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	<title>PIANO - Clássicos dos Clássicos</title>
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	<description>Por Carlos Siffert</description>
	<lastBuildDate>Mon, 22 Jul 2024 18:11:14 +0000</lastBuildDate>
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		<title>Schumann – Mondnacht (Noite de Lua), Op. 39</title>
		<link>https://classicosdosclassicos.mus.br/obras/schumann-mondnacht-noite-de-lua-op-39/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Clássicos dos Clássicos]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 22 Jul 2024 18:11:14 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Mondnacht faz parte do ciclo de canções de Schumann sobre poemas de Joseph von Eichendorff. Considerado por todos os comentaristas como um dos maiores Lieder de todos os tempos, é uma canção de êxtase nupcial, simbolizado pela união entre o Céu e a Terra.  Sua magia encantatória só se revela plenamente quando ela é cantada [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><i><span style="font-weight: 400;">Mondnacht</span></i><span style="font-weight: 400;"> faz parte do ciclo de canções de <a href="https://classicosdosclassicos.mus.br/compositores/robert-schumann/">Schumann</a> sobre poemas de Joseph von Eichendorff.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Considerado por todos os comentaristas como um dos maiores </span><i><span style="font-weight: 400;">Lieder</span></i><span style="font-weight: 400;"> de todos os tempos, é uma canção de êxtase nupcial, simbolizado pela união entre o Céu e a Terra. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Sua magia encantatória só se revela plenamente quando ela é cantada com uma espécie de impassividade, de imobilidade, sem nuances. Somente ao final da canção há uma mudança de clima, quando a magia cede a vez ao sentimento humano.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Vamos ouvir três interpretações:</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Andrew Goodwin (tenor) e Daniel de Borah (piano)</span></p>
<p><iframe loading="lazy" title="Robert Schumann&#039;s Mondnacht" width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/ag4l7aQwNtE?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
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<p>&nbsp;</p>
<p><span style="font-weight: 400;">Julian Prégardien (tenor) e Michael Gees (piano)</span></p>
<p><iframe loading="lazy" title="Mondnacht" width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/fbHWRpYF11Q?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="font-weight: 400;">Christoph Prégardien (tenor) e Michael Gees (piano)</span></p>
<p><iframe loading="lazy" title="Robert Schumann: Mondnacht" width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/GleQy7faDd8?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Schumann – Bunte Blätter, Op. 99</title>
		<link>https://classicosdosclassicos.mus.br/obras/schumann-bunte-blatter-op-99/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Clássicos dos Clássicos]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 22 Jul 2024 18:08:02 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Bunte Blätter (Folhas Coloridas) é uma coleção de 14 peças para piano reunidas por Schumann e escritas por ele entre 1834 e 1849. Formada por composições não publicadas – por terem sido recusadas em coleções anteriores ou simplesmente porque Schumann não tinha a intenção de divulgá-las –, as peças tinham suas capas em diferentes cores, [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Bunte Blätter (Folhas Coloridas) é uma coleção de 14 peças para piano reunidas por <a href="https://classicosdosclassicos.mus.br/compositores/robert-schumann/">Schumann</a> e escritas por ele entre 1834 e 1849.</p>
<p>Formada por composições não publicadas – por terem sido recusadas em coleções anteriores ou simplesmente porque Schumann não tinha a intenção de divulgá-las –, as peças tinham suas capas em diferentes cores, daí o nome Folhas coloridas.</p>
<p>O musicólogo <a href="https://www.henle.de/Ernst-Herttrich/">Ernst Herttrich</a>, em seu prefácio para a edição da coleção, comenta que o critério para seleção das peças é desconhecido. Organizadas das mais fáceis às mais difíceis, a coleção está dividida em três seções:</p>
<p>I- Drei Stücklein (Três peças)<br />
1. Nicht schnell, mit Innigkeit (Não rápido, com sensibilidade)<br />
2. Sehr rasch (Muito rápido)<br />
3. Frisch (Fresco)</p>
<p>II- Fünf Albumblätter (Cinco folhas de álbum)<br />
1. Ziemlich langsam (Bem devagar)<br />
2. Schnell (Rápido)<br />
3. Ziemlich langsam, sehr gesangvoll (Bem devagar, muito cantábile)<br />
4. Sehr langsam (Muito devagar)<br />
5. Langsam (Devagar)</p>
<p>III-<br />
Novellette<br />
Präludium (Prelúdio)<br />
Marsch (Marcha)<br />
Abendmusik (Música noturna)<br />
Scherzo<br />
Geschwindmarsch (Marcha veloz)</p>
<p><a href="https://classicosdosclassicos.mus.br/compositores/robert-schumann/">Schumann</a> – Bunte Blätter, Op. 99 | Grigory Sokolov (piano)<br />
<iframe loading="lazy" title="YouTube video player" src="https://www.youtube.com/embed/7_mMB3VZUmM?si=_5QbmzoMj7vZXFfY" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
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		<item>
		<title>Chopin – Prelúdios Op. 28</title>
		<link>https://classicosdosclassicos.mus.br/obras/chopin-preludios-op-28/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Clássicos dos Clássicos]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 18 Mar 2024 18:38:13 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Os Prelúdios Op. 28 são peças curtas escritas por Chopin entre 1834 e 1839. Quase metade deles dura menos de um minuto – o ciclo total tem apenas 45 minutos. O exemplo clássico deste tipo de obra é O Cravo Bem Temperado de Bach, composto mais de cem anos antes, na década de 1720. Chopin [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Os <em>Prelúdios Op. 28</em> são peças curtas escritas por <a href="https://classicosdosclassicos.mus.br/compositores/frederic-chopin/">Chopin</a> entre 1834 e 1839. Quase metade deles dura menos de um minuto – o ciclo total tem apenas 45 minutos.</p>
<p>O exemplo clássico deste tipo de obra é <em>O Cravo Bem Temperado</em> de <a href="https://classicosdosclassicos.mus.br/compositores/johann-sebastian-bach-2">Bach</a>, composto mais de cem anos antes, na década de 1720.</p>
<p><a href="https://classicosdosclassicos.mus.br/compositores/frederic-chopin/">Chopin</a> conhecia de cor todos os prelúdios de Bach e os usava frequentemente em suas sessões de prática e também como material de estudo para seus alunos.</p>
<p><a href="https://classicosdosclassicos.mus.br/compositores/johann-sebastian-bach-2">Bach</a> tinha composto prelúdios e fugas abrangendo todas as tonalidades, maior e menor, resultando em 48 peças. <a href="https://classicosdosclassicos.mus.br/compositores/frederic-chopin/">Chopin</a> compôs apenas prelúdios, em um total de 24 peças, sendo 12 em tom maior e 12 em tom menor.</p>
<p>Os <em>Prelúdios Op. 28</em> são peças autocontidas, cada uma com sua personalidade própria.</p>
<p><a href="https://classicosdosclassicos.mus.br/compositores/franz-liszt/">Liszt</a>, sempre disposto a reconhecer inovações ousadas, teceu elogios:</p>
<p>“Esta composição é única em sua espécie: prelúdios poéticos que deleitam a alma com sonhos dourados e a transporta para regiões ideais. Admiráveis em sua diversidade, revelam um trabalho e conhecimento que só podem ser apreciados com um estudo cuidadoso. Tudo está cheio de espontaneidade e <em>élan. </em>Eles têm os recursos que caracterizam as obras de gênio.”</p>
<p>Já o crítico musical Reinhard Schulz afirmou:</p>
<p>“O propósito de um prelúdio tem sido o de estabelecer o clima do que se segue. Cada um dos <em>Prelúdios</em> de Chopin deve ser entendido como contendo a essência de todo um mundo de sentimentos – cabe ao ouvinte completar a <em>pintura </em>em sua mente.”</p>
<p><a href="https://classicosdosclassicos.mus.br/compositores/frederic-chopin/">Chopin</a> – <em>Prelúdios Op. 28</em> | <a href="http://yujawang.com/">Yuja Wang</a> (piano)</p>
<p><iframe loading="lazy" title="Chopin - 24 Preludes, Op.28 (Yuja Wang)" width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/pSpf9bKK_Zk?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" allowfullscreen></iframe></p>
<p>Ouça outras interpretações dos <em>Prelúdios</em> de Chopin aqui:</p>
<blockquote class="wp-embedded-content" data-secret="t44yUedWQ2"><p><a href="https://classicosdosclassicos.mus.br/obras/chopin-preludios-op-28-selecao/">Chopin &#8211; Prelúdios, Op. 28 &#8211; Seleção</a></p></blockquote>
<p><iframe class="wp-embedded-content" sandbox="allow-scripts" security="restricted" title="&#8220;Chopin &#8211; Prelúdios, Op. 28 &#8211; Seleção&#8221; &#8212; Clássicos dos Clássicos" src="https://classicosdosclassicos.mus.br/obras/chopin-preludios-op-28-selecao/embed/#?secret=8yquXq3CxQ#?secret=t44yUedWQ2" data-secret="t44yUedWQ2" width="500" height="282" frameborder="0" marginwidth="0" marginheight="0" scrolling="no"></iframe></p>
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			</item>
		<item>
		<title>As Valsas de Chopin</title>
		<link>https://classicosdosclassicos.mus.br/obras/as-valsas-de-chopin/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Clássicos dos Clássicos]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 12 Feb 2024 18:13:26 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>“Aristocráticas da primeira nota até a última.” (Schumann) As valsas estão entre as mais conhecidas e queridas obras do compositor polonês Frédéric Chopin (1810-1849). Ele começou a compô-las em 1824, aos 14 anos, e continuou até 1849, ano de sua morte, escrevendo um total de 36 valsas, das quais 20 foram numeradas e oito publicadas. [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;">“Aristocráticas da primeira nota até a última.”</span> <span style="font-weight: 400;">(<a href="https://classicosdosclassicos.mus.br/compositores/robert-schumann/">Schumann</a>)</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">As valsas estão entre as mais conhecidas e queridas obras do compositor polonês <a href="https://classicosdosclassicos.mus.br/compositores/frederic-chopin/">Frédéric Chopin</a> (1810-1849). Ele começou a compô-las em 1824, aos 14 anos, e continuou até 1849, ano de sua morte, escrevendo um total de 36 valsas, das quais 20 foram numeradas e oito publicadas.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O desejo de <a href="https://classicosdosclassicos.mus.br/compositores/frederic-chopin/">Chopin</a> era o de que suas obras não publicadas fossem queimadas. Todavia sua irmã Ludwika decidiu publicar as valsas numeradas de 9 a 13. Outras seis valsas, de 14 a 19, foram publicadas posteriormente.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Costuma-se distinguir entre “valsas de concerto” e “valsas de salão”, porém, para os ouvintes em geral, esta divisão faz pouco sentido. Embora escritas no compasso de 3/4, característico do gênero, as valsas de Chopin são muito diferentes das vienenses.</span><span style="font-weight: 400;"><a href="https://classicosdosclassicos.mus.br/compositores/frederic-chopin/"> Chopin</a> se inspirou pela forma da dança, porém suas peças foram concebidas para serem apresentadas como “valsas de concerto”.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Sobre a interpretação dessas peças, o musicólogo Artur Bielicki, do <a href="https://nifc.pl/en/">Instituto Fryderyk Chopin</a>, afirma: </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">“Cativados pela magia das valsas de <a href="https://classicosdosclassicos.mus.br/compositores/frederic-chopin/">Chopin</a>, seguimos a inspiração do compositor. Tal é o efeito quando ouvimos, por exemplo, a gravação das valsas na maravilhosa interpretação de Dinu Lipatti.” </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Assim, vamos ouvir as </span><i><span style="font-weight: 400;">Valsas</span></i><span style="font-weight: 400;"> de 1 a 14 interpretadas pelo pianista romeno, além de algumas outras peças de <a href="https://classicosdosclassicos.mus.br/compositores/frederic-chopin/">Chopin</a> a seguir:</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;"><a href="https://classicosdosclassicos.mus.br/compositores/frederic-chopin/">Chopin</a> – </span><i><span style="font-weight: 400;">Valsas nºs. 1 a 14</span></i><span style="font-weight: 400;">; </span><i><span style="font-weight: 400;">Barcarolle Op. 60</span></i><span style="font-weight: 400;">; </span><i><span style="font-weight: 400;">Noturno Op. 27 nº. 2</span></i><span style="font-weight: 400;">; </span><i><span style="font-weight: 400;">Mazurca Op. 50 nº. 3</span></i><span style="font-weight: 400;"> | Dinu Lipatti (piano)</span></p>
<p><iframe loading="lazy" title="Chopin - 14 Waltzes &amp; More + Presentation (recording of the Century : Dinu Lipatti)" width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/Xdr_sBXvaJY?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" allowfullscreen></iframe></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="font-weight: 400;">Já falamos também das </span><i><span style="font-weight: 400;">Valsas</span></i><span style="font-weight: 400;"> de Chopin aqui :</span></p>
<blockquote class="wp-embedded-content" data-secret="pDUDjKvbXw"><p><a href="https://classicosdosclassicos.mus.br/chopin-valsas/">Chopin – Valsas</a></p></blockquote>
<p><iframe class="wp-embedded-content" sandbox="allow-scripts" security="restricted" title="&#8220;Chopin – Valsas&#8221; &#8212; Clássicos dos Clássicos" src="https://classicosdosclassicos.mus.br/chopin-valsas/embed/#?secret=xnKT7Sj13r#?secret=pDUDjKvbXw" data-secret="pDUDjKvbXw" width="500" height="282" frameborder="0" marginwidth="0" marginheight="0" scrolling="no"></iframe></p>
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]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Debussy – A Catedral Submersa</title>
		<link>https://classicosdosclassicos.mus.br/obras/debussy-a-catedral-submersa/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Clássicos dos Clássicos]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 03 Jul 2023 20:52:33 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A Catedral Submersa (La Cathédrale Engloutie) foi publicada em 1910 como a décima peça do Primeiro Livro de Prelúdios de Debussy. A peça para piano solo é inspirada por uma antiga lenda da Bretanha. Para punir o povo por seus pecados, a Catedral da Ilha de Ys foi afundada no mar. Em algumas manhãs, quando [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><em>A Catedral Submersa</em> <em>(La Cathédrale Engloutie)</em> foi publicada em 1910 como a décima peça do <em>Primeiro Livro de Prelúdios </em>de <a href="https://classicosdosclassicos.mus.br/compositores/claude-debussy/">Debussy</a>.</p>
<p>A peça para piano solo é inspirada por uma antiga lenda da Bretanha. Para punir o povo por seus pecados, a Catedral da Ilha de Ys foi afundada no mar. Em algumas manhãs, quando o tempo está claro e a água transparente, a catedral se eleva do mar por um curto período de tempo. Ouvem-se os sinos tocando, os padres cantando e, ao fundo, o som do órgão, antes que ela volte ao fundo do mar.</p>
<p>Esta é a obra de Debussy que mais se aproxima de música programática, descritiva. Ela evoca o fenômeno miraculoso da catedral que surge do mar, remetendo ao canto gregoriano, às harmonias medievais e ao toque dos sinos.</p>
<p>Mas <a href="https://classicosdosclassicos.mus.br/compositores/claude-debussy/">Debussy</a> só mencionava o nome de seus prelúdios no final da partitura, afirmando: “A beleza de uma obra de arte deve permanecer sempre misteriosa. Devemos manter a todo custo a magia própria da música, pois de todas as artes ela é a mais suscetível à magia&#8230; Em nome dos deuses, não vamos tentar destruí-la ou explicá-la.”</p>
<p>Aqui, ouvimos o próprio compositor interpretar a peça, em uma gravação de <em>piano roll</em>:</p>
<p>Debussy – <em>A Catedral Submersa</em></p>
<p><iframe loading="lazy" title="Debussy plays Debussy | La Cathédrale Engloutie (The Sunken Cathedral), Prélude Book I, No.10 (1913)" width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/levGISzDmjs?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" allowfullscreen></iframe></p>
<p>Saiba mais sobre o <em>Primeiro Livro de Prelúdios</em> de Debussy :</p>
<blockquote class="wp-embedded-content" data-secret="O0O9oAKDj7"><p><a href="https://classicosdosclassicos.mus.br/obras/debussy-preludios-livro-i/">Debussy – Prelúdios: Livro I</a></p></blockquote>
<p><iframe class="wp-embedded-content" sandbox="allow-scripts" security="restricted" title="&#8220;Debussy – Prelúdios: Livro I&#8221; &#8212; Clássicos dos Clássicos" src="https://classicosdosclassicos.mus.br/obras/debussy-preludios-livro-i/embed/#?secret=giFR4merTq#?secret=O0O9oAKDj7" data-secret="O0O9oAKDj7" width="500" height="282" frameborder="0" marginwidth="0" marginheight="0" scrolling="no"></iframe></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Debussy &#8211; Petite Suite</title>
		<link>https://classicosdosclassicos.mus.br/obras/debussy-petite-suite/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Clássicos dos Clássicos]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 23 Oct 2022 16:00:11 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A Petite Suite (Pequena Suite) foi composta entre 1886 e 1889, quando estreou com Debussy e Jacques Durand, pianista e editor. A composição pode ter sido escrita por um pedido de Durand, que queria uma peça acessível a pianistas amadores avançados, em contraste com as obras modernistas que Debussy estava compondo naquela época. Seus quatro [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A <em>Petite Suite</em> (Pequena Suite) foi composta entre 1886 e 1889, quando estreou com Debussy e Jacques Durand, pianista e editor.</p>
<p>A composição pode ter sido escrita por um pedido de Durand, que queria uma peça acessível a pianistas amadores avançados, em contraste com as obras <em>modernistas </em>que <a href="https://classicosdosclassicos.mus.br/compositores/claude-debussy/">Debussy</a> estava compondo naquela época.</p>
<p>Seus quatro movimentos são:</p>
<ul>
<li><em>En bateau</em>(Navegando): <em>Andantino</em></li>
<li><em>Cortège</em>(Cortejo): <em>Moderato</em></li>
<li><em>Menuet</em>: <em>Moderato</em></li>
<li><em>Ballet</em>: <em>Allegro giusto</em></li>
</ul>
<p>Debussy &#8211; <em>Petite Suite </em>| <a href="https://classicosdosclassicos.mus.br/martha-argerich/">Martha Argerich</a> e <a href="https://www.instantencore.com/contributor/bio.aspx?CId=5056328">Cristina Marton</a> (piano a quatro mãos)</p>
<p><iframe loading="lazy" title="Martha Argerich, Cristina Marton: Debussy Petite Suite 17 06 2013" width="500" height="375" src="https://www.youtube.com/embed/s-PtlUOnkBo?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen></iframe></p>
<p>&nbsp;</p>
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		<item>
		<title>Debussy &#8211; En Blanc et Noir</title>
		<link>https://classicosdosclassicos.mus.br/obras/debussy-en-blanc-et-noir/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Clássicos dos Clássicos]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 23 Oct 2022 15:55:42 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>En Blanc et Noir (Em Branco e Preto) é uma suíte para dois pianos em três movimentos composta por Debussy em 1915. Debussy sentia uma relação muito estreita entre a música e a pintura. O título “em branco e preto” não se refere apenas às teclas do piano, mas também tem outro sentido. O compositor [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><em>En Blanc et Noir </em>(Em Branco e Preto) é uma suíte para dois pianos em três movimentos composta por <a href="https://classicosdosclassicos.mus.br/compositores/claude-debussy/">Debussy</a> em 1915.</p>
<p>Debussy sentia uma relação muito estreita entre a música e a pintura. O título “em branco e preto” não se refere apenas às teclas do piano, mas também tem outro sentido. O compositor o explica em carta a seu amigo Robert Gode:</p>
<p>“Estas peças precisam tirar (extrair) sua cor, sua emoção, simplesmente do piano, como os cinzentos de Velásquez, se você me entende.“</p>
<p>Velásquez, pintor espanhol do século XVII, obtinha nuances de cinza “sombreando” o preto e o branco. Debussy usava uma técnica semelhante com “cores” orquestrais representadas, neste caso, nos dois pianos.</p>
<p>Os movimentos da suíte são:</p>
<ol>
<li><em>Avec emportement </em>(com exaltação)</li>
<li><em>Lent sombre </em>(lento sombrio</li>
<li><em> Scherzando </em>(Brincando)</li>
</ol>
<p>Debussy &#8211; <em>En blanc et Noir, Suite para Dois pianos</em> | <a href="https://classicosdosclassicos.mus.br/martha-argerich/">Martha Argerich</a> e Iddo Bar-Shai (pianos)</p>
<p><iframe loading="lazy" title="Martha Argerich and Iddo Bar-Shai: Debussy &quot;en blanc et noir&quot; for 2 pianos" width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/HHZ3RYAHq20?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen></iframe></p>
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		<title>Debussy &#8211; Six Épigraphes Antiques</title>
		<link>https://classicosdosclassicos.mus.br/obras/debussy-six-epigraphes-antiques/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Clássicos dos Clássicos]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 23 Oct 2022 15:46:59 +0000</pubDate>
				<guid isPermaLink="false">https://classicosdosclassicos.mus.br/?post_type=obras&#038;p=7844</guid>

					<description><![CDATA[<p>As Six Épigraphes Antiques (Seis Epígrafes Antigas), escritas entre 1914-15, eram originalmente parte da música incidental do recital de poemas As Canções de Bilitis (*). Debussy reutilizou, mais tarde, seis movimentos desta obra e os transcreveu para piano a quatro mãos. Seus movimentos são os seguintes: Para invocar Pan, deus do vento de verão Para [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>As <em>Six Épigraphes Antiques</em> (Seis Epígrafes Antigas), escritas entre 1914-15, eram originalmente parte da música incidental do recital de poemas <em>As Canções de Bilitis </em>(*)<em>. </em></p>
<p><a href="https://classicosdosclassicos.mus.br/compositores/claude-debussy/">Debussy</a> reutilizou, mais tarde, seis movimentos desta obra e os transcreveu para piano a quatro mãos.</p>
<p>Seus movimentos são os seguintes:</p>
<ul>
<li><em>Para invocar Pan, deus do vento de verão</em></li>
<li><em>Para um túmulo sem nome</em></li>
<li><em>Para que a noite seja propícia</em></li>
<li><em>Para a dançarina com címbalos </em></li>
<li><em>Para a egípcia</em></li>
<li><em>Para agradecer a chuva da manhã</em></li>
</ul>
<p>(*) Poeta grega fictícia criada por Pierre Louÿs</p>
<p>Debussy &#8211; <em>Six Épigraphes Antiques</em> | <a href="https://en.wikipedia.org/wiki/Lucas_and_Arthur_Jussen">Lucas &amp; Arthur Jussen</a> (piano)</p>
<p><iframe loading="lazy" title="Debussy: Six Épigraphes Antiques - Lucas &amp; Arthur Jussen" width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/8mTiw3TQ2BI?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen></iframe></p>
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		<item>
		<title>Debussy &#8211; Images Oubliées</title>
		<link>https://classicosdosclassicos.mus.br/obras/debussy-images-oubliees/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Clássicos dos Clássicos]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 23 Oct 2022 15:35:08 +0000</pubDate>
				<guid isPermaLink="false">https://classicosdosclassicos.mus.br/?post_type=obras&#038;p=7840</guid>

					<description><![CDATA[<p>Debussy compôs Images Oubliées (Imagens esquecidas), três peças para piano, em 1894. O ciclo, no entanto, só foi publicado integralmente em 1977, como Imagens (esquecidas). A palavra “esquecidas” foi acrescentada ao título para que as peças não fossem confundidas com outras duas composições muito conhecidas de sua autoria intituladas Imagens. A primeira peça do ciclo, [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><a href="https://classicosdosclassicos.mus.br/compositores/claude-debussy/">Debussy</a> compôs <em>Images Oubliées </em>(Imagens esquecidas), três peças para piano, em 1894. O ciclo, no entanto, só foi publicado integralmente em 1977, como <em>Imagens (esquecidas)</em>.</p>
<p>A palavra “esquecidas” foi acrescentada ao título para que as peças não fossem confundidas com outras duas composições muito conhecidas de sua autoria intituladas <em>Imagens</em>.</p>
<p>A primeira peça do ciclo, <em>Melancólica e doce</em>, é seguida por uma <em>Sarabanda</em> – Debussy instruiu que esta fosse tocada “com elegância lenta e digna, como um velho retrato, uma lembrança do Louvre”.</p>
<p>A terceira, <em>Quelques Aspects </em>(Alguns aspectos), vigorosa e humorística, é baseada na canção popular francesa <em>Nous n’irons plus au bois </em>(Nós não vamos mais ao bosque).</p>
<p>Debussy &#8211;<em> Images Oubliées </em>| <a href="https://fr.wikipedia.org/wiki/Alain_Plan%C3%A8s">Alain Planès</a> (piano)</p>
<p><iframe loading="lazy" title="Debussy : Images oubliées (Alain Planès, piano)" width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/OTjP1Yzk8C0?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen></iframe></p>
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		<item>
		<title>Debussy &#8211; Arabesques 1 e 2</title>
		<link>https://classicosdosclassicos.mus.br/obras/debussy-arabesques-1-e-2/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Clássicos dos Clássicos]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 23 Oct 2022 15:32:24 +0000</pubDate>
				<guid isPermaLink="false">https://classicosdosclassicos.mus.br/?post_type=obras&#038;p=7838</guid>

					<description><![CDATA[<p>Os Arabesques (Arabescos) são duas obras do início da carreira de Debussy escritas entre 1890/91, quando ele tinha vinte e poucos anos. Já contêm, no entanto, aspectos de seu estilo musical que se desenvolvia. Para Debussy, um arabesco era uma linha curva, tal como as formas da natureza. Sobre os arabescos na música barroca, ele [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Os <em>Arabesques</em> (Arabescos) são duas obras do início da carreira de <a href="https://classicosdosclassicos.mus.br/compositores/claude-debussy/">Debussy</a> escritas entre 1890/91, quando ele tinha vinte e poucos anos. Já contêm, no entanto, aspectos de seu estilo musical que se desenvolvia.</p>
<p>Para <a href="https://classicosdosclassicos.mus.br/compositores/claude-debussy/">Debussy</a>, um arabesco era uma linha curva, tal como as formas da natureza. Sobre os arabescos na música barroca, ele escreveu: “Aquela foi a época do ‘maravilhoso arabesco’, quando a música estava sujeita às leis da beleza, inscritas nos movimentos da própria Natureza”.</p>
<p><a href="https://classicosdosclassicos.mus.br/compositores/claude-debussy/">Debussy</a> &#8211; <em>Arabesques 1 e 2</em> | <a href="https://nikolaylugansky.com/">Nikolai Lugansky</a> (piano)</p>
<p><iframe loading="lazy" title="Lugansky - Debussy, Deux Arabesques" width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/dyt297llpk0?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen></iframe></p>
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		<item>
		<title>Debussy &#8211; Rêverie</title>
		<link>https://classicosdosclassicos.mus.br/obras/debussy-reverie/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Clássicos dos Clássicos]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 23 Oct 2022 15:29:43 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Em Rêverie (Devaneio), peça escrita em 1890, a voz de Debussy já emerge clara e reconhecível. A peça é uma exploração exótica e sonhadora das texturas e harmonias que o compositor desenvolveria mais adiante em suas obras. Rêverie logo se tornou um sucesso comercial e de crítica. É frequentemente citada como uma influência no desenvolvimento [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Em <em>Rêverie </em>(Devaneio), peça escrita em 1890, a voz de <a href="https://classicosdosclassicos.mus.br/compositores/claude-debussy/">Debussy</a> já emerge clara e reconhecível.</p>
<p>A peça é uma exploração exótica e sonhadora das texturas e harmonias que o compositor desenvolveria mais adiante em suas obras.</p>
<p><em>Rêverie</em> logo se tornou um sucesso comercial e de crítica. É frequentemente citada como uma influência no desenvolvimento da harmonia do jazz.</p>
<p><a href="https://classicosdosclassicos.mus.br/compositores/claude-debussy/">Debussy</a> &#8211; <em>Rêverie</em> | <a href="https://fr.wikipedia.org/wiki/Alain_Plan%C3%A8s">Alain Planès </a>(piano)</p>
<p><iframe loading="lazy" title="Debussy : Rêverie (Alain Planès, piano)" width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/sW7GQhEmAhE?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen></iframe></p>
<p>&nbsp;</p>
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		<item>
		<title>Schubert – Sonata em Lá Menor, Op. 42, D. 845</title>
		<link>https://classicosdosclassicos.mus.br/obras/schubert-sonata-em-la-menor-op-42-d-845/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Clássicos dos Clássicos]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 25 Apr 2022 21:30:09 +0000</pubDate>
				<guid isPermaLink="false">https://classicosdosclassicos.mus.br/?post_type=obras&#038;p=7430</guid>

					<description><![CDATA[<p>“Ouvir e vê-lo tocar suas composições era um verdadeiro prazer”, relembrou Albert Stadler, amigo de Schubert, muitos anos após a morte do compositor. O ano de 1825 foi muito fértil para Schubert, que tinha escrito o Quarteto “A Morte e a Donzela”, o Octeto e várias outras obras. Marca também seu interesse renovado em compor [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>“Ouvir e vê-lo tocar suas composições era um verdadeiro prazer”, relembrou Albert Stadler, amigo de <a href="https://classicosdosclassicos.mus.br/compositores/franz-schubert/">Schubert</a>, muitos anos após a morte do compositor.</p>
<p>O ano de 1825 foi muito fértil para Schubert, que tinha escrito o <em>Quarteto “A Morte e a Donzela”, </em>o <em>Octeto</em> e várias outras obras. Marca também seu interesse renovado em compor para o piano, com as Sonatas D. 840, D. 850, e a D. 845, escrita no início da primavera de 1825. Seguiu-se um ano terrível para Schubert, ao se confirmar que ele havia contraído sífilis.</p>
<p>O estilo cantábile é a chave para a essência da escrita para piano de Schubert: um tema muito desenvolvido revela a melodia acima de um acompanhamento ondulante. Depois de uma execução do <em>Andante </em>de sua <em>Sonata D. 845</em>, Schubert disse: “Várias pessoas me asseguraram que minhas mãos transformavam as teclas do piano em vozes cantando”.</p>
<p>Dois temas contrastantes assinalam o clima mutável do primeiro movimento, <em>Moderato</em>: o primeiro, reservado, ao qual se segue um outro, assertivo e desafiante, lançado por oitavas descendentes.</p>
<p>O movimento lento, <em>Andante, poco motto</em>, tem cinco variações sobre uma melodia simples. Destas, as tensões dramáticas perturbam a terceira variação, mas o clima sereno volta com a final.</p>
<p>O <em>Scherzo</em> em Lá menor é marcado por passagens repetidas seguidas por frases flexíveis e uma mudança para tom maior. O Trio traz um alívio em um ondulante Fá maior.</p>
<p>O agitado Rondó final conduz ao brilhante encerramento desta fascinante obra.</p>
<p>Schubert – <em>Sonata em Lá Menor</em>, Op. 42, D. 845 | Alfred Brendel (piano)</p>
<p><iframe loading="lazy" title="Schubert Piano Sonata No 16 D 845 A minor Alfred Brendel" width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/VZ_ZmeeTTTA?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen></iframe></p>
<p>&nbsp;</p>
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		<item>
		<title>Schubert – Fantasia em Dó Maior, “Fantasia Wanderer”, D. 760</title>
		<link>https://classicosdosclassicos.mus.br/obras/schubert-fantasia-em-do-maior-fantasia-wanderer-d-760/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Clássicos dos Clássicos]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 25 Apr 2022 21:21:23 +0000</pubDate>
				<guid isPermaLink="false">https://classicosdosclassicos.mus.br/?post_type=obras&#038;p=7424</guid>

					<description><![CDATA[<p>A Fantasia em Dó Maior, escrita em 1822, provou-se a obra mais difícil e estruturalmente mais avançada que Schubert compôs para o piano. Tão difícil que o próprio Schubert não conseguia tocá-la. “Deixe que o diabo a toque”, disse ele, frustrado. O subtítulo Wanderer vem de uma canção homônima composta por Schubert aos 19 anos, [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A <em>Fantasia em Dó Maior</em>, escrita em 1822, provou-se a obra mais difícil e estruturalmente mais avançada que Schubert compôs para o piano. Tão difícil que o próprio Schubert não conseguia tocá-la. “Deixe que o diabo a toque”, disse ele, frustrado.</p>
<p>O subtítulo <em>Wanderer </em>vem de uma canção homônima composta por Schubert aos 19 anos, que se tornou uma das mais populares do século XIX. Seu tema é usado no <em>Adagio </em>da <em>Fantasia.</em></p>
<p><em>Wanderer </em>possui muitas traduções: peregrino, andarilho, caminhante, itinerante. Nenhuma delas, porém, capta o sentido da palavra na poesia romântica alemã. O poema usado na canção nos dá uma descrição melhor: fala de tristeza, melancolia, solidão, alienação e, claro, de perambular. Mas melhor que falar da canção é ouvi-la:</p>
<p><strong>Schubert – <em>Der Wanderer</em>, D. 769 | </strong>Andre Schuen (barítono) e Daniel Heide (piano)</p>
<p><iframe loading="lazy" title="Der Wanderer, D. 649" width="500" height="375" src="https://www.youtube.com/embed/Rq6iLyQE66g?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen></iframe></p>
<p>A <em>Fantasia Wanderer</em> começa com o <em>motto </em>(padrão melódico-rítmico usado em toda composição) em ritmo dactílico – longo-curto-curto –, que continua em toda a composição. O segundo tema, em tom lírico, mantém o ritmo, enquanto o terceiro reverte o padrão.</p>
<p>O <em>Adagio, </em>que usa o tema da canção <em>Wanderer, </em>é seguido de sete variações, algumas brilhantes.</p>
<p>A terceira seção é em ritmo triplo. A passagem em forma de canção do Trio é derivada do segundo tema do primeiro movimento.</p>
<p>O final, além de suas excepcionais exigências técnicas, é um raro exemplo de fuga na música de Schubert. O tema da fuga também é em ritmo dactílico.</p>
<p><strong>Schubert – </strong><strong><em>Fantasia em Dó Maior, “Fantasia Wanderer”, </em></strong><strong>D. 760 </strong><strong>| </strong><strong>Julius Katchen (piano), em gravação histórica de 1967</strong></p>
<p><iframe loading="lazy" title="SCHUBERT - Wanderer Fantasy - Julius Katchen, piano" width="500" height="375" src="https://www.youtube.com/embed/cKBz-BW3si4?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen></iframe></p>
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		<item>
		<title>Schubert – Impromptus, Op. 142, D. 935  </title>
		<link>https://classicosdosclassicos.mus.br/obras/schubert-impromptus-op-142-d-935/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Clássicos dos Clássicos]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 25 Apr 2022 21:17:47 +0000</pubDate>
				<guid isPermaLink="false">https://classicosdosclassicos.mus.br/?post_type=obras&#038;p=7422</guid>

					<description><![CDATA[<p>Schubert compôs seus oito Impromptus em 1827. Porém as quatro últimas peças, finalmente designadas de Op. 142, só foram publicadas em 1838 por Diabelli, que lhes deu o nome de Impromptus. No entanto o termo Impromptu não se aplica aqui, pois estas obras não são improvisações. Cada peça explora um clima de poesia tonal definido [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><a href="https://classicosdosclassicos.mus.br/compositores/franz-schubert/">Schubert</a> compôs seus oito <em>Impromptus</em> em 1827. Porém as quatro últimas peças, finalmente designadas de Op. 142, só foram publicadas em 1838 por Diabelli, que lhes deu o nome de <em>Impromptus. </em></p>
<p>No entanto o termo <em>Impromptu</em> não se aplica aqui, pois estas obras não são improvisações. Cada peça explora um clima de poesia tonal definido no início.</p>
<p>A estrutura do primeiro <em>Impromptu</em> combina elementos de sonata e rondó. Emocionalmente, vai da sombria melancolia da abertura a passagens muito excitadas mais adiante. As características flutuações entre tom maior e tom menor estão em evidência aqui também.</p>
<p>O segundo tem a forma de <em>Minueto </em>e <em>Trio. </em>A música lembra muito o clima, o andamento, o perfil melódico e as progressões harmônicas da abertura da <em>Sonata Op. 26</em> de Beethoven, na mesma tonalidade (Lá bemol maior).</p>
<p>O terceiro é um tema com cinco variações. <a href="https://classicosdosclassicos.mus.br/compositores/franz-schubert/">Schubert</a> toma emprestado o tema idílico e encantador de sua música incidental da peça <em>Rosamunde, Princesa de Chipre. </em>Ele também usa este tema no <em>Quarteto nº 13, D. 804,</em> <em>Rosamunde.</em></p>
<p>O <em>Impromptu </em>final agrada muito com seu ritmo jocoso, seu clima de dança e passagens virtuosísticas. Perto do fim, surge uma nota de mistério velado, mas isto se resolve no ritmo furioso do final.</p>
<p>Schubert – <em>Impromptus, </em>Op. 142, D. 935 | Alfred Brendel (piano)</p>
<p><iframe loading="lazy" title="Alfred Brendel - Schubert - Four Impromptus, D 935" width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/j1rCDLGcVhs?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen></iframe></p>
<p>Referência: Donald Gislason &amp; Robert Markow &#8211; Notas de Programa</p>
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		<title>Schubert – Impromptus, Op. 90, D. 899</title>
		<link>https://classicosdosclassicos.mus.br/obras/schubert-impromptus-op-90-d-899/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Clássicos dos Clássicos]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 25 Apr 2022 21:15:20 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O Impromptu nº 1 em Dó Menor, o mais longo do conjunto, é expansivo em climas e texturas. Começando com um fortíssimo seguido de um pianíssimo, o tema que se segue contrasta mais em textura do que em temática. O final traz a resolução da tensão dramática acumulada no tom maior da recapitulação. O Impromptu [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Impromptu nº 1 em Dó Menor, o mais longo do conjunto, é expansivo em climas e texturas.</p>
<p>Começando com um fortíssimo seguido de um pianíssimo, o tema que se segue contrasta mais em textura do que em temática. O final traz a resolução da tensão dramática acumulada no tom maior da recapitulação.</p>
<p>O Impromptu nº 2 em Mi Bemol traz um par de emoções contrastantes, justapondo passagens de escalas rápidas no início com a seção central, dominada por vigorosas explosões de emoção.</p>
<p>O Impromptu nº 3 em Sol Bemol apresenta uma melodia vocal lírica sobre um acompanhamento suave, mas sempre em movimento.</p>
<p>O Impromptu nº 4 em Sol Bemol começa em tom menor e termina em tom maior. São necessários trinta compassos para que o ondulante tom menor seja transformado em maior e outros dezesseis até que a melodia latente emerja na mão esquerda. A seção central, com seu acompanhamento pulsante, consiste em um longo tema de dolorosa expressividade.</p>
<p><strong>Schubert –</strong> <em>Impromptus</em><em>,</em> <em>Op. 90, D. 899 | Kristian Zimerman (piano</em>)</p>
<p><iframe loading="lazy" title="Krystian Zimerman - Schubert 4 Improptus Op.90 / D899" width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/4T-BxVYpbSE?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen></iframe></p>
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		<title>Transcrições para Piano de Arcadi Volodos</title>
		<link>https://classicosdosclassicos.mus.br/obras/transcricoes-para-piano-de-arcadi-volodos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Clássicos dos Clássicos]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 18 Apr 2022 19:00:49 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O grande pianista russo Arcadi Volodos fez uma série de transcrições para piano de peças de diversos compositores. Vamos ouvir uma seleção destas peças interpretadas pelo próprio Volodos: Mozart/Volodos – Marcha Turca &#124; Arcadi Volodos (piano) Mozart/Volodos – Marcha Turca &#124; Montagem de vídeo com interpretações alternadas de Yuja Wang e Arcadi Volodos Mendelssohn/Liszt/Horowitz/Volodos – [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O grande pianista russo Arcadi Volodos fez uma série de transcrições para piano de peças de diversos compositores.</p>
<p>Vamos ouvir uma seleção destas peças interpretadas pelo próprio Volodos:</p>
<p>Mozart/Volodos – <em>Marcha Turca</em> | Arcadi Volodos (piano)</p>
<p><iframe loading="lazy" title="Volodos plays Turkish March (Volodos Turkish March)" width="500" height="375" src="https://www.youtube.com/embed/0qG9PZNJI_k?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen></iframe></p>
<p>Mozart/Volodos – <em>Marcha Turca</em> | Montagem de vídeo com interpretações alternadas de Yuja Wang e Arcadi Volodos</p>
<p><iframe loading="lazy" title="Yuja Wang / Volodos - turkish march" width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/Ng_p0I1FL2Q?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen></iframe></p>
<p>Mendelssohn/Liszt/Horowitz/Volodos – <em>Marcha Nupcial</em> | Arcadi Volodos (piano)</p>
<p><iframe loading="lazy" title="Higher quality- Volodos Mendelssohn Wedding March" width="500" height="375" src="https://www.youtube.com/embed/hjr9fw5Hi-g?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen></iframe></p>
<p>Tchaikovsky/Volodos – <em>Berceuse em Tempestade, Op.54 nº 10 </em>| Arcadi Volodos (piano)</p>
<p><iframe loading="lazy" title="Tchaikovsky-Volodos - Berceuse (Lullaby in a Storm) op.54 No.10" width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/zNDNH8z3Q2w?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen></iframe></p>
<p>Rachmaninov/Volodos – <em>Andante da Sonata para Violoncelo, Op.19</em> | Arcadi Volodos (piano)</p>
<p><iframe loading="lazy" title="Rachmaninov / Volodos Andante from cello Sonata, op.19" width="500" height="375" src="https://www.youtube.com/embed/WFM6vwUoZiI?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen></iframe></p>
<p>Bizet/Volodos – <em>Valsa Espanhola</em>, da ópera <em>Carmen</em> | Arcadi Volodos (piano)</p>
<p><iframe loading="lazy" title="Pianist Arcadi Volodos plays his own transcription of Bizet&#039;s &quot;Spanish Walz&quot;" width="500" height="375" src="https://www.youtube.com/embed/yCUtfywxias?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen></iframe></p>
<p>Saint-Saëns/Volodos – <em>Dança Macabra</em> | Arcadi Volodos (piano)</p>
<p><iframe loading="lazy" title="Volodos Saint Saens-Horowitz Danse macabre" width="500" height="375" src="https://www.youtube.com/embed/BtdauAnJG30?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen></iframe></p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Liszt – Obras transcritas por outros pianistas</title>
		<link>https://classicosdosclassicos.mus.br/obras/liszt-obras-transcritas-por-outros-pianistas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Clássicos dos Clássicos]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 18 Apr 2022 18:58:22 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Apresentamos a seguir uma seleção de obras de Liszt transcritas e modificadas pelos grandes pianistas Vladimir Horowitz e Arcadi Volodos (que interpreta todas as peças): &#160; Liszt/Horowitz – Rapsódia Húngara nº 2 &#124; Arcadi Volodos (piano) Liszt/Volodos – Rapsódia Húngara nº 13 &#124; Arcadi Volodos (piano) Liszt/Horowitz – Rapsódia Húngara nº 15 (Rakoczy March) &#124; [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Apresentamos a seguir uma seleção de obras de Liszt transcritas e modificadas pelos grandes pianistas Vladimir Horowitz e Arcadi Volodos (que interpreta todas as peças):</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Liszt/Horowitz – <em>Rapsódia Húngara nº 2</em> | Arcadi Volodos (piano)</p>
<p><iframe loading="lazy" title="Liszt-Horowitz Hungarian Rhapsody No. 2   A. Volodos, piano" width="500" height="375" src="https://www.youtube.com/embed/g66F2_XKSv8?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen></iframe></p>
<p>Liszt/Volodos – <em>Rapsódia Húngara nº 13</em> | Arcadi Volodos (piano)</p>
<p><iframe loading="lazy" title="Volodos plays LISZT-VOLODOS" width="500" height="375" src="https://www.youtube.com/embed/S1XvnskfluU?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen></iframe></p>
<p>Liszt/Horowitz – <em>Rapsódia Húngara nº 15 (Rakoczy March)</em> | Arcadi Volodos (piano)</p>
<p><iframe loading="lazy" title="Volodos - Liszt Hungarian Rhapsody no.15 Rakoczy March" width="500" height="375" src="https://www.youtube.com/embed/x38NQFk5OCc?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen></iframe></p>
<p>Liszt/Volodos – <em>Balada nº 2</em> | Arcadi Volodos (piano)</p>
<p><iframe loading="lazy" title="Arcadi Volodos ~ Liszt Ballade no. 2 ~ 2000 video" width="500" height="375" src="https://www.youtube.com/embed/Nj25ssnMO_I?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen></iframe></p>
<p>Liszt/Volodos – <em>Sonata Dante</em> | Arcadi Volodos (piano)</p>
<p><iframe loading="lazy" title="Arcadi Volodos plays Liszt/Volodos Dante sonata live" width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/DvKSNeM6HzY?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen></iframe></p>
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		<item>
		<title>Bach – Transcrições de diversos autores</title>
		<link>https://classicosdosclassicos.mus.br/obras/bach-transcricoes-de-diversos-autores/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Clássicos dos Clássicos]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 18 Apr 2022 18:54:45 +0000</pubDate>
				<guid isPermaLink="false">https://classicosdosclassicos.mus.br/?post_type=obras&#038;p=7406</guid>

					<description><![CDATA[<p>Destacamos a seguir uma seleção de peças de Bach transcritas para piano por diversos pianistas e compositores: Bach/Rachmaninov – Partita nº 3, BWV 1006 &#124; Daniil Trifonov (piano) Bach/Rachmaninov – Gavotte da Partita para Violino nº 3 &#124; Daniil Trifonov (piano) Bach/Liszt – Prelúdio e Fuga para Órgão em Lá Menor &#124; Jorge Luis Prats [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Destacamos a seguir uma seleção de peças de Bach transcritas para piano por diversos pianistas e compositores:</p>
<p>Bach/Rachmaninov – <em>Partita nº 3, BWV 1006</em> | Daniil Trifonov (piano)</p>
<p><iframe loading="lazy" title="RPS Music Awards, May 2016: Daniil Trifonov (winner, Instrumentalist category)" width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/FuHCY0QnO10?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen></iframe></p>
<p>Bach/Rachmaninov – <em>Gavotte da Partita para Violino nº 3</em> | Daniil Trifonov (piano)</p>
<p><iframe loading="lazy" title="Daniil Trifonov - J. S. Bach Gavotte" width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/_CaBikk_DRg?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen></iframe></p>
<p>Bach/Liszt – <em>Prelúdio e Fuga para Órgão em Lá Menor</em> | Jorge Luis Prats (piano)</p>
<p><iframe loading="lazy" title="Bach-Liszt: Organ Prelude and Fugue in A minor" width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/Qq3rhPivLH0?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen></iframe></p>
<p>Bach/Saint-Saëns – <em>Abertura, BWV 29</em> | Nadejda Vlaeva (piano)</p>
<p><iframe loading="lazy" title="Bach / Saint-Saens Ouverture, BWV 29.  Nadejda Vlaeva, piano" width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/hln5fQMcgUQ?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen></iframe></p>
<p>Bach/Kurtág – <em>Cantata, BWV106, Gottes Zeit: Sonatina</em> | Víkingur Ólfasson &amp; Halla Oddný Magnúsdóttir (piano)</p>
<p><iframe loading="lazy" title="Útúrdúr: J.S.Bach/G.Kurtag : Gottes Zeit ist die allerbeste Zeit" width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/14c8uIrtsgg?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen></iframe></p>
<p>Bach/Stradál – <em>Sonata para órgão nº 4, BWV 528: Adagio</em> | Víkingur Ólfasson (piano)</p>
<p><iframe loading="lazy" title="Víkingur Ólafsson – Bach: Organ Sonata No. 4, BWV 528: II. Andante [Adagio] (Transcr. Stradal)" width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/h3-rNMhIyuQ?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen></iframe></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Bach/Hess – <em>Cantata, BWV 147: Jesus, alegria dos homens</em> | Daniil Trifonov (piano)</p>
<p><iframe loading="lazy" title="Daniil Trifonov – Bach: Cantata BWV 147: Jesu, Joy of Man’s Desiring (Transcr. Hess for Piano)" width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/wEJruV9SPao?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen></iframe></p>
<p>Bach/Corsellis – <em>Passacaglia e Fuga em Dó Menor, BWV 582</em> | Yves Corsellis (piano)</p>
<p><iframe loading="lazy" title="PUBLISHED! J.S. Bach: Passacaglia and Fugue in C minor BWV 582 Piano Transcription by Yves Corsellis" width="500" height="375" src="https://www.youtube.com/embed/EB7t8QgKg7o?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen></iframe></p>
<p>Bach/Vivaldi – <em>Siciliano, BWV 596</em> | Arcadi Volodos</p>
<p><iframe loading="lazy" title="Arcadi Volodos plays Bach-Vivaldi Siciliano, BWV 596 – live 2014" width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/wecuzWY0pyo?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen></iframe></p>
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		<item>
		<title>Schumann – Toccata, Op. 7</title>
		<link>https://classicosdosclassicos.mus.br/obras/schumann-toccata-op-7/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Clássicos dos Clássicos]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 21 Feb 2022 21:07:15 +0000</pubDate>
				<guid isPermaLink="false">https://classicosdosclassicos.mus.br/?post_type=obras&#038;p=7272</guid>

					<description><![CDATA[<p>A Toccata, Op.7, foi publicada em 1834. Seu título original era Etude fantastique en double-sons (Estudo fantástico em notas duplas). Schumann se referia à Tocatta como “a peça mais difícil jamais escrita” – e até hoje é “uma das peças mais ferozmente difíceis do repertório do piano” [nível de dificuldade 9, o mais difícil, na Escala [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A <em>Toccata, Op.7</em>, foi publicada em 1834. Seu título original era <em>Etude fantastique en double-sons</em> (Estudo fantástico em notas duplas).</p>
<p><a href="https://classicosdosclassicos.mus.br/compositores/robert-schumann/">Schumann</a> se referia à Tocatta como “a peça mais difícil jamais escrita” – e até hoje é “uma das peças mais ferozmente difíceis do repertório do piano” [nível de dificuldade 9, o mais difícil, na Escala Henle (*)].</p>
<p>A <em>Tocatta </em>tornou-se uma peça importante do repertório de Clara Schumann e impressionou Mendelssohn quando este visitou sua família em 1834.</p>
<p>Uma comparação de pianistas (Henle) destaca a interpretação de <a href="https://en.wikipedia.org/wiki/Gy%C3%B6rgy_Cziffra">György Cziffra</a>, músico húngaro naturalizado francês.</p>
<p><strong> </strong>Schumann – <em>Toccata em Dó Maior, Op. 7</em> | György Cziffra (piano)</p>
<p><iframe loading="lazy" title="Cziffra plays Schumann Toccata Op.7" width="500" height="375" src="https://www.youtube.com/embed/NncHj0BKCps?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen></iframe></p>
<p>(*) Nota: Em 2010, a editora de partituras G. Henle Verlag encomendou ao músico Rolf Koenen uma escala de avaliação de peças clássicas que vai de um a nove, de acordo com a dificuldade de sua execução.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Schumann – Papillons, Op. 2</title>
		<link>https://classicosdosclassicos.mus.br/obras/schumann-papillons-op-2/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Clássicos dos Clássicos]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 21 Feb 2022 21:04:48 +0000</pubDate>
				<guid isPermaLink="false">https://classicosdosclassicos.mus.br/?post_type=obras&#038;p=7269</guid>

					<description><![CDATA[<p>Schumann tinha apenas 20 anos quando compôs Papillons (Borboletas), um ciclo de doze danças interconectadas. Duas influências pairam sobre a obra. A primeira é a música para piano de Schubert, em particular suas peças de dança e variações, que intrigavam Schumann por sua “conexão de ideias psicologicamente inusitada”. A segunda é uma obra do romancista [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><a href="https://classicosdosclassicos.mus.br/compositores/robert-schumann/">Schumann</a> tinha apenas 20 anos quando compôs <em>Papillons </em>(Borboletas), um ciclo de doze danças interconectadas.</p>
<p>Duas influências pairam sobre a obra. A primeira é a música para piano de Schubert, em particular suas peças de dança e variações, que intrigavam Schumann por sua “conexão de ideias psicologicamente inusitada”. A segunda é uma obra do romancista alemão Jean Paul Richter, cujos escritos fantasiosos e humorísticos fascinavam o jovem Schumann.</p>
<p>É de fato a cena final – um baile de máscaras – de seu romance <em>Flegeljahre </em>(Adolescência travessa) que serve de cenário para <em>Papillons. </em>Dois irmãos apaixonados pela mesma mulher disputam o coração dela, no ambiente alegre de um baile.</p>
<p>Suas breves peças, a maioria valsas, são, apesar de sua brevidade, incrivelmente contrastantes. Este é o reflexo das personalidades dos dois irmãos rivais no romance de Jean Paul – um sonhador e introspectivo; o outro apaixonado e impetuoso –, um paralelo da personalidade musical dividida de Schumann, seus alter egos Eusebius e Florestan.</p>
<p>Na peça final de <em>Papillons, </em>Schumann cita a <em>Grossvatertanz </em>(Dança do Avô), tradicionalmente usada no fim de um baile, e a combina com a valsa, que é primeira peça de <em>Papillons, </em>como que para ilustrar em música a visão que tinha de que o término do romance de Jean Paul parece ser um novo começo.</p>
<p>Ouviremos a peça na interpretação de dois pianistas, Alfred Cortot e Wilhelm Kempff:</p>
<p>Schumann – <em>Papillons, Op. 2</em> | <a href="https://en.wikipedia.org/wiki/Alfred_Cortot">Alfred Cortot</a> (piano)</p>
<p><iframe loading="lazy" title="Papillons, Op. 2" width="500" height="375" src="https://www.youtube.com/embed/o09NA_ZGXfI?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen></iframe></p>
<p>Schumann – <em>Papillons, Op. 2</em> | Wilhelm Kempff (piano)</p>
<p><iframe loading="lazy" title="Schumann – Papillons, Op. 2 | Wilhelm Kempff (piano)" width="500" height="375" src="https://www.youtube.com/embed/KLaD-DfLsAI?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen></iframe></p>
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		<title>Schumann – Kreisleriana, Op.16</title>
		<link>https://classicosdosclassicos.mus.br/obras/schumann-kreisleriana-op-16/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Clássicos dos Clássicos]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 21 Feb 2022 20:57:14 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Nas palavras do pianista Daniil Trifonov: “A Kreisleriana – Fantasias para o Pianoforte, tem oito movimentos contrastantes, tocados sem interrupção, com exceção do último. Foi escrita em apenas quatro dias, em abril de 1838; uma versão revisada foi publicada em 1850. Pouco depois de publicá-la, em 1839, Schumann disse que esta era sua obra favorita. [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Nas palavras do pianista Daniil Trifonov:</p>
<p>“A <em>Kreisleriana – Fantasias para o Pianoforte, </em>tem oito movimentos contrastantes, tocados sem interrupção, com exceção do último. Foi escrita em apenas quatro dias, em abril de 1838; uma versão revisada foi publicada em 1850. Pouco depois de publicá-la, em 1839, Schumann disse que esta era sua obra favorita. O título da obra foi inspirado pelo personagem Johannes Kreisler, das obras de E. T. A. Hoffmann. Kreisler era um violinista excêntrico, maníaco depressivo, relembrando assim os alter egos de <a href="https://classicosdosclassicos.mus.br/compositores/robert-schumann/">Schumann</a> – Florestan e Eusebius –, que indicavam os traços contrastantes de sua personalidade: Florestan, impulsivo; Eusebius, sonhador.”</p>
<p>Os movimentos da <em>Kreisleriana</em> de <a href="https://classicosdosclassicos.mus.br/compositores/robert-schumann/">Schumann</a> são:</p>
<ol>
<li><em>Äußerst bewegt</em>(extremamente animado);</li>
<li><em> Sehr innig und nicht zu rasch</em>(muito íntimo e não muito depressa). Este movimento é em forma de rondó &#8211; A-B-A-C-A, com um tema principal lírico e dois intermezzos contrastantes;</li>
<li><em>Sehr aufgeregt</em>(muito agitado);</li>
<li><em>Sehr langsam </em>(muito lento);</li>
<li><em>Sehr lebhaft</em> (muito vivo);</li>
<li><em>Sehr langsam </em>(muito lento)</li>
<li><em>Sehr rasch </em>(muito rápido)</li>
<li><em>Schnell und spielend</em>(rápido e jocoso)</li>
</ol>
<p>Schumann – <em>Kreisleriana</em>, Op.16 | <a href="https://en.wikipedia.org/wiki/Daniil_Trifonov">Daniil Trifonov</a> (piano)</p>
<p><iframe loading="lazy" title="Daniil Trifonov plays Schumann Kreisleriana, Op.16" width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/MzF4QJajdjY?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" allowfullscreen></iframe></p>
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		<title>Schumann – Arabesque, Op. 18</title>
		<link>https://classicosdosclassicos.mus.br/obras/schumann-arabesque-op-18/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Clássicos dos Clássicos]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 21 Feb 2022 20:43:31 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Em 1838, Schumann mudou-se de Leipzig para Viena. Ele pretendia relocar sua revista de música, Neue Zeitschrift für Musik, e tentar publicar novas obras, mas não foi bem-sucedido: incapaz de enfrentar a censura e a burocracia intransigentes, voltou para Leipzig no ano seguinte. Mas não veio de mãos abanando: Schumann tinha composto várias obras para [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Em 1838, <a href="https://classicosdosclassicos.mus.br/compositores/robert-schumann/">Schumann</a> mudou-se de Leipzig para Viena. Ele pretendia relocar sua revista de música, <em>Neue Zeitschrift für Musik</em>, e tentar publicar novas obras, mas não foi bem-sucedido: incapaz de enfrentar a censura e a burocracia intransigentes, voltou para Leipzig no ano seguinte.</p>
<p>Mas não veio de mãos abanando: Schumann tinha composto várias obras para piano, entre as quais o <em>Arabesque, Op. 18</em>, e o <em>Humoresque</em>,<em> Op. 20</em>.</p>
<p><a href="https://classicosdosclassicos.mus.br/compositores/robert-schumann/">Schumann</a> não deu, a princípio, grande importância ao <em>Arabesque</em>, uma peça escrita para ganhar dinheiro e não para satisfação artística. A composição provou-se, no entanto, um marco em sua obra, introduzindo uma sutileza e uma graça em sua linguagem e resistindo ao estilo de salão, em voga na época.</p>
<p>O <em>Arabesque </em>tem o formato de um rondó em três partes, A, B e C, na sequência A-B-A-C-A<em>. </em>A seção A é gentil e lírica. Os episódios B e C são mais intensos. Segue-se um belo e inesperado <em>postlúdio.</em></p>
<p>Schumann – <em>Arabesque</em>, Op. 18 |Emil Gilels (piano)</p>
<p><iframe loading="lazy" title="Emil Gilels - Schumann - Arabesque in C major, Op 18" width="500" height="375" src="https://www.youtube.com/embed/ploH3wZB_AQ?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen></iframe></p>
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		<title>Poulenc – Concerto para Piano e Orquestra</title>
		<link>https://classicosdosclassicos.mus.br/obras/poulenc-concerto-para-piano-e-orquestra/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Clássicos dos Clássicos]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 26 Jul 2021 00:08:53 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Em 1948, durante uma turnê pelos Estados Unidos, Poulenc recebeu da Orquestra Sinfônica de Boston, cujo diretor musical era o francês Charles Munch, uma encomenda para o Concerto para Piano e Orquestra. O Concerto foi estreado pelo próprio Poulenc ao piano dois anos mais tarde, em 6 de janeiro de 1950. A obra foi recebida [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Em 1948, durante uma turnê pelos Estados Unidos, Poulenc recebeu da Orquestra Sinfônica de Boston, cujo diretor musical era o francês Charles Munch, uma encomenda para o <em>Concerto para Piano e Orquestra</em>.</p>
<p>O <em>Concerto</em> foi estreado pelo próprio Poulenc ao piano dois anos mais tarde, em 6 de janeiro de 1950. A obra foi recebida “com mais simpatia do que com entusiasmo”. Poulenc atribuiu esta reação ao fato de a audiência ter ouvido Sibelius demais.</p>
<p>Em minha opinião, o concerto é enérgico, cheio de belas melodias e de uma brilhante orquestração.</p>
<p>O primeiro movimento evoca, segundo alguns comentaristas, temas de <a href="https://classicosdosclassicos.mus.br/compositores/sergei-rachmaninov/">Rachmaninov</a>.</p>
<p>No Andante, Rachmaninov retorna com o suave primeiro tema, mas o desenvolvimento rejeita grandes erupções de emoção.</p>
<p>No último movimento – um efervescente <em>Rondeau à la Française –, </em>Poulenc, curiosamente, incorpora ritmos de maxixe brasileiro.</p>
<p>Poulenc – <em>Concerto para Piano e Orquestra</em> | Maroussia Gentet (piano); <a href="https://www.radiofrance.com/orchestre-philharmonique-de-radio-france">Orchestre Philharmonique de Radio France</a>, <a href="https://en.wikipedia.org/wiki/Mikko_Franck">Mikko Franck</a> (regente)</p>
<p><iframe loading="lazy" title="Poulenc : Concerto pour piano (Maroussia Gentet)" width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/6q0PDy86jHI?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen></iframe></p>
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		<title>Gershwin – Rhapsody in Blue</title>
		<link>https://classicosdosclassicos.mus.br/obras/gershwin-rhapsody-in-blue/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Clássicos dos Clássicos]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 12 Apr 2021 12:51:51 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Rhapsody in Blue (Rapsódia Azul), de George Gershwin (1898-1937), ocupa um lugar especial na música norte-americana: a composição apresentou o jazz ao público de música clássica e fez de seu autor uma repentina estrela. A Rapsódia tem uma história interessante. Em 1924, Ira Gershwin mostrou a seu irmão George uma notícia de jornal em que [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Rhapsody in Blue </em>(Rapsódia Azul), de George Gershwin (1898-1937), ocupa um lugar especial na música norte-americana: a composição apresentou o <em>jazz </em>ao público de <a href="https://classicosdosclassicos.mus.br/o-que-e-a-musica-classica/">música clássica</a> e fez de seu autor uma repentina <em>estrela</em>.</p>
<p>A <em>Rapsódia</em> tem uma história interessante. Em 1924, Ira Gershwin mostrou a seu irmão George uma notícia de jornal em que Paul Whiteman, líder de uma banda de <em>jazz</em>, afirmava que Gershwin estava compondo um <em>jazz concerto.</em></p>
<p>Isto era novidade para Gershwin, que entrou em contato com Whiteman para desmentir a notícia do jornal. Porém Whiteman acabou convencendo o compositor a aceitar a tarefa, que ele concluiu em três semanas.</p>
<p>O fenomenal talento de pianista de Gershwin empolgou a plateia na estreia, surpresa também ao ouvir o jazz como <em>música</em> <em>clássica. </em>Outro ponto alto da estreia foi o sensacional solo de clarineta que abre a <em>Rapsódia</em>, que se tornou a “peça de assinatura” do clarinetista Ross Gorman.</p>
<p>“Os ritmos pulsantes, sincopados do início”, afirma a musicista Elizabeth Schwartz, “dão lugar, mais adiante, a uma melodia quente e expansiva que Rachmaninov poderia ter escrito”.</p>
<p>Gershwin – <em>Rhapsody in Blue</em> | <a href="http://yujawang.com">Yuja Wang</a> (piano) e Camerata Salzburg regida por Lionel Bringuier</p>
<p><iframe loading="lazy" title="Yuja Wang: Gershwin Rhapsody in Blue [HD]" width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/Ce3OERuCY0E?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen></iframe></p>
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