação das valsas na maravilhosa interpretação de Dinu Lipatti.” </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Assim, vamos ouvir as </span><i><span style="font-weight: 400;">Valsas</span></i><span style="font-weight: 400;"> de 1 a 14 interpretadas pelo pianista romeno, além de algumas outras peças de <a href="https://classicosdosclassicos.mus.br/compositores/frederic-chopin/">Chopin</a> a seguir:</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;"><a href="https://classicosdosclassicos.mus.br/compositores/frederic-chopin/">Chopin</a> – </span><i><span style="font-weight: 400;">Valsas nºs. 1 a 14</span></i><span style="font-weight: 400;">; </span><i><span style="font-weight: 400;">Barcarolle Op. 60</span></i><span style="font-weight: 400;">; </span><i><span style="font-weight: 400;">Noturno Op. 27 nº. 2</span></i><span style="font-weight: 400;">; </span><i><span style="font-weight: 400;">Mazurca Op. 50 nº. 3</span></i><span style="font-weight: 400;"> | Dinu Lipatti (piano)</span></p>
<p><iframe loading="lazy" title="Chopin - 14 Waltzes &amp; More + Presentation (recording of the Century : Dinu Lipatti)" width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/Xdr_sBXvaJY?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" allowfullscreen></iframe></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="font-weight: 400;">Já falamos também das </span><i><span style="font-weight: 400;">Valsas</span></i><span style="font-weight: 400;"> de Chopin aqui :</span></p>
<blockquote class="wp-embedded-content" data-secret="pDUDjKvbXw"><p><a href="https://classicosdosclassicos.mus.br/chopin-valsas/">Chopin – Valsas</a></p></blockquote>
<p><iframe class="wp-embedded-content" sandbox="allow-scripts" security="restricted" title="&#8220;Chopin – Valsas&#8221; &#8212; Clássicos dos Clássicos" src="https://classicosdosclassicos.mus.br/chopin-valsas/embed/#?secret=xnKT7Sj13r#?secret=pDUDjKvbXw" data-secret="pDUDjKvbXw" width="500" height="282" frameborder="0" marginwidth="0" marginheight="0" scrolling="no"></iframe></p>
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		<item>
		<title>Chopin – Polonaise, Op. 53, Heroica</title>
		<link>https://classicosdosclassicos.mus.br/obras/chopin-polonaise-op-53-heroica/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Clássicos dos Clássicos]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 04 Apr 2022 18:02:07 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A Polonaise, Opus 53, foi composta por Chopin em 1842. Sobre a peça, George Sand, companheira do compositor, comentou apaixonadamente em uma carta:  “A inspiração! A força! O vigor! Doravante esta Polonaise deve ser um símbolo, um símbolo de heroísmo!”. De espírito vigoroso e triunfal, a Polonaise Heroica é uma das composições mais admiradas de [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;">A</span><i><span style="font-weight: 400;"> Polonaise, Opus 53,</span></i><span style="font-weight: 400;"> foi composta por <a href="https://classicosdosclassicos.mus.br/compositores/frederic-chopin/">Chopin</a> em 1842. Sobre a peça, <a href="https://en.wikipedia.org/wiki/George_Sand">George Sand</a>, companheira do compositor, comentou apaixonadamente em uma carta: </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">“A inspiração! A força! O vigor! Doravante esta </span><i><span style="font-weight: 400;">Polonaise</span></i><span style="font-weight: 400;"> deve ser um símbolo, um símbolo de heroísmo!”.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">De espírito vigoroso e triunfal, a </span><i><span style="font-weight: 400;">Polonaise Heroica</span></i><span style="font-weight: 400;"> é uma das composições mais admiradas de Chopin, exigindo grande virtuosismo de seus intérpretes. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A peça, que não chega a sete minutos de duração, explora magistralmente tanto as dificuldades técnicas quanto o caráter emocional do piano.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Chopin – </span><i><span style="font-weight: 400;">Polonaise Heróica, Op. 53</span></i><span style="font-weight: 400;"> | <a href="https://classicosdosclassicos.mus.br/martha-argerich/">Martha Argerich</a> (piano)</span></p>
<p><iframe loading="lazy" title="Martha Argerich play Chopin &quot;Polonaise N°6 l&#039;heroique&quot;" width="500" height="375" src="https://www.youtube.com/embed/KCSEwfqs-VM?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen></iframe></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Chopin – Polonaise Militar, Op. 40 nº1</title>
		<link>https://classicosdosclassicos.mus.br/obras/chopin-polonaise-militar-op-40-no1/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Clássicos dos Clássicos]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 04 Apr 2022 17:57:21 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Chopin compôs 18 Polonaises, tendo escrito as duas primeiras aos sete anos de idade. Suas últimas peças do gênero refletem o triste estado de sua terra natal e são desafios cheios de orgulho ferido. A Polonaise Militar, Op. 40 nº 1, uma majestosa marcha, tornou-se uma das mais amadas e populares peças de Chopin. Escrita [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><a href="https://classicosdosclassicos.mus.br/compositores/frederic-chopin/">Chopin</a> compôs 18 Polonaises, tendo escrito as duas primeiras aos sete anos de idade. Suas últimas peças do gênero refletem o triste estado de sua terra natal e são desafios cheios de orgulho ferido.</p>
<p>A <i>Polonaise Militar, Op. 40 nº 1</i>, uma majestosa marcha, tornou-se uma das mais amadas e populares peças de Chopin.</p>
<p>Escrita em 1838 (juntamente com a Op. 40 nº 2), ganhou o título de “Militar” por seu caráter impetuoso e ritmo vibrante.</p>
<p>Para o pianista Arthur Rubinstein, a <i>Polonaise Militar</i> é o símbolo da glória polonesa (enquanto a Op. 40 nº 2, simboliza a tragédia polonesa).</p>
<p>Chopin – <i>Polonaise Militar, Op. 40 nº 1</i> | <a href="https://nivclassical.com/">Tvi Erez</a> (piano)</p>
<p><iframe loading="lazy" title="Chopin Military Polonaise Opus 40 No. 1 in A Major by Tzvi Erez HQ" width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/F_e9WGmZf7k?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen></iframe></p>
<p>&nbsp;</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Chopin &#8211; Concerto nº 1 para Piano e Orquestra: Final</title>
		<link>https://classicosdosclassicos.mus.br/obras/chopin-concerto-no-1-para-piano-e-orquestra-final/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Clássicos dos Clássicos]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 03 May 2021 14:13:38 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Frédéric Chopin compôs seu Concerto nº 1 para Piano e Orquestra em Mi Menor aos 20 anos e o estreou na Polônia, como parte de seus concertos de despedida, antes de se mudar para Paris. O Final é baseado em uma dança folclórica polonesa, o Krakowiak (de Cracóvia?) e é em forma de Rondó. O [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Frédéric <a href="https://classicosdosclassicos.mus.br/compositores/frederic-chopin/">Chopin</a> compôs seu <em>Concerto nº 1 para Piano e Orquestra em Mi Menor</em> aos 20 anos e o estreou na Polônia, como parte de seus concertos de despedida, antes de se mudar para Paris.</p>
<p>O <em>Final</em> é baseado em uma dança folclórica polonesa, o <em>Krakowiak</em> (de Cracóvia?) e é em forma de Rondó. O clima é alegre e enérgico e termina com uma corrida eletrizante de esplendor virtuosístico.</p>
<p>Chopin usa todo o teclado, abrindo-se em rápidas escalas, arpejos e sequências. A dinâmica é colorida, indo de <em>fortíssimo</em> a <em>pianíssimo.</em></p>
<p>Vamos assistir à interpretação do <em>Final</em> do <em>Concerto nº 1</em> – <em>Rondó vivace</em> pelo pianista Daniil Trifonov e, em seguida, um pequeno trecho desse movimento, executado por Lang Lang:</p>
<p>Chopin &#8211; <em>Concerto nº 1 para Piano e Orquestra em Mi Menor </em>| <a href="https://daniiltrifonov.com/">Daniil Trifonov</a> (piano) e Orquestra Filarmônica de Israel, com Asher Fisch (regente). Prova do Concurso Arthur Rubinstein Piano Master, 2011.</p>
<p><iframe loading="lazy" title="Chopin - Concerto nº 1 para Piano e Orquestra em Mi Menor | Daniil Trifonov (piano)" width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/qTKsx8cMcoY?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen></iframe></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>“74 segundos de virtuosismo” – parte final do último movimento do <em>Concerto nº 1</em> | Lang Lang (piano)</p>
<p><iframe loading="lazy" title="Lang Lang - 74 Seconds of Virtuosity" width="500" height="375" src="https://www.youtube.com/embed/GrM0gAXXMs4?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen></iframe></p>
<p>The post <a rel="nofollow" href="https://classicosdosclassicos.mus.br/obras/chopin-concerto-no-1-para-piano-e-orquestra-final/">Chopin &#8211; Concerto nº 1 para Piano e Orquestra: Final</a> appeared first on <a rel="nofollow" href="https://classicosdosclassicos.mus.br">Clássicos dos Clássicos</a>.</p>
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		<item>
		<title>Chopin – Polonaises</title>
		<link>https://classicosdosclassicos.mus.br/obras/chopin-polonaises/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Clássicos dos Clássicos]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 24 Aug 2020 03:56:40 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Tendo sua origem na chodzony, uma antiga dança camponesa da Polônia, a polonaise só ficou conhecida por esse nome após ser introduzida na corte francesa no período de Henrique III de Valois, rei da Polônia que herdou o trono da França. Posteriormente, a dança foi adotada em seu país de origem como abertura oficial dos bailes da [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Tendo sua origem na <em>chodzony</em>, uma antiga dança camponesa da Polônia, a <em>polonaise</em> só ficou conhecida por esse nome após ser introduzida na corte francesa no período de Henrique III de Valois, rei da Polônia que herdou o trono da França. Posteriormente, a dança foi adotada em seu país de origem como abertura oficial dos bailes da aristocracia polonesa.</p>
<p>Aos sete anos de idade, <a href="https://classicosdosclassicos.mus.br/compositores/frederic-chopin/">Chopin</a> já havia escrito duas <em>Polonaises</em>. Entre 1817 e 1846, compôs 18 destas peças, sendo que as suas últimas refletem o triste estado de sua terra natal, cheia de orgulho ferido.</p>
<p>A seguir, vamos ouvir três <em>Polonaises</em>:</p>
<p><strong><em>&#8211; Andante Spianato e Grande Polonaise Brilhante</em></strong><strong>: </strong></p>
<p>Escrita para piano e orquestra, hoje a peça é frequentemente tocada em piano solo. <em>Spiana</em>, em italiano, é a plaina do carpinteiro, e sugere algo plano, suave, macio.</p>
<p>Chopin – <em>Andante Spianato e Grande Polonaise Brilhante Op. 22</em> | Daniil Trifonov (piano)</p>
<p><iframe loading="lazy" title="Daniil Trifonov – Andante spianato and Grande Polonaise Brillante, Op. 22 (second stage, 2010)" width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/oS_XjkILFMY?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen></iframe></p>
<p><strong><em>&#8211; Polonaise, Op.53</em></strong><strong> – <em>Heroica</em>: </strong></p>
<p>George Sand, companheira de Chopin, afirmou sobre a obra:</p>
<p>“A inspiração! A força! O vigor! Doravante esta <em>Polonaise</em> deve ser um símbolo, um símbolo de heroísmo!”.</p>
<p>A peça é de execução extremamente difícil.</p>
<p>Chopin – <em>Polonaise, Op. 53 – Heroica</em> | Arthur Rubinstein (piano)</p>
<p><iframe loading="lazy" title="Rubinstein - Chopin Polonaise in A Flat Major, Op.53" width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/j5ScGtmvSgY?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen></iframe></p>
<p><strong><em>&#8211; Polonaise nº 3, Op. 40 nº 1, Militar</em></strong><strong>: </strong></p>
<p>Essa talvez seja a mais conhecida <em>Polonaise</em> de Chopin.</p>
<p>Chopin – <em>Polonaise Op. 40 nº 1, Militar </em>| Vladimir Horowitz (piano)</p>
<p><iframe loading="lazy" title="Vladimir Horowitz plays Chopin: Polonaise in A Major, Op. 40, No. 1 (1974)" width="500" height="375" src="https://www.youtube.com/embed/2zumB3_CMIY?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen></iframe></p>
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		<title>Chopin – Mazurcas</title>
		<link>https://classicosdosclassicos.mus.br/obras/chopin-mazurcas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Clássicos dos Clássicos]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 24 Aug 2020 03:54:12 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A mazurca é uma dança tradicional polonesa em ritmo ternário, originária da Mazuria, região onde Chopin passou muitas temporadas durante a sua infância. O compositor baseou suas mazurcas nessa dança, porém as transformou em um novo gênero. Das 56 mazurcas escritas por Chopin, 41 foram publicadas durante sua vida. Sobre as peças, o crítico G. C. [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A mazurca é uma dança tradicional polonesa em ritmo ternário, originária da Mazuria, região onde <a href="https://classicosdosclassicos.mus.br/compositores/frederic-chopin/">Chopin</a> passou muitas temporadas durante a sua infância. O compositor baseou suas mazurcas nessa dança, porém as transformou em um novo gênero.</p>
<p>Das 56 mazurcas escritas por Chopin, 41 foram publicadas durante sua vida.</p>
<p>Sobre as peças, o crítico G. C. Ashton afirmou:</p>
<p>“Em suas mãos, a mazurca deixou de ser uma dança e se tornou um poema tonal, um espelho das emoções humanas, alegria e tristeza, amor e ódio, ternura e confrontação, flerte e paixão.”</p>
<p>Vamos ouvir uma seleção de Mazurcas:</p>
<p>Chopin – <em>Mazurca, Op. 17 nº 4</em> | Nelson Freire (piano)</p>
<p><iframe loading="lazy" title="Chopin - Mazurca Op.17 No.4 em lá menor (Nelson Freire, piano)" width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/stjiqcXnS74?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen></iframe></p>
<p>Chopin – <em>Mazurca, Op. 24 nº 1</em> | Krystian Zimerman (executada no <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Concurso_Internacional_de_Piano_Fr%C3%A9d%C3%A9ric_Chopin">Concurso Internacional Chopin</a>, 1975)</p>
<p><iframe loading="lazy" title="(Zimerman)Chopin Mazurka Op.24, No.1" width="500" height="375" src="https://www.youtube.com/embed/UmKlYaygCek?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen></iframe></p>
<p>Chopin – <em>Mazurca, Op. 33 nº 4</em> | Vladimir Horowitz (piano)</p>
<p><iframe loading="lazy" title="(Horowitz) Chopin Mazurka in B minor Op.33 No.4" width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/G66TEXhx_Kk?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen></iframe></p>
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		<title>Chopin &#8211; Mazurcas (1)</title>
		<link>https://classicosdosclassicos.mus.br/obras/chopin-mazurcas_1/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Clássicos dos Clássicos]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 30 Sep 2019 12:07:39 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Chopin compôs 56 mazurcas ao longo de sua vida: a primeira em 1825, com 15 anos. Ele continuou a escrevê-las até 1849, ano de sua morte. Quinze delas foram publicadas postumamente.  Nessas peças, Chopin utilizou as técnicas da música clássica para desenvolver o cromatismo e a harmonia, além de explorar o contraponto e fugas. Cada [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><a href="https://classicosdosclassicos.mus.br/compositores/frederic-chopin/">Chopin</a> <span style="font-size: 10.0pt; font-family: 'Arial',sans-serif; color: black;">compôs 56 mazurcas ao longo de sua vida: a primeira em 1825, com 15 anos. Ele continuou a escrevê-las até 1849, ano de sua morte. Quinze delas foram publicadas postumamente.</span><span style="font-size: 10.0pt; font-family: 'Arial',sans-serif; color: black;"> </span></p>
<p><span style="font-size: 10.0pt; font-family: 'Arial',sans-serif; color: black;">Nessas peças, Chopin utilizou as técnicas da música clássica para desenvolver o cromatismo e a harmonia, além de explorar o contraponto e fugas. </span></p>
<p><span style="font-size: 10.0pt; font-family: 'Arial',sans-serif; color: black;">Cada uma possui características próprias e distintas.</span><span style="font-size: 10.0pt; font-family: 'Arial',sans-serif; color: black;"> </span></p>
<p><span style="font-size: 10.0pt; font-family: 'Arial',sans-serif; color: black;">Vamos ouvir duas de suas <i>Mazurcas</i>:</span></p>
<p>&#8211; Chopin &#8211; <em>Mazurca nº1</em>, Op. 59 | <a href="https://classicosdosclassicos.mus.br/martha-argerich/">Martha Argerich</a> (executada no <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Concurso_Internacional_de_Piano_Fr%C3%A9d%C3%A9ric_Chopin">Concurso Internacional Chopin</a>, 1965, em que a pianista foi ganhadora, aos 24 anos):</p>
<p><iframe loading="lazy" title="Martha Argerich, Mazurka Op 59 No 1, Chopin Competition 1965" width="500" height="375" src="https://www.youtube.com/embed/nAB5hMnKQ3M?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen></iframe></p>
<p>Chopin – <em>Mazurca, Op. 68 nº 2</em> | Arturo Benedetti Michelangeli (piano)</p>
<p><iframe loading="lazy" title="Chopin: Mazurka, Op. 68 n. 2 - Arturo Benedetti Michelangeli" width="500" height="375" src="https://www.youtube.com/embed/VL4_uD0Vp5U?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen></iframe></p>
<p>Saiba mais sobre a Mazurca:</p>
<p><iframe loading="lazy" title="Mazurka - a renowned dance from Poland | Euromaxx" width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/Q2vfnA_1pjk?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen></iframe></p>
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		<title>Chopin &#8211; Estudos Opus 25</title>
		<link>https://classicosdosclassicos.mus.br/obras/chopin-estudos-opus-25/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Clássicos dos Clássicos]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 06 Aug 2019 00:42:43 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Os Estudos Op. 25 de Chopin foram publicados em 1837, 14 anos depois dos Estudos Op. 10. Este segundo conjunto de 12 peças é considerado tecnicamente e musicalmente mais sofisticado do que o primeiro. Assim como no primeiro, cada peça possui um apelido: Nº. 1 em Lá Bemol Maior, “Aeolian Harp” (Harpa eólica) Nº. 2 em [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;">Os </span><i><span style="font-weight: 400;">Estudos Op. 25</span></i><span style="font-weight: 400;"> de Chopin foram publicados em 1837, 14 anos depois dos </span><a href="https://classicosdosclassicos.mus.br/obras/chopin-estudos-opus-10/"><i><span style="font-weight: 400;">Estudos Op. 10</span></i></a><span style="font-weight: 400;">. Este segundo conjunto de 12 peças é considerado tecnicamente e musicalmente mais sofisticado do que o primeiro. Assim como no primeiro, cada peça possui um apelido:</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Nº. 1 em Lá Bemol Maior, “Aeolian Harp” (Harpa eólica)</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Nº. 2 em Fá Menor, “Les abeilles” (As abelhas) </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Nº. 3 em Fá Maior, “Le cavalier” (O cavaleiro) </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Nº. 4 em Lá Menor, “Paganini” </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Nº. 5 em Mi Menor, “La fausse note” (Nota errada) </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Nº. 6 em Sol Sustenido Menor, “Aux tierces” (Terças) </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Nº. 7 em Dó Sustenido Menor, “Au violoncelle” (Violoncelo) </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Nº. 8 em Ré Bemol Maior, “Aux sixtes” (Sextas) </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Nº. 9 em Sol Bemol Maior, “Le papillon” (A borboleta)</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Nº. 10 em Si Menor, “Aux octaves” (Oitavas) </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Nº. 11 em Lá Menor, “Le vent d’hiver” (Vento de inverno) </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Nº. 12 em Dó Menor, “L&#8217;océan” (Oceano)</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="font-weight: 400;">É difícil escolher sobre quais estudos comentar, mas vamos tentar eleger alguns:</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="font-weight: 400;">&#8211; O primeiro, “Harpa eólica”, é como um turbilhão de notas que o vento sopra na harpa: o </span><span style="font-weight: 400;">pianista deve alcançar a mais pura das ondulações que servirá como pano de fundo para a melodia ser moldada e atingir seu clímax, para depois cair gradualmente;</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="font-weight: 400;">&#8211; O segundo, “As abelhas”, possui tercinas ondulantes na mão direita e também na esquerda, mas os dois ritmos não coincidem exatamente. O desafio para o pianista é tocar sem que as mãos se encaixem ritmicamente;</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="font-weight: 400;">&#8211; O quinto, “Nota errada”, é o estudo “manco”: a cada ataque da mão direita está colada uma inflexão cromática, distante um semitom, o que cria um efeito de desequilíbrio;</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="font-weight: 400;">&#8211; O sétimo, “Violoncelo”, é lento e lírico e remete a um trio de câmara: a mão esquerda representa o “violoncelo”, que faz um dueto com a melodia da “flauta”, enquanto um acompanhamento em acordes suaves ocupa o espaço entre os dois instrumentos imaginários. Este é um dos poucos estudos nos quais a mão esquerda é mais difícil que a direita;</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="font-weight: 400;">&#8211; Os quatro últimos estudos estão entre os mais conhecidos de Chopin. O nono, “A borboleta”, é o mais curto deles, durando menos que um minuto. Com suas </span><span style="font-weight: 400;">oitavas sussurrantes, a peça r</span><span style="font-weight: 400;">equer muita destreza e precisão da mão direita do pianista;</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="font-weight: 400;">&#8211; Já no </span><i><span style="font-weight: 400;">Estudo n</span></i><i><span style="font-weight: 400;">º. 10</span></i><span style="font-weight: 400;"> as oitavas são magistrais;</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="font-weight: 400;">&#8211; O nº. 11, conhecido como “Vento de inverno”, é um dos mais difíceis e considerado como sucessor e paralelo do </span><i><span style="font-weight: 400;">Estudo nº 12, Op. 10</span></i><span style="font-weight: 400;">, o “Estudo revolucionário”. Aqui, porém, as funções das mãos se invertem. À mão esquerda compete o tema, uma marcha sombria e solene, enquanto a direita desliza frenética por todo o teclado, criando um contraponto dramático.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="font-weight: 400;">&#8211; O último estudo, </span><span style="font-weight: 400;">“Oceano”, recebe este apelido devido às figurações ondulantes que dominam a peça.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="font-weight: 400;">Vamos ouvir duas interpretações do ciclo, a primeira com o pianista Daniil Trifonov, e outra por um misterioso pianista, que toca as teclas de um piano iluminado:</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="font-weight: 400;">Chopin – </span><i><span style="font-weight: 400;">Estudos Op. 25</span></i><span style="font-weight: 400;"> | Daniil Trifonov (piano)</span></p>
<p><iframe loading="lazy" title="YouTube video player" src="https://www.youtube.com/embed/gLZ4WJiDldU?si=IeC_b9BYe34Jld1-" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="font-weight: 400;">Chopin – </span><i><span style="font-weight: 400;">Estudos Op. 25</span></i><span style="font-weight: 400;"> | “Traum Piano” (interpretação iluminada)</span></p>
<p><iframe loading="lazy" title="Most Beautiful Study - Chopin Complete 12 Etudes Op.25" width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/HfumVcza828?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<item>
		<title>Chopin &#8211; Prelúdios, Op. 28 &#8211; Seleção</title>
		<link>https://classicosdosclassicos.mus.br/obras/chopin-preludios-op-28-selecao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Clássicos dos Clássicos]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 06 Aug 2019 00:42:43 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O modelo clássico de uma sequência transversal ao longo das tonalidades é, sem dúvida, O Cravo Bem Temperado de Bach. São 48 prelúdios e fugas abrangendo todas as tonalidades. Chopin conhecia de cor O Cravo Bem Temperado e o usava em suas práticas e como material didático para seus alunos. Quando resolveu escrever seus Prelúdios, [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O modelo clássico de uma sequência transversal ao longo das tonalidades é, sem dúvida, <em>O Cravo Bem Temperado</em> de Bach. São 48 prelúdios e fugas abrangendo todas as tonalidades.</p>
<p>Chopin conhecia de cor <em>O Cravo Bem Temperado</em> e o usava em suas práticas e como material didático para seus alunos.</p>
<p>Quando resolveu escrever seus <em>Prelúdios</em>, teve uma abordagem mais compacta, compondo 24 peças em todas as tonalidades – não incluiu, assim, as fugas.</p>
<p>Este fato deu origem a um questionamento: são prelúdios, mas de quê? Nada os segue&#8230;</p>
<p>O crítico Reinhard Schulz esclareceu a questão: “O propósito de um prelúdio tem sido o de estabelecer o clima do que se segue&#8230; Cada um dos <em>Prelúdios</em> de Chopin deve ser entendido como contendo a essência de todo um mundo de sentimentos – cabe ao ouvinte completar a <em>pintura </em>em sua mente”.</p>
<p>Os <em>Prelúdios, Op. 28</em>, são peças autocontidas, cada uma com sua personalidade própria, e muito curtas – quase a metade delas dura menos de um minuto.</p>
<p>Dois dos maiores pianistas da história da música, Hans von Bülow e Alfred Cortot, nos proporcionam, a seguir, o privilégio de conhecer suas visões e os sentimentos a respeito de algumas dessa peças:</p>
<p><strong><em>Prelúdio nº 4 </em></strong></p>
<p>&#8211; Cortot: Sobre um túmulo;</p>
<p>&#8211; Bülow: Sufocação.</p>
<p>Katia Buniatishvili (piano)</p>
<p><iframe loading="lazy" title="Chopin: Prelude, Op. 28, No. 4 | Khatia Buniatishvili at the Verbier Festival 2011" width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/yvn4k1nYRaw?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen></iframe></p>
<p><strong><em>Prelúdio nº 8</em></strong></p>
<p>&#8211; Cortot: A neve cai, o vento zune – o furor da tempestade; mas em meu triste coração, a tempestade é o pior sofrimento;</p>
<p>&#8211; Bülow: desespero.</p>
<p>Daniil Trifonov (piano)</p>
<p><iframe loading="lazy" title="Daniil Trifonov - Prelude No. 8 in F sharp minor - Chopin (Teaser)" width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/bVW2T6uF5qc?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen></iframe></p>
<p><em> </em><strong><em>Prelúdio nº 9</em></strong></p>
<p>&#8211; Cortot: vozes proféticas;</p>
<p>&#8211; Bülow: visão.</p>
<p>Daniil Trifonov (piano)</p>
<p><iframe loading="lazy" title="Daniil Trifonov - Chopin: Prelude No. 9 in E major (Official Video)" width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/MWZmw7qKjNM?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen></iframe></p>
<p><strong><em>Prelúdio nº 15</em></strong></p>
<p>&#8211; Cortot: mas a morte está aqui, nas sombras;</p>
<p>&#8211; Bülow: gota de chuva (gota d’água).</p>
<p>Daniil Trifonov (piano)</p>
<p><iframe loading="lazy" title="Daniil Trifonov: Chopin - Prelude Op.28 No.15 in D Flat Major, &quot;Raindrop&quot;" width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/68Ab7anN_GI?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen></iframe></p>
<p><strong><em>Prelúdio nº 16</em></strong></p>
<p>&#8211; Cortot: descida ao abismo;</p>
<p>&#8211; Bülow: Hades.</p>
<p>Beatrice Rana (piano)</p>
<p><iframe loading="lazy" title="Beatrice Rana - Chopin - Prelude Op. 28 No. 16" width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/o2SLL-taN0U?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen></iframe></p>
<p><em> </em><strong><em>Prelúdio nº 17</em></strong></p>
<p>&#8211; Cortot: ela me disse “eu te amo”;</p>
<p>&#8211; Bülow: uma cena na praça da (catedral) Notre Dame em Paris.</p>
<p>Arthur Moreira Lima (piano)</p>
<p><iframe loading="lazy" title="(Moreira Lima)Chopin Preludes Op. 28, No. 17" width="500" height="375" src="https://www.youtube.com/embed/8Ny5tXA4raI?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen></iframe></p>
<p><em> </em><strong><em>Prelúdio nº 18</em></strong></p>
<p>&#8211; Cortot: maldições divinas;</p>
<p>&#8211; Bülow: suicídio.</p>
<p>Vikungur Ólafsson (piano)</p>
<p><iframe loading="lazy" title="Víkingur Ólafsson records Chopin : Prélude No 18 - F minor" width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/n_UoDZLehNU?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen></iframe></p>
<p><strong><em>Prelúdio nº 20</em></strong></p>
<p>&#8211; Cortot: funeral;</p>
<p>&#8211; Bülow: marcha fúnebre.</p>
<p>Alfred Cortot (piano, 1933)</p>
<p><iframe loading="lazy" title="Alfred Cortot plays Chopin&#039;s prelude Op. 28, No. 20, C minor (1933) (HD)" width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/pBngQL_DIlI?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen></iframe></p>
<p><strong><em>Prelúdio nº 24</em></strong></p>
<p>&#8211; Cortot: sangue do prazer mundano, da morte;</p>
<p>&#8211; Bülow: a tempestade.</p>
<p>Maurizio Pollini (piano)</p>
<p><iframe loading="lazy" title="Pollini - Chopin - Prelude op.28 no.24 (Live 2002)" width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/fbwl3PF7aEg?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen></iframe></p>
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		<item>
		<title>Chopin &#8211; Estudos, Opus 10</title>
		<link>https://classicosdosclassicos.mus.br/obras/chopin-estudos-opus-10/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Clássicos dos Clássicos]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 06 Aug 2019 00:42:39 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Um estudo é definido, em parte, como uma peça destinada a ajudar um aluno no desenvolvimento de sua técnica. Chopin compôs dois conjuntos de estudos de 12 peças cada um: o Opus 10, em 1833, e o Opus 25, em 1837. Ainda hoje, os Estudos de Chopin são considerados como a base da técnica moderna [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;">Um estudo é definido, em parte, como uma peça destinada a ajudar um aluno no desenvolvimento de sua técnica. Chopin compôs dois conjuntos de estudos de 12 peças cada um: o Opus 10, em 1833, e o </span><a href="https://classicosdosclassicos.mus.br/obras/chopin-estudos-opus-25/"><span style="font-weight: 400;">Opus 25</span></a><span style="font-weight: 400;">, em 1837.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Ainda hoje, os </span><i><span style="font-weight: 400;">Estudos</span></i><span style="font-weight: 400;"> de Chopin são considerados como a base da técnica moderna do piano. Como afirmou o pianista </span><a href="https://en.wikipedia.org/wiki/Garrick_Ohlsson"><span style="font-weight: 400;">Garrick Ohlsson</span></a><span style="font-weight: 400;">, “Se você consegue tocar os </span><i><span style="font-weight: 400;">Estudos</span></i><span style="font-weight: 400;"> de </span><a href="https://classicosdosclassicos.mus.br/compositores/frederic-chopin/"><span style="font-weight: 400;">Chopin</span></a><span style="font-weight: 400;">, não há praticamente nada que você não consiga tocar no repertório moderno”.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Cada estudo apresenta um problema específico para o pianista, abordado, porém, de modo a transcender seu objetivo pedagógico. Cada um é uma refinada peça romântica – além de suas exigências técnicas, Chopin fez deles poemas sonoros. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Os </span><i><span style="font-weight: 400;">Estudos</span></i><span style="font-weight: 400;"> Op. 10 foram dedicados a Liszt, e vários deles possuem apelidos. É difícil escolher qual deles destacar, mas comentaremos alguns a seguir:</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">&#8211; Estudo nº. 1 em Dó Maior, “La cascade” – </span><i><span style="font-weight: 400;">Cachoeira: </span></i><span style="font-weight: 400;">o estudo começa com arpejos para a mão direita que chamam logo a atenção e percorrem o teclado, demandando grande flexibilidade do pulso. Mesmo neste difícil contexto técnico, Chopin desenvolve uma descoberta harmônica; </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">&#8211; Estudo nº. 2 em Lá Menor, “Chromatique” – </span><i><span style="font-weight: 400;">Cromático;</span></i></p>
<p><span style="font-weight: 400;">&#8211; Estudo nº. 3 em Mi Maior, “Tristesse” – </span><i><span style="font-weight: 400;">Tristeza: </span></i><span style="font-weight: 400;">Chopin dizia nunca ter escrito uma melodia tão bela quanto a deste estudo;</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">&#8211; Estudo nº. 4 em Dó Sustenido Menor, “Torrent” – </span><i><span style="font-weight: 400;">Torrente;</span></i></p>
<p><span style="font-weight: 400;">&#8211; Estudo nº. 5 em Sol Bemol Maior, “La negresse” – </span><i><span style="font-weight: 400;">Teclas pretas: </span></i><span style="font-weight: 400;">este famoso estudo tem tercinas pentatônicas na mão direita executadas apenas nas teclas pretas do piano. O efeito deve ter parecido exótico para o público da época;</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">&#8211; Estudo nº. 6 em Mi Bemol Menor – </span><i><span style="font-weight: 400;">Lamento: </span></i><span style="font-weight: 400;">quase um noturno, “o tempo fica parado durante seus poucos minutos, em que Chopin transmite sentimentos para os quais não há palavras”, afirmou um comentarista;</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">&#8211; Estudo nº. 7 em Dó Maior, “</span><i><span style="font-weight: 400;">Toccata”;</span></i></p>
<p><span style="font-weight: 400;">&#8211; Estudo nº. 8 em Fá Maior, “Sunshine” – </span><i><span style="font-weight: 400;">Luz do Sol: </span></i><span style="font-weight: 400;">a maior dificuldade deste estudo está nas rápidas ornamentações da mão direita;</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">&#8211; Estudo nº. 9 em Fá Menor: em tom menor, este estudo tem um caráter apaixonado;</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">&#8211; Estudo nº. 10 em Lá Bemol Maior;</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">&#8211; Estudo nº. 11 em Mi Bemol Maior, “Aux arpèges” – </span><i><span style="font-weight: 400;">Arpejo</span></i><span style="font-weight: 400;">;</span><i><span style="font-weight: 400;"> </span></i></p>
<p><span style="font-weight: 400;">&#8211; Estudo nº. 12 em Dó Menor, “La revolutionnaire” – </span><i><span style="font-weight: 400;">Revolucionário: </span></i><span style="font-weight: 400;">o estudo que encerra o ciclo é dramático e marcial e foi supostamente inspirado na invasão da Polônia pelos russos. “Seus motivos rítmicos apaixonados”, diz o grande pianista Alfred Cortot, “exprimem uma revolta animada por uma força terrível e misteriosa.”</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Chopin – </span><i><span style="font-weight: 400;">Estudos Op. 10</span></i><span style="font-weight: 400;"> | </span><span style="font-weight: 400;">Jan Lisiecki (piano)</span></p>
<p><iframe loading="lazy" title="Jan Lisiecki - Chopin - 12 Etudes, Op 10" width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/qDbC-kpu1l4?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
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