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	<title>Franz Liszt - Clássicos dos Clássicos</title>
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	<description>Por Carlos Siffert</description>
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		<title>Liszt – Suíte Árvore de Natal</title>
		<link>https://classicosdosclassicos.mus.br/obras/liszt-suite-arvore-de-natal/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Clássicos dos Clássicos]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 19 Dec 2022 16:25:07 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Liszt completou a suíte Weihnachtsbaum (Árvore de Natal), uma coleção de doze peças curtas para piano, em 1876. Dois anos depois, ele explicou em uma carta para a princesa Carolyne zu Sayn-Wittgenstein o conceito da obra: “Estas peças não devem ser encaradas como um trabalho ostentoso, mas como simples reflexões de minhas emoções da juventude, [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><a href="https://classicosdosclassicos.mus.br/compositores/franz-liszt/">Liszt</a> completou a suíte <em>Weihnachtsbaum</em> (Árvore de Natal), uma coleção de doze peças curtas para piano, em 1876.</p>
<p>Dois anos depois, ele explicou em uma carta para a princesa Carolyne zu Sayn-Wittgenstein o conceito da obra: “Estas peças não devem ser encaradas como um trabalho ostentoso, mas como simples reflexões de minhas emoções da juventude, que permanecem inabaláveis em meio às provações do tempo”.</p>
<p>Dedicada à sua primeira neta, Daniela von Bülow, a obra conta com cinco arranjos de canções natalinas de diversas origens. As demais foram escritas pelo próprio compositor.</p>
<p>De caráter diversificado, o conjunto reúne momentos de doce sentimentalismo, como em “Os pastores na manjedoura”, outros de pompa marcial, como em “Adeste Fideles, Marcha dos três Reis Magos”, e até passagens visionárias, que antecipam as harmonias de Ravel, como em “Sinos da Noite”.</p>
<p>Esta é a sequência das peças:</p>
<ol>
<li><em>Psallite; Altes Weihnachtslied</em>(Antiga canção de Natal; originalmente um coral de Michael Praetorius)</li>
<li><em>O heilige Nacht!; Weihnachtslied nach einer alten Weise</em>(Oh noite sagrada! Canção de Natal em estilo antigo)</li>
<li><em>In dulci jubilo: Die Hirten an der Krippe</em>(Os pastores na manjedoura)</li>
<li><em>Adeste fideles: Gleichsam als Marsch der heiligen drei Könige</em>(Marcha dos três Reis Magos)</li>
<li><em>Scherzoso: Man zündet die Kerzen des Baumes an</em>(Acendendo as velas na árvore)</li>
<li><em>Glockenspiel</em>(Carrilhão)</li>
<li><em>Schlummerlied</em>(Canção de ninar)</li>
<li><em>Altes provenzalisches Weihnachtslied</em>(Velha canção natalina provençal)</li>
<li><em>Abendglocken</em>(Sinos da Noite)</li>
<li><em>Ehemals</em>(Antigamente)</li>
<li><em>Ungarisch</em>(Húngara)</li>
<li><em>Polnisch</em>(Polonesa)</li>
</ol>
<p>Liszt – <em>Suíte Árvore de Natal</em> | Carles Marigó (piano).</p>
<p><iframe loading="lazy" title="Franz Liszt: Weihnachtsbaum, L&#039;albero del Natale, Arbre de Noël" width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/B4AiQrtLRDs?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen></iframe></p>
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		<title>Liszt – Totentanz: Paráfrase do Dies Irae</title>
		<link>https://classicosdosclassicos.mus.br/obras/liszt-totentanz-parafrase-do-dies-irae/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Clássicos dos Clássicos]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 14 Feb 2022 20:48:31 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Liszt começou a trabalhar na Totentanz (Dança Macabra; Dança da Morte) em 1838, mas só a considerou concluída em 1849 – embora a obra ainda tenha recebido revisões no fim da década de 1850. Esta longa gestação não era incomum em Liszt. A Europa Medieval era obcecada com tudo relativo à morte, e a Era [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><a href="https://classicosdosclassicos.mus.br/compositores/franz-liszt/">Liszt</a> começou a trabalhar na <em>Totentanz</em> (Dança Macabra; Dança da Morte) em 1838, mas só a considerou concluída em 1849 – embora a obra ainda tenha recebido revisões no fim da década de 1850. Esta longa gestação não era incomum em Liszt.</p>
<p>A Europa Medieval era obcecada com tudo relativo à morte, e a Era Romântica era obcecada com tudo relativo à Europa Medieval. No caso de <a href="https://classicosdosclassicos.mus.br/compositores/franz-liszt/">Liszt</a>, obras como <em>Totentanz</em>, <em><a href="https://en.wikipedia.org/wiki/Fun%C3%A9railles">Funérailles</a></em>, <a href="https://en.wikipedia.org/wiki/La_lugubre_gondola"><em>La lugubre gondola</em></a> e <em><a href="https://en.wikipedia.org/wiki/Harmonies_po%C3%A9tiques_et_religieuses">Pensée des morts</a></em> mostram a fascinação do compositor com a morte.</p>
<p>A base temática de <em>Totentanz</em> é o cantochão medieval <em>Dies Irae </em>(Dia da Ira). Na Missa de Réquiem, refere-se ao dia do Juízo Final. Outros compositores, entre os quais <a href="https://classicosdosclassicos.mus.br/compositores/joseph-haydn/">Haydn</a>, Berlioz, Saint-Saëns, <a href="https://classicosdosclassicos.mus.br/compositores/johannes-brahms/">Brahms</a> e <a href="https://classicosdosclassicos.mus.br/compositores/gustav-mahler">Mahler</a> também usaram o tema.</p>
<p><em>Totentanz </em>consiste em um tema com variações para piano e orquestra. As variações têm algumas passagens que aludem ao cantochão, mas são predominantemente virtuosísticas e modernas, destacando o caráter percussivo do piano.</p>
<p>Alguns críticos mencionam a semelhança da abertura de <em>Totentanz</em> com a da <em>Sonata para Dois Pianos e Percussão</em>, de Bartók, composta quase cem anos depois. Talvez não seja um acaso, já que Bartók tocava frequentemente a <em>Totentanz</em>.</p>
<p>Liszt – <em>Totentanz: Paráfrase do Dies Irae </em>| Denis Matsuev (piano) e Orquestra Filarmônica de St. Petersburgo, regida por Zoltan Kocsis</p>
<p><iframe loading="lazy" title="Denis Matsuev: Franz Liszt - Totentanz, S. 126 (with Zoltan Kocsis)" width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/Iow2olsuZoM?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen></iframe></p>
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		<title>Liszt – Sonata em Si Menor</title>
		<link>https://classicosdosclassicos.mus.br/obras/liszt-sonata-em-si-menor/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Clássicos dos Clássicos]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 14 Feb 2022 20:43:01 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A maior parte da Sonata em Si Menor foi escrita por Liszt entre 1852-53. Embora alguns esboços da juventude tenham chegado a nós, Liszt não voltou à obra até seu tempo em Weimar. Sua posição como Kapellmeister (Diretor de Música) lhe deu o tempo necessário para se dedicar à composição. A Sonata é tocada sem [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A maior parte da <em>Sonata em Si Menor</em> foi escrita por Liszt entre 1852-53. Embora alguns esboços da juventude tenham chegado a nós, <a href="https://classicosdosclassicos.mus.br/compositores/franz-liszt/">Liszt</a> não voltou à obra até seu tempo em Weimar. Sua posição como <em>Kapellmeister</em> (Diretor de Música) lhe deu o tempo necessário para se dedicar à composição.</p>
<p>A <em>Sonata</em> é tocada sem interrupção, sendo desenvolvida a partir de um tema composto por dois motivos. O todo, no entanto, revela uma estrutura de quatro movimentos. Liszt marcou na partitura o início do <em>Andante sostenuto </em>e do <em>Allegro energico, </em>deixando algumas linhas em branco antes de cada um; estas seções são identificadas como o movimento lento e o <em>Scherzo.</em></p>
<p>Dedicada à Robert Schumann, cujas composições para piano Liszt admirava muito, a <em>Sonata</em> era também uma retribuição, pois Schumann tinha lhe dedicado sua <em>Fantasia, Op. 17. </em>Infelizmente, quando a peça com a dedicatória chegou à casa de Schumann, já não o encontrou – ele já estava no asilo onde passaria o resto de sua vida.</p>
<p>A <em>Sonata</em> não foi bem recebida no início. Uma parte das críticas vinha do fato de Liszt pertencer, junto a Wagner, à chamada <em>Nova Escola Alemã, </em>que se opunha à “<em>Antiga”</em>, cujo principal compositor era Brahms.</p>
<p>Clara Schumann disse: “Vou ter que agradecer, mas acho horrível”. Já Wagner, comenta: “A <em>Sonata</em> é inexpressivamente bela; grande, profunda e nobre.”</p>
<p>Hoje em dia, a <em>Sonata em Si Menor</em> é considerada uma das melhores obras do compositor e faz parte do repertório de música clássica.</p>
<p>Liszt – <em>Sonata em Si Menor</em> | Alfred Brendel (piano)</p>
<p><iframe loading="lazy" title="Liszt　Piano Sonata in B minor　Alfred Brendel" width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/Ju_VXRL6O4w?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen></iframe></p>
<p>&nbsp;</p>
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		<item>
		<title>Liszt – Depois de uma Leitura de Dante: Fantasia quase Sonata</title>
		<link>https://classicosdosclassicos.mus.br/obras/liszt-depois-de-uma-leitura-de-dante-fantasia-quase-sonata/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Clássicos dos Clássicos]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 14 Feb 2022 20:41:21 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Conhecida como “Sonata Dante”, Depois de uma Leitura de Dante: Fantasia quase Sonata é a última peça do segundo volume dos Anos de Peregrinação e foi escrita sob o impacto da Divina Comédia: Canto do Inferno, de Dante. Liszt começou o trabalho sobre um “fragmento dantesco”. Mais tarde incorporou uma revisão do trabalho em seus [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Conhecida como “Sonata Dante”, <em>Depois de uma Leitura de Dante: Fantasia quase Sonata</em> é a última peça do segundo volume dos <em>Anos de Peregrinação </em>e foi escrita sob o impacto da <em>Divina Comédia: Canto do Inferno, </em>de Dante.</p>
<p><a href="https://classicosdosclassicos.mus.br/compositores/franz-liszt/">Liszt</a> começou o trabalho sobre um “fragmento dantesco”. Mais tarde incorporou uma revisão do trabalho em seus <em>Anos de Peregrinação. </em></p>
<p>A composição descreve o terrível trajeto de uma alma ao inferno, mas acaba com vários acordes de perdão, em uma espécie de transfiguração.</p>
<p>A “Sonata Dante” é um dos melhores exemplos da habilidade técnica e da arte sonora de Liszt.</p>
<p>Liszt – <em>Depois de uma Leitura de Dante: Fantasia quase Sonata </em>| Arcadi Volodos (piano)</p>
<p><iframe loading="lazy" title="Liszt: Après une lecture du Dante: Fantasia quasi sonata (Dante Sonata)" width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/qulOpRB0O_c?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen></iframe></p>
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		<item>
		<title>Liszt – Nuages Gris (Nuvens Cinzentas)</title>
		<link>https://classicosdosclassicos.mus.br/obras/liszt-nuages-gris-nuvens-cinzentas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Clássicos dos Clássicos]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 14 Feb 2022 20:37:37 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Difícil acreditar que Nuages Gris tenha sido escrita por Liszt em 1881. A harmonia chocante e progressiva antecipa a música de Debussy e de compositores do século XX. Em seus últimos anos, Liszt deixou sua brilhante bravura virtuosística e trilhou um estranho território experimental. Escreveu Nuages Gris e algumas outras obras tardias como uma espécie [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Difícil acreditar que <em>Nuages Gri</em>s tenha sido escrita por Liszt em 1881. A harmonia chocante e progressiva antecipa a música de Debussy e de compositores do século XX.</p>
<p>Em seus últimos anos, <a href="https://classicosdosclassicos.mus.br/compositores/franz-liszt/">Liszt</a> deixou sua brilhante bravura virtuosística e trilhou um estranho território experimental. Escreveu <em>Nuages Gris </em>e algumas outras obras tardias como uma espécie de exercício pessoal.</p>
<p>Esta música de vanguarda só veio a ser executada no século XX.</p>
<p>Liszt – <em>Nuages Gris</em> | <a href="https://en.wikipedia.org/wiki/Krystian_Zimerman">Krystian Zimerman</a> (piano)</p>
<p><iframe loading="lazy" title="Liszt Nuages Gris  for Piano - Krystian Zimerman" width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/RnkzBbuyy1M?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen></iframe></p>
<p>&nbsp;</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Liszt &#8211; Jeux d’Eau à la Villa d’Este</title>
		<link>https://classicosdosclassicos.mus.br/obras/liszt-jeux-deau-a-la-villa-deste/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Clássicos dos Clássicos]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 14 Feb 2022 20:27:26 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Liszt era um hóspede frequente do cardeal residente na Villa d’Este, localizada em Tivoli, perto de Roma. Seus Jeux d’Eau à la Villa d’Este descrevem as fontes cristalinas da Villa. No compasso 144, Liszt acrescentou uma citação da Bíblia, um texto musical sobre a “água da vida”, dando assim um contexto religioso à obra.  Liszt [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><a href="https://classicosdosclassicos.mus.br/compositores/franz-liszt/">Liszt</a> era um hóspede frequente do cardeal residente na Villa d’Este, localizada em Tivoli, perto de Roma.</p>
<p>Seus <em>Jeux d’Eau à la Villa d’Este</em> descrevem as fontes cristalinas da Villa.</p>
<p>No compasso 144, Liszt acrescentou uma citação da Bíblia, um texto musical sobre a “água da vida”, dando assim um contexto religioso à obra.</p>
<p><em> </em>Liszt – <em>Jeux d’Eau à la Villa d’Este</em> | Nikolai Lugansky (piano)</p>
<p><iframe loading="lazy" title="Lugansky - Liszt - Les jeux d&#039;eaux à la Villa d&#039;Este" width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/gVh5AJeMLYM?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen></iframe></p>
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		<item>
		<title>Liszt – Estudo de Concerto nº 3, Un Sospiro</title>
		<link>https://classicosdosclassicos.mus.br/obras/liszt-estudo-de-concerto-no-3-un-sospiro/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Clássicos dos Clássicos]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 14 Feb 2022 20:25:22 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Do ponto de vista técnico, o Estudo de Concerto nº 3, Un Sospiro, de Liszt, é um passe de mágica. A partitura se desdobra em três partes e soa como se requeresse no mínimo três mãos grandes e hábeis para interpretá-la. Todos estes tons são tocados usando um incrível recurso: a linha melódica que se [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Do ponto de vista técnico, o Estudo de Concerto nº 3, Un Sospiro, de <a href="https://classicosdosclassicos.mus.br/compositores/franz-liszt/">Liszt</a>, é um passe de mágica.</p>
<p>A partitura se desdobra em três partes e soa como se requeresse no mínimo três mãos grandes e hábeis para interpretá-la.</p>
<p>Todos estes tons são tocados usando um incrível recurso: a linha melódica que se alterna entre as mãos esquerda e direita, enquanto os acordes fluem suavemente.</p>
<p>Mas o Estudo de Concerto nº 3 é muito mais do que um deslumbrante exercício de técnica. Leva-nos também a uma série de aventuras harmônicas. Estas harmonias inovadoras eram chocantes, muito modernas para a época em que foram compostas, no meio do século XIX.</p>
<p>Liszt – Estudo de Concerto nº 3, Un Sospiro |<a href="https://www.langlangofficial.com/"> Lang Lang</a> (piano)</p>
<p><iframe loading="lazy" title="Lang Lang plays Liszt&#039;s Un Sospiro" width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/Qe5kTui3nqc?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen></iframe></p>
<p>&nbsp;</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Liszt – Estudos transcendentais</title>
		<link>https://classicosdosclassicos.mus.br/obras/liszt-estudos-transcendentais/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Clássicos dos Clássicos]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 03 May 2021 13:42:41 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Em 1826, aos quinze anos, Franz Liszt (1811-1886) começou o caminho para seus Estudos Transcendentais – compôs um conjunto que chamou de Estudo em Doze Exercícios. Onze anos depois, publicou os Doze Grandes Estudos, muito mais elaborados e difíceis. A versão final das revisões dos Estudos Transcendentais foi publicada em 1852, portanto, 26 anos depois [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Em 1826, aos quinze anos, <a href="https://classicosdosclassicos.mus.br/obras-categoria/franz-liszt/">Franz Liszt</a> (1811-1886) começou o caminho para seus <em>Estudos Transcendentais</em> – compôs um conjunto que chamou de <em>Estudo em Doze Exercícios. </em>Onze anos depois, publicou os <em>Doze Grandes Estudos, </em>muito mais elaborados e difíceis.</p>
<p>A versão final das revisões dos <em>Estudos Transcendentais </em>foi publicada em 1852, portanto, 26 anos depois do início do <em>Estudo em Doze Exercícios </em>citado acima.</p>
<p>Liszt deu aos <em>Estudos </em>nomes em francês, com exceção dos de números 2 e 10, batizados mais tarde por Busoni como <em>Fusées </em>(Foguetes) e <em>Appassionata, </em>respectivamente.</p>
<p>A Escala Henle (*) de dificuldade de execução dá o grau 9 (o mais difícil) aos <em>Estudos</em> nº 4 (<a href="https://classicosdosclassicos.mus.br/wp-content/uploads/2021/01/Mazeppa-300x239.jpg"><em>Mazeppa</em></a>)<em>, </em>nº 5 (<em>Fogos Fátuos</em>), nº 8 (<em>Caçada Selvagem</em>), nº 10 <em>(Appassionata) </em>e nº 12 (<em>Chasse Neige &#8211; </em>Redemoinhos de Neve).</p>
<p>Como curiosidade, o mais “fácil” é o nº 3 (<em>Paisagem</em>): grau 6.</p>
<p>Liszt &#8211; <em>Estudos de Execução Transcendental nºs 4, 5, 8,10 e 12 </em>| <a href="https://daniiltrifonov.com/">Daniil Trifonov</a> (piano)</p>
<p><iframe loading="lazy" title="Trifonov plays Liszt&#039;s Transcendental Études in Lyon France" width="500" height="375" src="https://www.youtube.com/embed/kD4T-rNklsY?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
<p>(*) Nota: Em 2010, a editora de partituras G. Henle Verlag encomendou ao músico Rolf Koenen uma escala de avaliação de peças clássicas que vai de um a nove, de acordo com a dificuldade de sua execução.</p>
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		<title>Liszt – Les Préludes (Os Prelúdios)</title>
		<link>https://classicosdosclassicos.mus.br/obras/liszt-les-preludes-os-preludios/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Clássicos dos Clássicos]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 18 Jan 2021 12:54:50 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Há uma série de equívocos e mal entendidos sobre os poemas sinfônicos de Franz Liszt (1811-1886). Ele foi o criador do nome Sinfonische Dichtung (Poema Sinfônico), em 1854, para designar música relacionada à literatura ou à pintura. Mas não foi Liszt que inventou o conceito musical, que já aparecia nas aberturas dramáticas de Beethoven, como [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Há uma série de equívocos e mal entendidos sobre os poemas sinfônicos de Franz Liszt (1811-1886). Ele foi o criador do nome <em>Sinfonische Dichtung </em>(Poema Sinfônico), em 1854, para designar música relacionada à literatura ou à pintura.</p>
<p>Mas não foi Liszt que inventou o conceito musical, que já aparecia nas aberturas dramáticas de <a href="https://classicosdosclassicos.mus.br/compositores/ludwig-van-beethoven/">Beethoven</a>, como <em>Egmont</em> e <em>Coriolano</em>. A rigor, pode-se dizer que a ideia é ainda mais antiga: <em>As Quatro Estações </em>de <a href="https://classicosdosclassicos.mus.br/compositores/antonio-lucio-vivaldi/">Vivaldi</a> seriam um exemplo. Vivaldi escreveu um soneto para cada uma delas.</p>
<p>O título da peça refere-se a um texto do poeta francês Alphonse de Lamartine: “O que é a vida senão uma série de prelúdios àquele hino desconhecido, cuja solene primeira nota é entoada pela morte?”</p>
<p>O sentido destas palavras levou gerações de críticos a traçar paralelos errôneos entre o poema e trechos da música de Liszt: isto porque a inspiração da peça não veio do texto de Lamartine. A obra tinha sido escrita anos atrás e estreada como a <em>Abertura</em> de <em>Quatro Elementos, </em>que é baseada em outra fonte. Liszt retrabalhou esta abertura e selecionou as palavras de Lamartine como mais adequadas para seu <em>programa </em>– seu sentido extramusical.</p>
<p><em>Os Prelúdios </em>é o terceiro e mais conhecido dos 13 poemas sinfônicos de <a href="https://classicosdosclassicos.mus.br/obras-categoria/franz-liszt/">Liszt</a>, ora majestoso, ora reflexivo ou marcial.</p>
<p>A obra se divide nas seguintes partes:</p>
<ul>
<li>Pergunta (Introdução e <em>Andante Maestoso)</em></li>
<li>Amor</li>
<li>Tempestade</li>
<li>Calma bucólica</li>
<li>Batalha e Vitória (inclui recapitulação de “Pergunta”)</li>
</ul>
<p>Liszt – <em>Les Préludes </em>(Os Prelúdios) | <a href="https://www.berliner-philharmoniker.de/en/">Orquestra Filarmônica e Ópera do Estado de Berlim</a>, Daniel Barenboim (regente)</p>
<p><iframe loading="lazy" title="Les Préludes (Franz Liszt)  Daniel Barenboim mit Berlin Philharmoniker - Staatsoper Berlin (1998)" width="500" height="375" src="https://www.youtube.com/embed/jb2bkVQwtBs?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen></iframe></p>
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		<title>Liszt – Poema Sinfônico: Mazeppa</title>
		<link>https://classicosdosclassicos.mus.br/obras/liszt-poema-sinfonico-mazeppa/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Clássicos dos Clássicos]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 18 Jan 2021 12:50:08 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O Poema Sinfônico é uma obra inspirada pela literatura ou por outra fonte extra-musical. Embora haja exemplos mais antigos inspirados em descrições literárias, como As Quatro Estações de Vivaldi e a Sinfonia Pastoral de Beethoven, Franz Liszt é considerado o originador do Poema Sinfônico. Mazeppa é o sexto dos 13 poemas sinfônicos que Liszt escreveu. [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O Poema Sinfônico é uma obra inspirada pela literatura ou por outra fonte extra-musical. Embora haja exemplos mais antigos inspirados em descrições literárias, como <em>As Quatro Estações</em> de Vivaldi e a <a href="https://classicosdosclassicos.mus.br/obras/beethoven-sonata-no-15-em-re-maior-op-28-pastoral/"><em>Sinfonia Pastoral</em> </a>de <a href="https://classicosdosclassicos.mus.br/compositores/ludwig-van-beethoven/">Beethoven</a>, <a href="https://classicosdosclassicos.mus.br/obras-categoria/franz-liszt/">Franz Liszt</a> é considerado o originador do Poema Sinfônico. <em>Mazeppa</em> é o sexto dos 13 poemas sinfônicos que Liszt escreveu.</p>
<p>Ivan Mazeppa, nascido na Lituânia em 1639, era de origem nobre. Segundo a lenda, ele teve um caso de amor com uma princesa polonesa que era casada com um homem muito mais velho do que ela. Quando o marido descobriu o caso, puniu Mazeppa – nu, ele foi amarrado a um cavalo que foi solto em uma floresta. O cavalo foi parar na Ucrânia e Mazeppa, que tinha sobrevivido, foi encontrado pelos cossacos, que fizeram dele seu <em>Hetman, </em>o cargo da mais alta hierarquia militar do país.</p>
<p>Embora seja apenas uma lenda, essa narrativa inspirou muitos escritores, pintores e músicos da era romântica. Byron, Pushkin e Victor Hugo escreveram poemas sobre ela; Tchaikovsky e Liszt compuseram música inspirada na lenda. A história deu origem também a muitas pinturas.</p>
<p>Liszt escreveu primeiro uma peça para piano, o quarto de seus <em>Estudos de Execução Transcendental – </em>uma das mais difíceis do repertório para o piano.</p>
<p>A versão orquestral difere do estudo: é mais longa e expande algumas de suas ideias musicais. O poema sinfônico ilustra a cavalgada na floresta, o bater das patas do cavalo, o terror de Mazeppa e, depois que ele é encontrado pelos cossacos, uma triunfante marcha militar.</p>
<p>Liszt – <em>Poema Sinfônico:</em> <em>Mazeppa</em>, S.100 | Staatkapelle Weimar sob a direção de Kirill Karabits</p>
<p><iframe loading="lazy" title="Liszt, Mazeppa, Staatskapelle Weimar, Kirill Karabits - conductor" width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/cp_UdTkuZRI?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen></iframe></p>
<p>Liszt – <em>Estudo Transcedental nº 4</em>: <em>Mazeppa </em>| Daniil Trifonov (piano)</p>
<p><iframe loading="lazy" title="Daniil Trifonov – Liszt: Transcendental Etudes No. 4: &#039;Mazeppa&#039; (Presto)" width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/CXGeOHdiHrE?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen></iframe></p>
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		<title>Liszt &#8211; Rapsódias Húngaras</title>
		<link>https://classicosdosclassicos.mus.br/obras/liszt-rapsodias-hungaras/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Clássicos dos Clássicos]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 14 Sep 2020 03:00:52 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Os ciganos (romani) têm origem no norte da Índia. Eram um povo nômade, mas estão hoje radicados em vários países da Europa. Suas trupes populares são muito conhecidas, principalmente por sua música. Vários compositores foram influenciados pela cultura cigana, entre os quais Haydn, Liszt, Brahms, de Falla, Albeniz e Khachaturian. O compositor húngaro Franz Liszt [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Os ciganos (romani) têm origem no norte da Índia. Eram um povo nômade, mas estão hoje radicados em vários países da Europa. Suas trupes populares são muito conhecidas, principalmente por sua música. Vários compositores foram influenciados pela cultura cigana, entre os quais <a href="https://classicosdosclassicos.mus.br/compositores/joseph-haydn/">Haydn</a>, Liszt, <a href="https://classicosdosclassicos.mus.br/compositores/johannes-brahms/">Brahms</a>, de Falla, Albeniz e Khachaturian.</p>
<p>O compositor húngaro Franz Liszt (1811-1886) foi um virtuose itinerante. Talvez por isso tivesse uma afinidade com a música dos ciganos, um povo nômade.</p>
<p>Em suas 19 Rapsódias Húngaras, Liszt procurou registrar a música cigana que ouvia em sua terra. Essas obras são também, é claro, um veículo para exibir seu virtuosismo.</p>
<p>Apresentaremos, a seguir, três delas: a nº 6, a nº 2 e a nº 15.</p>
<p>A <em>Rapsódia nº 6</em> é uma de suas obras mais brilhantes e mais difíceis. Vamos ouvi-la interpretada primeiramente por Martha Argerich e, em seguida, pelo pianista húngaro-francês Georges Cziffra (1921-1994), considerado um dos maiores virtuoses do século XX, discípulo de István Thomán (1862-1940), um dos alunos prediletos de Liszt.</p>
<p>Liszt &#8211; <em>Rapsódia Húngara nº 6 | </em>Martha Argerich (piano)</p>
<p><iframe loading="lazy" title="Liszt, Hungarian Rhapsody No.6, Martha Argerich 1966" width="500" height="375" src="https://www.youtube.com/embed/LhInwkq4nAw?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen></iframe></p>
<p>Liszt &#8211; <em>Rapsódia Húngara nº 6</em> | <a href="https://en.wikipedia.org/wiki/Gy%C3%B6rgy_Cziffra">Georges Cziffra</a> (piano)</p>
<p><iframe loading="lazy" title="Hungarian Rhapsody No 6 - Cziffra Georges" width="500" height="375" src="https://www.youtube.com/embed/_wnXcq8Gk7Y?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen></iframe></p>
<p>Liszt &#8211; <em>Rapsódia Húngara nº 2</em> | Arcadi Volodos (piano)</p>
<p><iframe loading="lazy" title="Liszt-Horowitz Hungarian Rhapsody No. 2   A. Volodos, piano" width="500" height="375" src="https://www.youtube.com/embed/g66F2_XKSv8?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen></iframe></p>
<p>Liszt &#8211; <em>Rapsódia Húngara nº 15</em> &#8211; <em>Marcha Rakoczy</em> | Arcadi Volodos (piano)</p>
<p><iframe loading="lazy" title="Volodos - Liszt Hungarian Rhapsody no.15 Rakoczy March" width="500" height="375" src="https://www.youtube.com/embed/x38NQFk5OCc?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen></iframe></p>
<p>The post <a rel="nofollow" href="https://classicosdosclassicos.mus.br/obras/liszt-rapsodias-hungaras/">Liszt &#8211; Rapsódias Húngaras</a> appeared first on <a rel="nofollow" href="https://classicosdosclassicos.mus.br">Clássicos dos Clássicos</a>.</p>
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