<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Música no Cinema - Clássicos dos Clássicos</title>
	<atom:link href="https://classicosdosclassicos.mus.br/category/musica-no-cinema/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://classicosdosclassicos.mus.br/category/musica-no-cinema/</link>
	<description>Por Carlos Siffert</description>
	<lastBuildDate>Mon, 23 Mar 2026 19:10:24 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-BR</language>
	<sy:updatePeriod>
	hourly	</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>
	1	</sy:updateFrequency>
	
	<item>
		<title>Música no Cinema: Ensaio de Orquestra &#124; O último concerto &#124; Wagner </title>
		<link>https://classicosdosclassicos.mus.br/musica-no-cinema-ensaio-de-orquestra-o-ultimo-concerto-wagner/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Clássicos dos Clássicos]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 23 Mar 2026 01:22:33 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Música no Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[Wagner]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://classicosdosclassicos.mus.br/?p=9261</guid>

					<description><![CDATA[<p>Mais três produções que tratam do universo da música de concerto são o destaque na continuação da série “Música no cinema”.  Desta vez, a ênfase é no cotidiano dos músicos – seja de uma orquestra sinfônica, ou de um quarteto de cordas – como ponto de partida para abordar os relacionamentos humanos e a sociedade. [&#8230;]</p>
<p>The post <a rel="nofollow" href="https://classicosdosclassicos.mus.br/musica-no-cinema-ensaio-de-orquestra-o-ultimo-concerto-wagner/">Música no Cinema: Ensaio de Orquestra | O último concerto | Wagner </a> appeared first on <a rel="nofollow" href="https://classicosdosclassicos.mus.br">Clássicos dos Clássicos</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;">Mais três produções que tratam do universo da música de concerto são o destaque na continuação da série “Música no cinema”. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Desta vez, a ênfase é no cotidiano dos músicos – seja de uma orquestra sinfônica, ou de um quarteto de cordas – como ponto de partida para abordar os relacionamentos humanos e a sociedade.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Em nossa seleção, apresentamos ainda a história de um grande compositor – Richard Wagner – cuja vida foi retratada em uma série televisiva monumental.</span></p>
<p><b>Ensaio de orquestra (1978)</b></p>
<p><i><span style="font-weight: 400;">Ensaio de orquestra</span></i><span style="font-weight: 400;"> (</span><i><span style="font-weight: 400;">Prova d&#8217;orchestra</span></i><span style="font-weight: 400;">), do cineasta italiano Federico Fellini, é uma sátira mordaz à sociedade e à política, representada pela conturbada relação de poder entre um maestro e seus músicos. Uma homenagem de Fellini à arte da música, uma das paixões de sua vida, o filme tem a última das muitas trilhas sonoras que o genial Nino Rota compôs para o diretor italiano.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Uma orquestra se reúne para ensaiar em uma capela medieval romana quando uma equipe de TV aparece para entrevistar seus integrantes para um documentário. As competições internas e hierarquias entre eles são postas em evidência quando cada um defende apaixonadamente que o seu instrumento é o mais importante. Já o maestro é retratado como uma figura autoritária e ranzinza que luta para manter a ordem perante a indisciplina e as reivindicações sindicais dos músicos.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Até que vem a ruptura: os músicos se insurgem contra o maestro, que assiste impassível à sua substituição por um grande metrônomo. Uma bola de aço coloca abaixo a sala de concerto. Ruínas e caos reinam, mas o regente sacode a poeira e a música domina a cena. </span></p>
<p><iframe loading="lazy" title="Prova D&#039;Orchestra...Signori...da capo..." width="500" height="375" src="https://www.youtube.com/embed/fOS2_oBMko8?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><b>O último concerto (2012)</b></p>
<p><i><span style="font-weight: 400;">O último concerto</span></i><span style="font-weight: 400;"> (</span><i><span style="font-weight: 400;">A Late Quartet</span></i><span style="font-weight: 400;">) é um filme do roteirista e diretor Yaron Zilberman. O drama </span><span style="font-weight: 400;">conta </span><span style="font-weight: 400;">a história de um renomado quarteto de cordas que está às vésperas de seu aniversário de 25 anos, quando o violoncelista (Christopher Walken), diagnosticado com o Mal de Parkinson, anuncia que o primeiro concerto da turnê será o seu último.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Com o futuro do grupo ameaçado, os quatro integrantes preparam sua última apresentação, trazendo à tona os amores e desafetos criados na trajetória de sua longa parceria. Brigas, lágrimas, traições e batalhas de egos emergem nesse processo.</span> <span style="font-weight: 400;">Somente o vínculo profundo entre os integrantes e o poder da música podem preservar o legado do grupo. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O tempo e sua efemeridade são os temas centrais da trama. <a href="https://classicosdosclassicos.mus.br/obras/beethoven-os-ultimos-quartetos-quarteto-op-131/">O </a></span><a href="https://classicosdosclassicos.mus.br/obras/beethoven-os-ultimos-quartetos-quarteto-op-131/"><i><span style="font-weight: 400;">Quarteto nº. 14 em Dó Sustenido Menor, Op. 131</span></i></a><span style="font-weight: 400;">, de <a href="https://classicosdosclassicos.mus.br/compositores/ludwig-van-beethoven/">Beethoven</a>, tem destaque no filme, que faz uma homenagem à música de câmara e ao mundo cultural de Nova York.</span></p>
<p><iframe loading="lazy" title="Parar para empezar (A late quartet)" width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/3iDhHgZH5lI?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><b>Wagner (1983)</b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Esta monumental minissérie biográfica em dez capítulos, dirigida por Tony Palmer e estrelada pelo ator Richard Burton, conta a trajetória do compositor alemão <a href="https://classicosdosclassicos.mus.br/compositores/richard-wagner/">Richard Wagner</a>. Da sua participação nas jornadas revolucionárias de 1848 até a sua consagração final em Bayreuth, em 1876, passando pela amizade com o Rei Ludwig II da Baviera e por fatos de sua conturbada vida pessoal, a produção dá ênfase à personalidade poderosa de <a href="https://classicosdosclassicos.mus.br/compositores/richard-wagner/">Wagner</a>, seu ego gigantesco, sua visão artística revolucionária e seu nacionalismo germânico exacerbado.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">De estrutura </span><i><span style="font-weight: 400;">wagneriana</span></i><span style="font-weight: 400;">, a longa produção mostra como a visão artística do compositor impulsionou o drama musical ocidental em uma nova direção. O uso da música também tem seu precedente </span><i><span style="font-weight: 400;">wagneriano</span></i><span style="font-weight: 400;">, com </span><i><span style="font-weight: 400;">leitmotivs</span></i><span style="font-weight: 400;"> associados a eventos e personagens recorrentes. A trilha sonora dirigida por Sir Georg Solti foi gravada especialmente para o filme.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Assista a seguir uma cena em que <a href="https://classicosdosclassicos.mus.br/compositores/richard-wagner/">Wagner</a> ensaia a ópera </span><i><span style="font-weight: 400;">Tannhäuser</span></i><span style="font-weight: 400;"> com o pianista Hans von Büllow e o tenor Albert Niemann:</span></p>
<p><iframe loading="lazy" title="Wagner (1983) - Tannhäuser rehearsal" width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/WYnw8tGN28Q?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>The post <a rel="nofollow" href="https://classicosdosclassicos.mus.br/musica-no-cinema-ensaio-de-orquestra-o-ultimo-concerto-wagner/">Música no Cinema: Ensaio de Orquestra | O último concerto | Wagner </a> appeared first on <a rel="nofollow" href="https://classicosdosclassicos.mus.br">Clássicos dos Clássicos</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Música no Cinema &#124; Delírio de amor – Rhapsody in blue – Todas as manhãs do mundo</title>
		<link>https://classicosdosclassicos.mus.br/musica-no-cinema-delirio-de-amor-rhapsody-in-blue-todas-as-manhas-do-mundo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Clássicos dos Clássicos]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 02 Feb 2026 19:25:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Música no Cinema]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://classicosdosclassicos.mus.br/?p=9219</guid>

					<description><![CDATA[<p>Voltamos a falar de produções cinematográficas que trazem como tema principal personagens ligados à música clássica (reais ou fictícios) e exploram suas biografias recheadas de intensa carga dramática e composições inesquecíveis. Destacamos mais três filmes: Delírio de amor, sobre a vida de Tchaikovsky; Rhapsody in Blue, sobre George Gershwin; e Todas as manhãs do mundo, [&#8230;]</p>
<p>The post <a rel="nofollow" href="https://classicosdosclassicos.mus.br/musica-no-cinema-delirio-de-amor-rhapsody-in-blue-todas-as-manhas-do-mundo/">Música no Cinema | Delírio de amor – Rhapsody in blue – Todas as manhãs do mundo</a> appeared first on <a rel="nofollow" href="https://classicosdosclassicos.mus.br">Clássicos dos Clássicos</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Voltamos a falar de produções cinematográficas que trazem como tema principal personagens ligados à música clássica (reais ou fictícios) e exploram suas biografias recheadas de intensa carga dramática e composições inesquecíveis.</p>
<p>Destacamos mais três filmes: Delírio de amor, sobre a vida de Tchaikovsky; Rhapsody in Blue, sobre George Gershwin; e Todas as manhãs do mundo, sobre os compositores franceses Marin Marais e Jean de Sainte-Colombe.</p>
<p><strong>Delírio de amor (1970)</strong></p>
<p>Paixão criativa, desejo reprimido e muitos excessos dominam esta controversa cinebiografia do compositor russo Pyotr Ilyich Tchaikovsky (1840-93), dirigida por Ken Russell. O filme britânico (cujo título original é The Music Lovers) une drama e romance para contar a trágica história do artista, interpretado pelo ator Richard Chamberlain.</p>
<p>Inseguro emocionalmente e depressivo, Tchaikovsky batalha para que sua música seja aceita. Enquanto cria obras imortais, sua vida pessoal desmorona em um turbilhão de paixão, repressão e tragédia. No filme, ele vive uma conturbada relação amorosa com o Conde Chiluvsky (Christopher Gable), mas tenta reprimir seus desejos aceitando um casamento de conveniência com Antonina (Glenda Jackson), ex-aluna instável e obsessiva.</p>
<p>Na cena a seguir, vemos a estreia do Concerto para Piano nº. 1, com Tchaikovsky ao piano, tocando o final do último movimento:</p>
<p><iframe loading="lazy" title="Tchaikovsky - The Music Lovers - 1970 - Scene with Rubinstein" width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/1JoK8bWW61A?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
<p><strong>Rhapsody in Blue (1945)</strong></p>
<p>Dirigido por Irving Rapper e estrelado por Robert Alda, Rhapsody in Blue é a cinebiografia do compositor norte-americano George Gershwin. A dramatização de sua carreira meteórica e sua morte trágica aos 38 anos resultou neste filme altamente ficcionalizado, mas que apresenta várias de suas obras de concerto, além de algumas de suas canções mais populares, como Summertime.</p>
<p>Várias figuras do círculo de Gershwin interpretam a si mesmas, entre elas o pianista e humorista Oscar Levant (é dele os solos de piano de Rhapsody in Blue e do Concerto em Fá, no filme).</p>
<p>Com ambição de se tornar um compositor clássico, Gershwin escreveu peças sinfônicas, concertos e uma ópera. A cena a seguir recria a estreia histórica de Rhapsody in Blue no Aeolian Hall. O maestro é Paul Whiteman, que regeu a obra em sua estreia real.</p>
<p><iframe loading="lazy" title="Rhapsody in Blue Debut | Rhapsody In Blue | Warner Archive" width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/VAuTouBhN5k?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
<p><strong>Todas as manhãs do mundo (1991)</strong></p>
<p>Este filme (em francês, Tous les matins du monde), dirigido por Alain Corneau, revisita as figuras de Marin Marais e Jean de Sainte-Colombe, compositores franceses muitas vezes ofuscados por Lully. Além de obras desses compositores, a trilha inclui obras de Rameau e Couperin, todas dirigidas e interpretadas pelo músico Jordi Savall.</p>
<p>Marais (Gérard Depardieu), prestigiado violista de Luís XIV, foi aluno de Sainte-Colombe (Jean-Pierre Marielle). Ao final da vida, conta a história de seu aprendizado com esse mestre da viola da gamba, austero e severo com o seu jovem aluno (Guillaume Depardieu), e de sua ascensão à corte real. O som da viola de gamba, ao longo do filme, desempenha um papel importante na definição do clima.</p>
<p>Na cena a seguir, o jovem Marais, aos 17 anos, visita Sainte-Colombe e toca viola da gamba:</p>
<p><iframe loading="lazy" title="Tous Les Matins du Monde - Improvisation sur les Folies" width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/MoXrMOsnRVo?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>The post <a rel="nofollow" href="https://classicosdosclassicos.mus.br/musica-no-cinema-delirio-de-amor-rhapsody-in-blue-todas-as-manhas-do-mundo/">Música no Cinema | Delírio de amor – Rhapsody in blue – Todas as manhãs do mundo</a> appeared first on <a rel="nofollow" href="https://classicosdosclassicos.mus.br">Clássicos dos Clássicos</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Música no Cinema: Impromptu &#124; Chevalier &#124; Shine</title>
		<link>https://classicosdosclassicos.mus.br/musica-no-cinema-impromptu-chevalier-shine/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Clássicos dos Clássicos]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 17 Nov 2025 19:36:35 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Música no Cinema]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://classicosdosclassicos.mus.br/?p=9158</guid>

					<description><![CDATA[<p>Mais três produções cinematográficas inspiradas pela música clássica são abordadas na continuação da série Música no Cinema. Destacamos aqui os filmes Impromptu (1991), Chevalier: a verdadeira história nunca contada (2022) e Shine (1996). Impromptu (1991) Escrito por Sarah Kernochan e dirigido por James Lapine, Impromptu mistura drama histórico com humor ao narrar o romance entre a escritora francesa George Sand (Judy Davis) e o compositor Frédéric [&#8230;]</p>
<p>The post <a rel="nofollow" href="https://classicosdosclassicos.mus.br/musica-no-cinema-impromptu-chevalier-shine/">Música no Cinema: Impromptu | Chevalier | Shine</a> appeared first on <a rel="nofollow" href="https://classicosdosclassicos.mus.br">Clássicos dos Clássicos</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;">Mais três produções cinematográficas inspiradas pela música clássica são abordadas na continuação da série Música no Cinema.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Destacamos aqui os filmes </span><i><span style="font-weight: 400;">Impromptu</span></i><span style="font-weight: 400;"> (1991), </span><i><span style="font-weight: 400;">Chevalier: a verdadeira história nunca contada</span></i><span style="font-weight: 400;"> (2022) e </span><i><span style="font-weight: 400;">Shine</span></i><span style="font-weight: 400;"> (1996).</span></p>
<p><b>Impromptu (1991)</b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Escrito por Sarah Kernochan e dirigido por James Lapine, </span><i><span style="font-weight: 400;">Impromptu</span></i><span style="font-weight: 400;"> mistura drama histórico com humor ao narrar o romance entre a escritora francesa George Sand (Judy Davis) e o compositor Frédéric Chopin (Hugh Grant) na Paris do século XIX, centro da arte e da cultura da época. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Conhecida por sua ousadia, personalidade forte e estilo andrógino, George Sand nutre uma profunda admiração por Chopin, compositor genial, de comportamento retraído e saúde frágil. Ela decide criar uma oportunidade para conhecê-lo. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Embora inicialmente resista às investidas da escritora, Chopin fica intrigado com uma bela carta de amor que lhe é dirigida. Ao longo da trama, diversos obstáculos aparecem, como rivais, amantes e duelos. O filme aborda também a amizade entre Chopin, Liszt e Delacroix.  </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Na cena a seguir, Chopin toca sua </span><i><span style="font-weight: 400;">Balada nº. 1 em Sol Menor, Op. 23</span></i><span style="font-weight: 400;">, quando o escritor Félicien Mallefille entra na sala, agitado, e joga um vaso de porcelana na parede. Chopin para de tocar e descobre, chocado, que Sand estava escondida embaixo do piano.</span></p>
<p><iframe loading="lazy" title="Impromptu (3/11) Movie CLIP - Don&#039;t Stop! (1991) HD" width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/pmC3rsgHD9E?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><b>Chevalier: a verdadeira história nunca contada (2022)</b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O filme é baseado na história real de Joseph Bologne, o primeiro músico negro a receber aclamação da crítica na Europa no século XVIII, desafiando os padrões sociais de seu tempo. Com direção de Stephen Williams e roteiro de Stefani Robinson, a produção traz no elenco Kelvin Harrison Jr. no papel de Bologne.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Filho ilegítimo de uma escravizada africana e um fazendeiro francês, Bologne nasceu em 1745 na colônia francesa de Guadalupe, Caribe. Ainda criança, foi levado por seu pai para a França, onde teve sua educação formal. Se formou em literatura e matemática, praticou hipismo e esgrima. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Durante sua graduação na Academia, foi nomeado por Maria Antonieta oficial do guarda-costas do rei, ficando conhecido como Chevalier de Saint-Georges. Também liderou o primeiro regimento totalmente negro da França, lutando na Revolução Francesa. Como compositor, sua produção inclui concertos para violino e orquestra, quartetos de cordas, sinfonias concertantes, sonatas e óperas.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Na cena a seguir, Mozart está em um concerto em Paris quando Bologne adentra o teatro e pede para acompanhá-lo na execução do </span><i><span style="font-weight: 400;">Concerto para violino nº. 5</span></i><span style="font-weight: 400;">. Os dois travam uma batalha de </span><i><span style="font-weight: 400;">cadenzas</span></i><span style="font-weight: 400;"> e Bologne triunfa ao final.</span></p>
<p><iframe loading="lazy" title="First 7 Minutes Of Chevalier | Official Film | Hulu" width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/jwXT9WHGFLo?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><b>Shine (1996)</b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Dirigido por Scott Hicks, </span><i><span style="font-weight: 400;">Shine</span></i><span style="font-weight: 400;"> é um drama biográfico sobre o pianista australiano David Helfgott, que, na casa dos 40 anos de idade, retoma sua brilhante carreira interrompida duas décadas antes por causa de um colapso nervoso. O ator Geoffrey Rush, no papel de David adulto, ganhou o Oscar por sua interpretação.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Menino-prodígio, David enfrenta um pai dominador e suas próprias dificuldades para alcançar a perfeição. O roteiro é baseado em </span><i><span style="font-weight: 400;">flashbacks</span></i><span style="font-weight: 400;"> desde a infância do pianista na Austrália dos anos 1950, sua evolução musical, seu encontro com a loucura, com a música de Rachmaninov, até sua restauração e relativa adaptação psicológica graças ao amor de Gillian, com quem casa, voltando a tocar.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Na cena a seguir, o pianista chega em um bar e interpreta o </span><i><span style="font-weight: 400;">Voo do besouro</span></i><span style="font-weight: 400;">, de Rimsky-Korsakov, arrancando aplausos do público.</span></p>
<p><iframe loading="lazy" title="Shine (1996) - Flight of the Bumblebee" width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/8_p6-cAMr_g?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>The post <a rel="nofollow" href="https://classicosdosclassicos.mus.br/musica-no-cinema-impromptu-chevalier-shine/">Música no Cinema: Impromptu | Chevalier | Shine</a> appeared first on <a rel="nofollow" href="https://classicosdosclassicos.mus.br">Clássicos dos Clássicos</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Música no Cinema: O pianista &#124; Antonia, uma sinfonia &#124; Minha amada imortal</title>
		<link>https://classicosdosclassicos.mus.br/musica-no-cinema-o-pianista-antonia-uma-sinfonia-minha-amada-imortal/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Clássicos dos Clássicos]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 22 Sep 2025 13:48:37 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Música no Cinema]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://classicosdosclassicos.mus.br/?p=9101</guid>

					<description><![CDATA[<p>Destacamos, na continuação da série Música no Cinema, mais três produções cinematográficas que se desenvolvem a partir da música clássica como tema principal. As vidas de três personagens de épocas distintas e suas inspiradoras histórias ligadas ao universo musical são abordadas nas tramas dos filmes O pianista (2002), Antonia, uma sinfonia (2018), e Minha amada [&#8230;]</p>
<p>The post <a rel="nofollow" href="https://classicosdosclassicos.mus.br/musica-no-cinema-o-pianista-antonia-uma-sinfonia-minha-amada-imortal/">Música no Cinema: O pianista | Antonia, uma sinfonia | Minha amada imortal</a> appeared first on <a rel="nofollow" href="https://classicosdosclassicos.mus.br">Clássicos dos Clássicos</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;">Destacamos, na continuação da série Música no Cinema, mais três produções cinematográficas que se desenvolvem a partir da música clássica como tema principal.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">As vidas de três personagens de épocas distintas e suas inspiradoras histórias ligadas ao universo musical são abordadas nas tramas dos filmes </span><i><span style="font-weight: 400;">O pianista</span></i><span style="font-weight: 400;"> (2002), </span><i><span style="font-weight: 400;">Antonia, uma sinfonia</span></i><span style="font-weight: 400;"> (2018), e </span><i><span style="font-weight: 400;">Minha amada imortal</span></i><span style="font-weight: 400;"> (1994).</span></p>
<p><b>O pianista</b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Baseado no romance homônimo autobiográfico do pianista e compositor Wladyslaw Szpilman, </span><i><span style="font-weight: 400;">O pianista</span></i><span style="font-weight: 400;"> (2002) foi dirigido por Roman Polansky e conta como seu protagonista sobreviveu à perseguição nazista, durante a Segunda Guerra Mundial, nas ruínas de Varsóvia da Polônia ocupada. Indicado a sete Oscars, o filme foi premiado nas categorias de Melhor Diretor, Melhor Ator e Melhor Roteiro Adaptado.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Vivido pelo ator Adrian Brody, Szpilman tocava peças clássicas em uma rádio da cidade quando iniciaram as restrições impostas pelos nazistas, incluindo o confinamento em uma área vigiada e cercada por muros, que deu origem ao Gueto de Varsóvia. Durante a perseguição, sua família foi capturada e enviada para os campos de concentração. Ele conseguiu escapar, refugiando-se em prédios abandonados da cidade, até que a guerra terminasse.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Na cena a seguir, o músico é descoberto em seu esconderijo por um oficial alemão. Ao dizer que é um pianista, este pede que ele toque algo. Szpilman interpreta, então, a </span><i><span style="font-weight: 400;">Balada nº.1</span></i><span style="font-weight: 400;"> de <a href="https://classicosdosclassicos.mus.br/compositores/frederic-chopin/">Chopin</a>: </span></p>
<p><iframe loading="lazy" title="Chopin Ballade in G Minor Scene- The Pianist" width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/jHfQCfUTlXE?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
<p><b>Antonia, uma sinfonia</b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Com roteiro e direção de Maria Peters, </span><i><span style="font-weight: 400;">Antonia, uma sinfonia</span></i><span style="font-weight: 400;"> (2018) traz uma reflexão sempre atual: a mulher que luta contra os preconceitos e enfrenta os padrões sociais de sua época. Baseado em uma história real, o filme retrata a vida de Antonia Brico (1902-1989), que se tornou a primeira musicista a reger a Filarmônica de Nova York em 1938. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Christanne de Bruijn, no papel de Antonia, protagoniza a trajetória da menina que aprendeu a tocar piano ainda pequena, imigrando da Holanda para os Estados Unidos na década de 1920. Com o sonho de conduzir uma grande orquestra, ela encontra vários empecilhos em sua jornada. Determinada, procura os melhores mestres para sua formação, precisando, para isso, demonstrar grande conhecimento técnico e teórico.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Assista ao trailer do filme:</span></p>
<p><iframe loading="lazy" title="Antonia: Uma Sinfonia - Trailer (HD)" width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/EyoVFmhZ9VM?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
<p><b>Minha amada imortal</b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O filme </span><i><span style="font-weight: 400;">Minha amada imortal</span></i><span style="font-weight: 400;"> (1994), dirigido por Bernard Rose e tendo no papel principal o ator Gary Oldman, aborda, de forma romanceada, o misterioso amor de <a href="https://classicosdosclassicos.mus.br/compositores/ludwig-van-beethoven/">Ludwig van Beethoven</a>. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Quando o compositor morre, em 1827, seu grande amigo Anton Felix Schindler (Jeroen Krabbé) decide cumprir seu último desejo: deixar, em testamento, tudo para a “Amada Imortal”, sem especificar seu nome. Schindler empreende então uma jornada para tentar descobrir esta misteriosa musa depois de encontrar as cartas de amor que ambos trocaram.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Destacam-se na trama alguns dos principais momentos da vida de <a href="https://classicosdosclassicos.mus.br/compositores/ludwig-van-beethoven/">Beethoven</a>, como o processo de sua surdez, a rejeição social e a sua relação paternal com o único sobrinho, Karl. Pela intensidade dos sentimentos e pela força da música do compositor, o filme extrapola os limites do melodrama.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Na cena a seguir, Schindler relembra sua conversa com Beethoven sobre o poder da música, durante o ensaio da </span><i><span style="font-weight: 400;">Sonata a Kreutzer</span></i><span style="font-weight: 400;">, interpretada por George Bridgetower (violino) e Ignaz Schuppanzigh (piano):</span></p>
<p><iframe loading="lazy" title="Beethoven Scene from&quot;Immortal Beloved&quot; (1994) Music, What is It ?" width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/xNq_G5QxVhk?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>The post <a rel="nofollow" href="https://classicosdosclassicos.mus.br/musica-no-cinema-o-pianista-antonia-uma-sinfonia-minha-amada-imortal/">Música no Cinema: O pianista | Antonia, uma sinfonia | Minha amada imortal</a> appeared first on <a rel="nofollow" href="https://classicosdosclassicos.mus.br">Clássicos dos Clássicos</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Música no Cinema: Paganini &#124; Coco Chanel &#038; Igor Stravinsky &#124; Tár  </title>
		<link>https://classicosdosclassicos.mus.br/musica-no-cinema-paganini-coco-chanel-igor-stravinsky-tar/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Clássicos dos Clássicos]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 14 Jul 2025 17:31:14 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Música no Cinema]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://classicosdosclassicos.mus.br/?p=9031</guid>

					<description><![CDATA[<p>Na continuação da série Música no Cinema, apresentamos mais uma seleção de produções que trazem no papel principal alguns dos personagens mais fascinantes ligados à música clássica. Nesta semana, destacamos três filmes que abordam artistas de diferentes períodos musicais do Romantismo, passando pelo Modernismo, e até os dias atuais. Acompanhe a seguir as tramas cinematográficas [&#8230;]</p>
<p>The post <a rel="nofollow" href="https://classicosdosclassicos.mus.br/musica-no-cinema-paganini-coco-chanel-igor-stravinsky-tar/">Música no Cinema: Paganini | Coco Chanel &#038; Igor Stravinsky | Tár  </a> appeared first on <a rel="nofollow" href="https://classicosdosclassicos.mus.br">Clássicos dos Clássicos</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;">Na continuação da série Música no Cinema, apresentamos mais uma seleção de produções que trazem no papel principal alguns dos personagens mais fascinantes ligados à música clássica.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Nesta semana, destacamos três filmes que abordam artistas de diferentes períodos musicais do Romantismo, passando pelo Modernismo, e até os dias atuais.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Acompanhe a seguir as tramas cinematográficas baseadas nas vidas do violinista Niccolò Paganini, do compositor Igor Stravinsky e de uma regente contemporânea polêmica.</span></p>
<p><b>Paganini: The Devil’s Violinist (2013)</b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A história do violinista e compositor italiano Niccolò Paganini é contada neste filme com roteiro e direção de Bernard Rose, tendo no papel principal o violinista alemão David Garrett.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Paganini foi um grande virtuose que viveu no início do século XIX, cuja mítica figura e virtuosismo estavam relacionados à lenda de que ele havia feito um pacto com o diabo. Famoso em toda Europa, com exceção de Londres, no filme, ele se prepara para sua estreia londrina quando se apaixona pela filha de um empresário inglês, despertando a ira de seu agente.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Assista a uma cena em que Paganini interpreta o </span><i><span style="font-weight: 400;">Capricho nº. 24</span></i><span style="font-weight: 400;">, uma de suas composições mais conhecidas, que inspirou compositores como Johannes Brahms e Sergei Rachmaninov:</span></p>
<p><iframe loading="lazy" title="Paganini&#039;s Caprice No. 24" width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/L1xWbrwSb7E?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><b>Coco Chanel &amp; Igor Stravinsky (2009)</b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Baseado no livro de Chris Greenhalgh, o filme, dirigido por Jan Kouen, retrata a frenética Paris do início do século XX, colocando em primeiro plano duas célebres personalidades da época: a estilista francesa Coco Chanel</span> <span style="font-weight: 400;">(Anna Mouglalis) e o compositor russo</span> <span style="font-weight: 400;">Igor Stravinsky</span> <span style="font-weight: 400;">(Mads Mikkelsen). </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Em 1913, na noite de 29 de maio, Chanel vai ao Théatre des Champs-Élysées para assistir à estreia do balé </span><i><span style="font-weight: 400;">A sagração da primavera</span></i><span style="font-weight: 400;">, de <a href="https://classicosdosclassicos.mus.br/compositores/igor-stravinsky/">Stravinsky</a>, com coreografia de Nijinsky.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A longa abertura do filme reencena essa revolucionária montagem que causou um dos grandes escândalos da história da música, provocando reações violentas do público. Logo no início da performance, começaram as vaias, resultando em um verdadeiro tumulto:</span></p>
<p><iframe loading="lazy" title="Coco Chanel and Igor Stravinsky (2010) - Opening Scene" width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/5yPZQTyihnk?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><b>Tár (2022)</b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Indicado ao Oscar 2023 em seis categorias, incluindo Melhor Filme, Melhor Diretor e Melhor Atriz, este drama psicológico, escrito e dirigido por Todd Field, tem Cate Blanchett como a fictícia regente e compositora Lydia Tár.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Em uma indústria da música clássica dominada por homens, ela é a primeira mulher a reger a Filarmônica de Berlim, e se prepara para fazer uma histórica gravação ao vivo da </span><i><span style="font-weight: 400;">Quinta Sinfonia</span></i><span style="font-weight: 400;"> de Mahler. No entanto, sérias acusações sobre sua trajetória vêm à tona, abrindo caminho para uma investigação sobre abusos de poder e privilégio.</span><span style="font-weight: 400;"> A</span><span style="font-weight: 400;">utoritária no trato com os músicos ou em suas relações pessoais, Lydia vive, então, uma tragédia pela qual será duramente cobrada.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Para Cate Blanchett e Todd Field, </span><i><span style="font-weight: 400;">Tár</span></i><span style="font-weight: 400;"> é um filme, e não um documentário sobre o mundo da música clássica. A atriz afirmou que o longa é sobre o poder, e o poder não têm gênero: “Não é um filme sobre regência, e acho que as circunstâncias da personagem são totalmente fictícias. Olhei para tantos maestros diferentes, mas também olhei para romancistas, artistas visuais e músicos de todos os tipos.”</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Assista a um trecho em que a protagonista ensaia com a orquestra a </span><i><span style="font-weight: 400;">Quinta</span></i><span style="font-weight: 400;"> de Mahler:</span></p>
<p><iframe loading="lazy" title="Tár (2022) - Conducting Scene | Movieclips" width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/HqCIYWZ5b7k?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>The post <a rel="nofollow" href="https://classicosdosclassicos.mus.br/musica-no-cinema-paganini-coco-chanel-igor-stravinsky-tar/">Música no Cinema: Paganini | Coco Chanel &#038; Igor Stravinsky | Tár  </a> appeared first on <a rel="nofollow" href="https://classicosdosclassicos.mus.br">Clássicos dos Clássicos</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Música no Cinema: A música clássica no papel principal</title>
		<link>https://classicosdosclassicos.mus.br/musica-no-cinema-a-musica-classica-no-papel-principal/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Clássicos dos Clássicos]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 26 May 2025 19:36:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Música no Cinema]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://classicosdosclassicos.mus.br/?p=8982</guid>

					<description><![CDATA[<p>Na série Música no Cinema, já apresentamos muitos filmes em que a música clássica é parte fundamental de suas trilhas sonoras. Mas, e quando a música clássica é a própria protagonista? O cinema tem retratado vários personagens fascinantes da história da música, sejam compositores, regentes, cantores ou instrumentistas. Suas trajetórias são uma fonte inesgotável de [&#8230;]</p>
<p>The post <a rel="nofollow" href="https://classicosdosclassicos.mus.br/musica-no-cinema-a-musica-classica-no-papel-principal/">Música no Cinema: A música clássica no papel principal</a> appeared first on <a rel="nofollow" href="https://classicosdosclassicos.mus.br">Clássicos dos Clássicos</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;">Na <a href="https://classicosdosclassicos.mus.br/category/musica-no-cinema/">série Música no Cinema</a>, já apresentamos muitos filmes em que a música clássica é parte fundamental de suas trilhas sonoras. Mas, e quando a música clássica é a própria protagonista?</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O cinema tem retratado vários personagens fascinantes da história da música, sejam compositores, regentes, cantores ou instrumentistas. Suas trajetórias são uma fonte inesgotável de inspiração para a sétima arte. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Ao combinar história e drama, as produções revelam não apenas o talento, mas também as dores, os conflitos e as paixões dos grandes nomes da música, que ganham vida nas telas e têm sua memória preservada, além de sensibilizar novos públicos sobre sua importância e contribuição artística.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Vamos apresentar, nesta nova edição da série, alguns dos filmes mais interessantes sobre essas inesquecíveis personalidades da música.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><b>Maria</b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O filme </span><i><span style="font-weight: 400;">Maria</span></i><span style="font-weight: 400;">, de 2024 (</span><i><span style="font-weight: 400;">Maria Callas</span></i><span style="font-weight: 400;">, no Brasil), dirigido pelo chileno Pablo Larraín, traz a atriz Angelina Jolie no papel de uma das mais icônicas vozes da história da ópera.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O drama biográfico mostra a grande artista em busca de sua identidade, retratando o período em que a soprano greco-americana se refugia na Paris dos anos 1970, após uma vida pública marcada pelo glamour e pela turbulência. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O filme revisita os últimos dias de Callas e faz uma investigação psicológica da protagonista, enquanto aborda suas memórias e amizades, seus traumas e amores.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Assista a uma cena em que a personagem interpreta a ária </span><i><span style="font-weight: 400;">Vissi d’arte</span></i><span style="font-weight: 400;">, da ópera </span><i><span style="font-weight: 400;">Tosca</span></i><span style="font-weight: 400;"> de Puccini:</span></p>
<p><iframe loading="lazy" title="Maria Callas -  Vissi d&#039;arte Maria (From Maria Soundtrack)" width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/Fdmu611Iy-k?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
<p><b>Maestro</b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Dirigido e protagonizado por Bradley Cooper, o longa </span><i><span style="font-weight: 400;">Maestro</span></i><span style="font-weight: 400;">, de 2023, mostra a vida e a carreira do compositor, pianista e regente norte-americano Leonard Bernstein, que dirigiu a Orquestra Filarmônica de Nova York por 18 anos, e compôs trilhas para aclamados musicais da Broadway, como </span><i><span style="font-weight: 400;">West Side Story</span></i><span style="font-weight: 400;"> e </span><i><span style="font-weight: 400;">Candice</span></i><span style="font-weight: 400;">. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Carey Mulligan vive a sua esposa, a atriz de TV e teatro Felicia Montealegre. A complexa relação dos dois é o fio condutor do roteiro.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Para a crítica de cinema do </span><i><span style="font-weight: 400;">New York Times</span></i><span style="font-weight: 400;">, Manohla Dargis, &#8220;o uso mais poderoso da música é uma incrível sequência estendida em que Bernstein rege a </span><i><span style="font-weight: 400;">Sinfonia nº. 2</span></i><span style="font-weight: 400;"> de Gustav Mahler com um fervor exultante. É como se ele fosse tocado por Deus”.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Para gravá-la, Cooper recebeu a orientação do maestro Yannick Nézet-Séguin, diretor da Orquestra da Filadélfia e do Metropolitan de Nova York. Assista à cena:</span></p>
<p><iframe loading="lazy" title="Maestro | Ely Cathedral | Official Clip | Netflix" width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/rI7wjxLX0KQ?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><b>Amadeus</b></p>
<p><i><span style="font-weight: 400;">Amadeus</span></i><span style="font-weight: 400;">, de 1984, dirigido por Miloš Forman foi vencedor de 8 Oscars. A produção reimagina a vida do compositor austríaco Wolfgang Amadeus Mozart a partir da perspectiva de seu rival, Antonio Salieri. Nos papeis dos protagonistas estão F. Murray Abraham, como Salieri, e Tom Hulce, como Mozart.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O filme não busca a precisão histórica, mas um retrato emocional e teatral do gênio musical. O Mozart que vemos na tela é irreverente, infantil e genial, em contraste com o amargurado Salieri, que reconhece o talento do jovem compositor e se consome em inveja. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">As atuações dos dois atores principais, a dramaticidade e o dinamismo das cenas, a maquiagem e os figurinos premiados, além, é claro, da música deslumbrante, são pontos altos do longa.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Assista ao trailer:</span></p>
<p><iframe loading="lazy" title="Amadeus | 4K Ultra HD Trailer | Warner Bros. Entertainment" width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/ZQV9yySOmhs?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>The post <a rel="nofollow" href="https://classicosdosclassicos.mus.br/musica-no-cinema-a-musica-classica-no-papel-principal/">Música no Cinema: A música clássica no papel principal</a> appeared first on <a rel="nofollow" href="https://classicosdosclassicos.mus.br">Clássicos dos Clássicos</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Música no Cinema &#124; Richard Strauss – Assim falou Zaratustra &#124; Barbie e Uma Odisseia no Espaço</title>
		<link>https://classicosdosclassicos.mus.br/musica-no-cinema-richard-strauss-assim-falou-zaratustra-barbie-e-uma-odisseia-no-espaco/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Clássicos dos Clássicos]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 09 Oct 2023 14:34:18 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Música no Cinema]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://classicosdosclassicos.mus.br/?p=8339</guid>

					<description><![CDATA[<p>O filme de ficção científica 2001 – Uma Odisseia no Espaço (1968), de Stanley Kubrick, popularizou o tema inicial do poema sinfônico Assim Falou Zaratustra, de Richard Strauss (1864-1949). A peça surge na primeira parte do filme, &#8220;A aurora do Homem&#8221;, em sua cena mais famosa. Nela, um macaco pega um osso e bate com [&#8230;]</p>
<p>The post <a rel="nofollow" href="https://classicosdosclassicos.mus.br/musica-no-cinema-richard-strauss-assim-falou-zaratustra-barbie-e-uma-odisseia-no-espaco/">Música no Cinema | Richard Strauss – Assim falou Zaratustra | Barbie e Uma Odisseia no Espaço</a> appeared first on <a rel="nofollow" href="https://classicosdosclassicos.mus.br">Clássicos dos Clássicos</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O filme de ficção científica 2001 – Uma Odisseia no Espaço (1968), de Stanley Kubrick, popularizou o tema inicial do poema sinfônico Assim Falou Zaratustra, de Richard Strauss (1864-1949). A peça surge na primeira parte do filme, &#8220;A aurora do Homem&#8221;, em sua cena mais famosa.<br />
Nela, um macaco pega um osso e bate com ele no chão várias vezes, quebrando outros ossos que estão espalhados pela terra. O primata, que representa um ancestral humano, aprende a usar o objeto como uma arma, levantando-se em uma postura agressiva e matando animais com violência.</p>
<p><iframe loading="lazy" title="2001: A Space Odyssey - The Dawn of Man (best cut)" width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/U2iiPpcwfCA?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" allowfullscreen></iframe></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Uma paródia dessa cena, com a mesma trilha sonora, pode ser vista no filme Barbie (2023), dirigido por Greta Gerwig e estrelado por Margot Robbie. A icônica boneca vive no “mundo cor-de-rosa” da Barbieland, mas sofre uma crise existencial, embarcando em uma jornada ao mundo real na companhia do seu namorado Ken. O trailer do filme mostra um grupo de meninas brincando com suas bonecas quando surge em cena a figura da Barbie em tamanho gigante. Ao vê-la, as garotinhas começam a quebrar suas bonecas em vários pedaços, jogando-as para o alto.</p>
<p><iframe loading="lazy" title="Barbie | Teaser Trailer" width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/8zIf0XvoL9Y?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" allowfullscreen></iframe></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>The post <a rel="nofollow" href="https://classicosdosclassicos.mus.br/musica-no-cinema-richard-strauss-assim-falou-zaratustra-barbie-e-uma-odisseia-no-espaco/">Música no Cinema | Richard Strauss – Assim falou Zaratustra | Barbie e Uma Odisseia no Espaço</a> appeared first on <a rel="nofollow" href="https://classicosdosclassicos.mus.br">Clássicos dos Clássicos</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Música no Cinema &#124; Coco Chanel &#038; Igor Stravinsky – A Sagração da Primavera</title>
		<link>https://classicosdosclassicos.mus.br/musica-no-cinema-coco-chanel-igor-stravinsky-a-sagracao-da-primavera/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Clássicos dos Clássicos]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 18 Oct 2021 17:33:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Música no Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[Stravinsky]]></category>
		<category><![CDATA[Três Russos]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://classicosdosclassicos.mus.br/?p=7022</guid>

					<description><![CDATA[<p>Como já comentamos em outro post aqui no site, a estreia do balé A Sagração da Primavera, de Igor Stravinsky, em maio de 1913, causou um dos grandes escândalos da história da música. Logo no início da performance começaram as vaias, e a coisa acabou degenerando e virando um verdadeiro tumulto. Na verdade, foi o [&#8230;]</p>
<p>The post <a rel="nofollow" href="https://classicosdosclassicos.mus.br/musica-no-cinema-coco-chanel-igor-stravinsky-a-sagracao-da-primavera/">Música no Cinema | Coco Chanel &#038; Igor Stravinsky – A Sagração da Primavera</a> appeared first on <a rel="nofollow" href="https://classicosdosclassicos.mus.br">Clássicos dos Clássicos</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Como já comentamos em outro post aqui no site, a estreia do balé A Sagração da Primavera, de <a href="https://classicosdosclassicos.mus.br/compositores/igor-stravinsky/">Igor Stravinsky</a>, em maio de 1913, causou um dos grandes escândalos da história da música. Logo no início da performance começaram as vaias, e a coisa acabou degenerando e virando um verdadeiro tumulto.</p>
<p>Na verdade, foi o que os franceses chamam de “um sucesso de escândalo”, o que contribuiu para aumentar a popularidade de seu autor.</p>
<p>O filme<a href="https://www.imdb.com/title/tt1023441/"> Coco Chanel &amp; Igor Stravinsky </a>(Jan Kounen, 2009) mostra a cena com propriedade, logo no início:</p>
<p>Kounen – Coco Chanel &amp; Igor Stravinsky | Stravinsky – A Sagração da Primavera</p>
<p><iframe loading="lazy" title="O escândalo da &quot;Sagração&quot; na sua estréia em 1913" width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/mvAj2cOh1s4?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen></iframe></p>
<p>Saiba mais sobre A Sagração da Primavera:</p>
<blockquote class="wp-embedded-content" data-secret="KKpVHG8jKm"><p><a href="https://classicosdosclassicos.mus.br/stravinsky-a-sagracao-da-primavera/">Música e Dança | Stravinsky – A Sagração da Primavera</a></p></blockquote>
<p><iframe class="wp-embedded-content" sandbox="allow-scripts" security="restricted" title="&#8220;Música e Dança | Stravinsky – A Sagração da Primavera&#8221; &#8212; Clássicos dos Clássicos" src="https://classicosdosclassicos.mus.br/stravinsky-a-sagracao-da-primavera/embed/#?secret=KKpVHG8jKm" data-secret="KKpVHG8jKm" width="500" height="282" frameborder="0" marginwidth="0" marginheight="0" scrolling="no"></iframe></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>The post <a rel="nofollow" href="https://classicosdosclassicos.mus.br/musica-no-cinema-coco-chanel-igor-stravinsky-a-sagracao-da-primavera/">Música no Cinema | Coco Chanel &#038; Igor Stravinsky – A Sagração da Primavera</a> appeared first on <a rel="nofollow" href="https://classicosdosclassicos.mus.br">Clássicos dos Clássicos</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Música no Cinema &#124; Oliver Stone – Platoon &#124; Barber – Adagio</title>
		<link>https://classicosdosclassicos.mus.br/musica-no-cinema-oliver-stone-platoon-barber-adagio/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Clássicos dos Clássicos]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 19 Jun 2021 21:02:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Música no Cinema]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://classicosdosclassicos.mus.br/?p=6697</guid>

					<description><![CDATA[<p>O pungente Adagio para Cordas, de Samuel Barber (1910-1986), é talvez a mais conhecida das composições norte-americanas do Século XX. A peça foi originalmente concebida como o movimento lento de seu Quarteto de Cordas de 1936, mas foi depois arranjada para orquestra de cordas. Com sua dignidade triste e contemplativa, o Adagio tem servido para [&#8230;]</p>
<p>The post <a rel="nofollow" href="https://classicosdosclassicos.mus.br/musica-no-cinema-oliver-stone-platoon-barber-adagio/">Música no Cinema | Oliver Stone – Platoon | Barber – Adagio</a> appeared first on <a rel="nofollow" href="https://classicosdosclassicos.mus.br">Clássicos dos Clássicos</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O pungente Adagio para Cordas, de Samuel Barber (1910-1986), é talvez a mais conhecida das composições norte-americanas do Século XX. A peça foi originalmente concebida como o movimento lento de seu Quarteto de Cordas de 1936, mas foi depois arranjada para orquestra de cordas.</p>
<p>Com sua dignidade triste e contemplativa, o Adagio tem servido para comemorar ocasiões trágicas, como os funerais de Franklin Roosevelt, Albert Einstein e do Príncipe Rainier de Monaco, assim como a cerimônia no local do atentado de 11 de setembro de 2001. Também foi usado como trilha sonora de vários filmes, entre os quais El Norte, Lorenzo’s Oil, O Homem Elefante e Platoon.</p>
<p>No filme Platoon (1986), de Oliver Stone, Chris (Charlie Sheen) é um jovem idealista que se alista voluntariamente para lutar na Guerra do Vietnã. Recém-chegado a um batalhão norte-americano, ele convive com os demais recrutas e oficiais e, aos poucos, passa a experimentar toda a violência de uma carnificina sem sentido. A música destaca a tragédia da destruição e da morte que a guerra traz.</p>
<p>Platoon (trechos do filme) | Barber – Adagio para Cordas, Op. 11 | Philharmonia Orchestra, Geoffrey Simon (regente)</p>
<p><iframe loading="lazy" title="Platoon Music Video - Adagio for Strings" width="500" height="375" src="https://www.youtube.com/embed/ECQeLQURNuw?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen></iframe></p>
<p>É interessante notar que Barber não tenha composto o Adagio com o sentido de luto ou lamento. Marcado Molto adagio espressivo cantando, ele o pretendia uma meditação íntima, inspirada por um poema breve e apaixonado da Eneida de Virgílio:</p>
<p>“A Onda</p>
<p>Assim como longe, muito longe, no meio do oceano,<br />
Uma onda orna de espuma seu seio<br />
E se ergue e desliza, crescendo,<br />
Até chegar à praia e estourar, gigante, sobre as rochas&#8230;<br />
Assim também, na primavera, todo tipo de gente<br />
E todas as criaturas, na terra ou na água, correm<br />
E se atiram ao fogo que os consome:<br />
É o amor que os move.”</p>
<p>A forma de arco do Adagio captura a imagem poética da onda que se expande do poema de Virgílio. A onda é uma metáfora para a nova vida que a primavera traz.</p>
<p>Como são diferentes estas duas interpretações: a nova vida da Primavera e a morte que a guerra causa!</p>
<p>The post <a rel="nofollow" href="https://classicosdosclassicos.mus.br/musica-no-cinema-oliver-stone-platoon-barber-adagio/">Música no Cinema | Oliver Stone – Platoon | Barber – Adagio</a> appeared first on <a rel="nofollow" href="https://classicosdosclassicos.mus.br">Clássicos dos Clássicos</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Música no Cinema &#124; Bob Rafelson &#8211; Cada um vive como quer &#124; Chopin – Prelúdio Op. 28 nº 4</title>
		<link>https://classicosdosclassicos.mus.br/musica-no-cinema-bob-rafelson-cada-um-vive-como-quer-chopin-preludio-op-28-no-4/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Clássicos dos Clássicos]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 01 May 2021 16:06:53 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Chopin]]></category>
		<category><![CDATA[Música no Cinema]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://classicosdosclassicos.mus.br/?p=6581</guid>

					<description><![CDATA[<p>Cada um vive como quer (Five Easy Pieces, 1970), do diretor norte-americano Bob Rafelson, é um drama com quatro indicações ao Oscar, no qual o ator Jack Nicholson teve seu primeiro papel como protagonista. No filme, Nicholson interpreta Robert Dupea, um ex-pianista clássico que que rejeita seu estilo de vida anterior e acaba trabalhando em [&#8230;]</p>
<p>The post <a rel="nofollow" href="https://classicosdosclassicos.mus.br/musica-no-cinema-bob-rafelson-cada-um-vive-como-quer-chopin-preludio-op-28-no-4/">Música no Cinema | Bob Rafelson &#8211; Cada um vive como quer | Chopin – Prelúdio Op. 28 nº 4</a> appeared first on <a rel="nofollow" href="https://classicosdosclassicos.mus.br">Clássicos dos Clássicos</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Cada um vive como quer</em> (<a href="https://www.imdb.com/title/tt0065724/"><em>Five Easy Pieces</em></a>, 1970), do diretor norte-americano Bob Rafelson, é um drama com quatro indicações ao Oscar, no qual o ator Jack Nicholson teve seu primeiro papel como protagonista.</p>
<p>No filme, Nicholson interpreta Robert Dupea, um ex-pianista clássico que que rejeita seu estilo de vida anterior e acaba trabalhando em uma refinaria de petróleo. Ele mora num trailer com Rayette (Karen Black), sua namorada, que trabalha como garçonete.</p>
<p>Quando descobre que seu pai está morrendo, Robert decide voltar para casa com sua namorada. Lá, conhece Catherine (Susan Anspach), noiva de seu irmão, e se envolve com ela.</p>
<p>Na cena de <em>&#8220;Cada um vive como quer&#8221;</em> que vamos assistir, Robert toca o <em>Prelúdio Op. 28 nº 4,</em> de <a href="https://classicosdosclassicos.mus.br/compositores/frederic-chopin/">Chopin</a>. Catherine o elogia e diz que se emocionou com a música. Cínico, ele diz então: “eu escolhi essa peça porque era a mais fácil de que me lembrava. Toquei pela primeira vez quando tinha oito anos de idade, e melhor do que agora”.</p>
<p><iframe loading="lazy" title="five easy pieces - the chopin scene" width="500" height="375" src="https://www.youtube.com/embed/CbUvLbgnxIQ?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen></iframe></p>
<p>The post <a rel="nofollow" href="https://classicosdosclassicos.mus.br/musica-no-cinema-bob-rafelson-cada-um-vive-como-quer-chopin-preludio-op-28-no-4/">Música no Cinema | Bob Rafelson &#8211; Cada um vive como quer | Chopin – Prelúdio Op. 28 nº 4</a> appeared first on <a rel="nofollow" href="https://classicosdosclassicos.mus.br">Clássicos dos Clássicos</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Música no Cinema &#124; Kubrick – O Iluminado &#124; Bartók – Música para Cordas, Percussão e Celesta</title>
		<link>https://classicosdosclassicos.mus.br/musica-no-cinema-kubrick-o-iluminado-bartok-musica-para-cordas-percussao-e-celesta/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Clássicos dos Clássicos]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 27 Mar 2021 03:00:53 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Bartók]]></category>
		<category><![CDATA[Música no Cinema]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://classicosdosclassicos.mus.br/?p=6450</guid>

					<description><![CDATA[<p>O Iluminado (The Shining, 1980) foi um dos maiores sucessos do diretor norte-americano Stanley Kubrick.  O protagonista, interpretado por Jack Nicholson, consegue um emprego de zelador em um hotel nas Montanhas Rochosas do Colorado, fora da estação de esqui. Ele vai com a esposa e o filho pequeno para o hotel, que está vazio. O [&#8230;]</p>
<p>The post <a rel="nofollow" href="https://classicosdosclassicos.mus.br/musica-no-cinema-kubrick-o-iluminado-bartok-musica-para-cordas-percussao-e-celesta/">Música no Cinema | Kubrick – O Iluminado | Bartók – Música para Cordas, Percussão e Celesta</a> appeared first on <a rel="nofollow" href="https://classicosdosclassicos.mus.br">Clássicos dos Clássicos</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><i><span style="font-weight: 400;">O Iluminado</span></i><span style="font-weight: 400;"> (</span><i><span style="font-weight: 400;">The Shining</span></i><span style="font-weight: 400;">, 1980) foi um dos maiores sucessos do diretor norte-americano Stanley Kubrick. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O protagonista, interpretado por Jack Nicholson, consegue um emprego de zelador em um hotel nas Montanhas Rochosas do Colorado, fora da estação de esqui. Ele vai com a esposa e o filho pequeno para o hotel, que está vazio. O que acontece na sequência está sujeito a várias interpretações, mas as cenas de horror são impressionantes.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Kubrick usa na trilha sonora do filme trechos de obras de <a href="https://classicosdosclassicos.mus.br/obras-categoria/bartok/">Bartók</a>, Berlioz, Ligeti e Penderecki, entre outros compositores.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Vamos assistir à cena em que o menino passeia com seu triciclo pelos corredores do hotel. A trilha é a </span><i><span style="font-weight: 400;">Música para Cordas, Percussão e Celesta,</span></i><span style="font-weight: 400;"> de Bartók.</span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><i><span style="font-weight: 400;">O Iluminado</span></i><span style="font-weight: 400;"> | Bartók &#8211; </span><i><span style="font-weight: 400;">Música para Cordas, Percussão e Celesta</span></i><span style="font-weight: 400;"> | <a href="https://www.berliner-philharmoniker.de/en/">Orquestra Filarmônica de Berlim</a>, Herbert von Karajan (regente)</span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><br />
<iframe loading="lazy" title="YouTube video player" src="https://www.youtube.com/embed/rlYJlAWriaI" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<p>The post <a rel="nofollow" href="https://classicosdosclassicos.mus.br/musica-no-cinema-kubrick-o-iluminado-bartok-musica-para-cordas-percussao-e-celesta/">Música no Cinema | Kubrick – O Iluminado | Bartók – Música para Cordas, Percussão e Celesta</a> appeared first on <a rel="nofollow" href="https://classicosdosclassicos.mus.br">Clássicos dos Clássicos</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Música no Cinema &#124; Martin McDonagh, Na Mira do Chefe (In Bruges) &#124; Schubert, Der Leiermann</title>
		<link>https://classicosdosclassicos.mus.br/musica-no-cinema-martin-mcdonagh-na-mira-do-chefe-in-bruges-schubert-der-leiermann/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Clássicos dos Clássicos]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 18 Feb 2021 02:00:52 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Música no Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[Schubert]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://classicosdosclassicos.mus.br/?p=6318</guid>

					<description><![CDATA[<p>Na Mira do Chefe (In Bruges, 2008), do diretor britânico Martin McDonagh, é um estranho filme, violento e cruel, ambientado em Bruges, uma linda e plácida cidade belga. Ray (Colin Farrell) e Ken (Brendan Gleeson) são dois matadores enviados à cidade por seu chefe, Harry Waters (Ralph Fiennes), para descansar antes de seu próximo trabalho. [&#8230;]</p>
<p>The post <a rel="nofollow" href="https://classicosdosclassicos.mus.br/musica-no-cinema-martin-mcdonagh-na-mira-do-chefe-in-bruges-schubert-der-leiermann/">Música no Cinema | Martin McDonagh, Na Mira do Chefe (In Bruges) | Schubert, Der Leiermann</a> appeared first on <a rel="nofollow" href="https://classicosdosclassicos.mus.br">Clássicos dos Clássicos</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><a href="https://www.imdb.com/title/tt0780536/"><em>Na Mira do Chefe</em> (<em>In Bruges, </em>2008)</a>, do diretor britânico Martin McDonagh, é um estranho filme, violento e cruel, ambientado em Bruges, uma linda e plácida cidade belga.</p>
<p>Ray (Colin Farrell) e Ken (Brendan Gleeson) são dois matadores enviados à cidade por seu chefe, Harry Waters (Ralph Fiennes), para descansar antes de seu próximo trabalho. O que eles não imaginam é que o chefe planeja que um mate o outro.</p>
<p>A trilha sonora usada na cena a que vamos assistir é <a href="https://classicosdosclassicos.mus.br/obras/schubert-der-leiermann-o-homem-do-realejo/"><em>Der Leiermann</em></a> (O Homem do Realejo), última canção do ciclo <em>Winterreise</em> (Viagem de Inverno), de <a href="https://classicosdosclassicos.mus.br/compositores/franz-schubert/">Schubert</a>. Esta é a mais estranha das canções do ciclo.</p>
<p>O peregrino, no fim da viagem, chega a uma cidade e encontra um homem em andrajos e descalço na neve. Ele toca seu realejo (tradução usual, mas incorreta: o instrumento é uma viela de roda). O clima é de desesperança, de uma trágica viagem que chega a seu fim.</p>
<p>A escolha dessa canção, uma obra-prima, mas quase sem melodia e pouco conhecida, parece-me muito original.</p>
<p><iframe loading="lazy" src="https://www.youtube.com/embed/QOoWWjgzfZg" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen" data-mce-fragment="1"></iframe></p>
<p>The post <a rel="nofollow" href="https://classicosdosclassicos.mus.br/musica-no-cinema-martin-mcdonagh-na-mira-do-chefe-in-bruges-schubert-der-leiermann/">Música no Cinema | Martin McDonagh, Na Mira do Chefe (In Bruges) | Schubert, Der Leiermann</a> appeared first on <a rel="nofollow" href="https://classicosdosclassicos.mus.br">Clássicos dos Clássicos</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Música no Cinema: Malick – Terra de Ninguém &#124; Orff – Gassenhauer</title>
		<link>https://classicosdosclassicos.mus.br/musica-no-cinema-malick-terra-de-ninguem-orff-gassenhauer/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Clássicos dos Clássicos]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 04 Feb 2021 14:26:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Música no Cinema]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://classicosdosclassicos.mus.br/?p=6263</guid>

					<description><![CDATA[<p>O filme Terra de Ninguém (Badlands, 1973), do diretor Terrence Malick, narra a história do casal Kit e Holly (Martin Sheen e Sissy Spacek). Ambos são perseguidos pela polícia no interior de South Dakota, estado pobre do Centro-Oeste americano, depois que Kit mata o pai de Holly, incendeia sua casa e foge com ela para [&#8230;]</p>
<p>The post <a rel="nofollow" href="https://classicosdosclassicos.mus.br/musica-no-cinema-malick-terra-de-ninguem-orff-gassenhauer/">Música no Cinema: Malick – Terra de Ninguém | Orff – Gassenhauer</a> appeared first on <a rel="nofollow" href="https://classicosdosclassicos.mus.br">Clássicos dos Clássicos</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O filme <em>Terra de Ninguém</em> (<em>Badlands</em>, 1973), do diretor Terrence Malick, narra a história do casal Kit e Holly (Martin Sheen e Sissy Spacek). Ambos são perseguidos pela polícia no interior de South Dakota, estado pobre do Centro-Oeste americano, depois que Kit mata o pai de Holly, incendeia sua casa e foge com ela para a mata.</p>
<p>Vamos assistir a um clipe do filme que usa como trilha sonora um arranjo de Carl Orff para a música <em>Gassenhauer</em>, antiga obra do alaudista Hans Neusliedler, de 1536.</p>
<p><iframe loading="lazy" title="Badlands - Soundtrack &quot;Gassenhauer&quot; (1973) Carl Orff" width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/57d2vnUG24k?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen></iframe></p>
<p>The post <a rel="nofollow" href="https://classicosdosclassicos.mus.br/musica-no-cinema-malick-terra-de-ninguem-orff-gassenhauer/">Música no Cinema: Malick – Terra de Ninguém | Orff – Gassenhauer</a> appeared first on <a rel="nofollow" href="https://classicosdosclassicos.mus.br">Clássicos dos Clássicos</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Música no Cinema: Sidney Pollack &#8211; Entre Dois Amores &#124; Mozart &#8211; Adagio do Concerto para Clarineta</title>
		<link>https://classicosdosclassicos.mus.br/musica-no-cinema-sidney-pollack-entre-dois-amores-mozart-adagio-do-concerto-para-clarineta/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Clássicos dos Clássicos]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 14 Jan 2021 02:00:21 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mozart]]></category>
		<category><![CDATA[Música no Cinema]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://classicosdosclassicos.mus.br/?p=6177</guid>

					<description><![CDATA[<p>O filme Entre Dois Amores (Out of Africa, 1985), dirigido por Sydney Pollack, é inspirado na autobiografia da dinamarquesa Karen Blixen (Meryl Streep), baronesa que comanda uma plantação de café no Quênia, no início do Século 20. Casada por conveniência com o Barão Bror Blixen-Finecke (Klaus Maria Brandauer), ela acaba se apaixonando pelo caçador Denys Finch Hatton (Robert Redford), [&#8230;]</p>
<p>The post <a rel="nofollow" href="https://classicosdosclassicos.mus.br/musica-no-cinema-sidney-pollack-entre-dois-amores-mozart-adagio-do-concerto-para-clarineta/">Música no Cinema: Sidney Pollack &#8211; Entre Dois Amores | Mozart &#8211; Adagio do Concerto para Clarineta</a> appeared first on <a rel="nofollow" href="https://classicosdosclassicos.mus.br">Clássicos dos Clássicos</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O filme <em>Entre Dois Amores</em> (Out of Africa, 1985), dirigido por<a href="https://www.imdb.com/name/nm0001628/"> Sydney Pollack</a>, é inspirado na autobiografia da dinamarquesa Karen Blixen (Meryl Streep), baronesa que comanda uma plantação de café no Quênia, no início do Século 20. Casada por conveniência com o Barão Bror Blixen-Finecke (Klaus Maria Brandauer), ela acaba se apaixonando pelo caçador Denys Finch Hatton (Robert Redford), um aventureiro aristocrata inglês. A bela fotografia explora a imensidão da savana africana.</p>
<p>Vamos assistir a um clipe de <em>&#8220;Entre Dois Amores&#8221;</em> que usa como trilha sonora o <em>Adagio</em> do <em>Concerto para Clarineta</em> de <a href="https://classicosdosclassicos.mus.br/compositores/wolfgang-amadeus-mozart/">Mozart</a>, último trabalho instrumental do compositor, terminado em outubro de 1791, poucas semanas antes de sua morte. Seu <em>Adagio </em><em>é </em>o coração da obra; sua tristeza e melancolia são suavizadas por uma serenidade distante.</p>
<p>Sidney Pollack &#8211; Entre Dois Amores | Mozart &#8211; Adagio do Concerto para Clarineta</p>
<p><iframe loading="lazy" title="Out of Africa &amp; Wolfgang Amadeus Mozart - Clarinet concerto in A major, K. 622 - Adagio (HD)" width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/Rjzf_cWzlp8?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen></iframe></p>
<p>Saiba mais sobre o <em>Concerto para Clarineta e Orquestra</em> de Mozart:</p>
<blockquote class="wp-embedded-content" data-secret="yx29UBKv4k"><p><a href="https://classicosdosclassicos.mus.br/obras/mozart-concerto-para-clarineta-e-orquestra/">Mozart – Concerto para Clarineta e Orquestra</a></p></blockquote>
<p><iframe class="wp-embedded-content" sandbox="allow-scripts" security="restricted" title="&#8220;Mozart – Concerto para Clarineta e Orquestra&#8221; &#8212; Clássicos dos Clássicos" src="https://classicosdosclassicos.mus.br/obras/mozart-concerto-para-clarineta-e-orquestra/embed/#?secret=yx29UBKv4k" data-secret="yx29UBKv4k" width="500" height="282" frameborder="0" marginwidth="0" marginheight="0" scrolling="no"></iframe></p>
<p>The post <a rel="nofollow" href="https://classicosdosclassicos.mus.br/musica-no-cinema-sidney-pollack-entre-dois-amores-mozart-adagio-do-concerto-para-clarineta/">Música no Cinema: Sidney Pollack &#8211; Entre Dois Amores | Mozart &#8211; Adagio do Concerto para Clarineta</a> appeared first on <a rel="nofollow" href="https://classicosdosclassicos.mus.br">Clássicos dos Clássicos</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Música no Cinema &#124; Tarkovsky – Solaris &#124; Bach &#8211; Coral Ich ruf zu dir Jesu Christ (II)</title>
		<link>https://classicosdosclassicos.mus.br/musica-no-cinema-tarkovsky-solaris-bach-coral-ich-ruf-zu-dir-jesu-christ-ii/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Clássicos dos Clássicos]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 03 Dec 2020 15:06:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Bach]]></category>
		<category><![CDATA[Música no Cinema]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://classicosdosclassicos.mus.br/?p=6053</guid>

					<description><![CDATA[<p>Andrei Tarkovsky é considerado um dos maiores diretores do cinema russo. Seus filmes são lentos, explorando temas espirituais com paisagens de sonho e preocupação com a natureza. O filme Solaris (1972), baseado no romance do escritor polonês Stanislaw Lem, conta a história de Kris Kelvin (Donatas Banionis), um renomado psiquiatra que é enviado a uma [&#8230;]</p>
<p>The post <a rel="nofollow" href="https://classicosdosclassicos.mus.br/musica-no-cinema-tarkovsky-solaris-bach-coral-ich-ruf-zu-dir-jesu-christ-ii/">Música no Cinema | Tarkovsky – Solaris | Bach &#8211; Coral Ich ruf zu dir Jesu Christ (II)</a> appeared first on <a rel="nofollow" href="https://classicosdosclassicos.mus.br">Clássicos dos Clássicos</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Andrei Tarkovsky é considerado um dos maiores diretores do cinema russo. Seus filmes são lentos, explorando temas espirituais com paisagens de sonho e preocupação com a natureza.</p>
<p>O filme <em>Solaris</em> (1972), baseado no romance do escritor polonês Stanislaw Lem, conta a história de Kris Kelvin (Donatas Banionis), um renomado psiquiatra que é enviado a uma estação espacial no planeta Solaris para investigar o estado mental de seus tripulantes. Com o passar do tempo, ele mesmo passa a ter problemas psicológicos.</p>
<p>A escolha do Coral <em>Ich ruf zu dir Jesu Christ </em>(Rogo a ti, Senhor Jesus Cristo), um dos mais belos e elevados de Bach, une-se ao clima desta cena e reflete o sentimento existencial do personagem:</p>
<p><iframe loading="lazy" title="&quot;Listen to Bach (The Earth)&quot; from &quot;Solaris&quot;" width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/vJdQU_5E_Ao?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen></iframe></p>
<p>Já comentamos uma outra cena do filme <em>Solaris</em> aqui no site, que utiliza a mesma obra de Bach como trilha sonora:</p>
<p>&nbsp;</p>
<blockquote class="wp-embedded-content" data-secret="mmmMUcKbUy"><p><a href="https://classicosdosclassicos.mus.br/musica-no-cinema-tarkovsky-solaris-bach-preludio-do-coral-ich-ruf-zu-dir/">Música no Cinema: Tarkovsky – Solaris | Bach – Prelúdio do Coral Ich ruf&#8217; zu dir</a></p></blockquote>
<p><iframe class="wp-embedded-content" sandbox="allow-scripts" security="restricted" title="&#8220;Música no Cinema: Tarkovsky – Solaris | Bach – Prelúdio do Coral Ich ruf&#8217; zu dir&#8221; &#8212; Clássicos dos Clássicos" src="https://classicosdosclassicos.mus.br/musica-no-cinema-tarkovsky-solaris-bach-preludio-do-coral-ich-ruf-zu-dir/embed/#?secret=mmmMUcKbUy" data-secret="mmmMUcKbUy" width="500" height="282" frameborder="0" marginwidth="0" marginheight="0" scrolling="no"></iframe></p>
<p>The post <a rel="nofollow" href="https://classicosdosclassicos.mus.br/musica-no-cinema-tarkovsky-solaris-bach-coral-ich-ruf-zu-dir-jesu-christ-ii/">Música no Cinema | Tarkovsky – Solaris | Bach &#8211; Coral Ich ruf zu dir Jesu Christ (II)</a> appeared first on <a rel="nofollow" href="https://classicosdosclassicos.mus.br">Clássicos dos Clássicos</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Música no Cinema &#124; Luca Guadagnino – Me chame pelo seu nome &#124; Bach &#8211; Capriccio sopra la lontananza del suo fratello diletissimo</title>
		<link>https://classicosdosclassicos.mus.br/musica-no-cinema-luca-guadagnino-me-chame-pelo-seu-nome-bach-capriccio-sopra-la-lontananza-del-suo-fratello-diletissimo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Clássicos dos Clássicos]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 19 Nov 2020 16:53:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Bach]]></category>
		<category><![CDATA[Música no Cinema]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://classicosdosclassicos.mus.br/?p=6006</guid>

					<description><![CDATA[<p>O Capriccio sopra la lontananza del suo fratello diletissimo (Capricho sobre a partida de seu amado irmão) é uma obra da juventude de Bach. A história (duvidosa) da gênese da obra é a de que Bach, então com 19 anos, a teria executado quando seu irmão Johann Jacob partia para a Suécia para assumir o [&#8230;]</p>
<p>The post <a rel="nofollow" href="https://classicosdosclassicos.mus.br/musica-no-cinema-luca-guadagnino-me-chame-pelo-seu-nome-bach-capriccio-sopra-la-lontananza-del-suo-fratello-diletissimo/">Música no Cinema | Luca Guadagnino – Me chame pelo seu nome | Bach &#8211; Capriccio sopra la lontananza del suo fratello diletissimo</a> appeared first on <a rel="nofollow" href="https://classicosdosclassicos.mus.br">Clássicos dos Clássicos</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;">O </span><i><span style="font-weight: 400;">Capriccio sopra la lontananza del suo fratello diletissimo</span></i><span style="font-weight: 400;"> (Capricho sobre a partida de seu amado irmão) é uma obra da juventude de Bach. A história (duvidosa) da gênese da obra é a de que Bach, então com 19 anos, a teria executado quando seu irmão Johann Jacob partia para a Suécia para assumir o cargo de oboísta do exército de Carlos XII. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O filme </span><i><span style="font-weight: 400;">Call me by your name</span></i><span style="font-weight: 400;"> (Me chame pelo seu nome, 2017), do diretor italiano Luca Guadagnino,</span><span style="font-weight: 400;"> é baseado no romance homônimo de André Aciman e narra uma temporada de férias na vida do adolescente Elio (Timothée Chalamet), que acontece na casa de campo de sua família. Lá, seu pai recebe o acadêmico Oliver (Hammer), para trabalhar com ele. No decorrer da história, Elio e Oliver vão se aproximando um do outro.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Na cena a que vamos assistir a seguir, </span><span style="font-weight: 400;">Elio</span><span style="font-weight: 400;"> toca para </span><span style="font-weight: 400;">Oliver quatro versões de </span><span style="font-weight: 400;">um trecho do </span><i><span style="font-weight: 400;">Capriccio</span></i><span style="font-weight: 400;"> (Ária da trompa da </span><i><span style="font-weight: 400;">diligência</span></i><span style="font-weight: 400;">): primeiro, alguns acordes no violão; depois, no piano, como Liszt a teria arranjado; em seguida, como Busoni teria alterado o arranjo de Liszt; e, finalmente, como o jovem Bach a teria executado originalmente.</span></p>
<p><iframe loading="lazy" title="Call Me By Your Name - Bach&#039;s Version" width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/bpPKlWYS1N8?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen></iframe></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Agora, vamos ouvir a versão de <a href="https://en.wikipedia.org/wiki/Rosalyn_Tureck">Rosalyn Tureck</a>, grande intérprete de <a href="https://classicosdosclassicos.mus.br/compositores/johann-sebastian-bach-2/">Bach</a>:</span></p>
<p><iframe loading="lazy" title="Rosalyn Tureck plays Bach Capriccio &quot;on the Departure of his Most Beloved Brother&quot; BWV 992 - Part 5" width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/hF9g_1aR_eM?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen></iframe></p>
<p>The post <a rel="nofollow" href="https://classicosdosclassicos.mus.br/musica-no-cinema-luca-guadagnino-me-chame-pelo-seu-nome-bach-capriccio-sopra-la-lontananza-del-suo-fratello-diletissimo/">Música no Cinema | Luca Guadagnino – Me chame pelo seu nome | Bach &#8211; Capriccio sopra la lontananza del suo fratello diletissimo</a> appeared first on <a rel="nofollow" href="https://classicosdosclassicos.mus.br">Clássicos dos Clássicos</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Música no Cinema &#124; Terence Malick &#8211; O Novo Mundo &#124; Mozart &#8211; Concerto para Piano nº 23, K.488 &#8211; Adagio</title>
		<link>https://classicosdosclassicos.mus.br/musica-no-cinema-terence-malick-o-novo-mundo-mozart-concerto-para-piano-no-23-k-488-adagio/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Clássicos dos Clássicos]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 05 Nov 2020 14:02:27 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mozart]]></category>
		<category><![CDATA[Música no Cinema]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://classicosdosclassicos.mus.br/?p=5956</guid>

					<description><![CDATA[<p>O cineasta norte-americano Terence Malick é um dos mais musicais entre os diretores de cinema. Seu filme O Novo Mundo (The New World, 2005) conta a história da relação amorosa entre o inglês John Smith (Colin Farrell) e a nativa Pocahontas (Q’orianka Kilcher) durante a fundação da colônia de Jamestown, nos Estados Unidos, em 1607. [&#8230;]</p>
<p>The post <a rel="nofollow" href="https://classicosdosclassicos.mus.br/musica-no-cinema-terence-malick-o-novo-mundo-mozart-concerto-para-piano-no-23-k-488-adagio/">Música no Cinema | Terence Malick &#8211; O Novo Mundo | Mozart &#8211; Concerto para Piano nº 23, K.488 &#8211; Adagio</a> appeared first on <a rel="nofollow" href="https://classicosdosclassicos.mus.br">Clássicos dos Clássicos</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O cineasta norte-americano Terence Malick é um dos mais musicais entre os diretores de cinema.</p>
<p>Seu filme <em>O Novo Mundo</em> (The New World, 2005) conta a história da relação amorosa entre o inglês John Smith (Colin Farrell) e a nativa Pocahontas (<strong>Q’orianka Kilcher)</strong> durante a fundação da colônia de Jamestown, nos Estados Unidos, em 1607.</p>
<p>A escolha do celestial <em>Adagio</em> do <a href="https://classicosdosclassicos.mus.br/obras/mozart-concerto-no-23-para-piano-e-orquestra-em-la-maior/"><em>Concerto para Piano nº 23, </em>K.488</a>, de <a href="https://classicosdosclassicos.mus.br/compositores/wolfgang-amadeus-mozart/">Mozart</a>, é perfeita para o mundo de liberdade, paz e amor que a cena a seguir descreve:</p>
<p>Terrence Malick &#8211; O Novo Mundo | <a href="https://classicosdosclassicos.mus.br/compositores/wolfgang-amadeus-mozart/">Mozart</a> &#8211;<a href="https://classicosdosclassicos.mus.br/obras/mozart-concerto-no-23-para-piano-e-orquestra-em-la-maior/"> Concerto para Piano nº 23, K.488</a> (<a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Jen%C5%91_Jand%C3%B3">Jenõ Jandó</a> e <a href="https://www.naxos.com/person/Concentus_Hungaricus/35503.htm">Concentus Hungaricus)</a></p>
<p><iframe loading="lazy" title="The New World - Pure Love" width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/FBhKj1Val8o?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen></iframe></p>
<p>The post <a rel="nofollow" href="https://classicosdosclassicos.mus.br/musica-no-cinema-terence-malick-o-novo-mundo-mozart-concerto-para-piano-no-23-k-488-adagio/">Música no Cinema | Terence Malick &#8211; O Novo Mundo | Mozart &#8211; Concerto para Piano nº 23, K.488 &#8211; Adagio</a> appeared first on <a rel="nofollow" href="https://classicosdosclassicos.mus.br">Clássicos dos Clássicos</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Música no Cinema &#124; Elisa, vida minha – Carlos Saura &#124; Satie – Gymnopédie nº 1 e Rameau – Papa, mon amour</title>
		<link>https://classicosdosclassicos.mus.br/elisa-vida-minha-carlos-saura-satie-gymnopedie-no-1-e-rameau-papa-mon-amour/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Clássicos dos Clássicos]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 22 Oct 2020 05:16:19 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Música no Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[Rameau]]></category>
		<category><![CDATA[Satie]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://classicosdosclassicos.mus.br/?p=5904</guid>

					<description><![CDATA[<p>Elisa, vida minha (1977) é um filme espanhol escrito e dirigido por Carlos Saura. Em uma fazenda isolada, Luís (Fernando Rey) e Elisa, sua filha (Geraldine Chaplin), se encontram depois de 20 anos de separação. Luís escreve o que parece ser um diário ou um romance. O livro fala de lembranças do passado. A trama [&#8230;]</p>
<p>The post <a rel="nofollow" href="https://classicosdosclassicos.mus.br/elisa-vida-minha-carlos-saura-satie-gymnopedie-no-1-e-rameau-papa-mon-amour/">Música no Cinema | Elisa, vida minha – Carlos Saura | Satie – Gymnopédie nº 1 e Rameau – Papa, mon amour</a> appeared first on <a rel="nofollow" href="https://classicosdosclassicos.mus.br">Clássicos dos Clássicos</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><a href="https://www.imdb.com/title/tt0075983/"><em>Elisa, vida minha</em></a> (1977) é um filme espanhol escrito e dirigido por Carlos Saura.</p>
<p>Em uma fazenda isolada, Luís (Fernando Rey) e Elisa, sua filha (Geraldine Chaplin), se encontram depois de 20 anos de separação.</p>
<p>Luís escreve o que parece ser um diário ou um romance. O livro fala de lembranças do passado. A trama se mistura com fantasias da vida adulta de Elisa.</p>
<p>Na cena a que vamos assistir, Luís escreve ouvindo a evocativa e sonhadora <em>Gymnopédie nº 1</em>, de <a href="https://classicosdosclassicos.mus.br/obras-categoria/satie/">Erik Satie</a>, seguida por <em>Papa, mon amour</em>, da ópera <em>Pygmalion</em>, de <a href="https://classicosdosclassicos.mus.br/obras-categoria/rameau/">Jean-Philippe Rameau</a>.</p>
<p><iframe loading="lazy" title="Elisa Vida Mia 1977" width="500" height="375" src="https://www.youtube.com/embed/ak9EsKYBfls?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen></iframe></p>
<p>The post <a rel="nofollow" href="https://classicosdosclassicos.mus.br/elisa-vida-minha-carlos-saura-satie-gymnopedie-no-1-e-rameau-papa-mon-amour/">Música no Cinema | Elisa, vida minha – Carlos Saura | Satie – Gymnopédie nº 1 e Rameau – Papa, mon amour</a> appeared first on <a rel="nofollow" href="https://classicosdosclassicos.mus.br">Clássicos dos Clássicos</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Música no Cinema: Paraíso – Krzysztof Kieślowski &#124; Arvo Pärt – Für Alina</title>
		<link>https://classicosdosclassicos.mus.br/musica-no-cinema-paraiso-krzysztof-kieslowski-arvo-part-fur-alina/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Clássicos dos Clássicos]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 08 Oct 2020 13:17:44 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Música no Cinema]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://classicosdosclassicos.mus.br/?p=5855</guid>

					<description><![CDATA[<p>Paraíso (Heaven, 2002) é um filme dirigido por Tom Tykwer e produzido a partir do roteiro do diretor polonês Krzysztof Kieślowski (1941-1996). Philippa (Cate Blanchett) é professora de inglês em Turim, na Itália. Seu marido e alguns de seus estudantes morrem, vítimas das drogas. Ela sabe quem é o traficante e quer se vingar. Para [&#8230;]</p>
<p>The post <a rel="nofollow" href="https://classicosdosclassicos.mus.br/musica-no-cinema-paraiso-krzysztof-kieslowski-arvo-part-fur-alina/">Música no Cinema: Paraíso – Krzysztof Kieślowski | Arvo Pärt – Für Alina</a> appeared first on <a rel="nofollow" href="https://classicosdosclassicos.mus.br">Clássicos dos Clássicos</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><a href="https://www.imdb.com/title/tt0246677/"><em>Paraíso</em> (Heaven, 2002)</a> é um filme dirigido por Tom Tykwer e produzido a partir do roteiro do diretor polonês Krzysztof Kieślowski (1941-1996).</p>
<p>Philippa (Cate Blanchett) é professora de inglês em Turim, na Itália. Seu marido e alguns de seus estudantes morrem, vítimas das drogas.</p>
<p>Ela sabe quem é o traficante e quer se vingar. Para tanto, põe uma bomba em seu escritório. Todavia, a faxineira remove o explosivo junto com o lixo. A bomba explode no elevador e mata a faxineira e mais três pessoas.</p>
<p>Philippa é presa e, durante o interrogatório, o jovem policial Filippo (G iovanni Ribisi) faz a tradução de seu depoimento do inglês para o italiano. Ele se interessa por Philippa e acaba se apaixonando por ela.</p>
<p>Os dois fogem, perseguidos pela polícia. Essa decisão mudará para sempre suas vidas.</p>
<p>Assistam a uma colagem das lindas cenas finais do filme. A <a href="https://classicosdosclassicos.mus.br/category/musica-no-cinema/">trilha sonora</a> é <em>Für Alina</em>, do compositor estoniano <a href="https://www.imdb.com/name/nm0701736/">Arvo Pärt</a> (1935), interpretada pelo pianista <a href="https://www.imdb.com/name/nm2942752/">David M. Arden</a>.</p>
<p><iframe loading="lazy" title="Heaven (Tom Tykwer - 2002) - leading up to the Final Scene" width="500" height="375" src="https://www.youtube.com/embed/RDLNnCwq4dQ?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen></iframe></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>The post <a rel="nofollow" href="https://classicosdosclassicos.mus.br/musica-no-cinema-paraiso-krzysztof-kieslowski-arvo-part-fur-alina/">Música no Cinema: Paraíso – Krzysztof Kieślowski | Arvo Pärt – Für Alina</a> appeared first on <a rel="nofollow" href="https://classicosdosclassicos.mus.br">Clássicos dos Clássicos</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Música no Cinema: Tarkovsky – Solaris &#124; Bach – Prelúdio do Coral Ich ruf&#8217; zu dir</title>
		<link>https://classicosdosclassicos.mus.br/musica-no-cinema-tarkovsky-solaris-bach-preludio-do-coral-ich-ruf-zu-dir/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Clássicos dos Clássicos]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 11 Jun 2020 13:08:40 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Bach]]></category>
		<category><![CDATA[Música no Cinema]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://classicosdosclassicos.mus.br/?p=5431</guid>

					<description><![CDATA[<p>O filme Solaris (1972), do cineasta russo Andrei Tarkovsky (1932-1986), é considerado um dos melhores filmes de ficção científica. Solaris é um pequeno planeta cujos habitantes começam a apresentar problemas mentais. Um psicólogo é enviado ao local para avaliar a situação e buscar soluções. Mas será que os fenômenos estranhos reportados pelos habitantes são de fato [&#8230;]</p>
<p>The post <a rel="nofollow" href="https://classicosdosclassicos.mus.br/musica-no-cinema-tarkovsky-solaris-bach-preludio-do-coral-ich-ruf-zu-dir/">Música no Cinema: Tarkovsky – Solaris | Bach – Prelúdio do Coral Ich ruf&#8217; zu dir</a> appeared first on <a rel="nofollow" href="https://classicosdosclassicos.mus.br">Clássicos dos Clássicos</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O filme <em>Solaris </em>(1972), do cineasta russo <a href="https://www.imdb.com/name/nm0001789/">Andrei Tarkovsky</a> (1932-1986), é considerado um dos melhores filmes de ficção científica<em>.</em></p>
<p>Solaris é um pequeno planeta cujos habitantes começam a apresentar problemas mentais. Um psicólogo é enviado ao local para avaliar a situação e buscar soluções. Mas será que os fenômenos estranhos reportados pelos habitantes são de fato reais?</p>
<p>A cena da levitação, a que assistiremos a seguir, é belíssima em sua complexidade: uma nave espacial, uma sala com móveis antigos e um grande quadro de Pieter Bruegel faz um contraponto à cena inicial.</p>
<p>Começa então uma experiência de levitação (real ou imaginária?). O ambiente de mistério e de “sonho acordado” e as cenas superpostas do passado e do futuro são uma maravilhosa criação de Tarkovsky.</p>
<p>A música escolhida pelo diretor como trilha para a cena é o Prelúdio do Coral <em>Ich ruf&#8217; zu dir</em>,<em> </em>de <a href="https://classicosdosclassicos.mus.br/compositores/johann-sebastian-bach-2">Johann Sebastian Bach</a>:<em> </em></p>
<p><em>Solaris</em>: Cena da Levitação | Bach &#8211; Prelúdio do Coral <em>Ich ruf&#8217; zu dir</em></p>
<p><iframe loading="lazy" title="Solaris by Andrej Tarkovskij - Levitation (full scene)" width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/FcglyhUre4w?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen></iframe></p>
<p>The post <a rel="nofollow" href="https://classicosdosclassicos.mus.br/musica-no-cinema-tarkovsky-solaris-bach-preludio-do-coral-ich-ruf-zu-dir/">Música no Cinema: Tarkovsky – Solaris | Bach – Prelúdio do Coral Ich ruf&#8217; zu dir</a> appeared first on <a rel="nofollow" href="https://classicosdosclassicos.mus.br">Clássicos dos Clássicos</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Alexander Nevsky – O filme</title>
		<link>https://classicosdosclassicos.mus.br/alexander-nevsky-o-filme/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Clássicos dos Clássicos]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 25 May 2020 13:23:21 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Alexander Nevsky]]></category>
		<category><![CDATA[Música no Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[Prokofiev]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://classicosdosclassicos.mus.br/?p=5347</guid>

					<description><![CDATA[<p>Considerada uma obra-prima do visionário diretor russo Sergei Eisenstein (1898-1948), Alexander Nevsky (1938) é um filme épico que tem como tema a invasão da Rússia, então República de Novgorod, pelos exércitos teutônicos, em 1242. O príncipe Aleksandr de Novgorod (que recebera o título de Aleksandr Nevsky por derrotar os invasores tártaros em uma batalha à [&#8230;]</p>
<p>The post <a rel="nofollow" href="https://classicosdosclassicos.mus.br/alexander-nevsky-o-filme/">Alexander Nevsky – O filme</a> appeared first on <a rel="nofollow" href="https://classicosdosclassicos.mus.br">Clássicos dos Clássicos</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Considerada uma obra-prima do visionário diretor russo Sergei Eisenstein (1898-1948), <em>Alexander Nevsky</em> (1938) é um filme épico que tem como tema a invasão da Rússia, então República de Novgorod, pelos exércitos teutônicos, em 1242.</p>
<p>O príncipe Aleksandr de Novgorod (que recebera o título de Aleksandr Nevsky por derrotar os invasores tártaros em uma batalha à beira do rio Neva) comanda um grande exército que enfrenta os teutônicos no episódio conhecido historicamente como a Batalha do Lago Peipus, ou Batalha no Gelo.</p>
<p>Nessa batalha, os guerreiros alemães são levados a combater sobre a superfície de um lago congelado. Quando a camada de gelo mais fina se rompe, os guerreiros se afogam nas águas geladas. Foi maior derrota do exército alemão nas chamadas Cruzadas do Norte.</p>
<p>O príncipe Alexander Nevsky foi posteriormente canonizado pela Igreja Ortodoxa Russa.</p>
<div id="attachment_5351" style="width: 660px" class="wp-caption aligncenter"><img aria-describedby="caption-attachment-5351" decoding="async" loading="lazy" class="wp-image-5351" src="https://classicosdosclassicos.mus.br/wp-content/uploads/2020/05/Eiseinstein-dirigindo-Alexander-Nevsky.jpg" alt="Eiseinstein dirigindo Alexander Nevsky" width="650" height="366" /><p id="caption-attachment-5351" class="wp-caption-text"><em>Eiseinstein dirigindo Alexander Nevsky</em></p></div>
<p>Um dos grandes destaques do filme é sua impressionante produção: na época, milhares de soldados do Exército Vermelho foram postos a serviço de Eisenstein para participar das cenas de batalha.</p>
<p>Sua trilha original foi escrita especialmente pelo compositor russo <a href="https://classicosdosclassicos.mus.br/compositores/sergei-prokofiev/">Sergei Prokofiev</a>, em íntima colaboração com Eisenstein – ora Prokofiev acompanhava a ação do filme, ora Eisenstein seguia sua música.</p>
<p>Rodado em 1937 e lançado em 1938, às vésperas da Segunda Guerra, o filme também serviu como um alerta aos soviéticos ante o perigo nazista.</p>
<p>Vamos assistir à cena culminante do filme, a <em>Batalha no Gelo</em>, seguida pela cena do <em>Campo dos Mortos</em>:</p>
<p><em>Alexander Nevsky</em>: Batalha no Gelo e Campo dos Mortos | Filarmônica de São Petersburgo regida por Yuri Temirkanov; Ketevan Kamoklidze (mezzo soprano)</p>
<p><iframe loading="lazy" title="Alexander Nevsky (as never heard before!)" width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/k2eiAEU0QZI?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen></iframe></p>
<p>Para quem quiser assistir ao filme completo, sugerimos o vídeo a seguir (com legendas em inglês):</p>
<p><iframe loading="lazy" title="Alexander Nevsky (1938) movie" width="500" height="375" src="https://www.youtube.com/embed/LpVtoUFKZ7w?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen></iframe></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>The post <a rel="nofollow" href="https://classicosdosclassicos.mus.br/alexander-nevsky-o-filme/">Alexander Nevsky – O filme</a> appeared first on <a rel="nofollow" href="https://classicosdosclassicos.mus.br">Clássicos dos Clássicos</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Música no Cinema: Saura – El Amor Brujo &#124; De Falla – “Dança Ritual do Fogo” e “Canção do Fogo Fátuo”</title>
		<link>https://classicosdosclassicos.mus.br/musica-no-cinema-saura-el-amor-brujo-falla-danca-ritual-do-fogo-e-cancao-do-fogo-fatuo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Clássicos dos Clássicos]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 14 May 2020 16:53:01 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Música no Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[Os quatro elementos]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://classicosdosclassicos.mus.br/?p=5290</guid>

					<description><![CDATA[<p>A obra El Amor Brujo (O Amor Feiticeiro) foi composta pelo espanhol Manuel de Falla a pedido de Pastora Imperio, uma famosa cantora e dançarina cigana de flamenco, que queria uma gitaneria (peça cigana). O enredo trata da história de Candelas, uma bela jovem cigana que é impedida de corresponder ao amor de Carmelo, seu [&#8230;]</p>
<p>The post <a rel="nofollow" href="https://classicosdosclassicos.mus.br/musica-no-cinema-saura-el-amor-brujo-falla-danca-ritual-do-fogo-e-cancao-do-fogo-fatuo/">Música no Cinema: Saura – El Amor Brujo | De Falla – “Dança Ritual do Fogo” e “Canção do Fogo Fátuo”</a> appeared first on <a rel="nofollow" href="https://classicosdosclassicos.mus.br">Clássicos dos Clássicos</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A obra<a href="https://classicosdosclassicos.mus.br/obras/de-falla-el-amor-brujo-goya-disparates/"><em> El Amor Brujo</em></a> (O Amor Feiticeiro) foi composta pelo espanhol Manuel de Falla a pedido de Pastora Imperio, uma famosa cantora e dançarina cigana de flamenco, que queria uma <em>gitaneria </em>(peça cigana).</p>
<p>O enredo trata da história de Candelas, uma bela jovem cigana que é impedida de corresponder ao amor de Carmelo, seu namorado, pelo fantasma de seu antigo amante, um homem infiel e devasso que lhe aparece toda vez que ela se aproxima de Carmelo. Candelas então executa a <em>Dança Ritual do Fogo</em> para atrair o fantasma, dançando com ele em rodopios cada vez mais rápidos, até que este, tragado pelas chamas, desaparece para sempre.</p>
<p>Além de danças flamencas<em>, </em>Falla usa o <em>Cante Jondo </em>(Canto profundo), parte também da tradição cigana do Flamenco<em>. </em>Na cena seguinte à <em>Dança Ritual do Fogo, </em>Candela entoa a <em>Canção do Fogo Fátuo </em>nesse estilo, em que ritmos cruzados se opõem ao acompanhamento da orquestra que imita uma guitarra.</p>
<p>O diretor espanhol Carlos Saura escreveu o filme <em>El</em> <em>Amor Brujo </em>a partir da obra de Falla, com coreografia de Antonio Gades, porém o filme não segue o enredo do balé.</p>
<p>Vamos assistir a seguir duas de suas cenas:</p>
<p>Manuel de Falla – Do filme <em>El Amor Brujo: Dança Ritual do Fogo </em>e <em>Canção do Fogo Fátuo </em>| Dançarinos solistas: Antonio Gades e Cristina Hoyos; Cantora: Rocio Jurado.</p>
<p><iframe loading="lazy" title="El Amor Brujo [1986]" width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/wQ0ZNiJTHEs?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen></iframe></p>
<p>The post <a rel="nofollow" href="https://classicosdosclassicos.mus.br/musica-no-cinema-saura-el-amor-brujo-falla-danca-ritual-do-fogo-e-cancao-do-fogo-fatuo/">Música no Cinema: Saura – El Amor Brujo | De Falla – “Dança Ritual do Fogo” e “Canção do Fogo Fátuo”</a> appeared first on <a rel="nofollow" href="https://classicosdosclassicos.mus.br">Clássicos dos Clássicos</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Música no Cinema: Melancolia &#8211; Lars Von Trier &#124; Wagner – Prelúdio de “Tristão e Isolda”</title>
		<link>https://classicosdosclassicos.mus.br/musica-no-cinema-melancolia-lars-von-trier-wagner-preludio-de-tristao-e-isolda/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Clássicos dos Clássicos]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 30 Apr 2020 05:29:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Música no Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[Wagner]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://classicosdosclassicos.mus.br/?p=5220</guid>

					<description><![CDATA[<p>Melancolia (2011), filme de Lars Von Trier, é controverso: alguns o amam, outros o odeiam. Entretanto, quase todos elogiam o Prólogo – oito minutos ao som do Prelúdio da ópera Tristão e Isolda, de Wagner. É uma sequência de sonho filmada em câmera ultra lenta que funciona tanto como uma preparação quanto uma sinopse do [&#8230;]</p>
<p>The post <a rel="nofollow" href="https://classicosdosclassicos.mus.br/musica-no-cinema-melancolia-lars-von-trier-wagner-preludio-de-tristao-e-isolda/">Música no Cinema: Melancolia &#8211; Lars Von Trier | Wagner – Prelúdio de “Tristão e Isolda”</a> appeared first on <a rel="nofollow" href="https://classicosdosclassicos.mus.br">Clássicos dos Clássicos</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Melancolia </em>(2011), filme de Lars Von Trier, é controverso: alguns o amam, outros o odeiam. Entretanto, quase todos elogiam o Prólogo – oito minutos ao som do Prelúdio da ópera <em>Tristão e Isolda,</em> de <a href="https://classicosdosclassicos.mus.br/compositores/richard-wagner/">Wagner</a>. É uma sequência de sonho filmada em câmera ultra lenta que funciona tanto como uma preparação quanto uma sinopse do que está por vir.</p>
<p>As protagonistas são duas irmãs, Justine e Claire. Na primeira parte, o filme trata de Justine, melancólica e depressiva, do fracasso de sua festa de casamento e do próprio casamento. Na segunda parte, trata de Claire, a irmã mais velha e “normal” de Justine, e a contagem regressiva para o fim do mundo, com a colisão da Terra com o planeta Melancolia<em>, </em>que se aproxima<em>.</em></p>
<p><em>Melancolia</em> remete a outros filmes, como <em>O</em><em> Sacrifício, </em>de Andrei Tarkovski,<em> Gritos e Sussurros, </em>de Ingmar Bergman, <em>2001: Uma Odisseia no Espaço, </em>de Stanley Kubrick, e <em>Morte em Veneza</em>, de Luchino Visconti.</p>
<p>Tem em comum com eles o fato de que é impossível imaginar qualquer um destes sem as músicas que seus autores escolheram para sua trilha sonora – música <em>escolhida, </em>não <em>composta </em>expressamente para os filmes.</p>
<p>O Prelúdio de <em>Tristão e Isolda</em> é o <a href="https://radios.ebc.com.br/caderno-de-musica/edicao/2016-02/voce-sabe-o-que-e-leitmotiv"><em>Leitmotiv </em></a>de <em>Melancolia. </em>A ópera é uma composição revolucionária, que marca o fim da música tonal e abre caminho para compositores como Richard Strauss <em>(Assim falou Zaratustra, </em>em <em>2001: Uma</em> <em>Odisseia no Espaço)</em>, Gustav Mahler <em>(Adagietto </em>da <em>Sinfonia nº 5</em>, em <em>Morte em Veneza) </em>e Schoenberg<em>.</em></p>
<p>O grande tema de <em>Tristão e Isolda, </em>por sua vez, é<em> Liebestod </em>(amor-morte), título da ária final da ópera, cantada por Isolda sobre o cadáver de Tristão. Seus últimos versos são:</p>
<p><em>Ertrinken,                     Afogar-se,</em></p>
<p><em>Versinken,                    Afundar,</em></p>
<p><em>Unbewusst,                  Inconsciente,</em></p>
<p><em>Höchste Lust!                Suprema alegria!      (tradução literal)</em></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>Melancolia</em> – Prólogo | Wagner – Prelúdio de <em>Tristão e Isolda</em> | Orquestra Filarmônica de Praga sob a regência de Richard Hein.</p>
<p><iframe loading="lazy" title="Melancholia Prologue" width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/LRSmtYLVU90?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
<p>The post <a rel="nofollow" href="https://classicosdosclassicos.mus.br/musica-no-cinema-melancolia-lars-von-trier-wagner-preludio-de-tristao-e-isolda/">Música no Cinema: Melancolia &#8211; Lars Von Trier | Wagner – Prelúdio de “Tristão e Isolda”</a> appeared first on <a rel="nofollow" href="https://classicosdosclassicos.mus.br">Clássicos dos Clássicos</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Música no Cinema: Malick &#8211; Days of Heaven &#124; Saint-Saëns – Carnaval dos Animais: Aquário</title>
		<link>https://classicosdosclassicos.mus.br/musica-no-cinema-malick-days-of-heaven-saint-saens-carnaval-dos-animais-aquario/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Clássicos dos Clássicos]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 16 Apr 2020 18:31:40 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Música no Cinema]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://classicosdosclassicos.mus.br/?p=5165</guid>

					<description><![CDATA[<p>Escrito em 1886 como uma brincadeira para divertir os amigos no período do Carnaval, o Carnaval dos Animais, de Camille Saint-Saëns, está entre as obras mais apreciadas e populares do compositor francês. O “Aquário” é uma das partes mais criativas do Carnaval, cheia de magia e mistério, evocados pela sonoridade iridescente dos pianos e da [&#8230;]</p>
<p>The post <a rel="nofollow" href="https://classicosdosclassicos.mus.br/musica-no-cinema-malick-days-of-heaven-saint-saens-carnaval-dos-animais-aquario/">Música no Cinema: Malick &#8211; Days of Heaven | Saint-Saëns – Carnaval dos Animais: Aquário</a> appeared first on <a rel="nofollow" href="https://classicosdosclassicos.mus.br">Clássicos dos Clássicos</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Escrito em 1886 como uma brincadeira para divertir os amigos no período do Carnaval, o <a href="https://classicosdosclassicos.mus.br/obras/saint-saens-o-carnaval-dos-animais-le-carnaval-des-animaux/"><em>Carnaval dos Animais</em></a>, de Camille Saint-Saëns, está entre as obras mais apreciadas e populares do compositor francês.</p>
<p>O “Aquário” é uma das partes mais criativas do <em>Carnaval</em>, cheia de magia e mistério, evocados pela sonoridade iridescente dos pianos e da celesta.</p>
<p>A peça foi usada como trilha sonora da abertura do filme <em>Days of Heaven</em> (Cinzas no Paraíso), de 1978, do cineasta norte-americano <a href="https://www.imdb.com/name/nm0000517/">Terrence Malick</a>. Além de ser a trilha dos créditos iniciais, que assistiremos no vídeo abaixo, ela é intencionalmente referenciada em um dos três temas (o principal), que Enio Morricone escreveu para a trilha sonora do filme. O trabalho foi indicado ao <a href="http://www.oscars.org/awards/academyawards/legacy/ceremony/51st-winners.html">Oscar de &#8220;Melhor Trilha Sonora”</a> e venceu o BAFTA de “Melhor Música”.</p>
<p>A história se passa no início do século XX. Bill (Richard Gere) e Abby (Brooke Adams) formam um casal que vive em Chicago, fingindo serem irmãos. Eles vão trabalhar em uma fazenda no Texas, onde o proprietário (Sam Sheppard) se apaixona por Abby, pedindo-a em casamento. O casal descobre que o fazendeiro está doente, com pouco tempo de vida, e resolve, então, tirar proveito disso. Mas o fazendeiro não morre e a situação começa a fugir do controle.</p>
<p>Saint-Saëns &#8211; Carnaval dos Animais: Aquário &#8211; <a href="https://www.allmusic.com/album/days-of-heaven-mw0000959017?1586748343615">Wurttenberg Chamber Orchestra</a></p>
<p><iframe loading="lazy" src="https://www.youtube.com/embed/y0MWKOLiAdI" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<p>The post <a rel="nofollow" href="https://classicosdosclassicos.mus.br/musica-no-cinema-malick-days-of-heaven-saint-saens-carnaval-dos-animais-aquario/">Música no Cinema: Malick &#8211; Days of Heaven | Saint-Saëns – Carnaval dos Animais: Aquário</a> appeared first on <a rel="nofollow" href="https://classicosdosclassicos.mus.br">Clássicos dos Clássicos</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
	</channel>
</rss>
