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sonatas para piano

Sonatas para Piano

Na era barroca, a palavra sonata se referia à sonata da chiesa (sonata de igreja) ou à sonata da camera (sonata de câmara), e eram geralmente escritas para vários instrumentos. A sonata para teclado não era muito considerada pela maioria dos compositores, então. 

As 555 sonatas para piano de Domenico Scarlatti, em um único movimento, se tornaram as mais conhecidas desta época. Na verdade, Scarlatti não as chamava de sonatas, mas sim de exercícios, já que foram escritas, em grande parte, para D. Maria Bárbara, rainha da Espanha, de quem ele era professor. 

Foi na era clássica, quando o piano substituiu o cravo, que a sonata ganhou relevância e uma forma característica. O italiano Muzio Clementi escreveu 110 sonatas para o instrumento e é considerado o “Pai do Pianoforte”.

Haydn, Mozart e Beethoven também compuseram muitas sonatas. As 32 Sonatas para Piano de Beethoven são consideradas o Novo Testamento do teclado (o Velho Testamento é o Cravo bem Temperado de Bach).

Na era romântica, as sonatas para piano continuaram a ser escritas, mas em número menor e em formas livres. A Sonata em Si Menor de Liszt, por exemplo, tem “três movimentos em um”, usando o conceito de transformação temática.

As sonatas continuam sendo compostas até hoje, mas em menor quantidade e em formas ainda mais livres. Além das escritas por Prokofiev, podemos citar as de BoulezMedtner e Hindemith.

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