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	<title>Música Francesa - Clássicos dos Clássicos</title>
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	<description>Por Carlos Siffert</description>
	<lastBuildDate>Mon, 05 Sep 2022 15:11:40 +0000</lastBuildDate>
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		<title>Erik Satie – Gnossiennes</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Clássicos dos Clássicos]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 23 Mar 2020 04:54:32 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O compositor Erik Satie (1866-1925) fez parte da chamada Avant Garde francesa do início do Século XX. Seu nome é ligado ao dadaísmo. Foi também um dos precursores do minimalismo. Satie inventou a palavra “gnossienne” talvez como uma alusão a gnosis – ele estava envolvido com movimentos gnósticos quando começou a compor as Gnossiennes. As [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O compositor Erik Satie (1866-1925) fez parte da chamada <em>Avant Garde </em>francesa do início do Século XX. Seu nome é ligado ao dadaísmo. Foi também um dos precursores do minimalismo.</p>
<p>Satie inventou a palavra “<em>gnossienne</em>” talvez como uma alusão a <em>gnosis – </em>ele estava envolvido com movimentos gnósticos quando começou a compor as<em> Gnossiennes</em>. As peças não têm, em geral, indicação de tempo e são experimentais em forma, ritmo e estrutura.</p>
<p>A primeira <em>Gnossienne, </em>por exemplo, é breve, assim como as outras. Apresenta uma melodia modal simples, repetitiva, inspirada pela música popular cigana da Romênia, que Satie ouvira na Exposição de Paris de 1889. Não há indicações de compassos e nem de andamento na partitura. No entanto, é cheia de instruções bem-humoradas para o intérprete: “brilhando”, “questionando”, “maravilhe-se consigo mesmo”, “na ponta da língua”, “na ponta do pensamento”.</p>
<p>As três primeiras <em>Gnossiennes </em>foram publicadas em 1893. Já as três seguintes, de números 4 a 6, foram compostas mais tarde, entre 1891 e 1897, e publicadas somente em 1968. A de nº 4 é a mais meditativa (mística, para alguns) de todas.</p>
<p>Erik Satie – <em>Gnossiennes nºs 1 a 6</em> | Reinbert de Leeuw (piano)</p>
<p><iframe loading="lazy" title="Reinbert de Leeuw - Erik Satie/ Gnossiennes 1-6 (live @TivoliVredenburg Utrecht)" width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/5bIeYqpn0Gk?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen></iframe></p>
<p>A <em>Gnossienne nº 1</em> foi usada em diversas trilhas sonoras de cinema, inclusive na cena do café, do filme <a href="https://classicosdosclassicos.mus.br/le-feu-follet-de-louis-malle-a-cena-do-cafe/"><em>Le Feu Follet</em></a>, de <a href="https://www.britannica.com/biography/Louis-Malle">Louis Malle</a>. Saiba mais:</p>
<blockquote class="wp-embedded-content" data-secret="bycO5ic6eo"><p><a href="https://classicosdosclassicos.mus.br/le-feu-follet-de-louis-malle-a-cena-do-cafe/">Le Feu Follet, de Louis Malle: a cena do Café</a></p></blockquote>
<p><iframe class="wp-embedded-content" sandbox="allow-scripts" security="restricted" title="&#8220;Le Feu Follet, de Louis Malle: a cena do Café&#8221; &#8212; Clássicos dos Clássicos" src="https://classicosdosclassicos.mus.br/le-feu-follet-de-louis-malle-a-cena-do-cafe/embed/#?secret=bycO5ic6eo" data-secret="bycO5ic6eo" width="500" height="282" frameborder="0" marginwidth="0" marginheight="0" scrolling="no"></iframe></p>
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		<title>Ravel – Le Tombeau de Couperin</title>
		<link>https://classicosdosclassicos.mus.br/obras/ravel-tombeau-de-couperin/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Clássicos dos Clássicos]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 23 Mar 2020 04:46:22 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A tradução literal de Tombeau é túmulo. Existe, no entanto, uma antiga tradição na França segundo a qual Tombeau é um tributo musical a um compositor falecido. Quando começou a escrever suíte para piano Le Tombeau de Couperin, em 1914, Maurice Ravel tinha a intenção de homenagear o compositor François Couperin, Le Grand (1668- 1733), [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A tradução literal de <em>Tombeau </em>é túmulo. Existe, no entanto, uma antiga tradição na França segundo a qual <em><a href="https://en.wikipedia.org/wiki/Tombeau">Tombeau</a> </em>é um tributo musical a um compositor falecido.</p>
<p>Quando começou a escrever suíte para piano <em>Le</em> <em>Tombeau de Couperin</em>, em 1914, <a href="https://classicosdosclassicos.mus.br/obras-categoria/ravel/">Maurice Ravel</a> tinha a intenção de homenagear o compositor <a href="https://brasilescola.uol.com.br/biografia/francois-couperin.htm">François Couperin</a>, <em>Le Grand </em>(1668- 1733), um dos fundadores da chamada escola de cravo francesa.</p>
<p>Ravel era muito baixo e franzino (1,60 m e 48 kg) e tinha sido dispensado do serviço militar. Entretanto, com o início da Primeira Grande Guerra em 1914, Ravel, então com 39 anos, conseguiu se alistar como motorista de caminhão. Ele chamava seu caminhão de Adelaide e assinava suas cartas como <em>“Chauffeur Ravel”.</em> Durante esse período, interrompeu seu trabalho no <em>Tombeau. </em></p>
<p>Ao longo da guerra sua saúde foi se deteriorando rapidamente. Sua carga de trabalho era exaustiva. Ravel tinha problemas cardíacos e, quando contraiu disenteria, teve de ser hospitalizado. Houve ainda outras complicações e somente em 1917, quando ele teve alta do hospital militar, pôde voltar à composição.</p>
<p>A experiência da guerra e a perda de muitos amigos o tinha afetado bastante. O <em>Tombeau </em>continuou sendo de Couperin, mas agora cada um dos movimentos foi dedicado pelo compositor a um de seus amigos mortos na guerra:</p>
<ol>
<li><em>Prélude</em>– dedicada ao amigo e colaborador Jacques Charlot;</li>
<li><em>Fugue</em>– dedicada ao amigo Jean Crouppi;</li>
<li><em>Forlane</em>– dedicada ao amigo Gabriel Deluc;</li>
<li><em>Rigaudon</em>– dedicada aos irmãos e amigos Pierre e Pascal Gaudin;</li>
<li><em>Menuet</em>– dedicada ao amigo Jean Dreyfus;</li>
<li><em>Toccata</em>– dedicada ao amigo Joseph de Marliave.</li>
</ol>
<p>Mais tarde, em 1920, Ravel orquestrou quatro movimentos da obra. Na verdade, Ravel, um dos maiores orquestradores da história, “recompôs” cada peça em termos orquestrais.</p>
<h5></h5>
<p>Ravel – <em>Le Tombeau de Couperin</em>: I. <em>Prélude – Vif</em> ; II. <em>Forlane – </em><em>Allegretto</em>; III. <em>Menuet – Allegro moderato</em>; IV. <em>Rigaudon – </em><em>Assez vif</em> | Frankfurt Radio Symphony sob a regência de Jaime Martín</p>
<p><iframe loading="lazy" title="Ravel: Le tombeau de Couperin ∙ hr-Sinfonieorchester ∙ Jaime Martín" width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/7NA4j3VhGY4?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen></iframe></p>
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		<title>Debussy – Prelúdios: Livro I</title>
		<link>https://classicosdosclassicos.mus.br/obras/debussy-preludios-livro-i/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Clássicos dos Clássicos]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 23 Mar 2020 04:39:09 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Claude Debussy era um autodidata versado em literatura e artes visuais, além de música. Na década de 1870, foi influenciado pelos poetas simbolistas. O movimento simbolista, inspirado pelos escritos macabros de Edgar Allan Poe, era em parte uma reação ao Iluminismo do século XVIII. Iniciado na França com a publicação das Fleurs du Mal (As [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><a href="https://classicosdosclassicos.mus.br/compositores/claude-debussy/">Claude Debussy</a> era um autodidata versado em literatura e artes visuais, além de música. Na década de 1870, foi influenciado pelos poetas simbolistas.</p>
<p>O movimento simbolista, inspirado pelos escritos macabros de Edgar Allan Poe, era em parte uma reação ao Iluminismo do século XVIII. Iniciado na França com a publicação das<a href="https://fleursdumal.org/"> <em>Fleurs du Mal </em>(As Flores do Mal)</a> de Baudelaire, o movimento rejeitava também o sentimentalismo dos românticos. Debussy conhecia bem os trabalhos de Poe e Baudelaire, chegando a utilizar a poesia desses autores em um ciclo de canções de 1889. Usou ainda textos de Mallarmé e Verlaine.</p>
<p>Nas artes visuais, as influências foram ainda mais amplas, começando pelas<em> fêtes galantes </em>(festas galantes: tipo específico de pintura rococó que dá destaque às festas ao ar livre e a jovens elegantes) de <em>Jean-Antoine Watteau</em> (1684-1721). Para Henri de Regnier, poeta, novelista e ensaísta francês, <em>“</em>os quadros de Watteau devem ser ouvidos tanto quanto vistos – ele é o mais musical dos pintores” (1921).</p>
<p>Entre as outras influências visuais de Debussy, destacam-se as paisagens marinhas do pintor inglês William Turner (1775-1851), os trabalhos esotéricos do norte-americano James Whistler (1834-1903), que caracterizava muitos de seus quadros em termos musicais, e os pintores pré-rafaelitas britânicos, especialmente Dante Gabriel Rossetti (1828-1882).</p>
<p>Debussy também foi profundamente afetado pela música <em>gamelan</em> que ouviu no Pavilhão de Java, na Exposição Mundial de 1889, em Paris, caracterizada por seu complexo padrão rítmico, pela sonoridade de seus instrumentos de percussão, como os vários tipos de gongos, e pelo uso da escala pentatônica.</p>
<p>O que ouvimos no primeiro livro dos <em>Prelúdios</em> é um amálgama de todas essas influências citadas.</p>
<p>Ouça o próprio Debussy interpretando, do Livro I de <i>Prelúdios</i>,  primeiramente, a peça <em>La fille aux cheveux de lin (A menina de cabelos dourados)</em> e, em seguida, as peças <i>Danseuses de Delphes</i> (Dançarinas de Delphi, nº 1); <i><span lang="FR">Le vent dans la plaine</span></i><span lang="FR"> (O vento na planície, nº 3); <i>La cathedrale engloutie</i> (A catedral submersa, nº 10); <i>La danse de Puck</i> (Dança de Puck, nº 11); e <i>Minstrels</i> (Menestréis, nº 12). As gravações foram realizadas em um <i>piano roll</i>.</span></p>
<p><iframe loading="lazy" title="Debussy plays Debussy - Prelúdios para Piano, Livro I - nº  8" width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/sq8gU-coM0U?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen></iframe></p>
<p><iframe loading="lazy" title="Debussy plays Debussy - Prelúdios para Piano, Livro I - nº 1, nº 3, nº 10, nº 11, nº 12." width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/z8fsTRht7Fk?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen></iframe></p>
<div class="gmail_quote">E, a seguir, ouça a obra completa, interpretada pelo pianista Alain Planès:</div>
<div></div>
<p><iframe loading="lazy" title="Debussy : Préludes, Premier livre (Alain Planès, piano)" width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/EnXw-5Q4McI?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen></iframe></p>
<h5>Ouça também:</h5>
<p>Feux d’Artifice (Fogos de Artifício), o último do ciclo de 24 <em>Prelúdios</em> do Livro II de Debussy:</p>
<blockquote class="wp-embedded-content" data-secret="ZkHrmX3G8R"><p><a href="https://classicosdosclassicos.mus.br/obras/debussy-feux-dartifice/">Debussy &#8211; Feux d&#8217;artifice</a></p></blockquote>
<p><iframe class="wp-embedded-content" sandbox="allow-scripts" security="restricted" title="&#8220;Debussy &#8211; Feux d&#8217;artifice&#8221; &#8212; Clássicos dos Clássicos" src="https://classicosdosclassicos.mus.br/obras/debussy-feux-dartifice/embed/#?secret=ZkHrmX3G8R" data-secret="ZkHrmX3G8R" width="500" height="282" frameborder="0" marginwidth="0" marginheight="0" scrolling="no"></iframe></p>
<p>Referência:</p>
<p><a href="https://digital.lib.washington.edu/researchworks/bitstream/handle/1773/38016/2012-10-23%2c%20Sheppard%20program%20notes%20and%20bio.pdf?sequence=2&amp;isAllowed=y">Notas de Programa do pianista Craig Sheppard (2012)</a></p>
<p>&nbsp;</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Franck &#8211; Prelúdio, fuga e variação, Op. 18</title>
		<link>https://classicosdosclassicos.mus.br/obras/franck-preludio-fuga-e-variacao-op-18/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Clássicos dos Clássicos]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 18 Dec 2019 11:52:15 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Em 1858, César Franck (1822-1890) se tornou organista da recém-consagrada Igreja de Sainte Clotilde, em Paris, onde permaneceu até sua morte. No ano seguinte, foi instalado na igreja um grande órgão do célebre construtor Cavaillé-Coll. Franck se apaixonou pelo órgão e logo compôs suas Seis Peças para Órgão (1860-1862), das quais faz parte o Prelúdio, [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Em 1858, César Franck (1822-1890) se tornou organista da recém-consagrada Igreja de Sainte Clotilde, em Paris, onde permaneceu até sua morte.</p>
<p>No ano seguinte, foi instalado na igreja um grande órgão do célebre construtor Cavaillé-Coll. Franck se apaixonou pelo órgão e logo compôs suas <em>Seis Peças para Órgão </em>(1860-1862), das quais faz parte o <em>Prelúdio, Fuga e Variação</em>, Op.18.</p>
<p>A obra tem várias transcrições para piano feitas por terceiros. Tem também uma versão para piano e harmônio, feita pelo próprio compositor, que é pouco conhecida. Esta última, diferentemente das duas primeiras, tem um caráter íntimo, que lhe dá um encanto especial, comovente.</p>
<p>O som do harmônio fica entre o do órgão e o do acordeon e é também evocativo.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Rameau &#8211; Les Sauvages</title>
		<link>https://classicosdosclassicos.mus.br/obras/rameau-les-sauvages/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Clássicos dos Clássicos]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 21 Oct 2019 13:13:20 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Em novembro de 1725, o Chefe Agapit Chicagou e outros líderes indígenas de Illinois (EUA) foram apresentados ao rei Luiz XV, em Paris. Eles dançaram três danças tribais no Théatre Italien, inspirando o compositor Jean-Philippe Rameau (1683-1764) a escrever o rondó Les Sauvages (Os Selvagens), que faz parte de sua ópera/balé Les Indes Galantes (As [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Em novembro de 1725, o Chefe Agapit Chicagou e outros líderes indígenas de Illinois (EUA) foram apresentados ao rei Luiz XV, em Paris.</p>
<p>Eles dançaram três danças tribais no Théatre Italien<em>, </em>inspirando o compositor Jean-Philippe Rameau (1683-1764) a escrever o rondó <em>Les Sauvages </em>(Os Selvagens), que faz parte de sua ópera/balé <em>Les Indes Galantes </em>(As Índias Galantes).</p>
<p>A cena se passa nos Estados Unidos: a filha de um chefe indígena tem dois pretendentes, um francês e o outro espanhol, mas acaba escolhendo um jovem de sua própria tribo.</p>
<p>A montagem de 2004, da Ópera Nacional de Paris, teve grande sucesso. Ao final da apresentação, a plateia delirante levou o elenco – e o maestro – a improvisar um bis.</p>
<p>A cena a que vamos assistir é a “dança dos selvagens”<em>, </em>seguida por um dueto e pela “dança do cachimbo da paz” (difícil cantar com um cachimbo na boca!).</p>
<p>William Christie, regente francês nascido nos Estados Unidos, afirmou em uma entrevista: “É impossível ouvir esta música e não dançar”<em>.</em></p>
<p><iframe loading="lazy" title="Les Indes galantes. Les Sauvages" width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/3zegtH-acXE?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen></iframe></p>
<p>Coro e Orquestra Les Arts Florissants | William Christie (regente) | Solistas: Patricia Petibon e Nicolas Rivenq.</p>
<p><strong>Bis:</strong></p>
<p><iframe loading="lazy" title="Rameau - Les Indes galantes - Les Sauvages (4)" width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/EQpalSSF4OA?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen></iframe></p>
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