Na reta final da Copa do Mundo de Futebol 2026, entramos no clima da última semana da competição com uma escalação dos compositores mais representativos dos quatro países semifinalistas na disputa pelo título do mundial.
Nessa verdadeira batalha de gigantes, as seleções da França, Espanha, Inglaterra e Argentina colocam em campo alguns dos maiores “craques” que a história da música já produziu.
França
Com sua música refinada, a seleção francesa vem liderada por Claude Debussy, um dos compositores mais influentes do final do século XIX e início do século XX. Complementam o time, Maurice Ravel, autor do hipnotizante Bolero, e o excêntrico Erik Satie, gênio da vanguarda parisiense do começo do século XX.
Debussy – Suíte Bergamasque (Atenção: substituir o segundo vídeo na página, no site)
Ravel – Bolero
Satie – Três Gymnopédies
Espanha
Com uma musicalidade cheia de paixão, ritmo e raízes ciganas, a seleção espanhola é encabeçada por Manuel de Falla e conta ainda com os compositores Isaac Albéniz e Enrique Granados – três mestres que exploraram toda a riqueza da música tradicional da Espanha em suas criações.
De Falla – El amor brujo
Albéniz – Iberia
Granados – Danças espanholas e goyescas
Inglaterra
A seleção inglesa entra em campo com Benjamin Britten, uma das figuras centrais da música de concerto do século XX, juntamente com o mestre barroco Henry Purcell e o compositor renascentista Thomas Tallis, todos célebres representantes da grandiosidade musical britânica.
Benjamin Britten – Guia da Orquestra para os Jovens
Purcell – A Rainha das Fadas
Tallis – Spem in Alium
Argentina
A equipe argentina tem como seu “camisa 10” Astor Piazzolla, o criador do tango moderno. Cheio de sentimento latino, improviso e modernidade, o time inclui ainda os compositores Aberto Ginastera, com sua influência nacionalista, e Osvaldo Golijov, um expoente da música contemporânea.
Astor Piazzolla
Ginastera – Estancia
Golijov – Nazareno