Com muita alegria, celebramos mais um aniversário. Agradecemos com carinho aos nossos seguidores (já somamos 105 mil no Instagram!).
Nossa comemoração evoca o número 7 como inspiração. De símbolo de perfeição e plenitude, passando pelo descanso no sétimo dia da Criação, até o arco-íris que une a diversidade na harmonia das sete cores, são muitos significados desse algarismo em todas as culturas.
Na música ocidental, a escala diatônica de sete notas forma o alicerce da melodia e da harmonia. Também são sete os principais períodos musicais: Medieval, Renascentista, Barroco, Clássico, Romântico, Moderno e Contemporâneo.
Assim, ao completar nosso primeiro ciclo de sete anos, refletimos sobre a música como um processo constante de descoberta e renovação. Isso nos leva a pensar nas composições que, associadas ao número 7, tornam-se emblemáticas.
A Sinfonia nº. 7, Op. 92, de Beethoven, é célebre pela atmosfera brilhante, seu hipnotizante segundo movimento, seus elementos de dança e o sentido de celebração.
Também de Beethoven, o Quarteto de Cordas nº. 14, Op. 131, formado por sete seções distintas executadas continuamente, é um dos pontos altos da obra do compositor.
Já em Sieben Lieder, Op. 95, Brahms reúne sete canções que equilibram momentos de serenidade com mudanças emocionais dramáticas.
Brahms – Sieben Lieder, Op. 95 | Jessye Norman (soprano), Dietrich Fischer-Dieskau (barítono) e Daniel Barenboim (piano):
Confira a playlist completa com as 7 canções clicando aqui.
E é assim, com muita música, que esperamos vocês para mais um ciclo que se inicia. Obrigado a todos!
Clássicos dos Clássicos
