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	<title>O Melhor de Mozart - Clássicos dos Clássicos</title>
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	<description>Por Carlos Siffert</description>
	<lastBuildDate>Mon, 04 Aug 2025 20:00:23 +0000</lastBuildDate>
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		<title>Mozart &#8211; Concerto para Piano e Orquestra nº 11 em Fá Maior, K. 413</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Clássicos dos Clássicos]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 03 Aug 2020 03:11:31 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Em carta de 28 de dezembro de 1782, Mozart escreve a seu pai: “Faltam-me ainda dois concertos para completar a série que vou oferecer à subscrição pública.  Estes concertos são um meio-termo entre o que é fácil demais e o que é difícil demais. Eles são muito brilhantes, agradáveis ao ouvido e naturais sem serem [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Em carta de 28 de dezembro de 1782, <a href="https://classicosdosclassicos.mus.br/compositores/wolfgang-amadeus-mozart/">Mozart</a> escreve a seu pai:</p>
<p>“Faltam-me ainda dois concertos para completar a série que vou oferecer à subscrição pública.  Estes concertos são um meio-termo entre o que é fácil demais e o que é difícil demais. Eles são muito brilhantes, agradáveis ao ouvido e naturais sem serem insípidos. Há também aqui e ali passagens que só os <em>connoisseurs</em> poderão apreciar; mas estas passagens são escritas de uma tal maneira que os ouvintes menos sofisticados também gostarão delas, embora sem saber por quê.”</p>
<p>Mozart se refere, nesta carta, ao conjunto de três concertos K.413 a 415. Vamos apresentar o primeiro, o K.413.</p>
<p>O charme galante do primeiro movimento do concerto revela claramente o desejo de agradar aos ouvintes.</p>
<p>Algo especial espera os <em>connoisseurs</em> no <em>Larghetto</em>, uma criação diáfana em que o solista tece uma <em><u>fioritura</u></em> de grande sutileza.</p>
<p>O <em>Tempo di Menuetto</em> final expande o que foi apenas um episódio no final do <em>Concerto Jeunehomme </em>(já comentado aqui no site) e o transforma em um rondó bem trabalhado.</p>
<p>Mozart parece ter atingido seus objetivos com estas obras, a julgar por esta notícia publicada em uma revista, em março de 1783:</p>
<p>“Hoje, o celebrado <em>Chevalier</em> Mozart apresentou uma Academia Musical em seu próprio benefício, no Teatro Nacional. A Academia contou com a presença de um público extraordinariamente grande.</p>
<p>Dois novos concertos para o fortepiano foram apresentados, além de outras obras, todos recebidos com ruidosos aplausos.</p>
<p>Nosso monarca, que, contrariamente a seu costume, prestigiou o programa todo, uniu-se ao público nos aplausos, com entusiasmo nunca visto.”</p>
<p><a href="https://classicosdosclassicos.mus.br/compositores/wolfgang-amadeus-mozart/">Mozart</a> &#8211; <em>Concerto para Piano e Orquestra n</em><em>º</em><em> 11</em> <em>em Fá Maior</em>, K.413 | Yael Koldovsky (piano), <a href="https://www.ico.co.il/en">Israel Chamber Orchestra</a>, Yoav Talmi (regente).</p>
<p><iframe loading="lazy" title="W.A. Mozart - Piano Concerto No. 11 in F major, K. 413 (1782)" width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/h6ZC4iDBJnU?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen></iframe></p>
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		<title>Mozart &#8211; Sinfonia Concertante para Violino, Viola e Orquestra, K.364</title>
		<link>https://classicosdosclassicos.mus.br/obras/mozart-sinfonia-concertante-para-violino-viola-e-orquestra-k-364/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Clássicos dos Clássicos]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 03 Aug 2020 03:07:17 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A sinfonia concertante é a sucessora, no período clássico, do concerto grosso barroco. Os grupos de solistas podem conter dois, três, quatro ou até mais instrumentos da orquestra. Na época de Mozart, esse formato estava em moda na França. Durante sua estadia em Paris, em 1778, Mozart recebeu duas encomendas: uma foi a do Concerto [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A sinfonia concertante é a sucessora, no período clássico, do concerto grosso barroco. Os grupos de solistas podem conter dois, três, quatro ou até mais instrumentos da orquestra. Na época de <a href="https://classicosdosclassicos.mus.br/compositores/wolfgang-amadeus-mozart/">Mozart</a>, esse formato estava em moda na França.</p>
<p>Durante sua estadia em Paris, em 1778, Mozart recebeu duas encomendas: uma foi a do <em>Concerto para Flauta e Harpa</em>, e a outra, feita pelo diretor dos importantes <em>Concertos Espirituais</em>, a de uma sinfonia concertante para quatro instrumentos de sopro e orquestra.</p>
<p>Voltando a Salzburgo, Mozart compõe, no verão de 1779, sua celebrada <em>Sinfonia Concertante para Violino e Viola</em>. Não se sabe para quem foi escrita – talvez para seu pai como solista de violino e o próprio Mozart na viola, instrumento de que gostava muito.</p>
<p>Robert Gutman, biógrafo de Mozart, fala de sua fascinante beleza e a coloca entre “as supremas obras-primas da música”.</p>
<p>A peça é orquestrada para cordas, com pares de oboés e trompas para apoiar e interagir com os solistas. Um recurso intrigante utilizado na parte da viola é o da <em>scordatura: </em>a parte é escrita em Ré, com instruções para que o instrumento seja afinado em Mi bemol, talvez um pouquinho mais alto, para que possa se destacar das demais violas da orquestra.</p>
<p>O primeiro movimento, <em>Allegro Maestoso</em>, é construído em grande escala e com uma maravilhosa profusão de ideias melódicas.</p>
<p>O <em>Andante</em>, em Dó menor, também de sublime inspiração melódica, é um pungente diálogo entre os dois solistas, com premonições do profundo movimento lento do trágico <em>Quinteto em Sol Menor</em>.</p>
<p>O <em>Presto</em> final remete à antiga tradição grega de seguir uma tragédia com uma comédia ou uma sátira: é em <em>tempo di contraddanza</em>, alto astral, malicioso e espirituoso. Os sopros são usados com grande maestria, com destaque especial para as trompas.</p>
<p>Mozart – <em>Sinfonia Concertante para Violino, Viola e Orquestra em Mi bemol maior</em>, K.364 | Wolfram Brandi (violino), Yulia Devneka (viola) | <a href="https://www.staatskapelle-berlin.de/en/orchestra/">Orquestra Staatskapelle Berlim</a>, Daniel Barenboim (regente).</p>
<p><iframe loading="lazy" title="MOZART~ Sinfonia Concertante , K.364 -  DANIEL BARENBOIM/Staatskapelle Berlin" width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/_0hTDZ0whpU?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen></iframe></p>
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		<title>Mozart – Concerto para Piano e Orquestra nº 24, K. 491</title>
		<link>https://classicosdosclassicos.mus.br/obras/mozart-concerto-para-piano-e-orquestra-no-24-k-491/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Clássicos dos Clássicos]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 03 Aug 2020 02:55:51 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O Concerto para Piano e Orquestra nº 24, K. 491 é o último dos três concertos que Mozart escreveu enquanto trabalhava em sua ópera As Bodas de Fígaro, no inverno de 1786. Com a tonalidade de Dó menor, seu caráter sombrio, apaixonado e de profundo pesar é o de uma tragédia. O K.491 é um [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O <em>Concerto para Piano e Orquestra nº 24</em>, K. 491 é o último dos três concertos que <a href="https://classicosdosclassicos.mus.br/compositores/wolfgang-amadeus-mozart/">Mozart</a> escreveu enquanto trabalhava em sua ópera <em>As Bodas de Fígaro</em>, no inverno de 1786.</p>
<p>Com a tonalidade de Dó menor, seu caráter sombrio, apaixonado e de profundo pesar é o de uma tragédia. O K.491 é um dos dois concertos em tom menor que o compositor escreveu (o outro é o <em>Concerto em Ré Menor</em>, <a href="https://classicosdosclassicos.mus.br/obras/mozart-concerto-no-20-para-piano-e-orquestra-em-re-menor-k-466/">K.466</a>, que já apresentamos aqui no site).</p>
<p>Como em outros de seus últimos concertos, este se distingue pelo uso dos sopros, a ponto de as cordas parecerem relegadas a um segundo plano em várias ocasiões. Foi escrito para a maior orquestra que Mozart já havia usado em seus concertos, utilizando oboés e clarinetas.</p>
<p>O turbulento <em>Allegro</em> inicial é quase inteiramente dominado pelo tempestuoso primeiro tema. Este movimento é de caráter extremamente sinfônico e tem sido comparado ao primeiro movimento da <a href="https://classicosdosclassicos.mus.br/obras/beethoven-sinfonia-no-3-op-55-eroica/"><em>Sinfonia Eroica </em></a>de <a href="https://classicosdosclassicos.mus.br/compositores/ludwig-van-beethoven/">Beethoven</a>. Diga-se de passagem, aliás, que Beethoven era profundo admirador deste concerto. Sua influência sobre seu <em>Concerto para Piano nº 3</em>, também em Dó menor, é inegável.</p>
<p>Depois desta tempestade de paixão, o <em>Larghetto </em>que se segue é de uma transcendental tranquilidade. Quase todos os que escrevem sobre este movimento falam sobre sua pureza, simplicidade e inocência. O uso dos sopros é particularmente feliz, primeiro em pequenos grupos, depois, gradualmente, fazendo esses grupos se encontrarem, até que todo o conjunto de sopros se reúna para introduzir o solista, que faz uma nova apresentação do tema.</p>
<p>O terceiro movimento, <em>Allegretto</em>, é um tema com oito variações, seguidas por uma coda. As variações são notáveis por seus contrastes emocionais e musicais. As cordas, os sopros e o piano se alternam na liderança. Mozart tinha concluído seu outro concerto em tom menor, o K.466, com uma coda em tom maior, ou seja, com um final feliz. Mas aqui ele retorna ao Dó menor nas últimas variações e nele se mantém obstinadamente na coda, levando assim a tragédia a sua inescapável conclusão.</p>
<p>Mozart &#8211; <em>Concerto para Piano e Orquestra nº 24 em Dó Menor</em>, K.491 | Murray Perahia (piano), <a href="https://en.wikipedia.org/wiki/Finnish_Radio_Symphony_Orchestra">Orquestra Sinfônica da Rádio Finlandesa</a>, Hannu Lintu (regente).</p>
<p><iframe loading="lazy" title="Mozart Piano Concerto No 24 K 491 in C minor Murray Perahia Hannu Lintu" width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/uj4qb2D-e_s?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen></iframe></p>
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		<title>Mozart &#8211; Concerto para Dois Pianos e Orquestra, K.365</title>
		<link>https://classicosdosclassicos.mus.br/obras/mozart-concerto-para-dois-pianos-e-orquestra-k-365/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Clássicos dos Clássicos]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 03 Aug 2020 02:50:23 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Mozart escreveu vários concertos para dois e três instrumentos solistas. Dois concertos duplos datam de 1779: o Concerto para Dois Pianos e Orquestra, K.365 e a Sinfonia Concertante para Violino e Viola. Ambos tratam os solistas como iguais e apresentam a tonalidade de Mi bemol maior. Mas afora isso, são obras muito diferentes. A Sinfonia [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Mozart escreveu vários concertos para dois e três instrumentos solistas. Dois concertos duplos datam de 1779: o <em>Concerto para Dois Pianos e Orquestra, K.365</em> e a <em>Sinfonia Concertante para Violino e Viola</em>. Ambos tratam os solistas como iguais e apresentam a tonalidade de Mi bemol maior. Mas afora isso, são obras muito diferentes.</p>
<p>A <em>Sinfonia Concertante</em> é um trabalho de grande nobreza e profundidade. Mas esse gênero, em geral, se destinava à música agradável, para diversão.</p>
<p>É o caso do <em>Concerto para Dois Pianos</em>. Aqui, Mozart troca a profundidade emocional e intelectual pelo exercício de sua prodigiosa imaginação melódica e colorida, explorando as possibilidades que se oferecem aos dois solistas: contraponto, imitação e diálogo, isto sem contar o uso da potência combinada dos dois instrumentos.</p>
<p>Mas – e isto é uma das características marcantes do gênio de <a href="https://classicosdosclassicos.mus.br/compositores/wolfgang-amadeus-mozart/">Mozart</a> – apesar de sua fonte inesgotável de ideias, ele nunca perde o sentido da forma.</p>
<p>Tudo que faz neste concerto, surpreendente e delicioso, é também eminentemente lógico e de bom gosto.</p>
<p>Mozart – <em>Concerto para Dois Pianos e Orquestra em Mi Bemol Maior</em>, K.365 | <a href="https://www.britannica.com/biography/Emil-Gilels">Emil</a> e sua filha Elena Gilels (pianos)</p>
<p><iframe loading="lazy" title="Mozart Two Pianos Concerto No 10 E flat major K 365 Emil &amp; Elena Gilels" width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/gjTqb3iF9eY?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen></iframe></p>
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		<item>
		<title>Mozart &#8211; Rondó para piano e orquestra em ré maior, K.382</title>
		<link>https://classicosdosclassicos.mus.br/obras/mozart-rondo-para-piano-e-orquestra-em-re-maior-k-382/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Clássicos dos Clássicos]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 20 Jul 2020 03:02:27 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Mozart escreveu o Rondó K.382 no inverno de 1782 para substituir o movimento final do Concerto K.175, que ele tinha escrito há mais de oito anos. Nesta época, Mozart devia boa parte de seu sucesso profissional aos concertos para piano e orquestra e buscava sintonizá-los ao gosto do público. Este gosto estava mudando e Mozart [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><a href="https://classicosdosclassicos.mus.br/compositores/wolfgang-amadeus-mozart/">Mozart</a> escreveu o <em>Rondó K.382</em> no inverno de 1782 para substituir o movimento final do <em>Concerto K.175</em>, que ele tinha escrito há mais de oito anos.</p>
<p>Nesta época, Mozart devia boa parte de seu sucesso profissional aos concertos para piano e orquestra e buscava sintonizá-los ao gosto do público. Este gosto estava mudando e Mozart achou melhor substituir o final do K.175, que era um tanto complicado e experimental, por algo mais leve.</p>
<p>O K.382 não é um Rondó no sentido clássico do termo, é mais um tema com variações. Embora o tema original funcione como um refrão que retorna ao longo da peça, as seções intermediárias são variações sobre este tema, e não episódios contrastantes.</p>
<p>Mozart criou assim um híbrido dos dois gêneros mais populares de finais de concerto da época: o rondó e o tema com variações.</p>
<p><strong> </strong>Mozart &#8211; <em>Rondó para Piano e Orquestra em Ré Maior</em>, K.382 | Daniil Orlov (piano) e Orquestra Jovem de Música de Câmara de Moscou, com Daiana Hoffmann (regent).</p>
<p><iframe loading="lazy" title="Mozart - Rondo in D for Piano and Orchestra, K. 382" width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/vJvVQ1_RPE0?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen></iframe></p>
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		<item>
		<title>Mozart &#8211; Concerto nº 20 para Piano e Orquestra em Ré Menor, K.466</title>
		<link>https://classicosdosclassicos.mus.br/obras/mozart-concerto-no-20-para-piano-e-orquestra-em-re-menor-k-466/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Clássicos dos Clássicos]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 20 Jul 2020 02:55:18 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Apenas dois dos 23 concertos para piano e orquestra de Mozart são em tom menor: o Concerto nº 20 para Piano e Orquestra em Ré Menor, K.466 (que vamos ouvir hoje), e o nº 24, em Dó menor. Ambos figuram entre suas sete ou oito melhores obras nesse gênero. Aliás, das suas mais de 600 [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Apenas dois dos 23 concertos para piano e orquestra de <a href="https://classicosdosclassicos.mus.br/compositores/wolfgang-amadeus-mozart/">Mozart</a> são em tom menor: o <em>Concerto nº 20 para Piano e Orquestra em Ré Menor, K.466</em> (que vamos ouvir hoje), e o nº 24, em Dó menor. Ambos figuram entre suas sete ou oito melhores obras nesse gênero.</p>
<p>Aliás, das suas mais de 600 composições, apenas 30 são em tom menor (cerca de 5%). No entanto, a concentração de obras-primas nesses trabalhos é extremamente alta. Uma busca não exaustiva que fiz me levou a 20 grandes obras dentre estas 30.</p>
<p>Mozart usa o tom menor em obras de expressão pessoal, obras que compõe para si próprio, talvez em catarses que se permita de quando em quando.</p>
<p>Ré menor, em particular, é uma tonalidade rara em sua obra, mas quando vem à tona, como no <em>Réquiem</em>, na ópera <em>Don Giovanni</em> e no <em>Quarteto K.421</em>, transmite a mesma atmosfera de ameaça, de tragédia iminente (de vingança, segundo um comentarista). É este o sombrio clima do concerto que vamos ouvir hoje.</p>
<p>A glória do <em>Concerto nº 20</em><em>, K.466</em> consiste em reunir o equilíbrio e a perfeição da forma do concerto clássico com a paixão e a tempestade de emoções do concerto romântico que, podemos dizer, tem aqui sua origem.</p>
<p>Ao clima tempestuoso e trágico da abertura, segue-se uma <em>Romanza</em>, que, como o nome promete, tem o tom doce e galante de uma canção de amor ou de uma serenata. Ela é interrompida por dois episódios.</p>
<p>No segundo, em tom menor, as fúrias atacam novamente: o piano e os sopros criam um clima de inquietação, relembrando as tempestades anteriores. No final do movimento, a tranquilidade do início retorna.</p>
<p>O <em>Finale</em> é cheio de paixão e drama, intensificados musicalmente pelo uso do cromatismo. Mas Mozart não quer terminar com pessimismo e desespero. Depois da <em>Cadenza</em>, ele muda o tom para Ré maior.</p>
<p>Diz o musicólogo Eric Blom: “Afinal, Mozart se lembrou de que esta era uma peça para entreter. Sentindo que já tinha feito muito para chocar seus ouvintes, ele os conforta no final e os manda para casa mais tranquilos”.</p>
<p>Mozart – <em>Concerto para Piano e Orquestra nº 20 em Ré menor</em>, K.466 | <a href="https://www.njp.or.jp/en/about">New Japan Philharmonic</a>, com Christian Arming (regent) e Martha Argerich (piano).</p>
<p><iframe loading="lazy" title="Mozart: Piano Concerto No.20, in D minor,  K. 466 (Martha Argerich)" width="500" height="375" src="https://www.youtube.com/embed/J8mnhSoDwHc?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen></iframe></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Mozart &#8211; Concerto para piano e orquestra nº 19, K.459</title>
		<link>https://classicosdosclassicos.mus.br/obras/mozart-concerto-para-piano-e-orquestra-no-19-k-459/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Clássicos dos Clássicos]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 20 Jul 2020 02:45:10 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Mozart compôs seis concertos para piano em 1784 &#8211; um dos melhores períodos de sua carreira &#8211;  e o Concerto nº 19 K. 459 foi o último, terminado duas semanas antes do Natal. É uma das obras mais felizes destes tempos de felicidade. Sabemos que este era um dos concertos prediletos de Mozart. Foi um [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><a href="https://classicosdosclassicos.mus.br/compositores/wolfgang-amadeus-mozart/">Mozart</a> compôs seis concertos para piano em 1784 &#8211; um dos melhores períodos de sua carreira &#8211;  e o <em>Concerto nº 19 K. 459</em> foi o último, terminado duas semanas antes do Natal. É uma das obras mais felizes destes tempos de felicidade.</p>
<p>Sabemos que este era um dos concertos prediletos de Mozart. Foi um dos que ele escolheu, seis anos depois de sua composição, para uma apresentação celebrando a coroação do Imperador Leopoldo II.</p>
<p>Com efeito, há algo de imperial na abertura deste Concerto. O primeiro tema tem o ritmo elegante e solene da marcha de entrada de um cortejo.</p>
<p>No lugar de um segundo movimento lento como de costume, Mozart escreveu um suave e lírico <em>Allegretto</em>. O tema é apresentado de modo simples, sem ornamentos.</p>
<p>Segue-se uma série de variações de diferentes climas e cores, inclusive excursões para tons menores. “É como andar em uma floresta num dia de sol”, diz um comentarista, “algumas áreas estão banhadas de luz, outras sombreadas”.</p>
<p>Sobre o terceiro movimento, disse o compositor Olivier Messiaen em uma de suas palestras sobre os concertos de Mozart: “o <em>Finale</em> do <em>Concerto em Fá Maior</em> é uma mistura extremamente incomum de um <em>Scherzo</em> com escrita acadêmica de fuga e com forma sonata e rondó”.</p>
<p>A extraordinária capacidade de combinar estas formas em um todo harmonioso passa muitas vezes despercebida em uma primeira audição da obra.</p>
<p>Mozart &#8211; <em>Concerto para Piano e Orquestra nº 19 em Fá Maior</em>, K.459 | <a href="https://www.kammerphilharmonie.com/en/">Filarmônica de Câmara Alemã</a>, com David Zinman (regente) e Radu Lupu (piano).</p>
<p><iframe loading="lazy" title="Mozart, Concierto para piano Nº 19, K459. Radu Lupu, piano" width="500" height="375" src="https://www.youtube.com/embed/KKpawyR0GzQ?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen></iframe></p>
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		<title>Mozart &#8211; Concerto nº 7 em Fá Maior para Três Pianos, “Lodron”, K. 242</title>
		<link>https://classicosdosclassicos.mus.br/obras/mozart-concerto-no-7-em-fa-maior-para-tres-pianos-lodron-k-242/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Clássicos dos Clássicos]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 20 Jul 2020 02:37:33 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O Concerto nº 7 para Três Pianos foi escrito por Mozart em Salzburgo, no ano de 1776, quando o compositor tinha 20 anos. Segundo o crítico britânico C. Girdlestone, os três concertos escritos neste ano seguem o estilo galante, que agradava à aristocracia de Salzburgo da época. Mozart dedicou o Concerto n° 7 à Sua [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O <em>Concerto nº 7 para Três Pianos</em> foi escrito por <a href="https://classicosdosclassicos.mus.br/compositores/wolfgang-amadeus-mozart/">Mozart</a> em Salzburgo, no ano de 1776, quando o compositor tinha 20 anos.</p>
<p>Segundo o crítico britânico C. Girdlestone, os três concertos escritos neste ano seguem o <em>estilo</em> <em>galante</em>, que agradava à aristocracia de Salzburgo da época.</p>
<p>Mozart dedicou o <em>Concerto n° 7</em> à Sua Excelência, a Condessa Lodron, e às suas filhas, as Condessas Aloysia e Giuseppa.</p>
<p>Cada parte do Concerto tem um grau de dificuldade diferente. As duas primeiras são de dificuldade moderada, enquanto a terceira, para a filha mais jovem, é bem mais simples.</p>
<p>Mozart &#8211; <em>Concerto nº 7 em Fá Maior para Três Pianos</em>, “Lodron”, K. 242 | Denis Matsuev, Alexander Malofeev e Varvara Kutuzova (pianos) |<a href="https://mvco.ru/en/">Orquestra de Câmara Estatal &#8220;Moscou Virtuosi&#8221;</a>, com Vladimir Spivakov (regente).</p>
<p><iframe loading="lazy" title="W.A.Mozart. Piano Concerto No. 7 for Three Pianos, K. 242. --  D. Matsuev, A. Malofeev, V. Kutuzova." width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/Z-n8ivtVS08?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen></iframe></p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Mozart – Variações para piano sobre “Unser dummer Pöbel meint”, K.455</title>
		<link>https://classicosdosclassicos.mus.br/obras/mozart-variacoes-para-piano-sobre-unser-dummer-pobel-meint-k-455/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Clássicos dos Clássicos]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 06 Jul 2020 04:24:11 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Um dos pontos altos dos concertos de Mozart eram suas improvisações ao piano. Ele era muito famoso neste campo. Mozart tocou as Variações sobre “Unser dummer Pöbel meint” K.455  pela primeira vez no Burgtheater, em 23 de março de 1783. Em uma carta a seu pai, datada de 29 de março, ele relaciona o programa inteiro [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Um dos pontos altos dos concertos de <a href="https://classicosdosclassicos.mus.br/compositores/wolfgang-amadeus-mozart/">Mozart</a> eram suas improvisações ao piano. Ele era muito famoso neste campo. Mozart tocou as <em>Variações sobre “Unser dummer Pöbel meint”</em> <em>K.455</em>  pela primeira vez no Burgtheater, em 23 de março de 1783.</p>
<p>Em uma carta a seu pai, datada de 29 de março, ele relaciona o programa inteiro (que é enorme – talvez três horas de música) e comenta:</p>
<p>“Eu toquei variações sobre uma ária da ópera <em>Die </em><em>Philosophen, </em>de Paisiello. O público pediu um bis. Eu então toquei variações sobre a ária <em>Unser dummer Pöbel meint </em>(Nossa plebe ignara opina), da ópera <em>Die Pilgrime von Mekka</em> (Os peregrinos de Meca), de Gluck.”</p>
<p>É provável que Gluck estivesse presente no concerto. Ele tinha recebido o casal Mozart para jantar no fim de semana anterior. Esta teria sido então uma maneira que o compositor encontrara de agradecer a hospitalidade de seu famoso colega.</p>
<p>Não se sabe se <a href="https://classicosdosclassicos.mus.br/compositores/wolfgang-amadeus-mozart/">Mozart</a> registrou essas variações por escrito na época, mas ele só as incluiu em seu catálogo temático quase 18 meses depois, o que sugere que ele tenha continuado a usá-las em seus concertos.</p>
<p>O tema é uma melodia simples, um <em>Allegretto</em>. Mas algumas variações são demandantes. A última delas inclui uma <em>cadenza</em>.</p>
<p>Mozart &#8211; <em>Variações para piano sobre “Unser dummer Pöbel meint”</em>, K.455 | <a href="https://www.youtube.com/channel/UCRCpGrrWwkuVGfRk0Ary7Zg">Mayuko Obuchi</a> (piano)</p>
<p><iframe loading="lazy" src="https://www.youtube.com/embed/VJRFEMCPV40" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Mozart – Sonata nº 16 para Piano em Dó Maior, K.545</title>
		<link>https://classicosdosclassicos.mus.br/obras/mozart-sonata-no-16-para-piano-em-do-maior-k-545/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Clássicos dos Clássicos]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 06 Jul 2020 04:17:11 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A Sonata nº 16 (ou sonatina) em Dó Maior, K.545, aparece no índice de Mozart datada de junho de 1788 como &#8220;uma pequena sonata para teclado, para principiantes&#8221;. Pouco mais de um mês a separa da Sinfonia Júpiter, K.551. Mais intrigante ainda é que ela date do mesmo dia do sombrio Prelúdio em Dó Menor [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A <em>Sonata nº 16</em> (ou sonatina) <em>em Dó Maior</em>, K.545, aparece no índice de <a href="https://classicosdosclassicos.mus.br/compositores/wolfgang-amadeus-mozart/">Mozart</a> datada de junho de 1788 como &#8220;uma pequena sonata para teclado, para principiantes&#8221;. Pouco mais de um mês a separa da <em>Sinfonia Júpiter</em>, K.551.</p>
<p>Mais intrigante ainda é que ela date do mesmo dia do sombrio <em>Prelúdio em Dó Menor para Quarteto de Cordas</em>, K.546. Isto porque ela é uma obra de leveza etérea, de uma beleza diáfana.</p>
<p>O grande pianista Arthur Schnabel dizia que tocar Mozart é fácil para crianças e difícil para adultos. Esta observação me parece particularmente aplicável a esta “Sonatina para principiantes”.</p>
<p><a href="https://classicosdosclassicos.mus.br/compositores/wolfgang-amadeus-mozart/">Mozart</a> – <em>Sonata em Dó maior</em>, K.545 | <a href="https://danielbarenboim.com/">Daniel Barenboim</a> (piano)</p>
<p><iframe loading="lazy" title="Mozart Piano Sonata No 16 C major K 545 Barenboim" width="500" height="375" src="https://www.youtube.com/embed/1vDxlnJVvW8?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen></iframe></p>
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		<title>Mozart – Concerto para Piano e Orquestra nº 17 em Sol Maior, K.453</title>
		<link>https://classicosdosclassicos.mus.br/obras/mozart-concerto-para-piano-e-orquestra-no-17-em-sol-maior-k-453/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Clássicos dos Clássicos]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 06 Jul 2020 04:13:32 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>CONTEXTO O Concerto nº 17 K.453 faz parte de uma série de seis obras do gênero que Mozart compôs em 1784, um ano de incrível inspiração e produtividade. É o primeiro da série das grandes obras-primas deste gênero da maturidade do compositor. Em 1964, o compositor francês Olivier Messiaen escreveu as seguintes observações sobre a [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h5>CONTEXTO</h5>
<p>O <em>Concerto nº 17 K.453</em> faz parte de uma série de seis obras do gênero que <a href="https://classicosdosclassicos.mus.br/compositores/wolfgang-amadeus-mozart/">Mozart</a> compôs em 1784, um ano de incrível inspiração e produtividade. É o primeiro da série das grandes obras-primas deste gênero da maturidade do compositor. Em 1964, o compositor francês Olivier Messiaen escreveu as seguintes observações sobre a peça em uma nota de programa:</p>
<p><strong> </strong>“Mais do que em qualquer outro, este concerto revela o aspecto mais secreto da alma do músico, seu charme, seus sorrisos, seus pesares, suas decepções, suas oscilações entre o desespero e a alegria incontida, e tudo isto dominado pela profunda serenidade dos que esperam a morte como uma passagem para uma vida superior.”</p>
<p><strong> </strong>O concerto foi encomendado por Babette von Ployer, então com 18 anos, uma das mais talentosas alunas de <a href="https://classicosdosclassicos.mus.br/compositores/wolfgang-amadeus-mozart/">Mozart</a>. Babette o interpretou em um concerto na residência Ployer em 10 de junho de 1784. Mozart escreve a seu pai:</p>
<p>“Amanhã, Herr Ployer vai dar um concerto em Döbling. Fräulein Babette vai tocar meu novo <em>Concerto em Sol</em>. Vou levar Paisiello em minha carruagem. Quero que ele ouça minha aluna e minhas composições.”</p>
<p>Giovanni Paisiello, um compositor italiano espirituoso e sociável, tinha acabado de voltar de uma longa estadia como diretor da Ópera de São Petersburgo.</p>
<h5>MÚSICA</h5>
<p>No <em>K.453</em>, <a href="https://classicosdosclassicos.mus.br/compositores/wolfgang-amadeus-mozart/">Mozart</a> nos brinda com uma exuberância de ideias que apareceria nos seis concertos de 1784. A integração entre solo e orquestra era algo inédito para época, com os sopros aparecendo tanto como parte do conjunto, como em solos.</p>
<p>A exposição do primeiro movimento mostra bem essa extravagância temática. Enquanto um concerto clássico tradicional apresenta dois temas contrastantes, esta exposição oferece não menos que seis, onde cada um se origina do anterior.</p>
<p>O <em>Andante</em> é um dos movimentos mais meditativos e recolhidos de Mozart.</p>
<p>O último movimento começa com um <em>Allegretto</em> com cinco variações sobre um tema memorável. Há uma história interessante associada a este tema: Mozart gostava de animais e, em Viena, tinha um cavalo e um cachorro. Eric Bromberger, autor de notas de programa para diversas orquestras, conta a história de um passarinho:</p>
<p>“Em maio de 1784, Mozart comprou um estorninho por 34 <em>kreuzer</em>. O passarinho aprendeu sozinho a cantar o tema do <em>Allegretto</em> do <em>K.453</em>. Mas tinha ideias próprias sobre a composição: acrescentou um sustenido a uma das notas e uma fermata no caminho. Mozart anotou a versão do estorninho em seu diário com o comentário: Vejam que bonito!”</p>
<p>Mozart nos reserva ainda uma surpresa – um presto que se segue ao allegretto com variações. Aqui temos Mozart em clima de ópera, escrevendo um final dentro de um final. A música é espirituosa, intensa e dramática, prefigurando o clima das <em>Bodas de Fígaro</em> e do <em>Don Giovanni</em>.</p>
<p style="font-weight: 400;"><span data-originalfontsize="10pt" data-originalcomputedfontsize="13.333333">Mozart – <em data-removefontsize="true" data-originalcomputedfontsize="13.333333">Concerto para Piano e Orquestra nº. 17 em Sol Maior</em>, K. 453 | Leonard Bernstein e Wiener Philharmoniker (piano e regência)</span></p>
<p><iframe loading="lazy" title="Mozart: Piano Concerto No.17 Leonard Bernstein/ Wiener Ph. モーツァルト：ピアノ協奏曲第17番　バーンスタイン　ウィーンフィル" width="500" height="375" src="https://www.youtube.com/embed/HpJMsA_nakE?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
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		<title>Mozart – Concerto para Piano e Orquestra em Mi Bemol Maior nº 9, K.271, “Jeunehomme”</title>
		<link>https://classicosdosclassicos.mus.br/obras/mozart-concerto-para-piano-e-orquestra-em-mi-bemol-maior-k-271-jeunehomme/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Clássicos dos Clássicos]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 06 Jul 2020 02:56:51 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Em janeiro de 1777, Mozart completa 21 anos. Seu Concerto nº 9 K. 271, escrito neste mês, é uma obra ousada, original e de profunda emoção. Assim, poder-se-ia dizer que ele marca a maioridade musical do compositor. A obra é dedicada a Mademoiselle Jeunehomme, ou Jenamy, uma pianista francesa que visitava Salzburgo nesta época. O [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Em janeiro de 1777, <a href="https://classicosdosclassicos.mus.br/compositores/wolfgang-amadeus-mozart/">Mozart</a> completa 21 anos. Seu <em>Concerto nº 9 K. 271</em>, escrito neste mês, é uma obra ousada, original e de profunda emoção. Assim, poder-se-ia dizer que ele marca a maioridade musical do compositor.</p>
<p>A obra é dedicada a <em>Mademoiselle Jeunehomme</em>, ou Jenamy, uma pianista francesa que visitava Salzburgo nesta época.</p>
<p>O primeiro movimento já começa de forma original: após uma breve introdução orquestral, logo surge o piano.</p>
<p>O extraordinário <em>andantino</em> em dó menor que se segue tem a eloquência de um recitativo acompanhado de uma ópera séria.</p>
<p>O <em>finale </em>nos reserva uma surpresa: a interpolação de um minueto com quatro variações no meio do brilho virtuosístico de um <em>presto</em>.</p>
<p>Mozart &#8211; <em>Concerto para Piano e Orquestra em Mi Bemol Maior</em>, nº 9 K.271, “Jeunehomme” | Maria João Pires (piano) e <a href="https://www.wienerphilharmoniker.at/en">Orquestra Filarmônica de Viena</a>, sob a regência de John Eliot Gardiner.</p>
<p><iframe loading="lazy" title="MARIA JOAO PIRES ~ Mozart Piano Concerto # 9 / John Eliot Gardiner" width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/oic6uIFWwwM?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen></iframe></p>
<p>The post <a rel="nofollow" href="https://classicosdosclassicos.mus.br/obras/mozart-concerto-para-piano-e-orquestra-em-mi-bemol-maior-k-271-jeunehomme/">Mozart – Concerto para Piano e Orquestra em Mi Bemol Maior nº 9, K.271, “Jeunehomme”</a> appeared first on <a rel="nofollow" href="https://classicosdosclassicos.mus.br">Clássicos dos Clássicos</a>.</p>
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