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	<title>Música e Dança: Barroco - Clássicos dos Clássicos</title>
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	<description>Por Carlos Siffert</description>
	<lastBuildDate>Fri, 05 May 2023 17:48:49 +0000</lastBuildDate>
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		<title>Couperin – Peças para Teclado</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Clássicos dos Clássicos]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 21 Jun 2021 14:11:17 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O compositor do barroco francês François Couperin ficou conhecido como “Couperin, o Grande” pelo enorme prestígio que alcançou com suas peças para cravo. Apresentamos a seguir uma seleção de suas Peças para Cravo tocadas no piano por diversos intérpretes: – Le tic-toc-choc, ou Les maillotins: o primeiro título dessa peça é uma onomatopeia que alude ao ritmo [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O compositor do barroco francês François Couperin ficou conhecido como “Couperin, o Grande” pelo enorme prestígio que alcançou com suas peças para cravo.</p>
<p>Apresentamos a seguir uma seleção de suas <em>Peças para Cravo</em> tocadas no piano por diversos intérpretes:</p>
<p>– <em>Le tic-toc-choc</em>, ou <em>Les maillotins</em>: o primeiro título dessa peça é uma onomatopeia que alude ao ritmo frenético de um relógio; já o segundo pode evocar as batidas dos pequenos martelos do piano. A obra integra a 18.ª Ordem das <em>Peças para Cravo</em>, volume 3, de Couperin.</p>
<p>Vamos ouvi-la primeiramente com o pianista russo Grigory Sokolov e, em seguida, em um videoclipe do pianista Alexandre Tharaud com as participações de um dançarino de hip-hop e um percussionista corporal.</p>
<p>Grigory Sokolov</p>
<p><iframe loading="lazy" title="Grigory Sokolov - Couperin - Le tic-toc-choc ou Les maillotins" width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/8r5kecJfS2I?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" allowfullscreen></iframe></p>
<p>Alexandre Tharaud</p>
<p><iframe loading="lazy" title="TIC TOC CHOC, Tharaud joue Couperin" width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/XMD6xBIXSWo?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" allowfullscreen></iframe></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&#8211; <em>Les Ombres Errantes</em> (As sombras errantes): a peça integra a 25.ª Ordem do quarto volume das <em>Peças para Cravo</em>, publicado em 1730.</p>
<p>Couperin – <em>Les Ombres Errantes</em> | Alexandre Tharaud (piano)</p>
<p><iframe loading="lazy" title="Alexandre Tharaud - Les Ombres Errantes - François Couperin | Podium Witteman" width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/E8VbuUdlcw8?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" allowfullscreen></iframe></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&#8211; <em>Les Baricades Mistérieuses</em> é a quinta peça da 6.ª Ordem das <em>Peças para Cravo</em>, volume 2, publicado em 1717.</p>
<p>Couperin – <em>Les Baricades Mistérieuses</em> | John Harmer (piano)</p>
<p><iframe loading="lazy" title="Francois Couperin Les Baricades Mistérieuses" width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/mI5CXRrvdUM?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" allowfullscreen></iframe></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&#8211; <em>Rondeau Les Bergeries </em>: este rondó integra o segundo livro das <em>Peças para Cravo</em>, 6.ª Ordem. Bach incluiu a peça em seu <em>Pequeno Livro de Anna Magdalena Bach</em>, BWV Anh. 183, uma coletânea de peças de vários autores que o compositor compilou para Anna Magdalena, sua segunda esposa.</p>
<p>Couperin &#8211; <em>Rondeau Les Bergeries</em> | Masako Ohta (piano)</p>
<p><iframe loading="lazy" title="François Couperin: Rondeau Les Bergeries | Masako Ohta" width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/qwRBUpk4NEk?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" allowfullscreen></iframe></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&#8211; <em>La couperin</em>: do quarto volume das <em>Peças para Cravo</em>, 21.ª Ordem.</p>
<p>Couperin &#8211; <em>La couperin </em>| Yunchan Lim (piano)</p>
<p><iframe loading="lazy" title="Yunchan Lim 임윤찬 – COUPERIN – “La Couperin” from Pièces de clavecin, Book IV, order 21" width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/rRKnrheyD2k?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" allowfullscreen></iframe></p>
<p><strong> </strong></p>
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		<title>Rameau – Peças para Teclado</title>
		<link>https://classicosdosclassicos.mus.br/obras/rameau-pecas-para-teclado/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Clássicos dos Clássicos]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 21 Jun 2021 14:08:54 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O compositor francês Jean-Philippe Rameau (1683-1764) produziu uma obra extensa e variada, que inclui desde óperas até peças para cravo (clavecin). É considerado um dos principais clavecinistes ao lado de seu conterrâneo François Couperin (1668-1733). Vamos ouvir a seguir uma seleção de peças de Rameau transcritas para o piano e interpretadas por diversos artistas. &#8211; Les Sauvages (Os Selvagens) é [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O compositor francês Jean-Philippe Rameau (1683-1764) produziu uma obra extensa e variada, que inclui desde óperas até peças para cravo <em>(clavecin)</em>. É considerado um dos principais <em>clavecinistes </em>ao lado de seu conterrâneo François Couperin (1668-1733).</p>
<p>Vamos ouvir a seguir uma seleção de peças de Rameau transcritas para o piano e interpretadas por diversos artistas.</p>
<p>&#8211; <em>Les Sauvages </em>(Os Selvagens) é um rondó que faz parte da ópera <em>Les Indes Galantes </em>(As Índias Galantes).</p>
<p>Rameau – <em>Les Sauvages</em> | <a href="https://en.wikipedia.org/wiki/Grigory_Sokolov">Grigory Sokolov</a> (piano)</p>
<p><iframe loading="lazy" title="Rameau - Les sauvages - Grigory Sokolov" width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/7OYHrCLsKR8?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" allowfullscreen></iframe></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&#8211; <em>Les Cyclopes</em> (Os ciclopes) é a oitava peça da <em>Suíte em Ré Maior</em> do <em>Primeiro Livro de Peças para Cravo,</em> de Rameau.</p>
<p>Rameau – <em>Les Cyclopes</em> | Grigory Sokolov (piano)</p>
<p><iframe loading="lazy" title="Grigory Sokolov – Rameau: Les Cyclopes" width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/mLmbZJAjeoI?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" allowfullscreen></iframe></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&#8211; <em>Les tendres plaintes</em> é o rondó que abre a <em>Suíte em Ré Maior</em>, do <em>Primeiro Livro de Peças para Cravo</em>. Rameau utilizou seu tema musical na ópera <em>Zoroastro</em>.</p>
<p>Rameau <em>– Les tendres plaintes</em> | Grigory Sokolov (piano)</p>
<p><iframe loading="lazy" title="Rameau - Les Tendres Plaintes - Grigory Sokolov, piano" width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/XyINP1YWwzc?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" allowfullscreen></iframe></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>&#8211; La Poule</em> (A Galinha) é a quinta peça da <em>Suíte em Sol Menor,</em> de Rameau. Suas nuances rítmicas contrastantes reforçam o efeito sonoro do cacarejar de uma galinha.</p>
<p>Rameau – <em>La Poule</em> | Grigory Sokolov (piano)</p>
<p><iframe loading="lazy" title="Grigory Sokolov Rameau&#039;s &quot;La  Poule&quot;" width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/xcXY7dyK7eQ?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" allowfullscreen></iframe></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>&#8211; Les Arts et Les Heures</em> é um interlúdio de <em>Les Boréades</em>, última ópera composta por Rameau, em 1763, quando ele tinha 80 anos.</p>
<p>Rameau – <em>Les Boréades:</em> <em>Les Arts et Les Heures</em> | Víkingur Ólafsson (piano)</p>
<p><iframe loading="lazy" title="Víkingur Ólafsson – Rameau: Les Boréades: The Arts and the Hours (Transcr. Ólafsson)" width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/qTwqBVt2Clw?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" allowfullscreen></iframe></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&#8211; <em>Prélude</em>: a peça faz parte da <em>Suíte me Lá Menor</em>, do <em>Primeiro Livro de Peças para Cravo,</em> de Rameau.</p>
<p>Sobre a obra, o pianista Alexandre Tharaud afirma: “É como estar sozinho em Versailles, abrir as portas e adentrar suas imponentes salas. A música inicia com uma simplicidade contemplativa que nos desarma e se desenvolve em um prelúdio que Bach poderia ter escrito”.</p>
<p>Rameau – <em>Prélude</em> | Alexandre Tharaud (piano)</p>
<p><iframe loading="lazy" title="Alexandre Tharaud – Rameau: Prélude (Premier livre de pièces de clavecin)" width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/_vbjrbWrm6E?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" allowfullscreen></iframe></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&#8211; <em>La Cupis</em> é o título do segundo movimento da quinta <em>Pièce de clavecin en concert</em>, que integra um conjunto de cinco peças de câmara para violino, viola da gamba e cravo. A graciosa obra celebra a dançarina da Academia Real de Música, Marie-Anne Cupis, conhecida como “La Camargo”, que participou da ópera-balé <em>Hippolyte et Aricie</em> de Rameau.</p>
<p>O pianista <a href="https://classicosdosclassicos.mus.br/vikingur-olafsson-recital/">Víkingur Ólafsson</a> a descreve como “cheia de paixão e entusiasmo”.</p>
<p>Rameau – <em>La Cupis</em> | Víkingur Ólafsson (piano)</p>
<p><iframe loading="lazy" title="Víkingur Ólafsson – Rameau: Pieces de clavecin en concerts : II. La Cupis" width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/Qct1TPC5umo?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" allowfullscreen></iframe></p>
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		<item>
		<title>Händel – Suíte nº 5, HWV 430</title>
		<link>https://classicosdosclassicos.mus.br/obras/handel-suite-no-5-hwv-430/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Clássicos dos Clássicos]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 21 Jun 2021 14:05:33 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Enquanto as suítes de Bach seguem basicamente a sequência de danças das suítes francesas, estabelecida por Johann Jakob Froberger – Allemande, Courante, Sarabande e Gigue –, as de Händel são idiossincráticas: o número de movimentos é variável. Händel procura estabelecer nessas peças variedade e surpresa. Há fugas, variações, movimentos em forma sonata e até uma Passacaglia. Vários comentaristas destacam seu caráter [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Enquanto as suítes de Bach seguem basicamente a sequência de danças das suítes francesas, estabelecida por Johann Jakob Froberger – <em>Allemande, Courante, Sarabande </em>e<em> Gigue </em>–, as de Händel são idiossincráticas: o número de movimentos é variável.</p>
<p>Händel procura estabelecer nessas peças variedade e surpresa. Há fugas, variações, movimentos em forma sonata e até uma <em>Passacaglia. </em>Vários comentaristas destacam seu caráter de improvisação (o compositor era conhecido como um grande improvisador).</p>
<p>Assim, a <em>Suíte nº 5</em> não segue à risca a ordem canônica, sendo formada por um <em>Prelúdio </em>sério e introspectivo; uma <em>Allemande</em> muito especial, grave e devota; uma <em>Courante </em>pensativa, quase melancólica; e uma <em>Ária</em> escrita na forma de uma canção, com cinco variações.</p>
<p>A <em>Ária</em> final ganhou tamanha popularidade que surgiram lendas sobre sua concepção: ficou conhecida como <em>The Harmonious Blacksmith </em>(O Ferreiro Harmonioso). A lenda sugere que Händel ouviu a ária cantada por um ferreiro que se abrigava da chuva. Alguns comentaristas atribuem o apelido às notas repetidas da primeira variação (mas podemos imaginar o próprio ferreiro ali, em seu ofício, produzindo uma chuva de faíscas incandescentes).</p>
<p>Händel – <em>Suíte nº 5 em Mi Maior</em>, HWV 430 | <a href="https://en.wikipedia.org/wiki/Sviatoslav_Richter">Sviatoslav Richter</a> (piano – gravação de referência, 1979)</p>
<p><iframe loading="lazy" title="Sviatoslav Richter plays Handel Suite No. 5.wmv" width="500" height="375" src="https://www.youtube.com/embed/4Gv2E1qxa9w?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen></iframe></p>
<p>&nbsp;</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Händel – Suíte nº 3, HWV 428</title>
		<link>https://classicosdosclassicos.mus.br/obras/handel-suite-no-3-hwv-428/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Clássicos dos Clássicos]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 21 Jun 2021 14:02:18 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Händel compôs ao todo 22 suítes para teclado, sendo oito delas conhecidas como as “Oito Grandes Suítes”. Essas foram as que receberam maior atenção. Por ser um compositor muito viajado, Händel absorveu influências das várias linguagens musicais que encontrou ao longo de seu caminho. As Suítes foram influenciadas principalmente pelo estilo italiano, que enfatiza a [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><a href="https://classicosdosclassicos.mus.br/compositores/georg-friedrich-handel/">Händel</a> compôs ao todo 22 suítes para teclado, sendo oito delas conhecidas como as “Oito Grandes Suítes”. Essas foram as que receberam maior atenção.</p>
<p>Por ser um compositor muito viajado, Händel absorveu influências das várias linguagens musicais que encontrou ao longo de seu caminho. As <em>Suítes</em> foram influenciadas principalmente pelo estilo italiano, que enfatiza a melodia, embora tragam também as marcas do contraponto alemão.</p>
<p>A <em>Suíte nº 3,</em> HWV 428, é a mais longa e imponente, e foi composta para uma coleção editada em 1720, sendo considerada uma das melhores do gênero.</p>
<p>Händel a abre com um <em>Prelúdio</em> em <em>Presto</em>, seguido por um <em>Allegro,</em> uma<em> Allemande </em>e uma <em>Courante</em>. À medida que a <em>Suíte</em> continua, o compositor se afasta da forma canônica, incluindo variações e, depois, mais um <em>Presto. </em></p>
<p>O coração da obra é o seu quinto movimento, a <em>Ária</em> com cinco variações: <a href="https://classicosdosclassicos.mus.br/compositores/georg-friedrich-handel/">Händel</a> as incluiu para destacar seu talento de invenção e buscar variedade. Contrariamente à prática normal do Barroco, diz o crítico Richard Wigmore, o tema é ricamente ornamentado e as duas primeiras variações o simplificam. A quarta variação é uma <em>Giga,</em> e a última, o <em>Presto</em> virtuosístico ao estilo de uma <em>toccata.</em></p>
<p>Händel – <em>Suíte nº 3 em Ré Menor</em>, HWV 428 | Sviatoslav Richter (piano) [Andrei Gavrilov vira as páginas da partitura]</p>
<p><iframe loading="lazy" title="Sviatoslav Richter: Handel Keyboard Suite No. 3 in D-minor 1/3" width="500" height="375" src="https://www.youtube.com/embed/FZeGjnrlCNk?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen></iframe></p>
<p><iframe loading="lazy" title="Sviatoslav Richter: Handel Keyboard Suite No. 3 in D-minor 2/3" width="500" height="375" src="https://www.youtube.com/embed/qX3r4wzFums?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen></iframe></p>
<p><iframe loading="lazy" title="Sviatoslav Richter: Handel Keyboard Suite No. 3 in D-minor 3/3" width="500" height="375" src="https://www.youtube.com/embed/Wf7Ws6YX83E?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen></iframe></p>
<p>&nbsp;</p>
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		<item>
		<title>Bach – Suíte Inglesa nº 3, BWV 808</title>
		<link>https://classicosdosclassicos.mus.br/obras/bach-suite-inglesa-no-3-bwv-808/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Clássicos dos Clássicos]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 21 Jun 2021 13:58:07 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O Prelúdio da Suíte Inglesa nº 3, de Bach, parece um Concerto Grosso italiano: começa por um motivo simples que leva a um crescendo “orquestral”. Segue-se uma passagem durante a qual dois instrumentos solo “dançam” um em torno do outro. A alternância solo/orquestra determina a clara estrutura desse movimento. As danças que se seguem são [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O <em>Prelúdio </em>da <em>Suíte Inglesa nº 3,</em> de <a href="https://classicosdosclassicos.mus.br/compositores/johann-sebastian-bach-2">Bach</a>, parece um <em>Concerto Grosso </em>italiano: começa por um motivo simples que leva a um <em>crescendo </em>“orquestral”<em>. </em>Segue-se uma passagem durante a qual dois instrumentos solo “dançam” um em torno do outro. A alternância solo/orquestra determina a clara estrutura desse movimento.</p>
<p>As danças que se seguem são baseadas mais no estilo francês. A <em>Sarabanda </em>é uma obra-prima absoluta, “de comovente beleza”, afirma o cravista Pierre Hantaï.</p>
<p>Duas <em>Gavotas </em>muito contrastantes são decididamente francesas. A primeira tem um motivo de tambor; a segunda é uma <em>Musette</em>, uma dança pastoral simples muito usada por compositores franceses.</p>
<p>O final traz a assinatura de Bach: uma <em>Giga</em> que é também uma acrobática fuga em três partes.</p>
<p>Bach – <em>Suíte Inglesa nº 3 em Sol Menor</em>, BWV 808 | <a href="https://g.co/kgs/DtdK5S">Andras Schiff</a> (piano)</p>
<p><iframe loading="lazy" title="Bach English Suite No 3 in G minor BWV 808 András Schiff" width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/H9gzsY9jIx4?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen></iframe></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Bach &#8211; Partita nº 1 para Teclado em Si, BWV 825</title>
		<link>https://classicosdosclassicos.mus.br/obras/bach-partita-no-1-para-teclado-em-si-bwv-825/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Clássicos dos Clássicos]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 21 Jun 2021 13:53:42 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>As Partitas de Bach são maiores e tecnicamente mais difíceis do que suas suítes francesas e inglesas. A Partita nº 1, publicada em 1726, tem uma atmosfera alto astral, indo do alegre e celebratório nos movimentos de abertura ao quase maníaco da giga final. Além das danças canônicas – Allemande, Courante, Sarabande e Gigue –, [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>As <em>Partitas</em> de <a href="https://classicosdosclassicos.mus.br/compositores/johann-sebastian-bach-2">Bach</a> são maiores e tecnicamente mais difíceis do que suas suítes francesas e inglesas.</p>
<p>A <em>Partita nº 1</em>, publicada em 1726, tem uma atmosfera alto astral, indo do alegre e celebratório nos movimentos de abertura ao quase maníaco da giga final.</p>
<p>Além das danças canônicas – <em>Allemande</em>,<em> Courante</em>,<em> Sarabande </em>e <em>Gigue </em>–<em>, </em>Bach acrescenta à obra um <em>Prelúdio </em>e,<em> como </em>“<em>galanteries</em>”, dois <em>Minuetos </em>contrastantes.</p>
<p>A giga final é um desafio para o intérprete, que tem de enfrentar os contínuos cruzamentos das mãos, fazendo, ao mesmo tempo, a música fluir sem esforço aparente.</p>
<p>Bach – <em>Partita nº 1 para Teclado em Si</em>, BWV 825 | Grigory Sokolov (piano)</p>
<p><iframe loading="lazy" title="Sokolov - Bach: Partita No. 1 in B-flat major, BWV 825" width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/HJ562YvwrFw?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" allowfullscreen></iframe></p>
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		<title>Bach &#8211; Suíte Francesa nº 5, BWV 816</title>
		<link>https://classicosdosclassicos.mus.br/obras/bach-suite-francesa-no-5-bwv-816/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Clássicos dos Clássicos]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 21 Jun 2021 13:52:10 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Bach compôs as Suítes Francesas entre 1717 e 1720, quando estava a serviço do Príncipe Leopold de Anhalt, em Cöthen. Não há menção de “francesas” nos manuscritos. Bach as chamou simplesmente de Suites pour le clavecin (suítes para o cravo). O título Suítes Francesas aparece pela primeira vez em 1762, dez anos depois da morte [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><a href="https://classicosdosclassicos.mus.br/compositores/johann-sebastian-bach-2">Bach</a> compôs as Suítes Francesas entre 1717 e 1720, quando estava a serviço do Príncipe Leopold de Anhalt, em Cöthen. Não há menção de “francesas” nos manuscritos. Bach as chamou simplesmente de Suites pour le clavecin (suítes para o cravo).</p>
<p>O título Suítes Francesas aparece pela primeira vez em 1762, dez anos depois da morte de <a href="https://classicosdosclassicos.mus.br/compositores/johann-sebastian-bach-2">Bach</a>. Muitos musicólogos tentaram determinar o que há de francês nestas suítes e a resposta é “muito pouco, quase nada”.</p>
<p>A Suíte nº 5 começa com uma Allemande cheia de graça, tranquila e fluida, e termina com uma giga de difícil execução e um marcado sentido de ritmo.</p>
<p>A Courante (nome que vem do francês courir – correr) é caracterizada por um movimento contínuo, mais rápido do que a Allemande.</p>
<p>A Sarabande, o mais lento dos movimentos, é majestoso, imponente e cheio de ornamentos sobre a simples linha melódica.</p>
<p>A Gavotte que segue é leve e brilhante, aparecendo em coleções para pianistas jovens.</p>
<p>A Bourrée é uma dança popular originária da Auvergne no século XVI. Seu nome vem de bourrir – bater as asas.</p>
<p>A rápida e brilhante Giga encerra a suíte. Philipp Spitta, biógrafo de Bach, diz que “o ouvinte sai com uma sensação de alegre leveza”.</p>
<p><strong>Bach – <em>Suíte Francesa nº 5 em Sol Maior</em>, BWV 816 | Andras Schiff (piano)</strong></p>
<p><iframe loading="lazy" title="András Schiff - Bach. French Suite No.5 in G Major BWV816" width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/f_U0lm6HZMk?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen></iframe></p>
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