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	<title>Música Cigana - Clássicos dos Clássicos</title>
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	<description>Por Carlos Siffert</description>
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		<title>Liszt &#8211; Rapsódias Húngaras</title>
		<link>https://classicosdosclassicos.mus.br/obras/liszt-rapsodias-hungaras/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Clássicos dos Clássicos]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 14 Sep 2020 03:00:52 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Os ciganos (romani) têm origem no norte da Índia. Eram um povo nômade, mas estão hoje radicados em vários países da Europa. Suas trupes populares são muito conhecidas, principalmente por sua música. Vários compositores foram influenciados pela cultura cigana, entre os quais Haydn, Liszt, Brahms, de Falla, Albeniz e Khachaturian. O compositor húngaro Franz Liszt [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Os ciganos (romani) têm origem no norte da Índia. Eram um povo nômade, mas estão hoje radicados em vários países da Europa. Suas trupes populares são muito conhecidas, principalmente por sua música. Vários compositores foram influenciados pela cultura cigana, entre os quais <a href="https://classicosdosclassicos.mus.br/compositores/joseph-haydn/">Haydn</a>, Liszt, <a href="https://classicosdosclassicos.mus.br/compositores/johannes-brahms/">Brahms</a>, de Falla, Albeniz e Khachaturian.</p>
<p>O compositor húngaro Franz Liszt (1811-1886) foi um virtuose itinerante. Talvez por isso tivesse uma afinidade com a música dos ciganos, um povo nômade.</p>
<p>Em suas 19 Rapsódias Húngaras, Liszt procurou registrar a música cigana que ouvia em sua terra. Essas obras são também, é claro, um veículo para exibir seu virtuosismo.</p>
<p>Apresentaremos, a seguir, três delas: a nº 6, a nº 2 e a nº 15.</p>
<p>A <em>Rapsódia nº 6</em> é uma de suas obras mais brilhantes e mais difíceis. Vamos ouvi-la interpretada primeiramente por Martha Argerich e, em seguida, pelo pianista húngaro-francês Georges Cziffra (1921-1994), considerado um dos maiores virtuoses do século XX, discípulo de István Thomán (1862-1940), um dos alunos prediletos de Liszt.</p>
<p>Liszt &#8211; <em>Rapsódia Húngara nº 6 | </em>Martha Argerich (piano)</p>
<p><iframe loading="lazy" title="Liszt, Hungarian Rhapsody No.6, Martha Argerich 1966" width="500" height="375" src="https://www.youtube.com/embed/LhInwkq4nAw?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen></iframe></p>
<p>Liszt &#8211; <em>Rapsódia Húngara nº 6</em> | <a href="https://en.wikipedia.org/wiki/Gy%C3%B6rgy_Cziffra">Georges Cziffra</a> (piano)</p>
<p><iframe loading="lazy" title="Hungarian Rhapsody No 6 - Cziffra Georges" width="500" height="375" src="https://www.youtube.com/embed/_wnXcq8Gk7Y?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen></iframe></p>
<p>Liszt &#8211; <em>Rapsódia Húngara nº 2</em> | Arcadi Volodos (piano)</p>
<p><iframe loading="lazy" title="Liszt-Horowitz Hungarian Rhapsody No. 2   A. Volodos, piano" width="500" height="375" src="https://www.youtube.com/embed/g66F2_XKSv8?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen></iframe></p>
<p>Liszt &#8211; <em>Rapsódia Húngara nº 15</em> &#8211; <em>Marcha Rakoczy</em> | Arcadi Volodos (piano)</p>
<p><iframe loading="lazy" title="Volodos - Liszt Hungarian Rhapsody no.15 Rakoczy March" width="500" height="375" src="https://www.youtube.com/embed/x38NQFk5OCc?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen></iframe></p>
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		<title>Haydn – Trio para piano e cordas nº. 39 em Sol Maior, Hob XV:25, “Cigano”</title>
		<link>https://classicosdosclassicos.mus.br/obras/haydn-trio-no-39-hoboken-1525-cigano/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Clássicos dos Clássicos]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 14 Sep 2020 02:51:31 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O “Trio Cigano” faz parte da série de 14 trios que Haydn escreveu entre 1793 e 1797, sendo o último dos três compostos durante a derradeira estadia do compositor em Londres. Estas são suas melhores obras no gênero, muito admiradas pelos estudiosos. Este é o mais célebre de todos por causa de seu final, um Rondo all’Ongarese, baseado em [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;">O </span><i><span style="font-weight: 400;">“Trio Cigano”</span></i><span style="font-weight: 400;"> faz parte da série de 14 trios que <a href="https://classicosdosclassicos.mus.br/compositores/joseph-haydn/">Haydn</a> escreveu entre 1793 e 1797, sendo o último dos três compostos durante a derradeira estadia do compositor em Londres. Estas são suas melhores obras no gênero, muito admiradas pelos estudiosos.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Este é o mais célebre de todos por causa de seu final, um </span><i><span style="font-weight: 400;">Rondo all’Ongarese, </span></i><span style="font-weight: 400;">baseado em temas ciganos. O compositor trabalhou durante muitos anos para os príncipes de Esterhazy, cujos palácios em Esterhaza e Eisenstadt ficavam próximos à planície húngara. Consequentemente, <a href="https://classicosdosclassicos.mus.br/compositores/joseph-haydn/">Haydn</a> entrou em contato com a música folclórica da região e, assim como <a href="https://classicosdosclassicos.mus.br/compositores/johannes-brahms/">Brahms</a>, também gostava da música cigana. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O movimento lento, </span><i><span style="font-weight: 400;">Andante</span></i><span style="font-weight: 400;">, que inicia a peça, é um belo conjunto de variações duplas, e segue o padrão da antiga </span><i><span style="font-weight: 400;">sonata da chiesa </span></i><span style="font-weight: 400;">(sonata de igreja) da década de 1760.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O segundo, </span><i><span style="font-weight: 400;">Poco Adagio,</span></i><span style="font-weight: 400;"> é um movimento ainda mais lento, que apresenta a forma A-B-A e tem, na parte central, uma melodia especialmente bonita para o violino.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O uso que <a href="https://classicosdosclassicos.mus.br/compositores/joseph-haydn/">Haydn</a> faz dos dois movimentos lentos iniciais intensifica o impacto do brilhante rondó cigano que finaliza o Trio, e o tornou um grande favorito.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Haydn – </span><i><span style="font-weight: 400;">Trio para Piano e Cordas nº 39 em Sol Maior</span></i><span style="font-weight: 400;">, Hoboken 15:25 | </span><a href="http://www.gernotsuessmuth.de/Gernot_Sumuth/Willkommen.html"><span style="font-weight: 400;">Gernoth Süssmuth</span></a><span style="font-weight: 400;"> (violino),</span><a href="https://www.jelenaocic.com/biography/?lan=2"><span style="font-weight: 400;"> Jelena Očić</span></a><span style="font-weight: 400;"> (violoncello) e Jose Gallardo (piano).</span></p>
<p><iframe loading="lazy" title="Haydn - Piano Trio No. 39 in G major Hob. XV:25 - Gypsy" width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/x9_eI9Z0vW4?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
<p>&nbsp;</p>
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		<item>
		<title>Manuel de Falla &#8211; El Amor Brujo: Dança Ritual do Fogo</title>
		<link>https://classicosdosclassicos.mus.br/obras/manuel-de-falla-el-amor-brujo-danca-ritual-do-fogo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Clássicos dos Clássicos]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 14 Sep 2020 02:47:28 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A obra El Amor Brujo (O Amor Feiticeiro) resultou de um pedido feito a Manuel de Falla por Pastora Imperio, uma famosa cantora e dançarina cigana de flamenco, para que compusesse para ela uma gitaneria (peça cigana). O enredo trata da história de Candelas, uma bela jovem cigana que é impedida de corresponder ao amor [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A obra <em>El Amor Brujo</em> (O Amor Feiticeiro) resultou de um pedido feito a Manuel de Falla por Pastora Imperio, uma famosa cantora e dançarina cigana de flamenco, para que compusesse para ela uma <em>gitaneria </em>(peça cigana).</p>
<p>O enredo trata da história de Candelas, uma bela jovem cigana que é impedida de corresponder ao amor de Carmelo, seu namorado, pelo fantasma de seu antigo amante, um homem infiel e devasso que lhe aparece toda vez que ela se aproxima de Carmelo. Candelas executa a <em>Dança Ritual do Fogo</em> para atrair o fantasma do amante. Ela dança com ele, em rodopios cada vez mais rápidos, até que o fantasma, tragado pelas chamas, desaparece para sempre.</p>
<p>Certa noite, de Falla levou o pianista Arthur Rubinstein a uma apresentação de <em>El Amor</em> <em>Brujo. </em>Rubinstein ficou tão empolgado com a interpretação de Pastora Imperio da <em>Dança Ritual do Fogo </em>que pediu a de Falla que fizesse um arranjo para piano.</p>
<p>O compositor, modestamente, disse ter dúvidas sobre o efeito deste arranjo, mas quando Rubinstein tocou a dança como um bis, a plateia “enlouqueceu”. Ele teve de repeti-la três vezes.</p>
<p>Manuel de Falla &#8211; <em>Dança Ritual do Fogo</em> | Orquestra Sinfônica de Chicago, Daniel Barenboim (regente)</p>
<p><iframe loading="lazy" title="Barenboim - &quot;El amor brujo&quot; (Danza ritual del fuego) Falla" width="500" height="375" src="https://www.youtube.com/embed/auRUxPPqDcQ?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen></iframe></p>
<p><a href="https://classicosdosclassicos.mus.br/?s=manuel+de+falla">Manuel de Falla</a> &#8211; <em>Dança Ritual do Fogo</em>, arranjo para piano | <a href="https://www.britannica.com/biography/Artur-Rubinstein">Arthur Rubinstein</a> &#8211; gravação histórica</p>
<p><iframe loading="lazy" title="Artur Rubinstein in De Falla&#039;s -Ritual Fire Dance-" width="500" height="375" src="https://www.youtube.com/embed/MhbTo7AgH2M?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen></iframe></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Já falamos sobre essa peça aqui, mostrando outras duas diferentes abordagens: sua utilização no cinema e em uma montagem audiovisual com desenhos de Goya:</p>
<blockquote class="wp-embedded-content" data-secret="nqRFMY3VJA"><p><a href="https://classicosdosclassicos.mus.br/musica-no-cinema-saura-el-amor-brujo-falla-danca-ritual-do-fogo-e-cancao-do-fogo-fatuo/">Música no Cinema: Saura – El Amor Brujo | De Falla – “Dança Ritual do Fogo” e “Canção do Fogo Fátuo”</a></p></blockquote>
<p><iframe class="wp-embedded-content" sandbox="allow-scripts" security="restricted" title="&#8220;Música no Cinema: Saura – El Amor Brujo | De Falla – “Dança Ritual do Fogo” e “Canção do Fogo Fátuo”&#8221; &#8212; Clássicos dos Clássicos" src="https://classicosdosclassicos.mus.br/musica-no-cinema-saura-el-amor-brujo-falla-danca-ritual-do-fogo-e-cancao-do-fogo-fatuo/embed/#?secret=w9JCmQPKev#?secret=nqRFMY3VJA" data-secret="nqRFMY3VJA" width="500" height="282" frameborder="0" marginwidth="0" marginheight="0" scrolling="no"></iframe></p>
<blockquote class="wp-embedded-content" data-secret="N7xu7YXLHs"><p><a href="https://classicosdosclassicos.mus.br/obras/de-falla-el-amor-brujo-goya-disparates/">De Falla &#8211; El Amor Brujo | Goya, Disparates</a></p></blockquote>
<p><iframe class="wp-embedded-content" sandbox="allow-scripts" security="restricted" title="&#8220;De Falla &#8211; El Amor Brujo | Goya, Disparates&#8221; &#8212; Clássicos dos Clássicos" src="https://classicosdosclassicos.mus.br/obras/de-falla-el-amor-brujo-goya-disparates/embed/#?secret=txFMQsnYmY#?secret=N7xu7YXLHs" data-secret="N7xu7YXLHs" width="500" height="282" frameborder="0" marginwidth="0" marginheight="0" scrolling="no"></iframe></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Brahms &#8211; Danças Húngaras nº 1 e nº 11</title>
		<link>https://classicosdosclassicos.mus.br/obras/brahms-dancas-hungaras-no-1-e-no-11/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Clássicos dos Clássicos]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 14 Sep 2020 00:57:14 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Nas Danças húngaras, um conjunto de 21 peças publicadas em duas partes, em 1869 e 1880, Brahms captura o ritmo, a energia e a alegria das csárdás e verbunkos, danças folclóricas húngaras de origem cigana, com seus andamentos variados, ritmos animados e passagens virtuosísticas. Originalmente compostas para piano a quatro mãos, foram depois arranjadas para piano solo [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Nas <em>Danças húngaras</em>, um conjunto de 21 peças publicadas em duas partes, em 1869 e 1880, <a href="https://classicosdosclassicos.mus.br/compositores/johannes-brahms/">Brahms</a> captura o ritmo, a energia e a alegria das<em> csárdás</em> e <em>verbunkos, </em>danças folclóricas húngaras de origem cigana, com seus andamentos variados, ritmos animados e passagens virtuosísticas.</p>
<p>Originalmente compostas para piano a quatro mãos, foram depois arranjadas para piano solo e também orquestradas pelo próprio Brahms e por outros compositores, entre os quais Dvorák.</p>
<p>Brahms &#8211; <em>Danças Húngaras nº1</em> | Khatia Buniatishvili e <a href="http://yujawang.com/">Yuja Wang</a> (piano a 4 mãos)</p>
<p><iframe loading="lazy" title="Khatia Buniatishvili, Yuja Wang - Brahms, Hungarian Dance No. 1" width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/YFRFgRm1BYE?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen></iframe></p>
<p>Brahms &#8211; <em>Danças Húngaras nº </em><em>11 </em>| Giovanni Nesi e Edoardo Turbil (piano a 4 mãos)</p>
<p><iframe loading="lazy" title="Giovanni Nesi, Edoardo Turbil - Brahms, Hungarian Dance No.11" width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/WwNjlu3OeVQ?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen></iframe></p>
<p><strong> </strong><strong>Já falamos sobre outras <em>Danças Húngaras </em>do compositor, aqui:</strong></p>
<blockquote class="wp-embedded-content" data-secret="btzR143VEo"><p><a href="https://classicosdosclassicos.mus.br/obras/brahms-dancas-hungaras/">Brahms &#8211; Danças Húngaras nºs 3, 4 e 5</a></p></blockquote>
<p><iframe class="wp-embedded-content" sandbox="allow-scripts" security="restricted" title="&#8220;Brahms &#8211; Danças Húngaras nºs 3, 4 e 5&#8221; &#8212; Clássicos dos Clássicos" src="https://classicosdosclassicos.mus.br/obras/brahms-dancas-hungaras/embed/#?secret=btzR143VEo" data-secret="btzR143VEo" width="500" height="282" frameborder="0" marginwidth="0" marginheight="0" scrolling="no"></iframe></p>
<p>&nbsp;</p>
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		<item>
		<title>Erik Satie – Gnossiennes</title>
		<link>https://classicosdosclassicos.mus.br/obras/satie-gnossiennes/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Clássicos dos Clássicos]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 23 Mar 2020 04:54:32 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O compositor Erik Satie (1866-1925) fez parte da chamada Avant Garde francesa do início do Século XX. Seu nome é ligado ao dadaísmo. Foi também um dos precursores do minimalismo. Satie inventou a palavra “gnossienne” talvez como uma alusão a gnosis – ele estava envolvido com movimentos gnósticos quando começou a compor as Gnossiennes. As [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O compositor Erik Satie (1866-1925) fez parte da chamada <em>Avant Garde </em>francesa do início do Século XX. Seu nome é ligado ao dadaísmo. Foi também um dos precursores do minimalismo.</p>
<p>Satie inventou a palavra “<em>gnossienne</em>” talvez como uma alusão a <em>gnosis – </em>ele estava envolvido com movimentos gnósticos quando começou a compor as<em> Gnossiennes</em>. As peças não têm, em geral, indicação de tempo e são experimentais em forma, ritmo e estrutura.</p>
<p>A primeira <em>Gnossienne, </em>por exemplo, é breve, assim como as outras. Apresenta uma melodia modal simples, repetitiva, inspirada pela música popular cigana da Romênia, que Satie ouvira na Exposição de Paris de 1889. Não há indicações de compassos e nem de andamento na partitura. No entanto, é cheia de instruções bem-humoradas para o intérprete: “brilhando”, “questionando”, “maravilhe-se consigo mesmo”, “na ponta da língua”, “na ponta do pensamento”.</p>
<p>As três primeiras <em>Gnossiennes </em>foram publicadas em 1893. Já as três seguintes, de números 4 a 6, foram compostas mais tarde, entre 1891 e 1897, e publicadas somente em 1968. A de nº 4 é a mais meditativa (mística, para alguns) de todas.</p>
<p>Erik Satie – <em>Gnossiennes nºs 1 a 6</em> | Reinbert de Leeuw (piano)</p>
<p><iframe loading="lazy" title="Reinbert de Leeuw - Erik Satie/ Gnossiennes 1-6 (live @TivoliVredenburg Utrecht)" width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/5bIeYqpn0Gk?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen></iframe></p>
<p>A <em>Gnossienne nº 1</em> foi usada em diversas trilhas sonoras de cinema, inclusive na cena do café, do filme <a href="https://classicosdosclassicos.mus.br/le-feu-follet-de-louis-malle-a-cena-do-cafe/"><em>Le Feu Follet</em></a>, de <a href="https://www.britannica.com/biography/Louis-Malle">Louis Malle</a>. Saiba mais:</p>
<blockquote class="wp-embedded-content" data-secret="bycO5ic6eo"><p><a href="https://classicosdosclassicos.mus.br/le-feu-follet-de-louis-malle-a-cena-do-cafe/">Le Feu Follet, de Louis Malle: a cena do Café</a></p></blockquote>
<p><iframe class="wp-embedded-content" sandbox="allow-scripts" security="restricted" title="&#8220;Le Feu Follet, de Louis Malle: a cena do Café&#8221; &#8212; Clássicos dos Clássicos" src="https://classicosdosclassicos.mus.br/le-feu-follet-de-louis-malle-a-cena-do-cafe/embed/#?secret=bycO5ic6eo" data-secret="bycO5ic6eo" width="500" height="282" frameborder="0" marginwidth="0" marginheight="0" scrolling="no"></iframe></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Brahms &#8211; Quarteto para Piano e Cordas nº 1, Op. 25: &#8220;Rondó, Presto alla Zingarese&#8221;</title>
		<link>https://classicosdosclassicos.mus.br/obras/brahms-rondo-alla-zingarese/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Clássicos dos Clássicos]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 30 Sep 2019 12:01:49 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Um fogoso Presto alla Zingarese é o quarto e último movimento do Quarteto nº 1 para Piano e Cordas, Op. 25, de Johannes Brahms. Estreado em 1861 – Brahms então tinha 28 anos –,  reflete o fascínio que os compositores do século XIX tinham pela música cigana, ou mais precisamente Romani (os violinistas ciganos eram [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Um fogoso <em>Presto alla Zingarese</em> é o quarto e último movimento do <em>Quarteto nº 1 para Piano e Cordas, </em>Op. 25, de <a href="https://classicosdosclassicos.mus.br/compositores/johannes-brahms/">Johannes Brahms</a>.</p>
<p>Estreado em 1861 – Brahms então tinha 28 anos –,  reflete o fascínio que os compositores do século XIX tinham pela música cigana, ou mais precisamente Romani (os violinistas ciganos eram conhecidos por suas improvisações muito ornamentadas e cheias de súbitas inflexões).</p>
<p>Brahms une o rondó, uma forma musical do século XVIII, que alterna um tema principal com vários temas contrastantes, às melodias ciganas tradicionais.</p>
<p>A energia do rondó e a escrita brilhante de Brahms, especialmente para o piano, fizeram desse o movimento mais popular do <em>Quarteto</em> desde a sua estreia. As indicações de andamento (<em>Presto; Meno presto; Molto presto</em>) revelam as intenções do compositor.</p>
<p><a href="https://en.wikipedia.org/wiki/Ivor_Keys">Ivor Keys</a>, biógrafo de Brahms, afirma: “[O Rondó] foi claramente composto para ser um <em>gran finale apoteótico </em>– e foi.”</p>
<p>Brahms – <em>Quarteto para Piano e Cordas nº 1 , em Sol Menor, Op. 25:</em> <em>Rondo, Presto alla Zingarese</em> | Leif Ove Andsnes (piano), Christian Tetzlaff (violino), Tabea Zimmermann (viola), Clemens Hagen (violoncelo)</p>
<p><iframe loading="lazy" title="Johannes Brahms - Piano Quartet No. 1 in G minor, Op. 25 - 4th movement" width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/iwNuBn0vbN4?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen></iframe></p>
<p><strong>Saiba mais sobre o <em>Quarteto para Piano e Cordas nº 1, Op. 25</em>:</strong></p>
<blockquote class="wp-embedded-content" data-secret="Hosf9RcQ0U"><p><a href="https://classicosdosclassicos.mus.br/obras/brahms-quarteto-para-piano-e-cordas-no-1-op-25/">Brahms &#8211; Quarteto para Piano e Cordas nº 1, Op. 25</a></p></blockquote>
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