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	<title>Haydn - Clássicos dos Clássicos</title>
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	<description>Por Carlos Siffert</description>
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		<title>Haydn – Quartetos Op. 76</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Clássicos dos Clássicos]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 09 Dec 2025 04:38:36 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Ao longo de quarenta anos, Haydn compôs cerca de 83 quartetos de cordas. Os seis quartetos do Op. 76 estão entre as últimas e mais célebres contribuições do compositor a este gênero musical. Escritos em 1797, são obras tardias e ambiciosas, com formatos inovadores e unidade temática. O musicólogo norte-americano H.C. Robbins Lando afirma a [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;">Ao longo de quarenta anos, <a href="https://classicosdosclassicos.mus.br/compositores/joseph-haydn/">Haydn</a> compôs cerca de 83 quartetos de cordas. Os seis quartetos do Op. 76 estão entre as últimas e mais célebres contribuições do compositor a este gênero musical. Escritos em 1797, são obras tardias e ambiciosas, com formatos inovadores e unidade temática.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O musicólogo norte-americano H.C. Robbins Lando afirma a respeito do conjunto: </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">&#8220;Anos de experiência haviam dado a <a href="https://classicosdosclassicos.mus.br/compositores/joseph-haydn/">Haydn</a> uma técnica formidável, comparável à de J. S. Bach, e esta foi posta em prática nas experiências tonais e formais que conferiram uma nova dimensão e – para o músico profissional – um imenso estímulo à sua arte. De todos os muitos aspectos deste conjunto que merecem atenção, os movimentos lentos (que, em sua profundidade de expressão, vão um passo além até mesmo dos escritos por Mozart) são talvez os que nos impressionam com mais força.&#8221;</span></p>
<p><b>Quarteto Op. 76 nº. 1 em Sol Maior, Hob. III:75</b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Com passagens &#8220;orquestrais&#8221;, o quarteto impressiona por sua ampla gama tonal que inclui frequentes explorações do modo menor, embora esteja escrito em Sol maior.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Takács Quartet</span></p>
<p><iframe loading="lazy" title="Takács Quartet - Haydn op. 76/1 - recorded 1981" width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/9A67mAUjAe4?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
<p><b>Quarteto Op. 76 nº. 2 em Ré Menor, “Quintas&#8221;, Hob. III:76</b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O quarteto recebeu o apelido de </span><i><span style="font-weight: 400;">Quinten</span></i><span style="font-weight: 400;"> (Quintas) devido aos intervalos descendentes amplamente espaçados anunciados pelo primeiro violino nos compassos iniciais da peça. O motivo reaparece ao longo do primeiro movimento.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Gagliano quartet</span></p>
<p><iframe loading="lazy" title="HAYDN - String Quartet  Op. 76 No. 2 &quot;Fifths&quot;" width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/UTnzSeOnd4M?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><b>Quarteto Op. 76 nº. 3 em Dó Maior, &#8220;Imperador&#8221;, Hob. III:77 </b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Seu apelido </span><i><span style="font-weight: 400;">Kaiser</span></i><span style="font-weight: 400;"> (Imperador) se deve ao conjunto de variações, no segundo movimento, sobre o tema do hino &#8220;Deus salve o Imperador Francisco&#8221;, que Haydn escreveu para o Imperador Francisco II. Posteriormente, a música se tornou o hino nacional da Áustria-Hungria, além de ser usada no hino nacional alemão, o </span><i><span style="font-weight: 400;">Deutschlandlied</span></i><span style="font-weight: 400;">.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Quatuor Akos</span></p>
<p><iframe loading="lazy" title="Haydn: Kaiserquartett/Streichquartett in C-Dur, Op 76, Nr. 3/ Quatuor Akos" width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/JfxpaUYTFy8?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><b>Quarteto Op. 76 nº. 4 em Si Bemol Maior, &#8220;Alvorada&#8221;, Hob. III:78</b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A obra é apelidada de “Alvorada” devido ao tema ascendente do violino sobre os acordes sustentados no início do quarteto.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Dover Quartet</span></p>
<p><iframe loading="lazy" title="BISQC 2013 - Dover String Quartet - Joseph Haydn Quartet in B flat Major &quot;Sunrise&quot;" width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/vcrKzQ1_2R4?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><b>Quarteto Op. 76 nº. 5 em Ré Maior, Hob. III:79</b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">É por vezes chamado de “Largo” ou “Quarteto do Cemitério” devido ao seu segundo movimento lento. Frequentemente tocado em funerais, é um lamento melancólico que vai se tornando cada vez mais silencioso até sua conclusão.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Juilliard String Quartet</span></p>
<p><iframe loading="lazy" title="HAYDN Quartet in D Major, Op. 76, No. 5 Juilliard String Quartet Robert Mann Joel Smirnoff on Strads" width="500" height="375" src="https://www.youtube.com/embed/RfUcjFytvuk?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><b>Quarteto Op. 76 nº. 6 em Mi Bemol Maior, Hob. III:80</b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">É também chamado de “Quarteto Fantasia” por não seguir os padrões dos quartetos de cordas da época, incluindo inovações como mudanças de compasso e temas improvisados.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Julia Glenn e Emma Frucht (violinos), Yuchen Lu (viola) e Caroline Stinson (violoncelo)</span></p>
<p><iframe loading="lazy" title="Haydn String Quartet Op 76 No 6" width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/VXuf2cJ2sXc?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Haydn – Trio para Piano e Cordas nº. 44, Hob XV:28</title>
		<link>https://classicosdosclassicos.mus.br/obras/haydn-trio-para-piano-e-cordas-no-44-hob-xv28/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Clássicos dos Clássicos]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 01 Sep 2025 18:11:58 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O Trio nº. 44 em Mi maior “é realmente extraordinário e, de certa forma, a mais estranha das últimas obras de Haydn”, afirma o musicólogo Charles Rosen em seu ensaio sobre o assunto no livro The Classical Style (O estilo clássico). Entre os últimos trios escritos pelo compositor, ele integra de um conjunto de três peças [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;">O </span><i><span style="font-weight: 400;">Trio nº. 44 em Mi maior</span></i><span style="font-weight: 400;"> “é realmente extraordinário e, de certa forma, a mais estranha das últimas obras de <a href="https://classicosdosclassicos.mus.br/compositores/joseph-haydn/">Haydn</a>”, afirma o musicólogo Charles Rosen em seu ensaio sobre o assunto no livro </span><i><span style="font-weight: 400;">The Classical Style</span></i><span style="font-weight: 400;"> (O estilo clássico).</span><span style="font-weight: 400;"> E</span><span style="font-weight: 400;">ntre os últimos trios escritos pelo compositor, ele integra de um conjunto de três peças dedicadas à sua amiga e pianista Therese Jansen. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O primeiro movimento é um </span><i><span style="font-weight: 400;">Allegro Moderato Cantabile</span></i><span style="font-weight: 400;"> que tem um caráter de improvisação. O piano parece estar tocando em </span><i><span style="font-weight: 400;">pizzicato</span></i><span style="font-weight: 400;">, tal como as cordas. Uma passagem surpreendente ocorre na seção de desenvolvimento: o tema principal surge de repente, tocado forte pela única vez, com harmonia plena e as cordas tocando </span><i><span style="font-weight: 400;">arco</span></i><span style="font-weight: 400;"> (não </span><i><span style="font-weight: 400;">pizzicato</span></i><span style="font-weight: 400;">). É o clímax, o ponto de convergência de todo movimento.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Surge, depois, um </span><i><span style="font-weight: 400;">Allegretto. </span></i><span style="font-weight: 400;">Esse movimento possui uma sonoridade estranha, misteriosa. A forma é também inesperada – a de uma </span><i><span style="font-weight: 400;">passacaglia, </span></i><span style="font-weight: 400;">um contraponto de duas partes (mão direita e mão esquerda do piano). O ritmo obstinado do baixo se mantém em todo o movimento. Sobre o baixo, <a href="https://classicosdosclassicos.mus.br/compositores/joseph-haydn/">Haydn</a> superpõe uma linha melódica que vai mudando e que tem ritmos diferentes do ritmo do baixo.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Após esses dois movimentos de escrita tão densa, não poderia haver maior contraste do que no </span><i><span style="font-weight: 400;">Allegro </span></i><span style="font-weight: 400;">final, leve e elegante.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Haydn – </span><i><span style="font-weight: 400;">Trio para piano e cordas nº. 44 em Mi Maior, Hob. XV:28</span></i><span style="font-weight: 400;"> | Van Baerle Trio</span></p>
<p><iframe loading="lazy" title="Van Baerle Trio - Haydn Piano Trio no. 44 in E major" width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/FSF25CCRiV0?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Haydn &#8211; Sonata para Piano em Mi Bemol Maior, Hob. XVI:49</title>
		<link>https://classicosdosclassicos.mus.br/obras/haydn-sonata-para-piano-em-mi-bemol-maior-hob-xvi49/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Clássicos dos Clássicos]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 29 Aug 2022 17:42:48 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A Sonata em Mi Bemol Maior data de 1790 e foi destinada à amiga e confidente de Haydn, Maria Anna von Genzinger. São três seus movimentos: Allegro non tropo, Adagio cantabile e Minueto. O Allegro inicial se move rapidamente em um saltitante ritmo ternário. Apesar de seu começo um tanto casual, é um movimento dramático, cuidadosamente [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A <em>Sonata em Mi Bemol Maior</em> data de 1790 e foi destinada à amiga e confidente de <a href="https://classicosdosclassicos.mus.br/compositores/joseph-haydn/">Haydn</a>, Maria Anna von Genzinger.</p>
<p>São três seus movimentos: <em>Allegro non tropo</em>, <em>Adagio cantabile</em> e <em>Minueto</em>.</p>
<p>O <em>Allegro </em>inicial se move rapidamente em um saltitante ritmo ternário. Apesar de seu começo um tanto casual, é um movimento dramático, cuidadosamente trabalhado, no qual quase tudo se origina a partir do tema principal.</p>
<p>O belo <em>Adagio</em> é em forma A-B-A com material temático muito decorado. Breves trechos da tônica menor trazem um clima melancólico ao movimento.</p>
<p>O minueto que se segue, de amplas proporções, tem dois Trios. O tema do primeiro é de escalas descendentes, em contraste com as escalas ascendentes do segundo. O movimento traz um alívio de tensão após dois movimentos com tamanha carga emocional.</p>
<p>Haydn – <em>Sonata para Piano em Mi Bemol Maior</em>, Hob. XVI:49 | Alfred Brendel (piano)</p>
<p><iframe loading="lazy" title="Joseph Haydn Piano Sonata nº 59 in E flat, Hob. XVI:49" width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/mWF-48jIrSU?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen></iframe></p>
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		<title>Haydn – Trio para Piano e Cordas nº 43, Hob 15/27</title>
		<link>https://classicosdosclassicos.mus.br/obras/haydn-trio-para-piano-e-cordas-no-43-hob-15-27/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Clássicos dos Clássicos]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 01 Aug 2022 16:14:26 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Animado pelo sucesso que teve em suas duas longas estadias em Londres, Haydn compôs nada menos do que 15 trios para piano em meados da década de 1790. Publicados por seu editor inglês, tornaram-se bestsellers imediatamente. Embora prolífico, Haydn tinha dificuldade de atender à demanda insaciável do público por trios para piano e outras peças de house music, [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;">Animado pelo sucesso que teve em suas duas longas estadias em Londres, <a href="https://classicosdosclassicos.mus.br/compositores/joseph-haydn/">Haydn</a> compôs nada menos do que 15 trios para piano em meados da década de 1790. Publicados por seu editor inglês, tornaram-se </span><i><span style="font-weight: 400;">bestsellers </span></i><span style="font-weight: 400;">imediatamente.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Embora prolífico, <a href="https://classicosdosclassicos.mus.br/compositores/joseph-haydn/">Haydn</a> tinha dificuldade de atender à demanda insaciável do público por trios para piano e outras peças de </span><i><span style="font-weight: 400;">house music</span></i><span style="font-weight: 400;">, música para ser tocada por amadores em saraus domésticos.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O </span><i><span style="font-weight: 400;">Trio para Piano e Cordas nº. 43, </span></i><span style="font-weight: 400;">Hob XV:27, está entre os últimos compostos por <a href="https://classicosdosclassicos.mus.br/compositores/joseph-haydn/">Haydn</a>. É o primeiro de um conjunto de três que ele dedicou a Therese Jansen, sua amiga e excelente pianista.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Esses trios, contudo, dificilmente poderiam ser chamados de música doméstica. O musicólogo Charles Rosen os considera os mais difíceis que Haydn escreveu, uma formidável realização musical e intelectual.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O </span><i><span style="font-weight: 400;">Trio nº 43</span></i><span style="font-weight: 400;"> possui três movimentos. O </span><i><span style="font-weight: 400;">Allegro</span></i><span style="font-weight: 400;"> inicial é brilhante, cheio de contrastes súbitos de clima, tonalidade, ritmo e dinâmica, e com uma qualidade de improvisação. É ao mesmo tempo vívido e tranquilo, com uma profusão de motivos rara em <a href="https://classicosdosclassicos.mus.br/compositores/joseph-haydn/">Haydn</a>.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O movimento lento, </span><i><span style="font-weight: 400;">Andante</span></i><span style="font-weight: 400;">, é surpreendente. Começa suave e lírico, com uma ornamentação florida para o piano e o violino. Depois desse início ingênuo e intrincado, vem a surpresa: a seção em tom menor inicia com um </span><i><span style="font-weight: 400;">forte </span></i><span style="font-weight: 400;">no meio de um compasso e continua com um poder dramático próximo da brutalidade. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O último movimento, </span><i><span style="font-weight: 400;">Presto</span></i><span style="font-weight: 400;">, é um rondó. Sobre ele, Charles Rosen afirma: “O </span><i><span style="font-weight: 400;">Presto</span></i><span style="font-weight: 400;"> final é talvez a peça mais humorística de Haydn. Tudo neste movimento é inesperado: o tema de abertura, que é uma brincadeira; a harmonia que muda para acentuar tempos fracos; a melodia angular que aparece às vezes no registro errado; e o ritmo </span><i><span style="font-weight: 400;">scherzando</span></i><span style="font-weight: 400;"> que permite o início da melodia quando menos se espera”.</span><span style="font-weight: 400;">Haydn – </span><i><span style="font-weight: 400;">Trio para Piano e Cordas nº. 43 em Dó Maior</span></i><span style="font-weight: 400;">, Hob XV:27 | Trio Bohémo</span></p>
<p><iframe loading="lazy" title="J. Haydn: Piano Trio in C Major, Hob.XV:27, Trio Bohémo" width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/85GWDBnbH_c?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
<p>&nbsp;</p>
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		<item>
		<title>Haydn – Concerto nº 2 para Trompa em Ré Maior</title>
		<link>https://classicosdosclassicos.mus.br/obras/haydn-concerto-no-2-para-trompa-em-re-maior/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Clássicos dos Clássicos]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 13 Jun 2022 00:57:05 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O Concerto nº 2 para Trompa em Ré Maior, de Haydn, foi escrito para a trompa natural (sem válvulas). Com ela, os movimentos rápidos têm um som brilhante. Já o movimento central, um belo Adagio pulsante e elegante, usa as notas mais baixas do instrumento. Duas décadas depois, os concertos de Mozart foram escritos para [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O <em>Concerto nº 2 para Trompa em Ré Maior, </em>de <a href="https://classicosdosclassicos.mus.br/compositores/joseph-haydn/">Haydn</a>, foi escrito para a trompa natural (sem válvulas). Com ela, os movimentos rápidos têm um som brilhante.</p>
<p>Já o movimento central, um belo <em>Adagio </em>pulsante e elegante, usa as notas mais baixas do instrumento.</p>
<p>Duas décadas depois, os concertos de Mozart foram escritos para uma trompa mais moderna, com válvulas.</p>
<p>Haydn – <em>Concerto nº 2 para Trompa em Ré Maior</em> | David Guerrier (trompa) e Les Siècles, sob a regência de Xavier Roth</p>
<p><iframe loading="lazy" title="Haydn Horn Concerto Les Siecles Xavier Roth David Guerrier" width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/0ZjErl5yDs8?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen></iframe></p>
<p>The post <a rel="nofollow" href="https://classicosdosclassicos.mus.br/obras/haydn-concerto-no-2-para-trompa-em-re-maior/">Haydn – Concerto nº 2 para Trompa em Ré Maior</a> appeared first on <a rel="nofollow" href="https://classicosdosclassicos.mus.br">Clássicos dos Clássicos</a>.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Haydn – Sinfonia nº 49 em Fá Menor, “La Passione”</title>
		<link>https://classicosdosclassicos.mus.br/obras/haydn-sinfonia-no-49-em-fa-menor-la-passione/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Clássicos dos Clássicos]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 21 Mar 2022 15:29:50 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A despeito de seu número, a Sinfonia nº 49 em Fá Menor, “La Passione”, composta em 1768, foi a segunda das oito Sturm und Drang (Tempestade e Ímpeto) de Haydn. Sua forma de Sonata da Chiesa (Sonata de Igreja), um tanto antiquada, contrasta com seu conteúdo Sturm und Drang, emocional, muito moderno para a época [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;">A despeito de seu número, a </span><i><span style="font-weight: 400;">Sinfonia nº 49 em Fá Menor, “La Passione”</span></i><span style="font-weight: 400;">, composta em 1768, foi a segunda das oito </span><i><span style="font-weight: 400;">Sturm und Drang</span></i><span style="font-weight: 400;"> (Tempestade e Ímpeto) de Haydn.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Sua forma de </span><i><span style="font-weight: 400;">Sonata da Chiesa </span></i><span style="font-weight: 400;">(Sonata de Igreja), um tanto antiquada, contrasta com seu conteúdo </span><i><span style="font-weight: 400;">Sturm und Drang</span></i><span style="font-weight: 400;">, emocional, muito moderno para a época (leia sobre a </span><i><span style="font-weight: 400;">Sinfonia nº 39, “Tempesta di Mare”</span></i><span style="font-weight: 400;">, de <a href="https://classicosdosclassicos.mus.br/compositores/joseph-haydn/">Haydn</a>). </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Seu cognome </span><i><span style="font-weight: 400;">“La Passione”</span></i><span style="font-weight: 400;"> (A Paixão) e sua forma</span> <span style="font-weight: 400;">sugerem que possa ter sido composta para a semana santa, provavelmente a sexta-feira santa, época em que a música secular era proibida nas igrejas.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Os quatro movimentos são em Fá menor, com exceção do trio, que é em Fá maior. O movimento lento, geralmente o segundo, troca de lugar com o primeiro, rápido. De andamento lento e inexorável, esse </span><i><span style="font-weight: 400;">Adagio</span></i><span style="font-weight: 400;"> inicial sugere uma visão da </span><i><span style="font-weight: 400;">via crucis. </span></i></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O tom apaixonado, violento mesmo, continua nos movimentos seguintes e culmina no turbulento </span><i><span style="font-weight: 400;">presto</span></i><span style="font-weight: 400;"> final.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">“Esta é”, diz o cronista Matthew Rye, “uma das mais sombrias e austeras sinfonias de Haydn, uma obra de tanta </span><i><span style="font-weight: 400;">paixão, </span></i><span style="font-weight: 400;">que não se pode deixar de sentir que a dor aqui expressa seja mais pessoal do que coletiva”.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Haydn – </span><i><span style="font-weight: 400;">Sinfonia nº 49 em Fá Menor,</span></i><span style="font-weight: 400;"> “</span><i><span style="font-weight: 400;">La Passione” </span></i><span style="font-weight: 400;">| Il Giardino Armonico regido por Giovanni Antonini (gravada no <a href="https://en.wikipedia.org/wiki/Schloss_Esterh%C3%A1zy">Palácio Esterházy</a>, onde pode ter sido estreada)</span></p>
<p><iframe loading="lazy" title="Haydn - Symphony No. 49 in F minor &quot;La Passione&quot; (Il Giardino Armonico, Giovanni Antonini)" width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/LwS_rKMKi-o?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen></iframe></p>
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		<title>Haydn – Sinfonia nº 39 em Sol Menor, “Tempesta di mare” </title>
		<link>https://classicosdosclassicos.mus.br/obras/haydn-sinfonia-no-39-em-sol-menor-tempesta-di-mare/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Clássicos dos Clássicos]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 07 Mar 2022 13:04:45 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>H. C. Robbins Landon, biógrafo de Haydn, fala de uma “crise musical austríaca”, sem, no entanto, explicar o súbito surto de interesse de Haydn que o levou a compor oito sinfonias, quatro quartetos e quatro sonatas nesta fase. A Sinfonia nº 39 em Sol Menor, “Tempesta di mare”, de 1767, é a primeira dessa série [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;">H. C. Robbins</span><span style="font-weight: 400;"> Landon, biógrafo de <a href="https://classicosdosclassicos.mus.br/compositores/joseph-haydn/">Haydn</a>, fala de uma “crise musical austríaca”, sem, no entanto, explicar o súbito surto de interesse de Haydn que o levou a compor oito sinfonias, quatro quartetos e quatro sonatas nesta fase.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A </span><i><span style="font-weight: 400;">Sinfonia nº 39 em Sol Menor, “</span></i><i><span style="font-weight: 400;">Tempesta di mare”</span></i><i><span style="font-weight: 400;">, </span></i><span style="font-weight: 400;">de 1767, é a primeira dessa série (o número não reflete a ordem de composição). </span><span style="font-weight: 400;">O primeiro e o último movimentos são pontos altos do novo estilo do compositor.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A abertura do primeiro movimento, </span><i><span style="font-weight: 400;">Allegro assai,</span></i><span style="font-weight: 400;"> é magistral em sua maneira simples de criar tensão. A apresentação do primeiro tema, apaixonado e vigoroso, começa em </span><i><span style="font-weight: 400;">piano, </span></i><span style="font-weight: 400;">para depois ser repetido subitamente em </span><i><span style="font-weight: 400;">Forte. </span></i></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O segundo movimento, </span><i><span style="font-weight: 400;">Andante</span></i><span style="font-weight: 400;">, só para cordas, é gracioso e retorna ao </span><i><span style="font-weight: 400;">estilo galante.</span></i></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O </span><i><span style="font-weight: 400;">Minueto </span></i><span style="font-weight: 400;">volta ao sol menor e ao estilo severo da abertura.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O </span><i><span style="font-weight: 400;">Finale, Allegro di molto, </span></i><span style="font-weight: 400;">volta aos níveis de energia e de dinâmica do primeiro movimento.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;"><a href="https://classicosdosclassicos.mus.br/compositores/joseph-haydn/">Haydn</a> – </span><i><span style="font-weight: 400;">Sinfonia nº 39 em Sol Menor, “</span></i><i><span style="font-weight: 400;">Tempesta di mare”</span></i><span style="font-weight: 400;"> | </span><span style="font-weight: 400;">Il Giardino Armonico, Giovanni Antonini (regente) | Gravada no Palácio Esterházy (o Príncipe Esterházy era o empregador de Haydn)</span></p>
<p><iframe loading="lazy" title="Haydn - Symphony No. 39 in G minor (Il Giardino Armonico, Giovanni Antonini)" width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/MkNMv9AND1k?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen></iframe></p>
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		<title>Haydn – Sonata nº 47 em Si Menor, Hob XIV-32</title>
		<link>https://classicosdosclassicos.mus.br/obras/haydn-sonata-no-32-em-si-menor-hob-xiv-32/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Clássicos dos Clássicos]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 07 Mar 2022 13:02:11 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Com a Sonata nº 47 em Si Menor, que integra um conjunto de seis obras publicadas em 1776, Haydn passa do estilo galante para a severidade característica das obras em Si menor do estilo Sturm und Drang (Tempestade e Ímpeto). Em seus trabalhos posteriores, Haydn preferia uma resolução em tom maior para movimentos em tom [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;">Com a </span><i><span style="font-weight: 400;">Sonata nº 47 em Si Menor</span></i><span style="font-weight: 400;">, que integra um conjunto de seis obras publicadas em 1776, Haydn passa do estilo galante para a severidade característica das obras em Si menor do estilo </span><i><span style="font-weight: 400;">Sturm und Drang </span></i><span style="font-weight: 400;">(Tempestade e Ímpeto).</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Em seus trabalhos posteriores, Haydn preferia uma resolução em tom maior para movimentos em tom menor. Aqui, porém, as resoluções dos sombrios movimentos extremos permanecem em tom menor.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O final, com seu tema obsessivamente martelado – base de toda a sequência de ação musical – e seus estranhos silêncios, é talvez o mais violento dos movimentos de sonata de <a href="https://classicosdosclassicos.mus.br/compositores/joseph-haydn/">Haydn</a>.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Em meio a esta turbulência, o doce minueto em tom maior, que faz as vezes do movimento lento, traz uma pausa harmônica. Seu agitado trio em Si menor evoca o clima da sonata como um todo. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Haydn – </span><i><span style="font-weight: 400;">Sonata nº 47 em Si Menor</span></i><span style="font-weight: 400;">, </span><span style="font-weight: 400;">Hob XIV-32 | </span><span style="font-weight: 400;"><a href="https://en.wikipedia.org/wiki/Sviatoslav_Richter">Sviatoslav Richter</a> (piano)</span></p>
<p><iframe loading="lazy" title="Sviatoslav Richter - Haydn - Piano Sonata No 32 in B minor" width="500" height="375" src="https://www.youtube.com/embed/ip6X1e01pdM?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Haydn – A Criação: “Completa está a grande obra do Criador”</title>
		<link>https://classicosdosclassicos.mus.br/obras/haydn-a-criacao-completa-esta-a-grande-obra-do-criador/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Clássicos dos Clássicos]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 03 Jan 2022 22:19:24 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O oratório A Criação, de Haydn, é estruturado em três partes que discorrem sobre os seis dias da criação a partir da narrativa bíblica. A terceira e última parte mostra a vida de Adão e Eva no Jardim do Éden, em estado de harmonia com tudo o que foi criado. A cada etapa, há um [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O oratório <em>A Criação,</em> de <a href="https://classicosdosclassicos.mus.br/compositores/joseph-haydn/">Haydn</a>, é estruturado em três partes que discorrem sobre os seis dias da criação a partir da narrativa bíblica. A terceira e última parte mostra a vida de Adão e Eva no Jardim do Éden, em estado de harmonia com tudo o que foi criado.</p>
<p>A cada etapa, há um movimento crescente de gratidão e júbilo. <em>Nesse</em> novo mundo, o coro celebra, ao final do sexto dia, a conclusão da obra divina:</p>
<p>&#8220;<em>Achieved is the glorious work;</em></p>
<p><em>the Lord delights in all he sees.</em></p>
<p><em>In lofty strains let us rejoice,</em></p>
<p><em>our song shall be the praise of God</em>!&#8221;</p>
<p>[Completa está a grande obra do Criador;</p>
<p>O Senhor se alegra com tudo o que vê.</p>
<p>Também é imensa nossa alegria!</p>
<p>O louvor ao Senhor seja nossa canção!]</p>
<p>Haydn – <em>A Criação: “Acabada está a grande obra do Criador” </em>| Musica Saeculorum, Philipp von Steinaecker (direção)</p>
<p><iframe loading="lazy" title="Haydn – A Criação “Completa está a grande obra do Criador”" width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/dvBi4CFbMFM?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen></iframe></p>
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		<title>Haydn – A Criação: “Acorde a harpa”</title>
		<link>https://classicosdosclassicos.mus.br/obras/haydn-a-criacao-acorde-a-harpa/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Clássicos dos Clássicos]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 03 Jan 2022 22:14:15 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A Criação é um oratório escrito por Joseph Haydn entre 1797 e 1798, considerado uma de suas obras-primas. A composição descreve e celebra a criação do mundo tendo como base os livros do Gênesis, dos Salmos e o poema O Paraíso Perdido, de John Milton. Intercalando partes corais e árias individuais, o oratório expõe as realizações divinas e reconhece a grandeza do Criador [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><em>A Criação</em> é um oratório escrito por <a href="https://classicosdosclassicos.mus.br/compositores/joseph-haydn/">Joseph Haydn</a> entre 1797 e 1798, considerado uma de suas obras-primas. A composição descreve e celebra a criação do mundo tendo como base os livros do Gênesis, dos Salmos e o poema <em>O Paraíso Perdido</em>, de John Milton.</p>
<p>Intercalando partes corais e árias individuais, o oratório expõe as realizações divinas e reconhece a grandeza do <strong>Criador na organização do universo</strong>.</p>
<p>No espírito de um novo começo, vamos ouvir o coro “Acorde a harpa”, que evoca a gratidão pelo início de tudo. A letra celebra o terceiro dia da criação, quando foram originados a terra, o mar e a vegetação.</p>
<p>&#8220;<em>Awake the harp, ye choirs awaken,</em></p>
<p><em>Loud let the praise of God be sounded.</em></p>
<p><em>Rejoice in the Lord, the mighty God;</em></p>
<p><em>Surely the heavens and earth</em></p>
<p><em>has he girded with splendor and light</em>.&#8221;</p>
<p>[Acorde a harpa, a lira desperte,</p>
<p>deixem se levantar seus cantos de louvor!</p>
<p>Em triunfo proclamam o poder do Senhor!</p>
<p>Pois todos os céus e a terra ele cobriu</p>
<p>em vestimentas gloriosas.]</p>
<p>Haydn – <em>A Criação: Acorde a harpa</em> | Musica Saeculorum, Philipp von Steinaecker (direção)</p>
<p><iframe loading="lazy" title="Haydn – A Criação: Acorde a harpa | Musica Saeculorum, Philipp von Steinaecker (direção)" width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/OUzXps3HdOQ?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen></iframe></p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Haydn – Te Deum nº 2 em Dó Maior, “Marie Therese”</title>
		<link>https://classicosdosclassicos.mus.br/obras/haydn-te-deum-no-2-em-do-maior-marie-therese/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Clássicos dos Clássicos]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 11 Oct 2021 04:17:56 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Este breve, mas magnífico Te Deum foi encomendado a Haydn pela Imperatriz Marie Therese, esposa de Francisco I da Áustria. Ela frequentemente pedia ao compositor que escrevesse música sacra, mas o Príncipe Esterházy não queria permitir que seu célebre empregado compusesse para alguém, a não ser ele próprio. No entanto, a Imperatriz acabou conseguindo o [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Este breve, mas magnífico <a href="https://classicosdosclassicos.mus.br/te-deum/">Te Deum</a> foi encomendado a Haydn pela Imperatriz Marie Therese, esposa de Francisco I da Áustria.</p>
<p>Ela frequentemente pedia ao compositor que escrevesse música sacra, mas o Príncipe Esterházy não queria permitir que seu célebre empregado compusesse para alguém, a não ser ele próprio. No entanto, a Imperatriz acabou conseguindo o que queria, não se sabe como.</p>
<p>O Te Deum de Haydn foi composto em 1799, mas sua primeira execução conhecida foi em 1800, no palácio dos Esterházy, em 1800, para celebrar a visita de Lord Nelson.</p>
<p>É uma obra coral, não há solos, e tem a forma de um concerto em três movimentos: Allegro – Adagio – Allegro.</p>
<p>Haydn usa, em um trecho, o cantochão gregoriano do oitavo Salmo, honrando a tradição da Igreja Católica.</p>
<p>Haydn – Te Deum nº 2 em Dó Maior, “Marie Therese” | <a href="https://es.wikipedia.org/wiki/Choeur_de_Chambre_de_Namur">Coro de Câmara de Namur</a> e La Petite Bande sob a regência de Sigiswald Kuijken</p>
<p><iframe loading="lazy" title="Franz Joseph Haydn, Te Deum n.2 in C" width="500" height="375" src="https://www.youtube.com/embed/PXNGqgNTNIQ?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen></iframe></p>
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<p>&nbsp;</p>
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		<title>Haydn – Sinfonia nº 45, “Despedida”</title>
		<link>https://classicosdosclassicos.mus.br/obras/haydn-sinfonia-no-45-despedida/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Clássicos dos Clássicos]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 12 Apr 2021 12:57:53 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Haydn serviu o príncipe Nicolaus Esterházy durante quase 30 anos. O príncipe tinha um palácio em uma região remota da Hungria, onde passava com sua corte longas temporadas. Em 1772, a temporada no palácio no campo se estendeu muito além do normal. Os músicos estavam longe de suas famílias e ansiosos por retornar. Pediram a [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><a href="https://classicosdosclassicos.mus.br/compositores/joseph-haydn/">Haydn</a> serviu o príncipe Nicolaus Esterházy durante quase 30 anos. O príncipe tinha um palácio em uma região remota da Hungria, onde passava com sua corte longas temporadas.</p>
<p>Em 1772, a temporada no palácio no campo se estendeu muito além do normal. Os músicos estavam longe de suas famílias e ansiosos por retornar. Pediram a Haydn que intercedesse em seu favor junto ao príncipe, e ele o fez com sucesso. Como ele conseguiu é o que veremos a seguir.</p>
<p>A <em>Sinfonia nº 45 em Fá Sustenido Menor, “Despedida”,</em> é ímpar em vários aspectos. Para começar, é a única escrita em fá sustenido menor em todo século XVIII.</p>
<p>O primeiro movimento começa na maneira típica do período <em>Sturm und Drang </em>(*)<em>, </em>com arpejos descendentes nos primeiros violinos contra notas sincopadas dos segundos violinos e acordes sustentados nos sopros.</p>
<p>Normalmente, na exposição, surgiria um segundo tema, mas isto não acontece aqui. Haydn adia o segundo tema – uma bela melodia que surge nos violinos – até pouco antes da recapitulação e, o que é mais curioso ainda, este segundo tema não volta mais.</p>
<p>Em seguida vem um belo e sereno <em>Adagio</em>. O movimento começa com uma melodia suave tocada nos violinos em surdina. O clima se torna pouco a pouco mais sério, com alternâncias entre modo maior e modo menor que lembram passagens (que viriam posteriormente) da obra de Schubert.</p>
<p>O Minueto é em Fá sustenido maior, novamente com passagens sincopadas.</p>
<p>O Trio começa com trompas ascendentes e cita as <em>Lamentações de Jeremias</em> do Canto Gregoriano – um tema que Haydn usou também na <em>Sinfonia nº 26 –</em> <em>Lamentatione.</em></p>
<p>Tal como o primeiro movimento, o <em>Finale presto</em> é também em fá sustenido menor e começa em uníssono. As primeiras sete notas são a base de tudo o que acontece depois.</p>
<p>O <em>Presto</em> continua a todo vapor, cheio de tensão e com um nível de turbulência raro na música do século XVIII. A música prossegue até o fim da recapitulação e, repentinamente, em vez de acabar, para e dá lugar a um <em>Adagio</em> em Lá maior.</p>
<p>E eis aqui a maneira sutil que Haydn encontrou de comunicar ao príncipe o desejo dos músicos de voltar para a casa: os músicos vão pouco a pouco deixando o palco, sopram sua vela, pegam sua partitura e saem pé ante pé.</p>
<p>A ordem de saída é:</p>
<ul>
<li>1º oboé e 2ª trompa;</li>
<li>fagote;</li>
<li>2º oboé e 1ª trompa;</li>
<li>contrabaixo (solo 2’11”);</li>
<li>violoncelo;</li>
<li>violinos;</li>
<li>viola.</li>
</ul>
<p>Restam apenas dois violinos: segundo a crônica da época, tocados por Haydn e o <em>spalla</em> da orquestra, Alois Luigi Tomasini. Esses dois violinos tocam com surdinas e soam cada vez mais abafados, cada vez mais distantes, até a conclusão.</p>
<p>O príncipe captou a mensagem: não só os músicos, mas ele próprio e todos os membros de sua corte partiram de volta a seu outro palácio, no dia seguinte.</p>
<p><a href="https://classicosdosclassicos.mus.br/compositores/joseph-haydn/">Haydn</a> – <em>Sinfonia nº 45 em Fá Sustenido Menor, Despedida</em> | <a href="https://www.ilgiardinoarmonico.com/">Il Giardino Armonico </a> &#8211; Giovanni Antonini</p>
<p><iframe loading="lazy" title="Haydn Symphony No. 45 | Il Giardino Armonico | Giovanni Antonini" width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/GMaM6ivx8X8?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen></iframe></p>
<p>(*) <em>Sturm und Drang</em>: é, na verdade, o nome de um movimento literário alemão que começaria algum tempo depois. Privilegia a paixão e a emoção e se revolta contra o absolutismo político e as convenções sociais.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Haydn – Trio para piano e cordas nº. 39 em Sol Maior, Hob XV:25, “Cigano”</title>
		<link>https://classicosdosclassicos.mus.br/obras/haydn-trio-no-39-hoboken-1525-cigano/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Clássicos dos Clássicos]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 14 Sep 2020 02:51:31 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O “Trio Cigano” faz parte da série de 14 trios que Haydn escreveu entre 1793 e 1797, sendo o último dos três compostos durante a derradeira estadia do compositor em Londres. Estas são suas melhores obras no gênero, muito admiradas pelos estudiosos. Este é o mais célebre de todos por causa de seu final, um Rondo all’Ongarese, baseado em [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;">O </span><i><span style="font-weight: 400;">“Trio Cigano”</span></i><span style="font-weight: 400;"> faz parte da série de 14 trios que <a href="https://classicosdosclassicos.mus.br/compositores/joseph-haydn/">Haydn</a> escreveu entre 1793 e 1797, sendo o último dos três compostos durante a derradeira estadia do compositor em Londres. Estas são suas melhores obras no gênero, muito admiradas pelos estudiosos.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Este é o mais célebre de todos por causa de seu final, um </span><i><span style="font-weight: 400;">Rondo all’Ongarese, </span></i><span style="font-weight: 400;">baseado em temas ciganos. O compositor trabalhou durante muitos anos para os príncipes de Esterhazy, cujos palácios em Esterhaza e Eisenstadt ficavam próximos à planície húngara. Consequentemente, <a href="https://classicosdosclassicos.mus.br/compositores/joseph-haydn/">Haydn</a> entrou em contato com a música folclórica da região e, assim como <a href="https://classicosdosclassicos.mus.br/compositores/johannes-brahms/">Brahms</a>, também gostava da música cigana. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O movimento lento, </span><i><span style="font-weight: 400;">Andante</span></i><span style="font-weight: 400;">, que inicia a peça, é um belo conjunto de variações duplas, e segue o padrão da antiga </span><i><span style="font-weight: 400;">sonata da chiesa </span></i><span style="font-weight: 400;">(sonata de igreja) da década de 1760.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O segundo, </span><i><span style="font-weight: 400;">Poco Adagio,</span></i><span style="font-weight: 400;"> é um movimento ainda mais lento, que apresenta a forma A-B-A e tem, na parte central, uma melodia especialmente bonita para o violino.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O uso que <a href="https://classicosdosclassicos.mus.br/compositores/joseph-haydn/">Haydn</a> faz dos dois movimentos lentos iniciais intensifica o impacto do brilhante rondó cigano que finaliza o Trio, e o tornou um grande favorito.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Haydn – </span><i><span style="font-weight: 400;">Trio para Piano e Cordas nº 39 em Sol Maior</span></i><span style="font-weight: 400;">, Hoboken 15:25 | </span><a href="http://www.gernotsuessmuth.de/Gernot_Sumuth/Willkommen.html"><span style="font-weight: 400;">Gernoth Süssmuth</span></a><span style="font-weight: 400;"> (violino),</span><a href="https://www.jelenaocic.com/biography/?lan=2"><span style="font-weight: 400;"> Jelena Očić</span></a><span style="font-weight: 400;"> (violoncello) e Jose Gallardo (piano).</span></p>
<p><iframe loading="lazy" title="Haydn - Piano Trio No. 39 in G major Hob. XV:25 - Gypsy" width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/x9_eI9Z0vW4?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Haydn &#8211; Quarteto de Cordas, Op. 20 nº 5</title>
		<link>https://classicosdosclassicos.mus.br/obras/haydn-quarteto-de-cordas-op-20-no-5/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Clássicos dos Clássicos]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 23 Mar 2020 19:38:58 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O Quarteto em Fá Menor, Op. 20 nº 5, é o último dos quatro que Haydn compôs no período Sturm und Drang. É emocionalmente o mais intenso dos seus quartetos. Tem um clima sombrio, por vezes violento, e culmina em uma severa fuga. Já na primeira frase, o violino dá o tom, com uma melodia [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O <em>Quarteto em Fá Menor, Op. 20 nº 5</em>, é o último dos quatro que Haydn compôs no período <em>Sturm und Drang</em>. É emocionalmente o mais intenso dos seus quartetos. Tem um clima sombrio, por vezes violento, e culmina em uma severa fuga.</p>
<p>Já na primeira frase, o violino dá o tom, com uma melodia contida e plangente, cheia de intervalos cromáticos. As cordas graves criam um sentido de urgência com um motivo de quatro notas insistentemente repetido.</p>
<p>O minueto, tradicionalmente um movimento de dança, é aqui um lamento dolorido, que não suscita. O trio, em Fá maior, traz alguns momentos leveza a esta atmosfera pesada.</p>
<p>Segue agora um belo <em>Adagio. </em>Temos aqui um tema com variações, com um ritmo muito simples, quase constante para os três instrumentos acompanhantes, mas com figurações cada vez mais elaboradas para o primeiro violino. O movimento é um <em>Siciliano, </em>uma dança lenta, à maneira de uma pastoral.</p>
<p>Então surge uma surpresa: em vez do <em>Presto</em> ligeiro que costuma encerrar essas obras, temos aqui uma <em>fuga a due soggetti, </em>uma fuga dupla. É uma fuga estrita, no estilo culto. Mas possui também a intensidade, o caráter dramático que domina esta obra. A maior parte da fuga é em <em>sotto voce. </em>Mas, à medida que se aproxima o final, a música vai aumentando de volume, até uma conclusão sem luz, sem esperança.</p>
<p><strong>Os quartetos do Opus 20</strong></p>
<p>Os Quartetos Opus 20, escritos em 1772<strong>, </strong>quando Haydn tinha 40 anos<strong>, </strong>são um marco importante na história da música. O musicólogo inglês Donald Tovey avalia: “Cada página dos seis quartetos é de importância histórica e estética. Não há talvez na história da música instrumental uma realização tão importante quanto esta obra”.</p>
<p>O Opus 20 representa a primeira fusão importante do estilo galante (do estilo rococó dos divertimentos da época) com o estilo culto (vamos chamá-lo assim) do contraponto. Mais ainda, Haydn nos oferece neste conjunto de seis quartetos uma incrível variedade de formas, estilos e climas. Não há dois quartetos iguais, não há dois movimentos iguais. Cada quarteto é uma peça única e complexa.</p>
<p>Haydn – <em>Quarteto de Cordas em Fá Menor</em>, Op. 20 nº 5 | Quarteto Ebène</p>
<p><iframe loading="lazy" title="Quatuor Ebène : Joseph Haydn  String quartet f-minor Op.20/5" width="500" height="375" src="https://www.youtube.com/embed/Nk6VhkBuRlQ?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen></iframe></p>
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		<title>Haydn &#8211; Quarteto nº 3, Op. 74, &#8220;O Cavaleiro&#8221;</title>
		<link>https://classicosdosclassicos.mus.br/obras/haydn-quarteto-no-3-op-74-o-cavaleiro/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Clássicos dos Clássicos]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 03 Oct 2019 23:04:45 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Haydn serviu durante trinta anos como Kapellmeister (mestre de capela) do Príncipe Nikolaus Esterházy, na Hungria. Quando o príncipe morreu, em 1790, o compositor recebeu uma generosa pensão, podendo muito bem ter se aposentado, depois de uma bela carreira. Ao invés disso, Haydn, então com 58 anos, encontrou uma nova fonte de energia: descobriu novos públicos e [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Haydn serviu durante trinta anos como <em>Kapellmeister</em> (mestre de capela) do Príncipe Nikolaus Esterházy, na Hungria. Quando o príncipe morreu, em 1790, o compositor recebeu uma generosa pensão, podendo muito bem ter se aposentado, depois de uma bela carreira.</p>
<p>Ao invés disso, Haydn, então com 58 anos, encontrou uma nova fonte de energia: descobriu novos públicos e novos modos de expressão ao empreender duas longas visitas a Londres, entre 1791-92 e 1794-95. “Foram os melhores anos de minha vida”, diria ele, mais tarde.</p>
<p>Para as entusiásticas plateias de Londres, Haydn compôs doze sinfonias, seis quartetos e um grande número de outras peças. No final de sua vida, ele havia se tornado o grande ídolo musical da época.</p>
<p>Em Londres, as condições eram diferentes: seus quartetos não eram executados em salões de nobres, mas em uma sala de 800 lugares, assim como suas sinfonias. Desse modo, o compositor os concebe não como música de câmara íntima e sutil, mas como manifestações mais públicas.</p>
<p>As partes do primeiro violino são mais extrovertidas, a escrita mais é mais brilhante e as melodias mais atraentes e fáceis de lembrar. Haydn tentava, então, compor um tipo diferente de quarteto de cordas.</p>
<p>Entre as duas visitas a Londres, ele se recolheu em Viena, escrevendo música para sua segunda viagem. Nesse período, compôs seus seis quartetos Opus 71 e 74.</p>
<p>O <em>Quarteto nº 3 em Sol Menor</em>, Op. 74, o último desse conjunto, é o mais popular dos seis. Os ritmos enérgicos, galopantes, do primeiro e do último movimento do <em>Quarteto</em> lhe valeram o apelido de <em>Rider</em> – “O Cavaleiro”.</p>
<p>Merece destaque especial o <em>Largo</em>, considerado por alguns como premonitório de Beethoven. O movimento é em forma ternária e o episódio intermediário, em tom menor, é especialmente expressivo.</p>
<p>O <em>Minueto</em> é gracioso, mas o <em>Trio</em>, em Sol menor, é sombrio.</p>
<p>O <em>Allegro con brio </em>é um andamento incomum para o final, mas logo torna-se compreensível. É uma peça brilhante, baseada em uma ideia central, cheia de acentos nos tempos fracos e de contrastes dinâmicos. A parte do primeiro violino é especialmente virtuosística.</p>
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		<title>Haydn &#8211; Sonatas para Piano nºs 53 e 59</title>
		<link>https://classicosdosclassicos.mus.br/obras/haydn-sonatas-para-piano-no-53-e-59/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Clássicos dos Clássicos]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 06 Aug 2019 00:42:35 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>As Sonatas para Piano de Haydn podem ser divididas em três fases: A primeira compreende as obras da juventude, escritas para seus alunos; A segunda começa no fim da década de 1760 – são obras mais ambiciosas, escritas para amadores talentosos; A terceira, finalmente, começa no período de 1788-89, com sonatas de escala maior, escritas [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>As Sonatas para Piano de Haydn podem ser divididas em três fases:</p>
<ul>
<li>A primeira compreende as obras da juventude, escritas para seus alunos;</li>
<li>A segunda começa no fim da década de 1760 – são obras mais ambiciosas, escritas para amadores talentosos;</li>
<li>A terceira, finalmente, começa no período de 1788-89, com sonatas de escala maior, escritas para pianos com mais recursos – são as obras da maturidade.</li>
</ul>
<p>Vamos ouvir a última sonata da segunda fase, a nº 53, e a nº 59, da terceira fase.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Sonata para Piano nº 53 em Mi Menor, Hob. XVI:34</strong></p>
<p>A segunda fase culmina na <em>Sonata em Mi Menor</em>.</p>
<p>Seu magnífico <em>Presto</em> inicial trabalha obsessivamente um tema lacônico, que culminará em um clímax amargo na coda.</p>
<p>Em contraste com o primeiro movimento, que é cheio de trancos e de pausas, o <em>Adagio</em> que se segue é uma peça contínua, sem emendas, que parece ter sido escrito de uma só vez. É simples e tem o caráter de um <em>Arioso. </em>Seu final é surpreendente: um recitativo quase operístico leva a uma pequena <em>cadenza;</em> uma modulação para o menor prepara a transição para o terceiro movimento, que se segue sem interrupção.<em> </em></p>
<p>Temos aqui um maravilhoso <em>Vivace molto, innocentemente</em>. Na verdade, sob essa inocência (que também é verdadeira) se esconde uma forma sofisticada de variação dupla: uma canção inocente em Mi menor, seguida de uma melodia semelhante em Mi maior. Essas partes variam alternadamente, resultando na sequência ABA1B1A2.</p>
<p style="font-weight: 400;">Haydn – <em>Sonata para Piano nº. 53 em Mi Menor</em>, Hob. XVI:34 | Vitaly Pisarenko (piano)</p>
<p><iframe loading="lazy" title="Haydn Sonata E Minor Hob.XVI:34 - Vitaly Pisarenko" width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/tazvV_XfBDY?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Sonata para Piano nº 59 em Mi Bemol Maior, Hob. XVI:49</strong></p>
<p>De uma carta de Haydn a sua amiga e confidente Maria Anna von Genzinger, sobre a <em>Sonata nº 59</em>:</p>
<p>“Esta sonata é inteiramente nova e foi sempre pensada só para a Senhora. […]  O <em>Adagio</em> é um tanto difícil, mas cheio de sentimento.”</p>
<p>Maria Anna gostou muito da Sonata, mas achou o <em>Adagio</em>, de fato, um tanto difícil e pediu a Haydn que simplificasse a passagem em que as mãos se cruzam (no romântico e apaixonado episódio central, em Si bemol menor).</p>
<p>Apesar de seu início um tanto casual, o <em>Allegro </em>inicial é um movimento dramático, cuidadosamente trabalhado, no qual quase tudo se origina a partir do tema principal. No estágio final de desenvolvimento, Haydn toma uma sequência de quatro notas do fim da exposição e cria uma passagem de grande tensão, durante a qual o teclado inteiro do piano é utilizado.</p>
<p>O Minueto final é um alívio de tensão após dois movimentos com tamanha carga emocional. Por uma feliz coincidência, parece que a Sra. Genzinger tinha pedido a Haydn, quando ele havia iniciado a composição da Sonata, que escrevesse um Minueto com Trio para ela. Na carta que lhe escreveu, Haydn diz: “Eis aí (também) o Minueto com Trio que a senhora tinha me pedido”.</p>
<p>Haydn &#8211; <em>Sonata para Piano nº 59 em Mi Bemol Maior</em>, Hob. XVI:49 | András Schiff (piano)</p>
<p><iframe title="Spotify Embed: Haydn - Sonata para Piano n° 59, Hob. XVI:49" style="border-radius: 12px" width="100%" height="352" frameborder="0" allowfullscreen allow="autoplay; clipboard-write; encrypted-media; fullscreen; picture-in-picture" loading="lazy" src="https://open.spotify.com/embed/playlist/1E9yC5WpFx2cbXkjs4Ru0Z?utm_source=oembed"></iframe></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>The post <a rel="nofollow" href="https://classicosdosclassicos.mus.br/obras/haydn-sonatas-para-piano-no-53-e-59/">Haydn &#8211; Sonatas para Piano nºs 53 e 59</a> appeared first on <a rel="nofollow" href="https://classicosdosclassicos.mus.br">Clássicos dos Clássicos</a>.</p>
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		<item>
		<title>Haydn &#8211; Trios para piano e cordas Hob. XV:12 e XV:14</title>
		<link>https://classicosdosclassicos.mus.br/obras/haydn-trios-para-piano-e-cordas-hob-xv12-e-xv14/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Clássicos dos Clássicos]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 06 Aug 2019 00:42:35 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O tesouro mais bem guardado da obra de Haydn são seus Trios para Piano e Cordas. As melhores obras nesse gênero foram compostas depois de seus 50 anos. Ao todo, são dezenove peças. Aqui vamos ouvir dois desses trios, compostos entre 1788 e 1790, dos 56 aos 58 anos do autor. Trio em Mi Menor, [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O tesouro mais bem guardado da obra de Haydn são seus Trios para Piano e Cordas.</p>
<p>As melhores obras nesse gênero foram compostas depois de seus 50 anos. Ao todo, são dezenove peças.</p>
<p>Aqui vamos ouvir dois desses trios, compostos entre 1788 e 1790, dos 56 aos 58 anos do autor.</p>
<p><strong>Trio em Mi Menor, Hob. XV:12</strong></p>
<p>O <em>Allegro Moderato</em> inicial dessa peça é um dos movimentos mais dramáticos em toda a obra de Haydn. Foi escrita para <em>Hammerflüge</em>l (piano com martelos), um forte-piano, e não para o cravo, como os primeiros trios do compositor.</p>
<p>O movimento lento, cheio de encanto, é em forma sonata, cuidadosamente elaborado e ornamentado.</p>
<p>O Rondó final é um <em>presto</em> brilhante, sinfônico e, tal como o do <em>Trio Hob. XV:14</em>, cheio de surpresas.</p>
<p style="font-weight: 400;">Trio em mi menor, H.XV No.12 | Trio Incendio</p>
<p><iframe loading="lazy" title="Trio Incendio | Haydn: Piano Trio in E minor, Hob. XV:12" width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/vI2-BxvFli8?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Trio em Lá Bemol, Hob. XV:14</strong></p>
<p><em>“</em>Uma melodia de tal beleza e simplicidade poderia acompanhar um funeral e iria certamente comover os presentes<em>.” </em>Assim Charles Rosen descreve o segundo movimento, <em>Adagio.</em></p>
<p>Um tom gentil, um tanto rapsódico, permeia o <em>Allegro Moderato</em> inicial, remetendo a Mozart.</p>
<p>O Rondó, um <em>Vivace</em> cheio de brincadeiras e surpresas na harmonia, é um final digno para o trio, um dos mais importantes dessa fase.</p>
<p style="font-weight: 400;">Trio em lá bemol maior, H.XV No.14 | Trio Isimsiz</p>
<p><iframe loading="lazy" title="Trio Isimsiz - Haydn A flat Major Hob XV:14" width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/UIl0pINfnAA?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Haydn &#8211; As Sete Últimas Palavras de Cristo na Cruz</title>
		<link>https://classicosdosclassicos.mus.br/obras/haydn-as-sete-ultimas-palavras-de-cristo-na-cruz/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Clássicos dos Clássicos]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 06 Aug 2019 00:42:33 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>As sete últimas palavras de Cristo na cruz figura entre as mais belas, profundas e incomuns obras de Haydn. Ele mesmo nos explica as circunstâncias que o levaram à sua composição: “Há uns quinze anos, recebi um pedido de um sacerdote de Cádiz [cidade da Andaluzia] para compor música instrumental sobre as Sete Últimas Palavras de Nosso [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><i><span style="font-weight: 400;">As sete últimas palavras de Cristo na cruz </span></i><span style="font-weight: 400;">figura entre as mais belas, profundas e incomuns obras de <a href="https://classicosdosclassicos.mus.br/compositores/joseph-haydn/">Haydn</a>. Ele mesmo nos explica as circunstâncias que o levaram à sua composição:</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">“Há uns quinze anos, recebi um pedido de um sacerdote de Cádiz [cidade da Andaluzia] para compor música instrumental sobre as Sete Últimas Palavras de Nosso Salvador na Cruz. Era costume em Cádiz produzir todo ano um oratório durante a Quaresma.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O efeito dessa apresentação era intensificado pelo cenário montado. As paredes, janelas e pilares eram cobertos com panos pretos e somente um grande candelabro pendurado no centro do teto quebrava a solene escuridão. Ao meio-dia, as portas eram fechadas e a cerimônia começava.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Depois de uma breve oração, o bispo subia ao púlpito, dizia a primeira palavra e fazia um breve sermão sobre ela. Depois, deixava o púlpito e se ajoelhava diante do altar. A orquestra então tocava o primeiro </span><i><span style="font-weight: 400;">Adagio</span></i><span style="font-weight: 400;">. O bispo prosseguia dessa maneira, dizendo a segunda palavra, a terceira, e assim por diante. A orquestra se seguia à conclusão de cada discurso.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Minha composição era sujeita a essas condições e não foi nada fácil compor sete adágios durando dez minutos cada, que se sucediam sem cansar os ouvintes; na verdade, achei impossível me ater aos limites estabelecidos.”</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A propósito das observações de <a href="https://classicosdosclassicos.mus.br/compositores/joseph-haydn/">Haydn</a> sobre a dificuldade da composição, o comentarista Eric Bromberger afirmou:</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">“O desafio para ele era de capturar o espírito dessas palavras solenes, mantendo o interesse dos ouvintes ao longo de sete movimentos lentos. Ele o enfrentou de diferentes maneiras: criando fortes contrastes entre o caráter das partes (algumas são líricas, outras lamentosas, outras dramáticas), usando uma ampla gama de tonalidades (algo inusitado para a época), e explorando sonoridades contratantes, como cordas em surdina em um movimento e  </span><i><span style="font-weight: 400;">pizzicato</span></i><span style="font-weight: 400;"> em outro. Emoldurou os sete movimentos lentos com a Introdução solene, </span><i><span style="font-weight: 400;">Maestoso ed Adagio, </span></i><span style="font-weight: 400;">e o </span><i><span style="font-weight: 400;">Terremoto </span></i><span style="font-weight: 400;">final, marcado </span><i><span style="font-weight: 400;">Presto e con tutta la forza.”</span></i></p>
<p><span style="font-weight: 400;">É importante observar que as cerimônias da Sexta-Feira Santa não aconteciam na Catedral de Cádiz, mas sim na Capela de Santa Cueva, uma caverna feita em uma colina atrás da Catedral, em quase total escuridão.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Uma curiosidade final: o padre que encomendou a composição, Don José Sáenz de Santa María, pagou Haydn de uma maneira original – mandou-lhe um bolo… recheado de moedas de ouro.</span></p>
<p><b>A obra</b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A versão original de </span><i><span style="font-weight: 400;">As sete últimas palavras de Cristo na cruz</span></i><span style="font-weight: 400;"> data de 1786 e foi escrita para grande orquestra. Teve tanto sucesso que logo vieram outras versões: para quarteto de cordas, para orquestra e coro (com um texto composto especialmente para a obra) e uma redução para piano autorizada pelo compositor.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A primeira apresentação em Cádiz ocorreu em 6 de abril de 1787. Uma indicação da fama de Haydn naquela época reside no fato de a obra ter sido executada quase que simultaneamente em Viena e em Bonn, em fins de março, portanto antes da “estreia” em Cádiz!</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="font-weight: 400;">Haydn dividiu o trabalho em dez partes, usando o texto em Latim:</span></p>
<ul>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Introdução em Ré Menor – </span><i><span style="font-weight: 400;">Maestoso ed Adagio</span></i></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Sonata I (“</span><i><span style="font-weight: 400;">Pater, dimitte illis, quia nesciunt, quid faciunt</span></i><span style="font-weight: 400;">”) em Si Bemol Maior – </span><i><span style="font-weight: 400;">Largo</span></i></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Sonata II (“</span><i><span style="font-weight: 400;">Hodie mecum eris in paradiso</span></i><span style="font-weight: 400;">”) em Dó Menor /Dó Maior – </span><i><span style="font-weight: 400;">Grave</span></i><span style="font-weight: 400;"> e </span><i><span style="font-weight: 400;">cantabile</span></i></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Sonata III (“</span><i><span style="font-weight: 400;">Mulier, ecce filius tuus</span></i><span style="font-weight: 400;">”) em Mi Maior – </span><i><span style="font-weight: 400;">Grave</span></i></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Sonata IV (“</span><i><span style="font-weight: 400;">Deus meus, Deus meus, ut quid dereliquisti me</span></i><span style="font-weight: 400;">”) em Fá Menor – </span><i><span style="font-weight: 400;">Largo</span></i></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Sonata V (“</span><i><span style="font-weight: 400;">Sitio</span></i><span style="font-weight: 400;">”) em Lá Maior – </span><i><span style="font-weight: 400;">Adagio</span></i></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Sonata VI (“</span><i><span style="font-weight: 400;">Consummatum est</span></i><span style="font-weight: 400;">”) em Sol Menor/Sol Maior – </span><i><span style="font-weight: 400;">Lento</span></i></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Sonata VII (“</span><i><span style="font-weight: 400;">In manus tuas, Domine, commendo spiritum meum</span></i><span style="font-weight: 400;">”) em Mi Bemol Maior – </span><i><span style="font-weight: 400;">Largo</span></i></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><i><span style="font-weight: 400;">Il Terremoto, </span></i><span style="font-weight: 400;">em Dó Menor – </span><i><span style="font-weight: 400;">Presto e con tutta la forza</span></i></li>
</ul>
<p><span style="font-weight: 400;">Versão em português:</span></p>
<ul>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Introdução</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">“Pai, perdoai-os porque eles não sabem o que fazem.” (Lucas 23:34)</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">“Em verdade eu te digo, hoje, estarás comigo no Paraíso.” (Lucas 23:43)</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">“Mulher: Eis aí o teu filho… Então disse ao discípulo: Eis aí tua mãe…” (João 19:26-27)</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">“</span><i><span style="font-weight: 400;">Elí, Elí, lama sabactani</span></i><span style="font-weight: 400;">? Deus, meu Deus, por que me abandonaste?” (Mateus 27:46 e Marcos 15:34)</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">“Tenho sede.” (João 19:28)</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">“Está consumado.” (João 19:30)</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">“Pai, em tuas mãos entrego meu espírito.” (Lucas 23:46)</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Terremoto</span></li>
</ul>
<p><span style="font-weight: 400;">O nono e último movimento, </span><i><span style="font-weight: 400;">Terremoto</span></i><span style="font-weight: 400;">, refere-se à descrição de Mateus 27:51 e 27:54:</span></p>
<p><em><span style="font-weight: 400;">E eis que a cortina do santuário rasgou-se de alto a baixo, em duas partes, a terra tremeu e as pedras se partiram…<br />
</span></em><em><span style="font-weight: 400;">O oficial e os soldados que estavam com ele guardando Jesus, ao notarem o terremoto e tudo que havia acontecido, ficaram com muito medo e disseram: “Ele era mesmo Filho de Deus!”</span></em></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Haydn – </span><i><span style="font-weight: 400;">As sete últimas palavras de Cristo na cruz</span></i><span style="font-weight: 400;"> | <a href="https://www.alia-vox.com/en/artists/le-concert-des-nations/">Le Concert des Nations regido por Jordi Savall </a></span></p>
<p><iframe loading="lazy" title="Septem Verba Christi in Cruce (Joseph Haydn) - Concierto de Jordi Savall" width="500" height="375" src="https://www.youtube.com/embed/ecNmELbr9x4?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" allowfullscreen></iframe></p>
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		<title>Haydn – Trios para Piano e Cordas nºs 43 Hob XV:27 e 44 Hob XV:28</title>
		<link>https://classicosdosclassicos.mus.br/obras/haydn-trios-para-piano-e-cordas-xv27-e-xv28/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Clássicos dos Clássicos]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 06 Aug 2019 00:42:33 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Os Trios para Piano e Cordas ocupam um lugar especialmente importante na obra de Haydn. O musicólogo Charles Rosen, em The Classical Style, os considera, juntamente com os Concertos para Piano e Orquestra de Mozart, as mais brilhantes obras para piano anteriores a Beethoven. O piano tem um papel dominante nos Trios. O violino acompanha o [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Os Trios para Piano e Cordas ocupam um lugar especialmente importante na obra de Haydn. O musicólogo Charles Rosen, em <em>The Classical Style</em>, os considera, juntamente com os Concertos para Piano e Orquestra de Mozart, as mais brilhantes obras para piano anteriores a Beethoven.</p>
<p>O piano tem um papel dominante nos Trios. O violino acompanha o piano e o violoncelo apenas dobra a mão esquerda do piano na maior parte do tempo. Rosen comenta:</p>
<p>“Os trios são essencialmente trabalhos para piano solo. O uso dos instrumentos de cordas tem a ver com o fato de que o pianoforte da época de Haydn estava ainda em um estágio experimental: seus graves eram fracos e a capacidade de sustentação das notas era pequena. Com o trio vinha a solução para estes problemas: o violoncelo reforçava os graves, e o violino era usado nas melodias mais <em>cantabile&#8221;.</em></p>
<p>Dos 45 Trios catalogados pelo musicólogo H.C. Robbins Landon, os primeiros 17 são peças leves, divertimentos.</p>
<p>Os que vamos ouvir a seguir estão entre os últimos compostos por Haydn. Fazem parte de um conjunto de três peças que ele dedicou a Therese Jansen, sua amiga e excelente pianista. Charles Rosen os considera os mais difíceis que Haydn escreveu, uma formidável realização musical e intelectual.</p>
<p><strong>Trio nº 43 em Dó Maior, Hob. XV:27</strong></p>
<p>O <em>Trio nº 43</em> é o primeiro dos três dedicados a Therese Jansen. É dividido também em três movimentos (como o nº 44).</p>
<p>O <em>Allegro</em> inicial é brilhante, cheio de contrastes súbitos de clima, tonalidade, ritmo e dinâmica. O movimento apresenta aquela qualidade de improvisação de que já falamos.</p>
<p>O movimento lento é um <em>Andante</em> que começa suave e lírico, com uma ornamentação florida para o piano e o violino. Surge, então, a surpresa: uma seção em tom menor, que começa com um forte no meio de um compasso e continua com um poder dramático próximo da brutalidade.</p>
<p>Sobre o final desse Trio, diz Charles Rosen: “o <em>Presto</em> final é talvez a peça mais humorística de Haydn”.</p>
<p>Tudo nesse movimento é inesperado: o tema de abertura, que é uma brincadeira; a harmonia, que muda para acentuar tempos fracos; a melodia angular, que aparece às vezes no registro errado; e o ritmo <em>scherzando,</em> que permite o início da melodia quando menos se espera.</p>
<p>Haydn &#8211;<em> Trio nº 43 em Dó Maior</em>, Hob. XV:27 | Trio Gaspard</p>
<p><iframe loading="lazy" title="Trio Gaspard | J. Haydn: Klaviertrio C-Dur / Piano Trio in C major (Hob. XV:27)" width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/yIwrRvH1MOE?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
<p><strong>Trio nº 44 em Mi Maior, Hob. XV:28</strong></p>
<p>O <em>Trio em Mi maior</em>, prossegue Rosen em seu ensaio sobre o assunto, é realmente extraordinário, de certa forma a mais estranha das últimas obras de Haydn.</p>
<p>O primeiro movimento é um <em>Allegro Moderato Cantabile</em> que tem um caráter de improvisação. O piano parece estar tocando em <em>pizzicato</em>, tal como as cordas.</p>
<p>Uma passagem surpreendente ocorre na seção de desenvolvimento: o tema principal surge de repente, tocado forte pela única vez, com harmonia plena e as cordas tocando <em>arco</em> (não <em>pizzicato</em>). É o clímax, o ponto de convergência de todo movimento.</p>
<p>Surge depois um <em>Allegretto. </em>Esse movimento possui uma sonoridade estranha, misteriosa. A forma é também inesperada – a de uma <em>passacaglia, </em>um contraponto de duas partes (mão direita e mão esquerda do piano).</p>
<p>O ritmo obstinado do baixo se mantém em todo o movimento. Sobre esse baixo, Haydn superpõe uma linha melódica que vai mudando e que tem ritmos diferentes do ritmo do baixo.<em> </em></p>
<p>Após dois movimentos de escrita tão densa, não podia haver maior contraste do que no <em>Allegro </em>final, leve e elegante.</p>
<p>Haydn &#8211; Trio<em> nº 44 em Mi Maior, Hob. XV:28</em> | Van Baerle Trio</p>
<p><iframe loading="lazy" title="Van Baerle Trio - Haydn Piano Trio no. 44 in E major" width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/FSF25CCRiV0?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
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		<item>
		<title>Haydn &#8211; Sonata para Piano nº 58</title>
		<link>https://classicosdosclassicos.mus.br/obras/haydn-sonata-para-piano-no-58/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Clássicos dos Clássicos]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 06 Aug 2019 00:42:33 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Uma coisa interessante aconteceu com a evolução das Sonatas para piano de Haydn. Além do amadurecimento do compositor, dois outros fatores foram de fundamental importância para sua evolução: os intérpretes e os instrumentos a que se destinavam. As primeiras sonatas são simples, foram escritas para seus alunos. Pouco a pouco, o nível dos intérpretes foi [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Uma coisa interessante aconteceu com a evolução das Sonatas para piano de Haydn. Além do amadurecimento do compositor, dois outros fatores foram de fundamental importância para sua evolução: os intérpretes e os instrumentos a que se destinavam.</p>
<p>As primeiras sonatas são simples, foram escritas para seus alunos. Pouco a pouco, o nível dos intérpretes foi melhorando – as sonatas passaram a ser mais e mais escritas para amadores talentosos e depois para virtuosos.</p>
<p>Os instrumentos em que a música era tocada também variariam consideravelmente: do clavicórdio do princípio até os pianos Broadwood de Londres para os quais Haydn compôs suas últimas sonatas.</p>
<p>Em 1784, Haydn dedica três Sonatas para piano à Princesa Marie Esterhazy. São estruturas leves de dois movimentos.</p>
<p>Depois de um intervalo de cinco anos, Haydn volta em 1789, aos 57 anos, a compor sonatas. Mas agora, seu estilo é radicalmente diferente. Seu caráter de improvisação e sua extraordinária liberdade de escrita prenunciam os últimos Trios de cordas.</p>
<p>Esta nova abordagem é imediatamente aparente no primeiro movimento da <em>Sonata nº 58</em>, um <em>Andante con espressione. </em></p>
<p>A estrutura de fundo é a da dupla variação, com dois temas relacionados de perto. Mas sobre esta estrutura, Haydn cria uma música cheia de humor e de brincadeiras. Somente dois interlúdios em tom menor são mais sérios e expressivos.</p>
<p>O Rondó Final nos reserva muitas surpresas, inclusive um exuberante episódio central, semelhante aos interlúdios “turcos” de Beethoven.</p>
<p>Haydn – <em>Sonata nº 58 em Dó Maior</em>, Hob. XVI:48 | András Schiff (piano)</p>
<p><iframe loading="lazy" title="Spotify Embed: Haydn - Sonata para Piano nº 58, Hob. XVI:48" width="100%" height="380" frameborder="0" allowfullscreen allow="autoplay; clipboard-write; encrypted-media; fullscreen; picture-in-picture" src="https://open.spotify.com/embed/playlist/369B9zFroIEEOiE8R4wmpW?utm_source=oembed"></iframe></p>
<p><strong> </strong></p>
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		<item>
		<title>Haydn – Sinfonia nº 44 em Mi Menor, &#8220;Funeral&#8221;</title>
		<link>https://classicosdosclassicos.mus.br/obras/haydn-sinfonia-no-44-em-mi-menor-funeral/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Clássicos dos Clássicos]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 06 Aug 2019 00:42:33 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A Sinfonia nº 44 em Mi Menor, “Funeral”, composta por Haydn em 1772, faz parte do período Sturm und Drang (Tempestade e Ímpeto). Tanto o brusco motivo de abertura, com suas explosões dramáticas, seu vigor rítmico e sombria intensidade da tonalidade de Mi menor, como a melancólica canção que se segue são característicos desse novo [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A <em>Sinfonia nº 44 em Mi Menor, “Funeral”</em>, composta por Haydn em 1772, faz parte do período <em>Sturm und Drang </em>(Tempestade e Ímpeto).</p>
<p>Tanto o brusco motivo de abertura, com suas explosões dramáticas, seu vigor rítmico e sombria intensidade da tonalidade de Mi menor, como a melancólica canção que se segue são característicos desse novo estilo emocional, prenúncio do romantismo.</p>
<p>Haydn muitas vezes levava o minueto muito além de seu caráter original de dança. Aqui sua parte inicial (os minuetos são em três partes A-B-A) é um cânone à oitava, com as cordas graves tocando exatamente o que os violinos tocam uma oitava abaixo e três <em>beats </em>depois. Os demais instrumentos são livres, mas o efeito é severo. Já o Trio (a parte B) é um conforto em relação às partes A.</p>
<p>Não há alusão a tempestade ou ímpeto no belo <em>Adagio</em> do segundo movimento em maior. Os violinos tocam com surdina, permitindo que o som dos oboés e trompas seja ouvido em seus tons suaves. A sonoridade velada das cordas em surdina cria um oásis de calma em meio à turbulência dos outros movimentos.</p>
<p>Diz<strong>–</strong>se que o compositor teria pedido que o <em>Adagio</em> fosse tocado em seu enterro, donde provém seu apelido <em>Funeral</em>. Esse pedido de Haydn é intrigante, porque o <em>Adagio</em> não é trágico ou fúnebre e sim evocativo de tempos passados.</p>
<p>O final é <em>tempestuoso</em> e <em>impetuoso</em>, impressionante em seu caráter implacável, com o tema principal sempre presente. Na seção de desenvolvimento, a tensão cresce em sequências de temas quebradas até o ponto de exaustão.</p>
<p>Haydn – <em>Sinfonia nº 44 em Mi Menor, “Funeral”</em> | Orquestra Sinfônica da Rádio da Bavária regida por John Eliot Gardiner.</p>
<p><iframe loading="lazy" title="Haydn Symphony 44 E minor Trauersinphonie  John Eliot Gardiner  BRSO" width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/h3mYvbGiyL0?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen></iframe></p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Haydn – Sinfonia nº 26 em Ré Menor, &#8220;Lamentatione&#8221;</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Clássicos dos Clássicos]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 06 Aug 2019 00:42:33 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A Sinfonia nº 26, Lamentatione, foi escrita por volta de 1768. Vem em seguida à Sinfonia nº 49, La Passione, e tem como ela um caráter litúrgico. Uma das obras mais apaixonadas e dramáticas de Haydn, o nome “Lamentação” se refere ao canto gregoriano que o compositor usa nos dois primeiros movimentos. É um canto usado na [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A <em>Sinfonia nº 26, Lamentatione, </em>foi escrita por volta de 1768. Vem em seguida à <em>Sinfonia nº 49</em>, <em>La Passione, </em>e tem como ela um caráter litúrgico.</p>
<p>Uma das obras mais apaixonadas e dramáticas de Haydn, o nome “Lamentação<em>”</em> se refere ao canto gregoriano que o compositor usa nos dois primeiros movimentos. É um canto usado na liturgia católica na quinta-feira santa – as lamentações do profeta Jeremias.</p>
<p>No segundo movimento, <em>Adagio, </em>o uso do cantochão, que se sobrepõe aos ornamentos, é especialmente tocante.</p>
<p>A <em>Sinfonia Lamentatione</em> só tem três movimentos (em vez dos quatro habituais). Termina, assim, também de forma muito pouco usual com um Minueto breve e severo.</p>
<p>Esta é uma das muitas peças em tom menor compostas por Hayn entre 1768 e 1772, período que é geralmente chamado hoje de <em>Sturm und Drang.</em></p>
<p>Haydn – <em>Sinfonia nº 26 em Ré Menor,</em> <em>Lamentatione </em>| Orquestra de Câmara da Basiléia, regida por Giovanni Antonini</p>
<p><iframe loading="lazy" title="Haydn Symphony No. 26 &quot;La Lamentatione&quot; | Kammerorchester Basel | Giovanni Antonini (Haydn2032 live)" width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/RAXZwIEHc_Y?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen></iframe></p>
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		<title>Haydn &#8211; Quarteto nº 5, Op. 64, &#8220;A Cotovia&#8221;</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Clássicos dos Clássicos]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 06 Aug 2019 00:42:33 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Esse quarteto faz parte de um conjunto de seis, composto em 1790, ano em que Haydn tornou-se financeiramente independente. Três destes quartetos, os números 3, 6 e 5 (que vamos ouvir), foram publicados em Londres, em 1791. A página de rosto da edição indicava: “Compostos por Giuseppe Haydn e executados sob a sua direção na [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Esse quarteto faz parte de um conjunto de seis, composto em 1790, ano em que Haydn tornou-se financeiramente independente.</p>
<p>Três destes quartetos, os números 3, 6 e 5 (que vamos ouvir), foram publicados em Londres, em 1791. A página de rosto da edição indicava: “Compostos por Giuseppe Haydn e executados sob a sua direção na sala de Hanover Square (em Londres)”.</p>
<p>No primeiro movimento, <em>Allegro moderato,</em> os acordes <em>staccato </em>do segundo violino, viola e violoncelo são respondidos por uma melodia ascendente e vibrante do primeiro violino (o que rendeu, aliás, o apelido “A Cotovia” ao quarteto)<em>.</em> Embora os acordes iniciais pareçam um acompanhamento do primeiro violino, eles são, na verdade, o primeiro tema. A melodia do violino, com seus trinados de cotovia, é o segundo.</p>
<p>O <em>Adagio cantábile</em> é quase como uma canção e tem uma melodia extensa tocada no primeiro violino. Uma seção intermediária, em tom menor, é baseada no primeiro tema.</p>
<p>O <em>Minueto</em> tem uma abertura rústica, que quebra o clima pensativo do <em>Adagio</em>.</p>
<p>Esse quarteto tem outro apelido – “<em>Hornpipe</em>” (gaita de fole, mas também uma dança escocesa). A música passa rapidamente em semicolcheias, de um instrumento para outro, no estilo de um moto perpétuo. O movimento é em forma ternária A-B-A, com um <em>fugato</em> na parte intermediária.</p>
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		<title>Haydn &#8211; Quarteto de Cordas, Op. 33 nº 3 &#8211; &#8220;O Passarinho&#8221;</title>
		<link>https://classicosdosclassicos.mus.br/obras/haydn-quartetos-de-cordas-opus-33-no-3/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Clássicos dos Clássicos]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 06 Aug 2019 00:42:33 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Os quartetos de cordas de Haydn do Opus 33, compostos em 1782, formam um conjunto de seis obras (assim como os do Opus 20, escritos dez anos antes). Foram dedicados ao Grão Duque Paulo da Rússia, o futuro Tzar Paulo II, daí seu apelido de Quartetos Russos, e estreados no dia de Natal no apartamento [&#8230;]</p>
<p>The post <a rel="nofollow" href="https://classicosdosclassicos.mus.br/obras/haydn-quartetos-de-cordas-opus-33-no-3/">Haydn &#8211; Quarteto de Cordas, Op. 33 nº 3 &#8211; &#8220;O Passarinho&#8221;</a> appeared first on <a rel="nofollow" href="https://classicosdosclassicos.mus.br">Clássicos dos Clássicos</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Os quartetos de cordas de <a href="https://classicosdosclassicos.mus.br/compositores/joseph-haydn/">Haydn</a> do Opus 33, compostos em 1782, formam um conjunto de seis obras (assim como os do Opus 20, escritos dez anos antes).</p>
<p>Foram dedicados ao Grão Duque Paulo da Rússia, o futuro Tzar Paulo II, daí seu apelido de <em>Quartetos Russos, </em>e estreados no dia de Natal no apartamento que a Grã-Duquesa Aria Feodorovna, esposa do Grão Duque e aluna de piano de Haydn, mantinha em Viena.</p>
<p>São obras bem-humoradas, e o <em>Quarteto nº 3</em> é um dos mais alegres. Tem o apelido de <em>Vogel </em>(Passarinho), talvez por causa de um detalhe na ornamentação na abertura, ou então devido ao duo de violinos no Trio, que veremos adiante.</p>
<p>Ao invés de começar pelo tema, a obra inicia com um acompanhamento. Além disso, o movimento parece estar procurando por uma tonalidade: Dó maior, Ré menor, Sol menor, fixando-se finalmente em Dó maior. O que se segue é um movimento irrequieto, cheio de pausas e volteios.</p>
<p>O <em>Scherzo Allegretto</em> é muito original, em <em>sotto voce, </em>com os instrumentos tocando em registros graves.</p>
<p>No Trio, em contraste, a música está nos registros altos, assemelhando-se a um canto de passarinhos.</p>
<p>Depois de um belo <em>Adagio</em>, vem o <em>Presto </em>final, super agitado e composto por temas que lembram música folclórica da Europa Oriental. Um dos episódios, com repetições furiosas de terças, remete à música turca, enquanto o outro, em tom menor, à música húngara.</p>
<p>Haydn – <em>Quarteto de Cordas em Dó Maior</em>, Op. 33 nº 3 &#8211; <em>&#8220;O Passarinho&#8221;</em> | <a href="https://en.wikipedia.org/wiki/Quatuor_Mosa%C3%AFques">Quarteto Mosaïques</a></p>
<p><iframe loading="lazy" title="Spotify Embed: Haydn - Quarteto em Dó Maior, Op. 33 nº 3" width="300" height="380" allowtransparency="true" frameborder="0" allow="encrypted-media" src="https://open.spotify.com/embed/playlist/42Dhfpwq17weLlTWC6g8T8"></iframe></p>
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