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	<title>Chopin - Clássicos dos Clássicos</title>
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	<description>Por Carlos Siffert</description>
	<lastBuildDate>Fri, 15 Aug 2025 13:08:17 +0000</lastBuildDate>
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		<title>Música e Pintura: Parte 3 – Van Gogh</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Clássicos dos Clássicos]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 27 Mar 2023 17:05:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Beethoven]]></category>
		<category><![CDATA[Chopin]]></category>
		<category><![CDATA[Claude Debussy]]></category>
		<category><![CDATA[Música e Pintura]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Na terceira parte da série “Música e Pintura” (confira aqui a parte 1 e a parte 2), apresentaremos as telas de Van Gogh acompanhadas pela música de diversos compositores. Figura emblemática da arte moderna, o pintor Vincent van Gogh (1853-1890) é hoje um dos mais conhecidos pintores pós-impressionistas. É considerado, depois de Rembrandt, o maior [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;">Na terceira parte da série “Música e Pintura” (confira aqui <a href="https://classicosdosclassicos.mus.br/musica-e-pintura-monet/">a parte 1</a> e a <a href="https://classicosdosclassicos.mus.br/musica-e-pintura-parte-2/">parte 2)</a>, apresentaremos as telas de Van Gogh acompanhadas pela música de diversos compositores.</span></p>
<p>Figura emblemática da arte moderna, o pintor <strong>Vincent van Gogh</strong> (1853-1890) é hoje um dos mais conhecidos pintores pós-impressionistas. É considerado, depois de Rembrandt, o maior pintor holandês. Não foi, porém, apreciado durante sua vida.</p>
<p>Nascido em Zundert, Van Gogh era filho de um pastor. Em 1869, consegue seu primeiro emprego na agência de uma galeria de arte internacional. Porém ele não se interessou pelo trabalho e foi demitido em 1876.</p>
<p>Tornou-se professor em Londres, mas por pouco tempo. Depois, profundamente interessado pela religião cristã, foi pastor em uma cidade mineira no sul da Bélgica.</p>
<p>Em 1880, resolveu ser artista. Depois de perambular por várias cidades, em 1886 juntou-se a seu irmão Theo em Paris. Conheceu vários artistas de quem se tornou amigo, incluindo Degas, Toulouse-Lautrec, Pissarro e Gauguin.</p>
<p>Seu estilo mudou bastante e, influenciado pelo impressionismo, tornou-se mais leve e mais vivo. Nesta época, pintou uma série de autorretratos.</p>
<p>De personalidade difícil, teve uma existência trágica e intensa, com relacionamentos amorosos malsucedidos e episódios de depressão.</p>
<p>Em 1888, mudou-se para Provença, sul da França, onde pintou sua famosa série de girassóis. Convidou Gauguin para juntar-se a ele, mas eles logo começaram a brigar. Van Gogh ameaçou Gauguin com uma navalha. Arrependido, cortou parte de uma orelha sua.</p>
<p>Este foi o primeiro sinal sério dos problemas mentais que iriam atormentá-lo pelo resto de sua vida. Passou períodos em hospitais psiquiátricos e oscilava entre fases de depressão e de concentrada atividade artística, refletindo as cores intensas e a luz forte dos campos a sua volta.</p>
<p>Em julho de 1890, sofrendo novamente de depressão, suicidou-se com um tiro.</p>
<p>Produziu mais de duas mil obras em seus 37 anos de vida. Por meio da cor, Van Gogh procurou captar a essência dos seres e das coisas e traduzir emoções e intuições sem o compromisso com a verossimilhança que dominava a arte acadêmica de seu tempo. Seus temas preferidos foram as paisagens, os elementos da natureza, retratos, autorretratos e flores – como o girassol, que adorava.</p>
<p>Foi considerado o maior expoente do pós-impressionismo, embora algumas de suas pinturas já mostrassem os primeiros sinais do expressionismo.</p>
<p>Em sua extensa obra, não reconhecida em vida, destacam-se mais de 800 pinturas a óleo produzidas nos dois últimos anos antes de sua morte.</p>
<p>Vamos apreciar, a seguir, seu trabalho ao som de obras de diferentes compositores.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><b>Van Gogh &amp; Debussy – </b><b><i>Clair de Lune</i></b><b> </b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Neste vídeo podemos ver os detalhes da tela </span><i><span style="font-weight: 400;">A Noite Estrelada</span></i><span style="font-weight: 400;"> (1889), de Van Gogh, embalados por </span><i><span style="font-weight: 400;">Clair de Lune</span></i><span style="font-weight: 400;">, terceiro movimento da </span><i><span style="font-weight: 400;">Suíte Bergamasque,</span></i><span style="font-weight: 400;"> de Debussy</span></p>
<p><iframe loading="lazy" title="Debussy - Clair De Lune (Painting by Vincent Van Gogh)" width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/5hiJJFpV9R4?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" allowfullscreen></iframe></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><b>Van Gogh &amp; Beethoven – </b><b><i>Sonata ao Luar</i></b><b>, Op. 27 nº 2: </b><b><i>Adagio</i></b><b> </b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O sombrio e introspectivo </span><i><span style="font-weight: 400;">Adagio</span></i><span style="font-weight: 400;"> inicial em tom menor da </span><i><span style="font-weight: 400;">Sonata ao Luar</span></i><span style="font-weight: 400;">, de Beethoven, nos convida a admirar as pinturas de natureza e paisagens de Van Gogh.</span></p>
<p><iframe loading="lazy" title="27 cuadros de Van Gogh con música de Beethoven HD" width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/wgjsiehIe30?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" allowfullscreen></iframe></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><b>Van Gogh &amp; Saraste – </b><b><i>Capricho Basco</i></b><b>, Op. 24</b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A série de telas com pinturas de girassóis são uma marca registrada de Van Gogh, aqui mostradas em detalhes com trilha sonora do vibrante </span><i><span style="font-weight: 400;">Capricho Basco</span></i><span style="font-weight: 400;">, de Saraste.</span></p>
<p><iframe loading="lazy" title="Van Gogh y su mundo de girasoles  Música Paganini  Consuelo Albert Más" width="500" height="375" src="https://www.youtube.com/embed/gnKvsCIfFk4?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" allowfullscreen></iframe></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><b>Van Gogh &amp; Kurosawa – </b><b><i>Sonhos</i></b><b> | Chopin – </b><b><i>Prelúdio</i></b><b>, Op. 28 nº 15</b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O cineasta japonês Akira Kurosawa, em seu filme </span><i><span style="font-weight: 400;">Sonhos</span></i><span style="font-weight: 400;">, deu vida às telas de Van Gogh, incluindo </span><i><span style="font-weight: 400;">Campo de Trigo e Corvos</span></i><span style="font-weight: 400;">, último quadro pintado pelo artista, pouco antes de sua morte. A escolha do </span><i><span style="font-weight: 400;">Prelúdio, Op. 28 nº 15</span></i><span style="font-weight: 400;">, de Chopin, reforça a associação com a ideia de morte.</span></p>
<blockquote class="wp-embedded-content" data-secret="Zppc3VRQPp"><p><a href="https://classicosdosclassicos.mus.br/sonhos-corvos-chopin-preludio/">Sonhos &#8211; Corvos | Chopin &#8211; Prelúdio</a></p></blockquote>
<p><iframe class="wp-embedded-content" sandbox="allow-scripts" security="restricted" title="&#8220;Sonhos &#8211; Corvos | Chopin &#8211; Prelúdio&#8221; &#8212; Clássicos dos Clássicos" src="https://classicosdosclassicos.mus.br/sonhos-corvos-chopin-preludio/embed/#?secret=htvRbgwfdR#?secret=Zppc3VRQPp" data-secret="Zppc3VRQPp" width="500" height="282" frameborder="0" marginwidth="0" marginheight="0" scrolling="no"></iframe></p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Proust e Chopin</title>
		<link>https://classicosdosclassicos.mus.br/proust-e-chopin/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Clássicos dos Clássicos]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 17 Jan 2022 17:54:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Chopin]]></category>
		<category><![CDATA[O Universo Musical de Proust]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Chopin está presente na obra de Proust. Na verdade, Proust escreveu um poema sobre ele em seu livro da juventude, Os Prazeres e os Dias. O livro não foi bem recebido pela crítica e o poema de Chopin não me parece se referir a ele. É bem escrito, romântico, mas fica por aí. Proust volta [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Chopin está presente na obra de <a href="https://classicosdosclassicos.mus.br/o-universo-musical-de-proust/">Proust</a>. Na verdade, Proust escreveu um poema sobre ele em seu livro da juventude, <em>Os Prazeres e os Dias</em>.</p>
<p>O livro não foi bem recebido pela crítica e o poema de <a href="https://classicosdosclassicos.mus.br/compositores/frederic-chopin/">Chopin</a> não me parece se referir a ele. É bem escrito, romântico, mas fica por aí.</p>
<p>Proust volta a Chopin no ciclo <em>Em Busca do Tempo Perdido, </em>mas lá sua música aparece comentada, ao que me lembre, por personagens, na maioria femininos, em saraus elegantes.</p>
<p>Alguns críticos dizem, com razão, que Proust considerava <a href="https://classicosdosclassicos.mus.br/compositores/frederic-chopin/">Chopin</a> já um pouco fora de moda e que preferia a música revolucionária de <a href="https://classicosdosclassicos.mus.br/compositores/richard-wagner/">Wagner</a>.</p>
<p>Chopin – <em>Prelúdio, Op. 28 nº 15</em> – <em>Gota d’Água </em>| <a href="https://vikingurolafsson.com/">Víkingur Ólafsson</a> (piano)</p>
<p><iframe loading="lazy" title="Víkingur Ólafsson records Chopin : Prélude No 15 - D Flat Major &quot;Raindrop&quot;" width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/SNFvB2UFvyY?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen></iframe></p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Chopin – Valsas</title>
		<link>https://classicosdosclassicos.mus.br/chopin-valsas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Clássicos dos Clássicos]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 05 Jul 2021 13:12:11 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Chopin]]></category>
		<category><![CDATA[Chopin: Romantismo]]></category>
		<category><![CDATA[Valsas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Johann Strauss estava no auge de sua popularidade quando Chopin chegou a Viena em 1829. O compositor considerava as valsas da família Strauss muito vulgares: “não aprendi nada de particularmente vienense”, escreveu. Chopin se inspirou pela forma da dança, porém suas peças foram concebidas para serem apresentadas como “valsas de concerto”. Mais parisienses do que [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Johann Strauss estava no auge de sua popularidade quando <a href="https://classicosdosclassicos.mus.br/compositores/frederic-chopin/">Chopin</a> chegou a Viena em 1829. O compositor considerava as valsas da família Strauss muito vulgares: “não aprendi nada de particularmente vienense”, escreveu.</p>
<p>Chopin se inspirou pela forma da dança, porém suas peças foram concebidas para serem apresentadas como “valsas de concerto”.</p>
<p>Mais parisienses do que vienenses, as valsas de <a href="https://classicosdosclassicos.mus.br/compositores/frederic-chopin/">Chopin</a> “nunca eram para serem dançadas por pessoas comuns, de carne e osso”.</p>
<p>Ouça algumas delas:</p>
<p><strong><em>&#8211; Grande Valsa Brilhante, Op.18</em></strong></p>
<p>Esta é uma das composições mais conhecidas de Chopin. Ele já havia escrito pelo menos 16 valsas, mas esta foi a primeira publicada, em 1834. Suas melodias encantadoras e climas contrastantes vão do embalo suave ao triunfante júbilo.</p>
<p>Chopin – <em>Grande Valsa Brilhante Op.18 </em>| <a href="https://daniiltrifonov.com/">Daniil Trifonov</a> (piano)</p>
<p><iframe loading="lazy" title="Daniil Trifonov – Waltz in E flat major, Op. 18 (second stage, 2010)" width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/9CwEfiFCuCY?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" allowfullscreen></iframe></p>
<p><strong><em>&#8211; Valsa em Lá Menor, Op. 34 nº 2</em></strong></p>
<p>A valsa é tida como a favorita de Chopin.</p>
<p>Chopin – <em>Valsa em Lá Menor, Op. 34 nº 2 </em>| Dinu Lippati (piano) [gravação de 1950, ano da morte do pianista, aos 33 anos)</p>
<p><iframe loading="lazy" title="Dinu Lipatti  - Chopin Grande Valse Brillante Op. 34 n. 2 in A minor (n. 3)" width="500" height="375" src="https://www.youtube.com/embed/p6aRK9leIUc?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" allowfullscreen></iframe></p>
<p><strong><em>&#8211; Valsa em Lá Bemol, Op. 42</em></strong></p>
<p>Essa talvez seja a melhor e mais difícil valsa escrita por Chopin.</p>
<p>Chopin – <em>Valsa em Lá Bemol, Op. 42</em> | Garrick Ohlsson (vencedor do <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Concurso_Internacional_de_Piano_Fr%C3%A9d%C3%A9ric_Chopin">Concurso Internacional Chopin</a>, 1970)</p>
<p><iframe loading="lazy" title="(Ohlsson)Chopin Waltz, Op. 42" width="500" height="375" src="https://www.youtube.com/embed/PGXW6UeW3f4?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" allowfullscreen></iframe></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong><em>&#8211; Valsa, Op. 64 nº 2</em></strong></p>
<p>Vladimir Horowitz (piano) – na Casa Branca</p>
<p><iframe loading="lazy" title="Horowitz   Chopin Waltz op  64 n°2" width="500" height="375" src="https://www.youtube.com/embed/DYiKnATpJi8?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" allowfullscreen></iframe></p>
<p>&nbsp;</p>
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		<item>
		<title>Música no Cinema &#124; Bob Rafelson &#8211; Cada um vive como quer &#124; Chopin – Prelúdio Op. 28 nº 4</title>
		<link>https://classicosdosclassicos.mus.br/musica-no-cinema-bob-rafelson-cada-um-vive-como-quer-chopin-preludio-op-28-no-4/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Clássicos dos Clássicos]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 01 May 2021 16:06:53 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Chopin]]></category>
		<category><![CDATA[Música no Cinema]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Cada um vive como quer (Five Easy Pieces, 1970), do diretor norte-americano Bob Rafelson, é um drama com quatro indicações ao Oscar, no qual o ator Jack Nicholson teve seu primeiro papel como protagonista. No filme, Nicholson interpreta Robert Dupea, um ex-pianista clássico que que rejeita seu estilo de vida anterior e acaba trabalhando em [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Cada um vive como quer</em> (<a href="https://www.imdb.com/title/tt0065724/"><em>Five Easy Pieces</em></a>, 1970), do diretor norte-americano Bob Rafelson, é um drama com quatro indicações ao Oscar, no qual o ator Jack Nicholson teve seu primeiro papel como protagonista.</p>
<p>No filme, Nicholson interpreta Robert Dupea, um ex-pianista clássico que que rejeita seu estilo de vida anterior e acaba trabalhando em uma refinaria de petróleo. Ele mora num trailer com Rayette (Karen Black), sua namorada, que trabalha como garçonete.</p>
<p>Quando descobre que seu pai está morrendo, Robert decide voltar para casa com sua namorada. Lá, conhece Catherine (Susan Anspach), noiva de seu irmão, e se envolve com ela.</p>
<p>Na cena de <em>&#8220;Cada um vive como quer&#8221;</em> que vamos assistir, Robert toca o <em>Prelúdio Op. 28 nº 4,</em> de <a href="https://classicosdosclassicos.mus.br/compositores/frederic-chopin/">Chopin</a>. Catherine o elogia e diz que se emocionou com a música. Cínico, ele diz então: “eu escolhi essa peça porque era a mais fácil de que me lembrava. Toquei pela primeira vez quando tinha oito anos de idade, e melhor do que agora”.</p>
<p><iframe loading="lazy" title="five easy pieces - the chopin scene" width="500" height="375" src="https://www.youtube.com/embed/CbUvLbgnxIQ?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen></iframe></p>
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		<item>
		<title>Outros Cinco Grandes Compositores &#124; Frédéric Chopin (1810– 1849)</title>
		<link>https://classicosdosclassicos.mus.br/outros-cinco-maiores-compositores-frederic-chopin-1810-1849/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Clássicos dos Clássicos]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 08 Mar 2021 13:27:24 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Chopin]]></category>
		<category><![CDATA[Outros 5 Grandes]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Chopin foi o segundo mais citado pelos nossos seguidores. Compositor e pianista virtuose do período romântico, escreveu quase que exclusivamente para esse instrumento. Considerado o primeiro compositor de música nacionalista, muitas de suas obras carregam influências da música e das danças tradicionais da Polônia, como as Mazurkas e Polonaises. Escreveu ainda Prelúdios e Estudos, peças que são consideradas hoje [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><a href="https://classicosdosclassicos.mus.br/compositores/frederic-chopin/">Chopin</a> foi o segundo mais citado pelos nossos seguidores.</p>
<p>Compositor e pianista virtuose do período romântico, escreveu quase que exclusivamente para esse instrumento.</p>
<p>Considerado o primeiro compositor de música nacionalista, muitas de suas obras carregam influências da música e das danças tradicionais da Polônia, como as <a href="https://classicosdosclassicos.mus.br/obras/chopin-mazurcas-no1-op-59-no2-op-24-e-no2-op-41/"><em>Mazurkas</em> </a>e <a href="https://classicosdosclassicos.mus.br/obras/chopin-polonaises/"><em>Polonaises</em></a>.</p>
<p>Escreveu ainda <em>Prelúdios</em> e <em>Estudos,</em> peças que são consideradas hoje a base da técnica moderna do piano.</p>
<p>De saúde frágil, foi diagnosticado com tuberculose, continuando a compor até quase o final de sua vida.</p>
<p><strong>Chopin – <em>Estudo em Dó Menor, Op. 10 nº 12, “Revolucionário”</em></strong></p>
<p>Também conhecido como “Estudo sobre o Bombardeio de Varsóvia”, o Estudo em Dó Menor, Opus 10 nº 12, “Revolucionário”, expressa a dor e a revolta de Chopin sobre a fracassada revolta polonesa de 1831. Foi dedicada a “seu amigo Liszt”.</p>
<p>Chopin – <em>Estudo em Dó Menor, Op. 10 nº 12, “Revolucionário”</em> | <a href="https://g.co/kgs/86YGXC">Sviatoslav Richter</a> (piano)</p>
<p><iframe loading="lazy" title="Sviatoslav Richter - Chopin - Etude in c minor Op. 10 No. 12 &quot;Revolutionary&quot; HD" width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/B8L8_H4qbGU?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen></iframe></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Saiba mais sobre os <em>Estudos Op. 10</em>:</p>
<blockquote class="wp-embedded-content" data-secret="BkBcd5nLo2"><p><a href="https://classicosdosclassicos.mus.br/obras/chopin-estudos-opus-10/">Chopin &#8211; Estudos, Opus 10</a></p></blockquote>
<p><iframe class="wp-embedded-content" sandbox="allow-scripts" security="restricted" title="&#8220;Chopin &#8211; Estudos, Opus 10&#8221; &#8212; Clássicos dos Clássicos" src="https://classicosdosclassicos.mus.br/obras/chopin-estudos-opus-10/embed/#?secret=BkBcd5nLo2" data-secret="BkBcd5nLo2" width="500" height="282" frameborder="0" marginwidth="0" marginheight="0" scrolling="no"></iframe></p>
<p>&nbsp;</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Chopin e a Música Nacional Polonesa</title>
		<link>https://classicosdosclassicos.mus.br/chopin-e-a-musica-nacional-polonesa/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Clássicos dos Clássicos]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 23 Aug 2020 20:33:40 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Chopin]]></category>
		<category><![CDATA[Música Nacional Polonesa]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Frédéric Chopin, nascido em 1810, em Żelazowa Wola, uma pequena aldeia da Polônia, tinha dupla nacionalidade: seu pai era francês e sua mãe, polonesa. Foi um dos pioneiros a incorporar os elementos musicais de seu país natal, como as danças tradicionais polonesas, as Mazurcas e Polonaises. Essa influência marcou toda sua obra, tornando-se uma referência para [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><a href="https://classicosdosclassicos.mus.br/compositores/frederic-chopin/">Frédéric Chopin</a>, nascido em 1810, em <a href="https://www.google.com.br/search?rlz=1C1CHWA_enBR646BR646&amp;espv=2&amp;biw=1920&amp;bih=932&amp;q=zelazowa+wola&amp;stick=H4sIAAAAAAAAAGOovnz8BQMDgz4HnxCHfq6-gVFFgaUSJ4hlWpaVU6Ullp1spV-Qml-Qkwqkiorz86yS8ovyPDxqjj8Nu8CmdyGBn99tt5LTk6z3AFcB8VFMAAAA&amp;sa=X&amp;ved=0CJgBEJsTKAEwFmoVChMI2NuorcrlxgIVSI-QCh3ZOAiN">Żelazowa Wola, uma pequena aldeia da Polônia</a>, tinha dupla nacionalidade: seu pai era francês e sua mãe, polonesa.</p>
<p>Foi um dos pioneiros a incorporar os elementos musicais de seu país natal, como as danças tradicionais polonesas, as <em>Mazurcas</em> e <em>Polonaises</em>. Essa influência marcou toda sua obra, tornando-se uma referência para a música nacional polonesa.</p>
<p>Ao longo de sua vida, Chopin compôs mais de 56 mazurcas, algumas publicadas após sua morte. Já as <em>polonaises</em> foram 18, todas para piano, exceto sua <em>Introdução e Polonaise Brilhante, </em>para violoncelo e piano.</p>
<p>Com a Polônia sob o domínio do czar Nicolau I, no dia 29 de novembro de 1830 houve uma insurreição popular contra os russos, em Varsóvia, conhecida como Revolução Polonesa. Essa revolta, no entanto, foi derrotada pelas tropas do czar, levando milhares de poloneses a emigrar para outros países, especialmente a França.</p>
<p>Em 1831, Chopin estabeleceu-se em Paris, onde ficou até sua morte, em 1849, alcançando sucesso contínuo como compositor, pianista e professor.</p>
<p>Chopin dedicou-se essencialmente a escrever para o piano, compondo cerca de 200 obras para esse instrumento, sendo 170 para piano solo. Compositor de miniaturas, mesmo seus dois concertos e três sonatas são relativamente curtos.</p>
<p>Também compôs valsas, mas não vienenses como as de Strauss. Ele dizia que suas valsas eram parisienses.</p>
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		<title>Víkingur Ólafsson interpreta Chopin</title>
		<link>https://classicosdosclassicos.mus.br/vikingur-olafsson-interpreta-chopin/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Clássicos dos Clássicos]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 15 Jun 2020 13:05:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Chopin]]></category>
		<category><![CDATA[Víkingur Ólafsson]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Os Prelúdios, Op. 28, de Fréderic Chopin , constituem um conjunto de 24 peças curtas, cada uma em uma tonalidade diferente e com sua personalidade própria. Víkingur Ólafsson interpreta dois deles, aqui: Chopin &#8211; Prelúdio em Fá Menor, Op. 28, nº 18 &#160; Chopin &#8211; Prelúdio em Mi Menor, Op.28, nº 4</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Os <em>Prelúdios, Op. 28,</em> de Fréderic <a href="https://classicosdosclassicos.mus.br/compositores/frederic-chopin/">Chopin</a> , constituem um conjunto de 24 peças curtas, cada uma em uma tonalidade diferente e com sua personalidade própria.</p>
<p>Víkingur Ólafsson interpreta dois deles, aqui:</p>
<p>Chopin &#8211; <em>Prelúdio em Fá Menor</em>, Op. 28, nº 18</p>
<p><iframe loading="lazy" title="Víkingur Ólafsson records Chopin : Prélude No 18 - F minor" width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/n_UoDZLehNU?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen></iframe></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Chopin &#8211; Prelúdio em Mi Menor, Op.28, nº 4</p>
<p><iframe loading="lazy" title="Vikingur Olafsson records Chopin : Prélude No 4 - E minor" width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/Uv6DL8GnUDo?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen></iframe></p>
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		<title>Víkingur Ólafsson – Recital</title>
		<link>https://classicosdosclassicos.mus.br/vikingur-olafsson-recital/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Clássicos dos Clássicos]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 14 Jun 2020 23:56:14 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Bach]]></category>
		<category><![CDATA[Chopin]]></category>
		<category><![CDATA[Piano]]></category>
		<category><![CDATA[Víkingur Ólafsson]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Em setembro de 2019, Clássicos dos Clássicos publicou a série Uma nova era de ouro do piano, destacando jovens talentos como o russo-alemão Igor Levit e o russo Daniil Trifonov, além de duas talentosas pianistas, a italiana Beatrice Rana e a chinesa Yuja Wang, esta, a mais conhecida de todos. Em junho de 2020 apresentamos [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Em setembro de 2019, Clássicos dos Clássicos publicou a série <a href="https://classicosdosclassicos.mus.br/uma-nova-era-de-ouro-do-piano/"><strong>Uma nova era de ouro do piano</strong></a><em>, </em>destacando jovens talentos como o russo-alemão Igor Levit e o russo Daniil Trifonov, além de duas talentosas pianistas, a italiana Beatrice Rana e a chinesa Yuja Wang, esta, a mais conhecida de todos.</p>
<p>Em junho de 2020 apresentamos um “recital” de Víkingur Ólafsson, pianista islandês cuja carreira ganhou prestígio internacional com o disco <em>Johann Sebastian Bach</em> (Deutsch Grammophon, 2018), no qual ele interpreta peças de Bach transcritas para piano. O trabalho foi escolhido como “Disco do Ano” pela <em>BBC Music Magazine</em>.</p>
<p>Por seu disco anterior, <em>Philip Glass Piano Works </em>(Deutsche Grammophon, 2017), Ólafsson ganhou do jornal <em>New York Times </em>o seguinte elogio: “Ólafsson é o Glenn Gould da Islândia”.</p>
<p>Em 2020, o pianista foi eleito “Artista do Ano de 2019” pela prestigiosa revista britânica <em>Gramophone</em>, que definiu seu trabalho como uma “rara combinação de puro brilhantismo técnico, controle expressivo e profundidade interpretativa”.</p>
<p>Seu álbum mais recente, <em>Mozart &amp; Contemporaries (</em>Deutsche Grammophon, 2021), também muito elogiado pela crítica, inclui peças da última década de vida de Mozart, que Ólafsson considera a sua fase mais frutífera, ao lado de obras de Cimarosa, Galuppi, Carl Phillip Bach e Haydn, compositores contemporâneos de Mozart.</p>
<p>Apresentaremos, nos próximos posts, um “recital” com Ólafsson interpretando composições de <a href="https://classicosdosclassicos.mus.br/compositores/johann-sebastian-bach-2/">Bach</a>, Rameau, Mozart, <a href="https://classicosdosclassicos.mus.br/compositores/frederic-chopin/">Chopin</a> , Debussy e Philip Glass.</p>
<p>Saiba mais sobre Víkingur Ólafsson: <a href="https://vikingurolafsson.com/">https://vikingurolafsson.com/</a></p>
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		<title>Sonhos &#8211; Corvos &#124; Chopin &#8211; Prelúdio</title>
		<link>https://classicosdosclassicos.mus.br/sonhos-corvos-chopin-preludio/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Clássicos dos Clássicos]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 13 Feb 2020 08:00:21 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Chopin]]></category>
		<category><![CDATA[Música no Cinema]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Prelúdio Op. 28 nº 15 em Ré Bemol Maior – “Gota de Chuva” (também conhecido por “Gota d’Água”), de Frédéric Chopin, é sem dúvida o mais famoso dos 24 Prelúdios, Op. 28. Em forma ternária (A-B-A), a parte A é nostálgica, pensativa, enquanto a parte B é sombria, sinistra. A peça volta, então, ao [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;">O </span><i><span style="font-weight: 400;">Prelúdio </span></i><span style="font-weight: 400;">Op. 28 nº 15 </span><i><span style="font-weight: 400;">em Ré Bemol Maior</span></i><span style="font-weight: 400;"> – “Gota de Chuva” (também conhecido por “Gota d’Água”), de <a href="https://classicosdosclassicos.mus.br/compositores/frederic-chopin/">Frédéric Chopin</a>, é sem dúvida o mais famoso dos 24 </span><i><span style="font-weight: 400;">Prelúdios, Op. 28</span></i><span style="font-weight: 400;">. Em forma ternária (A-B-A), a parte A é nostálgica, pensativa, enquanto a parte B é sombria, sinistra. A peça volta, então, ao belo tema de abertura e se esvanece aos poucos.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">“Gota de chuva”</span><i><span style="font-weight: 400;">,</span></i><span style="font-weight: 400;"> apelido dado à obra pelo regente e pianista alemão Hans von Bülow, remete às notas repetidas que sugerem gotas de chuva batendo no telhado. Já o pianista francês Alfred Cortot, grande intérprete de Chopin, faz uma descrição mais complexa, mais profunda deste Prelúdio: “</span><i><span style="font-weight: 400;">Mais la Morte est là, dans l&#8217;ombre</span></i><span style="font-weight: 400;">” (Mas a morte está aqui, na sombra). </span></p>
<p><i><span style="font-weight: 400;">Sonhos </span></i><span style="font-weight: 400;">(1990), filme de Akira Kurosawa, é baseado em sonhos que o diretor teve ao longo de sua vida. O quinto sonho é </span><i><span style="font-weight: 400;">Corvos</span></i><span style="font-weight: 400;">,</span> <span style="font-weight: 400;">em que um estudante de arte (que representa Kurosawa) entra no mundo vibrante, por vezes caótico, da arte de Van Gogh. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O sonho termina no quadro </span><i><span style="font-weight: 400;">Campo de Trigo e Corvos. </span></i><span style="font-weight: 400;">O estudante sai de dentro da pintura e um bando de corvos aparece. Os gritos histéricos dos pássaros sugerem que haja uma carcaça na vizinhança.</span><i><span style="font-weight: 400;"> </span></i></p>
<p><i><span style="font-weight: 400;">Campo de Trigo e Corvos </span></i><span style="font-weight: 400;">é considerado o último quadro que Van Gogh pintou, pouco antes de sua morte. A escolha do </span><i><span style="font-weight: 400;">Prelúdio Op. 28 nº 15</span></i><span style="font-weight: 400;"> (“a morte está aqui, na sombra”, segundo Cortot) como a trilha para este sonho reforça a associação com a ideia de morte.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Notas:</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">&#8211; A trilha do vídeo a que vamos assistir é da segunda parte (B) do </span><i><span style="font-weight: 400;">Prelúdio</span></i><span style="font-weight: 400;"> (em Dó Sustenido Menor);</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">&#8211; Os efeitos especiais deste episódio foram realizados por George Lucas e seu grupo, Industrial Light &amp; Magic.</span></p>
<p><iframe loading="lazy" title="Akira Kurosawa-Dreams-Vincent Van Gogh" width="500" height="375" src="https://www.youtube.com/embed/3OTj5Qv153U?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen></iframe></p>
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		<title>Nacionalismo na Música</title>
		<link>https://classicosdosclassicos.mus.br/nacionalismo-na-musica/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Clássicos dos Clássicos]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 30 Sep 2019 12:33:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Chopin]]></category>
		<category><![CDATA[Variedades]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O nacionalismo na música surgiu durante a primeira metade do século XIX, no contexto dos movimentos de independência política. Caracterizou-se pela ênfase no uso de elementos musicais nacionais, como canções e danças folclóricas, e na adoção de temas nacionais em óperas, poemas sinfônicos e outras formas de composição. À medida que novas nações se formavam [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O nacionalismo na música surgiu durante a primeira metade do século XIX, no contexto dos movimentos de independência política. Caracterizou-se pela ênfase no uso de elementos musicais nacionais, como canções e danças folclóricas, e na adoção de temas nacionais em óperas, poemas sinfônicos e outras formas de composição.</p>
<p>À medida que novas nações se formavam na Europa, o nacionalismo na música era uma reação contra a dominação dos padrões da tradição musical criada pelos italianos, franceses e especialmente os alemães. Esse movimento  aconteceu mais acentuadamente nas “bordas” do continente europeu.</p>
<p>Posteriormente, houve também uma busca por elementos da cultura tradicional na música produzida nas Américas. Entre os compositores que seguiram essa linha estão o brasileiro Heitor Villa-Lobos (1887-1959), o norte-americano Aaron Copland (1900-1990) e o argentino Alberto Ginastera (1916-1983), só para citar alguns.</p>
<p><strong>Polônia</strong></p>
<p>Frédéric Chopin (1810-1849) foi um dos primeiros compositores a incorporar em suas obras os elementos musicais de seu país natal, como os ritmos das danças polonesas.</p>
<p><strong>República Tcheca</strong></p>
<p>O nacionalismo tcheco estava relacionado ao desejo de libertação do país do domínio austríaco. Seus representantes são os compositores Bedrich Smetana (1824-1884), considerado o pai da música tcheca, Antonín Dvorák (1841-1904) e Leoš Janáček (1854-1928).</p>
<p><strong>Hungria</strong></p>
<p>O compositor Béla Bartók (1881-1945) colaborou com seu conterrâneo Zoltán Kodály (1882–1967) na documentação da música folclórica húngara, cujos elementos incorporaram em sua produção musical.</p>
<p><strong>Rússia</strong></p>
<p>O grupo “Os Cinco”, formado pelos compositores Mili Balákirev (1837-1910), Modest Mussorgski (1839-1881), César Cui (1835-1918), Nikolai Rimski-Kórsakov (1844-1908) e Aleksandr Borodín (1833-1887), foi responsável pelo retorno da música russa às suas raízes, fazendo referência à história do país, a sua literatura e às tradições folclóricas, procurando distanciar-se da linguagem musical ocidental.</p>
<p><strong>Noruega</strong></p>
<p>Edvard Grieg (1843-1907), importante compositor da era romântica, ajudou a estabelecer uma identidade nacional norueguesa.</p>
<p><strong>Finlândia</strong></p>
<p>Jean Sibelius (1865-1957) tinha fortes sentimentos patrióticos e baseou seu trabalho na música tradicional finlandesa. Seu poema sinfônico <em>Finlândia</em> (1899) é ainda uma importante canção nacional do país.</p>
<p><strong>Espanha</strong></p>
<p>Embora menos motivado por fatores políticos, o nacionalismo também é encontrado na música espanhola, como nas obras dos compositores Isaac Albéniz (1860-1909), Enrique Granados (1867-1916) e Manuel de Falla (1876-1946).</p>
<p><iframe loading="lazy" title="Chopin polonaise No6 Op.53 (Kissin)" width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/aC_HAwp2vs0?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen></iframe></p>
<p>Frédéric Chopin, <em>Polonaise em Lá Bemol Maior, Op. 53</em>, “Heroica” | Evgeny Kissin (piano)</p>
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