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	<title>Música no Cinema - Clássicos dos Clássicos</title>
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	<description>Por Carlos Siffert</description>
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		<title>Música no Cinema: O segredo de Beethoven &#124; A grande valsa &#124; Sonho de amor</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Clássicos dos Clássicos]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 06 Jul 2026 14:38:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Música no Cinema]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Na continuação da série Música no Cinema, abordamos mais três filmes inspirados na vida de grandes compositores da música clássica: Beethoven, Johann Strauss II e Franz Liszt. As três produções, que perpassam mais de cinco décadas de trajetória cinematográfica, demonstram como o universo da música de concerto tem permanecido uma fonte inesgotável para os amantes [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;">Na continuação da série <a href="https://classicosdosclassicos.mus.br/category/musica-no-cinema/">Música no Cinema</a>, abordamos mais três filmes inspirados na vida de grandes compositores da música clássica: <a href="https://classicosdosclassicos.mus.br/compositores/ludwig-van-beethoven/">Beethoven</a>, Johann Strauss II e <a href="https://classicosdosclassicos.mus.br/compositores/franz-liszt/">Franz Liszt</a>.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">As três produções, que perpassam mais de cinco décadas de trajetória cinematográfica, demonstram como o universo da música de concerto tem permanecido uma fonte inesgotável para os amantes da sétima arte.</span></p>
<p><b>O segredo de Beethoven (2006)</b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Com direção da polonesa Agnieszka Holland, o filme </span><i><span style="font-weight: 400;">O segredo de Beethoven</span></i><span style="font-weight: 400;"> (</span><i><span style="font-weight: 400;">Copying Beethoven</span></i><span style="font-weight: 400;">) aborda o último ano da vida do compositor, quando, já num estado avançado de surdez, escreveu a </span><i><span style="font-weight: 400;">Nona Sinfonia</span></i><span style="font-weight: 400;"> e seus últimos quartetos. Destacam-se os caprichados cenários e figurinos de época, as belas locações na Hungria, além da trilha musical que traz requintes como o uso do </span><i><span style="font-weight: 400;">pianoforte</span></i><span style="font-weight: 400;">.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Na trama, a personagem fictícia Anna Holtz (Diane Kruger) é uma aluna de composição que se torna copista de Beethoven (Ed Harris) quatro dias antes da estreia da </span><i><span style="font-weight: 400;">Nona Sinfonia</span></i><span style="font-weight: 400;"> em Viena, em 1824. Inicialmente descrente, Beethoven a aceita, e assim começa um forte relacionamento entre os dois. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Anna prepara a partitura minuciosamente e ajuda o compositor a reger a sinfonia durante a apresentação. A obra alcança um sucesso retumbante, e Beethoven é virado para a plateia, testemunhando a ovação do público, como assistimos na cena a seguir:</span></p>
<p><iframe loading="lazy" title="Copying Beethoven/cut HD - the best part of the movie" width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/Xkj0TeZeZuo?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><b>A grande valsa (1938)</b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Dirigido por Julien Duvivier e estrelado por Luise Rainer e Fernand Gravet, o filme </span><i><span style="font-weight: 400;">A grande valsa</span></i><span style="font-weight: 400;"> (</span><i><span style="font-weight: 400;">The Great Waltz</span></i><span style="font-weight: 400;">) é uma versão hollywoodiana da vida do compositor Johann Strauss II.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Na Viena de 1845, Strauss dedica-se à sua paixão pelas valsas e enfrenta a resistência da sociedade, mas sua música ganha popularidade graças aos cantores de ópera. Ambientado na época do Imperador Franz Joseph, este drama biográfico-musical se desenrola em cenários elaborados e opulentos, onde as valsas do compositor são tocadas, cantadas e dançadas. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Para a trilha sonora, Dimitri Tiomkin adaptou as obras de Strauss e as regeu à frente de uma orquestra de 90 músicos. Impressionante é o fato de que quatorze dos violinos utilizados eram modelos Stradivarius. O filme chegou a receber três indicações ao Oscar, conquistando a estatueta de Melhor Fotografia.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Na cena a seguir, ouvimos a valsa </span><i><span style="font-weight: 400;">Contos dos bosques de Viena</span></i><span style="font-weight: 400;">:</span></p>
<p><iframe loading="lazy" title="“The Great Waltz” (1938) — Tales from the Vienna Woods" width="500" height="375" src="https://www.youtube.com/embed/12o3oxwn23w?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><b>Sonho de amor (1960)</b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Com subtítulo de </span><i><span style="font-weight: 400;">A história de Franz Liszt</span></i><span style="font-weight: 400;">, o filme </span><i><span style="font-weight: 400;">Sonho de amor </span></i><span style="font-weight: 400;">(</span><i><span style="font-weight: 400;">Song Without End</span></i><span style="font-weight: 400;">) tem direção de Charles Vidor e George Cukor, e trata da vida amorosa do compositor húngaro, interpretado por Dirk Bogarde.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Liszt vive com a Condessa Marie D&#8217;Agoult (Geneviève Page), mãe de seus filhos, sendo forçado por ela a abandonar sua carreira de virtuose em Paris para se dedicar à composição. Entretanto, ele se apaixona pela princesa russa Carolyne Wittgenstein (Capucine), viaja à Rússia para se apresentar diante do Czar e retoma sua carreira de intérprete. Enquanto corteja a Princesa, que é casada, evita a Condessa. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O compositor inicia um relacionamento amoroso com a Princesa. Juntos, eles enfrentam a rigidez do czarismo e o severo julgamento do Papa. Carolyne pede o divórcio ao marido, mas, quando está prestes a se casar com Liszt, este é anulado. O compositor, então, deixa seus bens para os filhos e se retira para um mosteiro.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Nesta cena, Liszt interpreta “La campanella”, subtítulo do terceiro de seus </span><i><span style="font-weight: 400;">Seis Grandes Estudos de Paganini</span></i><span style="font-weight: 400;">:</span></p>
<p><iframe loading="lazy" title="Song Without End - La Campanella (Bogarde - Bolet)" width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/2zynjtaiuNo?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
<p>&nbsp;</p>
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		<item>
		<title>Música no Cinema: Farinelli &#124; A irmã de Mozart &#124; Crônica de Anna Magdalena Bach</title>
		<link>https://classicosdosclassicos.mus.br/musica-no-cinema-farinelli-a-irma-de-mozart-cronica-de-anna-magdalena-bach/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Clássicos dos Clássicos]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 25 May 2026 19:38:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Bach]]></category>
		<category><![CDATA[Música no Cinema]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Em mais um episódio da série “Música no Cinema”, continuamos a explorar as produções cinematográficas que têm como inspiração o universo da música clássica. Destacamos filmes de temática biográfica que contam a história de três artistas: o cantor Farinelli, a cravista e cantora Nannerl Mozart e o compositor Johann Sebastian Bach. Farinelli (1994) Este drama biográfico dirigido por Gérard Corbiau conta [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;">Em mais um episódio da série “Música no Cinema”, continuamos a explorar as produções cinematográficas que têm como inspiração o universo da música clássica.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Destacamos filmes de temática biográfica que contam a história de três artistas: o cantor Farinelli, a cravista e cantora Nannerl Mozart e o compositor <a href="https://classicosdosclassicos.mus.br/compositores/johann-sebastian-bach-2">Johann Sebastian Bach</a>.</span></p>
<p><b>Farinelli (1994)</b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Este drama biográfico dirigido por Gérard Corbiau conta a história de Carlo Broschi (1705-1782), nome verdadeiro do cantor de ópera </span><i><span style="font-weight: 400;">castrato</span></i><span style="font-weight: 400;"> conhecido como Farinelli, que cativou o público europeu do século XVIII. Indicado ao Oscar de melhor filme estrangeiro, a produção apresenta momentos chave da carreira do cantor, mas é puramente ficcional no que diz respeito aos aspectos pessoais de sua vida e de sua relação com o irmão, o compositor Riccardo Broschi.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Com liberdade poética, Farinelli, vivido pelo ator Stefano Dionisi, é retratado como uma figura bela e máscula, muito diferente de seu aspecto real, que era franzino e frágil. Para reproduzir o particularíssimo timbre de um </span><i><span style="font-weight: 400;">castrato</span></i><span style="font-weight: 400;">, as vozes da soprano polonesa Ewa Małas-Godlewska e do contratenor americano Derek Lee Ragin foram gravadas em separado e depois mixadas eletronicamente. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Na cena a seguir, Farinelli interpreta a ária “Lascia ch&#8217;io pianga”, da ópera </span><i><span style="font-weight: 400;">Rinaldo</span></i><span style="font-weight: 400;"> de Händel:</span></p>
<p><iframe loading="lazy" title="Handel - Lascia ch&#039;io pianga [BEST VERSION EVER]" width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/TqdFoRjL1Bk?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
<p><b>A irmã de Mozart (2010)</b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Escrito e dirigido pelo francês René Féret e estrelado por Marie Féret, filha do diretor, o filme apresenta um relato ficcional da infância de Maria Anna Mozart, apelidada de Nannerl, única irmã de <a href="https://classicosdosclassicos.mus.br/compositores/wolfgang-amadeus-mozart/">Wolfgang Amadeus Mozart</a>.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Criança prodígio, Nannerl é cravista e cantora, mas também anseia por compor e tocar violino. Ela se apresenta com seu jovem irmão em todas as cortes europeias. Ao final de uma viagem de três anos com a família, ela conhece, em Versalhes, o filho de Luís XV, que a incentiva a compor, mas seu pai, Leopold Mozart, a proíbe por ser mulher, obrigando-a a se casar.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Nesta cena, assistimos aos dois irmãos se apresentando na corte:</span></p>
<p><iframe loading="lazy" title="A irmã de Mozart (2010) - Nannerl and Mozart se apresentam na corte" width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/gAx4qUEc90A?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
<p><b>Crônica de Anna Magdalena Bach (1968)</b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Dirigido por Jean-Marie Straub e Danièle Huillet, este filme desafia muitas das convenções da cinebiografia. Evitando o drama, traça a vida de <a href="https://classicosdosclassicos.mus.br/compositores/johann-sebastian-bach-2">J.S. Bach</a> por meio de trechos do diário de sua esposa, Anna Magdalena, e uma sucessão de sequências musicais nas quais <a href="https://classicosdosclassicos.mus.br/compositores/johann-sebastian-bach-2">Bach</a>, interpretado pelo cravista Gustav Leonhardt, toca ou rege suas principais obras com instrumentos de época, com músicos trajados com roupas do período e, muitas vezes, no próprio local onde elas foram apresentadas pela primeira vez.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Quase como um documentário, o filme situa a produção de Bach dentro do contexto econômico de sua vida e das tragédias domésticas que o atingiram. A interpretação das ficou a cargo do Concentus Musicus regido por Nikolaus Harnoncourt.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Na cena a seguir, Bach rege o coro “Sicut locutus est” e o início do “Gloria”, do Magnificat BWV 243:</span></p>
<p><iframe loading="lazy" title="Crônica de Anna Magdalena Bach (1968) - Bach regendo" width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/WJdtQu59Jfk?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
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		<title>Música no Cinema: Ensaio de Orquestra &#124; O último concerto &#124; Wagner </title>
		<link>https://classicosdosclassicos.mus.br/musica-no-cinema-ensaio-de-orquestra-o-ultimo-concerto-wagner/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Clássicos dos Clássicos]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 23 Mar 2026 01:22:33 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Música no Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[Wagner]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Mais três produções que tratam do universo da música de concerto são o destaque na continuação da série “Música no cinema”.  Desta vez, a ênfase é no cotidiano dos músicos – seja de uma orquestra sinfônica, ou de um quarteto de cordas – como ponto de partida para abordar os relacionamentos humanos e a sociedade. [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;">Mais três produções que tratam do universo da música de concerto são o destaque na continuação da série “Música no cinema”. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Desta vez, a ênfase é no cotidiano dos músicos – seja de uma orquestra sinfônica, ou de um quarteto de cordas – como ponto de partida para abordar os relacionamentos humanos e a sociedade.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Em nossa seleção, apresentamos ainda a história de um grande compositor – Richard Wagner – cuja vida foi retratada em uma série televisiva monumental.</span></p>
<p><b>Ensaio de orquestra (1978)</b></p>
<p><i><span style="font-weight: 400;">Ensaio de orquestra</span></i><span style="font-weight: 400;"> (</span><i><span style="font-weight: 400;">Prova d&#8217;orchestra</span></i><span style="font-weight: 400;">), do cineasta italiano Federico Fellini, é uma sátira mordaz à sociedade e à política, representada pela conturbada relação de poder entre um maestro e seus músicos. Uma homenagem de Fellini à arte da música, uma das paixões de sua vida, o filme tem a última das muitas trilhas sonoras que o genial Nino Rota compôs para o diretor italiano.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Uma orquestra se reúne para ensaiar em uma capela medieval romana quando uma equipe de TV aparece para entrevistar seus integrantes para um documentário. As competições internas e hierarquias entre eles são postas em evidência quando cada um defende apaixonadamente que o seu instrumento é o mais importante. Já o maestro é retratado como uma figura autoritária e ranzinza que luta para manter a ordem perante a indisciplina e as reivindicações sindicais dos músicos.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Até que vem a ruptura: os músicos se insurgem contra o maestro, que assiste impassível à sua substituição por um grande metrônomo. Uma bola de aço coloca abaixo a sala de concerto. Ruínas e caos reinam, mas o regente sacode a poeira e a música domina a cena. </span></p>
<p><iframe loading="lazy" title="Prova D&#039;Orchestra...Signori...da capo..." width="500" height="375" src="https://www.youtube.com/embed/fOS2_oBMko8?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><b>O último concerto (2012)</b></p>
<p><i><span style="font-weight: 400;">O último concerto</span></i><span style="font-weight: 400;"> (</span><i><span style="font-weight: 400;">A Late Quartet</span></i><span style="font-weight: 400;">) é um filme do roteirista e diretor Yaron Zilberman. O drama </span><span style="font-weight: 400;">conta </span><span style="font-weight: 400;">a história de um renomado quarteto de cordas que está às vésperas de seu aniversário de 25 anos, quando o violoncelista (Christopher Walken), diagnosticado com o Mal de Parkinson, anuncia que o primeiro concerto da turnê será o seu último.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Com o futuro do grupo ameaçado, os quatro integrantes preparam sua última apresentação, trazendo à tona os amores e desafetos criados na trajetória de sua longa parceria. Brigas, lágrimas, traições e batalhas de egos emergem nesse processo.</span> <span style="font-weight: 400;">Somente o vínculo profundo entre os integrantes e o poder da música podem preservar o legado do grupo. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O tempo e sua efemeridade são os temas centrais da trama. <a href="https://classicosdosclassicos.mus.br/obras/beethoven-os-ultimos-quartetos-quarteto-op-131/">O </a></span><a href="https://classicosdosclassicos.mus.br/obras/beethoven-os-ultimos-quartetos-quarteto-op-131/"><i><span style="font-weight: 400;">Quarteto nº. 14 em Dó Sustenido Menor, Op. 131</span></i></a><span style="font-weight: 400;">, de <a href="https://classicosdosclassicos.mus.br/compositores/ludwig-van-beethoven/">Beethoven</a>, tem destaque no filme, que faz uma homenagem à música de câmara e ao mundo cultural de Nova York.</span></p>
<p><iframe loading="lazy" title="Parar para empezar (A late quartet)" width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/3iDhHgZH5lI?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><b>Wagner (1983)</b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Esta monumental minissérie biográfica em dez capítulos, dirigida por Tony Palmer e estrelada pelo ator Richard Burton, conta a trajetória do compositor alemão <a href="https://classicosdosclassicos.mus.br/compositores/richard-wagner/">Richard Wagner</a>. Da sua participação nas jornadas revolucionárias de 1848 até a sua consagração final em Bayreuth, em 1876, passando pela amizade com o Rei Ludwig II da Baviera e por fatos de sua conturbada vida pessoal, a produção dá ênfase à personalidade poderosa de <a href="https://classicosdosclassicos.mus.br/compositores/richard-wagner/">Wagner</a>, seu ego gigantesco, sua visão artística revolucionária e seu nacionalismo germânico exacerbado.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">De estrutura </span><i><span style="font-weight: 400;">wagneriana</span></i><span style="font-weight: 400;">, a longa produção mostra como a visão artística do compositor impulsionou o drama musical ocidental em uma nova direção. O uso da música também tem seu precedente </span><i><span style="font-weight: 400;">wagneriano</span></i><span style="font-weight: 400;">, com </span><i><span style="font-weight: 400;">leitmotivs</span></i><span style="font-weight: 400;"> associados a eventos e personagens recorrentes. A trilha sonora dirigida por Sir Georg Solti foi gravada especialmente para o filme.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Assista a seguir uma cena em que <a href="https://classicosdosclassicos.mus.br/compositores/richard-wagner/">Wagner</a> ensaia a ópera </span><i><span style="font-weight: 400;">Tannhäuser</span></i><span style="font-weight: 400;"> com o pianista Hans von Büllow e o tenor Albert Niemann:</span></p>
<p><iframe loading="lazy" title="Wagner (1983) - Tannhäuser rehearsal" width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/WYnw8tGN28Q?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Música no Cinema &#124; Delírio de amor – Rhapsody in blue – Todas as manhãs do mundo</title>
		<link>https://classicosdosclassicos.mus.br/musica-no-cinema-delirio-de-amor-rhapsody-in-blue-todas-as-manhas-do-mundo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Clássicos dos Clássicos]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 02 Feb 2026 19:25:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Música no Cinema]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Voltamos a falar de produções cinematográficas que trazem como tema principal personagens ligados à música clássica (reais ou fictícios) e exploram suas biografias recheadas de intensa carga dramática e composições inesquecíveis. Destacamos mais três filmes: Delírio de amor, sobre a vida de Tchaikovsky; Rhapsody in Blue, sobre George Gershwin; e Todas as manhãs do mundo, [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Voltamos a falar de produções cinematográficas que trazem como tema principal personagens ligados à música clássica (reais ou fictícios) e exploram suas biografias recheadas de intensa carga dramática e composições inesquecíveis.</p>
<p>Destacamos mais três filmes: Delírio de amor, sobre a vida de Tchaikovsky; Rhapsody in Blue, sobre George Gershwin; e Todas as manhãs do mundo, sobre os compositores franceses Marin Marais e Jean de Sainte-Colombe.</p>
<p><strong>Delírio de amor (1970)</strong></p>
<p>Paixão criativa, desejo reprimido e muitos excessos dominam esta controversa cinebiografia do compositor russo Pyotr Ilyich Tchaikovsky (1840-93), dirigida por Ken Russell. O filme britânico (cujo título original é The Music Lovers) une drama e romance para contar a trágica história do artista, interpretado pelo ator Richard Chamberlain.</p>
<p>Inseguro emocionalmente e depressivo, Tchaikovsky batalha para que sua música seja aceita. Enquanto cria obras imortais, sua vida pessoal desmorona em um turbilhão de paixão, repressão e tragédia. No filme, ele vive uma conturbada relação amorosa com o Conde Chiluvsky (Christopher Gable), mas tenta reprimir seus desejos aceitando um casamento de conveniência com Antonina (Glenda Jackson), ex-aluna instável e obsessiva.</p>
<p>Na cena a seguir, vemos a estreia do Concerto para Piano nº. 1, com Tchaikovsky ao piano, tocando o final do último movimento:</p>
<p><iframe loading="lazy" title="Tchaikovsky - The Music Lovers - 1970 - Scene with Rubinstein" width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/1JoK8bWW61A?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
<p><strong>Rhapsody in Blue (1945)</strong></p>
<p>Dirigido por Irving Rapper e estrelado por Robert Alda, Rhapsody in Blue é a cinebiografia do compositor norte-americano George Gershwin. A dramatização de sua carreira meteórica e sua morte trágica aos 38 anos resultou neste filme altamente ficcionalizado, mas que apresenta várias de suas obras de concerto, além de algumas de suas canções mais populares, como Summertime.</p>
<p>Várias figuras do círculo de Gershwin interpretam a si mesmas, entre elas o pianista e humorista Oscar Levant (é dele os solos de piano de Rhapsody in Blue e do Concerto em Fá, no filme).</p>
<p>Com ambição de se tornar um compositor clássico, Gershwin escreveu peças sinfônicas, concertos e uma ópera. A cena a seguir recria a estreia histórica de Rhapsody in Blue no Aeolian Hall. O maestro é Paul Whiteman, que regeu a obra em sua estreia real.</p>
<p><iframe loading="lazy" title="Rhapsody in Blue Debut | Rhapsody In Blue | Warner Archive" width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/VAuTouBhN5k?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
<p><strong>Todas as manhãs do mundo (1991)</strong></p>
<p>Este filme (em francês, Tous les matins du monde), dirigido por Alain Corneau, revisita as figuras de Marin Marais e Jean de Sainte-Colombe, compositores franceses muitas vezes ofuscados por Lully. Além de obras desses compositores, a trilha inclui obras de Rameau e Couperin, todas dirigidas e interpretadas pelo músico Jordi Savall.</p>
<p>Marais (Gérard Depardieu), prestigiado violista de Luís XIV, foi aluno de Sainte-Colombe (Jean-Pierre Marielle). Ao final da vida, conta a história de seu aprendizado com esse mestre da viola da gamba, austero e severo com o seu jovem aluno (Guillaume Depardieu), e de sua ascensão à corte real. O som da viola de gamba, ao longo do filme, desempenha um papel importante na definição do clima.</p>
<p>Na cena a seguir, o jovem Marais, aos 17 anos, visita Sainte-Colombe e toca viola da gamba:</p>
<p><iframe loading="lazy" title="Tous Les Matins du Monde - Improvisation sur les Folies" width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/MoXrMOsnRVo?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Música no Cinema: Impromptu &#124; Chevalier &#124; Shine</title>
		<link>https://classicosdosclassicos.mus.br/musica-no-cinema-impromptu-chevalier-shine/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Clássicos dos Clássicos]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 17 Nov 2025 19:36:35 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Música no Cinema]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Mais três produções cinematográficas inspiradas pela música clássica são abordadas na continuação da série Música no Cinema. Destacamos aqui os filmes Impromptu (1991), Chevalier: a verdadeira história nunca contada (2022) e Shine (1996). Impromptu (1991) Escrito por Sarah Kernochan e dirigido por James Lapine, Impromptu mistura drama histórico com humor ao narrar o romance entre a escritora francesa George Sand (Judy Davis) e o compositor Frédéric [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;">Mais três produções cinematográficas inspiradas pela música clássica são abordadas na continuação da série Música no Cinema.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Destacamos aqui os filmes </span><i><span style="font-weight: 400;">Impromptu</span></i><span style="font-weight: 400;"> (1991), </span><i><span style="font-weight: 400;">Chevalier: a verdadeira história nunca contada</span></i><span style="font-weight: 400;"> (2022) e </span><i><span style="font-weight: 400;">Shine</span></i><span style="font-weight: 400;"> (1996).</span></p>
<p><b>Impromptu (1991)</b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Escrito por Sarah Kernochan e dirigido por James Lapine, </span><i><span style="font-weight: 400;">Impromptu</span></i><span style="font-weight: 400;"> mistura drama histórico com humor ao narrar o romance entre a escritora francesa George Sand (Judy Davis) e o compositor Frédéric Chopin (Hugh Grant) na Paris do século XIX, centro da arte e da cultura da época. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Conhecida por sua ousadia, personalidade forte e estilo andrógino, George Sand nutre uma profunda admiração por Chopin, compositor genial, de comportamento retraído e saúde frágil. Ela decide criar uma oportunidade para conhecê-lo. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Embora inicialmente resista às investidas da escritora, Chopin fica intrigado com uma bela carta de amor que lhe é dirigida. Ao longo da trama, diversos obstáculos aparecem, como rivais, amantes e duelos. O filme aborda também a amizade entre Chopin, Liszt e Delacroix.  </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Na cena a seguir, Chopin toca sua </span><i><span style="font-weight: 400;">Balada nº. 1 em Sol Menor, Op. 23</span></i><span style="font-weight: 400;">, quando o escritor Félicien Mallefille entra na sala, agitado, e joga um vaso de porcelana na parede. Chopin para de tocar e descobre, chocado, que Sand estava escondida embaixo do piano.</span></p>
<p><iframe loading="lazy" title="Impromptu (3/11) Movie CLIP - Don&#039;t Stop! (1991) HD" width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/pmC3rsgHD9E?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><b>Chevalier: a verdadeira história nunca contada (2022)</b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O filme é baseado na história real de Joseph Bologne, o primeiro músico negro a receber aclamação da crítica na Europa no século XVIII, desafiando os padrões sociais de seu tempo. Com direção de Stephen Williams e roteiro de Stefani Robinson, a produção traz no elenco Kelvin Harrison Jr. no papel de Bologne.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Filho ilegítimo de uma escravizada africana e um fazendeiro francês, Bologne nasceu em 1745 na colônia francesa de Guadalupe, Caribe. Ainda criança, foi levado por seu pai para a França, onde teve sua educação formal. Se formou em literatura e matemática, praticou hipismo e esgrima. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Durante sua graduação na Academia, foi nomeado por Maria Antonieta oficial do guarda-costas do rei, ficando conhecido como Chevalier de Saint-Georges. Também liderou o primeiro regimento totalmente negro da França, lutando na Revolução Francesa. Como compositor, sua produção inclui concertos para violino e orquestra, quartetos de cordas, sinfonias concertantes, sonatas e óperas.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Na cena a seguir, Mozart está em um concerto em Paris quando Bologne adentra o teatro e pede para acompanhá-lo na execução do </span><i><span style="font-weight: 400;">Concerto para violino nº. 5</span></i><span style="font-weight: 400;">. Os dois travam uma batalha de </span><i><span style="font-weight: 400;">cadenzas</span></i><span style="font-weight: 400;"> e Bologne triunfa ao final.</span></p>
<p><iframe loading="lazy" title="First 7 Minutes Of Chevalier | Official Film | Hulu" width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/jwXT9WHGFLo?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><b>Shine (1996)</b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Dirigido por Scott Hicks, </span><i><span style="font-weight: 400;">Shine</span></i><span style="font-weight: 400;"> é um drama biográfico sobre o pianista australiano David Helfgott, que, na casa dos 40 anos de idade, retoma sua brilhante carreira interrompida duas décadas antes por causa de um colapso nervoso. O ator Geoffrey Rush, no papel de David adulto, ganhou o Oscar por sua interpretação.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Menino-prodígio, David enfrenta um pai dominador e suas próprias dificuldades para alcançar a perfeição. O roteiro é baseado em </span><i><span style="font-weight: 400;">flashbacks</span></i><span style="font-weight: 400;"> desde a infância do pianista na Austrália dos anos 1950, sua evolução musical, seu encontro com a loucura, com a música de Rachmaninov, até sua restauração e relativa adaptação psicológica graças ao amor de Gillian, com quem casa, voltando a tocar.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Na cena a seguir, o pianista chega em um bar e interpreta o </span><i><span style="font-weight: 400;">Voo do besouro</span></i><span style="font-weight: 400;">, de Rimsky-Korsakov, arrancando aplausos do público.</span></p>
<p><iframe loading="lazy" title="Shine (1996) - Flight of the Bumblebee" width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/8_p6-cAMr_g?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Música no Cinema: O pianista &#124; Antonia, uma sinfonia &#124; Minha amada imortal</title>
		<link>https://classicosdosclassicos.mus.br/musica-no-cinema-o-pianista-antonia-uma-sinfonia-minha-amada-imortal/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Clássicos dos Clássicos]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 22 Sep 2025 13:48:37 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Música no Cinema]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Destacamos, na continuação da série Música no Cinema, mais três produções cinematográficas que se desenvolvem a partir da música clássica como tema principal. As vidas de três personagens de épocas distintas e suas inspiradoras histórias ligadas ao universo musical são abordadas nas tramas dos filmes O pianista (2002), Antonia, uma sinfonia (2018), e Minha amada [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;">Destacamos, na continuação da série Música no Cinema, mais três produções cinematográficas que se desenvolvem a partir da música clássica como tema principal.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">As vidas de três personagens de épocas distintas e suas inspiradoras histórias ligadas ao universo musical são abordadas nas tramas dos filmes </span><i><span style="font-weight: 400;">O pianista</span></i><span style="font-weight: 400;"> (2002), </span><i><span style="font-weight: 400;">Antonia, uma sinfonia</span></i><span style="font-weight: 400;"> (2018), e </span><i><span style="font-weight: 400;">Minha amada imortal</span></i><span style="font-weight: 400;"> (1994).</span></p>
<p><b>O pianista</b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Baseado no romance homônimo autobiográfico do pianista e compositor Wladyslaw Szpilman, </span><i><span style="font-weight: 400;">O pianista</span></i><span style="font-weight: 400;"> (2002) foi dirigido por Roman Polansky e conta como seu protagonista sobreviveu à perseguição nazista, durante a Segunda Guerra Mundial, nas ruínas de Varsóvia da Polônia ocupada. Indicado a sete Oscars, o filme foi premiado nas categorias de Melhor Diretor, Melhor Ator e Melhor Roteiro Adaptado.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Vivido pelo ator Adrian Brody, Szpilman tocava peças clássicas em uma rádio da cidade quando iniciaram as restrições impostas pelos nazistas, incluindo o confinamento em uma área vigiada e cercada por muros, que deu origem ao Gueto de Varsóvia. Durante a perseguição, sua família foi capturada e enviada para os campos de concentração. Ele conseguiu escapar, refugiando-se em prédios abandonados da cidade, até que a guerra terminasse.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Na cena a seguir, o músico é descoberto em seu esconderijo por um oficial alemão. Ao dizer que é um pianista, este pede que ele toque algo. Szpilman interpreta, então, a </span><i><span style="font-weight: 400;">Balada nº.1</span></i><span style="font-weight: 400;"> de <a href="https://classicosdosclassicos.mus.br/compositores/frederic-chopin/">Chopin</a>: </span></p>
<p><iframe loading="lazy" title="Chopin Ballade in G Minor Scene- The Pianist" width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/jHfQCfUTlXE?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
<p><b>Antonia, uma sinfonia</b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Com roteiro e direção de Maria Peters, </span><i><span style="font-weight: 400;">Antonia, uma sinfonia</span></i><span style="font-weight: 400;"> (2018) traz uma reflexão sempre atual: a mulher que luta contra os preconceitos e enfrenta os padrões sociais de sua época. Baseado em uma história real, o filme retrata a vida de Antonia Brico (1902-1989), que se tornou a primeira musicista a reger a Filarmônica de Nova York em 1938. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Christanne de Bruijn, no papel de Antonia, protagoniza a trajetória da menina que aprendeu a tocar piano ainda pequena, imigrando da Holanda para os Estados Unidos na década de 1920. Com o sonho de conduzir uma grande orquestra, ela encontra vários empecilhos em sua jornada. Determinada, procura os melhores mestres para sua formação, precisando, para isso, demonstrar grande conhecimento técnico e teórico.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Assista ao trailer do filme:</span></p>
<p><iframe loading="lazy" title="Antonia: Uma Sinfonia - Trailer (HD)" width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/EyoVFmhZ9VM?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
<p><b>Minha amada imortal</b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O filme </span><i><span style="font-weight: 400;">Minha amada imortal</span></i><span style="font-weight: 400;"> (1994), dirigido por Bernard Rose e tendo no papel principal o ator Gary Oldman, aborda, de forma romanceada, o misterioso amor de <a href="https://classicosdosclassicos.mus.br/compositores/ludwig-van-beethoven/">Ludwig van Beethoven</a>. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Quando o compositor morre, em 1827, seu grande amigo Anton Felix Schindler (Jeroen Krabbé) decide cumprir seu último desejo: deixar, em testamento, tudo para a “Amada Imortal”, sem especificar seu nome. Schindler empreende então uma jornada para tentar descobrir esta misteriosa musa depois de encontrar as cartas de amor que ambos trocaram.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Destacam-se na trama alguns dos principais momentos da vida de <a href="https://classicosdosclassicos.mus.br/compositores/ludwig-van-beethoven/">Beethoven</a>, como o processo de sua surdez, a rejeição social e a sua relação paternal com o único sobrinho, Karl. Pela intensidade dos sentimentos e pela força da música do compositor, o filme extrapola os limites do melodrama.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Na cena a seguir, Schindler relembra sua conversa com Beethoven sobre o poder da música, durante o ensaio da </span><i><span style="font-weight: 400;">Sonata a Kreutzer</span></i><span style="font-weight: 400;">, interpretada por George Bridgetower (violino) e Ignaz Schuppanzigh (piano):</span></p>
<p><iframe loading="lazy" title="Beethoven Scene from&quot;Immortal Beloved&quot; (1994) Music, What is It ?" width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/xNq_G5QxVhk?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Música no Cinema: Paganini &#124; Coco Chanel &#038; Igor Stravinsky &#124; Tár  </title>
		<link>https://classicosdosclassicos.mus.br/musica-no-cinema-paganini-coco-chanel-igor-stravinsky-tar/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Clássicos dos Clássicos]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 14 Jul 2025 17:31:14 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Música no Cinema]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Na continuação da série Música no Cinema, apresentamos mais uma seleção de produções que trazem no papel principal alguns dos personagens mais fascinantes ligados à música clássica. Nesta semana, destacamos três filmes que abordam artistas de diferentes períodos musicais do Romantismo, passando pelo Modernismo, e até os dias atuais. Acompanhe a seguir as tramas cinematográficas [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;">Na continuação da série Música no Cinema, apresentamos mais uma seleção de produções que trazem no papel principal alguns dos personagens mais fascinantes ligados à música clássica.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Nesta semana, destacamos três filmes que abordam artistas de diferentes períodos musicais do Romantismo, passando pelo Modernismo, e até os dias atuais.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Acompanhe a seguir as tramas cinematográficas baseadas nas vidas do violinista Niccolò Paganini, do compositor Igor Stravinsky e de uma regente contemporânea polêmica.</span></p>
<p><b>Paganini: The Devil’s Violinist (2013)</b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A história do violinista e compositor italiano Niccolò Paganini é contada neste filme com roteiro e direção de Bernard Rose, tendo no papel principal o violinista alemão David Garrett.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Paganini foi um grande virtuose que viveu no início do século XIX, cuja mítica figura e virtuosismo estavam relacionados à lenda de que ele havia feito um pacto com o diabo. Famoso em toda Europa, com exceção de Londres, no filme, ele se prepara para sua estreia londrina quando se apaixona pela filha de um empresário inglês, despertando a ira de seu agente.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Assista a uma cena em que Paganini interpreta o </span><i><span style="font-weight: 400;">Capricho nº. 24</span></i><span style="font-weight: 400;">, uma de suas composições mais conhecidas, que inspirou compositores como Johannes Brahms e Sergei Rachmaninov:</span></p>
<p><iframe loading="lazy" title="Paganini&#039;s Caprice No. 24" width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/L1xWbrwSb7E?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><b>Coco Chanel &amp; Igor Stravinsky (2009)</b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Baseado no livro de Chris Greenhalgh, o filme, dirigido por Jan Kouen, retrata a frenética Paris do início do século XX, colocando em primeiro plano duas célebres personalidades da época: a estilista francesa Coco Chanel</span> <span style="font-weight: 400;">(Anna Mouglalis) e o compositor russo</span> <span style="font-weight: 400;">Igor Stravinsky</span> <span style="font-weight: 400;">(Mads Mikkelsen). </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Em 1913, na noite de 29 de maio, Chanel vai ao Théatre des Champs-Élysées para assistir à estreia do balé </span><i><span style="font-weight: 400;">A sagração da primavera</span></i><span style="font-weight: 400;">, de <a href="https://classicosdosclassicos.mus.br/compositores/igor-stravinsky/">Stravinsky</a>, com coreografia de Nijinsky.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A longa abertura do filme reencena essa revolucionária montagem que causou um dos grandes escândalos da história da música, provocando reações violentas do público. Logo no início da performance, começaram as vaias, resultando em um verdadeiro tumulto:</span></p>
<p><iframe loading="lazy" title="Coco Chanel and Igor Stravinsky (2010) - Opening Scene" width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/5yPZQTyihnk?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><b>Tár (2022)</b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Indicado ao Oscar 2023 em seis categorias, incluindo Melhor Filme, Melhor Diretor e Melhor Atriz, este drama psicológico, escrito e dirigido por Todd Field, tem Cate Blanchett como a fictícia regente e compositora Lydia Tár.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Em uma indústria da música clássica dominada por homens, ela é a primeira mulher a reger a Filarmônica de Berlim, e se prepara para fazer uma histórica gravação ao vivo da </span><i><span style="font-weight: 400;">Quinta Sinfonia</span></i><span style="font-weight: 400;"> de Mahler. No entanto, sérias acusações sobre sua trajetória vêm à tona, abrindo caminho para uma investigação sobre abusos de poder e privilégio.</span><span style="font-weight: 400;"> A</span><span style="font-weight: 400;">utoritária no trato com os músicos ou em suas relações pessoais, Lydia vive, então, uma tragédia pela qual será duramente cobrada.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Para Cate Blanchett e Todd Field, </span><i><span style="font-weight: 400;">Tár</span></i><span style="font-weight: 400;"> é um filme, e não um documentário sobre o mundo da música clássica. A atriz afirmou que o longa é sobre o poder, e o poder não têm gênero: “Não é um filme sobre regência, e acho que as circunstâncias da personagem são totalmente fictícias. Olhei para tantos maestros diferentes, mas também olhei para romancistas, artistas visuais e músicos de todos os tipos.”</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Assista a um trecho em que a protagonista ensaia com a orquestra a </span><i><span style="font-weight: 400;">Quinta</span></i><span style="font-weight: 400;"> de Mahler:</span></p>
<p><iframe loading="lazy" title="Tár (2022) - Conducting Scene | Movieclips" width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/HqCIYWZ5b7k?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
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		<title>Música no Cinema: A música clássica no papel principal</title>
		<link>https://classicosdosclassicos.mus.br/musica-no-cinema-a-musica-classica-no-papel-principal/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Clássicos dos Clássicos]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 26 May 2025 19:36:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Música no Cinema]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Na série Música no Cinema, já apresentamos muitos filmes em que a música clássica é parte fundamental de suas trilhas sonoras. Mas, e quando a música clássica é a própria protagonista? O cinema tem retratado vários personagens fascinantes da história da música, sejam compositores, regentes, cantores ou instrumentistas. Suas trajetórias são uma fonte inesgotável de [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;">Na <a href="https://classicosdosclassicos.mus.br/category/musica-no-cinema/">série Música no Cinema</a>, já apresentamos muitos filmes em que a música clássica é parte fundamental de suas trilhas sonoras. Mas, e quando a música clássica é a própria protagonista?</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O cinema tem retratado vários personagens fascinantes da história da música, sejam compositores, regentes, cantores ou instrumentistas. Suas trajetórias são uma fonte inesgotável de inspiração para a sétima arte. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Ao combinar história e drama, as produções revelam não apenas o talento, mas também as dores, os conflitos e as paixões dos grandes nomes da música, que ganham vida nas telas e têm sua memória preservada, além de sensibilizar novos públicos sobre sua importância e contribuição artística.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Vamos apresentar, nesta nova edição da série, alguns dos filmes mais interessantes sobre essas inesquecíveis personalidades da música.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><b>Maria</b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O filme </span><i><span style="font-weight: 400;">Maria</span></i><span style="font-weight: 400;">, de 2024 (</span><i><span style="font-weight: 400;">Maria Callas</span></i><span style="font-weight: 400;">, no Brasil), dirigido pelo chileno Pablo Larraín, traz a atriz Angelina Jolie no papel de uma das mais icônicas vozes da história da ópera.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O drama biográfico mostra a grande artista em busca de sua identidade, retratando o período em que a soprano greco-americana se refugia na Paris dos anos 1970, após uma vida pública marcada pelo glamour e pela turbulência. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O filme revisita os últimos dias de Callas e faz uma investigação psicológica da protagonista, enquanto aborda suas memórias e amizades, seus traumas e amores.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Assista a uma cena em que a personagem interpreta a ária </span><i><span style="font-weight: 400;">Vissi d’arte</span></i><span style="font-weight: 400;">, da ópera </span><i><span style="font-weight: 400;">Tosca</span></i><span style="font-weight: 400;"> de Puccini:</span></p>
<p><iframe loading="lazy" title="Maria Callas -  Vissi d&#039;arte Maria (From Maria Soundtrack)" width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/Fdmu611Iy-k?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
<p><b>Maestro</b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Dirigido e protagonizado por Bradley Cooper, o longa </span><i><span style="font-weight: 400;">Maestro</span></i><span style="font-weight: 400;">, de 2023, mostra a vida e a carreira do compositor, pianista e regente norte-americano Leonard Bernstein, que dirigiu a Orquestra Filarmônica de Nova York por 18 anos, e compôs trilhas para aclamados musicais da Broadway, como </span><i><span style="font-weight: 400;">West Side Story</span></i><span style="font-weight: 400;"> e </span><i><span style="font-weight: 400;">Candice</span></i><span style="font-weight: 400;">. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Carey Mulligan vive a sua esposa, a atriz de TV e teatro Felicia Montealegre. A complexa relação dos dois é o fio condutor do roteiro.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Para a crítica de cinema do </span><i><span style="font-weight: 400;">New York Times</span></i><span style="font-weight: 400;">, Manohla Dargis, &#8220;o uso mais poderoso da música é uma incrível sequência estendida em que Bernstein rege a </span><i><span style="font-weight: 400;">Sinfonia nº. 2</span></i><span style="font-weight: 400;"> de Gustav Mahler com um fervor exultante. É como se ele fosse tocado por Deus”.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Para gravá-la, Cooper recebeu a orientação do maestro Yannick Nézet-Séguin, diretor da Orquestra da Filadélfia e do Metropolitan de Nova York. Assista à cena:</span></p>
<p><iframe loading="lazy" title="Maestro | Ely Cathedral | Official Clip | Netflix" width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/rI7wjxLX0KQ?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><b>Amadeus</b></p>
<p><i><span style="font-weight: 400;">Amadeus</span></i><span style="font-weight: 400;">, de 1984, dirigido por Miloš Forman foi vencedor de 8 Oscars. A produção reimagina a vida do compositor austríaco Wolfgang Amadeus Mozart a partir da perspectiva de seu rival, Antonio Salieri. Nos papeis dos protagonistas estão F. Murray Abraham, como Salieri, e Tom Hulce, como Mozart.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O filme não busca a precisão histórica, mas um retrato emocional e teatral do gênio musical. O Mozart que vemos na tela é irreverente, infantil e genial, em contraste com o amargurado Salieri, que reconhece o talento do jovem compositor e se consome em inveja. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">As atuações dos dois atores principais, a dramaticidade e o dinamismo das cenas, a maquiagem e os figurinos premiados, além, é claro, da música deslumbrante, são pontos altos do longa.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Assista ao trailer:</span></p>
<p><iframe loading="lazy" title="Amadeus | 4K Ultra HD Trailer | Warner Bros. Entertainment" width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/ZQV9yySOmhs?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
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		<title>Música no Cinema &#124; Richard Strauss – Assim falou Zaratustra &#124; Barbie e Uma Odisseia no Espaço</title>
		<link>https://classicosdosclassicos.mus.br/musica-no-cinema-richard-strauss-assim-falou-zaratustra-barbie-e-uma-odisseia-no-espaco/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Clássicos dos Clássicos]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 09 Oct 2023 14:34:18 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Música no Cinema]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O filme de ficção científica 2001 – Uma Odisseia no Espaço (1968), de Stanley Kubrick, popularizou o tema inicial do poema sinfônico Assim Falou Zaratustra, de Richard Strauss (1864-1949). A peça surge na primeira parte do filme, &#8220;A aurora do Homem&#8221;, em sua cena mais famosa. Nela, um macaco pega um osso e bate com [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O filme de ficção científica 2001 – Uma Odisseia no Espaço (1968), de Stanley Kubrick, popularizou o tema inicial do poema sinfônico Assim Falou Zaratustra, de Richard Strauss (1864-1949). A peça surge na primeira parte do filme, &#8220;A aurora do Homem&#8221;, em sua cena mais famosa.<br />
Nela, um macaco pega um osso e bate com ele no chão várias vezes, quebrando outros ossos que estão espalhados pela terra. O primata, que representa um ancestral humano, aprende a usar o objeto como uma arma, levantando-se em uma postura agressiva e matando animais com violência.</p>
<p><iframe loading="lazy" title="2001: A Space Odyssey - The Dawn of Man (best cut)" width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/U2iiPpcwfCA?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" allowfullscreen></iframe></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Uma paródia dessa cena, com a mesma trilha sonora, pode ser vista no filme Barbie (2023), dirigido por Greta Gerwig e estrelado por Margot Robbie. A icônica boneca vive no “mundo cor-de-rosa” da Barbieland, mas sofre uma crise existencial, embarcando em uma jornada ao mundo real na companhia do seu namorado Ken. O trailer do filme mostra um grupo de meninas brincando com suas bonecas quando surge em cena a figura da Barbie em tamanho gigante. Ao vê-la, as garotinhas começam a quebrar suas bonecas em vários pedaços, jogando-as para o alto.</p>
<p><iframe loading="lazy" title="Barbie | Teaser Trailer" width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/8zIf0XvoL9Y?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" allowfullscreen></iframe></p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Música no Cinema &#124; Coco Chanel &#038; Igor Stravinsky – A Sagração da Primavera</title>
		<link>https://classicosdosclassicos.mus.br/musica-no-cinema-coco-chanel-igor-stravinsky-a-sagracao-da-primavera/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Clássicos dos Clássicos]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 18 Oct 2021 17:33:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Música no Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[Stravinsky]]></category>
		<category><![CDATA[Três Russos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Como já comentamos em outro post aqui no site, a estreia do balé A Sagração da Primavera, de Igor Stravinsky, em maio de 1913, causou um dos grandes escândalos da história da música. Logo no início da performance começaram as vaias, e a coisa acabou degenerando e virando um verdadeiro tumulto. Na verdade, foi o [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Como já comentamos em outro post aqui no site, a estreia do balé A Sagração da Primavera, de <a href="https://classicosdosclassicos.mus.br/compositores/igor-stravinsky/">Igor Stravinsky</a>, em maio de 1913, causou um dos grandes escândalos da história da música. Logo no início da performance começaram as vaias, e a coisa acabou degenerando e virando um verdadeiro tumulto.</p>
<p>Na verdade, foi o que os franceses chamam de “um sucesso de escândalo”, o que contribuiu para aumentar a popularidade de seu autor.</p>
<p>O filme<a href="https://www.imdb.com/title/tt1023441/"> Coco Chanel &amp; Igor Stravinsky </a>(Jan Kounen, 2009) mostra a cena com propriedade, logo no início:</p>
<p>Kounen – Coco Chanel &amp; Igor Stravinsky | Stravinsky – A Sagração da Primavera</p>
<p><iframe loading="lazy" title="O escândalo da &quot;Sagração&quot; na sua estréia em 1913" width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/mvAj2cOh1s4?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen></iframe></p>
<p>Saiba mais sobre A Sagração da Primavera:</p>
<blockquote class="wp-embedded-content" data-secret="KKpVHG8jKm"><p><a href="https://classicosdosclassicos.mus.br/stravinsky-a-sagracao-da-primavera/">Música e Dança | Stravinsky – A Sagração da Primavera</a></p></blockquote>
<p><iframe class="wp-embedded-content" sandbox="allow-scripts" security="restricted" title="&#8220;Música e Dança | Stravinsky – A Sagração da Primavera&#8221; &#8212; Clássicos dos Clássicos" src="https://classicosdosclassicos.mus.br/stravinsky-a-sagracao-da-primavera/embed/#?secret=KKpVHG8jKm" data-secret="KKpVHG8jKm" width="500" height="282" frameborder="0" marginwidth="0" marginheight="0" scrolling="no"></iframe></p>
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		<title>Música no Cinema &#124; Oliver Stone – Platoon &#124; Barber – Adagio</title>
		<link>https://classicosdosclassicos.mus.br/musica-no-cinema-oliver-stone-platoon-barber-adagio/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Clássicos dos Clássicos]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 19 Jun 2021 21:02:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Música no Cinema]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O pungente Adagio para Cordas, de Samuel Barber (1910-1986), é talvez a mais conhecida das composições norte-americanas do Século XX. A peça foi originalmente concebida como o movimento lento de seu Quarteto de Cordas de 1936, mas foi depois arranjada para orquestra de cordas. Com sua dignidade triste e contemplativa, o Adagio tem servido para [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O pungente Adagio para Cordas, de Samuel Barber (1910-1986), é talvez a mais conhecida das composições norte-americanas do Século XX. A peça foi originalmente concebida como o movimento lento de seu Quarteto de Cordas de 1936, mas foi depois arranjada para orquestra de cordas.</p>
<p>Com sua dignidade triste e contemplativa, o Adagio tem servido para comemorar ocasiões trágicas, como os funerais de Franklin Roosevelt, Albert Einstein e do Príncipe Rainier de Monaco, assim como a cerimônia no local do atentado de 11 de setembro de 2001. Também foi usado como trilha sonora de vários filmes, entre os quais El Norte, Lorenzo’s Oil, O Homem Elefante e Platoon.</p>
<p>No filme Platoon (1986), de Oliver Stone, Chris (Charlie Sheen) é um jovem idealista que se alista voluntariamente para lutar na Guerra do Vietnã. Recém-chegado a um batalhão norte-americano, ele convive com os demais recrutas e oficiais e, aos poucos, passa a experimentar toda a violência de uma carnificina sem sentido. A música destaca a tragédia da destruição e da morte que a guerra traz.</p>
<p>Platoon (trechos do filme) | Barber – Adagio para Cordas, Op. 11 | Philharmonia Orchestra, Geoffrey Simon (regente)</p>
<p><iframe loading="lazy" title="Platoon Music Video - Adagio for Strings" width="500" height="375" src="https://www.youtube.com/embed/ECQeLQURNuw?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen></iframe></p>
<p>É interessante notar que Barber não tenha composto o Adagio com o sentido de luto ou lamento. Marcado Molto adagio espressivo cantando, ele o pretendia uma meditação íntima, inspirada por um poema breve e apaixonado da Eneida de Virgílio:</p>
<p>“A Onda</p>
<p>Assim como longe, muito longe, no meio do oceano,<br />
Uma onda orna de espuma seu seio<br />
E se ergue e desliza, crescendo,<br />
Até chegar à praia e estourar, gigante, sobre as rochas&#8230;<br />
Assim também, na primavera, todo tipo de gente<br />
E todas as criaturas, na terra ou na água, correm<br />
E se atiram ao fogo que os consome:<br />
É o amor que os move.”</p>
<p>A forma de arco do Adagio captura a imagem poética da onda que se expande do poema de Virgílio. A onda é uma metáfora para a nova vida que a primavera traz.</p>
<p>Como são diferentes estas duas interpretações: a nova vida da Primavera e a morte que a guerra causa!</p>
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		<title>Música no Cinema &#124; Bob Rafelson &#8211; Cada um vive como quer &#124; Chopin – Prelúdio Op. 28 nº 4</title>
		<link>https://classicosdosclassicos.mus.br/musica-no-cinema-bob-rafelson-cada-um-vive-como-quer-chopin-preludio-op-28-no-4/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Clássicos dos Clássicos]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 01 May 2021 16:06:53 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Chopin]]></category>
		<category><![CDATA[Música no Cinema]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Cada um vive como quer (Five Easy Pieces, 1970), do diretor norte-americano Bob Rafelson, é um drama com quatro indicações ao Oscar, no qual o ator Jack Nicholson teve seu primeiro papel como protagonista. No filme, Nicholson interpreta Robert Dupea, um ex-pianista clássico que que rejeita seu estilo de vida anterior e acaba trabalhando em [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Cada um vive como quer</em> (<a href="https://www.imdb.com/title/tt0065724/"><em>Five Easy Pieces</em></a>, 1970), do diretor norte-americano Bob Rafelson, é um drama com quatro indicações ao Oscar, no qual o ator Jack Nicholson teve seu primeiro papel como protagonista.</p>
<p>No filme, Nicholson interpreta Robert Dupea, um ex-pianista clássico que que rejeita seu estilo de vida anterior e acaba trabalhando em uma refinaria de petróleo. Ele mora num trailer com Rayette (Karen Black), sua namorada, que trabalha como garçonete.</p>
<p>Quando descobre que seu pai está morrendo, Robert decide voltar para casa com sua namorada. Lá, conhece Catherine (Susan Anspach), noiva de seu irmão, e se envolve com ela.</p>
<p>Na cena de <em>&#8220;Cada um vive como quer&#8221;</em> que vamos assistir, Robert toca o <em>Prelúdio Op. 28 nº 4,</em> de <a href="https://classicosdosclassicos.mus.br/compositores/frederic-chopin/">Chopin</a>. Catherine o elogia e diz que se emocionou com a música. Cínico, ele diz então: “eu escolhi essa peça porque era a mais fácil de que me lembrava. Toquei pela primeira vez quando tinha oito anos de idade, e melhor do que agora”.</p>
<p><iframe loading="lazy" title="five easy pieces - the chopin scene" width="500" height="375" src="https://www.youtube.com/embed/CbUvLbgnxIQ?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen></iframe></p>
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		<item>
		<title>Música no Cinema &#124; Kubrick – O Iluminado &#124; Bartók – Música para Cordas, Percussão e Celesta</title>
		<link>https://classicosdosclassicos.mus.br/musica-no-cinema-kubrick-o-iluminado-bartok-musica-para-cordas-percussao-e-celesta/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Clássicos dos Clássicos]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 27 Mar 2021 03:00:53 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Bartók]]></category>
		<category><![CDATA[Música no Cinema]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Iluminado (The Shining, 1980) foi um dos maiores sucessos do diretor norte-americano Stanley Kubrick.  O protagonista, interpretado por Jack Nicholson, consegue um emprego de zelador em um hotel nas Montanhas Rochosas do Colorado, fora da estação de esqui. Ele vai com a esposa e o filho pequeno para o hotel, que está vazio. O [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><i><span style="font-weight: 400;">O Iluminado</span></i><span style="font-weight: 400;"> (</span><i><span style="font-weight: 400;">The Shining</span></i><span style="font-weight: 400;">, 1980) foi um dos maiores sucessos do diretor norte-americano Stanley Kubrick. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O protagonista, interpretado por Jack Nicholson, consegue um emprego de zelador em um hotel nas Montanhas Rochosas do Colorado, fora da estação de esqui. Ele vai com a esposa e o filho pequeno para o hotel, que está vazio. O que acontece na sequência está sujeito a várias interpretações, mas as cenas de horror são impressionantes.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Kubrick usa na trilha sonora do filme trechos de obras de <a href="https://classicosdosclassicos.mus.br/obras-categoria/bartok/">Bartók</a>, Berlioz, Ligeti e Penderecki, entre outros compositores.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Vamos assistir à cena em que o menino passeia com seu triciclo pelos corredores do hotel. A trilha é a </span><i><span style="font-weight: 400;">Música para Cordas, Percussão e Celesta,</span></i><span style="font-weight: 400;"> de Bartók.</span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><i><span style="font-weight: 400;">O Iluminado</span></i><span style="font-weight: 400;"> | Bartók &#8211; </span><i><span style="font-weight: 400;">Música para Cordas, Percussão e Celesta</span></i><span style="font-weight: 400;"> | <a href="https://www.berliner-philharmoniker.de/en/">Orquestra Filarmônica de Berlim</a>, Herbert von Karajan (regente)</span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><br />
<iframe loading="lazy" title="YouTube video player" src="https://www.youtube.com/embed/rlYJlAWriaI" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
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		<item>
		<title>Música no Cinema &#124; Martin McDonagh, Na Mira do Chefe (In Bruges) &#124; Schubert, Der Leiermann</title>
		<link>https://classicosdosclassicos.mus.br/musica-no-cinema-martin-mcdonagh-na-mira-do-chefe-in-bruges-schubert-der-leiermann/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Clássicos dos Clássicos]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 18 Feb 2021 02:00:52 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Música no Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[Schubert]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Na Mira do Chefe (In Bruges, 2008), do diretor britânico Martin McDonagh, é um estranho filme, violento e cruel, ambientado em Bruges, uma linda e plácida cidade belga. Ray (Colin Farrell) e Ken (Brendan Gleeson) são dois matadores enviados à cidade por seu chefe, Harry Waters (Ralph Fiennes), para descansar antes de seu próximo trabalho. [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><a href="https://www.imdb.com/title/tt0780536/"><em>Na Mira do Chefe</em> (<em>In Bruges, </em>2008)</a>, do diretor britânico Martin McDonagh, é um estranho filme, violento e cruel, ambientado em Bruges, uma linda e plácida cidade belga.</p>
<p>Ray (Colin Farrell) e Ken (Brendan Gleeson) são dois matadores enviados à cidade por seu chefe, Harry Waters (Ralph Fiennes), para descansar antes de seu próximo trabalho. O que eles não imaginam é que o chefe planeja que um mate o outro.</p>
<p>A trilha sonora usada na cena a que vamos assistir é <a href="https://classicosdosclassicos.mus.br/obras/schubert-der-leiermann-o-homem-do-realejo/"><em>Der Leiermann</em></a> (O Homem do Realejo), última canção do ciclo <em>Winterreise</em> (Viagem de Inverno), de <a href="https://classicosdosclassicos.mus.br/compositores/franz-schubert/">Schubert</a>. Esta é a mais estranha das canções do ciclo.</p>
<p>O peregrino, no fim da viagem, chega a uma cidade e encontra um homem em andrajos e descalço na neve. Ele toca seu realejo (tradução usual, mas incorreta: o instrumento é uma viela de roda). O clima é de desesperança, de uma trágica viagem que chega a seu fim.</p>
<p>A escolha dessa canção, uma obra-prima, mas quase sem melodia e pouco conhecida, parece-me muito original.</p>
<p><iframe loading="lazy" src="https://www.youtube.com/embed/QOoWWjgzfZg" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen" data-mce-fragment="1"></iframe></p>
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		<title>Música no Cinema: Malick – Terra de Ninguém &#124; Orff – Gassenhauer</title>
		<link>https://classicosdosclassicos.mus.br/musica-no-cinema-malick-terra-de-ninguem-orff-gassenhauer/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Clássicos dos Clássicos]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 04 Feb 2021 14:26:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Música no Cinema]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O filme Terra de Ninguém (Badlands, 1973), do diretor Terrence Malick, narra a história do casal Kit e Holly (Martin Sheen e Sissy Spacek). Ambos são perseguidos pela polícia no interior de South Dakota, estado pobre do Centro-Oeste americano, depois que Kit mata o pai de Holly, incendeia sua casa e foge com ela para [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O filme <em>Terra de Ninguém</em> (<em>Badlands</em>, 1973), do diretor Terrence Malick, narra a história do casal Kit e Holly (Martin Sheen e Sissy Spacek). Ambos são perseguidos pela polícia no interior de South Dakota, estado pobre do Centro-Oeste americano, depois que Kit mata o pai de Holly, incendeia sua casa e foge com ela para a mata.</p>
<p>Vamos assistir a um clipe do filme que usa como trilha sonora um arranjo de Carl Orff para a música <em>Gassenhauer</em>, antiga obra do alaudista Hans Neusliedler, de 1536.</p>
<p><iframe loading="lazy" title="Badlands - Soundtrack &quot;Gassenhauer&quot; (1973) Carl Orff" width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/57d2vnUG24k?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen></iframe></p>
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		<title>Música no Cinema: Sidney Pollack &#8211; Entre Dois Amores &#124; Mozart &#8211; Adagio do Concerto para Clarineta</title>
		<link>https://classicosdosclassicos.mus.br/musica-no-cinema-sidney-pollack-entre-dois-amores-mozart-adagio-do-concerto-para-clarineta/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Clássicos dos Clássicos]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 14 Jan 2021 02:00:21 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mozart]]></category>
		<category><![CDATA[Música no Cinema]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O filme Entre Dois Amores (Out of Africa, 1985), dirigido por Sydney Pollack, é inspirado na autobiografia da dinamarquesa Karen Blixen (Meryl Streep), baronesa que comanda uma plantação de café no Quênia, no início do Século 20. Casada por conveniência com o Barão Bror Blixen-Finecke (Klaus Maria Brandauer), ela acaba se apaixonando pelo caçador Denys Finch Hatton (Robert Redford), [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O filme <em>Entre Dois Amores</em> (Out of Africa, 1985), dirigido por<a href="https://www.imdb.com/name/nm0001628/"> Sydney Pollack</a>, é inspirado na autobiografia da dinamarquesa Karen Blixen (Meryl Streep), baronesa que comanda uma plantação de café no Quênia, no início do Século 20. Casada por conveniência com o Barão Bror Blixen-Finecke (Klaus Maria Brandauer), ela acaba se apaixonando pelo caçador Denys Finch Hatton (Robert Redford), um aventureiro aristocrata inglês. A bela fotografia explora a imensidão da savana africana.</p>
<p>Vamos assistir a um clipe de <em>&#8220;Entre Dois Amores&#8221;</em> que usa como trilha sonora o <em>Adagio</em> do <em>Concerto para Clarineta</em> de <a href="https://classicosdosclassicos.mus.br/compositores/wolfgang-amadeus-mozart/">Mozart</a>, último trabalho instrumental do compositor, terminado em outubro de 1791, poucas semanas antes de sua morte. Seu <em>Adagio </em><em>é </em>o coração da obra; sua tristeza e melancolia são suavizadas por uma serenidade distante.</p>
<p>Sidney Pollack &#8211; Entre Dois Amores | Mozart &#8211; Adagio do Concerto para Clarineta</p>
<p><iframe loading="lazy" title="Out of Africa &amp; Wolfgang Amadeus Mozart - Clarinet concerto in A major, K. 622 - Adagio (HD)" width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/Rjzf_cWzlp8?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen></iframe></p>
<p>Saiba mais sobre o <em>Concerto para Clarineta e Orquestra</em> de Mozart:</p>
<blockquote class="wp-embedded-content" data-secret="yx29UBKv4k"><p><a href="https://classicosdosclassicos.mus.br/obras/mozart-concerto-para-clarineta-e-orquestra/">Mozart – Concerto para Clarineta e Orquestra</a></p></blockquote>
<p><iframe class="wp-embedded-content" sandbox="allow-scripts" security="restricted" title="&#8220;Mozart – Concerto para Clarineta e Orquestra&#8221; &#8212; Clássicos dos Clássicos" src="https://classicosdosclassicos.mus.br/obras/mozart-concerto-para-clarineta-e-orquestra/embed/#?secret=yx29UBKv4k" data-secret="yx29UBKv4k" width="500" height="282" frameborder="0" marginwidth="0" marginheight="0" scrolling="no"></iframe></p>
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		<title>Música no Cinema &#124; Tarkovsky – Solaris &#124; Bach &#8211; Coral Ich ruf zu dir Jesu Christ (II)</title>
		<link>https://classicosdosclassicos.mus.br/musica-no-cinema-tarkovsky-solaris-bach-coral-ich-ruf-zu-dir-jesu-christ-ii/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Clássicos dos Clássicos]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 03 Dec 2020 15:06:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Bach]]></category>
		<category><![CDATA[Música no Cinema]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Andrei Tarkovsky é considerado um dos maiores diretores do cinema russo. Seus filmes são lentos, explorando temas espirituais com paisagens de sonho e preocupação com a natureza. O filme Solaris (1972), baseado no romance do escritor polonês Stanislaw Lem, conta a história de Kris Kelvin (Donatas Banionis), um renomado psiquiatra que é enviado a uma [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Andrei Tarkovsky é considerado um dos maiores diretores do cinema russo. Seus filmes são lentos, explorando temas espirituais com paisagens de sonho e preocupação com a natureza.</p>
<p>O filme <em>Solaris</em> (1972), baseado no romance do escritor polonês Stanislaw Lem, conta a história de Kris Kelvin (Donatas Banionis), um renomado psiquiatra que é enviado a uma estação espacial no planeta Solaris para investigar o estado mental de seus tripulantes. Com o passar do tempo, ele mesmo passa a ter problemas psicológicos.</p>
<p>A escolha do Coral <em>Ich ruf zu dir Jesu Christ </em>(Rogo a ti, Senhor Jesus Cristo), um dos mais belos e elevados de Bach, une-se ao clima desta cena e reflete o sentimento existencial do personagem:</p>
<p><iframe loading="lazy" title="&quot;Listen to Bach (The Earth)&quot; from &quot;Solaris&quot;" width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/vJdQU_5E_Ao?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen></iframe></p>
<p>Já comentamos uma outra cena do filme <em>Solaris</em> aqui no site, que utiliza a mesma obra de Bach como trilha sonora:</p>
<p>&nbsp;</p>
<blockquote class="wp-embedded-content" data-secret="mmmMUcKbUy"><p><a href="https://classicosdosclassicos.mus.br/musica-no-cinema-tarkovsky-solaris-bach-preludio-do-coral-ich-ruf-zu-dir/">Música no Cinema: Tarkovsky – Solaris | Bach – Prelúdio do Coral Ich ruf&#8217; zu dir</a></p></blockquote>
<p><iframe class="wp-embedded-content" sandbox="allow-scripts" security="restricted" title="&#8220;Música no Cinema: Tarkovsky – Solaris | Bach – Prelúdio do Coral Ich ruf&#8217; zu dir&#8221; &#8212; Clássicos dos Clássicos" src="https://classicosdosclassicos.mus.br/musica-no-cinema-tarkovsky-solaris-bach-preludio-do-coral-ich-ruf-zu-dir/embed/#?secret=mmmMUcKbUy" data-secret="mmmMUcKbUy" width="500" height="282" frameborder="0" marginwidth="0" marginheight="0" scrolling="no"></iframe></p>
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		<item>
		<title>Música no Cinema &#124; Luca Guadagnino – Me chame pelo seu nome &#124; Bach &#8211; Capriccio sopra la lontananza del suo fratello diletissimo</title>
		<link>https://classicosdosclassicos.mus.br/musica-no-cinema-luca-guadagnino-me-chame-pelo-seu-nome-bach-capriccio-sopra-la-lontananza-del-suo-fratello-diletissimo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Clássicos dos Clássicos]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 19 Nov 2020 16:53:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Bach]]></category>
		<category><![CDATA[Música no Cinema]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Capriccio sopra la lontananza del suo fratello diletissimo (Capricho sobre a partida de seu amado irmão) é uma obra da juventude de Bach. A história (duvidosa) da gênese da obra é a de que Bach, então com 19 anos, a teria executado quando seu irmão Johann Jacob partia para a Suécia para assumir o [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;">O </span><i><span style="font-weight: 400;">Capriccio sopra la lontananza del suo fratello diletissimo</span></i><span style="font-weight: 400;"> (Capricho sobre a partida de seu amado irmão) é uma obra da juventude de Bach. A história (duvidosa) da gênese da obra é a de que Bach, então com 19 anos, a teria executado quando seu irmão Johann Jacob partia para a Suécia para assumir o cargo de oboísta do exército de Carlos XII. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O filme </span><i><span style="font-weight: 400;">Call me by your name</span></i><span style="font-weight: 400;"> (Me chame pelo seu nome, 2017), do diretor italiano Luca Guadagnino,</span><span style="font-weight: 400;"> é baseado no romance homônimo de André Aciman e narra uma temporada de férias na vida do adolescente Elio (Timothée Chalamet), que acontece na casa de campo de sua família. Lá, seu pai recebe o acadêmico Oliver (Hammer), para trabalhar com ele. No decorrer da história, Elio e Oliver vão se aproximando um do outro.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Na cena a que vamos assistir a seguir, </span><span style="font-weight: 400;">Elio</span><span style="font-weight: 400;"> toca para </span><span style="font-weight: 400;">Oliver quatro versões de </span><span style="font-weight: 400;">um trecho do </span><i><span style="font-weight: 400;">Capriccio</span></i><span style="font-weight: 400;"> (Ária da trompa da </span><i><span style="font-weight: 400;">diligência</span></i><span style="font-weight: 400;">): primeiro, alguns acordes no violão; depois, no piano, como Liszt a teria arranjado; em seguida, como Busoni teria alterado o arranjo de Liszt; e, finalmente, como o jovem Bach a teria executado originalmente.</span></p>
<p><iframe loading="lazy" title="Call Me By Your Name - Bach&#039;s Version" width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/bpPKlWYS1N8?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen></iframe></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Agora, vamos ouvir a versão de <a href="https://en.wikipedia.org/wiki/Rosalyn_Tureck">Rosalyn Tureck</a>, grande intérprete de <a href="https://classicosdosclassicos.mus.br/compositores/johann-sebastian-bach-2/">Bach</a>:</span></p>
<p><iframe loading="lazy" title="Rosalyn Tureck plays Bach Capriccio &quot;on the Departure of his Most Beloved Brother&quot; BWV 992 - Part 5" width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/hF9g_1aR_eM?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen></iframe></p>
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		<item>
		<title>Música no Cinema &#124; Terence Malick &#8211; O Novo Mundo &#124; Mozart &#8211; Concerto para Piano nº 23, K.488 &#8211; Adagio</title>
		<link>https://classicosdosclassicos.mus.br/musica-no-cinema-terence-malick-o-novo-mundo-mozart-concerto-para-piano-no-23-k-488-adagio/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Clássicos dos Clássicos]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 05 Nov 2020 14:02:27 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mozart]]></category>
		<category><![CDATA[Música no Cinema]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O cineasta norte-americano Terence Malick é um dos mais musicais entre os diretores de cinema. Seu filme O Novo Mundo (The New World, 2005) conta a história da relação amorosa entre o inglês John Smith (Colin Farrell) e a nativa Pocahontas (Q’orianka Kilcher) durante a fundação da colônia de Jamestown, nos Estados Unidos, em 1607. [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O cineasta norte-americano Terence Malick é um dos mais musicais entre os diretores de cinema.</p>
<p>Seu filme <em>O Novo Mundo</em> (The New World, 2005) conta a história da relação amorosa entre o inglês John Smith (Colin Farrell) e a nativa Pocahontas (<strong>Q’orianka Kilcher)</strong> durante a fundação da colônia de Jamestown, nos Estados Unidos, em 1607.</p>
<p>A escolha do celestial <em>Adagio</em> do <a href="https://classicosdosclassicos.mus.br/obras/mozart-concerto-no-23-para-piano-e-orquestra-em-la-maior/"><em>Concerto para Piano nº 23, </em>K.488</a>, de <a href="https://classicosdosclassicos.mus.br/compositores/wolfgang-amadeus-mozart/">Mozart</a>, é perfeita para o mundo de liberdade, paz e amor que a cena a seguir descreve:</p>
<p>Terrence Malick &#8211; O Novo Mundo | <a href="https://classicosdosclassicos.mus.br/compositores/wolfgang-amadeus-mozart/">Mozart</a> &#8211;<a href="https://classicosdosclassicos.mus.br/obras/mozart-concerto-no-23-para-piano-e-orquestra-em-la-maior/"> Concerto para Piano nº 23, K.488</a> (<a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Jen%C5%91_Jand%C3%B3">Jenõ Jandó</a> e <a href="https://www.naxos.com/person/Concentus_Hungaricus/35503.htm">Concentus Hungaricus)</a></p>
<p><iframe loading="lazy" title="The New World - Pure Love" width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/FBhKj1Val8o?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen></iframe></p>
<p>The post <a rel="nofollow" href="https://classicosdosclassicos.mus.br/musica-no-cinema-terence-malick-o-novo-mundo-mozart-concerto-para-piano-no-23-k-488-adagio/">Música no Cinema | Terence Malick &#8211; O Novo Mundo | Mozart &#8211; Concerto para Piano nº 23, K.488 &#8211; Adagio</a> appeared first on <a rel="nofollow" href="https://classicosdosclassicos.mus.br">Clássicos dos Clássicos</a>.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Música no Cinema &#124; Elisa, vida minha – Carlos Saura &#124; Satie – Gymnopédie nº 1 e Rameau – Papa, mon amour</title>
		<link>https://classicosdosclassicos.mus.br/elisa-vida-minha-carlos-saura-satie-gymnopedie-no-1-e-rameau-papa-mon-amour/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Clássicos dos Clássicos]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 22 Oct 2020 05:16:19 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Música no Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[Rameau]]></category>
		<category><![CDATA[Satie]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Elisa, vida minha (1977) é um filme espanhol escrito e dirigido por Carlos Saura. Em uma fazenda isolada, Luís (Fernando Rey) e Elisa, sua filha (Geraldine Chaplin), se encontram depois de 20 anos de separação. Luís escreve o que parece ser um diário ou um romance. O livro fala de lembranças do passado. A trama [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><a href="https://www.imdb.com/title/tt0075983/"><em>Elisa, vida minha</em></a> (1977) é um filme espanhol escrito e dirigido por Carlos Saura.</p>
<p>Em uma fazenda isolada, Luís (Fernando Rey) e Elisa, sua filha (Geraldine Chaplin), se encontram depois de 20 anos de separação.</p>
<p>Luís escreve o que parece ser um diário ou um romance. O livro fala de lembranças do passado. A trama se mistura com fantasias da vida adulta de Elisa.</p>
<p>Na cena a que vamos assistir, Luís escreve ouvindo a evocativa e sonhadora <em>Gymnopédie nº 1</em>, de <a href="https://classicosdosclassicos.mus.br/obras-categoria/satie/">Erik Satie</a>, seguida por <em>Papa, mon amour</em>, da ópera <em>Pygmalion</em>, de <a href="https://classicosdosclassicos.mus.br/obras-categoria/rameau/">Jean-Philippe Rameau</a>.</p>
<p><iframe loading="lazy" title="Elisa Vida Mia 1977" width="500" height="375" src="https://www.youtube.com/embed/ak9EsKYBfls?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen></iframe></p>
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		<title>Música no Cinema: Paraíso – Krzysztof Kieślowski &#124; Arvo Pärt – Für Alina</title>
		<link>https://classicosdosclassicos.mus.br/musica-no-cinema-paraiso-krzysztof-kieslowski-arvo-part-fur-alina/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Clássicos dos Clássicos]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 08 Oct 2020 13:17:44 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Música no Cinema]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Paraíso (Heaven, 2002) é um filme dirigido por Tom Tykwer e produzido a partir do roteiro do diretor polonês Krzysztof Kieślowski (1941-1996). Philippa (Cate Blanchett) é professora de inglês em Turim, na Itália. Seu marido e alguns de seus estudantes morrem, vítimas das drogas. Ela sabe quem é o traficante e quer se vingar. Para [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><a href="https://www.imdb.com/title/tt0246677/"><em>Paraíso</em> (Heaven, 2002)</a> é um filme dirigido por Tom Tykwer e produzido a partir do roteiro do diretor polonês Krzysztof Kieślowski (1941-1996).</p>
<p>Philippa (Cate Blanchett) é professora de inglês em Turim, na Itália. Seu marido e alguns de seus estudantes morrem, vítimas das drogas.</p>
<p>Ela sabe quem é o traficante e quer se vingar. Para tanto, põe uma bomba em seu escritório. Todavia, a faxineira remove o explosivo junto com o lixo. A bomba explode no elevador e mata a faxineira e mais três pessoas.</p>
<p>Philippa é presa e, durante o interrogatório, o jovem policial Filippo (G iovanni Ribisi) faz a tradução de seu depoimento do inglês para o italiano. Ele se interessa por Philippa e acaba se apaixonando por ela.</p>
<p>Os dois fogem, perseguidos pela polícia. Essa decisão mudará para sempre suas vidas.</p>
<p>Assistam a uma colagem das lindas cenas finais do filme. A <a href="https://classicosdosclassicos.mus.br/category/musica-no-cinema/">trilha sonora</a> é <em>Für Alina</em>, do compositor estoniano <a href="https://www.imdb.com/name/nm0701736/">Arvo Pärt</a> (1935), interpretada pelo pianista <a href="https://www.imdb.com/name/nm2942752/">David M. Arden</a>.</p>
<p><iframe loading="lazy" title="Heaven (Tom Tykwer - 2002) - leading up to the Final Scene" width="500" height="375" src="https://www.youtube.com/embed/RDLNnCwq4dQ?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen></iframe></p>
<p>&nbsp;</p>
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		<item>
		<title>Música no Cinema: Tarkovsky – Solaris &#124; Bach – Prelúdio do Coral Ich ruf&#8217; zu dir</title>
		<link>https://classicosdosclassicos.mus.br/musica-no-cinema-tarkovsky-solaris-bach-preludio-do-coral-ich-ruf-zu-dir/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Clássicos dos Clássicos]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 11 Jun 2020 13:08:40 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Bach]]></category>
		<category><![CDATA[Música no Cinema]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O filme Solaris (1972), do cineasta russo Andrei Tarkovsky (1932-1986), é considerado um dos melhores filmes de ficção científica. Solaris é um pequeno planeta cujos habitantes começam a apresentar problemas mentais. Um psicólogo é enviado ao local para avaliar a situação e buscar soluções. Mas será que os fenômenos estranhos reportados pelos habitantes são de fato [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O filme <em>Solaris </em>(1972), do cineasta russo <a href="https://www.imdb.com/name/nm0001789/">Andrei Tarkovsky</a> (1932-1986), é considerado um dos melhores filmes de ficção científica<em>.</em></p>
<p>Solaris é um pequeno planeta cujos habitantes começam a apresentar problemas mentais. Um psicólogo é enviado ao local para avaliar a situação e buscar soluções. Mas será que os fenômenos estranhos reportados pelos habitantes são de fato reais?</p>
<p>A cena da levitação, a que assistiremos a seguir, é belíssima em sua complexidade: uma nave espacial, uma sala com móveis antigos e um grande quadro de Pieter Bruegel faz um contraponto à cena inicial.</p>
<p>Começa então uma experiência de levitação (real ou imaginária?). O ambiente de mistério e de “sonho acordado” e as cenas superpostas do passado e do futuro são uma maravilhosa criação de Tarkovsky.</p>
<p>A música escolhida pelo diretor como trilha para a cena é o Prelúdio do Coral <em>Ich ruf&#8217; zu dir</em>,<em> </em>de <a href="https://classicosdosclassicos.mus.br/compositores/johann-sebastian-bach-2">Johann Sebastian Bach</a>:<em> </em></p>
<p><em>Solaris</em>: Cena da Levitação | Bach &#8211; Prelúdio do Coral <em>Ich ruf&#8217; zu dir</em></p>
<p><iframe loading="lazy" title="Solaris by Andrej Tarkovskij - Levitation (full scene)" width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/FcglyhUre4w?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen></iframe></p>
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		<title>Alexander Nevsky – O filme</title>
		<link>https://classicosdosclassicos.mus.br/alexander-nevsky-o-filme/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Clássicos dos Clássicos]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 25 May 2020 13:23:21 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Alexander Nevsky]]></category>
		<category><![CDATA[Música no Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[Prokofiev]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Considerada uma obra-prima do visionário diretor russo Sergei Eisenstein (1898-1948), Alexander Nevsky (1938) é um filme épico que tem como tema a invasão da Rússia, então República de Novgorod, pelos exércitos teutônicos, em 1242. O príncipe Aleksandr de Novgorod (que recebera o título de Aleksandr Nevsky por derrotar os invasores tártaros em uma batalha à [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Considerada uma obra-prima do visionário diretor russo Sergei Eisenstein (1898-1948), <em>Alexander Nevsky</em> (1938) é um filme épico que tem como tema a invasão da Rússia, então República de Novgorod, pelos exércitos teutônicos, em 1242.</p>
<p>O príncipe Aleksandr de Novgorod (que recebera o título de Aleksandr Nevsky por derrotar os invasores tártaros em uma batalha à beira do rio Neva) comanda um grande exército que enfrenta os teutônicos no episódio conhecido historicamente como a Batalha do Lago Peipus, ou Batalha no Gelo.</p>
<p>Nessa batalha, os guerreiros alemães são levados a combater sobre a superfície de um lago congelado. Quando a camada de gelo mais fina se rompe, os guerreiros se afogam nas águas geladas. Foi maior derrota do exército alemão nas chamadas Cruzadas do Norte.</p>
<p>O príncipe Alexander Nevsky foi posteriormente canonizado pela Igreja Ortodoxa Russa.</p>
<div id="attachment_5351" style="width: 660px" class="wp-caption aligncenter"><img aria-describedby="caption-attachment-5351" decoding="async" loading="lazy" class="wp-image-5351" src="https://classicosdosclassicos.mus.br/wp-content/uploads/2020/05/Eiseinstein-dirigindo-Alexander-Nevsky.jpg" alt="Eiseinstein dirigindo Alexander Nevsky" width="650" height="366" /><p id="caption-attachment-5351" class="wp-caption-text"><em>Eiseinstein dirigindo Alexander Nevsky</em></p></div>
<p>Um dos grandes destaques do filme é sua impressionante produção: na época, milhares de soldados do Exército Vermelho foram postos a serviço de Eisenstein para participar das cenas de batalha.</p>
<p>Sua trilha original foi escrita especialmente pelo compositor russo <a href="https://classicosdosclassicos.mus.br/compositores/sergei-prokofiev/">Sergei Prokofiev</a>, em íntima colaboração com Eisenstein – ora Prokofiev acompanhava a ação do filme, ora Eisenstein seguia sua música.</p>
<p>Rodado em 1937 e lançado em 1938, às vésperas da Segunda Guerra, o filme também serviu como um alerta aos soviéticos ante o perigo nazista.</p>
<p>Vamos assistir à cena culminante do filme, a <em>Batalha no Gelo</em>, seguida pela cena do <em>Campo dos Mortos</em>:</p>
<p><em>Alexander Nevsky</em>: Batalha no Gelo e Campo dos Mortos | Filarmônica de São Petersburgo regida por Yuri Temirkanov; Ketevan Kamoklidze (mezzo soprano)</p>
<p><iframe loading="lazy" title="Alexander Nevsky (as never heard before!)" width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/k2eiAEU0QZI?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen></iframe></p>
<p>Para quem quiser assistir ao filme completo, sugerimos o vídeo a seguir (com legendas em inglês):</p>
<p><iframe loading="lazy" title="Alexander Nevsky (1938) movie" width="500" height="375" src="https://www.youtube.com/embed/LpVtoUFKZ7w?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen></iframe></p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Música no Cinema: Saura – El Amor Brujo &#124; De Falla – “Dança Ritual do Fogo” e “Canção do Fogo Fátuo”</title>
		<link>https://classicosdosclassicos.mus.br/musica-no-cinema-saura-el-amor-brujo-falla-danca-ritual-do-fogo-e-cancao-do-fogo-fatuo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Clássicos dos Clássicos]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 14 May 2020 16:53:01 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Música no Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[Os quatro elementos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A obra El Amor Brujo (O Amor Feiticeiro) foi composta pelo espanhol Manuel de Falla a pedido de Pastora Imperio, uma famosa cantora e dançarina cigana de flamenco, que queria uma gitaneria (peça cigana). O enredo trata da história de Candelas, uma bela jovem cigana que é impedida de corresponder ao amor de Carmelo, seu [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A obra<a href="https://classicosdosclassicos.mus.br/obras/de-falla-el-amor-brujo-goya-disparates/"><em> El Amor Brujo</em></a> (O Amor Feiticeiro) foi composta pelo espanhol Manuel de Falla a pedido de Pastora Imperio, uma famosa cantora e dançarina cigana de flamenco, que queria uma <em>gitaneria </em>(peça cigana).</p>
<p>O enredo trata da história de Candelas, uma bela jovem cigana que é impedida de corresponder ao amor de Carmelo, seu namorado, pelo fantasma de seu antigo amante, um homem infiel e devasso que lhe aparece toda vez que ela se aproxima de Carmelo. Candelas então executa a <em>Dança Ritual do Fogo</em> para atrair o fantasma, dançando com ele em rodopios cada vez mais rápidos, até que este, tragado pelas chamas, desaparece para sempre.</p>
<p>Além de danças flamencas<em>, </em>Falla usa o <em>Cante Jondo </em>(Canto profundo), parte também da tradição cigana do Flamenco<em>. </em>Na cena seguinte à <em>Dança Ritual do Fogo, </em>Candela entoa a <em>Canção do Fogo Fátuo </em>nesse estilo, em que ritmos cruzados se opõem ao acompanhamento da orquestra que imita uma guitarra.</p>
<p>O diretor espanhol Carlos Saura escreveu o filme <em>El</em> <em>Amor Brujo </em>a partir da obra de Falla, com coreografia de Antonio Gades, porém o filme não segue o enredo do balé.</p>
<p>Vamos assistir a seguir duas de suas cenas:</p>
<p>Manuel de Falla – Do filme <em>El Amor Brujo: Dança Ritual do Fogo </em>e <em>Canção do Fogo Fátuo </em>| Dançarinos solistas: Antonio Gades e Cristina Hoyos; Cantora: Rocio Jurado.</p>
<p><iframe loading="lazy" title="El Amor Brujo [1986]" width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/wQ0ZNiJTHEs?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen></iframe></p>
<p>The post <a rel="nofollow" href="https://classicosdosclassicos.mus.br/musica-no-cinema-saura-el-amor-brujo-falla-danca-ritual-do-fogo-e-cancao-do-fogo-fatuo/">Música no Cinema: Saura – El Amor Brujo | De Falla – “Dança Ritual do Fogo” e “Canção do Fogo Fátuo”</a> appeared first on <a rel="nofollow" href="https://classicosdosclassicos.mus.br">Clássicos dos Clássicos</a>.</p>
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